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Encontrado 11 registros

  1. edit: Discussão do Iceborne começa a partir da página 20 segue a discussão original do anúncio do lançamento do Monster Hunter World Um monte de infos chegaram porque houve uma apresentação do jogo na E3, foi desenvolvido pelo time principal da série e ia ser batizado de Monster Hunter 5 mas mudaram de idéia, então é um jogo mainline e não um spin off como se pensava, é a evolução da série. Dengeki
  2. Ralf Jones

    Quais os jogos você zerou em 2017?

    Bem chacpas, como já é tradição (ou não) trago a vocês o tópico sobre os jogos que vocês terminaram no ano passado, no caso 2017, sejam eles para qualquer plataforma. Eu sou meio chato com isso, gosto de terminar a maior quantidade de jogos possíveis e ir eliminando meu backlog aos poucos, então eu anoto os jogos que eu terminei em um e-mail que eu mando pra mim mesmo, para sempre ficar sabendo quais foram os últimos... Então aqui vai a lista dos jogos que eu terminei em 2017 com a data que foi terminado, mas coloquem a de vocês ai, tenho curiosidade para saber como anda a vida gamistica de vocês, que estão todos velhos paia igual a mim! 1 - 02/01/2017 - The Crew 2 - 11/01/2017 - DMC 3 - 01/05/2017 - Quantum Break 4 - 16/05/2017 - Table Top Racing 5 - 21/05/2017 - Ignite 6 - 01/06/2017 - Mad Riders 7 - 04/07/2017 - Tekken 7 8 - 09/07/2017 - Skylar & Plux: Adventure On Clover Island 9 - 24/07/2017 - Call of Duty Black Ops 3 10 - 10/08/2017 - Middle Earth Shadow of Mordor 11 - 10/09/2017 - Gears of War 4 12 - 17/09/2017 - Recore 13 - 09/10/2017 - Strike Vector EX 14 - 06/11/2017 - Dariusburst Chronicles Savior 15 - 09/11/2017 - Sonic Forces 16 - 15/11/2017 - Sonic Mania 17 - 10/12/2017 - Wolfenstein 2 The New Colossus 18 - 18/12/2017 - Street Fighter V 19 - 24/12/2017 - Star Wars The Force Unleashed 2 20 - 31/12/2017 - Battlefield 1 Joguei todos no PC, que é a minha única plataforma atualmente.
  3. Ralf Jones

    [PC Steam] [PS4] Final Fantasy XII: The Zodiac Age

    Square Enix has announced Final Fantasy XII: The Zodiac Age for PlayStation 4. It is due out in 2017. The Zodiac Age is a high-definition remaster of Final Fantasy XII International Zodiac Job System, which adds to the original Final Fantasy XII with reconstructed game design and additional systems, with further system improvements and current generation technology. Here’s the list of improvements: Visual Improvements High-resolution upgrades for backgrounds, character models, and all 2D parts including fonts High-resolution upgrades for movie scenes Introduction of current generation visual expression Sound Improvements7.1ch surround support High-quality voice support English and Japanese voices (switch between them in the game configuration) Original and newly re-recorded BGMs (switch between them in the game configuration) Usability ImprovementsShorter load times Auto-save functionality added Improved high-speed mode and improved play time operability during high-speed mode Watch the teaser trailer below. View the first set of screenshots at the gallery. Visit the official website here. Read more at http://gematsu.com/2016/06/final-fantasy-xii-zodiac-age-announced-ps4#VwDhuDuBrVq6Z9te.99
  4. Ralf Jones

