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Ação, plataformas, Metroidvanias, RPGs e afins em 2D / 2.5D

Posts Recomendados

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Faz um tempão que estou fazendo essa lista, acho que chegou um ponto que é bom postar logo porque tá sendo anunciado muitos jogos do estilo, sendo melhor ir atualizando aos poucos. A intenção aqui é cobrir jogos de ação, plataforma, Metroidvania, RPGs e afins que se dão na visão exclusiva 2D ou 2.5D sidescrolling. Assim, jogos, ainda que com gráficos 2D, com aquela visão de cima, ou beat’em ups com planos tradicionais, estão excluídos. Comentem se faltou algum jogo digno de nota já lançado ou algum outro anúncio recente que passei batido, ou opiniões acerca dos jogos abaixo. A plataforma base é a Steam pois é onde jogo a maioria de jogos nesse estilo, mas também citei alguns exclusivos de consoles, se omiti alguma informação tb é só falar.
 
Vários jogos com visual retro para Alucard não jogar e reclamar :D
 

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Status: lançado
 
20XX possui personagens que são claramente uma paródia de Mega Man, juntamente com o ganho de poderes dos chefes, mas possui elementos Roguelike como fases aleatórias.
 

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Status: lançado
 
Releitura de um clássico de Nes que nunca joguei, A Boy and his Blob é um jogo de plataforma voltado para puzzles, onde o protagonista dá sementes diferentes para seu parceiro a fim de transformá-lo em diferentes formas para poder avançar. Parece interessante.
 

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Status: lançado
 
Visualmente uma cópia descarada de Super Metroid, A Robot Named Fight(!) combina o clássico da Nintendo com elementos Roguelike, incluindo os poderes que se acha.
 
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Status: a sair
 
A.N.N.E. é uma mistura de plataforma, open world e shmups. O jogador explora o mundo resolvendo puzzles e encontrando upgrades para melhorar sua nave nas partes de shmups. Curti.
 

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Status: lançado
 
Action platformer com ótimos gráficos, em A.R.E.S. Extinction Agenda EX o jogador faz uso de várias armas e armaduras diferentes para avançar. Inicialmente parece difícil mas fica melhor quando se destrava mais habilidades como dash e outras armas. Muito bom.
 

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Status: lançado
 
Produção chilena em que você controla três personagens diferentes, Abyss Odyssey é descrito como uma mistura de um sistema de batalhas complexo com fases procedurais.
 

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Status: lançado
 
Em Adventures of Pip, o jogador tem o poder de absorver os pixels de seus inimigos para assumir formas diferentes. Fiquei bem interessado.
 
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Status: lançado
 
Aegis Defenders mistura ação, plataforma 2D e jogos de defesa de torre. Não sei é uma boa mistura para mim, mas possui boas avaliações.
 

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Status: lançado
 
Aggelos, segundo os criadores, é um RPG/Ação inspirado em Wonder Boy mas com jogabilidade moderna. Gostei dos vídeos que vi.
 

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Status: lançado

 

Inicialmente me pareceu meio sem graça, e é claramente um jogo feito com poucos recursos mesmo para indies, e demorei um pouco para me acostumar com o wall jump dele, mas a simplicidade de Akane the Kunoichi esconde um bom jogo de ação/plataforma, com várias fases. Vale o preço que pedem.

 

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Status: lançado

 

Metroidvania muito bom, com gráficos e música acima da média. É curto, mas o progresso do jogo é constante, os upgrades são bem dosados, assim como desafios e puzzles. Pena que não possui chefes, fora o último, mas ainda assim Alchemist’s Castle foi uma grande surpresa. Recomendo, além de ser barato.

 
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Status: lançado
 
Alwa’s Awakening, visualmente, segue o estilo de Shovel Knight, isto é, uma emulação de jogos 8-bit mas claramente com muito mais detalhes que o hardware daquela época suportavam. De início a jogabilidade pode parecer um pouco dura e limitada, mas à medida que se ganha as três magias da heroína, fica muito bom. O mapa é ótimo de explorar, as dungeons podem ser bem desafiantes, e o chefes costumam exigir uso inteligente de todos os seus poderes para se defender e atacar.
 
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Status: lançado
 
Remake de Metroid 2 feito por um fã, AM2R: Return of Samus ficou notório por tomar um cease & desist da Nintendo no mesmo dia do lançamento, que viria revelar mais tarde seu próprio remake para 3DS, com bastantes mudanças. Fãs mais puristas preferem esse remake por ser mais fiel à fórmula estabelecida por Super Metroid e, de fato, o jogo é excelente.

 

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Status: a sair
 
Segundo o site oficial de Ambrosia, o jogador terá a sua disposição várias armas que poderão ser customizadas com “in-game mods” para criar vários efeitos. Fiquei curioso em como isso funciona, mas ainda está em estágios iniciais de produção, pelo visto.
 
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Status: lançado

 

O jogo mais recente usando a engine de Ninjahtic, An Imp? A Fiend! Se diferencia dos demais jogos deste universo pela temática de fantasia-horror, como um Castlevania light. A jogabilidade é muito aprimorada, mais rápida e frenética que o normal, e uma exploração aberta num mundo não tão grande. O backtracking não costuma ser um problema pela rapidez com que o personagem se desloca.

 

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Status: a sair
 
Na Steam está classificado como ação, aventura e open world, com combate e puzzles. Os vídeos de Anew: The Distant Light mostram ótimos gráficos e jogabilidade frenética. Muito promissor.
 
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Status: lançado
 
Ainda não joguei, mas Another Sight parece ser um daqueles sidescrolling mais atmosféricos inspirado em Alice no País das Maravilhas.
 

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Status: lançado
 
Enorme decepção para mim, estava aguardando ansiosamente Apotheon pelo visual que remete às pinturas gregas clássicas, tinha tudo para ser um ótimo Metroidvania. Mas a jogabilidade é falha, com hitboxes que afetam muito a experiência. Eventualmente larguei, uma pena.
 
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Status: lançado

 

Aquaria é um Metroidvania aquático bem elogiado. Só a premissa é o suficiente para eu dar uma testada.

 
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Status: lançado
 
A estética visual de Armed with Wings: Rearmed é muito bacana, sempre trabalhando com silhuetas. É um jogo mais voltado para ação e combos, com leves puzzles que envolvem o uso do seu pássaro de estimação, mas não tem conteúdo suficiente para aproveitar o sistema de armas e skills, a não ser que seja daqueles jogadores que gostam de ficar fazendo várias runs. Eu não sou, mas ainda me diverti bastante com esse.

 

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Status: lançado
 
Ainda não tive a oportunidade de jogar Assassin's Creed Chronicles: China, parte desses spin-offs sidescrollings da série, mas tenho interesse em ver como adaptaram as mecânicas para o plano 2D.
 

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Status: lançado
 
Ver acima.

 

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Status: lançado
 
Ver acima.

 

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Status: lançado

 

Comprei recentemente este remake do jogo do Assault Suits Leynos de Mega-Drive numa promoção da Steam, e me agradou. Os controles são melhores que outros como Assault Suits Valken (Cybernator) ou Metal Warriors, assim como o level design. Melhor jogo desse tipo.

 

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Status: lançado
 
Axiom Verge foi um dos primeiros Metroidvanias indies que joguei, e ainda um dos melhores. A grande quantidade de poderes diferentes, uma excelente trilha sonora e até mesmo uma história surpreendentemente boa fazem desse jogo um pacote completo.
 

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Status: lançado
 
Azure Striker Gunvolt é continuação do ótimo Mighty Gunvolt. Possui uma mecânica diferenciada em que atirar serve mais para "marcar" os inimigos e então causar dano de verdade com seu escudo de energia. O conceito é legal, o jogo tb, mas sei lá, achei meio "rude". Gostei mais do seu prequel 8-bit, Mighty Gunvolt.
 

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Status: lançado

 

Grande decepção. Com gráficos 2D lindos e uma atmosfera medieval sem elementos de fantasia, A Bastard’s Tale parecia o tipo de jogo para mim. Mas ele se resume a andar leeentamente para a direita e enfrentando inimigos um a um, e só. O sistema é interessante, vc pode atacar em três direções (de cima e laterais) e pode defender da mesma maneira, assim como os inimigos. Mas os controles não são precisos o suficiente para a dificuldade do jogo, assim como a animação de ataques nem sempre é eficaz para lhe dizer de onde que vem o golpe. Entendi a ideia dos criadores, mas foi mal executada.

 
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Status: a sair
 
Battle Princess Madelyn se diz inspirado por clássicos como Ghouls n’ Ghosts e Wonder Boy 3, contando com dois tipos de jogo, em que o jogador pode escolher jogar rapidamente no modo arcade ou no modo com mais elementos de RPG e adventure.
 

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Status: lançado
 
A maioria provavelmente jogou este no X360 quando saiu, mas quis relembrar Bionic Commando: Rearmed, pois gostei bastante. Não há mais nenhuma razão para jogar o original, que nunca gostei. Uma pena que a Capcom nunca disponibilizou a continuação na Steam, pois comprei mas meu X360 foi pro saco antes de jogar (hardware de merda), fico esperando que isso mude, mas acho que terei de pegar no PS3 se não for tarde demais.
 

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Status: a sair
 
Anunciado recentemente, pelo visto Black Future ´88 é um action platformer com excelentes gráficos 2D e ambientação cyberpunk.
 

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Status: a sair
 
Ainda está em estágios iniciais de produção e pouco se sabe desse jogo, mas a arte 2D de Blasphemous é excelente. Anunciado para todos os consoles atuais e PC.
 

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Status: a sair
 
Blazing Chrome é o novo jogo dos brasileiros da Joymasher. Após se inspirar em clássicos como Castlevania e Ninja Gaiden, agora é a vez de Contra. Se a fase extra de Oniken é qualquer indicação, vem coisa boa por aí.
 

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Status: lançados
 
O estilo dos gráficos pode afastar muitos, mas não se enganem, Bleed é um dos melhores run & gun que já joguei. Controles extremamente precisos juntamente com o poder de slow motion e vários dashes criam situações cinemáticas em que você está totalmente no controle. A continuação melhorou ainda mais os controles, sendo mais fácil controlar os dashes no ar, mas não possui mais a variedade de armas do primeiro (armas agora são unlockables após zerar, e não algo que vc pode comprar com os pontos de ranking) e repetiram muitos chefes do anterior (gostaram daquele chefe? Agora enfrentem DOIS dele ao mesmo tempo!). Mas ainda é muito bom, e ao invés da estrutura normal de fases e chefes ele é mais composto por set pieces.
 

