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Ganimedes

Sobre qualquer coisa que eu decidir dizer no momento.

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1. Bom, eu lembro uma vez que quando estávamos em marcha, em Brasília, por uma questão de acaso ficamos por último no desfile. Eu dizia, "os últimos serão os primeiros"; um rapaz, filho de militar disse, logo em seguida: "Isso é conversa de perdedor!".

 

Eu sinceramente até hoje tento entender o que ele quis dizer.

 

2. Cyro dos Anjos, escritor mineiro, jornalista, participou de vários cargos públicos com propriedade. Formado em direito. O Amanuense Belmiro, sua obra prima. Uma feliz descoberta.

 

3. A lógica do sentido é o livro de Deleuze que comenta, psicanaliticamente, o Alice no País das Maravilhas. É um livro um tanto complicado, pois é feito por um esquizóide em vias de maturação da sua teoria do desejo, da linguagem, e seus desdobramentos cognitivos. O devir puro inicia a obra, em paralelo com o devir teórico platônico, pois Deleuze não cessa de "paralelizar" a obra platônica. Foi um leitor de Kant, extraiu de Kant o seu melhor, no sentido marxista do termo. Existe um livro de uma filósofa ou psicóloga que sugere a antropofagia deleuziana da obra de Spinoza, sugerindo que Spinoza foi transcendido por Deleuze, na sua ética e na sua lógica. Da ética dos corpos para a ética do corpo deus esquizóide.

 

4. Contra os Acadêmicos, de página anti-ideológica para página de formação de gozadores filosóficos sem substância. Você vê que a ocupação máxima desses aprendizes da filosofia, alguns com talento genuíno, é esculhambar com tudo que são seja resumido à lógica formal, ou a uma ontologia "demagógica".

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Bom, já faz algum tempo que rompi relações com Marvel. Passei um bom tempo, graças a influência do Contra os Enêmicos, estudando Aristóteles e fazendo um tour pela filosofia. Sem muito proveito. Agora, retorno ao ponto onde parei, em Kierkegaard, aquele que Marvel criticava por ser autor do "jovem moderno". Estou achando uma maravilha e pretendo ler todas as obras de Kierkegaard que eu encontrar.

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Esboço de dialética do Eu e do Outro.

 

O Eu

 

1. Primeiro, o eu se forma na medida em que se auto-aprecia. A auto-preciação é o conhecimento de si mesmo, que é idêntico ao conhecimento axiológico de si mesmo; conhecimento do valor de si mesmo. Conhecimento do valor de si, de sua própria identidade valorativa; quando se observa as tendências e as incidências do valor sobre o domínio do real do qual o meu Eu participa.

2. Não há limites internos para o Eu, assim como não há limites para a identidade valorativa do Eu. O Eu qúe se torna Nós não tem identidade valorativa alguma; é ideológico e carece de forma própria.

3. Defender uma ideologia é o mesmo que perder a auto-referência de uma identidade valorativa emancipada; se se perde a auto-referência, tudo se resume a "mecânica" da ideologia.

 

O Outro

 

1. O Outro é necessariamente semelhante a mim mesmo, na sua identidade valorativa, ou axiológica.

2. A extensão das premissas é precedido por uma intenção (intensividade), que é mensura (feita com a mente) do objeto avaliado segundo um valor. 

3. Esta mensura antecede a formação da premissa; a medição do Outro é a medição do seu perímetro de ação. O Outro nunca é aberto ao raciocínio. Se o fosse, não seria um Outro, mas o Eu de si mesmo.

 

A Mente

 

1. A mente possui uma "mecânica" da qual, dada certa categoria verdadeira ou falsa, se tem um raciocínio verdadeiro ou falso, acompanhado de um efeito corporal depressivo ou ostensivo.

2. A categoria é passível de valor e de verdade, e é a primeira cousa que se concebe com o raciocínio.

3. O raciocínio nem sempre é verbal, mas é sempre passível de conversão a uma linguagem.

 

 

Editado por QWERTYUIOP

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Teses sobre a axiologia

 

1. A axiologia é a reflexão a partir do sistema de valores que orientam a nossa operação no mundo.

2. Toda percepção e toda medição é guiada por um valor, que antecede o trabalho científico ou técnico. Na tecnologia, os valores da civilização, da sociedade ou da ciência vigente e normativa.

3. O axiológico é primeiro em toda reflexão sobre os domínios ontológicos da ciência e da existência humana.

4. Justamente porque é o valor que prenuncia a escolha deliberada. Seja um valor refletido ou seja um valor compulsório, que não passa pela reflexão. 

