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Wiseman

[RPG] News / Rumores / Anúncios de Lançamento

Posts Recomendados

Seres netais,

 

Como já haviam proposto anteriormente, sugiro que usemos esse tópico para postar toda e qualquer notícia sobre RPGs de consoles de mesa, já que há específicos para cada portátil. Assim concentramos notícias sobre vendas, situação das softhouses e publishers, entrevistas, rumores, anúncios de lançamentos (de jogos que ainda não tem tópico oficial). Seria o sucessor do tópico Next-Gen RPG's que está deveras datado, já que, infelizmente, o Hiei saiu do fórum.

 

Caso discordem da idéia, o Strife pode mesclar esse tópico com o Next-Gen RPG's, tranquilamente. E caso ele entender que serja melhor, não tem problema também.

 

Square Enix Has Pockets Full Of Gil Thanks To Deus Ex And Final Fantasy XIII-2

 

By Spencer . May 14, 2012 . 2:32am

 

deus1_thumb.jpg

 

Last year, Square Enix posted a net loss of 12,043 million yen or roughly $150 million. Square Enix reported a turnaround this fiscal year with 6,060 million yen ($75.75 million) in net income.

 

Yoichi Wada, President and Representative Director of Square Enix, attributed the profitable year to increased sales of major titles like Final Fantasy XIII-2 and Deus Ex: Human Revolution. Wada also said the company continued to expand with web games and smartphone titles. Sengoku Ixa, an feudal Japan simulation game created with Yahoo! Japan, and social game Final Fantasy Brigade were cited as two other strong titles.

 

While arcade, merchandise, and publication sales were down, the game division went up 11.9% with 71,871 million yen in digital entertainment sales.

 

Fonte: Siliconera

 

Comentários: Fiquei curioso e fui dar uma olhada nas vendas de XIII-2 e Deus Ex. As vendas totais de Deus Ex somando X-360, PS3 e PC deu 2.450.000 unidades vendidas. FFXIII-2 somando as vendas do X360 e PS3 deu 2.320.000 unidades vendidas. FFXIII-2 vendeu até que bem. E pelo visto o Wada tá mais interessado em expandir para os social games. Maldito FDP... desde que entrou a Squenix só piorou.

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2.320 para um FF canônico é uma piada, eu pensei que venderia MUITO mais nos EUA e Europa depois do semi-fracasso no Japão.

 

Não me preocupo com o fato dela estar entrando no mercado de jogos para redes social e smartphones, são totalmente distintos na minha opinião, um não influencia o outro, assim como o público família dos Motion Controls.

O triste é ver que ela não consegue mais produzir jogos decentes para os consoles atuais. Seus últimos trabalhos de qualidade se limitam aos portáteis, jogos que ainda carregam aquela aura de geração passada. Simplesmente não conseguiu evoluir.

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Game of Thrones to curioso pra ver como vai ficar. Não tinha visto nada do game até ontem, o combate me chamou um pouco a atenção, parece uma mescla de action com turno

 

Mas é algo que msm sendo top não compraria agora. Medieval to no The Witcher 2, tentando fazer tudo quanto é quest e em seguida penso em ir pro Dragons Dogma.

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Eu sabia que iria lançar brevemente o RPG de Game of Thrones.

 

http://www.youtube.com/watch?v=hZ8Ri4pYaEs

 

Os gráficos parecem de PS2. Tá bem feio e tals. Li o artigo que o Executioner postou e achei até interessante. Mas tá com cara de ser bomba bimba. Tenho medo de ver o gameplay de um bagulho desses. E o pior... amanhã é o lançamento e ninguém da crítica especializada se interessou em fazer um review, pelo o que vi no site Metacritic.

 

Levando em conta que a série A Song of Fire an Ice está em alta pela adaptação da HBO, é estranho ninguém da crítica especializada falar sobre o jogo.

 

Como fã da série, até compraria se estivesse peidando dinheiro. Mas é quase certeza que é biribinha genérica. Façam review quem puder jogar a versão econômica e tals.

 

Lockheart

 

FFXIII-2 vendeu muito bem sim. E a Squenix tá mais do que satisfeita com o jogo que fizeram, gostemos ou não.