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Status: lançado
 
Curse of the Moon é uma prequel em estilo 8-bits de Bloodstained: Ritual of the Night enquanto seu irmão mais novo não sai, li coisas boas a respeito, tá na minha wishlist.

 

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Status: a sair
 
Dispensa comentários, novo projeto do Igarashi após ter saído da Konami, sucessor espiritual de Castlevania: Symphony of the Night, e que está demorando uma eternidade para ficar pronto.

 

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Status: lançado
 
Outro que dispensa comentários, um dos primeiros sucessos indies que ajudou a popularizar produções do gênero. Pode não ser para todos, mas Braid é um jogo muito influenciador, incluindo aquelas críticas pós-modernas e referências metas que normalmente só víamos em Metal Gear Solid ou jogos mais obscuros.
 
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Status: a sair
 
O visual lembra bastante Castlevania, mas Brave Earth: Prologue diz misturar ação rápida com um combate metódico e de alto risco, mas com a promessa que os desafios são para deixar o jogador engajado e não frustrado.

 

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Status: lançado
 
Me decepcionei um pouco com Broforce, inicialmente o ótimo estilo visual, o clima de humor que mistura The Expendables com Team America é muito legal (“This is place is called Cambodia, but after we leave, it will be CamBROdia!”), trocar de personagens baseados nos vários heróis de filmes de ação (Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Chuck Norris, Wesley Snipes, Will Smith, McGyver, Bruce Willis, Keanu Reeves, Mr. T, Clint Eastwood e a lista vai) todos com armas diferentes é interessante, mas após vários níveis, começa a ficar bem repetitivo.
 

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Status: lançado
 
Bunny Must Die! Chelsea and the 7 Devils pelo visto é um action platformer over the top com bastante humor, outro que descobri nos vídeos do Metal Jesus. Carismático, foi pra lista.
 

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Status: a sair
 
Jogo para fãs de Ninja Gaiden e Shinobi chorarem de felicidade, Bushiden está no Kickmaster e visualmente parece primoroso.
 

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Status: lançado
 
Jogão que nunca vi ninguém comentar. Castle in the Darkness possui gráficos que homenageiam a era 8-bits mas claramente com mais detalhes, lembrando Shovel Knight nesse sentido. Um Metroidvania com ótima exploração e vários chefes excelentes, ficando muito, muito difícil nas partes finais, especialmente em áreas como Windy Ruins que abusam de plataformas insanas e aqueles malditos espinhos 1-hit-kill. Espere morrer bastante, e o jogo não deixa o jogador esquecer disso, pois sempre aparece um contador quando morre (comigo foi mais de 300, muitas em algumas poucas áreas que eu estava para arrancar os cabelos).
 

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Status: lançado
 
Outra releitura de um clássico do Mega-Drive, nunca fui muito fã do original, mas ainda tenho interesse por esse remake de Castle of Illusion.
 

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Status: lançado
 
Nome imbecil de lado (dois subtítulos? Sério?), achei que Castlevania: Lords of Shadow -Mirror Fate- (ugh) foi uma boa surpresa. Assim como o primeiro Lords of Shadow começa fraco, mas melhora bastante com o progredir do jogo. Engraçado como achei que ia pular esse e jogar o Lords of Shadow 2 (que nem terminei de tão ruim).
 

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Status: lançado
 
Mais um clássico indie e devo ser um dos poucos que ainda não jogou, Cave Story já ganhou várias versões inclusive uma 3D para 3DS (não sei se saiu para outros consoles).

 

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Status: lançado
 
Outro que não sei muito a respeito, mas Caveman Warriors me agradou pelos vídeos e coloquei na wishlist para quando entrar numa promoção marota.
 

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Status: lançado
 
Plataforma 2D brasileiro focado em puzzles, Celeste parece muito bom.
 

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Status: a sair
 
Cenote é um Metroidvania sci-fi ainda em estágios iniciais de desenvolvimento.
 

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Status: lançado
 
Chariot é mais uma plataforma focado em puzzles e leis da física, em que o jogador deve fazer uma jornada carregando os restos mortais de um rei. Interessante, foi pra lista.
 

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Status: lançado
 
Chasm já foi bastante hypado, mas saiu e ninguém mais comentou. Acho que demorou demais e saiu do radar do povo, mas ainda é compra certa pra mim, os gráficos 2D são lindos.
 

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Status: lançado
 
Meio “antigo” já, Child of Light é um RPG sidescrolling que veio daquela época em que a Ubisoft resolveu diversificar seu lineup, mas imagino que baixas vendas não justificaram (achei que toda a grana que ela ganha poderia bancar um pouco de variedade e criatividade). Um ótimo jogo com belos visuais, misturando exploração de Valkyrie Profile com sistema de batalhas de Grandia.

 

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Status: lançado
 
Chronicles of Teddy: Harmony of Exidus é outro plataforma 2D que achei fuçando na Steam e que parece bom, e sempre fico espantado como uma plataforma que detém quase o monopólio de vendas digitais possui um sistema de busca tão ruim. Deve ter um monte de jogos bons enterrados ali que não consigo encontrar.

 

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Status: lançado
 
Jogo interessante em que o jogador controla sombras, precisando resolver puzzles e alterar cenários para prosseguir. Ainda acho meio caro e fico com medo do gimmick cansar, por isso ainda estou aguardando promoção de Contrast.
 
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Status: a sair
 
Outra produção brasileira, The Crown Stones: Mirrah se passa no mundo dos livros (que não li) Spiritum: O Reino do Mortos. Metroidvania com grande foco na atmosfera de horror e combate sangrento.
 

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Status: lançado
 
Os desenvolvedores chamam Cryep de Contra com elementos Roguelike. Infelizmente é apenas multiplayer, pass.
 

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Status: lançado
 
Me decepcionei bastante com Cuphead. Sim, visualmente é impecável, no estilo de desenhos antigos, mas a jogabilidade simplesmente não acompanha. Várias situações em que é impossível evitar dano, ataques pouco ou nunca telegrafados, e o fato de que é praticamente só chefes com um ou outro estágio curto de run & gun. Larguei no terceiro mundo.
 

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Status: lançado
 
Sim, Cursed Castilla EX é basicamente Ghosts’n Goblins, que acho uma merda e difícil por todos os motivos errados. Mas este é bem melhor, apesar de ainda ser ridiculamente difícil nas últimas fases.
 

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Status: lançado

 

Excelente, peguei sem nem perceber num pacote de promoções e me diverti muito. Gráficos, animação e músicas excelentes, mas Cybarian: The Time Travelling Warrior também conta com uma jogabilidade de primeira. O combo básico de três ataques tem que ser feito com um timing certo senão te deixa aberto, além de ganhar um dodge e a habilidade de atirar a espada, essenciais. As fases e chefes são outro destaque, e a dificuldade é na medida. São vidas infinitas, mas tem que jogar tudo de uma vez porque não tem save (o que não é um problema, a duração do jogo foi feita pensando nisso).

 

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Status: lançado
 
Dad Quest me conquistou só pela tagline: “Crie seu filho para ser a arma que ele nasceu para ser!”.
 

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Status: lançado
 
Dandara é mais um jogo brasileiro seguindo os moldes de Metroidvania, o destaque parece ser a grande mobilidade da sua heroína, se movendo rapidamente pelas paredes e tetos das áreas. Continua crescendo o número de produções nacionais dignas de atenção, nunca imaginaria que um dia estaria vários jogos brasileiros, alguns de altíssima de qualidade.
 

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Status: lançado
 
Danger Close(!) é um jogo nos moldes de clássicos run & gun como Contra e Metal Slug. O visual é fraco mas a jogabilidade é ótima, vale a jogada.
 

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Status: a sair
 
Dark Devotion é mais um Dark Souls 2D com belos gráficos. Eu não estou reclamando.

 

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Status: lançado
 
Queria muito gostar de Darkest Dungeon, a premissa e o visual são ótimos, mas não consegui. Os elementos Roguelike se sobressaem demais ao progresso, é sempre mil coisas aleatórias contra você nas batalhas. Se queriam passar o cansaço psicológico que os personagens sentem ao explorar as dungeons, conseguiram.

 

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Status: lançado
 
Mistura Roguelike de Metroidvania e Dark Souls com um dos melhores trabalhos em sprites 2D que já vi. Dead Cells recebeu críticas positivas quase que universais, preciso jogar.
 

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Status: lançado
 
Deadlight é outro que acho que a maioria já jogou, mas passei uns anos desinteressado em jogos de temática de horror e zumbi, mas continuo de olho nessa mistura de survival com plataforma.
 

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Status: lançado
 
Death's Gambit é mais um na linha de Dead Cells, Dark Devotion etc.
 

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Status: lançado
 
Jogo dos mesmos criadores de Salt and Sanctuary, com a mesma direção artística de cores saturadas e character design que lembra Gorillaz. The Dishwasher: Vampire Smile é um beat’em up sidescrolling super rápido, técnico e violento, com vários chefes criativos e desafiantes. Recomendadíssimo.
 
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Status: a sair
 
Douglas Circumstance: Monster Extermination Company (ufa) mistura fases não-lineares com elementos de Contra, DuckTales e Mega Man, mas também promete uma grande variedade de estilos de jogos diferentes como forma de paródia e variedade de gameplay, desde fases em que vira clone de Zelda e beat’em ups, quando o herói acidentalmente “invade” outro jogo.
 

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Status: lançado

 

Downwell é o típico caso de um ótimo conceito, mas só, pelo menos para meu gosto. O visual preto e branco (e vermelho) é bem bacana e direciona seus olhos para o que interessa, a jogabilidade é excelente, ir descendo pelas fases detonando inimigos e conseguindo power ups pode entrar num vício... até cansar. Pois além de tudo é um Roguelike daqueles que vc sempre volta à estaca zero sem nada de progresso salvo. Eventualmente perco o interesse nisso, conseguir apenas pontuação maior nunca foi motivação pra mim, não sou fã de jogos “infinitos”, preciso de estrutura, objetivos. Uma pena, pois com um design mais tradicional com fases e chefes poderia ser jogão.
 

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Status: lançado

 

Apesar da arte que parece amadora, Dragon Climax é um jogo de ação/plataforma bem legal, com dois personagens diferentes para se jogar, cada um com suas fases e habilidades diferentes. Destaque para os ótimos chefes e um bom sistema de upgrades.

