Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Aranha

[PC/PS4/XONE] Ghost Recon Wildlands

Posts Recomendados

Moçada, boa noite!

 

Não vi tópico sobre o novo GR, motivo pelo qual resolvi abrir esse.

 

O trailer do próximo jogo foi muito bacana realmente, e a questão do "Open World" trará uma dinâmica nova para a série (ao menos se levarmos em conta a série nos consoles).

 

Vendo o trailer agora (pela quarta ou quinta vez), reparei que para dar ênfase a essa novidade, os "Ghost´s" executam A MESMA MISSÃO, mas de forma diferente.

 

Vamos dividir o trailer em algumas partes.

 

1) No primeiro trecho, no momento em que a gota de sangue cai da mesa e intercala com o salto de paraquedas dos caras, a missão a ser executada tem como alvo um "peixe grande" do cartel de drogas boliviano (chapéu branco), e a característica da missão (aparece no canto da tela) é "LONG RANGE OPTIONS"

Com a identificação do alvo, o mesmo é executado com tido de precisão à distância. Os traficantes que estavam manipulando a carga e enchendo o caminhão, "metem o pé", mas são perseguidos e o caminhão é jogado para fora da estrada.

 

35a8bdk.jpg

 

 

2) No segundo trecho, eles fazem uma invasão furtiva ("STEALTH OPTION") contra o mesmo camarada de chapéu de cowboy branco, sequestrando ele no final no fundo do porta malas. Eles vão embora explodindo todo o laboratório / depósito de drogas.

 

k2z53r.jpg

 

3) No terceiro trecho, eles utilizam um drone para terem uma visão geral do que vai ser a "AMBUSH OPTION", e depois de atacarem o local, saem com o caminhão de drogas, mas deixam o "cara de chapéu de cowboy branco" vivo, pois, como ele perdeu a carga, é um "dead man walking", pois esse é o cara torturado no vídeo (em CG).

 

2dt4r37.jpg

 

 

Achei a sacada muito boa da Ubi, pois a mim, passou a impressão que além do jogo ser em "Open World", as missões poderão ser executadas a gosto do freguês (ou dos fregueses, caso joguem em co-op).

 

Nota 10! :-D

 

Foi essa sensação que tiveram também?

 

Abraço!

 

Aranha

Editado por Aranha

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Hop!


 


Bom dia, moçada.


 


Procurando mais infos, algumas coisas estão sendo ventiladas:


 


- O HUD será "minimalista" (se comparado ao Future Soldier).


- A "data de lançamento" está estipulada em torno de 18 meses (mas é muito cedo para afirmar algo).


- Nada ainda sobre o multiplayer "versus".


- O jogo já vem sendo desenvolvido (conceito) há 3 anos, e a Ubi procurou manter uma interação grande com a comunidade fã do jogo objetivando ouvir e implementar as sugestões destes.


- Por ser "Open Wold", tudo indica que a forma que ação é tomada influenciará nas outras ações, exemplo: Se a tomada de um laboratório for "stealth", talvez os outros traficantes não saibam o que está acontecendo. Todavia, se for tomada de assalto, os traficantes que orbitam uma determinada região (próxima ao fato) poderão saber o que ocorreu, tomando uma atitude quanto a isso.


- Será um "mundo vivo", com rotinas de 24 horas (como um GTA). Ataque a noite, e a probabilidade do local estar menos protegidos será maior.


 


Enfim, foi o que consegui "pescar" até agora.


 


Valeu!


 


Aranha


Editado por Aranha

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

dou meu voto de confiança, mas sei la se me empolgo com esse conceito. 

Ghost e r6 precisam de uma volta as origens imho (r6 parece estar conseguindo isso com o siege)

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

psg1,

 

Bem da verdade que, agora, tudo é "lindo e maravilhoso", e no fim pode vir uma bomba. Sou suspeito, sou muito fã da franquia (até do Future Soldier eu curti), mas vejo com ótimos olhos essa "nova" fase, de "mundo aberto", pois trará novas possibilidades às estratégias durante as partidas (ao menos, em co-op).

