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Strife

O que estão jogando de RPG no momento?

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Valkyria Chronicles, devo estar na metade.....

 

Bom jogo, só queria que errassem menos tiros :lolmor:

 

Chapa nao sei se esta jogando no Steam, ou no PS3 ou na versao remastered do PS4. Se for no Steam voce deve ter pego todos os DLCs no pacote do jogo. Recomendo faze-los porque eh legal. O melhor eh o DLC que da para jogar com a Selvaria em duas batalhas. Os outros dois sao bons tambem, mas eu confesso que eu nao pagaria por eles nao.

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Chapa nao sei se esta jogando no Steam, ou no PS3 ou na versao remastered do PS4. Se for no Steam voce deve ter pego todos os DLCs no pacote do jogo. Recomendo faze-los porque eh legal. O melhor eh o DLC que da para jogar com a Selvaria em duas batalhas. Os outros dois sao bons tambem, mas eu confesso que eu nao pagaria por eles nao.

 

Só pra complementar, são duas batalhas sendo que a primeira vc pode completar de duas formas diferentes, e a missão 2 muda de acordo com isso. Acabam sendo então 3 batalhas e se completar todas elas com rank A ou S, libera mais uma na qual vc controla a Selvaria na forma de Valkyria (com os poderes e aquela arma especial).

Jogão, eu sempre acabo voltando pra ele.

 

Tô tentando dividir meu tempo de jogo atualmente entre Trails in the Sky SC (rejogando pra refrescar a memória pro The 3rd que deve sair em breve; e depois dele concluído ainda tô com os dois Trails of Cold Steel no HD do ps3 só esperando) e Ys Origins. Divertidíssimo esse Ys, ritmo frenético, como de costume, e chefes desafiantes.

E tô louco pra começar Nier Automata logo. Na fila ainda tem FFXV e Tales of Berseria. Esse ano vai render pra rpg, só vou precisar achar tempo pra jogar tudo isso.

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Só pra complementar, são duas batalhas sendo que a primeira vc pode completar de duas formas diferentes, e a missão 2 muda de acordo com isso. Acabam sendo então 3 batalhas e se completar todas elas com rank A ou S, libera mais uma na qual vc controla a Selvaria na forma de Valkyria (com os poderes e aquela arma especial).

Jogão, eu sempre acabo voltando pra ele.

 

Nossa eu nem sabia que dava para liberar uma terceira batalha com a Selvaria no modo Valkyria. Muito obrigado chapa Letarn! Rejogarei para ver essa terceira batalha.

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Terminei Skies of Arcadia Legends. Excelente RPG, clima de aventura quase no nível de Grandia 1, enredo e personagens que apesar dos clichês conseguem prender pelo carisma, no geral sendo um jogo extremamente polido em todos os aspectos (até os gráficos envelheceram muito bem), exceto pelo sistema de magia, tirando de cura parece que quase todas as outras falham 50% do tempo, sendo muito mais fácil spammar os Special Moves dos personagens (e alguns deles são muito overpower, Rain of Swords do Vyse termina quase todos os encontros normais em 1-2 turnos, e os de cura da Fina quase são cheats). Aliás essa facilidade de spammar os Special Moves deixa o jogo bem fácil. O maior defeito, no entanto, é a lerdeza do jogo no geral. Tudo é lerdo. Vyse andando é lerdo. A airship voando é lerda. As animações de batalhas são lerdas. As animações das cenas são lerdas. As batalhas de airship então, uma eternidade (apesar de serem legais). Sério, o jogo todo tinha que rodar 1.5x/2x mais rápido. Ainda bem que o Dolphin tem fast-forward, o controle do X360 tem mais botões que o do GC então é fácil colocar o FF em algum botão.

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As batalhas de airships são legais porque elas são, em grande maioria, parte do enredo. Se fossem genéricas, como batalhas aleatórias em dungeons, seriam um porre. O mesmo vale pras batalha intra-exércitos de Suikoden III. Mas é um jogo lerdo sim. Mas ainda a lerdeza de Skies me incomoda bem menos que a de FF9. FF9 até a entrada da câmera em batalha é devagar...

