Ir para conteúdo
Strife

O que estão jogando de RPG no momento?

Posts Recomendados

Terminei The Legend of Heroes: Trails in the Sky SC.

 

E… bem, é inferior ao primeiro, mas não porque é ruim. O enredo e os personagens continuam muito bem escritos, o script é excelente e faz um bom trabalho em lidar com os clichês. Mas a continuação, apesar de começar exatamente depois do cliffhanger de FC, possui vilões bem estereotipados (basicamente se viu Bleach ou Naruto com suas sociedades de Arankar e Akatsuki, vc sabe exatamente o que esperar de SC). O vilão final mesmo é a coisa mais sem graça, é o Aizen de Bleach, sem tirar nem por.

 

O grande problema, porém, é no pacing do jogo. O primeiro se dava ao luxo de começar beem devagar, o que pode afastar muitos jogadores, mas isso servia para a construção do mundo e dos personagens, e depois que começava a andar fica muito bom. A continuação, teoricamente, devia já comece nesse ponto, mas não. Inventam algumas desculpas para que do ponto de vista do enredo e da jogabilidade, o jogador começa do “zero” novamente. O grande problema? Os primeiros capítulos são basicamente o jogador de novo fazendo missões do Bracers Guild nas mesmas áreas do FC. E durante quase o jogo todo não há novas áreas para explorar, são as mesmas cidades, as mesmas dungeons, os mesmos tipos de inimigos etc. Deve ter cinco ou seis dungeons novas, no máximo. Não há mais aquela sensação de descobrimento e aventura, logo, SC não flui como o primeiro. Há dois capítulos inteiros que são puro filler alongando desnecessariamente o tamanho do jogo (confesso que estava um pouco cansado ao chegar na última dungeon), e mesmo com tudo isso ainda restou questões não respondidas (não sei nada do terceiro capítulo, mas espero que sejam respondidas nele, pois o que não foi respondido são justamente as questões mais interessantes). Ainda assim, as sequências finais são muito boas e achei os chefes bem desafiantes.

 

Parece que só estou metendo pau no jogo, mas eu gostei dele, só não tanto quanto o FC. 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Joguei SC assim que saiu e gostei pra caramba (mesmo com algumas críticas no meu review neste tópico). Hoje, olhando com um certo distanciamento, percebo que de fato o jogo tem uns problemas que talvez o coloquem um pouco abaixo do FC. Mas continua ótimo. (Aliás, FC, se não tivesse o cliffhanger que teve, funcionaria muito bem como um jogo isolado, história fechadinha e tal)

 

Ainda não peguei Cold Steel e nem me spoilei sobre os demais ainda não localizados, mas pelo que leio sobre a série, ela constantemente responde e gera novas perguntas, então não sei se o The 3rd vai responder tudo que pipocou em SC (apesar de que deve abordar boa parte, pelo menos, já que faz parte da "trilogia", envolve muitos dos mesmos personagens etc.). O que sei é que ele trata de questões que voltam a aparecer em todos os jogos seguintes. É meio que o setup pro resto da série.

 

Strife, quem vc levou na party durante a sequência final?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Concordo com as críticas do Strife, mas mesmo assim curti mais o SC, mas de fato o pacing é ruim, e os capítulos 1 ao 4 podiam ter sido muito melhores.

 

No mais, quais as suas dúvidas Strife? Não lembro de ter tantas dúvidas assim no fim do jogo.

 

Sobre a party, a minha foi a dupla lá, Agate e Kloe.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pra todos os bosses ou só no fim mesmo, quando não tem mais volta?

 

Pergunto porque, dependendo de quem você leva, os diálogos mudam um pouco e nas lutas contra os Enforcers as cenas finais deles mudam significativamente (levar o Zane na luta contra o Walter, por exemplo).

Pra cada um dos Enforcers eu mudei minha party. Foi um saco ficar voltando pra nave, mas gostei das cenas.

A partir do Loewe, fui de Agate e Kevin. Os diálogos do Kevin são bem interessantes e já fazem surgir mais algumas perguntas, pro próximo jogo. Além dele ser um ótimo personagem pra estratégias em combate. Ele + Agate resultaram numa surra no Weissman

 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Meu grupo sempre que possível era Estelle, Joshua, Schera e Kloe.

 

Rodolfo:

 

 

Quem é o Grandmaster? O Campanella falou que estava lá só pra ver e informar, para onde foi? Qual o objetivo verdadeiro da Ouroboros? O Cassius parece saber de um monte de coisa que não é revelado etc.