 

Sei que GR está longe de ser um blockbuster como BF ou COD, mas tem seus fieis seguidores, rsrs

 

Saindo mais alguma info bacana, trago pra cá.

 

Abraço!

 

Aranha

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Gostei até mesmo do ultimo Ghost que foi o mais fraquinho da série.

Espero que eles consigam colocar uma dificuldade proxima da do GRAW ao menos.

 

E sabia que o Aranha estaria antenado nesse jogo :lolmor:

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Gostei até mesmo do ultimo Ghost que foi o mais fraquinho da série.

Espero que eles consigam colocar uma dificuldade proxima da do GRAW ao menos.

 

E sabia que o Aranha estaria antenado nesse jogo :lolmor:

 

Pois é, Cody!

 

Sou fã da série (nos consoles), desde o Ghost Recon 2, do XBOX tijolão. Depois dele, passei pelo Ghost Recon 2: Summit Strike, GRAW1 (Xbox 360), GRAW 2 (Xbox 360), GRAW 2 (PS3) e GRFS (PS3). Tentei o Ghost Recon do PSP (muito ruim) e também do NGAGE (olha, até que bacana, inclusive, terminei à época em que tive esse aparelho).

 

As versões do PC, infelizmente, não tive a oportunidade de jogar. Além do offline, o online me proporcionou centenas de horas de diversão, por isso não posso negar, sou fã.

 

Infelizmente devido a correria e acontecimentos do dia a dia, estou mais afastado do mundo dos games, mas sempre que sobra um tempinho (ou sai uma notícia como essa), eu paro e leio um pouco sobre o assunto. Certamente jogarei este game, e boto fé que a Ubi vai acertar desta vez (ou, pelo menos, acertar mais do que com o Future Soldier).

 

Abraço!

 

Aranha

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
5 THINGS YOU NEED TO KNOW ABOUT GHOST RECON WILDLANDS
by Mikel Reparaz | Editor | on  June 17, 2015 | 3 comments | in E3 2015

Taking on a huge, cartel-controlled open-world might be the most ambitious step the Ghost Recon series has ever taken, and its developers are taking pains to put their own twist on the concept. Rather than falling back on scripted missions and linear events, Ghost Recon Wildlands aims to be truly open, giving players complete freedom to decide how to fight their covert war against the Santa Blanca, the cartel that’s turned a near-future Bolivia into a corrupt narco-state. What follows are a few of the key concepts that truly set Ghost Recon Wildlands apart.

1. IT’S ENORMOUS

Flying over the Bolivia of Ghost Recon Wildlands in a helicopter is a great way to get a sense for just how vast it is. Its scenery stretches to the horizon, with little villages appearing even tinier against the backdrop of huge mountain ranges and broad swaths of desert. Activity erupts sporadically below; friendly rebels fight with cartel goons, drug factories are tagged as potential targets, llamas stand around outside villages. This is the biggest open world to ever be used in an Ubisoft action-adventure game, and it fills all that space with a huge variety of objectives, terrain types, and spontaneous events.

grw_screen1_e3_150615_4pm_pt.png?7ba42c

To underline this, the E3 2015 demo began with four players – each on a separate screen – in completely different areas. One drove through a seemingly endless expanse of white salt flats, while another strolled casually through a mountain range, passing one of the game’s many creepy, cartel-erected effigies of Santa Muerte. A third rode a dirt bike through a hilly desert, occasionally launching off corrugated-metal ramps, while a fourth crept through a forested area, hidden by vegetation as he slowly approached a clapboard house belonging to an officer of the Santa Blanca cartel.

2. STRATEGY MATTERS

“When we finished Ghost Recon Future Soldier, one of the things we wanted to do was look at player choice, player agency,” says Dominic Butler, Ghost Recon Wildlands’ Lead Game Designer. “This was the chance to realize a dream we’d had for a long time, which is to really open it up and give the choice back to the players.”