 

Eu não morri de amores quando joguei no Dreamcast mas gostei bastante (joguei só uma vez, lá por 2000-2001), e, aparentemente, gostei mesmo, porque eu até lembro desses golpes que o Strife mencionou e o nome de alguns personagens. Já Valkyre Profile, jogo que gostei pra caralho, não lembro de quase nada hoje, só do meu "Divine Assault Nibelung Valesti", hahaha :lolmor:

Editado por Seth Angel

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FFX-2_box.jpg

 

Zerei a versão HD do Vita, mas como não tem capa só do X-2, vai essa mesmo.

 

Terminei com a party em média nos níveis 36~39. Demorei por volta de 20 horas.

 

Bem, cabe dizer q Final Fantasy X-2 não é nem de longe o monstro (no mau sentido) q muitos fãs conservadores de FFX acham q é. Eu mesmo, por gostar muito do original, me recusei a jogar essa sequência por anos por causa do começo revoltante, q parece uma versão oriental de Charlie's Angels e em nada lembra a atmosfera mais séria, fantasiosa e emocionante do Final Fantasy X original.

 

Mas com o tempo o jogo mostra algumas qualidades, sendo a maior delas o seu excelente sistema de batalha, q é uma evolução do sistema de ATB anterior. Algumas qualidades evidentes: as batalhas não acontecem sempre com uma formação reta como nos outros, muitas vezes as personagens ficam separadas em lugares diferentes da tela, permitindo acertar ou ser acertado por trás, o q exige mais cuidado e atenção. Não há uma maneira linear de atacar, se você dá o comando quase q ao mesmo tempo, as personagens atacam juntas. A ação pretendida determina o tamanho da barra de ATB, ou seja, se vai só atacar a barra fica menor, se vai dar cast numa magia poderosa, tem q esperar uma barra muito grande encher. 

 

Gostei tbm pq o sistema permite a mudança de jobs em tempo real nas batalhas, e aqui os jobs são equipados em itens chamados dresspheres, q substituem a arma da personagem. Cada dressphere tem habilidades inatas únicas q favorecem um ou outro tipo de classe. E sobre as classes, temos warrior, songstress, white mage, black mage, dark knight, samurai, thief, etc. 

 

A trilha sonora tem altos e baixos, alguns lugares como Thunder Plains e Bevelle tem boa OST, em compensação encaramos muita música genérica em várias outras localidades. Faltou o esmero da OST de FFX, q muitos consideram a melhor da série. Mas tenho q destacar como exceção a música "1000 words", q é bem bonita e salva o repertório do jogo do esquecimento. É um tema principal cantado q toca numa das cenas mais emblemáticas do jogo e tbm nos créditos finais.

 

O jogo tem um sistema de pulo deveras irritante q te obriga a apertar o botão na hora e luagr certo senão a Yuna fica se desequilibrando sem parar.

 

Um ponto q tenho a criticar é a mudança brusca de dificuldade no final. O jogo praticamente exige fazer sidequests se quiser chegar na dungeon final pronto pra encarar os últimos bosses, pois saímos rapidamente de um boss com poucos milhares de HP pra 40000, aí é bizarro ver as personagens q causam 400~500 de dano tendo q lutar com um monstro q mata em um hit e tem 40000 HP. Podiam ter aumentado isso mais gradualmente.

 

Mas o ponto mais fraco é a história. FFX não tinha o q continuar, mas aí inventam um plot muito forçado de um rapaz q parece com o Tidus e faz a Yuna ir procurá-lo pelo mundo enquanto tenta resolver conflitos entre a Youth League e o culto de New Yevon (WTF?), duas facções q surgiram sabe Deus pq. Inventam tbm uma ameaça das machinas chamada Vegnagun e o tal rapaz q não é o Tidus usa todos os movimentos do Tidus em batalha, algo q é meio contraditaório, mas whatever. Colocam os personagens do original em sua maioria como acessórios e enfiam na história uma moça chamada Paine q nunca fica muito claro por qual propósito está ali com a Rikku e a Yuna. 