    Metal Gear Survive

    Konami apresenta Metal Gear Survive, primeiro game da franquia sem Hideo Kojima https://www.youtube.com/watch?v=X3hjRKGrC40 A Konami apresentou hoje "Metal Gear Survive", primeiro game da icônica franquia feito após a saída de Hideo Kojima da desenvolvedora. O que Kojima anda fazendo após terminar com a Konami? Seguindo os moldes da série de jogos, o game é um stealth para ser jogado em quatro pessoas e que se passa logo após os eventos de "Metal Gear V: Ground Zeroes". Após um buraco negro se abrir no final do último jogo, os soldados sobreviventes são enviados para um universo alternativo tomado por zumbis cobertos por um cristal misterioso. "Metal Gear Survive trará uma pegada mais leve na série com os famosos elementos stealth, mas com uma configuração co-op desenhada para oferecer uma experiência verdadeira e cativante de multiplayer" - Tomotada Tashiro, presidente da Konami da Europa No trailer, é possível ver o personagem Big Boss, mas ainda não está claro se ele terá uma participação efetiva no game, bem como outras caras conhecidas como Snake. Por enquanto, estas são as informações reveladas pela Konami sobre o primeiro Metal Gear 100% Não-Kojima. Após a Gamescon, possivelmente teremos mais informações sobre o jogo de multiplayer stealth. "Metal Gear Survive" será lançado em 2017 para PC, PS4 e Xbox One. fonte: http://adrenaline.uol.com.br/2016/08/17/45182/konami-apresenta-metal-gear-survive-primeiro-game-da-franquia-sem-hideo-kojima
  5. Leonhart

    Oxemfree

    Depois de muito tempos sem fazer um review fiquei com vontade, terminei recentemente Oxemfree, lançado pela indie Night School Studio em janeiro de 2016, é um "adventure" lançado para PC, PS4 e Xbox One que vale ser conferido. História e Narrativa O jogo tem um clima de muito mistério do início ao fim, se passa todo em uma ilha onde um grupo de adolescentes vai passar as ferias, lá se deparam com eventos sobrenaturais dentro de uma caverna, a trama envolve vários temas como viagem no tempo e te prende até o final e é de longe o ponto mais forte do jogo. Gameplay O jogo funciona como uma especie de adventure com um sistema de diálogos interessante que lembra de leve o de Mass Effect, te dando algumas opções pra cada conversa, alterando a maneira que personagens te veem, eventos no jogo e até o final. Visual e Música Visualmente o jogo é bonito, com uma câmera bem afastada que da boa ideia de escala do cenário, a composição lembra um pouco FF VII lol, com background pintando e personagens 3D levemente SD. A música transmite bem a ideia de mistério do jogo e de se estar explorando um local estranho e desconhecido. Porque jogar? Oxemfree é daqueles jogos indies curtos e inspirados, tem por volta de 5h de duração e vai te prender pela história, outro ponto alto nele é o replay, como o jogo lida com tema de viagem no tempo a sua segunda vez jogando vai ter muitas influências da primeiro, explorando isso de maneira muito criativa e com vários finais possíveis. Bem é isso ai, espero que tenha ficado bacanudo o review, é um jogo que merece atenção chapas.
  6. ragecom

    Playstation 4 - Tearaway Unfolded

    A Plus deu esse jogo um mês desses... Eis um review proletariado e marxista.
  7. Everaldo

    Valkyria: Azure Revolution

    Valkyria: Azure Revolution Gets Its First Teaser Trailer Sega shared the first screenshots for their recently announced title, Valkyria: Azure Revolution, their newest entry in the Valkyria Chronicles series. They’ve followed up with a look at the game’s first teaser trailer. And here are some more screenshots shared on the official website: Valkyria: Azure Revolution will release in Japan in Winter 2016 for PlayStation 4. Read more at http://www.siliconera.com/2015/11/19/valkyria-azure-revolution-gets-its-first-teaser-trailer/#vZMFyv7XbsScIFD5.99
  8. ragecom

