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Ate Cubanos

O que vocês estão jogando, pederastas?

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ai você ta de sacanagem ja... trilha do FFXV é maravilhosa

Eu não to curtindo, sem contar que várias vezes o jogo fica num silêncio sepulcral, para só depois de uns minutos a música começar. O tema de batalha mesmo nem lembro como é, e geralmente é uma música grude que não sai da cabeça. Pra não dizer que nenhuma música me marcou, Stand by Me até agora me entristece, de tanto que foi cagada nessa versão.

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Eu não to curtindo, sem contar que várias vezes o jogo fica num silêncio sepulcral, para só depois de uns minutos a música começar. O tema de batalha mesmo nem lembro como é, e geralmente é uma música grude que não sai da cabeça. Pra não dizer que nenhuma música me marcou, Stand by Me até agora me entristece, de tanto que foi cagada nessa versão.

 

ÇOME DAQUI

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Música que mais me marcou de todos os Final Fantasy é Bombing, é aquela música que marca uma fase da vida da gente sabe?

 

 

Outra é To Zanarkand. Tava no shopping tomando um mcflurry esses dias e tem um piano no meio do saguão pra quem quiser tocar, logo um papangu começou a tocar ela, me surpreendi.

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Além da trilha sonora ser excelente o jogo por ser comemorativo fornece toda a trilha da série. Eu sempre fazia questão de não pular as viagens com o Regalia só pra escuta-las. Além disso eu não senti semelhança com FF 13-3. Na verdade o 15 não se parece com nenhum jogo da série. Achei meio experimental inclusive.

 

E o sistema de batalhas a meu ver é simplíssimo e não tem muito o q explicar. É só explorar as skills q vc destravou na árvore e só. Não tem muito o q dizer. O jogo tem uma dificuldade simples mas nos extras tem desafios mais interessantes, porém só fiz alguns deles.

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Stol jogando Capitão Sapo, Caçador de Tesouros. Fiz bem ao não comprá-lo no Weeyou. 1080p com fases de mario odisséia, supimpa.

Junto a ele, comecei Wolfão Sangue Velho, depois jogo o Nova Ordem. Possivelmente compre o Novo Colosso no Steam só pra jogar de novo no Switch (já adquiri, foctos em breve).

 

Em primeiro lugar na atenção tá Elder Scrolls Online. Melhor Skyrim que joguei na vida.

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Stol jogando Capitão Sapo, Caçador de Tesouros. Fiz bem ao não comprá-lo no Weeyou. 1080p com fases de mario odisséia, supimpa.

Junto a ele, comecei Wolfão Sangue Velho, depois jogo o Nova Ordem. Possivelmente compre o Novo Colosso no Steam só pra jogar de novo no Switch (já adquiri, foctos em breve).

 

Em primeiro lugar na atenção tá Elder Scrolls Online. Melhor Skyrim que joguei na vida.

 

Depois de ver uns posts seus estou quase dando uma chance pro Elder Scrolls Online. Mas eu não gosto de PVP, nem Co-op. Dá pra brincar legal solo?

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Eu assisti ao filme, e me surpreendi positivamente, porque é até legal...

De nada, hahaha

 

Engraçado que eu também estranhei a OST no início, inclusive postei a mesma coisa que o Ralf no tópico do FFXV, mas depois terminei achando uma das melhores OSTs de todos os tempos. Não deve nada aos trabalhos do Uematsu.

 

O sistema de stasis funciona desse jeito porque caso contrário qualquer um pode exploitar os warp strikes pra ganhar batalhas só fazendo isso. O combate vai ficar mais interessante quando você pegar o jeito certo do sistema de esquiva e block. Eles são relegados a um segundo plano no jogo principal, mas nos episódios dos Season Pass, se você ainda não tiver com esse sistema bem assimilado, as coisas começam a complicar bastante.

 

Músicas memoráveis dessa edição:

1. Apocalypse Noctis

2. Ominis Lacrima

3. Noctis

4. Somnus

5, Valse di Fantastica

6. Hunt or be Hunted

Editado por Seth Angel

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By the way... completei o setup que queria e fiz teste com FFXV: Comrades

O jogo/expansão com maior tempo de loading que eu já no PS4... chega a ser irritante

 

Teste do momento em que você aperta play no app no painel de controle da Sony até que você loga de fato no jogo, rush’ando pelos submenus.