 

Resumindo, salada pura, enrolation, besteirol. É uma história feita mais para servir de alívio cômico e de desculpa pra fazer uma sequel do FFX. Não vale a pena.

 

Portanto, FFX-2 é um jogo q vale ser jogado se o jogador apenas quiser aproveitar o ótimo battle system (q eu não acho o melhor da série, mas é muito bom) e se não se importar de ver personagens do original sendo destruídos num plot bagunçado e sem graça.

 

Ao menos, a Via Infinito (dungeon extra do jogo) é muito foda e divertida, pena q precisa de nível muito alto pra ir até o final, mas serve pra dar uma longevidade maior ao jogo.

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Jogando Guild Wars 2.

Agora estou esperando o Boss Claw of Jormag aparecer e enquanto isso um cara do lado está tocando música do FFX :lolmor:

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Terminei o remake 3D para PS2 de Dragon Quest V: Hand of the Heavenly Bride. Fantástico, deu para entender porque é o favorito de muitos fãs (embora ainda prefira o DQVIII). Os gráficos 3D são simplórios mas possuem carisma, o traço do Toriyama ficou bem representado nos inimigos que são todos muito bem animados. O enredo é excelente, enquanto a trama principal em si é aquela aventura básica que todos os DQs seguem em maior ou menor grau, o destaque são as pequenas histórias que compõem a narrativa e, quando se dá conta, vc já está investido naqueles personagens e em seus destinos. Acompanhar a vida do protagonista desde criança até quando ele se casa e tem filhos é algo ainda raro em RPGs, imagina na época que saiu o original. Destaque também para a trilha sonora orquestrada que é maravilhosa, em especial a
que toca quando se está navegando pelo mapa do mundo.

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Cada dia que passa eu me descubro mais retro-player. Simplesmente amo jogar velharias. Não tenho pressa nenhuma em jogar lançamentos.

E atualmente estou jogando isto daqui:

 

Eye Of Beholder 1.

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Finalmente comecei Dark Souls 3!

Sem dúvida a série Souls é o que aconteceu de melhor nos últimos anos, que jogaço. Não sei se fui só eu mas to apanhando bastante do jogo, bem mais que nos outros Darksouls e no Bloodborne, não chega ser o massacre que passei no Demons Souls, mas já reinicie o jogo para tentar builds diferentes 2 vezes.

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Fechado:

 

Tales_of_Innocence_boxart.jpg

 

Terminei com quase 39 horas de jogo, no normal mesmo. Level 54. Pensei por muito tempo em fazer o NG+ como costumo fazer nos Tales of, mas esse jogo não me animou a isso. Por hora, eu paro por aqui.

 

Falando resumidamente, os pontos fortes do jogo são o combate e os excelentes gráficos. Tem tbm um ótimo trabalho de voice acting, difícil de ver em jogos do NDS. 

 

Porém, o jogo conta com um level design q vai do aceitável ao mais porco possível (exemplo de porco seria a última dungeon, q é uma longa escadaria copiada 3 vezes); o char design é tão fraco q por anos eu não quis prosseguir. Dava agonia ver q a mina q é par do personagem principal, a Iria, é uma magrelinha de cabelo curto chata pra caralho. A Hermana tbm tem um char design sofrível, aliás os personagens desse jogo parecem sofrer de algum tipo de desnutrição, pq por mais q nós saibamos q os orientais tendem a ser mais magros, isso aí já é demais, nem corredores quenianos são desse jeito. E os cabelos são escrotos demais, pqp :facepalm:

 

O enredo tbm não é muito bom. Até empolga mais próximo do final, mas em geral ficou devendo. É sobre personagens q são a reencarnações de deuses da Devic Era, um período onde houve disputas de poder pq alguns deuses não queriam se misturar com os humanos e outros sim. E aí o jogo inteiro se desenvolve com os personagens lembrando pouco a pouco de quem eram e do q fizeram no passado, se sentindo culpados, criando laços, tudo baseado no q aconteceu milhares de anos atás.