The Santa Blanca officer mentioned above is one example of that choice. He’s an optional stop en route to extracting the mission’s main target, an informant named Luis “El Chango” Alvarez. Once his boss – a woman named Nina Flores, more popularly known as La Reina de la Belleza – learned of his disloyalty, Luis was kidnapped and imprisoned. And the cartel officer now in the Ghosts’ sights knows something about Luis’ whereabouts.

grw_screen2_e3_150615_4pm_pt.png?7ba42c

While the other three players make their way across the map, the Ghost outside of the house tags the cartel officer and his lone guard, then steps out into the open. As Far Cry-style enemy awareness indicators light up, the Ghost shoots the guard and grabs the officer, forcing him to his knees for a quick interrogation. Luis is in a nearby camp, he says, and it’s heavily patrolled by guards. Knowing this wasn’t necessary to finding Luis. The four Ghosts could have simply found and charged the camp on their own, taking their chances with the fortifications. They could have set up sniper’s nests and emptied the camp of guards before abducting Alvarez, or they could have waited until nightfall and snuck in under cover of darkness. But now that they have a little information about what they’re in for, they can plan accordingly – and the plan they settle on involves stealing a helicopter.

“It’s not about us determining beforehand that this is a stealth mission, or this is the bit you have to escort the guy, or you have to do a full frontal assault,” says Butler. “It’s, ‘here’s a situation; here’s a singular objective, and then it’s up to players how they want to do it. They write their own story.”

3. BOLIVIA HAS ITS OWN RHYTHMS

The people you’ll meet in Ghost Recon Wildlands each have their own agendas and behaviors, and they’ll react not just to your actions, but also to changes in the weather or time of day. They’ll participate in events that have nothing to do with you or your mission, seen in the demo as a player-controlled drone pans its camera across a farmer’s market and an outdoor dance party. Your enemies are no different, except that they also have factional politics to consider. Bolivia isn’t simply run by the Santa Blanca; the Santa Blanca pays off the government, which in turn hires a military force called Unidad to protect its interests. The cartel soldiers don’t get along well with the Unidad troops, and so if they’re together, it’s really easy to set them at each other’s throats.

grw_screen4_e3_150615_4pm_pt.png?7ba42c

To extract Alvarez efficiently, the team has decided to steal one of Unidad’s helicopters. Again, this could be done under cover of night, but an argument between soldiers and cartel goons at a Unidad base creates an opportunity that one of the Ghosts exploits with a sniper bullet. Not realizing the shot came from a third party, the cartel and Unidad immediately start shooting at each other, and while they’re busy with that, the Ghosts run past, killing anyone who gets in their way as they make a beeline for a chopper, pile in, and take off.

4. CO-OP IS ESSENTIAL

Ghost Recon Wildlands isn’t simply an open-world game that allows for cooperative play – it’s built specifically for four players. Making its four Ghosts – each with their own upgradable skills – work together is a huge part of its open-ended approach to strategy. It’s so important, in fact, that if you’re playing solo, you’ll be assisted by three AI partners, who’ll help you out by stealth-killing enemies in sync with you, or by riding shotgun in any vehicle you commandeer.

grw_screen9_e3_150615_4pm_pt.png?7ba42c

There’s good news for lone wolves, though. While it’s in your interest to work together, there’s nothing to prevent players from going off and doing their own thing, or even tackling different missions than their comrades. You’ll want to come back and help out on the big stuff, however, because then you’ll get to do cool things like skydiving out of a helicopter while your friend-pilot follows you to provide air support. That’s exactly how the hunt for Luis continued, as two players bailed out and parachuted onto a hilltop, while the third continued piloting the chopper and the fourth rode in its open side hatch with a machine gun.

After a short hoof, the two on-foot operatives sneak into the camp, stealth-kill Alvarez’s guards, and frog-march him out of the camp at gunpoint. This doesn’t go unnoticed by the guards, who sound an alarm… just in time for death to rain down from the chopper in the clouds. The ground team stuffs Alvarez into the trunk of a car and takes off, with the passenger player leaning out to take shots at pursuing cartel thugs. The chase breaks off somewhere around the salt flats, where the car and chopper rendezvous. One of the Ghosts in the car loads Alvarez into the chopper, while the chopper’s gunner hops into the car’s passenger seat, and the two teams go their separate ways once again, ending the demo.

grw_screen3_e3_150615_4pm_pt.png?7ba42c

5. YOUR ACTIONS HAVE CONSEQUENCES

Early in the demo, the Ghosts approach the little village of Huertas from its outskirts, where the Santa Blanca have massacred some of the residents. We’re told this was a reprisal that resulted directly from a previous mission. Your actions carry weight in Ghost Recon Wildlands, and the civilian population won’t be the only ones affected. Remember those factions we mentioned earlier? You can manipulate them into more than just temporary fighting.

