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ex membro do Giant Bomb vêm a São Paulo conhecer o nosso mercado cinza e descobre muito mais, vídeo bem interessante feito com ajuda de alguns locais (uns caras do Jogabilidade), ainda vai ter uma parte 2 mostrando outros aspectos como o desenvolvimento indie local etc

 

 

me amarro como os gringos sempre ficam chocados com os aspectos da nossa realidade videogamística

 

o cara tb linka para o interessante documentário da Red Bull sobre a nossa história dos games https://www.redbull.com/int-en/the-history-of-video-games-in-brazil

Editado por Cyco

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Esse pessoal do Jogabilidade que aparece no vídeo, são um dos melhores produtores de conteúdo gamer do Brasil.

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Esse pessoal do Jogabilidade que aparece no vídeo, são um dos melhores produtores de conteúdo gamer do Brasil.

 

tbm gosto dos caras, inclusivo contribuo no Padrim deles.

 

tipo esse com o Drew, o cara do vídeo acima

 

esse sobre jogos de luta e tals (o rapaz do vídeo ajudou a desenvolver um jogo de luta brasileiro)

 

Mas os melhores pra mim são os Retrocombatibilidades que eles falam de jogos antigos, mas focando em alguma curiosidade deles:

 

Geralmente essas produções mais elaboradas são vistas só em canais gringos. 

Lgal tbm que os caras recebem 16mil por mes de doações e vivem só de produzir coisas de videogame pra internet. No Brasil deve ser inédito isso.

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Esse video me fez lembrar de várias coisas. Meu primeiro contato com games foi na casa do meu primo que ganhou um Telejogo, início dos anos 80. A alegria durou uns 5 minutos, com o videogame queimando no meio de uma disputa de Pong.

 

Uns dois anos depois meu irmão mais velho ganhou um Odyssey no Natal. Tenho ótimas lembranças jogando Didi na Mina Encantada, Super Cobra, Frogger, Come-Come e um que era meu preferido: Super Bee.

 

A coisa mais bizarra que vi naquela época foi no Chile. Tenho ascendência chilena e a cada 2 anos passava as minhas férias de final de ano por lá. Lá os jogos não vinham em cartuchos, mas em fitas cassetes! Não lembro dos jogos e nem como esse sistema funcionava.

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Eram cartuchos. Cassete era o tk85/2000

 

Meu irmão teve ambos

 

A gente jogando Pitfall no Atari e ele jogando karateca no tk 2000

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Jogabilidade gosto do conteudo autoral, muito bem feito, a pesquisa do Andre principalmente é fodaça.

Agora a opinião deles acho lixo como todas as outras, muito limitados. Não vejo nada que não seja programação de conteúdo.

Editado por Rhazo

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O André errou quando disse que o PS4 de 4K era fabricado aqui quando foi lançado. Só em 2015 a Sony começou com a fabricação local e o preço oficial despencou para 2 e cacetada.

 

Mas eles são ótimos realmente. Só não recomendo pra Nintendistas, não chegam a ser haters, mas são bem indiferentes.

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Nao gostei dessa parte. Citou dos 4k mas isso foi so no launch mesmo sendo o importado. Ta longe de ser a regra.

 

Ao ver o xbox x que nem saiu e vc ja acha por 3500 o oficial

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Os caras são bem faninhas, todos eles tem opiniões bem limitadas.

o review dele do Metroid eu achei que foi o melhor review do jogo que eu li/vi.

 

Editado por Guaraná

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A coisa mais bizarra que vi naquela época foi no Chile. Tenho ascendência chilena e a cada 2 anos passava as minhas férias de final de ano por lá. Lá os jogos não vinham em cartuchos, mas em fitas cassetes! Não lembro dos jogos e nem como esse sistema funcionava.

 

Provavelmente era um microcomputador sim, talvez um TK-85 ou TK-83 (foram exportados pro Chile). Havia um acessório no Brasil que carregavam jogos pro Atari 2600 via fita cassete (procurem por Supercharger Canal 3), mas não sei se exportaram para o Chile. 

 

Eu tenho um tk-90x até hoje aqui. Não sei se funciona mais, essas k7 devem tá tudo podre.

 

Aceito doações, hahahah

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Meu primo tinha (se bobear ainda tem) um, era TK-90 ou TK-95 não sei.

 

Mas lembro que ele não tinha drive de disquete então tinha que se virar com fitas K7. Era um inferno, depois de digitar umas linhas de comando a tela ficava com um loading cheio de linhas passando e demorava uns 5 minutos pra carregar o jogo. Isso se não desse erro haha aí era rage pra todo lado. Eu gostava de um chamado Zybex.

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o review dele do Metroid eu achei que foi o melhor review do jogo que eu li/vi.

 

 

Eu vi esse review. A opinião dele é bem parecida com a minha sobre o jogo, inclusive acertos e defeitos.

 

Mas é caso isolado. O ITA me disse que o GOTY dele é Wolfenstein 2, que é um excelente shooter mas não é GOTY de porra nenhuma.

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Tenebroso Mirror of Shadows??? Essa daí foi naipe  dizer "O execrável Guilherme Briggs".

Mirror of Shadows é simplesmente muito melhor que o LoS1 e 2 e considerando que LoS são duas porcarias, não dá nem pra dizer que isso significa muito.

 

 

"mimimi manja nada achei o jogo foda".

- Costureba de vários lores da série original.

- Gameplay de Castlevania 64.

- Combate  e combos de God of War

- Corrompimento de saves.

- Replay value: nenhum.

 

Criatividade 0.

 

Mirror of Shadows dá três personagens jogáveis (4 considerando o Nathan), dá uma historinha muito mais interessante, gameplay mais variado, metroidvania funciona melhor 2D.

Review do jogo pode ter sido bom, mas ele falou uma merda ai.

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Eu vi esse review. A opinião dele é bem parecida com a minha sobre o jogo, inclusive acertos e defeitos.

 

Mas é caso isolado. O ITA me disse que o GOTY dele é Wolfenstein 2, que é um excelente shooter mas não é GOTY de porra nenhuma.

 

O André criticou a parte de gameplay do W2. Disse que no final tava jogando porque a história era muito boa, mas a jogabilidade em si tava bem repetitiva e massante.

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O André criticou a parte de gameplay do W2. Disse que no final tava jogando porque a história era muito boa, mas a jogabilidade em si tava bem repetitiva e massante.

E deu GOTY.

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E deu GOTY.

 

nao sei se deu. mas com certeza disse q era um dos melhores do ano.

 

o podcast deles sobre Mario Odyssey e muito bom. Recomendo tbm.

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Eles ainda não fizeram podcast de GOTY, mas o André e o Sushi já adiantaram que vão dar para Persona 5.

 

Isso do Wolfe 2 foi um tweet do André num momento de empolgação, principalmente com a história e narrativa, mas no Vértice ele criticou bastante as mecânicas do jogo.

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