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Eu até tenho dinheiro aqui pra "torrar" num jogo qualquer agora mas tou mais inclinado pro Dragons Dogma, vou esperar sair ambos pra decidir o que pegar. Se jogasse no PC, Witcher e Diablo tornariam esta decisão obsoleta... Pena essa geração ter tão poucos RPGs de console decentes.

 

Agora, o que vou jogar mesmo é Legend of Dragoon da PSN que vou comprar hoje. :reibr:

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Então, o único precedente que nós temos para comparar é FFX e sua continuação. E mais ou menos ainda, pois X-2 sempre teve cara de spin-off, já XIII-2 foi vendido como uma verdadeira continuação que superaria o original.

FFX vendeu 8 milhões e sua continuação mequetrefe vendeu mais de 5 milhões.

FFXIII foi muito muito bem também, vendeu 6 milhões e meio, foi o quarto FF mais vendido da história. A SE pode até estar satisfeita com as vendas do XIII-2, mas para um FF eu acho que vendeu pouco. vendeu menos que alguns spin-offs e capítulos antigos para Snes.

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o mercado para JRPG é outro

na verdade o FFXIII considerando o MERCADO, é o FF mais vendido da historia, rpg nao vende nada hj, e ninguem quer saber deles, foi um milagre ter vendido tanto o Xiii

 

nao da para comparar com o FFX-2

que era continuacao de um jogo inesquecivel e historia foda

 

ja o FFXIII nao animava muito em historia

preferia ate que fizessem FFX-3 mesmo ou FF12 -2

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Está foi uma geração esquisita, os Jrpgs em sua maioria foram todos produções nível C, com qualidade extremamente dúbia, alguns divertidos......., raros jogos tem uma produção B, é realmente difícil de achar, por diversas vezes é mais simples ligar o PSP ou jogar algo no DS. só consigo lembrar mesmo de Blue Dragon,Final Fantasy XIII,Xenoblade, e os Tales(Vesperia e Xillia)

 

todo o resto do que joguei em consoles são sub-produções praticamente, uns mais felizes que outros mas todos sem investimento algum.....

Editado por Rei_Ayanami

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Assim, eu acho que produções caras nós até que tivemos, dá pra citar quase uma dúzia de JRPG´s aparentemente caros para consoles de mesa, o problema é que até entre eles pouca coisa realmente agradou.

 

Eu to me surpreendendo bastante com os RPG´s menores do Wii agora, todo mundo só fala de Xenoblade e The Last Story, mas recentemente terminei Muramasa (não é bem JRPG) e me apaixonei pelo jogo. Agora estou jogando Chocobo Dungeons, e mesmo sendo um game bem simples, traz um feeling absurdo para fãs de FF, principalmente pela trilha sonora fantástica, to gostando muito também.

Editado por Lockhart

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Eu colocaria o Star Ocean nessa lista tb, mas eu concordo com a Rei, esse foi basicamente o resumo da geração que eu vi.

 

Edit: Ah, teve Eternal Sonata tb. Jogão.

Editado por Rodrigo

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Consegui achar um review de Game of Thrones. É da RPG Fan. Achei o review bem detalhado e interessante. Depois de ler ele, vejo que não vale a pena comprar, polis há outros jogos que desejo adquirir que certamente são melhores do que esse. Mas se alguém quiser me dar, agradecerei devidamente.

 

Game of Thrones

 

"It's difficult not to suggest Game of Thrones to fans of the series, considering the entertaining combat found beneath the unpolished exterior."

 

Do you meticulously know the family trees of House Targaryen, Baratheon, Stark, and Lannister? If so, Cyanide Studio has crafted a game that you're likely to enjoy. If you find yourself without a depth of knowledge of George R. R. Martin's world, like myself, however, you'll find an unspectacular, but entertaining, RPG modeled after BioWare's titles. Unfortunately for both parties, Game of Thrones is an incredibly rough title – glitches abound, and while few of them are game-breaking, they're still considerably frustrating. Still, it's difficult not to suggest Game of Thrones to fans of the series, considering the entertaining combat found beneath the unpolished exterior.