“Depending on how the player engages with these factions, their relationships with each other, and with the player, are going to change,” says Butler. “It’s something we really encourage, in fact. It’s for the player to manipulate, and play with the toy.”

grw_screen6_e3_150615_4pm_pt.png?7ba42c

Alliances can be forged with rebel groups. Shaky pacts can be broken, as you further exploit the distrust between Unidad and Santa Blanca, and use it to destabilize the comfortable relations both have with the government. It’s a huge world of possibilities, and it’s headed to PlayStation 4, Xbox One, and PC.

 

 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Hop!

 

Alguns "youtubers" (não curto essa nomenclatura, hehehe) gravaram suas reações ao novo jogo, e como particularmente achei divertido, resolvi postar aqui.

 

Vamos a elas:

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=EO7N5PZ7Fh0

 

 

Interessante que nenhum dos 3 "matou a charada" com precisão até o anunciado do jogo.

 

Aranha

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

http://www.ghostrecon.net/featured-news/ghost-recon-wildlands-pre-alpha-hands/

 

Posted By Deosl on Jun 25, 2015 | 0 comments

Hi Ghostrecon.net community, this is my experience with the pre-alpha build of Ghost Recon Wildlands in Paris June 2015 before the announcement of the game at e3. Ubisoft invited me and other GR community members to playtest and give our feedback to the developers. We were fortunate to play the game with no restrictions and free to mess around and explore the world.

The build we played was a little older than the one you saw in the e3 reveal. This was a very early pre-alpha build with not 100% complete assets. Anything you read here is subject to be changed or removed in the final product, as we tested the game at a very early stage.

wildlands-Panorama.jpg

As you know the game is focused on a 4-man coop experience and the 4 of us, Fréderic, Cortexian, Rocky and me teamed up. From my understanding, the game can be played with AI or up to 3 human players. Friends can also seamlessly join your game in progress.

The first thing I notice is the variation in the landscape of the world. The environments looked impressive and the scale was vast as you could, in fact, move to any place in the world without feeling boxed in. Being set in Bolivia the map offers different environments like deserts, dense jungles, villages, snowy mountains and more we didn’t get a chance to explore in our session.

The engine felt solid and the graphics for a pre-alpha was very impressive and what you’d expect for a title on the newer consoles and PC. The team at Ubisoft Paris have created their own engine specifically for Wildlands and it showed in this build. As ghosts, you have to become entrenched in your environment and in this engine it seems like you’ll get to take advantage of this.

We all started at a rally point in the middle of the map with loads of missions near us. At the rally point, we had several dirt bikes and an armoured buggy to our disposal. We all jumped in the buggy and decided straight away to go for a capture a helicopter mission, even if it was heavily fortified and being warned beforehand!  The passengers could lean out of the vehicle and engage if needed.

On our way to the mission, we would see AI driving around and helicopters patrolling the map. Even if all of us were primarily PC players we managed to capture the helicopter even though we were playing with controllers. We died multiple times, but we could respawn on teammates or be revived by teammates in this build.

After enjoying the view, we decided to try and jump out the helicopter to experience a halo jump. It felt great and when you pulled your parachute you could even see the details in the animation when the arms pull towards the direction you want to go.

wildlands-helo-e1435252891905.jpg

The loadout for each character was default in our build, this enables you to choose carefully what you equip and how you work as a team. We had a marksman posted on a higher elevation of the compound and would mark and take out any nearing enemies to the group moving in on the target. Communication and teamplay is still a vital tool in the Tom Clancy games we’ve been used to.

