Ir para conteúdo
Strife

O que estão jogando de RPG no momento?

Posts Recomendados

O que me chamou a atenção foram os gráficos terríveis e o tiroteio de TPS, ter jogado ou não os dois primeiros não influencia em nada sobre isso. Do sistema de batalha, claro que deve aprofundar depois, se não acontecer de fato foi um grande erro ter gastado 20 reais nessa merda.

 

OUVI FALAR que o ME1 é o que tem mais elementos de RPG. Dia que surgir uma promoção aí eu pego.

 

Mass Effect sempre foi TPS com elementos de RPG, então ter jogado os antigos já teria uma idéia do que esperar. Eu acho bem inferior ao Mass Effect 2 em gráfico (deve ser uma questão artística), mas os gráficos no 3 são bons sim.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

O que me chamou a atenção foram os gráficos terríveis e o tiroteio de TPS, ter jogado ou não os dois primeiros não influencia em nada sobre isso. Do sistema de batalha, claro que deve aprofundar depois, se não acontecer de fato foi um grande erro ter gastado 20 reais nessa merda.

 

OUVI FALAR que o ME1 é o que tem mais elementos de RPG. Dia que surgir uma promoção aí eu pego.

 

Se não me engano o PS3 não tem o 1. No 2 parece que tem um resumo do 1 e nele você toma as decisões do 1 que influenciam nos outros jogos. O 2 sem dúvida é o melhor, apesar que não achei o 3 tão abaixo o que caga é o final. Mas é um jogo que o grande destaque é o enredo e personagens e não a jogabilidade. Então jogar o 3 apenas, você fica sem entender praticamente nada e não vai ficar preso ao jogo pela jogabilidade que não tem nada demais.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Sim, inclusive tem um pacote com os 3 na PSN por menos de 100 reais.

 

Outra promoção aqui, tou pegando Tales of Xilia, 15 conto. Quem quiser esse preço vai até o dia 17/10 se não me engano. Devo jogar amanhã, posto impressões se der.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Terminei The Legend of Zelda: A Link to the Past, um dos meus maiores atrasos como gamer. Depois do começo o ritmo do jogo melhora bastante, e acabei curtindo, mesmo não achando o melhor ARPG do Snes, mas é bom jogar algo com o peso histórico que a série tem. Iria continuar na ordem cronológica com Ocarina of Time no Project64 mas... nossa, o jogo envelheceu mal demais. É um mal comum de quase todo jogo do início da era 3D, mas de qualquer forma é difícil se acostumar com os gráficos, os controles e a câmera sem ter nostalgia por ele. O combate é simplório demais tb, mas um detalhe que realmente me irritou foram os diálogos, d e v a g a r  a t é  d i z e r  c h e g a, sem opção para ler tudo de uma vez ou skip. Deu não. Resolvi carregar logo o Wind Waker (que sempre me atraiu pelo visual) no Dolphin, só para descobrir que a câmera do jogo é invertida e sem opção para mudar pqp. Felizmente no emulador tem como remediar isso e comecei o jogo de vez, cheguei na primeira dungeon. Aqui já é uma versão bem mais polida de Zelda 3D com controles bem melhores, mas ainda acho o combate travado e simples demais. Mesmo assim devo continuar ele, gosto muito do visual cel-shading que me parece uma evolução direta do A Link to the Past em termos de design.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Terminei The Legend of Zelda: A Link to the Past, um dos meus maiores atrasos como gamer. Depois do começo o ritmo do jogo melhora bastante, e acabei curtindo, mesmo não achando o melhor ARPG do Snes, mas é bom jogar algo com o peso histórico que a série tem. Iria continuar na ordem cronológica com Ocarina of Time no Project64 mas... nossa, o jogo envelheceu mal demais. É um mal comum de quase todo jogo do início da era 3D, mas de qualquer forma é difícil se acostumar com os gráficos, os controles e a câmera sem ter nostalgia por ele. O combate é simplório demais tb, mas um detalhe que realmente me irritou foram os diálogos, d e v a g a r  a t é  d i z e r  c h e g a, sem opção para ler tudo de uma vez ou skip. Deu não. Resolvi carregar logo o Wind Waker (que sempre me atraiu pelo visual) no Dolphin, só para descobrir que a câmera do jogo é invertida e sem opção para mudar pqp. Felizmente no emulador tem como remediar isso e comecei o jogo de vez, cheguei na primeira dungeon. Aqui já é uma versão bem mais polida de Zelda 3D com controles bem melhores, mas ainda acho o combate travado e simples demais. Mesmo assim devo continuar ele, gosto muito do visual cel-shading que me parece uma evolução direta do A Link to the Past em termos de design.