 

ss-001.jpg

 

The game's rough spots begin with its two main characters, Alester Sarwyck and Mors Westford. Mors is a member of the Night's Watch, defending the Seven Kingdoms from wildlings and anything else from the other side of The Wall. Alester, on the other hand, is a nobleman who fled after Robert's Rebellion fifteen years ago and is only now returning to his homeland as a priest of R'hllor. They both fight for their convictions – Mors for the honor of the Black and Alester for his homeland – but neither character is particularly memorable. Both of their quests are filled with spectacular and brutal individual moments, as would be expected from Game of Thrones, but the overarching story feels like generic fantasy filler. Up until the last few hours of the game, little is engaging, though the end does make up for quite a bit of drudging through filler. As well, it's nice to have main characters that aren't simply adolescent archetypes, and both these characters feel like they have weight behind their decisions.

 

The biggest issue comes from the dialogue – major characters feel too one-dimensional and many minor characters are simply throwaway. It's great that Cyanide was able to weave these brand new characters into the canon, but nothing they do feels like it has any effect on the overall world. Of course, it could have suffered from Lord of the Rings: The Third Age syndrome – a group of nobodies fighting the same battles as Frodo and party. Regardless, the world behind these characters is a strong one, and it's the only thing that stands out in an otherwise pedestrian narrative.

 

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This might be passable if the game's aesthetics were able to take up the slack, but both the audio and visuals leave something to be desired. The art style fits quite well with the game's world – it's bleak, it's dark, and it's dirty. However, the visual issues come not from the art style, but the technical aspects. This game's graphics are as close to broken as they get. There are massive clipping issues – your dog's attacks go directly through opponents, cloaks don't work particularly well, and doors... Everything clips through doors. Characters, weapons, even health bars find themselves cut through by an open door. This wouldn't be an issue if not for every other environment being a doorway-filled corridor. It's frustrating to say the least, and it's exacerbated by a poor camera and a general lack of detail on character models.

 

Audio fares slightly better, as many of HBO's actors reprise their roles, but most characters from Martin's world simply appear as asides mentioned in passing or codex entries. New characters run the gamut from bad to decent, and one character sounds just like a jolly, modern day American, while the rest of the game is filled with British accents and gruff speech. It's odd to say the very least. The music is unmemorable, but it does the job that it's supposed to do.

 

So a game with an average story, decent audio, and broken graphics? What would bring someone to play a game like this? One thing that Cyanide did well was the game's combat. It's modeled very similarly to BioWare's Star Wars: Knights of the Old Republic, as you can queue up to three commands for each character and they play out in a quasi-turn-based system. The further you progress, the more abilities Mors and Alester get, and many of them work synergistically. Depending on if you make other characters bleed, knock them down, or set them on fire, for example, certain abilities do additional damage.

 

As well, different weapon types do an additional 15% damage versus specific types of armor. As such, there's strategy to consider, especially when fighting groups of enemies, who almost always have mixed types of armor. Things are almost always engaging, though they can get difficult in specific circumstances. Luckily, those who don't want to feel the sting of defeat over and over during escort quests or tough battles can ratchet the difficulty down a bit. Each character's abilities are also unique to their specialization, selected at character creation and again at level seven. The system works well, with the exception of surplus skill points; I maxed out my preferred weapon and armor skills around level nine, long before the end of the game.

 

ss-032.jpg

 

Quests and exploration are solid, and many sidequests provide worthwhile content. My favorite bit of the story came not from the main plot, but by being played for a fool by a whore and being sent on an appropriately foolish errand. Not all of the sidequests are so engaging – several of them are merely fetch quests – but it's positive that the game has the content there. Most areas are fairly small and straightforward, but segments with Alester are full of secrets found by tapping a button and looking for small flames. It keeps you occupied, and should you desire to explore every nook and cranny of Castle Black or King's Landing, there are plenty of doodads to find.