We split up afterwards and I teamed up with Cortexian, we decided to explore an outpost across the salt desert located on the west side of the map. When we reached the compound it was night time and we had to use our night vision goggles. We tried to be stealthy and use the darkness as cover and this worked great. We managed to take out the fuel reserve and steal the chopper. We then explored more of the map before halo jumping again! (it was fun)

Later on we re-grouped with Rocky and Fréderic and decided to attack an industrial fabric, and again we stole a chopper. Cortexian was a great pilot and we also managed to see the snowy mountains and see the vast landscape of the world.

To my dismay, we had to use a Xbox controller, being a PC gamer this was quite unnatural for me. However, I made do and learned as I went. The controls are very much work in progress along with everything we tried. It felt natural and not that hard to get into, even for me being a PC gamer.

Even if we had to use Xbox controllers, the build was running on a PC and they assured us the PC version will not be an afterthought. We had a lot of PC specific questions and the devs wanted to hear our thoughts on the PC version. They have people dedicated to work on the PC version and it’s features.

Pressing the different buttons I managed the following in regards to movement:

You can vault, crouch and go prone, in the version we played there was no leaning.
When you are prone your character will move similar like in ARMA 3. The upper body will rotate the direction you look while being prone. I really enjoyed this feature.
You can holster your weapon. Changing from primary to secondary wasn’t super fast which I liked.
When you are close enough you can take someone hostage and use them as a human shield.

All the missions were open and you could do any mission you like in any order you please. I loved this non-linear approach and the freedom it gives back to the player. It reminds me of the old Ghost Recon were you could do the missions in any order you wanted to. This time the whole of Bolivia is at your disposal.

You could check the map for any active missions and set a marker for your teammates to see. The game doesn’t tell you how to approach any missions or limit you. You can do it alone while your teammates do other missions or you can coordinate like a proper ghost team. If one mission entails blowing up a fuel reserve, the game won’t care if you load up a chopper with c4, parachute out of it and blow it up once it hits the target. This opens for a lot of different tactics for teams and only their imagination will restrict players in terms of planning and executing missions.

The world is alive and responds to the players actions. If you attack a base full of enemies, their allies will know if you don’t knock out their communications systems fast. This will lead to the other bases to fortify heavier and anticipate any impending attacks.

There is a day/night cycle that will impact how you approach your target. You can play stealthy and take out a target without alerting the enemy. Given our limited time we didn’t manage to try this approach effectively with silencers.

wildlands-night.jpg

 

The missions themselves that we managed to try were destroying cocaine storages, blow up fuel reserves, steal vehicles, assassinate a VIP before he escapes and destroying communication towers. There is some variation to the missions as we don’t know them all and no info on the single player was given at this stage. In my experience with the ARMA 3 mod Wastelands, it’s the journey and your approach to the mission that is quite fun and builds up tension. I had the same feeling playing Ghost Recon Wildlands because there are many other elements in the world that can affect your plans if someone engages you or you decide to do another mission on the fly.

To conclude my first impressions of this very early pre-alpha build of Ghost Recon Wildlands, it’s very promising for a pre-alpha, there is still a lot to be finalized and see how it all comes together in the final product. It’s still a work in progress with many features still being worked up.

It’s a fresh take on the series with a open non-linear world, vehicles and focus on freedom and teamwork. I’m eager to play more and I can see myself playing this game with friends with the main focus on co-op. My general impressions are the devs are quite excited about this new direction and new opportunities their new engine offers. It will naturally be compared with Battlefield, Just Cause, Far Cry, GTA and ARMA but I think the setting is believable for a Tom Clancy title to set it apart from the competitors.

I can’t wait to learn more and get my hands on it again. If you have any questions, please let us know and we will try to address them in the forums. Please note we only got to play coop.

Discuss this article on our Wildlands forums.

 

=======================================

 

Botando fé...

 

Aranha

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

O Ryo me mostrou o trailer do jogo no último final de semana. Tou com hype também.