 

PS4 FAT c/ HDD - 03:46,69 minutos

PS4 PRO c/ SSD - 02:01,22 minutos

 

Bastante significativo.

Ainda bem que a Sony facilitou fazer a troca dos HDs para até um noob feito eu conseguir fazer.

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O loading no PC, principalmente o primeiro carregamento também não é rápido não, tá difícil falar bem desse jogo... hahaha

Editado por Ralf Jones

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O loading no PC, principalmente o principal também não é rápido não, tá difícil falar bem desse jogo... hahaha

 

Chapa mas o loading chega a ser mais do que 30 segundos?

 

Eu uso SSD para rodar jogos no steam. Acho que diminuiria consideravelmente.

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Chapa mas o loading chega a ser mais do que 30 segundos?

 

Eu uso SSD para rodar jogos no steam. Acho que diminuiria consideravelmente.

 

É mais de 30 segundos.

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Vampyr 

 

To gostando da tematica/clima que o game tem, a historia tá okay por enquanto, o gerenciamento da cidade to achando tranquilo, principalmente por não ter um 'contador', então, contanto que o personagem não durma, nada muda (para melhor ou pior).

 

Problemas que eu ví até agora: Bastante stuttering, jogo fechando/crashando aleatoriamente e combate um pouco lento pro meu gosto.

 

OnRush  

 

Joguei o beta, gostei bastante e fique na expectativa para jogar a versão full.

 

O jogo é bonito mas ordinário, já joguei indies de carro bem melhores, o jogo 'acaba' em 30 minutos, não apresenta NADA de novo, a jogabilidade é um repeteco o que torna até o singleplayer uma prova de resistencia, são 6 'campeonatos' se não me engano, com umas 6 pistas cada.

 

Nem o multiplayer salva, é um péssimo jogo. Copiaram a estrutura/experiencia visual do lootboxes do Overwatch mas é extremamente genérico.

 

Esse jogo, valeria no máximo 30 dolares ou casaria melhor em um modelo F2P, não sei como lançaram algum assim, mas, isso talvez explique a demissão em massa do estúdio, mas tipo, ninguem viu a bomba?!

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Esse Onrush foi um fiasco, li que a Codemasters já andou cortando cabeças na equipe toda. pior que quando mostraram o primeiro trailer parecia um novo Motorstorm mas foi uma decepção enorme quando se viu que não tinha nada a ver.

 

Eles se arriscaram e não compensou, deveriam ter feito um jogo no estilo do Motorstorm e colocado esse multiplayer maluco como um modo extra, mas fazer o jogo inteiro apenas com isso nunca me pareceu uma boa idéia, e não foi.

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Esse Onrush foi um fiasco, li que a Codemasters já andou cortando cabeças na equipe toda. pior que quando mostraram o primeiro trailer parecia um novo Motorstorm mas foi uma decepção enorme quando se viu que não tinha nada a ver.

 

Eles se arriscaram e não compensou, deveriam ter feito um jogo no estilo do Motorstorm e colocado esse multiplayer maluco como um modo extra, mas fazer o jogo inteiro apenas com isso nunca me pareceu uma boa idéia, e não foi.

 

Ví ontem as noticias... e na europa o preço meio que começou a cair cedo, peguei faz umas duas semanas e peguei uma 'promo', acho que de 20-25 libras. Foi antes do anuncio de cortes, agora deve desabar de vez.

 

Eu esperava um Motorstorm + Split + Blur, afinal, pegaram a galera do Motostorm. Infelizmente não rolow, joguei umas 2 horinhas soh pra honrar a grana investida, acho que vou vender depois.

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Depois de ver uns posts seus estou quase dando uma chance pro Elder Scrolls Online. Mas eu não gosto de PVP, nem Co-op. Dá pra brincar legal solo?

Com toooooooooooooda certeza. O conteúdo solo é imenso. Tou com 90 horas de jogo e isso porque comecei faz duas semanas. O único PVP que fiz até agora foi pra completar uma quest introdutória de PVP e foi até divertido porque era em grupo de 5 vs 5 e bem tranquilo. O jogo tem três tipos de masmorras: Solo, Pública (não dá pra solar, mas entra gente, sai gente o tempo todo e todos se ajudam sem precisar formar grupo) e Grupal. Ai você usa o Dungeon Finder e enquanto fica na fila fica fazendo as quests. O gameplay é muito bom, quem dera Skyrim fosse assim). De resto você se sente jogando um Elder Scrolls padrão, tem a Guilda dos Magos, dos Lutadores, dos Ladrões, a Dark Brotherhood, tá tudo lá.