5. O sistema de valores de uma sociedade está incluído em todo conhecer e agir; e na existência, sendo o conhecimento, enquanto valor, um valor orientador.

6. A ciência também é um valor, como qualquer outro, pois participa de valores sociais comuns (a objetividade, a facilidade, o progresso, a superação); e é por ser parte da sociedade que comunga valores incluídos em todo labor social.

Editado por QWERTYUIOP

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Da experiência meditativa como modo de entendimento

 

1. Experiência meditativa não é meditação religiosa, mas a busca dos fundamentos, das raízes, de um determinado enunciado.

2. Se enunciou que "Kant reformou a Metafísica", devo considerar:

2.1. Que metafísica é uma operação do intelecto, enquanto que Metafísica é uma ciência. 

2.2. Que reformar, nesse sentido, se trata de corrigir o sistema sem afetar a estrutura.

2.3. Que sistema e estrutura diferem, sendo um uma coleção de premissas sobre um mesmo objeto, que se articulam conforme o escopo e o campo de investigação; e outro, o que é dado invariável e que não pode ser alterado sem a demolição do conjunto, e que tem caráter axiomático.

2.4. Que existe uma outra leitura de Kant possível, "Kant reformador da metafísica".

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O Eu e o Outro

 

1. A identidade valorativa é decorrente de uma auto-apreciação.

2. Está identidade se refere a um Eu autônomo e independente das circunstâncias. 

3. A identidade valorativa é semelhante aos critérios de escolha pessoal, mas não idêntico, porque se alia a um conhecimento de si mesmo fundado na reflexão dos valores que orientam as escolhas.

4. A ideologia limita o valor ao seu uso político, desgastando a sua natureza espontânea porém aliada à liberdade e a um senso de participação social, indiferente às mudanças históricas ou políticas.

 

1. O outro é necessariamente semelhante porque possuem a mesma identidade de valor; sem a qual os valores se tornariam desnecessários e pouco evidentes.

2. O outro é sempre necessário, sem o qual a existência seria somente de um Eu que viveria sem um sistema de valores, portanto, sem consciência.

3. E, por fim, é a identidade de valor entre semelhantes que faz com que uma ação seja efetiva e inteligida. 

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O que é a axiologia?

 

1. Uma ciência do valor.

2. Uma reflexão sobre os valores.

3. Um sistema de valores.

4. Uma lógica das sensações.

Editado por QWERTYUIOP

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valor e sensação

 

1. Na sensação é presente um valor, que é o princípio que recobre a visão do objeto, seja de utilidade, eficiência, bondade, virtuosidade, operosidade, beleza; não é possível abstrair o valor da sensação, do mesmo modo que ninguém raciocina sem ter uma representação ou esquema do raciocinado.

2. Esses valores só podem ser alterados por uma reflexão na sensação, e nunca sobre a reflexão sobre um raciocínio.

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Bom, vamos reciclar o tópico. 

 

Hegel dizia que sempre se começa com hipóteses. Tudo o que eu disse aqui não passa de casualidade hipotética, que pode ser observada por uma mistura de jogo de linguagem e reza para o deus dará que isto seja entendido.

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Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

 

Esboço de dialética do Eu e do Outro.

 

O Eu

 

1. Primeiro, o eu se forma na medida em que se auto-aprecia. A auto-preciação é o conhecimento de si mesmo, que é idêntico ao conhecimento axiológico de si mesmo; conhecimento do valor de si mesmo. Conhecimento do valor de si, de sua própria identidade valorativa; quando se observa as tendências e as incidências do valor sobre o domínio do real do qual o meu Eu participa.

 

O Eu se auto-aprecia, no sentido em que atribui um valor a si mesmo. Esse valor não pode ser de todo arbitrário, mas deriva de algum sinal, ou convergência do Eu que se auto "aprecia" e de um valor que encontra, que tem de ser idêntico ao valor inicial da apreciação "reflexiva", na sua relação direta com o mundo.

 

Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

2. Não há limites internos para o Eu, assim como não há limites para a identidade valorativa do Eu. O Eu qúe se torna Nós não tem identidade valorativa alguma; é ideológico e carece de forma própria.

 

As limitações do Eu, obviamente, não são internas, mas externas.

 

Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

3. Defender uma ideologia é o mesmo que perder a auto-referência de uma identidade valorativa emancipada; se se perde a auto-referência, tudo se resume a "mecânica" da ideologia.