 

Espero que a AI do grupo seja boa na execução da abordagem (furtiva ou rambo-like) de cada missão. Mais do que o aspecto open world o que mais cativou é a possibilidade de fazer a missão por diversos meios.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Ressuscitando o tópico.

Ninguém jogando o game?

Comprei o meu, instalei no console e ainda não comecei (estou finalizando Nioh). O game tem conquistado apenas notas medianas (Média 7). Alguém já tem algum parecer do jogo?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

mesmo com essas notas o lançamento do jogo vendeu mais que Horizon e Zelda em UK, Rhazo tava certo, povão adora um genérico da Ubisoft :lolmor:

Editado por Cyco

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

mesmo com essas notas o lançamento do jogo vendeu mais que Horizon e Zelda em UK, Rhazo tava certo, povão adora um genérico da Ubisoft :lolmor:

Massa consome lavagem, não tem erro ao julgar porcos.

 

Peguei um código de PS4 na faixa, vou testar em coop mas já prevejo um joguinho nota 7 no máximo.

 

Acho que vou fazer review de ME:A

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Ressuscitando o tópico.

 

Ninguém jogando o game?

 

Comprei o meu, instalei no console e ainda não comecei (estou finalizando Nioh). O game tem conquistado apenas notas medianas (Média 7). Alguém já tem algum parecer do jogo?

 

joguei os 2 betas e é generico... só isso, tem bastante coisa para fazer as nao empolga.

 

é quase um Arma3 com gta for dummies

 

deve divertir bem no coop

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

joguei os 2 betas e é generico... só isso, tem bastante coisa para fazer as nao empolga.

 

é quase um Arma3 com gta for dummies

 

deve divertir bem no coop

 

Dei uma jogada agora a noite.

 

Os gráficos são bacanas demais! A sonoplastia é muito legal mesmo!

 

O Co-op deve ser o ponto forte mesmo! Fiz uma missão apenas. Não revoluciona em nada e nem inova em aspecto nenhum. Tem o ambiente mistura de Just Cause com Far Cry. Mas tem a seriedade dos jogos anteriores da franquia e voltou à realidade da atualidade (já que o future soldier tem apetrechos para enxergar pos trás de parede e outras tecnologias que atrapalharam a imersão). 

 

Esse Wildlands cumpre o que promete sem inovar, mas diverte! Tenho que jogar mais!!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Peguei para o Xonão sem freio, mais porque semana passada teve uma promoção de compre 2 jogos e pague apenas 1 nas lojas americanas, queria o For Honor, como já havia esgotado peguei ele, está lacrado ainda. Se ninguém mais comprar para jogar um coop no Xone eu nem irei abrir, tentarei trocar pelo Nioh ou For Honor, que estou mais interessado em jogar eles.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Peguei For Honor e ele no PS4, vieram na faixa huahuahuahua. Não com vontade nenhuma de joga-los.

Editado por Rhazo

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala, pessoal.

 

Mais algumas considerações sobre o jogo, talvez dessa forma possa animar (ou repelir, rsrsr) quem tem interesse em adquirir este game.

 

Vale deixar claro, logo na largada, que jamais fui um ardoroso fã de games de mundo aberto como GTA (nunca joguei mais que 10 minutos, pois achava desinteressante. Limitava-me a roubar carros e dirigir pela cidade fazendo "merda". Com 10 minutos, desligava ou mudava de jogo) ou mesmo ARMA 3 (PC nunca rodou). Creio que o game de "mundo aberto" que mais joguei foi o Operation Flashpoint Dragon Rising (PS3) e Operation Flashpoint (para o primeiro Xbox), portanto essas são minhas referências de "liberdade" em um jogo.

 

Isto posto, vamos as considerações:

 

- A Bolívia (que, vale a ressalva, não é 100% fiel, mas uma adaptação para o game) é enorme e tem muita vida. Nela, você transita por diversos municípios (ou cidadezinhas) de forma fluida, sem interrupções ou "loadings". Com mais de 3 horas de jogo (existe, no uPlay um sistema de estatística) não tenho ainda 7% da campanha principal completada.