 

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Status: lançado
 
Não gosto do DuckTales original, mas estou aberto a dar uma chance para o remaster. Porém, essa desgraça nunca abaixa de preço.
 

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Status: lançado
 
Sabe aquele jogo que todo mundo fala bem mas seu subconsciente diz que não vai gostar mas acaba cedendo? Pois é. Dust: An Elysian Tail possui bons gráficos, mas não gostei da direção de arte, do character design, da jogabilidade etc. Passei.
 
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Status: a sair
 
Eagle Island é um jogo de plataforma com fases procedurais e movimentos baseados na agilidade do personagem, que pode se transformar em várias aves elementais para ajudar na exploração.
 

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Status: lançado
 
Eldritch Hunter é dos mesmos criadores de The Amber Throne, facilmente um dos melhores RPGs que joguei nos últimos anos, e conta com o mesmo estilo visual que lembra pinturas. Se trata de um twin-stick shooter bem desafiador, é 1 hit-kill mas o respawn é instantâneo e os estágios são curtos, coisa para se fechar em segundos, e os chefes são muito legais. Bem divertido.
 
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Status: lançado
 
Pelo visto Elliot Quest um RPG/Ação onde o personagem sofre de uma maldição, em que ele não pode morrer, mas está lentamente se transformando num monstro. A exploração se dá numa ilha com várias dungeons e chefes, e finais que variam de acordo com suas escolhas.
 

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Status: lançado
 
Environmental Station Alpha é um jogo bastante inspirado em Metroid, com gráficos pendendo para 8-bit mas jogabilidade que parece ser mais semelhante a Super Metroid mesmo, quero experimentar. Uma continuação está em produção.
 

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Status: lançado
 
Gostei muito do que vi de Escape from Tethys, lembra bastante Super Metroid como muitos dessa lista, e está muito barato, deve ser um dos próximos que vou pegar.
 

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Status: lançado
 
Meio que um sucessor espiritual de Valkyrie Profile, com a exploração 2D e batalhas com personagens mapeados nos botões do controle, podendo realizar combos. Joguei um pouco, gostei de algumas coisas e não de outras, preciso retomar. A premissa do enredo de Exist Archive é interessante, mas o character design e modelos dos personagens são horríveis, acho que esses aspectos afastaram muita gente do jogo. Para PS4 e VITA.
 

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Status: a sair
 
Faeland é um RPG/Ação com lindos gráficos 2D, muito bem animados. Por enquanto previsto apenas para PC, com versões de consoles dependendo de atingir os goals no Kickstarter.
 

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Status: lançado
 
Fallen Legion+ é outro RPG no estilo de Valkyrie Profile, parece competente, mas ainda não joguei, e ao contrário do Indivisible, parece que não chamou a atenção de muita gente. Tá na wishlist.
 

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Status: a sair
 
Pouco se sabe de Feudal Alloy ainda, mas adorei a arte dele.

 

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Status: lançado
 
Também um clássico do início da cena indie, e igualmente infame pelo meltdown que seu criador teve ao ponto de abandonar a continuação e a indústria como um todo. Eu, simplesmente, joguei Fez e não gostei.
 

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Status: lançado

 

Claramente uma homenagem aos jogos de ação 8-bit como Ninja Gaiden, Shatterhand e Power Blade, Fist Slash: Of Ultimate Fury (adoro o título) é muito bom, mas poderia ser melhor se NÃO FOSSE A ÚLTIMA FASE FILHADUMAPUTADESGRAÇADA. Tudo bem que tem continues infinitos e o jogo salva entre fases, mas mesmo assim não apaga essa discrepância, com knockbacks, trocentos buracos e inimigos voadores tão chatos quanto os pássaros dos quintos dos infernos de Ninja Gaiden misturados com as cabeças de medusas de Castlevania. O resto do jogo é difícil, mas não é essa apelação. Juro que tem uma plataforma bugada na última fase, eu literalmente só consegui avançar esperando um inimigo passar para eu tomar dano, aproveitando isso para dar um “boost” na distância.

 

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Status: a sair
 
Flynn: Son of Crimson é um action platformer que promete combate frenético com troca entre duas dimensões para resolver puzzles como alterar o cenário para avançar. Hmm, Soul Reaver 2D? Afinal, já temos tantos Dark Souls 2D.
 

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Status: lançado
 
Desconhecia totalmente Forgotton Anne (e é distribuído pela Square Enix), visualmente é lindo demais, com gráficos pintados à mão mas com uma clima que por alguma razão me lembrou Rain de PS3.

 

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Status: lançado
 
Fugitive é um jogo indie feito por apenas uma pessoa, um desenvolvedor chamado John Thyer que acompanho os trabalhos e faz parte de um dos poucos podcasts de videogame que escuto. Ele é fã do estilo preto e branco que remete ao Gameboy e possui ideias interessantes, embora nem sempre bem implementadas (ele fez um RPG chamado Facets que não gostei nem um pouco). Mas não é o caso desse, um jogo de plataforma interessante que, ao contrário da maioria dos jogos, você vai perdendo poderes e powerups ao longo do jogo. Divertido, curtinho e de graça, disponível no site do criador.
 

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Status: a sair
 
Geralmente não tenho interesse em jogos com bichinhos antropomorfizados, mas volta e meia tem um que agrada. Furwind está muito bonito e pode ser um destes.
 

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Status: lançado
 
Ghost 1.0 é um novo Metroidvania dos criadores de Unepic. Como adorei este, já está na minha lista.
 

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Status: a sair
 
Parece muito interessante mas Ghost Song está sem notícias faz tempo, espero que não tenha sido esquecido.
 

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Status: lançado
 
Não curti muito o estilo visual de Gianna Sisters: Twisted Dreams, mas quem jogou garante que é muito bom. Veremos.
 

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Status: lançado
 
Giga Wrecker é um jogo de ação 2D com a premissa interessante em que você pode usar detritos e sucatas para criar várias armas diferentes.
 

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Status: lançado
 
Gigantic Army é um jogaço, pura e simplesmente. Pega a fórmula de jogos como Assault Suits Leynos, Front Mission: Gun Hazard, Metal Warriors etc e faz tudo muito melhor. Aliás essa empresa é para ficar de olho, todos os jogos dela, sem exceção, eu adorei.

 

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Status: a sair
 
Um action platformer focado na parte action, com vários combos e poderes para sair dizimando os inimigos rapidamente. A animação 2D de Gravity Cicruit está sensacional.

 

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Status: lançados
 
O segundo Guacamelee(!) saiu recentemente, mas confesso que apesar de todos os elogios desses jogos eu tenho um preconceito com o visual e direção de arte, e nunca peguei. Medo de acontecer o mesmo com Dust, mas daí sempre fica aquela dúvida de que vai que é bom.
 

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Status: lançado
 
Gun Rage é tido como um ótimo clone de Contra. Na lista.
 

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Status: lançado

 

Guns, Gore & Cannoli junta humor, ambientação de gângsteres italianos durante a proibição de bebida, infestação zumbi e Metal Slug. Os gráficos são ótimos, a jogabilidade item, com várias armas diferentes, todas úteis nas mais variadas ocasiões. 

 

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Status: a sair
 
Heart Forth, Alicia é um RPG que se diz inspirado pela jogabilidade de Castlevania: Symphony of the Night, os mundos expansivos de Zelda e a história de Xenogears. São credenciais bem altas para se aspirar.
 
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Status: a sair
 
RPG 2D com exploração Metroidvania e combate, aparentemente, inspirado em Grandia. Gostei muito do que vi de Hegemone Pass.
 

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Status: lançado

 

Hikimori no Chuunibyou, juntamente com sua continuação direta e Hinedere Beat, podem ser considerados outra trilogia da Blaze Epic. Todos possuem uma ambientação urbana com toques de anime, noir e uma trilha sonora de jazz (certamente influenciados por Samurai Jazz), e uma jogabilidade que fica um meio termo entre os plataformas mais tradicionais de Ninjahtic e o estilo mais cinemático de Jump/Boxer e Way of the Pixelated Fist. Se destacam, ainda, pelo investimento maior em história, com cenas e diálogos, além de uma ótima opção indicando a sua direção quando se pausa.

 

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Status: lançado

 

Por alguma razão o criador abreviou o título do original para HIKIBYOU2, mas segue exatamente a mesma linha do seu antecessor, com mais polimento em todas as áreas. Excelente.

 

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Status: lançado

 

Hinedere Beat é o lançamento mais recente da Blaze Epic, podendo ser considerado a culminação do seu conhecimento acumulado ao longo dos jogos anteriores. Espiritualmente segue a mesma linha de HIKIBYOU 1 e 2, tanto que os considero uma trilogia não-oficial. Se pretende jogar apenas um deles, este é o indicado.

 

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Status: lançado
 
Esse eu já testei mas sinceramente não curti, mas pretendo dar uma segunda chance para Hollow Knight porque todo mundo e a mãe só tem elogios para ele.

 

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Status: lançado
 
À primeira vista um simples jogo de ação 2D, Icey brinca com o conceito de narrador não confiável, como uma voz onipresente que direciona a heroína para os objetivos do jogo, enquanto o jogador se questiona o porquê de estar fazendo isso.
 

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Status: lançado
 
Jogo mais recente do criador de Noitu Love (ver abaixo), uma pessoa extremamente talentosa a julgar pelos seus projetos. Em Iconoclasts, o jogador explora um vasto mundo enquanto supera desafios de plataforma, puzzles e ajudando as pessoas que encontra.

 

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Status: a sair
 
Jogo bastante aguardado por fãs de RPG, com um visual lindo. Vem sendo adiado faz tempos, o que não acho que está fazendo muito bem para a reputação dele, mas ainda estou na espera por Indivisible.

 

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Status: a sair
 
Com um estilo visual único que por vezes me lembrou um ICO, Inmost é um jogo 2D focado no enredo e puzzles, com três personagens cujas histórias vão se conectando ao longo da narrativa. Interessante.

 

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Status: lançado

 

Insanity’s Blade me lembrou o estilo visual e o gore de jogos como Slain: Back from Hell e Volgarr the Viking, embora seu foco não seja a altíssima dificuldade daqueles. A jogabilidade é ótima, ainda que a mecânica de pegada seja subutilizada nas fases mais avançadas. Mas os chefes são todos legais, a maioria enormes ao ponto de ocupar a tela inteira, muitas fases e possui até uma história legal para o gênero.

