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Ralf Jones

O que vocês estão jogando, pederastas?

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Terminei o Doom 2016, do PS4.  Nunca fui muito fã do Doom, joguei mais os Quake, porém vendo uma análise , resolvi arriscar. É um jogo bem competente, tem seus problemas, mas valeu muito a pena ter jogado.  A jogabilidade de atacar os monstros  estando próximos e atordoados e recuperar energia/ munição ficou bem interessante. Com certeza eu jogo a continuação.

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Gostei bastante do Doom, mas achei cansativo o foco excessivo em arenas que prendem o jogador até que todos os inimigos dando respawn sejam derrotados.

 

Espero que o Eternal reduza isso e haja mais fases como a Foundry.

 

edit - falando no Doom Eternal, o jogo foi adiado para Março de 2020.

Editado por Soul Reaver

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5 horas atrás, Soul Reaver disse:

Gostei bastante do Doom, mas achei cansativo o foco excessivo em arenas que prendem o jogador até que todos os inimigos dando respawn sejam derrotados.

 

Espero que o Eternal reduza isso e haja mais fases como a Foundry.

 

edit - falando no Doom Eternal, o jogo foi adiado para Março de 2020.

Esse é um dos problemas que percebi, ainda mais próximo do final, onde praticamente é saindo de uma sala e entrando em outra , derrotando os milhares de inimigos. Ficou um pouco massante.

Um fator que achei bem legal foi a tradução, dentro do jogo, dos menus dos computadores, telas, paredes etc, todas em português. 

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Unica parte realmente massante do doom 2016 é a fase com as plataformas, o resto é lindo.

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Finalizei Blazing Chrome. O começo é um pouco devagar e depois vai melhorando. As fases com motinha são boas, até lembrou um pouco Battletoads. Aliás, tava gostando até demais quando o jogo simplesmente acabou. Um pouco curto pro meu gosto. 

Agora esperando Valfaris

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Em 07/10/2019 em 21:24, Sub Zero disse:

Terminei o Doom 2016, do PS4.  Nunca fui muito fã do Doom, joguei mais os Quake, porém vendo uma análise , resolvi arriscar. É um jogo bem competente, tem seus problemas, mas valeu muito a pena ter jogado.  A jogabilidade de atacar os monstros  estando próximos e atordoados e recuperar energia/ munição ficou bem interessante. Com certeza eu jogo a continuação.

 

Esse jogo pra mim foi uma carta de amor aos fãs de Doom 1 e 2. A tradução de cada monstro pra gen atual ficou excepcional e o Doom Slayer ficou mais badass do que nunca. Jogo formidável.

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terminei shadow  of tomb raider

 

meio meh 

nota 7 pelos graficos

historia e uma bosta bolorenta

 

comecei ate simpatizar com a lara, o resto e esgoto puro

 

os graficos sao lindos

 

 

Tb joguei destiny 2 campanha

gameplay e som excelente

graficos sao lindos

 

mas senti meio repetitivo e missoes que nao se amarram com a historia do jogo, e tudo muito separado

 

o que faz a missao ser pobre e generica

 

mas to no comeco ainda

 

 

 

 

 

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13 horas atrás, ragecom disse:

 

Esse jogo pra mim foi uma carta de amor aos fãs de Doom 1 e 2. A tradução de cada monstro pra gen atual ficou excepcional e o Doom Slayer ficou mais badass do que nunca. Jogo formidável.

Bem lembrado,  até assisti um vídeo com o comparativo dos inimigos dos Doom clássicos para o Doom 2016. Realmente, ficou excelente!

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The Witness, comecei a 3 dias, to com 6 horas e consegui 3 feixes de luz, to achando Genial esse jogo, sei nem como descrever, acho que nunca me senti tão inteligente em um jogo como esse, não sou especialmente fã de puzzles mas jogo de tudo, se for interessante e criativo eu topo e esse jogo tem tudo isso.

 

A ilha toda é um puzzle e é muito bem feito o design de como você aprende, mundo aberto de puzzle, coisa linda de ver Jonathan Blow é gênio.

 

Mas é um jogo dificílimo, sem nenhuma orientação de onde ir, setinha, marcação no mapa, nada, ou a ordem que tem que fazer, é explorar na mão e entender a lógica do jogo e dos puzzles, tudo muito sutil. 