 

- Ontem, ao jogar uma missão com o camarada Natanael_USA (aqui do grupo), houve alguns acontecimentos interessantes: ao acessar uma vila para cumprir uma missão (no início da noite), um NPC deslocava-se até um pequeno altar e começa a rezar (você ouve os NPC´s interagindo entre si, nos mais diversos momentos). Outro momento interessante foi quando entramos na casa de uma mulher local da vila, ela escutava o rádio que comentava sobre o cartel e notícias do momento. Além disso eles "correm" quando entramos nos locais com armas em punho, ou saem dos carros quando disparamos em qualquer parte deste.

 

- Hoje, durante uma missão, tentei acessar uma pequena ilha, que ancorava um barco que era utilizado para refino de coca. Cheguei de helicóptero (ruim de controlar, precisavam melhorar isso!) e tomei uma saraivada de tiros dos traficantes de Santa Blanca. Na segunda tentativa, agi de forma mais furtiva, chegando com um pequeno barco de pesca, desembarcando na água, usando o "nado furtivo" (sim, existe essa opção onde o personagem nada por debaixo d´agua) e me aproximei da ilha. O problema é que ela, durante o dia, tem uns 15 a 20 inimigos que fazem a segurança do local. Me plotaram e pediram reforços, inclusive, um helicóptero foi chamado para patrulha. Tive que retrair pegando o barquinho do pescador e saindo do "range" de busca do helicóptero.

Quando a noite caiu, reduziu a atenção deles, o número de inimigos disponíveis, além de podemos usar o NVG para facilitar nosso acesso. Bingo, missão cumprida.
No momento que estava na água, flutuando para ver o melhor momento de subir pelas pedras, um cardume pulou ao meu lado, mostrando o cuidado (no meu modo de ver) que a Ubi teve em criar esse mundo.

 

- O som das armas, a customização do personagem e seus movimentos estão muito bons. Ele rasteja, anda em posição de caçador, anda ereto e corre. Além disso, também usa posições não ortodoxas de tiro (lateralizado) para engajar os alvos inimigos. Não chega a ser um ARMA 3 (a referência), mas para um jogo que tem por objetivo agradar aos fãs de jogos "táticos" e trazer mais jogadores "casuais", creio que houve um bom equilíbrio.

 

- A IA inimiga é boa quando enfrenta você ou seus amigos, entretanto quando interage entre eles, alguns problemas ocorrem. Existe uma força insurgente que você auxilia - Kataris 26 - , mas que é inimiga do Santa Blanca e também da força oficial militar. Todavia, quando um veículo deles passa próximo de um ponto de controle de força inimiga, nada ocorre. Isso não deveria acontecer.

 

- A UNIDAD (força militar corrompida pelo cartel) é a mais difícil de enfrentar, pois eles tem soldados mais bem equipados, preparados e em maior número. Contam com armas mais pesadas, fazem patrulha de forma mais organizada e podem utilizar helicópteros para auxiliá-los na caçada.

 

- Apesar do cenário ter, a grosso modo, o mesmo perfil; existem características peculiares muito legais em determinadas regiões. Por vezes passei por plantações de trigo (que com a ajuda do vento, se mexiam dando uma impressão de "naturalidade" bacana); matas fechadas, lagoas, etc. Isso porque ainda não cheguei na parte onde há algumas geleiras ou deserto de sal.

 

- A interação com seus amigos de time (NPC´s) é OK e não compromete, mas jamais poderemos comparar com a interação com outros camaradas "de carne e osso", que tenham o mesmo objetivo que você para completar a missão. O coop é gratificante, e a interação demais. Você pode ser o líder (ou liderado), pode jogar de suporte (com armamento com maior cadência de tiro), pode ser o atirador de precisão ou até mesmo incorporar o médico (ainda que todos possam ter o poder de cura de um amigo ferido ao solo). Não importa, o coop é a cereja do bolo deste jogo, e devido sua grandiosidade, duas duplas poderão realizar missões distintas no cenário. Outro fator legal é que o nível de dificuldade é individual, ou seja, o jogo responderá de forma diferente (e individualizada) ao nível de dificuldade setado por cada um dos jogadores, de forma independe.