 

Despite entertaining combat and worthwhile customization, however, there are some issues with Game of Thrones' gameplay. Occasionally, you're forced into the body of Mors' dog, usually to do some reconnaissance. These segments are by far my least favorite part of the game, as they combine stealth and button mashing into one arduous whole. The hound sneaks around enemies to kill them, and while he attempts to rip their throat out, you must mash the A button over and over again. To say the least, it's frustrating, and there are more than a few of these segments. Luckily, issuing orders to the hound during regular combat is much like using any other ability – simply tap a shoulder button to bring up a radial menu. There are bugs beyond the graphical issues as well – at times I lost the ability to move in dog mode, the game forcing me back the route I came, and other times I entered deathblow sequences for the final enemy, only to have him kill me while I was literally in the process of destroying him. It's unfortunate, but not entirely fun-killing.

 

I would love to say that Game of Thrones is a great introduction to George R. R. Martin's world, but that simply isn't the truth. There are quite a few references to A Song of Ice and Fire and only those who are already fans of the series will get a significant amount of joy out of this title. Solid combat and interesting gameplay systems prevent it from being a licensed throwaway, but don't expect a gaming masterpiece if you're not already rooting for one of the lords of the Seven Kingdoms.

 

Scorecard

Graphics: 60%

Sound: 70%

Gameplay: 85%

Control: 75%

Story:75%

Overall:75%

 

 

Pros: Engaging combat, George R. R. Martin's world, fantastic ending.

 

Cons: Middling graphics, distinct lack of polish, awful dog sequences.

 

Bottom Line: A fun adventure for Game of Thrones fans, but an average time for everyone else.

 

Fonte: RPG Fan

Editado por Wiseman

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É, típico jogo para aproveitar a série em alta. Mas tem alguns méritos e deve valer um piratinha e, pelo menos, um usado mais pra frente. Vou ver se acho para alugar!

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É sim pô. Na verdade, FOI jogão. Saiu em 2007 cara primeira leva de RPG praticamente, tem uma arte lindíssima, uma história excelente com personagens muito bons. Pena que seja mais linear que FFXIII (design de mapas HORRENDO) e que o sistema de lutas seja um Star Ocean de pobre, mas foi jogão sim.

 

Tenho originalzão aqui até hoje no PS3 e ainda vou jogar de novo um dia.

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É de fato esqueci de Star Ocean...., ao meu ponto de vista o que aconteceu foi que várias empresas gastaram dinheiro com produções B medíocres no inicio da geração, em jogos que abandonaram os gostos Japoneses, que passaram a ser vistos como jogos que foram feitos para estrangeiros por la, o que levou eles a venderem pouco, já que é de um conhecimento de todos de que ninguém no ocidente joga jrpg que não comece com Final e termine com Fantasy, e isso não vem desta geração vem de outras no PS2 já era assim.....

 

Se pararmos para pensar alguns dos jogos lançados não foram ruins não, mas não venderam no Japão porque,1° tivemos por um bom tempo o peso crise econômica mundial,2° a entrada forçada da MS no Japão com aquela propaganda de "Jrpgs são agora no X360", que todos os Japoneses já sabiam que terminaria em um abandono do gênero, e para terminar diversos produtores começaram a falar mais do que trabalhar....

 

Entretanto tivemos vários jogos competentes nessa geração, e hoje os Japoneses enxergam no PSP como o sucessor do PS2, basta ver que tirando Tales of Xillia o PS3 não tem um só JRPG de produção alta, também tivemos a total destruição dos sub-gêneros dos Jrpgs..., mas isso é muito tedioso de comentar em fórum...

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Teve The Last Remnant também que é deveras bom, sistema de combate muy diferente e tal.

 

Mas também me surpriendi com os jogos do Wii, Muramasa eu terminei no emulador a um tempo atrás e The Last Story parece jogaço, pena que não roda tão bem aqui.

 

The Witcher dev hiring for two new RPGs

Polish studio CD Projekt Red seeking staffers for a brand-new intellectual property that may include guns, and a separate project in "mature dark-fantasy world."

 

The Witcher developer CD Projekt Red is currently at work on two all-new role-playing games--a new intellectual property and a project set in a "mature dark-fantasy universe"--according to job listings posted at the Polish developer's website.

 

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CD Projekt Red is cooking up two new RPGs.

 

As for the new intellectual property, a blog post on the firm's website indicates the new project will be a "vast role-playing game," which will be built from the ground up. The developer presently has nine open positions for this project, including calls for artists, animators, and programmers.