    [PS4] The Order: 1886

    Zerei The Order: 1886 ontem e resolvi fazer um review de leve. Sem spoilers, podem ler à vontade. O jogo se passa em Londres, no ano de 1886 mas em um universo alternativo: o mundo está ameaçado por humanos meio animais (half-breeds) tipo lobisomens e Londres está também enfrentando uma guerra civil do governo contra forças rebeldes que pretendem tomar o poder. O jogo foi aclamado pelos gráficos, e acho que isso ninguém pode negar. E no meio disso tudo está o protagonista do jogo, que se chama Galahad. Galahad faz parte de uma ordem de cavaleiros criada pelo Rei Arthur. Na verdade esta ordem é o nome que o jogo dá aos Cavaleiros da Távola Redonda, que neste universo alternativo, existe até os dias em que o jogo se passa. Esses cavaleiros agem como uma espécie de SWAT: eles são "superiores" à polícia e sempre que dá alguma merda envolvendo os half-breeds eles são chamados para resolver o problema. Esta guerra entre humanos e half-breeds existe desde a época do Rei Arthur e os humanos sempre estiveram em desvantagem, porque os half-breeds são muito mais fortes fisicamente, porém com a revolução industrial os cavaleiros da ordem obtiveram acesso a armas realmente poderosas e agora são capazes de lidar de igual para igual com os half-breeds. Fora isso, um grande aliado dos cavaleiros é a blackwater - um líquido que aumenta significativamente a longevidade das pessoas e possui incríveis poderes de cura. Com esse líquido de origem desconhecida, alguns dos cavaleiros de 1886 já estão vivos há séculos (Galahad, por exemplo, tem vários séculos de idade). Claro que estamos falando de um universo imagiário e a tecnologia avançada que o jogo apresenta não tem absolutamente nada a ver com o que se tinha em 1886. É mais ou menos a ideia de Bioshock, tipo um "futuro do pretérito", na falta de um termo melhor. Um dos NPCs do jogo é Nikola Tesla e ele é uma das justificativas que o jogo dá para a tecnologia avançada. É interessante "interagir" com Tesla e usar suas invenções, mais ou menos como em Assassins Creed 2 onde você "conhece" Leonardo DaVinci. Resumindo... É um enredo de filme B, porém a produção é hollywoodiana. Sinceramente, os gráficos impressionam MUITO. Os melhores gráficos que eu vi nesta geração até agora eram de Ryse: Son of Rome (X1) mas The Order: 1886 supera. Os mapas são detalhados ao extremo e a beleza e realismo dos models é impressionante. É nível você dar zoom no rosto de um personagem e identificar sinais de expressão nele. O jogo é repleto de cutscenes que me parecem terem sido feitos com a própria engine do jogo porque o jogo todo é graficamente lindo. Cada detalhe, coisas jogadas no chão, marcas nas paredes, objetos em cima das mesas... Tudo muito bem feito e claramente pensado nos mínimos detalhes. A ambientação escura, com uma Londres em plena revolução industrial acinzentada também é bem legal. A IA do jogo não é mocoronga como em vários jogos do estilo, mas também não é nada de mais. Dependendo do tipo de inimigo, ele terá uma estratégia diferente de enfrentamento e de maneira coerente: você não vai ver um granadeiro sair correndo na sua direção - ele vai ficar de longe tacando as granadas. Da mesma forma, um cara de shotgun vai sempre tentar chegar o mais próximo possível de você porque a arma é de alcance curto. Tudo ok nesse quesito. Como TPS o jogo está na média. Nada de mais, nem nada de menos, apenas o que se espera de um TPS típico: você pode carregar uma arma pequena (revolver, pistola, etc.), uma arma grande (fuzil, shotgun, crossbow, etc.) e dois tipos de granadas. Nada além do básico. A movimentação de Galahad é fluente num geral, apenas em poucos momentos eu senti que o movimento era mais brusco do que deveria, como quando ele pula algum gap ou algo assim. Nesse sentido em específico o jogo me lembrou da movimentação de Chris em RE5. Galahad de sniper. A parte cinematográfica do jogo é longa e muitas vezes não acrescenta. Os cutscenes são muitos e grande parte deles são desnecessários. Não é nada exagerado como em Metal Gear Solid 4, mas certamente é algo acima do comum. O jogo é curto, e creio que essa seja uma das maiores críticas que ele recebeu. Eu pessoalmente acho que não deve ter cabido num único bluray um jogo mais longo com esse tipo de gráfico. Mas independente da razão, o jogo é curto mesmo (eu zerei em umas seis horas) e contando que ele não tem nenhum motivo forte para ser rejogado, é o tipo de jogo que vai ficar empoeirado na prateleira. O fator exploração também é quase nulo: você coleta uma munição aqui, um áudio ali, mas nada de mais. A munição que o próprio jogo te dá durante o percurso com a dos inimigos mortos é mais do que suficiente. Pra ser honesto não tem muito o que explorar... O jogo é linear demais. Em um momento ou outro você acaba se deparando com uma encruzilhada só pra descobrir depois que os dois caminhos dão no mesmo lugar. Eu venho de uma "escola" de Resident Evil 2, Silent Hill, etc. então não consigo resistir a chegar perto de cada armário, prateleira, gaveta ou baú e tentar explorar e claro que é um tanto frustrante quando você percebe que praticamente todos os objetos que compõe os mapas do jogo são meramente decorativos. O enredo (fraco) também não me deixou muito envolvido com o jogo. Galahad não tem nenhum carisma, nem nenhum dos NPCs. Basicamente eu fui jogando meio que ignorando a história. Foi uma experiência razoável de TPS, com excelentes gráficos e só isso. Eu achei o Metacritic muito baixo para o conjunto da obra. Eu daria um 7.5/10 se alguém me perguntasse. Pessoalmente acho que deve haver algum hate por ele ser exclusivo. Claro que não é um jogo memorável, mas vale a pena se você pegar usado por um preço justo. Metacritic: 63/100 Nota Rage: 7.5/10
  9. ragecom