 

- Bulletdrop (como na série Battlefield) está presente. Creio que tenha sido a primeira (não lembro se no GRFS existe essa característica). O que sempre existiu na série foi a questão da administração e controle do recuo, onde a depender da posição corporal do jogador, classe e arma escolhida (sim, as 3 variáveis interagiam entre si) haveria maior ou menor "spray" (precisão ou falta da mesma) nos disparos.

 

- Com o passar do tempo, e aumentar dos níveis, você libera itens e características do jogador, MAS MESMO NA LARGADA, NÃO É FRUSTRANTE ter o básico. Você pode, com os equipos "de largada", jogar de igual para igual com um amigo com mais acessórios e equipamentos diferenciados. Mas não há dúvidas que, quanto mais "brinquedos" liberados, melhor.

 

- O passar do tempo é incrível, e este é um item que sempre me agradou muito nos jogos (independente de ser ou não da série Ghost Recon). Lembro-me que no TEST DRIVE LE MANS do Dreamcast a simulação do passar do tempo (e das mudanças climáticas) era animal! No Operation Flashpoint Dragons Rising (PS3) comecei missões noturas que terminavam com o raiar do sol. No GRAW 2 (PS3), existe uma missão que começa a noite, com a lua "à pino" e termina pela manhã, muito bacana também.

 

O fato é que no GRW chove (com trovoada!), venta, o tempo fica nublado, anoitece, amanhece, e tudo isso influencia - de certa forma - na maneira que você joga. O ciclo de dia e noite além de ser um espetáculo à parte, determina se o local onde você irá realizar o ataque terá mais, ou menos, inimigos. Se estará mais, ou menos fortificado ou se os inimigos estarão mais ou menos alerda.

 

O jogo não é perfeito, precisa sim de mais polimento, mas em todos esses meus anos de fã da série Ghost Recon desde 2004 (GR2, GR2 SS, GRAW, GRAW2, GRFS e GR Jungle Storm, do NGage), afirmo sem medo de errar que GRW é o melhor de todos que joguei.

 

Para os fãs de jogos táticos (que não tiveram ou não terão acesso ao ARMA 3, que é o supra sumo), esse é um prato cheíssimo e diversão GARANTIDA, principalmente se puder jogar com mais 3 amigos.

 

1f603.png

:-D

Valeu!

Aranha

Editado por Aranha

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

A melhor parte de Wildlands pra mim foi matar Alucards. O gameplay é bom mas o open world dele é um lixo, a história é um lixo e os personagens são outro lixo. O que salva bem de leve é o level design que garanto: se tivesse menos mundo seria bem melhor.

 

Os veiculos no geral funcionam muito bem e servem seu propósito, são bem abundantes e como aranha disse tem funções táticas nas missões. O background criado é bem interessante, infelizmente a história e as motivações são tão genéricas que deveriam excluir Tom Clancys do nome desse jogo, roteirista da prole mais inferior.

 

O que é interessante no jogo é o gameplay que eles deram uma bela mamada em MGSV e misturaram com GRAW e GRFS. Como em RE5 jogar sozinho rapidamente vai se tornar uma grande merda, eu não recomendo.

 

O Open World é o lixo padrão da Ubisoft, gigante e cheio de entulho sem graça e marcadores de checklist dos mais podres possíveis.

 

 

Além do entulho o open world genérico da Ubisoft nos agracia com os mais tenros glitches e bugs, chega a dar desgosto ver o quanto involuimos nessas duas ultimas gerações. Antigamente era criminoso lançar jogos beta no console, hoje é comum jorrarem estrumes assim no mercado.

 

Quer notinha?

 

6 para quem for jogar solo e 7 para quem for jogar em coop.

 

Desperdicio de gameplay e tema num jogo mediano.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

O helicóptero desse jogo é uma atrocidade... Mas que é divertido ficar toda do em cima de um Outpost de BOLIVIANO com os caras largando o aço da janela é...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora
Entre para seguir isso  

×

Informação Importante

Ao utilizar este site, você está automaticamente concordando com os nossos Termos de Uso e regras..