 

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Status: lançado
 
Sucessor espiritual do Limbo, combinando temas de horror com ficção científica e teorias de conspiração, ficando bizarro no final. Muito bonito e com um ótimo clima, mas Inside sofre com o mesmo problema de seu antecessor no sentido em que parece incompleto, ficando aquele gostinho de quero mais.
 
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Status: a sair
 
Into the Rift promete exploração Metroidvania com um sistema de combate extremamente técnico, focado em várias habilidades e timing. A animação 2D é simplesmente uma das melhores que já vi.
 

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Status: lançado

 

O jeito mais fácil de classificar Jump/Boxer é pegar os Prince of Persia clássicos, com sua precisão de plataformas, e torna-los ágeis, se aproximando de um parkour, como seriam os novos Prince of Persias se fossem em 2D. Some a isso um clima de filme de artes marciais e temos um jogo curto mas muito divertido.
 

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Status: a sair
 
A descrição de Katana ZERO vai contra a moda: nada de Metroidvania, nada de backtracking, nada de item. Fases cuidadosamente criadas, enredo intrigante e ação acrobática com manipulação de tempo e 1-hit-kill. Quero.
 

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Status: lançado
 
Do mesmo criador do Fugitive, comentado acima. Kikai é outro joguinho interessante e grátis, dá para terminar em meia hora. Baixe aqui.
 

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Status: lançado
 
Achei The King's Bird muito interessante, segundo a descrição da Steam, um jogo de plataforma focado em correr, pular e voar, com mecânicas apropriadas de perda e ganho de momentum. Imagino um parkour em 2D, e gostei da ideia.
 
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Status: lançado

 

Excelente jogo inspirado em Zelda 2 e Faxanadu, com gráficos que lembram mais jogos de PC e um clima de Dark Souls. O combate é simples, mas a exploração e atmosfera de Kingdom of the Dragon é excelente. Consegue se diferenciar do resto do gênero. Recomendo, na verdade é um dos melhores jogos do gênero que joguei nos últimos tempos.

 

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Status: lançados
 
O primeiro La-Mulana eu testei, mas confesso que a dificuldade dele não foi uma daquelas dificuldades que clicou comigo, só me pareceu roubado mesmo. Não sei sobre a continuação.

 

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Status: a sair
 
Aparentemente uma grande produção, The Last Night conta com excelentes gráficos e um clima cyberpunk, focado no aspecto cinemático.
 
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Status: a sair
 
Visualmente lindo, Legend of Iya é um projeto de longa data do criador, um pixel artist profissional. Promete um Metroidvania focado no enredo com animações inspiradas pelas eras 16 e 32-bit.
 

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Status: lançado
 
Outro clássico do início da cena indie, Limbo começa sensacional com uma ambientação que é mais terror que muito AAA, mas perde força na reta final.

 

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Status: a sair
 
Ainda em produção, Lost Fortress promete um mundo em que as escolhas determinam não só o desenrolar da história, mas da jogabilidade. Suas escolhas determinam que poderes e qual a ordem dos cenários que vai explorar, e que mesmo tesouros costumam estar escondidos, necessitando conversar com outros personagens e explorar com cuidado para descobrir as dicas.

 

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Status: acesso antecipado na Steam
 
Joguinho desconhecido que parece bem legal, e estou para pegar Lost Moon porque custa troco de pão e está no limbo do acesso antecipado faz décadas, mas sempre fico com receio de comprar um jogo em acesso antecipado, gostar e ver que não está terminado.
 

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Status: lançado
 
Outro clássico indie, Mark of the Ninja é um dos melhores jogos de stealth já feito. É tão bom na sua proposta que é difícil achar o que reclamar, mas eu gostaria de ver uma continuação numa ambientação completamente tradicional ao invés dessa mistura de ninja com tecnologia.
 

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Status: lançado
 
Ação twin-sticker shooter com ótimos visuais, quero pegar esse. Por enquanto acho que Matterfall é exclusivo do PS4.
 
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Status: lançado
 
Max: The Curse of Brotherhood é um jogo de plataforma com ótimos gráficos 3D, com foco no aspecto cinemático e puzzles, me lembrando uma versão modernizada de jogos como Out of this World, sem aquela jogabilidade “dura”. Lembro que testei a demo muito tempo atrás, gostei mas acabou ficando esquecido, mas coloquei na lista agora para pegar uma hora.
 

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Status: lançado
 
Lançado recentemente, Mega Man 11 é finalmente um novo Mega Man que me interessou. Mesmo sendo fã de jogos no estilo retro, antigos ou novos, a tentativa de emular o estilo 8-bits literalmente em Mega Man 9 e 10 me afastou completamente, visto que não sou fã da série original. Além de novos gráficos, esse novo traz um esquema de equipamento duplo e foi bem recebido pela crítica.
 

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Status: acesso antecipado na Steam

 

MegaSphere promete um mundo vasto onde você explora planetas investigando porque estrelas do sistema solar estão apagando. Focado em história, com permadeath e cenários aleatórios, mas checkpoints. Interessante.

 

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Status: lançado

 

Ação frenética com excelentes gráficos 2D, em Mercenary Kings: Reloaded Edition o jogador pode customizar suas armas e armaduras. Uma hora eu pego.

 

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Status: lançado
 
The Messenger parece um excelente Ninja Gaiden novo que saiu recentemente, na lista.
 

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Status: lançado
 
Clone descarado de Metal Slug, Metal Soldiers 2 é continuação de um jogo só para celulares, e ainda mostra as raízes. Jogabilidade competente, mas level design e AI de inimigos praticamente inexistente. Peguei por custar 2 conto e parecia legal por fotos.

 

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Status: lançado
 
Mais um jogo brasileiro, Metamorfose S é um Metroidvania com elementos de RPG. Confesso que o visual não me agradou muito, mas pelo preço baratíssimo, não custa experimentar.

 

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Status: lançado
 
Mighty Gunvolt é um excelente clone de Mega Man que pra mim é muito melhor que Mega Man. Foi uma ótima surpresa, pena que é curtinho, mas os chefes das fases extras após zerar foram demais para mim.
 

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Status: lançado
 
Acho que Mighty No. 9 teria sido melhor recebido se não tivesse acontecido aquele drama todo de Kickstarter e anúncios ridículos, pois me surpreendi. Continua aquela estupidez de Mega Man de não poder atirar para cima, mas o design das fases leva isso em consideração, e a mecânica do dash dá uma agilidade muito bem-vinda para a jogabilidade do robô azul que equilibra essas limitações de Nes que insistem em martelar.

 

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Status: lançado
 
Mighty Switch Force: Hyper Drive Edition mistura ação, plataforma e puzzles, feito pelo pessoal talentoso da WayForward. Os gráficos não me agradaram muito, porém. Me passaram aquela sensação de “jogo de flash”, embora não goste de usar essa expressão.

 

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Status: a sair
 
Novo jogo dos criadores de Momodora: Reverie under the Moonlight. Não preciso dizer mais nada sobre Minoria.
 

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Status: lançado
 
O salto de qualidade desse Momodora para os anteriores é tão brusco que nem parece da mesma série ou desenvolvedores. Um dos melhores Metroidvanias que já joguei, com combate inspirado em Dark Souls e chefes excelentes.
 

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Status: a sair
 
Monster Boy and the Cursed Kingom é um jogo no estilo do remake do Wonder Boy: The Dragon's Trap, inclusive sendo feito em conjunto com o criador da série original.
 

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Status: a sair

 

Monster Sanctuary é uma mistura de Metroidvania com Pokemon. Não sei o que pensar em relação a isso, visto que normalmente não suporto Pokemon (mas gosto de Shin Megami Tensei, então...).

 

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Status: lançado
 
The Mummy Demastered já saiu faz tempo, mas nunca vi ninguém comentando. É lindo graficamente, e parece muito bom. Ainda vou comprar.
 

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Status: lançado
 
Fui com grandes expectativas para Muramasa: The Demon Blade, Vanillaware + ambientação japonesa não tem como dar errado né? Pois deu. Achei a jogabilidade péssima e o level design quase inexistente. Para Wii e VITA.
 

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Status: lançado
 
Mutant Mudds Deluxe é um jogo interessante com alternação de fundo como mecânica e outros poderes legais, mas a jogabilidade básica é muito lerda e frustrante, acabei desistindo. O próximo jogo dos criadores, Xeodrifter (ver abaixo), mostrou que os desenvolvedores aprenderam a lição e entregaram um produto muito melhor.
 

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Status: lançado

 

Mute Crimson+ é o jogo que Riptale deveria ter sido. Faz uso da mesma estética visual de preto e branco com detalhes vermelhos, mas ao invés de Roguelike tem fases lineares muito bem-feitas. Também vai ficando cada vez mais desafiador, tava quase enlouquecendo com o último chefe que tem CINCO FORMAS uma mais difícil que a outra, mas é uma luta extremamente original. Recomendo.

 

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Status: lançado

 

Aparentemente uma mistura de Valiant Hearts com Lista de Schindler, My Memory of Us conta a história de uma amizade em tempos difíceis, isto é, na Segunda Guerra Mundial. Para quem gosta de jogos focados em história e puzzles. O garoto se esconde, a garota corre rápido. Também há robôs, então não é tão depressivo quanto parece.
 

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Status: a sair

 

Não há muito o que falar sobre Narita Boy visto que é de criadores russos e a página deles é comicamente escrita em “engrish”, mas o que deu pra entender é que é uma mistura de beat’em up com hack & slash. O visual é excelente.

 

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Status: lançado
 
Peguei recentemente Never Alone numa promoção mas, para variar, ainda não tive tempo de testar. Parece ser daqueles jogos mais atmosféricos e emocionais, mas em 2.5D. Li que é baseado realmente em culturas de esquimós, o que pode ser interessante.
 

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Status: lançado

 

Nidhogg 1 e 2 são menos jogos de ação/plataforma e mais combate de espadas 2D, com uma alta dificuldade. São divertidos por um tempo, mas é do tipo que cansa rápido tb, o modo singleplayer é bem cru.

 

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Status: lançado
 
Niffelheim saiu recentemente do acesso antecipado e tô na seca para pegar (jogo demais para tempo de menos pqp), olha esses visuais.
 

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Status: lançado
 
Puzzle no estilo visual de Limbo, bastante elogiado, com foque na manipulação do cenário e da física para avançar, mas ainda não joguei NightSky.

