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Ganimedes

Tópico das Aberrações Mentais, aventuras no inconsciente

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vide, vedetes, devide, devedetes,

vede e risonhai o riso, vedetes, vedestai,

visonhas de visonheiras visonhantes,

 

vede, vedetes, devide, devedete

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O olho do poço é o legestai,

Quando abano, sai vento,

Quando peido, saí vento,

Abano é peido.

 

Fortalece os ossos,

E quem é a minha mãe e meu pai,

Para sensaborias e sabonetes nívea

Cheinhos de bosta limpinha.

 

A bosta é a coisa mais limpa do corpo.

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Em 09/06/2019 em 19:38, Ganimedes disse:

O olho do poço é o legestai,

Quando abano, sai vento,

Quando peido, saí vento,

Abano é peido.

 

Fortalece os ossos,

E quem é a minha mãe e meu pai,

Para sensaborias e sabonetes nívea

Cheinhos de bosta limpinha.

 

A bosta é a coisa mais limpa do corpo.

 

Enfaticamente Lactopurga e Calcitran B12, hehe.

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Pode ser, nem ligo. Palavras, apenas, palavras, pequenas, palavras; nada mais que palavras. Se dá coceirinha no ânus da mamãe isso é problema da mamãe, não é mesmo?

 

Coceirinha no cu da mamãe é bom demais, experimentem algum dia.

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Falófilas e falotróficas,

 

Bundalelê, e mamãe cheirou cocaína,

cheirou cocaína,

cheirou cocaína.

 

Uma faca para afiar outra faca,

Vê se pode!

Vai cegar as duas lâminas?

 

Cadê a dona baratinha? Mamãe do céu!

(e, portanto, mamãe dos infernos).

 

Suco de caju

E uma lavagem anal,

 

Sinto saudades da ex

Mas ao mesmo tempo dou é gargalhada,

 

Tico-tico na mão e virola no pé,

Ela era fréuda,

Frauda de neném,

Eu que não iria cabeçar em território

Além das fronteiras amigas,

 

O que é muito pior!

Mas deixo o papo do jacaré

 

Para outra trivela,

Sexo anal e uma vontade de largar

O copo no chão para detornar,

 

Sexo anal (x1000)

Beiço de virola,

Catula e catuaba,

Amiga de espartilho,

 

Se é que me entendem!

 

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vou cortar a cabeça do meu pau,

pras muié ter pena de mim,

porque fodê muié eu não quero,

 

Eu quero é elas sintam pena de mim!

 

Estreito, estreito, estreito,

E curvo como a golondrina,

Marciano ou Marcial,

Roma Finita no cu de Judas!

 

Aié Ô,

Aié Ô,

Sambar no singular,

Porque dizem que a singularidade é o futuro!

 

Benção, fodoso Spinosa!

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é um brim, é um brom,

o belom cabelom virou dentista,

o único verso,

 

cuidar dos dentes podres,

cuidar da cárie, do tártaro,

 

visão do inferno, dentes podres,

ah, que tudo vá tomar no cu que eu tenho mais o que fazer!

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Um cravo bem temperado,

Um non-sense entre amigos,

 

Ah, Era! Quando a vulgaridade

Não entrava pela porta da frente

 

Das identidades!

 

Talvez estejam os mesmos,

O meu declínio é a sombra de um sombra,

Um quarteto de rosas,

Uma Santíssima Díade,

 

O dualismo ou o monismo,

A esterilidade compulsiva,

Elementos da auto-destruição progressiva,

Lenta e fatal, porém heróica,

 

Talvez? Talvez uma boa dose de heroísmo?

Uma boa dose de vida solitária?

 

"Nunca estamos mais acompanhados quando estamos perfeitamente sozinhos",

 

"And that is true".

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1. A. I. O. Cão. Carrocinha do Deus. Deus carrocinha! O deus da carrocinha!

Este cãozinho aqui tão fofinho vai virar sabão.

 

2. Eu tenho três ramos familiares: pai, mãe e patrão.

O patrão comeu meu pai, o boto cinderela; minha mãe deixou viver mas sob a condição de virgem de fátima.

 

3. Tenho uma tia que se chama rosbife, e ela tem um sabor sem igual.

 

4.A quarta tribo do xingu, e não existe uma terceira, nem uma segunda, nem uma primeira.