 

Comecei o jogo não sabendo se vou conseguir terminar lol, por capacidade mesmo, mas ta fluindo bem até aqui, vamos ver, se terminar volto pra ler o tópico todo.

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Valfaris peguei ontem e já devo estar chegando na parte final. Achei os gráficos estilo Dead Cells, um pouco melhorado. Até aqui jogo não vem trazendo dificuldade por uma característica que me irrita: tem checkpoint a cada 5 metros. No geral, não decepcionou.

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Zerei Control, pra mim é um dos melhores jogos do ano, gostei demais, sério mesmo. Dou nota 9,0.

Terminei também o All-Star Fruit Racing, jogo pra frutinhas, zuas, e um Mario Kart com meninas e sistema de armas podre, muito fraco, dou nota 5,0.

Comecei o Tales of Berseria, to com cerca de 2 horas, e até o momento, achei o tema mais sem graça, não abriu a aventura maneira que eu curto, é uma parada de vingança, não é ruim, mas espero que abre uma aventura mesmo. O tema é meio chato, pelo menos a personagem principal é forte e decidida, do jeito que eu curto.

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Recebi um dinheiro "inesperado" ontem e perdi a linha. Comprei:

 

Uncharted 4

The Last Guardian

Horizon Zero Dawn

Detroit

Puppeteer (PS3)

 

Acho que vou ficar um bom tempo sem comprar nada lol

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Em 15/10/2019 em 07:53, ragecom disse:

Recebi um dinheiro "inesperado" ontem e perdi a linha. Comprei:

 

Uncharted 4

The Last Guardian

Horizon Zero Dawn

Detroit

Puppeteer (PS3)

 

Acho que vou ficar um bom tempo sem comprar nada lol

 

Sobre Puppeteer,  joguei quando saiu. Jogo deveras subestimado, infelizmente. Além de  ser divertido, ele tem uma da melhores dublagens de jogos em PT-BR que já joguei.

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Eu já tive a sensação oposta na época. Esperava demais do Puppeteer e achei uma bosta.

 

Valfaris zerado aqui. Jogão. Trilha sonora metaleira e chefes são o ponto alto do jogo. História ok e gráficos acima da média para um indie. Recomendado.

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3 horas atrás, ocubo disse:

Eu já tive a sensação oposta na época. Esperava demais do Puppeteer e achei uma bosta.

 

Valfaris zerado aqui. Jogão. Trilha sonora metaleira e chefes são o ponto alto do jogo. História ok e gráficos acima da média para um indie. Recomendado.

Talvez foi o que aconteceu comigo , mas o oposto: fui com hype zero, e me supreendi.........LOL

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Ontem a Riot anunciou 3 jogos com base no universo de league of legend e um é card game.

caso alguém se interessa está rolando beta por meio de sorteio, basta se cadastrar no site www.runeterra.com

 

joguei hoje umas 2/3h e gostei do potencial do jogo. Eles bateram muito na tecla que o jogo tentará deixar o fator sorte bem baixo no momento de abrir pacote, justamente para não virar paytowin. E percebi algumas coisas nesse sentido, ao invés de vir no pacote uma carta lendária de alguma região, vem uma carta na cor laranja que você ganha o direito de comprar uma carta lendária em qualquer deck que quiser montar, podendo depois de comprar a carta você até pedir refound e ganhar a carta laranja de novo para usar.

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15 horas atrás, Sub Zero disse:

Sobre Puppeteer,  joguei quando saiu. Jogo deveras subestimado, infelizmente. Além de  ser divertido, ele tem uma da melhores dublagens de jogos em PT-BR que já joguei.

 

Pois é. É um jogo que tem uma reputação boa mas que eu nunca tive a oportunidade de jogar.

 

É por isso que eu digo: uma das vantagens de ser colecionador de videogames é que se você não for graficista (e eu não sou mesmo), sempre tem um leque de ótimos jogos pra jogar por um preço legalzinho, seja um jogo simples dos anos 80 ou um jogo underated igual a esse em um console menos velho.

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Tem uma empresa indie, BR, que disponibilizou uma demo na Steam, não tenho PC descente e não sabia o de postar, desculpe. Jogo se chama Shadows of Kepler, parece interessante, mas não tenho PC viável para testar.