 

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Status: lançado

 

O terceiro jogo da trilogia, Nil-Ninjahtic: Ronin é uma melhoria em todos os aspectos possíveis. Agora a progressão é totalmente linear sem aquela repetição um pouco enjoada do primeiro Ninjahtic, a jogabilidade é muito superior, os chefes são ótimos, o clima tb, a trilha sonora... enfim, outro jogo que, se for experimentar a coleção da empresa, não pode faltar.

 

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Status: lançado

 

Eu sinceramente não esperava que Ninja Smasher(!) fosse tão bom quanto é. Um dos melhores metroidvanias que já joguei na vida. A jogabilidade lembra Hollow Knight só que sem todos os detalhes que me irritaram nele (como knockback escroto, mapas etc): seu personagem é pequeno, possui só alguns ataques básicos mas a jogabilidade é perfeita, a agilidade é imensa, várias vezes vc voa por cenários sem tocar o chão usando inimigos como plataformas, a progressão é ótima, enfim. Joguem.

 

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Status: lançado

 

Ninja Striker(!) vem dos mesmos criadores de Ninja Smasher(!), usa a mesma engine e jogabilidade, um pouco aprimorados, mas o gênero é diferente. Se aquele era metroidvania, esse é um jogo de ação/plataforma linear, por fases. O foco aqui é agilidade e combos, algumas fases mal plataformas possuem, vc precisa aprender o timing dos ataques para aprender a fazer “chains”, basicamente usando os inimigos como plataforma. Curto mas viciante.
 

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Status: lançado

 

Primeiro jogo da Blaze Epic que joguei, Ninjahtic é um jogo de ação e plataforma dividido por telas, com o foco em desafios e puzzles que podem exigir bastante precisão. A progressão é não-linear, mas não se trata de um Metroidvania, visto que não há acúmulo de novas skills, vc já possui tudo que vai ter no jogo de início. É divertido, mas os cenários são bem repetitivos, o que me fez ficar um pouco de saco cheio e perdido nas áreas finais.

 

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Status: lançado

 

Ninjahtic: Mind Tricks melhorou tudo em relação ao seu anterior, especialmente na variedade de cenários e OSTs. A jogabilidade é mais rápida e precisa, facilitando o desafio, mas continua não sendo um jogo fácil. Muito, muito bom.

 

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Status: a sair
 
Um “Roguelite”, o grande diferencial de Noita é que cada pixel é gerado independentemente e obedecendo as leis da física, com foco em magias para que o jogador destrua, derreta, exploda e de forma geral manipule o cenário para avançar. Interessante, e visualmente lindo.
 

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Status: lançado
 
O primeiro Noitu Love and the Army of Grinning Darns está disponível de graça no site do criador. Ele descreve ser um pouco “cru”, mas sinceramente, não achei. É um ótimo jogo de ação e plataforma que poderia estar sendo vendido digitalmente por um bom preço. Tudo que precisa é de um perfil no Joy2Key para jogar decentemente no controle (joguem no easy, o jogo em si não é difícil, mas os últimos chefes são de jogar o controle na parede). E, enquanto estiverem visitando o site, não esqueçam de baixar Legend of Princess, uma paródia estética de Zelda com excelentes gráficos e lutas contra chefes muito criativas (o último é um “armored monster with crippling weak spot”). É bem curto, se termina numa sentada só, se o criador fizesse mais umas quatro fases poderia ser vendido como jogo completo facilmente.
 

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Status: lançado
 
Noitu Love 2: Devotion se passa 100 anos após os eventos do primeiro, agora com um sistema de manipulação de tempo. Gostei do antecessor, e certamente estou interessado nesse, mas na descrição dele consta com “inovadora jogabilidade pelo mouse”, logo imagino que não deva ser otimizado para controle, então fico com pé atrás. Só pego em promoção.

 

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Status: a sair

 

Focado em narrativa, se trata de uma aventura existencial na primeira galáxia que existiu, NYKRA. O jogador deve desvendar as várias camadas da realidade, investigar escritas alienígenas e explorar línguas perdidas. Curti a premissa.
 

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Status: lançado
 
Odallus: The Dark Call é um jogo dos brasileiros da Joymasher, infelizmente não gostei muito. Boa atmosfera, mas achei a jogabilidade meio estranha e o design de fases confuso, larguei. Oniken, o projeto anterior deles, é um jogo bem melhor.
 

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Status: lançado
 
Remake do sensacional Oddworld: Abe’s Oddysee, clássico do PS1 e primeiro jogo dessa série que merecia muito mais. Ele e a continuação são os melhores “plataformas cinemáticos” já feitos, com jogabilidade e mundos muito originais. Uma pena que ainda não fizeram remake do Abe’s Exoddus, meu favorito, mas a versão original está disponível na Steam.
 

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Status: lançado
 
Versão revisada de Odin Sphere, clássico do PS2, com muitas mudanças na jogabilidade, voltando mais para ação, pelo menos é o que me dizem. Como fiz 100% no original, ainda não joguei mesmo para dizer, mas qualquer versão desse jogaço vale a pena ser jogada.
 

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Status: lançado
 
Omega Strike mistura a ação frenética de Contra e Metal Slug com a exploração de um Metroivania. São três personagens com várias armas e habilidades diferentes para se escolher.
 

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Status: lançado
 
Posso não ter gostado de Odallus, mas Oniken, contudo, achei ótimo, e joguei bem na hora certa, quando estava tirando o atraso de action platformers 8-bit, a clara inspiração desse jogo. O desafio old-school é um pouco mitigado por checkpoints e continues infinitos, mas ainda assim pode ser de puxar os cabelos, em especial a penúltima fase. Espero que o próximo jogo deles, inspirado em Contra, siga essa qualidade.

 

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Status: lançado

 

Os gráficos de ORCS são bem minimalistas, mas a jogabilidade é ótima, ficar sempre pegando armas do inimigo e jogando nunca cansa, o design de fases e chefes são muito bons. Simples, desafiador e direto ao ponto, recomendo.

 

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Status: lançado
 
Me decepcionei com Ori and the Blind Forest. Visuais lindos, mas achei a jogabilidade bem ruinzinha, especialmente para o nível de precisão que certas partes de plataforma exigem, nem zerei. A continuação vem aí, mas devo passar.
 

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Status: lançado

 

Overclocked é o tipo de jogo que vc se pergunta como é gratuito na Steam, pois tem mais qualidade e conteúdo que muitos jogos full price. A estética, história e estilo geral do jogo lembram como seria um Mirror’s Edge 2D. As fases são sempre focadas em velocidade, com uma mecânica de dash que também funciona como ataque, podendo usar em qualquer direção. Simples, mas o jogo está sempre introduzindo novos elementos de forma que nunca cansa. E os chefes são excelentes.
 

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Status: lançado
 
Metroidvania que junta elementos de Ikaruga, em que você precisa alternar entre duas cores para absorver e causar dano aos inimigos e projéteis. Outland começa meio chatinho, mas melhora bastante com o evoluir da aventura, os chefes são bem imaginativos com a mecânica.
 

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Status: lançado
 
Ótimo jogo, começa como um shmup mas quando sua nave é destruída você cai num planeta e precisa explorar para conseguir consertar a nave. É mais focado em puzzles com a arma de teletransporte, Out There Somewhere me lembrou Portal em 2D.
 

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Status: lançado
 
Achei um pouco decepcionante, mas ainda valeu a pena jogar Owlboy. É difícil acreditar que esse jogo foi feito por uma empresa pequena, pois possui o que considero os melhores gráficos 2D em sprites que já vi, mas aí lembro dos quase dez anos que demoraram para fazer.

 

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Status: a sair

 

Não há muito o que dizer sobre Pepper Grinder visto que ainda não tá listado na Steam, não tem página oficial e tem que acompanhar Twitter do criador. Sou velho rabugento demais para acompanhar Twitter, então pesquisem por conta própria.
 

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Status: lançado
 
Pharaoh Rebirth+ é mais um jogo de bichinho que parece se destacar do resto, e gosto da ambientação egípcia. Aparentemente um jogo de plataforma 2D tradicional com ótimos gráficos e várias opções de armas.

 

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Status: acesso antecipado na Steam
 
Pixel Shinobi: Nine Demons of Mamoru é outro que está há tempos no acesso antecipado, provável que eu chute o balde e compre assim mesmo, uma vez que é baratinho.
 

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Status: a sair
 
Plague Huntress parece ótimo. Exploração Metroidvania, gráficos muito bem animados, elementos de RPG como equipamentos, quests e um enredo maduro com intrigas políticas, corrupção e temas religiosos.
 

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Status: lançado
 
Visualmente lindo, focado em puzzles em volta da alteração de dia e noite, aparentemente parecido com os dois planos de Soul Reaver, alternando entre os dois para avançar no cenário. Quero. Em Planet Alpha, você é um astronauta abandonado num planeta hostil, e o foco do jogo é sobrevivência e puzzles, me interessei muito.
 

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Status: lançado
 
Puppeteer é um jogo sensacional com uma ambientação singular, acho que foi passado por muitos na geração passada e merecia um port/remaster para PS4, pois continua sendo exclusivo do PS3. As primeiras fases são meio meh, mas melhora demais quando se avança.
 

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Status: lançado
 
Desconhecia Rad Rodgers até vê-lo num dos vídeos do Metal Jesus, me pareceu muito divertido, na lista esperando promoção enquanto jogo os outros trocentos mil jogos do meu backlog.
 

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Status: a sair
 
Em Raygun Gadabout você possui uma nave para explorar diferentes planetas, onde deverá alternar entre ataques mano-a-mano e à distância, bem como escudos e esquivas para sobreviver.
 

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Status: lançados
 
Meh, coloquei só para constar porque são bastante elogiados, mas nunca consegui gostar de Rayman.

 

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Status: lançado

 

“suspiro” Riptale sofre do mesmo mal de Downwell, e coincidentemente possui o mesmo estilo gráfico de misturar preto e branco com detalhes em vermelho (até achei que eram da mesma empresa). Tive bem mais paciência com esse, porque a jogabilidade é fantástica. Vc pode atacar com a espada três vezes em seguida antes de um cooldown, com o diferencial que seu ataque está menos para um golpe e mais para transformar vc num míssil teleguiado em direção ao inimigo de tão rápido e violento. Quando se consegue realizar combos enormes apenas com esse setup básico é algo extremamente satisfatório, mas o fato de ser um Roguelike em que vc sempre volta do zero sem nada de upgrade ou avanço, novamente, cansa. E esse nem é o tipo de jogo “infinito” que Downwell pretende ser, há claramente divisão de áreas e chefes entre elas, custava colocar a porra de um save nesses locais? Ainda que deixando salas geradas aleatoriamente, ajudaria muito. Posso apreciar alguns elementos desse estilo (os chamados “Roguelite”), mas não consigo entender quem se diverte com um jogo que te manda pro zero sempre que morre e tem que fazer tudo de novo sem salvar nada para que vc avance mais e mais, e não é feito para se terminar numa sentada.
 