 

Você só irá precisar de grupo pra fazer o conteúdo end game de grupo. Mas tem end game solo também. E você pode fazer a história das três facções do jogo num único personagem, sem limite de progressão e se alia a qualquer raça. As facções só determinam que lado você estará no pvp (que você nem tem interesse mesmo). PVP pra mim só interessa os de nível alto porque usa exércitos, máquinas de guerra etc.

 

Lore wise tá muito bom. Adoro encontrar os personagens icônicos da franquia. Eu já sou a segunda melhor amiga mortal do Sheogorath! :lolmor:

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Com toooooooooooooda certeza. O conteúdo solo é imenso. Tou com 90 horas de jogo e isso porque comecei faz duas semanas. O único PVP que fiz até agora foi pra completar uma quest introdutória de PVP e foi até divertido porque era em grupo de 5 vs 5 e bem tranquilo. O jogo tem três tipos de masmorras: Solo, Pública (não dá pra solar, mas entra gente, sai gente o tempo todo e todos se ajudam sem precisar formar grupo) e Grupal. Ai você usa o Dungeon Finder e enquanto fica na fila fica fazendo as quests. O gameplay é muito bom, quem dera Skyrim fosse assim). De resto você se sente jogando um Elder Scrolls padrão, tem a Guilda dos Magos, dos Lutadores, dos Ladrões, a Dark Brotherhood, tá tudo lá.

 

Você só irá precisar de grupo pra fazer o conteúdo end game de grupo. Mas tem end game solo também. E você pode fazer a história das três facções do jogo num único personagem, sem limite de progressão e se alia a qualquer raça. As facções só determinam que lado você estará no pvp (que você nem tem interesse mesmo). PVP pra mim só interessa os de nível alto porque usa exércitos, máquinas de guerra etc.

 

Lore wise tá muito bom. Adoro encontrar os personagens icônicos da franquia. Eu já sou a segunda melhor amiga mortal do Sheogorath! :lolmor:

 

vc comprou as expansões etc e tal ou só o feijão com arroz?

 

eu ia comprar a tal da gold edition la broxei depois de testar

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vc comprou as expansões etc e tal ou só o feijão com arroz?

eu ia comprar a tal da gold edition la broxei depois de testar

 

Eu tinha a Imperial Edition que comprei em 2014 ainda no beta.Testei o Beta e não curti porque à época nem aceitava controle. Hoje tá muito diferente:

- Aceita controles.

- Todas as raças podem fazer grupo.

- Megaservidor (sempre tem gente onde você vai).

 

Eu comprei um 4-DLC Pack por 120 reais que adiciona: Dark Brotherhood, Orsinium, Thieves Guild e Imperial City (tudo PVE)

Quem compra hoje já recebe o DLC Morrowind gratuito que inclusive dá a opção de introdução diferente ao invés de começar em Coldharbour (Morrowind é adaptada pra ser passar antes ou depois de Coldharbour, dependendo de qual introdução você escolher). Vou pegar Summerset Isle depois. Mesmo sem DLC tem MUITO conteúdo solo pra fazer.

 

algumas foctos:

Meu wallpaper:

 

 

FNh79YT.jpg

 

 

Galera junta pra derrubar uma âncora do Molag Bal

 

6RIzdaF.jpg

 

 

Um cara honesto.

 

bUuTvdH.jpg

 

 

Humor. Eu ri dessa.

 

Supg7Jz.jpg

 

 

 

TRyIgOP.jpg

 

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Hoje terminei o Comrades, a expansão multiplayer do FFXV. Ao contrário do que muitos pensam, não é um MMO-like. Na verdade, você consegue completar o jogo todo sozinho; ele é um co-op via internet em que o team up com outras pessoas é completamente opcional. Os outros jogadores online sequer aparecem na mesma tela que você.

 

O sistema de progressão do jogo é todo baseado em hunts; quests dadas por um NPC... então, se você não gostou disso no jogo principal, as chances são de que irá odiar no Comrades.

 

O jogo tem alguns cons que se destacam:

 

 

* Loading absurdamente extensos no PS4 (que diminuem sensivelmente no SSD).

* Sensação de falta de quests apropriadas para o seu level: você tem a sensação o tempo todo que está enfrentando ou batalhas muito fáceis ou extremamente difíceis.