 

A OST do jogo é bem ruim tbm, especialmente o tema musical de world map é enjoativo à beça. Tem algumas músicas como a da airship e a q toca em momentos mais "cute" da história q são boas, mas de resto não me senti muito empolgado não. 

 

O jogo tem um sistema de fazer os inimigos aparecerem no world map e nas dungeons somente qdo o jogador se aproxima, o q resulta num meio-termo entre random encounters e inimigos visíveis. Achei bem irritante e consegue ser pior do q os dois tipos. Chato demais vc estar andando e acabar batendo num inimigo pq ele apareceu bem na sua cara qdo não dava tempo de "frear".

 

O sistema de batalha (DS-LMBS), um dos melhores pontos do jogo, é uma mistura entre o FR-LMBS (Tales of the Abyss) e o god-like AR-LMBS (Tales of Destiny Remake), o q resulta em batalhas 3D onde é possível combar no ar e usar várias magias simultâneas. Gostei muito de poder mudar de char durante a batalha com um toque no botão, bem melhor do q usar menus pra isso. E achei o uso das Mystic Artes bastante descomplicado, apesar do requisito pra poder começar a usá-las ser trabalhoso (precisa de 3 styles em lv. 15, depois dorme num Inn e ganha o título Innocence, aí upa ele até lv. 10 e equipa a habilidade awakening no char em questão, aí pode usar Mystic Artes qdo a barra de awakening encher - ela enche mantendo combos ou sendo atingido sem parar pelo inimigo - e aí basta apertar a + B). A AI dos inimigos tbm é bem foda, para manter o estilo a la TOD DC). E achei q o Free Run atrapalhou menos do q de costume, ainda q seja o calcanhar de aquiles q torna o sistema mais fraco do q o de Destiny e Hearts.

 

O visual do jogo é muito bonito, lembra um Tales de PS2 em baixa resolução. Para o DS, isso está ótimo. Vai ser difícil ver muitos jogos de RPG com visual superior ao desse no sistema.

 

As quests são de uma pobreza absurda, vc vai para dungeons especiais chamadas Guild Dungeons e fica fazendo quests repetidas em busca de grade points e pontos para subir de ranking e ter acesso a melhores quests, q pagam mais. Fiz várias dessas e digo q não vale a pena, tinham horas q eu queria dormir com o DS na mão.

 

Assim como FFX-2, ToI possui tbm uma dungeon com 100 andares q vc vai descendo até encontrar um boss e tbm tem teleporters e nenhum save point. Imagino q seja interessante e até fiz alguns andares, derrotando no sufoco alguns inimigos. Mas o grind exigido pra estar num level decente pra encarar o desafio é tão grande q não tenho saco nem tempo pra continuar. Nesse jogo, ao contrário de outros Tales of, seu level máximo é 250, não 200. Pra mim, sem chance, o jogo precisaria ser muito melhor pra valer esse tempo todo investido (como Hearts R foi).

 

Recomendo se a pessoa está a fim de um bom sistema de batalha e não liga muito pro resto. Pois na própria série Tales of temos vários jogos muito mais competentes no overall.

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Alguém mais jogando Trails in the Sky The 3rd?

 

Essa porra virou dungeon crawler... T_T

 

Tô no capítulo 2 com pouco mais de 6 horas. A música de batalha acho que é a melhor dos 3.

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To com mais de 20 horas e curtindo pra caramba. Esse jogo é bem diferente dos demais da série, e apesar de ser meio que um dungeon crawler mesmo, ele tá repleto de conteúdo extra, que expande (e explica) o backstory de vários personagens e expande também o lore, vai arrumando o cenário pros arcos seguintes (como Cold Steel) e ajuda a conectar a série como um todo.