 

 

Manja ! Ocarina of time não é nem 25% dos que os fãs nostálgicos defendem.

 

Na verdade joguei no 3DS e por isso não tenho a visão nostálgica dos fanboys da Nintendo. É um jogo competente e bem feito, mas tem tantos defeitos quanto qualquer Assassin Creed da vida ou até mais. Parte disso se deve ao fato de ser um jogo com quase 20 anos,  mas eu acho muito engraçado todo mundo descer a lenha na geração atual com jogos muito mais complexos e ignorar os defeitos de um jogo mais simples como este.

 

Sobre o LttP2 posso afirmar que está mais para remake do 1º jogo do que para uma continuação em si. O jogo é praticamente um control c controlv do LttP1, mudaram algumas coisas mas foi mais para justificar ser um jogo novo  acho. O jogo é bom, mas fica a sensação de estar jogando de novo o mesmo jogo e olha que  joguei o LttP1 faz 20 anos e mesmo assim sabia praticamente tudo que eu tinha que  fazer. Recomendo o jogo por uma ou duas dungeons que dão trabalho como a dungeon do gelo, embora irrite um pouco alguns puzzles pega ratão.

 

Enfim, se você acabou de terminar o LttP1 talvez seja melhor deixar o LttP2 por último para não ficar a sensação de estar jogando de novo o mesmo jogo.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Bravamente Padrão 1, SMTIV Apocalypse ou Dragon Quest VII, por qual começo?

 

Como já joguei muitas horas de SMTIV (não cheguei a terminar por razões que não dizem respeito à qualidade do jogo), tou mais na vibe de algo clássico, como BD ou DQVII. 


Outro que andei cogitando inciar é o Persona Q. Não conheço a série, mas sei que esse é mais na linha Etrian.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Persona Q é o melhor jogo do 3DS, mas talvez precise conhecer os personagens dos outros jogos.

 

Vai de SMTIV Apocalyso. SMT é clássico.

 

Maioria que disse que se cansou no 4 gostou do Apocalyso, a pegada é bem diferente e o jogo é mais curto e linear que o primeiro.

 

DQVII é jogo de 90hs+, tem que entrar preparado. Se não for no SMT só vai sobrar o Bravely Deafult

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Persona Q é o melhor jogo do 3DS, mas talvez precise conhecer os personagens dos outros jogos.

 

Vai de SMTIV Apocalyso. SMT é clássico.

 

Maioria que disse que se cansou no 4 gostou do Apocalyso, a pegada é bem diferente e o jogo é mais curto e linear que o primeiro.

 

DQVII é jogo de 90hs+, tem que entrar preparado. Se não for no SMT só vai sobrar o Bravely Deafult

 

Joguei SMT3, Bravely Default e agora to jogando DQVII. Pessoalmente não gostei de SMT3. Bravely Default eu curti, mas o jogo tem problemas sérios de backtracking, soundtrack boa mas bem pequena de tal forma que é enche a paciência de tanto que repete. Mas overall é um bom rpg. Eu sugeriria jogar o DQ7, estou com 7 horas de jogo e gostando muito.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Alguém jogando Exist Archive? As notas não estão muito boas, mas estou com vontade de arriscar. Saudades de VP.

 

Pelo que eu vi em reviews e vídeos, tá bem ruinzinho. E aqueles bonecos cabeçudos são horríveis.

Se tá com saudade de VP baixa o primeiro num emulador, vale muito mais a pena. O que o tornava único eram a ambientação, história, personagens e o sistema de batalha. Exist Archive só tem as batalhas parecidas e pelos vídeos que vi parece meio lerdão.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pelo que eu vi em reviews e vídeos, tá bem ruinzinho. E aqueles bonecos cabeçudos são horríveis.

Se tá com saudade de VP baixa o primeiro num emulador, vale muito mais a pena. O que o tornava único eram a ambientação, história, personagens e o sistema de batalha. Exist Archive só tem as batalhas parecidas e pelos vídeos que vi parece meio lerdão.

 

Então é mais um jogo com participação da Tri-Ace flopando. Começo a ficar preocupado se isso fará com que a existência dela fique comprometida. Eu vi que a Spike Chunsoft que ajudou a desenvolver e publicou o jogo. O prejuízo é dela, mas fico preocupado da Tri-Ace estar numa crise.

 

Único jogo da Tri-Ace que gostei de tudo foi Valkyrie Profile. Os outros jogos só valiam pelo battle system.