 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Entendi Strife, mas só uma coisa, muitas destas informações ainda não foram reveladas mesmo para quem já jogou todos os jogos, especialmente a identidade do personagem que deseja saber.

 

Logo não joguei o 3RD quando sair esperando as respostas...

Editado por Rodolfo Luiz

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
zlnh97n.png

A Realm Reborn: Final Fantasy XIV zerado no PlayStation 4 em 89 horas e 38 minutos. Ou simplesmente no relógio do jogo: 3 dias 17 horas 38 minutos.  

Vamos lá, analisar esse jogo que passei quase 100 horas apenas na main story. Vou separar em blocos, porque é um Final Fantasy da série principal, mas é diferente por ser online. 

A Realm Reborn: Final Fantasy XIV é um game caprichado. Pudera, fruto de um lançamento tosco, fraco e incompleto, os desenvolvedores deram o suor e sangue para que o jogo renascesse. Tanto que está até no seu novo nome. O resultado realmente deu frutos, o que originou um dos melhores games online da atualidade e porque não um dos melhores online Of All Time (é isso mesmo, não apenas JRPG Online). 

E por falar em online, ai vão alguns pontos que podem ser destacados. Tanto as qualidades, como os defeitos do gênero estão presentes. Final Fantasy XIV não escapa disso, e se você não se acostumar ou não estiver familiarizado, é melhor se adequar a essas normas. 

Tudo o que eu posso criticar de MMORPGs, ou de JRPGs single players que tentam emular tais funções está aqui presente. Quests chatas e genéricas que te farão ter um ataque de nervos. Aquilo lá que todos os jogadores acostumados com o gênero estão cientes. O famoso: aceite uma quest, ande a pé 100 mil kilometros, fale com o destinatário, ele falará pra voltar e falar com o cara de antes (PQP!), volte lá, você descobrirá que ainda não acabou, vai ter que andar milhares de quilômetros a pé até outro lugar. Vá lá e depois volte no lugar da conclusão pra receber 200XP, 150 Gil e 1 potion (!!!). Isso começa a perder força com os Teletransportes e as locomotivas (que chegam bem tarde), mas mesmo assim, tu já vai ter andado muito, e vai andar... Ainda.  

E quem sabe, sabe. Não é só isso. Quantas vezes eu não me peguei esperando mais de 30 minutos pra entrar numa Duty (porra, com esse tempo da pra correr em vários campeonatos em jogos de corrida!). Normalmente ficava navegando aqui mesmo no fórum enquanto esperava, percorria a internet toda na verdade. E sei que da até pra contornar no próprio jogo, como ir fazendo outras coisas. Mas nem sempre tem muita eficiência e fazer coisas principais é furada, e se alistar em vários Duty também não é uma solução ou boa idéia: você pode acabar entrando na não tão desejada, que da menos XP e derivados. Você também pode farmar XP de outras formas, até matando monstros, mas não é tão apropriado.  

Mas não é só de sofrimento e ranger de dentes que se faz um MMORPG. Há muitas alegrias e bons momentos que só são possíveis nesse tipo de jogo. E o maior deles é: o fator humano. Jogar um jogo solo é ótimo, mas há certas coisas que uma inteligência artificial, por mais perfeita que ela consiga ser, não consegue atingir no nível de jogadores reais. Você pode entrar numa Duty e o Tanker ser um louco que atrai um milhão de inimigos, você vai dar risada, e sim, ele sabe o que está fazendo, porque você vence a quest... Ou o inverso: um Tank doido que ferra a party toda e as pessoas do time vão embora. É, aconteceu algumas vezes! E também aconteceram alguns barracos, literalmente (engraçado, terrível e assustador ao mesmo tempo). Quem nunca jogou Final Fantasy XIV e quando se inicia uma Duty todo mundo fica parado, e parece que os 90 minutos da Duty vão ter passado e ninguém faria nada se um jogador não tomasse a atitude e começasse a andar (sim, e é assim na Quest inteira, em vários de seus momentos). Vai ter sempre os apressadinhos que nem falam oi (eu também nem falo quase, hehe) enquanto outros vão tagarelar e contar piadas pra caramba. E como não é gratificante receber uma recomendação pelo seu desempenho. Enfim, são coisas que só jogando com Homo sapiens para saber. São muitas histórias que podem ser contadas, inúmeras, e várias podem nascer apenas em uma nova interação com outros jogadores.  