Mesmo não sendo estruturado como os demais Trails, a maioria das qualidades presentes nos outros títulos continuam nesse tb, e conteúdo é o que não falta, basta só explorar fora da main story (ou seja, visitar todas as 'doors').

E em relação ao combate, definitivamente é mais desafiador que os dois jogos anteriores, o que eu achei muito bom.

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Até onde joguei, teve alguns cenários reciclados dos anteriores sim, mas sempre com algum tipo de alteração. O que não acontece (ou não aconteceu até agora pelo menos) é o jogo te forçar a percorrer o mesmo caminho mais de uma vez. Até porque logo no primeiro capítulo (após o prólogo), vc já tem acesso a um meio de fast travel, e as quests funcionam de uma maneira diferente à dos outros títulos, não tem que ficar caçando npc, fazendo fetch quest, etc. Acho que não dá nem pra chamar de quest, é na verdade um conteúdo extra carregado de enredo próprio e desenvolvimento de personagem.

 

To tentando explicar sem dar spoiler, meio complicado. Mas vão em frente, o jogo é bom, é só não ir com expectativa de encontrar algo igual a FC e SC (tanto que o jogo se chama The 3rd - em vez de TC - justamente pra diferenciar. Ele não é o terceiro capítulo da mesma história (o arco de Estelle e Joshua já acabou), funciona mais como uma história própria, que conecta a série toda.

É meio que consenso entre a galera que já jogou todos os demais Trails, inclusive os não localizados em inglês ainda, que The 3rd é um dos mais importantes. Tem seus defeitos (e quando eu terminar posso voltar e falar com mais prioridade), mas é um bom rpg que carrega algumas das principais qualidades da série.

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Fechado:

 

250px-KingdomdaysNA.jpg

 

Terminei em 30 horas e 10 minutos no level 51. Desculpe, Nostalgia, mas o meu GOTY do Nintendo DS este ano é KH 358/2 Days.

 

Lembro de ter lido sobre esse jogo muitos anos atrás, mas na época a minha atenção estava totalmente voltada para o KH BBS, q aparentemente eclipsou este lançamento.

 

É fácil perceber porque: de fato, as primeiras horas de 358/2 Days são das mais genéricas e chatas q vc poderia presenciar num JRPG. O jogo se prolonga em tutoriais e missões bobas como matar heartless fáceis, aprender a investigar lugares, aprender a mexer a câmera no Free Mode, etc.

 

E eu noto q a maioria dos reviews q saíram à época q eu li se detiveram demais nessas primeiras horas pra poder tachar o jogo como ruim.  Porém, o verdadeiro valor de Kingdom Hearts 358/2 Days só se revela mais pra frente, conforme as missões vão ficando mais longas e difíceis, o jogo vai apresentando mais recursos q deixam o combate mais frenético e técnico, e o enredo vai se tornando cada vez mais intrigante e misterioso.

 

O jogo usa um sistema de panels, q é basicamente vc poder equipar tudo q vai usar em slots, inclusive os seus níveis ganhos em batalha. Essa alta customização permite se focar mais no q é mais relevante pra cada missão, pois, por exemplo, numa missão em q enfrentamos um chefe voador é interessante equipar a habilidade glide pra voar e, numa missão congtra um inimigo forte contra ataques físicos, posso customizar minha arma para reforçar as magias.

 

A história de KH 358/2 Days se passa entre KH1 e 2 e mostra tudo o q estava acontecendo com Roxas antes de ele aparecer em Twilight Town nas duas primeiras horas de KH2.

 

É uma história sobre as intenções da Organização XIII, da amizade entre os nobodies Roxas, Xion e Axel e seu propósito na vida de Sora, Riku e Kairi.

 

Não posso entrar muito em detalhes para não estragar o enredo, mas algo q gostei muito foi da simplicidade com q retrataram a amizade do trio, q sempre se reúne no topo da Clock Tower em Twilight Town para conversar enquanto comem picolés.

 

O jogo tbm discute o tema da capacidade de sentir mesmo sem ter um coração (q em KH seria o equivalente à alma de alguém) e o conceito de identidade pessoal.