* Ridiculamente difícil de Levelar o personagem (tanto que os stats das armas importam mais pra progressão do jogo que o seu próprio level).

* Sistema de chocobo raising (que é obrigatório para a progressão no jogo) é completamente aleatório.

* Apesar de possuir muitas batalhas desafiadoras, não é um jogo que te dá aquela sensação de que você está sendo recompensado pelo esforço.

* Por ter sido feito nas coxas (tanto é que será transformado em jogo próprio num futuro próximo), as texturas e o framerate estão abaixo do jogo original.

 

 

Mas nem só de críticas vive o homem....

 

O jogo é bacana porque “preenche o vácuo espaço-temporal” deixado pelo jogo principal após o Capítulo 13, mas sob a perspectiva dos que ficaram, e não da do Noctis. Porém, os encontros com os personagens “principais” são todos superficiais.

 

O que salva essa expansão do fiasco é que ela realmente leva o sistema de combate do jogo ao limite... toda aquela emoção que faltou no jogo principal (um FFXV Hard Mode) você encontra aqui, especialmente mais para o final do jogo. Quando digo “mais para o final do jogo”, falo do main storyline mesmo e não do pós-jogo.

 

Spoiler da Batalha final do Comrades:

 

 

É contra o Ifrit, sim, o mesmo que o Noctis e turma enfrentam, e no mesmo lugar. Contudo, algo que não faz sentido algum, esse Ifrit é infinitamente mais difícil que o Ifrit do original. É uma luta complicada até para quem está bem preparado.

 

Você luta ao lado do Libertus, o gordinho do filme Kingsglaive que escapa de Insomnia no fim do filme. É uma batalha tão boa que você até perdoa o chá de sumiço dele no jogo original. Ainda há mais dois NPCs que, muito fracos, morrem logo. No final, é só você e ele contra o Ifrit

 

 

E todas as batalhas mais difíceis do jogo (que já são complicadas per se) possuem versões REMATCH no pós-jogo, como contra Ifrit e Bahamut. Coisa pra quem é maluco de ficar grindando num jogo em que levelar é o cão.

 

De conteúdo BÔNUS, você tem acesso à quest DEPARTURES que é a última aventura do quarteto principal Noctis-Prompto-Ignis-Gladiolus juntos DEPOIS do retorno do Noctis do Crystal Stage e ANTES de ir confrontar o Ardyn.

 

Enfim, no geral, a proposta é boa, mas o jogo é mal executado. Mas pra quem curtiu as batalhas mais difíceis do jogo principal (Sala dos 3 iron giants sem poder usar itens), certamente irá achar essa expansão um pouco sádica e interessante.

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Voltei a explorar a biblioteca do Nes e continuo me impressionando, até ano passado achava que só tinha uma dúzia de jogos decentes no console, mas desde então estou descobrindo jogos de qualidade, a lista passou dos 40 desde que comecei a explorar. Não tenho saco para RPGs dessa época (só joguei os remakes de FFI, FFIII, DQIII e PSI para consoles posteriores), ou jogos que envolvem muita exploração, mas curto jogos rápidos e simples, e a quantidade de plataformas e jogos de ação de qualidade é gigante. Agora estou em jogos que seriam considerados “very very hidden gems”, coisas que raramente vejo mesmo em vídeos especializados por aí. Vamos lá:

 

Bucky O’Hare - plataforma muito bem-feito da Konami, visualmente é quase um 16-bit e os controles são muito precisos. Vários personagens com habilidades para trocar a qualquer hora e chefes originais. Perde pontos, porém, com as duas últimas fases, que são absurdamente difíceis, nível “acho que não passaria disso sem save states e ainda tive que ver vídeo no Youtube para ver como passar” difíceis, mesmo com o grande número de vidas que se acumula ao longo do jogo.

 

Cat Ninden Teyandee (Samurai Pizza Cats) - assim como Bucky O’Hare tem vários personagens para escolher, um próprio para partes submersas, outro para voar, um para quebrar rochas, outro para escavar, e o melhor para atacar diretamente. Todos possuem ataques e golpes diferentes bons para experimentar contra os chefes, e muitas fases. Jogaço, se tornou um dos meus jogos favoritos do Nes.

 

Chip n’ Dale Rescue Rangers 1 e 2 - plataformas extremamente rápidos e divertidos, com controles muito precisos e ótimos chefes. Pra mim deram de dez a zero no mais famoso jogo da Disney da época, Ducktales.