 

5. Comer capim molhado com o tempero da terra. Crok, crok! Stivucu, Stivucu, Stivucu!

 

6. Três trilhos de tigres bem amassados no trigo do pão.

 

7. Sabor de dente, sabor de língua.

 

8. A oitava sétima maravilha do nada.

 

9. Faquir e a nota lá.

 

10. Ginete e Porrete.

 

 

E morreu.

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Doces ilusões são as trajetórias individuais e sociais da humanidade. Certamente, até aqui a felicidade é o bem supremo. E muitos, devido a essa mesma felicidade, mataram, roubaram, cometeram genocídios, destruíram vidas... Eu me proponho a destruir de vez todas as "certezas destruidoras" que a humanidade guarda em si mesma, as suas certezas de estimação. E por uma vocação divina, chegarei ao termo de minha missão nesta terra.

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Vicário,

E o nome,

 

Lepra,

E a fome,

 

É non sense o quanto queiram pedir ou chamar,

 

Seja Viriato ou o Zézim,

Qualquer coisa que por sinal

Se diga,

 

É completamente falsa.

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Cego, vista-se de palhaço, um palhaço cego.

 

Tua namorada sendo feita de puta, teus amigos fazendo tu de trouxa.

 

Não é essa vida que eu quero pra mim não, perdão.

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Olho fumegante,

Olho da salada,

Tudo é olho, igual o animal de mil olhos,

cultuados por uma raça esquecida no tempo,

mil olhos, mil peidos,

 

e simultâneos.

 

Agora, mata o teu ser,

A tua essência de cavalo não presta,

meu coração.

 

Praticar o lual da lua solar que reflete júpiter,

e de calcinha vai falando bobagem,

como quem quer doar os fundilhos,

ou castrar o pobre do elefante.

 

Pobre é fogo,

e fogo é muralha,

altiplanos, altissonantes,

trombetas loucas,

saindo bile pelo ânus,

 

És o meu deus,  Jeová.

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Era o ducado. Ou a mãe ganso essência de cavalo. Olhava fria e submissa, que nem quando ia escovar os dentes ou temperar o peixe do natal. Gozava frio, como uma espada fria.

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Não é lógico, Godard, que você sendo um "cripto"comunista tenha que se afastar de toda e qualquer influência nociva ao seu pensamento, que não mudou nem na forma, nem no fundo, em trezentas aulas de duas horas de olavismo? O Olavismo não demoliu boa parte da sua vida prática, para compensar ganhos no intelecto? Não é hora de deixar o olavismo, a literatura e a filosofia (e a poesia), e se dedicar com profundiade à tua vida simbólica? Alimentar-se de assuntos com mais substância e riqueza, do que naufragar renitentemente ao contato com o desejo do filósofo, que sempre, mas sempre e em todos os momentos, contradita o teu, desde que soubeste as verdades do olavismo?

 

Vou voltar à arqueologia, à psicologia, à teologia e à política. Chega de sedução filosófica, chega de derrota. Os ovos do Pietismo e Conservadorismo não estão no mesmo cesto, não fazem parte do mesmo conjunto de Ideais.

 

Literatura é sedução, é decadência. Filosofia é a derrota sistematizada segundo o Imanente do filósofo, onde tal ou qual filosofia cala, onde tal ou qual filósofo delira. Não passa de delírios de sabedoria, e de uma pretensão que mereceria a morte, se o seu Sacrificado exigisse mais limitações à consciência que já exigiu durante mais de vinte séculos.

 

A filosofia está longe de ser uma preparação para a morte: quer ser substituto ao próprio morrer, não quer deixar que os vivos morram, o filósofo quer viver e prevalecer na consciência dos vivos, quer conduzir consciências, afim de se imortalizar na lógica do sucesso e do fracasso; quer fazer justiça quando na verdade a única coisa que faz é eternizar os seus próprios erros de consciência.

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o pau ético é pornográfico, tô fora

 

prefiro o pau analítico do Freud ou o pau psíquico do Jung

 

aliais, é nisso que pretendo investir agora, Freud e Jung

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quanto mais tento vencer éticamente, mais acumulo derrotas na esfera sentimental (para a sociedade, para a influência sutil de familires, etc)

 

então, a questão não é muito o que se deve buscar (no caso, fazer o que é do meu dever); mas, como ensina uma máxima romana, "age quod agis", age como ages, ou faça como faças; não tente fazer algo que não é próprio do teu fazer, mas fazes aquilo que já fazes, ou já tem feito

 

é óbvio não? e, no entanto, essa necessidade ética (fundada na existência onipresente do erro e da necessidade) tende a nos tiranizar de todas as maneiras que encontra possíveis no lado social da vida

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