E nesse aspecto online muitas coisas se salvam, como disse. JRPGs que tentam emular esses aspectos, mas sendo off-line (Xenoblade e Xenoblade X. Esse último tem aspectos online, mas bem distante do encorpamento de MMORPGs reais) às vezes não conseguem me prender. Posso afirmar com certeza que não sou fã de mundo aberto, mas o mundo aberto de Final Fantasy XIV foi o que mais me agradou ao lado de The Witcher III (venham Zelda e Final Fantasy XV!). 

Claro, há uma falha grave. Que judia do jogo como um Final Fantasy: o desenrolar das cenas. 

Sim, MMORPGs são lotados de quests e outras coisas que começam a picotar o enredo. Chega num ponto que você às vezes se perde, e nem sabe mais o que é isso ou aquilo. Ajuda o fato de você poder rever algumas das cenas. Mas mesmo assim, esse espaçamento faz com que as coisas se distanciem. E as cenas também seguem um padrão de JRPG Online, então não espere tanto cinematografia em comparação a outros Final Fantasy. Ah, e sempre tem os caras que já viram as cenas dos jogos nas Quests em conjunto e que não vão gostar se você não pular pra ir logo pro derradeiro embate...  

Uma coisa a se destacar são as batalhas intensas. Desde a primeira com Ifrit até as últimas. Que combates deliciosos, um erro de você e de cada um dos outros jogadores é fatal.  

Ademais, o jogo é muito bonito, joguei no PlayStation 4 e o servidor (Malboro) poucas vezes deu algum problema. 

Sobre as músicas, vi que o Uematsu compôs boa parte junto com outras de outros compositores. Mas com sinceridade? Depois de seu trabalho em Final Fantasy X (que já foi inferior aos anteriores) ele meio que desceu um pouco no padrão God Like. Final Fantasy XIV tem ótimas músicas, mas não achei tão memorável (dos online acho o XI ainda melhor). E também não é uma perseguição contra ele. Koji Kondo, Koichi Sugiyama, David Wise, Yasunori Mitsuda etc. todos deram uma decaída. Há músicas antigas remixadas, mas não fui tão putinha dessa vez. Não é só culpa do Uematsu, pois entre os outros colaboradores o Soken compôs muitas músicas. Mas realmente, faltou aquele clímax dos Final Fantasy antigos. Aquela OST que quase inteiramente, 100%, me prende. Mas ''Answers'' é fantástica, uma das melhores músicas cantadas da série. 

Sobre comparar o XIV com o XI, é complicado. São jogos diferentes. Os 2 meses que joguei Final Fantasy XI eu avancei bem menos que no 1 mês do XIV. XI é claramente um jogo mais difícil, Hardcore, que requer mais atenção e é bem pouco user friendly (e era pior no seu lançamento!). Fico dividido em escolher o melhor, mas Final Fantasy XIV pelo menos me deu mais chances de realmente jogar até o fim sem me preocupar. Mas uma coisa que gostaria de ver em Final Fantasy XIV é a economia que gira em torno do mundo, com os leilões, como é em Final Fantasy XI. Eu sei, tem algo similar no XIV, mas não da maneira fantástica que é em Final Fantasy XI, pois funciona como no nosso mundo. Um sistema econômico de venda de itens e equipamentos, que dependia inteiramente do poder aquisitivo de tal universo.   

Joguei com um Arcanist, e estava tentado a jogar com ele até o final, até que um jogador me deu uma indireta em uma Duty pra eu evoluir pra Summoner. Acabei fazendo isso e posso dizer que não me arrependi, há coisas que vem para o bem. Essas classes são ótimas na Main Story, pois são muito acessíveis e deixam tudo bem fácil mesmo. Você não precisará ter a pressão dos Tankers (como disse um jogador em uma Duty que participei quando um Tanker saiu e esperamos outro entrar, sem Tank: It is a nightmare) ou Healers, que são as classes mais requisitadas e importantes do jogo, que realmente não podem falhar. Arcanist e Summoner são mais sossegados, apenas não cometer erros básicos, dar debuff nos inimigos e cuidar da invocação, essa que realmente trás uma sensação de companheirismo. É muito legal ter o bichinho ao seu lado.   

Finalizando, o nível de esmero dado em Final Fantasy XIV (Square Enix! Por favor! Não coloque em outro jogo como a parte de Limsa. É complicada porque é baseada em uma linguagem antiga usada por piratas... De antes de 1800!) é incrível. Às vezes até exagerado. Mas é inegável: eu adoraria um Final Fantasy off-line tratado com tanto carinho. Aguardemos o XV.  