 

Choujin Sentai Jetman - action platformer que mistura Ninja Gaiden com os tokusatsus. Achei excelente, e uma característica bacana é que nos chefes vc entra no robô gigante e vira um jogo de luta (algo que só tinha visto no Adventure of Little Ralph e Gear Fighter Dendoh do PS1). No geral é um jogo fácil, mas o último chefe é um fdp.

 

Code Name: Viper - lembra Shinobi do Master System mas com temática de Contra. Vc tem que entrar em portas para resgatar reféns e achar a bomba para passar de fase, além de conseguir munição. Divertido, mas de chefe só tem o final, que morre rapidinho se chegar lá com metralhadora, o que não é difícil.

 

Dragon Fighter - outra grande surpresa, um action platformer que pode concorrer com os melhores do gênero e nunca tinha ouvido falar. Tem o ataque básico de espada, um ataque carregado, e enchendo a barra especial pode se transformar num dragão, que vem em três tipos diferentes, vermelho, azul e verde. Chefes muito bons, a última fase e último chefe vc se transforma permanentemente em dragão e vira um shmup. O personagem é igualzinho ao Shiryu do Cavaleiros do Zodíaco, valia um processinho até.

 

Frankenstein: The Monster Returns - clone de Castlevania com bons gráficos, só trocar Dracula por Frankenstein e voi lá, apesar que tem o “Vampire” como penúltimo chefe que é basicamente o Dracula. Outros chefes roubados do clássico da Konami são Medusa e Death (ok, são monstros clássicos de folclore, mas no universo dos jogos é difícil não comparar com Castlevania). Bem curtinho, mas divertido.

 

Gun Nac - normalmente não invisto em shmups 8-bits pois acho muito simplórios (a não ser que considere o PC Engine), mas esse se tornou o terceiro da época que gostei bastante, junto com Crisis Force e Cloud Master. Gráficos e trilha sonora de qualidade, muito rápido, várias armas e power ups. A variedade de inimigos é bizarra, uma hora vc está enfrentando naves e mísseis tradicionais e no minuto seguinte tem maletas voadoras, guarda-chuvas e coelhos atirando cenouras na sua direção. 

 

The Krion Conquest - chamam de clone de Megaman, mas achei melhor (heresia: não consigo gostar de Megaman). A bruxinha já começa com todos os poderes que são úteis em ocasiões diferentes, com a única coisa chatinha que sempre tem que entrar no menu para trocar, e várias vezes isso tem que ser feito constantemente para passar de certas partes, quebrando o ritmo do jogo (enquanto isso, o botão select segue completamente inutilizado). Mas é muito bom, bem difícil e as fases costumam seguir um padrão mais vertical do que horizontal. Por alguma razão as arenas contra chefes possuem o logo dos Vingadores (wtf).

 

Kung Fu 2 - o primeiro Kung Fu (Spartan X no Japão) pode ser considerado um clássico da época, mas é horrível. Tudo que ele tem de ruim a continuação (que eu nem sabia que existia) tem de bom, é daquelas sequências que corrigiram e melhoram todos os aspectos. A premissa é igual, ande para o lado e bata em todo um mundo. Mas, você sabe, bom. Pena que é super curto, acho que levei 15 minutos para zerar. O penúltimo chefe, uma chinesa fdp, é muito mais difícil que o último.

 

Low G Man: The Low Gravity Man - nome redundante à parte, no início não achei grande coisa, mas uma vez que me acostumei com os controles e “saquei” o jogo, adorei. O diferencial é que sua arma principal não mata os inimigos, mas os congela (podendo até usá-los como plataformas improvisadas), para que vc então os destrua com sua lança, que só pode ser mirada para cima ou para baixo. É estranho no começo, mas uma vez que se pega o jeito e sai pulando que nem um louco congelando e destruindo os inimigos fica bom demais. Os chefes são muito bons tb, jogão.

 

Mitsume ga Tooru - ótimo plataforma onde vc joga com uma mistura de Kurinin e Tenshinhan de DBZ. Kurishinhan atira bolas de energia do olho na testa, pode comprar outros tipos nas lojas com o dinheiro que se ganha matando inimigos. Excelentes controles, ótimas fases e chefes. Muito bom, direto ao ponto.