 

A defesa de uma ideologia pressupõe a abstenção de ação direta num meio social e da participação indireta em um "devir" político, que deve ser análogo à ideologia proposta, ou a sua correspondência máxima.

 

Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

 

O Outro

 

1. O Outro é necessariamente semelhante a mim mesmo, na sua identidade valorativa, ou axiológica.

 

É semelhante no que diz respeito ao seu caráter, e dessemelhante no que diz respeito à sua situação existencial. E idêntico quanto ao gênero.

 

Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

2. A extensão das premissas é precedido por uma intenção (intensividade), que é mensura (feita com a mente) do objeto avaliado segundo um valor.

 

A premissa se mede de uma proposição inicial, axiológica ou não. 

 

Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

3. Esta mensura antecede a formação da premissa; a medição do Outro é a medição do seu perímetro de ação. O Outro nunca é aberto ao raciocínio. Se o fosse, não seria um Outro, mas o Eu de si mesmo.

 

mensura relativa.

 

Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

 

A Mente

 

1. A mente possui uma "mecânica" da qual, dada certa categoria verdadeira ou falsa, se tem um raciocínio verdadeiro ou falso, acompanhado de um efeito corporal depressivo ou ostensivo.

 

A mente possui uma "simbiose" quanto ao seu conteúdo.

 

Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

2. A categoria é passível de valor e de verdade, e é a primeira cousa que se concebe com o raciocínio.

 

A verdade e o bem se convertem um no outro. Cabe saber se a verdade é somente um valor ou um princípio.

 

Em 27/02/2019 em 03:55, Ganimedes disse:

3. O raciocínio nem sempre é verbal, mas é sempre passível de conversão a uma linguagem.

 

Terminus mentalis. 

 

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Aprendi com Hegel que representação não é um simples puro imaginar individual, e sim uma representação coletiva que norteia todo e qualquer raciocínio.

 

O exemplo que ele dá, dentre muitos, no ciência da lógica, ou de wissencraft of logic, é o da representação coletiva da ciência da lógica, da lógica como arte de raciocinar, comparando-a com outras representações, por exemplo, a do entendimento que abstrai para conceber à parte da realidade o conteúdo do seu entender. 

 

Mas eu daria um sentido mais visual à lógica, para ilustrar melhor o assunto. A lógica começa como a arte do bom falante; sempre há nos diálogos platônicos, o elogio de um bom discurso, por parte de Sócrates e de seus ouvintes. Com Aristóteles surge a noção da lógica como arte da correção do discurso, também chamada analítica, que corrige os produtos da investigação dialética, também chamada de lógica da descoberta. Eu não lembro muito bem sobre a escolastica, posto que não estudei, mas em Kant a lógica aristotélica ganha o nome de "lógica formal" em contraposição à lógica de Kant, chamada por ele de lógica transcendental, porque tenta abranger a contradição por meio de um novo enunciado, que abarque os enunciados precedentes. Na escola analítica, a lógica torna-se uma arte de correção da linguagem, tendo como pressuposto que todos os problemas intelectuais são produtos de erros de linguagem.

 

Eu, por meu modesto intelecto, e por meio das aulas do Olavo, creio que o principal problema não é o raciocínio, mas as categorias por meio das quais pensamos os objetos e temas que são de relevância comum. Então, as categorias, ou seja, a percepção primária e interna, o olhar da alma, da qual se depreende a vontade e a representação, é o que realmente importa. Tem um pouco de relação com o que Husserl chama de consciência interna de tempo. Há um pensamento que abole as categorias, ou a percepção interna, e se atém apenas a vontade. Esse tipo de pensamento começou com Duns Scots, que argumentava que a vontade tem primazia sobre a inteligência, houve portanto, na mudança da idade média para a modernidade uma "entronização" da vontade.

 

Se a inteligência, ou o que eu chamo de "percepção" é anterior à vontade, e justamente essa mesma vontade depende da percepção para existir, então o que importa, em toda investigação, é essa categoria interna da qual se origina as representações, pensamentos e ações. É nessas categorias que se funda todo pensamento e ação. 

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Bom, o fórum precisa de tempo para amadurecer essa nova faixa de necessidades e temas. Existem poucas pessoas que eu conheço que desejam realmente discutir seriamente questões políticas. Fora o pessoal ancap, não vejo ninguém realmente interessado em estudar essas questões. 

 

Poucos aqui sabem ler. Se atém mais a forma gramatical do que se atém a realidade a qual o texto se refere. Mas isso não é o maior dos problemas. Da para ser inteligente sem saber filosofia? Principalmente, Aristóteles e Platão? Marx se considerava um aristotélico, e é muito significativa esta afirmação. 