 

Tava conversando com o Ryo e acho que já é a hora de deixarem enredo de jogos (principalmene JRPGs) ficarem a cargo de escritores profissionais. Nem todo game designer tem o talento de um Yoko Taro para criar e contar estória. Tem muito escritor talentoso no Japão fazendo light novels. Poderiam dar a chance para o escritor que fez os pequenos contos do Lost Odissey. Todo mundo elogia ele.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Tava conversando com o Ryo e acho que já é a hora de deixarem enredo de jogos (principalmene JRPGs) ficarem a cargo de escritores profissionais. Nem todo game designer tem o talento de um Yoko Taro para criar e contar estória. Tem muito escritor talentoso no Japão fazendo light novels. Poderiam dar a chance para o escritor que fez os pequenos contos do Lost Odissey. Todo mundo elogia ele.

 

Concordo. Talvez soe como coisa de saudosista teimoso (o que tem um fundinho de verdade, admito), mas parece que os rpgs de hoje em dia não têm mais tanto essa preocupação. São poucos jogos que me empolgam pela história hoje (da mesma forma que vários outros fizeram em gerações passadas). Dos mais recentes lembro justamente de Nier (Yoko Taro) e da série Trails, da Falcom (apesar de que essa é uma série nem tão recente assim, no Japão ao menos).

 

Tanto que o rpg que peguei pra jogar atualmente é Persona 2 Innocent Sin (graças a reviews aqui nesse tópico mesmo =D), de ps1. Finalmente comecei e tô curtindo. Primeiro jogo da série que pego. Pulei o 1 porque aparentemente não é necessário pra entender o enredo e porque, sinceramente, sem condições de explorar dungeon em primeira pessoa daquele jeito (nesse sentido, viva às inovações e foda-se o saudosismo haha)

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Na verdade quanto mais distante o roterista da produção, pior fica. Muito jogos pecam por isso, fica um time com a batalha, outro com os eventos em cut-scenes, outros com as caixas de diálogo, outros com NPCs. E não há o sinergismo. Atlus por exemplo, com suas cenas todas em caixa de diálogo, consegue manter uma continuidade narrativa bem melhor, quanto maior a equipe, mais dispersado fica.

 

A grande maioria dos jogos com roteiristas Guests conceituados fica uma grande BOSTA. O cara tá lá só pra assinar e colocar o nome na divulgação. A realidade que a história gamística ensina é essa.

 

Falando do universo japa

 

 

Semelhante aos filmes, as melhores histórias são sempre aquelas onde o roteirista também é o diretor do jogo, que faz a interação enredo-gameplay, tem que ser alguém inside da empresa.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Entendo Gigahero. Concordo que o roteirista tem que fazer parte do time de desenvolvimento e não fazer um serviço tipo empreita. 

 

Quanto à Atlus dos Megatens que joguei até hoje tenho gostado das estórias de todos.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Tanto que o rpg que peguei pra jogar atualmente é Persona 2 Innocent Sin (graças a reviews aqui nesse tópico mesmo =D), de ps1. Finalmente comecei e tô curtindo. Primeiro jogo da série que pego. Pulei o 1 porque aparentemente não é necessário pra entender o enredo e porque, sinceramente, sem condições de explorar dungeon em primeira pessoa daquele jeito (nesse sentido, viva às inovações e foda-se o saudosismo haha)

 

O "remake" do primeiro Persona para PSP tornou a experiência bem mais jogável, ainda que com os labirintos em primeira pessoa. Mas não chega aos pés de Persona 2: Innocent Sin e Eternal Punishment mesmo (mas aí tb nem P3 e P4 chegam).

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Depois que eu acabar Innocent Sin e Eternal Punishment, se eu estiver me sentindo bem com a série posso ver se animo de pegar esse remake. Tô sentindo que vou demorar pra zerar os dois.

Todos os Personas tem "protagonista mudo"? Taí um lance que eu não curto muito, sinto que o Tatsuya fica meio "vazio" sem diálogos próprios. Mas sei lá, tô no começo do jogo ainda e os outros personagens são carismáticos então não tá sendo um incômodo de verdade.

 

Gigahero, tem razão sobre a falta de sinergia e tal na produção, mas aí é um problema de organização (e tamanho, como vc mesmo disse) da produtora. Nada impede de pegarem um bom roteirista/escritor, com algum background em games ou ao menos bem familiarizado com o gênero/empresa/jogo que vai trabalhar, e colocar o cara como codiretor ou algo assim. Acho que se resume a uma questão de tamanho da equipe, budget e organização mesmo.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Disgaea 4 para o Vita TV. Nippon Ichi tava com uma promoção e Disgaea 4 tava a preço de banana, e como faz tempo que eu não jogo um Tático japa, e não jogo Disgaea desde o segundo, resolvi pegar.