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Status: a sair

 

Com visuais fodas, trilha sonora de puro metal e elementos roguelike, Rising Hell tem o diferencial de que seus níveis são verticais, visto que seu personagem está literalmente tentando escapar do inferno. Tô no aguardo por esse.

 

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Status: lançado
 
RIVE é um ótimo run & gun que por vezes vira shmup, com ótimos gráficos, uma história legal com senso de humor que é obviamente inspirada em Portal e uma jogabilidade de twin-stick shooters. Fica BEM difícil perto do fim, mas a generosidade de checkpoints (até mesmo entre fases diferentes dos chefes) equilibra as coisas.
 

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Status: lançado
 
Me recomendaram Rochard por eu gostar muito de Trine (ver abaixo), não parece grande coisa por fotos mas sempre vale uma arriscada quando tiver promoção.
 

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Status: lançado
 
São poucos jogos com elementos Roguelike que consigo gostar, e Rogue Legacy... não é um deles. A premissa é interessante, e é legal ir construindo a árvore genealógica, mas o progresso é muito devagar em comparação com as mortes que te fazem recomeçar quase do zero. Cansei.
 

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Status: lançado
 
Salt and Sanctuary é Dark Souls 2D. Não, é isso, certas áreas e chefes valeriam até um processinho. No entanto, é daqueles clones que entendem o que fez o jogo original especial, e acerta em todos pontos, do combate ao excelente level design, onde mesmo sem mapa dificilmente se fica perdido. Na verdade foi esse jogo que me fez gostar do “gênero” Souls, alguma coisa no 2D e no combate um pouco mais rápido faz com que seja mais amigável para iniciantes mas sem perder aquele desafio legal.
 

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Status: a sair

 

Mais um Metroidvania com elementos roguelike. Assim, qual a tara por isso? É mais fácil fazer roguelike? O resultado pode sair bom, mas geralmente prefiro coisas handcrafted mesmo. Enfim, Scourge Bringer promete jogabilidade rápida, rotas alternativas e narrativa envolvente.

 

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Status: lançado

 

SEEP Universe é dos mesmos criadores de Dragon Climax, e possui muitos assets em comum. Porém, não impede de ter personalidade própria. Vc possui dois personagens que pode alternar a qualquer hora, cada um com suas habilidades específicas que, além disso, mudam de acordo com o mundo (tem “mundo normal”, “espaço”, “terror”, “sci-fi” etc). Vale a pena, não se deixem enganar pela arte dos personagens que parece coisa de Paint. 

 

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Status: lançado
 
Um dos melhores action platformers que já joguei e nunca vi ninguém comentando. Shadow Blade: Reload tem tudo que tinha de bom nos Ninja Gaiden antigos com o melhor que há de mais moderno no gênero. A jogabilidade é quase uma perfeição para mim, às vezes é possível cruzar longas passagens sem nem encostar no chão, pulando de parede em parede, executando inimigos no ar, saltando para outra parede e continuando. Jogão demais.
 

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Status: lançado
 
Outro que, assim como Bionic Commando: Rearmed, a maioria deve ter jogado no X360 quando saiu, mas quis incluir a versão Remastered de Shadow Complex aqui para quem deixou passar, pois o jogo é excelente.
 
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Status: lançado
 
Remake de Shadow of the Beast, um clássico do Amiga. Exclusivo do PS4.
 

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Status: lançados
 
Não sei porque tinha um certo preconceito com esses jogos, mas quando veio uma promoção boa demais para passar eu peguei e me senti idiota, pois o primeiro Shank é sensacional, sem dúvida um dos melhores beat’em ups sidescrollings que já joguei. A continuação, no entanto, não saiu tão boa, mudaram algumas coisas nos controles (para pior), o design de fases não é tão inspirado e é curto demais, mas ainda vale a pena.
 

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Status: lançados
 
Shantae na verdade começou lá atrás no Gameboy Color, mas foi a “nova” trilogia que chamou a atenção dos jogadores, sendo composta por Shantae: Risky's Revenge, Shantae and the Pirate's Curse e Shantae: Half-Genie Hero. Porém, eu não gostei do que joguei, testei Risky’s Revenge e Pirate’s Curse mas não desceu.

 

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Status: lançado

 

Shin Samurai Jazz é, na verdade, continuação de outro jogo, Samurai Jazz, que não listei separadamente pois ao contrário dos outros jogos da Blaze Epic é um beat’em up em planos, com uma ambientação noir e trilha sonora de jazz (duh) muito boa, além de possuir alguns elementos de adventure como diálogos, exploração e itens para avançar. É muito bom e recomendo, a continuação pegou tudo mas transformou num action platformer mais tradicional e no estilo do resto dos jogos do criador. É possivelmente um dos mais difíceis, com desafios de arrancar os cabelos e algumas áreas que não vi jeito de passar sem tomar dano.

 

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Status: lançado
 
Outro que dispensa recomendações. Se gosta de jogos 2D, Shovel Knight é imperdível. Raro caso em que peguei até os DLCs e fiquei extremamente satisfeito. Jogaço.
 

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Status: lançado

 

Exclusivo de PS4 e VITA, Shu é um jogo 2.5D com ótimos visuais em que o jogador controla vários personagens para avançar, enquanto foge de uma tempestade que vem destruindo o mundo. Parece bem legal.
 

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Status: a sair
 
Os produtores dizem que The Siege and the Sandfox é um Metroidvania focado em stealth. Já me interessei.

 

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Status: a sair

 

Skytorn é um mundo que foi destruído e a humanidade se refugiou nos céus com airships. É um jogo que combina elementos de exploração e ação, com ótimos visuais 2D. Previsto para PS4 e PC.
 

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Status: lançado
 
O Slain original saiu todo cagado, mas essa versão Back from Hell corrigiu tudo e revelou o potencial que tinha. Não é Metroidvania, é por fases lineares, com um ótimo visual, trilha sonora de puro metal, e uma dificuldade altíssima, mas recompensadora.
 

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Status: lançado
 
Song of the Deep é um jogo diferente da Insomniac Games em que você é um garoto que procura por seu pai perdido nos oceanos, com um submarino. Parece ótimo.
 

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Status: lançado
 
Testei Spelunky porque achei que seria algo semelhante a SteamWorld Dig, mas não chega nem perto. A jogabilidade não é precisa o suficiente para a dificuldade e o design aleatório dos cenários não ajuda para a exploração.

 

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Status: lançados
 
O primeiro SteamWorld Dig foi uma ótima surpresa, peguei sem esperar nada e me encontrei viciadíssimo nele, no nível que quando terminou fiquei triste. Explorar as minas, voltar à vila, comprar melhorias, explorar novamente para chegar mais fundo se torna um ritmo quase hipnótico. A continuação melhorou a jogabilidade e expandiu o mundo, mas ainda gostei mais do primeiro.

 

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Status: lançado
 
Dos mesmos criadores de SteamWorld Dig 1 & 2, desta vez os criadores tentaram a sorte num RPG/Estratégia sidescrolling e acertaram em cheio com SteamWorld Heist. A jogabilidade é como Valkyria Chronicles mas em 2D, e com mira manual. As armas são uma grande diferença, possuindo o cuidado do friendly fire ao usar grenade launchers ou optando por armas mais fracas mas que possuem a habilidade de ricochetear balas nas paredes. Excelente.
 

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Status: lançado
 
Dos mesmos criadores de Gigantic Army, Steel Strider pega aquele conceito básico de mechas e aplica a um jogabilidade mais rápida, além de ser um twin-stick shooter. Assim como elogiei naquele, esses desenvolvedores sabem o que faz, pode comprar qualquer jogo deles sem medo. Excelente.
 

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Status: lançado
 
Achei que o novo Strider foi injustiçado quando saiu, e um pouco é culpa do começo que é muito sem graça. Mas como tantos outros jogos, ele melhora bastante depois quando se está praticamente voando pelos cenários e fazendo picadinho dos inimigos sem nem parar. Na minha opinião é o melhor da série, superando até Strider 2.
 

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Status: lançado
 
Super Catboy me passou as mesmas impressões, sendo este mais rápido e ágil pelos vídeos vi. Feito por dois criadores, ainda está em estado alpha, mas vale a pena ficar de olho.
 

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Status: lançado

 

Super Hyperactive Ninja é um daqueles jogos que não vinga sua premissa simplesmente porque a jogabilidade não é boa o suficiente para o nível de precisão que os obstáculos das fases exigem. Fraco.

 

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Status: lançado
 
Enorme surpresa. Pegando a premissa de Mega Man e jogando numa história bem-humorada (e surpreendentemente boa) de luta contra robôs comunistas nos 80, Super Rad Raygun é um clone de Mega Man que, pra mim, faz tudo melhor. A jogabilidade é uma delícia, mas o grande destaque é o sistema de upgrade. A qualquer momento o jogador pode abrir um menu de upgrades, onde pode colocar ou retirar pontos (baterias) em atributos diferentes, como HP, força do ataque, armadura, agilidade e outros, de acordo com a necessidade do momento. Se colocar um ponto em agilidade, vc ganha um slide, se colocar dois ganha um dash etc. Se está numa fase escura, coloca pontos na lanterna e, ao chegar no chefe, tira os pontos e coloca na força do chefe. Bom demais.
 

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Status: lançado

 

Super Samurai Rampage não é jogo de fases, mas sim um jogo de arena 2D, com excelentes gráficos, ambientação e animação. A jogabilidade é uma delícia, fazer combos gigantescos chegam até a cansar mão, e o jogo é bem difícil visto que é 1-hit kill. Uma pena que são apenas três estágios, mas para conseguir a pontuação/número de mortes necessárias para avançar requer muito treino e tentativas. Se diminuíssem um pouco a dificuldade diluindo em mais fases seria bem melhor, mas ainda assim vale uma jogada, baratinho.
 

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Status: lançado
 
Run & gun dos mesmos criadores de Sword and Sworcery EP. Não gostei do projeto anterior deles, mas Super Time Force Ultra parece ser ótimo.
 