 

Fiquei muito impressionado com a produção audiovisual do jogo, ele realmente leva ao DS quase ao limite do q é capaz. Parece facilmente um jogo de PS2 em baixa resolução. E toda a trilha sonora de ótima qualidade já conhecida da série está presente aqui tbm.

 

O jogo só tem dublagens em momentos-chave, imagino q por uma questão de não deixar o jogo grande demais.

 

A estrutura de missões do jogo é a seguinte: no controle de Roxas, falamos com Saix todos os dias e ele nos dá algumas missões q se dividem entre obrigatórias e opcionais. Após 354 dias, os acontecimentos finais ocorrem e enfrentamos o boss final.

 

Achei q esse estilo de missões separadas por dia casou bastante bem com a proposta de um portátil, pois permite fazer algumas diariamente e sem comprometer muito tempo.

 

Fora isso, o jogo tem algumas das mais belas e tristes cenas q já se viu em KH até hoje. Só por esse aspecto já digo q o jogo vale a pena. É um banho de emoções pra qualquer fã de KH.

 

Sempre penso q o problema de KH não é a qualidade dos seus spin-offs, q são ótimos. É o fato de ter saído pra tantas plataformas diferentes tendo uma história interconectada.

 

Recomendo fortemente, e pra quem não quiser jogar, ao menos veja as cenas na coletânea de PS3/4, pois ajuda a entender um bocado a Organização XIII e a história de Roxas.

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Estou jogando Legend of heroes 3RD também, estou com 12 horas, e estou curtindo bastante.

 

Virou de fato um Dungeon Crawler, mas o enredo está interessante e tem as memórias dos personagens e tal, no final não está me incomodando muito, estou até curtindo a mudança.


O jogo sofre do mesmo problema de backtracking do segundo? SC foi uma decepção pra mim, 90% do jogo foi repetir quests nos mesmos cenários do primeiro.

 

Não, quanto a isto fica tranquilo. Tem reciclagem lá da cidade de Grancel, mas foi só isto até o momento e não creio que será tão usado mais para frente.

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Eu só faria coleção se eu ganhasse em dólar pqp. Gostaria de ter todos os jogos que termino, tem um site que estima o preço da sua coleção, coloquei quase todos os jogos que gostaria de ter, ainda faltou vários, e o valor já passou de $8.000,00.

 

E se alguém pagar absurdo por Thousand Arms merece uma surra, mas é o típico jogo que estava fadado a adquirir status de cult e subir de preço. E nos últimos anos a biblioteca do PS1 em geral tem seguido esse caminho. Até a geração passada a dica era ficar de olho em jogos que ficassem a venda na PSN, pois a tendência era que estes caíam de preço. Mas com a inconsistência da Sony em liberar os títulos, até isso está difícil.

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Retomei o Berseria e to na reta final, eu achei o jogo muito bacana, sistema de batalha  divertido, personagens cativantes e a historia achei bem contada.

O sentimento de estar ou não fazendo a coisa certa acompanha vc desde a metade do jogo, perdi tanto tempo perambulando q ja vou para 50hrs de jogo, só que conta os pauses tb

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Preciso voltar a jogar alguma coisa.

 

Recomendações?

 

Tô com Last Remnant já cheio de poeira no Steam...alguém já jogou?

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Já. É bem legal, mas é longo e tem o problema de mecânicas e funcionamentos importantes na customização e evolução dos bonecos que não são explicados (e não são simples).

Se tiver com saco de "estudar" o jogo, vale a pena, mas não rola muito de pegar e jogar, a chance de fazer merda ao ponto de ter que começar de novo é grande.

 

Aqui tem tudo e mais um pouco sobre o jogo:

http://lastremnant.wikia.com/wiki/The_Last_Remnant_Wiki_-_The_Last_Remnant_Guide

 

Fala o que tu ta afim de jogar que fica mais fácil recomendar...

Editado por Lucs

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