 

Monster in My Pocket - mais um jogão da Konami lançado no fim da vida do console que poderia quase passar por um 16-bit. Bem ação, com poucos elementos de plataforma, pode escolher entre um vampiro e o Frankenstein para jogar, as fases começam simples mas melhoram gradualmente, e no final tem um gauntlet de chefes mais uma surpresa.

 

Secret Ties - nomezinho genérico (em japonês é melhor e pelo menos condiz com algo no jogo, Master Thief Sugar), fácil de deixar passar, mais ainda pelo fato de que esse jogo não chegou a ser lançado oficialmente, mesmo tendo aparecido em revistas da época de acordo com o que pesquisei. Mas é bem bacana, um Ninja Gaiden sem o side-scrolling (mas com o wall climb), com as fases sendo em telas mesmo, o que dá um feeling de Prince of Persia às vezes. As duas últimas fases são muito boas, mas o jogo subutiliza os recursos que tem. O herói tem uma arma que só usei contra um chefe (às vezes até esquecia que tinha), e uma armadura que só é necessária em uma parte. O resto foi na porrada, inclusive o chefe final eu travei ele na animação de stun com voadoras na cabeça e ele não fez mais nada até morrer.

 

Time Diver: Eon Man - outro jogo que não foi lançado na época mesmo tendo sido finalizado, reza a lenda que era para ser a continuação de Wrath of the Black Manta. Se for verdade, pouco restou da influência do original, que estava mais para Shinobi do Master System, sendo que Time Diver claramente é mais próximo de Ninja Gaiden. É, mais um, mas nada contra clones quando são bem-feitos, como é o caso. Os gráficos são muito bons, o design de fases e chefes é um destaque, e possui possivelmente uma das melhores mecânicas de wall jump que já vi num jogo 2D, o que me faz pensar pq tantos jogos posteriores não conseguiram fazer isso direito (coff coff Super Metroid coff).

 

Zen: Intergalactic Ninja - aparentemente baseado numa HQ que é tipo um Capitão Planeta sem os adolescentes (os chefes têm nomes como Sulfurus e Contaminous e nas fases bônus vc recicla lixo). Mas é um ótimo jogo de ação, achei que as fases que são em visão isométrica iam encher o saco porque essa visão em 2D normalmente tem sérios problemas de perspectiva, mas a Konami consegue fazer funcionar. Saudades dessa empresa.

 

Acho que “zerei” a biblioteca do Nes agora, com exceção de dois jogos, e daí vem uma pergunta, alguém já conseguiu fazer The Young Indiana Jones Chronicles e Holy Diver funcionar direito em emulador de Nes? São dois jogos que parecem excelentes, mas a segunda fase do Indiana tem um glitch que zoa a fase toda, com os tiles mudando de posição tornando impossível avançar, e Holy Diver sofre desse glitch o tempo todo. Uso o Nestopia, mas testei outros emuladores e o problema persiste. Procurei na internet e nada, vi gente reclamando do problema do Indiana mas nenhuma menção sobre Holy Diver, e nenhuma solução. Únicos jogos do console que tive problema em emular. 

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Eu realmente queria ter esse desprendimento do Strife e revisitar gerações antigas. Economizaria um puta dinheiro, jogaria aqueles títulos que só fiquei na vontade quando era moleque por falta de disponibilidade e teria jogo pra anos. Mas só de pensar em voltar para os sistemas arcaicos de batalha, save, exploração e principalmente gráficos, me dá um frio na barriga. Quem sabe eu ainda consiga um dia.

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Um amigo meu que é super PC master race graficista fica me zoando que ele me ajudou a montar um PC gamer "top" (pra época) para eu ficar jogando emulador e jogo retro nele :lolmor:

 

Pior que eu tô com um monte de jogo novo aqui pra jogar, mas ultimamente a vontade tem sido de revisitar épocas antigas mesmo. Tem hora que acho relaxante jogar coisas mais simples, e nem tudo que é antigo necessariamente é arcaico (tirando RPGs 8-bit que mencionei, esses realmente não tenho saco).

 

Sem falar que meus backlogs de Snes, PS1 e PS2 (meus consoles favoritos) continuam enormes.

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Sofro isso

Adoro testar meus ps2 e GameCube 4k é só pq tenho uma placa boa acham que é proibido usar emulador

Piadista você.

 

Proibido é você ficar criticando quem prefere jogar esses mesmos jogos na qualidade original da época. Que pra você é injogável hoje em dia, com suas próprias palavras.

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