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Status: lançado
 
Dos mesmos criadores de Jotun, um jogo incrivelmente bonito mas incrivelmente chato. Esse Sundered parece mais ao meu gosto, mas ainda estou receoso. Seria bom ouvir mais opiniões de quem jogou, mas acho que é outro que passou reto pelo público.
 
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Status: lançado
 
The Swapper parece muito bom, um plataforma focado em puzzle que aparentemente conta com uma ótima história, bastante elogiado.
 

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Status: a sair

 

Lembrando um Blade Runner em 2D, Tales of the Neon Sea é um jogo chinês, focado em exploração e resolução de puzzles. A trilha sonora tb parece muito boa.

 

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Status: lançado
 
Gosto do visual de Terraria, parece um Final Fantasy sidescrolling, mas as comparações com Minecraft e os elementos Roguelike sempre me impediram de arriscar. Resolvi colocar na lista para experimentar quando tiver uma boa promoção.
 

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Status: lançado
 
Parece mais um adventure focado em puzzles, mas os visuais de Teslagrad me conquistaram. Ainda vou comprar para conferir.
 

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Status: lançado
 
Timespinner possui forte ênfase na narrativa e em poderes de manipulação de tempo para explorar um mundo vasto e interconectado. Gostei muito do que vi.
 

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Status: a sair

 

Tiny Thor parece ser um clássico plataforma 2D com ótimos gráficos, me lembrou uma mistura de Lost Vikings e Adventures of Lomax. Sem firulas.
 

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Status: lançado
 
Toby: The Secret Mine parece um dos melhores "clones" de Limbo. Ainda não joguei.
 

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Status: acesso antecipado na Steam
 
Sinceramente nunca entendi esse lance de jogos “Touhou” (alguém sabe explicar?), nunca vi nada que me interessasse, mas Touhou Luna Lights parece ser um Metroidvania legal.
 

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Status: a sair

 

Esse parece ótimo. Com visuais que lembram Limbo, The Treehouse Man conta a história de habitantes de uma floresta que está sofrendo de uma misteriosa corrupção. A bordo de um barco, que pode ser customizado, é seu trabalho encontrar e resgatar outros habitantes. A jogabilidade combina elementos de tempo real e turnos.

 

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Status: lançados
 
Os dois primeiros Trines estão entre meus jogos favoritos, são a versão moderna de Lost Vikings em que você controla três personagens precisando combinar todos para avançar nas fases, tudo num visual fantástico e jogabilidade impecável. O terceiro Trine, infelizmente, foi um desastre. Não por ser ruim, ainda é um bom jogo, mas mudaram para 3D com exploração ao invés de 2.5D, o que fez com que ficasse muito mais caro e custoso de fazer, o jogo saiu curto e incompleto (sério, acaba na metade da história) e foi mal recebido pelos fãs, e tudo isso significa que provavelmente a série acabou de acordo com os criadores. Triste.
 

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Status: lançado
 
Comprei Twisted recentemente numa promoção de uns 80% na Steam mas ainda não tive tempo de testar, parece um plataforma baseado em puzzles envolvendo gravidade zero com ótimos visuais. Vamos ver.
 

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Status: lançado
 
Quando Unepic saiu, não joguei muito porque o suporte a controle era incompleto, mas agora está perfeito. O melhor jeito de descrever esse RPG/Ação é um Diablo 2D, até os sons do menu tem aquele som satisfatório quando você consegue ou equipa algo. Fora a ótima jogabilidade cheia de opções, ainda conta com uma narrativa muito legal, tirando sarro de D&D, jogos e cultura pop em geral.
 

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Status: a sair
 
Apesar de ainda estar previsto para sair este ano, pouco se sabe de Unruly Heroes, mas está no meu radar.
 

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Status: a sair
 
Unto the End foi anunciado há pouco tempo e ainda sem previsão de lançamento, mas só pelo visual maravilhoso já estou de olho.

 

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Status: lançado
 
Visualmente, The Vagrant me lembra muito os jogos da Vanillaware, com gráficos 2D pintados à mão. Trata-se de um RPG/Ação com um sistema de batalhas complexo e várias opções de como evoluir sua personagem.

 

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Status: lançado
 
Até gostei de Valdis Story: Abyssal City, mas no final acabou ficando apelativo demais para mim, não sei se evoluí errado ou algo assim (é um RPG/Ação), mas o último chefe estava absolutamente impossível e não tive saco para recomeçar do zero. Grindar tb não é uma opção, a quantidade de EXP dos inimigos normais, mesmo da última área, era irrisória. Não é ruim, a jogabilidade poderia ser um pouco mais precisa, mas...
 
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Status: a sair
 
Novo jogo dos criadores de Slain: Back from Hell, Valfaris tem minha atenção.
 

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Status: lançado
 
Assim como Child of Light, Valiant Hearts: The Great War veio daquele curto período de tempo em que a Ubisoft parecia interessada em projetos diferentes. A ambientação de Primeira Guerra Mundial ainda é pouco explorada em jogos, e apesar das partes de ação esse é realmente mais uma abordagem 2D de adventures click & point mas com controle (ainda bem). Bem bacana.

 

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Status: lançado
 
Venture Kid é uma homenagem aos jogos de ação 8-bits, com nove fases repletas de ação e vários chefes. O visual me lembrou uma mistura de Mega Man, Castlevania e Alex Kidd.

 

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Status: lançado
 
Sucessor espiritual de Rastan (cujo cadáver é visto na primeira tela), Volgarr the Viking é muito superior, muito bom e muito difícil, exigindo memorização para várias partes. Ainda bem que existe checkpoints.
 
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Status: lançado
 
Um joguinho bastante elogiado na verdade, mas esse nome (VVVVVV?) e os visuais me afastam dele. Não sei o que pensar.
 

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Status: lançado

 

Pode ser considerado o successor espitirual de Jump/Boxer, um jogo que foca em parkour 2D e combate de artes marciais. Os controles são muito bons, implementando wall jumps e wall runs de maneira excelente, brincando com proporções de tela que chega a dar um ar de HQ. Ao contrário de Jump/Boxer, porém, The Way of the Pixelated adota uma progressão não-linear em que o jogador deve explorar os prédios atrás dos chefes e salas de desafios. Fiquei perdido às vezes, mas alguns dos prédios contam com pichações indicando o caminho. Outro que recomendo demais.

 
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Status: lançado
 
O desconhecido Way of the Red é bem rápido e difícil, mas não sem seus defeitos. Alguns inimigos possuem um alcance que parece meio roubado, e às vezes o personagem é rápido demais para algumas das sessões mais tensas de plataforma. Não é Metroidvania, sua progressão é linear, apesar que ainda existe um elemento de exploração, a trilha sonora é legal e até a historinha é boa.
 
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Status: lançado
 
Gráficos 2D lindos no que parece uma homenagem a Another World/Out of this World. Não costumo ser muito fã desses plataformas cinemáticos (como são chamados os derivados do Prince of Persia clássico), mas gosto bastante de alguns poucos (os dois primeiros Oddworld, Blackthorne), e The Way Remastered pode ser um deles.
 

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Status: lançado

 

Com um visual que me lembrou Beavis & Butthead, Weird Hero parecia um clone interessante de Metal Slug, com armas bem esquisitas. Mas, infelizmente, a jogada é bem fraca. Evitem.

 

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Status: a sair

 

Além dos lindos visuais, Wildfire tem uma premissa bem interessante, é um jogo de stealth focado no uso de elementos. Criar incêndios, congelar água, causar terremotos etc.

 

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Status: lançado
 
Esse ainda estou em cima do muro, parece uma ótima produção mas nunca gostei muito de Wonder Boy, seria bom ouvir mais sobre ele. Está na lista esperando promoção generosa.
 
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Status: lançado
 
Novo projeto dos criadores de Mutant Mudds Deluxe e uma baita melhora em relação a ele. Em Xenodrifter você explora quatro planetas ganhando powerups muito divertidos para avançar. De negativo fica o design dos chefes, todos iguais só mudando cor e padrões de ataque, mas ainda assim recomendo bastante.
 

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Status: lançado

 

O estilo visual de Yoku’s Island Express não é muito do meu agrado, mas a premissa de combinar Metroidvania e Pinball é bem original. Vale uma conferida.

 

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Status: lançado

 

Sonic X-Treme me recomendou esse You Have to Win the Game, é gratuito na Steam e bem simples (nem música tem), mas é surpreendentemente divertido. É um metroidvania curto, a jogabilidade é bem rápida, a exploração mesmo sem mapa é intuitiva, e possui um bom desafio. Sendo de graça, vale pelo menos uma conferida para fãs do gênero.

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Assassin's Creed Chronicle China achei muito bom, comprei mais pela personagem a quem eu tinha interesse, mas não quis comprar os outros. Vou aguardar sua opinião.

 

Legal que curtiu Mirror of Fate, achei que eu era a única que tinha gostado.

 

Gianna Sisters se não me engano é pelo mesmo time de Bubsy. É bonito em fotos e vídeos, mas achei o jogo chato pra cacete. Não recomendo.

 

Dead Light é MASSA. A príncpio eu confundia muito com Daylight. Aquele jogo de sobrevivência que o Ryo postou (This War of Mine) eu achei que era parecido, mas não tinha nada a ver.

 

Azure Strike Gunvolt tem um gameplay que pra quem gosta de Megaman não tem o que botar defeito, porém a história é um porre. Recomendo jogar sem dar muita atenção a ela.

 

Caveman Warriors eu comprei e não recomendo nem por 1 real. Comprei achando que ia ser tipo um Joe & Mac, mas não chega nem perto. O plataforming fica proibitivo pra co-op de 3+ pessoas e eu joguei tanto com 4 pessoas como single player. Achei o gameplay bem chinfrim, os chefes alguns são criativos, mas não são auto-explicativos. E o design de fases fica podrão mais pra frente.

 

Mighty Gunvolt eu terminei com oito personagens 100% (deu umas 40 horas ao todo). Lançaram um nono personagem, mas o burn-out falou mais alto huaaa. Eu não diria que é melhor que Megaman, mas chega bem perto. Já o Mighty nº9 eu odiei. Comprei no Steam por 10 reais pra ver se melhorava, mas nem isso...

 

Vou acompanhar o tópico pra ver opiniões de jogos que ainda não testei. Tem uns ai que eu tenho interesse.