E pra encerrar mesmo: se você não tiver tempo, melhor não jogar. Eu tive e joguei, mas jogos assim são time consuming mesmo. Então você tem que ter um tempo livre ou estar bem vagal para jogar.  

Ah, só pra lembrar: Limsa Lominsa forever. = ) 
 

oG2AIg9.jpg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Eu joguei FFXIV por um mês e meio. Gostei mas eu enjôo rápido de MMORPG. Até onde joguei a estória era MUITO decente.

 

Eu gostei mais de FFXIV do que de Guild Wars II. E eu nunca tive problemas para achar party porque era Tanker.

 

Talvez ainda volte a jogar algum dia, quem sabe.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

FF14 é um "walk in the park" perto de FF11, vindo de quem jogou o 11 por 8 anos, :lolmor:  (Já o FF14 joguei o v1.0 por uns 4 meses e o v2.0 por 1 ano)

 

Eu defendo o FF11 com unhas e dentes como um dos melhores jogos que já joguei. Realmente é tudo isso que o posseidon falou.... é horrível pra beginner, dá tapa na cara de gente sem paciência (inclusive com level DOWN), e era praticamente impossível de se jogar a partir de um ponto se você não fizesse amigos dentro do próprio jogo. Mas uma vez que você monta um grupo de pessoas com a mesma disposição que você, hahahah, é um jogo mágecow. :lolmor: (aliás, era, até o negócio desandar em 2011).

 

O FF11 era um jogo infinitamente mais tático que 14 (quem pegou EXP Party como Thief no 11 até o level 75 sabe que esse elemento tático está presente até nas coisas mais simples do jogo), já no FF14 a ação é mais desenfreada, com batalhas em ritmo extremamente fast-paced. Mas isso não é ruim. As raids do FF14 têm seu charme. Tinham algumas boss battles que eu jogava de pé, tamanha a tensão na hora. Mas nada se compara as SEMANAS de planejamento e review de estratégias que nós tinhamos que nos preparar para algumas coisas no FF11. Quando você passava, a sensação de accomplishment era indescritível. Comemorei mais ter passado de algumas fases do FF11 que o penta em 2002. Era um jogo extremamente desafiador.

 

Em poucas palavras: o 14 é uma ótima experiência, bem user-friendly e 1-player friendly, um MMO clássico. Já o 11 é o jogo mais desafiante de todos tempos, e, por isso mesmo, gratificante também, mas tem (tinha) uma learning-curve muito alta.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Sim, e tu ainda tem que comprar o jogo.

Se não curte MMO, nem arrisque, não tem nada q compense pra quem não curte o gênero.

Editado por Lucs

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

FFXI era insano, eu não consegui chegar ao end game do jogo e acho que nada pode ser mais desafiador. risos

 

FFXIV joguei muito, pensando em voltar, passar do Coil T5; T9; T12 e T13 foram experiências inacreditáveis

 

Mas na expansão a raid que substituiu o Coil of Bahamuth eu não curti e acabei parando

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Eu queria ter jogado FF XI no seu auge. Minha única experiencia com MMORPG é o Ragnarok.

 

Mas infelizmente tempo para me dedicar não tinha, muito menos convencer meus pais a pagar uma mensalidade em dólar e tal.

 

Alias, curioso que a Square nunca lançou o XI para o PS3, tipo, funcionava no PS2.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Sim, Rodolfo, acho que faz só 1 ano e meio que a Square descontinuou o suporte ao PS2 de FF11.

 

O sonho de todo mundo que jogava esse jogo era um remake atualizado para as plataformas e engines atuais. O FF11 foi feita numa engine de 2003, e sobreviveu rodando até bonito ao longo dos tempos graças ao empenho da comunidade em atualizar as definições do jogo por conta própria. Criavam aplicativos que aumentavam a resolução do jogo para além das permitidas pelo tool de configuração oficial do jogo. E ficava bom!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Peguei Victor Vran e Divinity: Original Sin Enhanced Edition na promoção deste fds na Steam. O Divinity me pareceu bem denso e vou deixar pra depois. O Victor Vran é um Diablo clone e me pareceu bem legal, com um suporte ótimo pra controle nos moldes de Diablo 3. Tipo de jogo mais simples que tava querendo agora.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Jogando aqui novamente FF VIII no emu. Tou naquela parte nojenta de procurar o White Seed Ship. Se brincar a parte mais mongol do jogo, superando até o lance dos GF's fazerem esquecer as coisas. 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Estou jogando Etrian Odissey 2 e Shi Megami Tensei Apocalypse.