 

Eu não me sustento, eu confesso. Mas gasto cada segundo da minha vida na minha formação intelectual, cada pensamento meu é dedicado a um problema cognitivo, meu e dos outros. Mas percebo que isto não é suficiente. Não basta ser inteligente, ou demonstrar caráter. É preciso, sobre todas as coisas, uma imunidade ao que é mau, indigno e perverso, que poucos realmente possuem.

 

 

 

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16 horas atrás, Ganimedes disse:

Bom, o fórum precisa de tempo para amadurecer essa nova faixa de necessidades e temas. Existem poucas pessoas que eu conheço que desejam realmente discutir seriamente questões políticas. Fora o pessoal ancap, não vejo ninguém realmente interessado em estudar essas questões. 

 

Poucos aqui sabem ler. Se atém mais a forma gramatical do que se atém a realidade a qual o texto se refere. Mas isso não é o maior dos problemas. Da para ser inteligente sem saber filosofia? Principalmente, Aristóteles e Platão? Marx se considerava um aristotélico, e é muito significativa esta afirmação. 

 

Eu não me sustento, eu confesso. Mas gasto cada segundo da minha vida na minha formação intelectual, cada pensamento meu é dedicado a um problema cognitivo, meu e dos outros. Mas percebo que isto não é suficiente. Não basta ser inteligente, ou demonstrar caráter. É preciso, sobre todas as coisas, uma imunidade ao que é mau, indigno e perverso, que poucos realmente possuem.

 

 

EU NÃO ME SUSTENTO UHAHUAHUAUHAUAUHAHUAUHHUAUHAHUAHUA

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Não era Epicteto que dizia que quando caímos no ridículo é sinal de que estamos no caminho certo?

 

Só tenho a agradecer. 

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VC ESTÁ NO CAMINHO CERTO , MEU CHAPA

 

NÃO TENHA DÚVIDAS DISTO

GRANDES MERDAS SE SUSTENTAR

 

AS PESSOAS REALMENTE AXAM ISTO ALGO DIGNO DE MÉRITO OU DEMÉRITO?

A NECESSIDADE DO SUSTENTO NADA MAIS É DO QUE UMA PRISÃO PARA O HOMEM PODER EXERCER SUA HUMANIDADE DE UMA FORMA MAIS DIGNA

O TRABALHO JAMAIS DIGNIFICARÁ O HOMEM, POIS A NECESSIDADE DO HOMEM "SE SUSTENTAR" O DIMINUI

Editado por Renato-C

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Conhece-te a ti mesmo, tudo se resume a isso. Mas, merda pra vocês, ouro para mim, vermes excráveis! O meu ouro vocês não vão ter jamais! Se FODERAM.

 

Eu realmente descobri algo de valor, uma coisa que só eu sei fazer, e muito bem. Podem especular aí à vontade, porque é MERDA PRA VOCÊS E OURO PRA MIM.

 

Avahai.

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E mesmo se eu dissesse, vocês jamais conseguiriam entender. Então, é hora de ir embora, porque não vale a pena. Espero que o fórum progrida, nas suas limitações, tem pessoas muito bacanas, mas eu não sei o que fazer aqui; então, não tem razão de ser a minha presença nesse recinto.

 

 

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Bom! Eu acho que vai dar merda o Brasil. Não tem outro jeito. É somente um escafandro para borboletas meio lagartas, meio aliens de tipo soro positivo para questões agrárias.

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Azul, é a brocadeira choca. Sabe o que é isso? Objeto parcial.

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Uma maçã, vermelha, única, última. Corta-se a maçã com uma pequena katana, a pequena barca búdica. Exatamente na metade. A bainha azul da katana, fruto de um raio. Azul katana, azul.

 

Um opala, liso. Cai um cranion sobre o opala: opala amassado. Depois o mundo gira, e o opala vai ao extremo. Morre o motor do opala no meio da ponte. Londres é Deus.

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O Augusto César, Otaviano, bateu o martelo no prelo. Factóide. Rumo à placa "não vire a esquerda". Cai uma baialrina no colo de Otaviano Augusto, o César. César, enfim, vira o Jânio. 

 

Um cu cagando sorvete é um cu híbrido. Ninguém só caga sorvete. A mãe caga, o pai caga, o Bolsonaro caga, mas não é o mesmo cagar. Assim como o cu de um porco não é anatomicamente o mesmo que de um javali. Genética é Deus.

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O verdadeiro não é verde; o amarelo às vezes é tinta, às vezes não é. 

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