Ah sim Trine 3 eu nunca tive interesse. Nem cheguei a comprar. Rive eu só não comprei porque não tinha uma opção pra 2 player com duas navezinhas. Faltou um jogo pra botar ai, já que você falou de Limbo e Inside: Toby the Secret Mine.

 

https://www.youtube.com/watch?v=BZznuJYmoDg

 

Tou na dúvida se pegue.

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Inside é muito bom, o final realmente é meio inesperado e bizarro mas até curti, só não tive paciência pra fazer o segundo final pois ele é do tipo que só com FAQ dá pra entender, envolve encontrar uns itens escondidos (muito bem escondidos) e mesmo depois disso você tem que decifrar um código. A cutscene que aparece depois até revela um segundo twist interessante mas não sei se teria ficado satisfeito depois de passar por tanta coisa pra chegar nele lol

 

Eu tb estou curtindo essa renascença do 2D side scrolling, mesmo concordando que o povo fez um flood de metroidvanias, é um estilo de level design tão bom que não consigo enjoar, se o resto das mecânicas e a arte tb funcionar é diversão garantida.

 

ausências notáveis da lista: Cuphead e o sucessor espiritual do Wonderboy, Monster Boy.

Editado por Cyco

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Vale puzzles 2D?

 

Já lançados: 

 

- Celeste, ótimo jogo de plataforma: https://youtube.com/watch?v=70d9irlxiB4

 

- World of Goo. Puzzle: https://youtube.com/watch?v=7lWyntVB4to

 

- Gorogoa. Puzzle: http://youtube.com/watch?v=xtZVVW17oCY

 

- VVVVVV. Jogo de plataforma com gráficos simples, mas bem bacana: https://youtube.com/watch?v=zo1zGmMJdTU

 

- The Swapper. Plataforma e puzzle: https://www.youtube.com/watch?v=U-hnhkrlqu0

 

- Os Oddworld. Plataforma e puzzle (não joguei os remakes): https://youtube.com/watch?v=gZknADLA8lQ

 

- Odin Sphere e Muramasa, da Vanillaware.

 

Não lançados:

 

- The Last Night: https://youtube.com/watch?v=n4IPBiB7SF4&has_verified=1

 

- Blasphemous: http://youtube.com/watch?v=pyskUorhheg

 

- Valfaris (desenvolvedor do Slain): https://youtube.com/watch?v=NFwPgbO6a34&t=253s

 

- The Siege and the Sandfox: https://youtube.com/watch?v=786nDr2pglg

Editado por Soul Reaver

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Alguns jogos mais antigos, de geração passada, como Oddworld: Abe's Oddysee (só tem remake do primeiro, infelizmente) ou Muramasa nem lembrei, apesar que acho que vale a pena colocar pelo menos o Oddworld. Amo essa série.

 

O nova versão de Odin Sphere parece que mudou as mecânicas significativamente, escapou do meu radar pois já fiz 100% no original do PS2 então nem considerei pegar a nova, darei uma olhada nele e em outras recomendações para adicionar quando o tempo permitir. Bom saber do novo projeto dos caras do Slain.

 

Cyco, o remake do Wonder Boy está na lista, é o último inclusive. Mas não conhecia o Monster Boy.

 

Paladina, esse Toby é dos criadores de Limbo e Inside? É igualzinho ao Limbo.

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Ah sim, acabei passando por cima do último da lista rs

 

depois de ver o tópico fiquei com saudade de run n gun, acho que você não colocou aquele Bro Force, eu só joguei uma demo mas achei bem engraçado, embora tenha me cansado um pouco a repetição

 

adorei aquele Strider tb, lembro que tinha achado o game meio decepcionante nos previews, talvez porquê só mostravam o início, mas depois que deram na plus eu joguei e fui quase até o final, tb achei que é talvez o melhor da série.

Editado por Cyco

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Bro Force tem uma duração suficiente pra não cansar, IMO, além da variedade de bonecos e humor do jogo. Também não é fácil, exige uma boa dose de prática. Acho que jogando de 2 a coisa fica bem melhor, mas o que me segurou mesmo foi a dificuldade.

 

Tem Super Time Force Ultra Também, um run n gun pixel style muito frenético e diferente, parece que você ta resolvendo puzzles ao invés de apenas seguir o gameplay contra/metal slug tradicional.

 

Estava no hype pro Chasm, mas tudo que leio é que ele é super simplorio e repetitivo, além de que o sistema procedural é muito mal utilizado, com salas que não fazem sentido. O gamplay também parece duro e meio impreciso para um jogo que possui uma boa dose de plataformer.

 

Dead Cells é fantastico. Tem muito pouco de Metroidvânia no entanto.

 

Dust é decepcionante. Milhões de hits e morrer em 3 porradas não é legal. Enredo também é bem bobo.

 

Tenho o mesmo problema com Guacamelee, só me incomodei com o visual. Parei na época porque tinha outras coisas que estava mais interessado, mas tinha curtido o gameplay.

 

Indivisible eu to no hype não só porque sou backer como adoro Skullgirls e adorei o que joguei até agora nos demos.

 

Hollow Knight é outro jogão, melhor e maior metroidvania já feito até hoje. Pegarei o DLC que estão fazendo sem nem pensar duas vezes.

 

Shovel Knight é Absurdo. Devo dizer que até curti mais os DLCs (que são jogos completos) do que a aventura com o Shovel Knight. No aguardo do próximo que está pra sair.

 

Sundered é muiito bonito, mas falam que os cenários são bem sem graça e o combate meio quebrado. Ainda tenho esperança de ser bom, visto alguns comentários que li. Parece que muita gente esperava uma coisa do combate e progressão, acabou quebrando a cara e não quis tentar outras strats. 

 

Valdis é outro que decepciona. 2D bonito e bem animado, mas a exploração é meio falha pelos controles duros nos pulos e decisão dos comandos para Dash. A luta é quebrada porque é bom comum cair no loop infinito de dano, visto que vc não tem invencibilidade apos apanhar. O último chefe foi um martírio, mas terminei, só perdi a vontade de jogar com os outros 3 bonecos.

 

Agora ta faltando isso daqui:

 

Farei review dele depois, mas já posso falar que é absurdamente foda! Um misto de várias qualidades de Ys, Zelda, Secret Of Mana e .Hack, deu MUITO certo.

Editado por Lucs

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Cyco, verdade, esqueci do Broforce. Mas tive a mesma impressão que a sua, depois que a comédia da combinação de Expendables e Team America (America, fuck yeah) passa, o que sobra acaba sendo bem repetitivo, e o jogo é enorme, acabei cansando.

 

Lucs, não coloquei o CrossCode (que estou seco para jogar) porque ele é visão aérea, como disse no início eu me mantive em jogos com visão estritamente 2D sidescrolling, senão a lista não ia ter fim.

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Paladina, esse Toby é dos criadores de Limbo e Inside? É igualzinho ao Limbo.

Nop, tal de HeadUp Games. Acho que foi feito por um cara só. Eu curto tanto esse estilo de jogo/cenário que cheguei a comprar Nightsky da Nicalis pro 3DS e Steam.

 

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Tem + DLC do hollow Knight vindo?

 

Até onde eu sei eles soltaram o jogo por completo já. As dlcs ja saíram e de graça

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Ia citar The Swaper, Souls Reaver colocou.

 

Tem o Assault Suite Leynos pra PS4, remake dos 16bits que ficou legal.

 

 

Ninja Blade realmente é a cara dos Ninja Gaiden de NES, só que é muito muito curtinho. Um remake mesmo com esses gráficos 2D atuais é que ficaria show.

 

Tem o Shadow of The Beast que também considero um bom reboot.

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Jogue Guacamelee strife, deram o jogo na plus ha alguns meses mas deve encontrar ele bem barato, o tema mexicano é bem carismático e o gameplay/design são muito bons, tem um gimmick legal estilo Soul Reaver que as fases existem em duas dimensões diferentes que você pode alternar, eu só não terminei porquê a última fase tem umas seções bem complicadas que eu acabei deixando pra depois e ainda não retomei, mas até lá eu me diverti um monte. 

Editado por Cyco

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Custa dinheiro. O jogo demorou 7 anos, eles mal tem grana pra pagar um full team (2/3 era de nego part time ou ajuda em certos pontos quando conseguiam).

Eu achei de boa, não me incomodou em alguns momentos como em Cosmic Star Heroine.

 

No mais, temos o Alucard das CD, Minato.

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tb não gosto de gente que tenta emular o look de anime mas não consegue e fica nem lá nem cá, mesmo assim não acho tão feio quanto furries, pqp a animação do Dust an Elysium Tail é linda mas os personagens ugh... antropomórfico tem que ser bem estilizado senão fica brega pacarai

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Custa dinheiro. O jogo demorou 7 anos, eles mal tem grana pra pagar um full team (2/3 era de nego part time ou ajuda em certos pontos quando conseguiam).

Eu achei de boa, não me incomodou em alguns momentos como em Cosmic Star Heroine.

 

No mais, temos o Alucard das CD, Minato.

 

Eu nao sou exigente, apenas espero o MINIMO de qualidade.

 

E quem consegue bancar salario de programador consegue bancar um CD decente sim, isso nao existe

tb não gosto de gente que tenta emular o look de anime mas não consegue e fica nem lá nem cá, mesmo assim não acho tão feio quanto furries, pqp a animação do Dust an Elysium Tail é linda mas os personagens ugh... antropomórfico tem que ser bem estilizado senão fica brega pacarai

 

exato, n consegui terminar o jogo por conta disso. Vejo os personagens e de repente me vem a mente um monte de marmanjo batendo punheta pra fanart  de furry

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Bancar? vc acha que o jogo demorou 7 anos pq eles conseguiram bancar tranquilamente? Apenas 1 cara trampou fixo e unicamente no jogo, o resto tinha outros empregos ou era part time como citei.

Nego acha mesmo que jogo indie ganha igual qualquer programador.

 

Mas aqui, esse é o cara que fez todo o CD do jogo:

https://www.artstation.com/frece

 

Se você não gostou, paciência Alucard Minato.

 

A ideia, como eles mesmo comentaram, era mais cartonesca do que anime. Acho até bom fugir desse estilo onde todo mundo é bonito e perfeito. Poderia ter mais densidade e variedade nos modelos, mas achei suficientemente competente.

 

Dust é nojento, parece flash aquilo, mas foi um jogo feito por uma pessoa só, não tem nem muito como reclamar.

 

me parece que vocês não tem noção nenhuma do trampo de fazer CD ou produção de um jogo que não seja AAA.

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