 

CD Projekt Red is teasing that the game will include guns in some fashion, a departure from the fantasy world it became known for with The Witcher. The job listings for this project use the image of a gun as a bullet point, and the blog post includes a line that reads, "And hell, no matter if it's with guns or swords, we’re just having a good time here."

 

Concerning the new "mature dark-fantasy world" role-playing game at CD Projekt Red, firm details on this game are similarly thin. There are nine positions for this title currently available, including calls for a quest designer, animator, and cinematic artist.

 

This project may be a follow-up to 2011's The Witcher 2: Assassins of Kings, which notched warm review scores and sold over 1.1 million copies on the PC alone. A line from the blog post indicates the title will be set in a universe that the developer has previously worked in, and known for "dwarves, elves, and sorceresses," a description applicable to the Witcher franchise.

Editado por Leonhart

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Li o review postado pela Ayanami. Acredito que os defeitos apontados (generalidade de pawns, problemas na AI deles e muito backtracking e luta com os mesmos inimigos do respawn) sejam reais realmente. Mas o cara escreve como se esses defeitos fossem a alma do jogo. Como se eles deixassem o jogo ser ruim e esquecível, merecendo tomar um 6, por ser genérico. O que senti é que o reviewer se decepcionou bastante em pontos que ele tinha mais expectativas.

 

E vi que ele ficou chateado pelo tutorial ter "mentido" para ele, haha.

 

Achei estranho a comparação que ele fez com Kingdoms of Amalur: Reckoning. Eu terminei Amalur com tudo o que tinha para ser feito, faltando só os DLCs. Gostei pra caramba do jogo. Mas ele é repetitivo e MUITO fácil mesmo no hard. Fazer combos nele é legal. Mas conto nos dedos de uma mão as batalhas que tive dificuldade. Por isso, não entendi a comparação. Considero Amalur um A-RPG competente ao que se propõe. Mas muito repetitivo e os cenários não tem vida. O cara menciona Amalur como se fosse um modelo.

 

De todo modo, esse review só abordou pontos negativos que ele queria mostrar. Ele não desenvolveu o review dele acerca de pontos importantes em um A-RPG, como sistema de batalhas, evolução, estória, chefes, NPCs célebres, exploração do overworld, cidades e dificuldade. Apenas disse que está num padrão decente, sendo todos esses elementos a verdadeira alma de um RPG. Ele só escreveu sobre o que queria falar e o resto resumiu de forma porca.

 

Difícil considerar esse um bom review dando realmente uma boa idéia do jogo. Eu realmente penso que tudo o que ele criticou pode ser verdade. Mas aspectos fundamentais de um RPG ele não abordou devidamente.

Editado por Wiseman

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Review : Game of Thrones (IGN)

 

6.5 Presentation

The story is the one thing that stands out in the game, but it’s surrounded by lazy voice acting, and poorly textured environments.

 

3.5 Graphics

The main characters have some impressive armor, but others look like little to no effort was put forth in their creation.

 

4 Sound

Aside from the music track used in the HBO series, there’s little else to remember here. Dialogue is delivered with little conviction at times and sounds will occasionally cut out.

 

6 Gameplay

At moments it feels incredibly repetitive, but the combat keeps the intensity up by using slow-down to keep you on edge. There are also dialogue moments in the game that have you make major decisions that impact your outcome.

 

4 Lasting Appeal

Aside from going back to an earlier save to see an alternate ending, there is little reason to return to the game. The only reason it will sit with you is if you finish all 15 chapters to see the surprising conclusion.

 

Closing Coments

 

It’s a shame that most will not have the wherewithal to endure the 20 or so hours of bad game to get to the really juicy story moments. The twists that are thrown are guaranteed to surprise. Unfortunately you’ll need to wade through an often ugly, buggy, and poorly delivered mess to get to them. The good parts of the game just make the ugly ones stand out even more and though the plot is there, you have to trudge through a lot of mud to get any enjoyment out of it.

 

4.0

 

http://www.ign.com/articles/2012/05/15/game-of-thrones-review

Editado por grun

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