 

E o jogo até que é bacana, eu tô curtindo a história, que é bem bobinha, mas também é Nippon Ichi, é o que é, e até que eu curto bastante o Valvatorez, o protagonista, com os seus discursos teatrais inflamados.

 

E eu sei que o grind é um dos grandes atrativos que os fãs gostam nos jogos da Nippon Icchi, mas tô sentindo a idade aqui chapas, com pouco tempo disponível para jogar a paciência com certos aspectos do jogo acaba iritando.

 

E tem os geo panel. Eu não lembro se tinha muito disso nos dois primeiros disgaea, mas muitos dos mapas nesse jogo tem um configuração de geo panels que obriga o jogador a jogar de certa forma (seja desativar o geo panel, ou ter que contornar uma grande parte do mapa) que não só deixa as lutas muito demoradas, mas frustra o jogador em um tipo de jogo que o bacana é montar a sua própria equipe e estratégia.

 

Mas eu entendo que do que eu estou reclamando é exatamente o que muitos gostam nessa séria, e eu estou para acabar o jogo, mas enquanto eu estou curtindo Disgaea 4, o jogo também foi um bom lembrete porque eu não estava mais acompanhando essa série.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Enquanto a série parece ter grind absurdo, o main game dura o tempo de um jogo normal e a Platina do Disgaea 3 Vita me durou 120hs, menos que o Tactics Ogre Remake com só parte dos extras, então o sistema parece opressor, mas não é tanto assim. (Já a platina do 4 é impossível, haha)

 

Lembrando que o mais importante nos Disgaeas são os equipamentos

 

 

Geo Panel sempre teve, é o que diferenciava os Disgaeas dos outros S-RPGs da NIS da época do PS2 (Agora ela parece que abandonou total o gênero)

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Terminei The Legend of Zelda: Wind Waker. Jogaço, me pareceu a transição perfeita tanto da jogabilidade tanto do visual de A Link to the Past para o 3D. Gráficos atemporais, jogando com a resolução máxima e widescreen no Dolphin, é um jogo que nunca ficará feio, um dos melhores cel-shading que já vi e com uma animação tão boa que realmente parece se estar jogando um desenho animado. Trilha sonora linda, um enredo mais desenvolvido, enfim. Só não é um jogo melhor porque achei que ficou muito obscuro o que tinha que fazer na segunda metade/terço final, onde o jogo dá apenas vagas direções e objetivos obrigatórios envolvem itens nunca mencionados antes e que achei quase impossível achar sem FAQ. O maior exemplo disso é depois que retorna do Hyrule Castle pela segunda vez. O Red King Lion diz para o Link que ele precisa ir aos Earth Temple e Wind Temple e marca a localização deles no mapa, até aí tudo bem. Mas, ao chegar nas ilhas é que vem:

 

1) As ilhas são inacessíveis sem a Power Glove e as Iron Boots, dois itens jamais aludidos até então;

2) Para pegar esses itens precisa das Ice Arrows e Fire Arrows, tb nunca antes mencionados;

3) Para conseguir essas duas precisa da Ballad of Gales;

4) Para conseguir a Ballad of Gales tem que encontrar o Cyclo no mar, entrar no tornado, acertar ele com três flechas;

5) Usando a Ballad of Gales num lugar específico do mapa te leva a uma caverna com uma Fairy que te dá as Fire e Ice Arrows;

6) Agora tem que viajar até duas ilhas não especificadas para pegar a Power Glove e as Iron Boots usando as Fire e Ice Arrows para só então conseguir acessar os templos;

 

E nada disso tem dica no jogo haha. A Link to the Past tb teve uns momentos assim, mas nada nesse nível. E depois ainda tem que coletar oito mapas para achar oito pedaços da Triforce (pqp). Enquanto esses são especificados no mapa, alguns necessitam de mecânicas que tb nunca foram ditas antes (uma tem que usar um item para chamar uma gaivota e usar essa gaivota para ativar cinco switches na ilha, outro precisa fazer uma sidequest que envolve a coleta de 20 itens na Windfall Island para conseguir um item que acessa outro lugar etc).

 

Ainda com essa quebra no pacing é um jogão, achei melhor que o A Link to the Past. O próximo agora será o Twilight Princess.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

×

Informação Importante

Ao utilizar este site, você está automaticamente concordando com os nossos Termos de Uso e regras..