 

Megaten é sem comentários, quem gostou do primeiro não tem como não gostar da continuação. A atmosfera do jogo é muito legal mesmo.

 

Etrian Odissey é melhor do que eu esperava, confesso que não era chegado em dungeon crawlers, mas depois dr Opening anime no yutube resolvi experimentar o jogo e não me arrependi.

 

Os pontos fortes do jogo são os inimigos em 3d com animações muito boas, o design dos sprites estáticos  que por incrível que parece não possuí design carnavalescos a la FF XII, o sistema de jobs bem competente, o sistema de desenhar mapas que apenas faz sentido se você desativar o automap, as músicas no melhor estilo old school (é possível escolher as músicas versão remake e a versão original do DS pelo menu), o nível de dificuldade e acima de tudo os FOEs, inimigos bem fortes que aparecem no mapa com seus modelos em 3D (ao invés de combates aleatórios) que podem e devem ser evitados na maior parte do tempo sendo que o mais legal é que eles se movem na mesma proporção que jogador, ou seja, é possível evitá-los sem muita dificuldade.

 

O lado negativo do jogo é a história simples, poucas opções de sprites para cada job e pelo fato de não ser possível mudar a cor dos sprites e o baixo nível de produção em geral, sendo que todos os NPCs são apenas sprites estáticos e a cidade do jogo é apenas um menu com meia dúzia de sprites. O ideal seria que o jogo fizesse como no SMT4, com os ambientes externos em 3d e os ambientes internos e sprites em 2d. Porém é um franquia que vende pouco, então não se pode exigir muito mesmo.

Editado por supreme123

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Peguei o Mass Effect 3, joguei uns 10 minutos e algumas coisas me decepcionaram. Primeiro que parece um TPS vagabundo, e apesar de crer que a jogabilidade seja aprofundada no decorrer do jogo, esperava que fosse algo nos termos de Dragon Age. O visual é bem pior do que parece em fotos, sem contar que roda em slowdown. Não sei se é coisa da versão do PS3. A premissa da história é bem mais ou menos, mas também é algo que deve melhorar. Entretanto, pelas primeiras impressões, não fiquei com muita vontade de jogar não.

 

Outra coisa que esqueci de comentar, a customização do visual é bem limitada.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Peguei o Mass Effect 3, joguei uns 10 minutos e algumas coisas me decepcionaram. Primeiro que parece um TPS vagabundo, e apesar de crer que a jogabilidade seja aprofundada no decorrer do jogo, esperava que fosse algo nos termos de Dragon Age. O visual é bem pior do que parece em fotos, sem contar que roda em slowdown. Não sei se é coisa da versão do PS3. A premissa da história é bem mais ou menos, mas também é algo que deve melhorar. Entretanto, pelas primeiras impressões, não fiquei com muita vontade de jogar não.

 

Outra coisa que esqueci de comentar, a customização do visual é bem limitada.

 

Não é por naca não, mas jogou os Mass Effects antigos?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Se tem uma série que precisa ser jogada em ordem, é Mass Effect. Jogar ME3 sem ter jogado os outros é como entrar num filme faltando 20 minutos para acabar (sem falar nas decisões dos jogos anteriores que afetam quem faz parte do grupo e como o resto do mundo reage ao protagonista). E depois, ME1 e 2 são melhores.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Se tem uma série que precisa ser jogada em ordem, é Mass Effect. Jogar ME3 sem ter jogado os outros é como entrar num filme faltando 20 minutos para acabar (sem falar nas decisões dos jogos anteriores que afetam quem faz parte do grupo e como o resto do mundo reage ao protagonista). E depois, ME1 e 2 são melhores.

 

De fato, ME 3 é disparado o pior. Tem alguma coisa nele faltando que não sei explicar. Não sei se é a movimentação dos personagens, sei que estava achando inferior a Mass Effect 2 em tudo, gráfico, jogabilidade, ambientação, história...

 

Parece que foram outras pessoas que fizeram até.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

O que me chamou a atenção foram os gráficos terríveis e o tiroteio de TPS, ter jogado ou não os dois primeiros não influencia em nada sobre isso. Do sistema de batalha, claro que deve aprofundar depois, se não acontecer de fato foi um grande erro ter gastado 20 reais nessa merda.

 

OUVI FALAR que o ME1 é o que tem mais elementos de RPG. Dia que surgir uma promoção aí eu pego.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

×

Informação Importante

Ao utilizar este site, você está automaticamente concordando com os nossos Termos de Uso e regras..