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Terminei The Witness, 34 horas. 

 

Pensei que não ia conseguir terminar lol, muy difícil, vários puzzles foram muito tensos de resolver, mas era ir tentar outro ou tentar no outro dia que sempre aparecia novas ideias pra resolver, muito interessante como você aprende e vai evoluindo no jogo, intelectualmente nunca joguei um jogo tão desafiador, terminei me sentindo Einstein lol. 

 

Estava jogando paralelamente Detroit: Became Human, curto muito os jogos da Quantic Dream, e pra mim ta parecendo que vai ser meu preferido, o nível de escolhas muito grande gostei dos personagens e do rumo que eles estão tomando e e entre todos é a Temática que mais gostei, desde que saiu aquela cut-scene da Kara esperava esse jogo.

 

 

Editado por Leonhart

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Terminei o Remake do Ninja Warriors do SNES - The Ninja Saviors : The Return of  the Ninja Warriors (PS4)

 

Desde que anunciaram esse jogo, fiquei na expectativa, e vibrei quando anunciaram que haveria versão para PS4. 

Joguei muito o Ninja Warriors para SNES, gostava demais do jogo e sempre achei a trilha sonora  fantástica.  Esse remake vem corrigir um dos maiores defeitos da Versão do SNES, que é não poder jogar de 2 players simultaneamente, como a imensa maioria dos briga de rua da época. 

Melhoraram os gráficos, ganharam mais quadros de animação, e a tela também é wide screen. Colocaram mais dois personagens, Yhaska e Raiden (Robo que ocupa a tela quase toda).

Destaco a trilha sonora remixada, ficou muito boa. Excelente trabalho, um dos pontos altos desse remake. Como bônus , ao terminar o jogo, você pode escolher entre a trilha sonora do arcade e a original do SNES.

É um jogo curto, há repetição de inimigos, porém acho que foram bem competentes nesse remake. Quem jogou o original do SNES ou gosta desse estilo, acho que vale a pena conferir.Recomendo.

 

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Joguei quase nada esse ano, acho que além de um leve burnout de jogos, trabalhando demais, acabei deixando tempo livre para ler e ver filmes/séries na hora do descanso. Mas joguei dois joguinhos simples essa semana. O que me levou a voltar? Velharia, claro.

 

O primeiro foi Akumajou Special: Boku Dracula-kun, para Nes. Apesar de ser um spin-off de Castlevania, tem muito mais em comum com Megaman, com a vantagem de poder atirar para cima e para baixo e agachar, algo que o robô azul demorou uns 15 anos pra aprender e olhe lá. A cada chefe se ganha um poder diferente, a maioria ataques, mas há também a habilidade de se transformar em morcego e um de anti-gravidade que só é usado literalmente em uma parte da última fase lol. Bom joguinho mas nada especial, deve ser o último da série que me que faltava.  Acho que saiu nos EUA uns anos atrás em alguma coletânea com o nome de Dracula Kid.

 

O outro foi Mighty Final Fight, um "demake" de Final Fight para Nes. Eu não sou muito fã de beat'em ups da era 8-bit, os controles meio duros, o hit box meio zoado e aquele flicker típico do Nes são uma combinação intragável pra mim, mas esse jogo é excelente. Em tudo. Um dos jogos mais bonitos do console, uma ótima jogabilidade que tem opções que mesmo beat'em ups de 16-bit não costumam ter, como poder mudar de combo no meio dos golpes, ou encaixar pegada no meio do combo. É meio difícil, os inimigos batem FORTE, certos inimigos normais se te pegar numa sequência praticamente te matam, não há partes quebráveis do cenário para conseguir comida (apenas em partes específicas que vc consegue), mas para compensar há várias vidas e continues.

 

Enquanto isso continuo comprando jogo e aumentando a backlog, pq é claro.

Editado por Strife

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Terminei as missões principais do Batman: Arkhan Knight.

 

 

Eu estava gostando bastante desse jogo, mas o Batmóvel é simplesmente intragável. Os combates são bem tediosos e sem graça (no hard a coisa esquenta nas últimas missões).

 

Na minha opinião, é o pior da trilogia (não joguei o Origins).

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