    [PC/PS4] Mother Russia Bleeds

    Ignorei totalmente esse jogo na E3. Vi um vídeo aqui agora e gostei pra caralho. Beat 'em up promissor com um jeito de Hotline Miami.
  10. ragecom

    [X1] Murdered: Soul Suspect

    Mais um reviewzinho com o padrão de qualidade ragecômnico. Vou procurar não fazer spoilers. Murdered: Soul Suspect se passa na cidade de Salém, Massachusetts. Você controla um detetive chamado Ronan O'Connor, que está trabalhando no caso de um serial killer que está aterrorizando a cidade conhecido como Bell Killer. Ronan está perseguindo o assassino em um apartamento e durante a luta, o serial killer joga Ronan pela janela e ele morre. Ronan desperta como espírito e descobre que está morto. Agora, Ronan deve desvendar o mistério de quem é seu assassino, mesmo depois de morto. Pessoalmente eu gostei bastante do enredo (pensando melhor, não muito do enredo em si mas sim como ele é passado). Quando vi que o jogo era uma coisa mais investigativa pensei logo que seria algo como LA Noire, mas é um pouco diferente: como Ronan é um fantasma, ele pode "ver" coisas que os demais detetives (vivos) não conseguem perceber. O jogo é sombrio, mas ao mesmo tempo cativante de certa forma. A pequena cidade de Salém, as pessoas cochichando pelos cantos sobre os assassinatos, o climão sombrio e nublado, tudo isso compõe muito bem o enredo que se propõe. Aos poucos Ronan vai descobrindo que há algum tipo de ligação entre o Bell Killer e as famosas histórias que envolveram as execuções das bruxas de Salém - o que faz com que o enredo fique ainda mais sinistro e misterioso. Ronan se move de uma maneira meio dura, mas nada que chegue a comprometer. O foco dele nos detalhes em cada cena de crime também poderia ser melhorada, mas isso também é um pormenor. Os mapas do jogo são muito bonitos e cheios de detalhes: Ronan visita cenários diversos (igreja, cemitério, manicômio e outros locais de Salém) e todos são bastante sombrios e bem construídos. A atmosfera do jogo não é pesada por ser sombria. Existem jogos sombrios em que o ambiente é extremamente pesado e hostil, que passam uma sensação de insegurança a cada instante (Fatal Frame, por exemplo). Já em Murdered essa sensação é bem mais amena - o jogo consegue passar o suspense sem deixar o jogador com aquela sensação de opressão e perigo iminente, e esse ar mais sombrio só contribui para aumentar o mistério que Ronan está resolvendo. A mecânica do gameplay é a seguinte: Ronan, por ser um fantasma, consegue atravessar paredes por exemplo - porém, existem certas barreiras que não existem no nosso mundo, apenas no mundo espiritual. Por isso Ronan conta com a ajuda de uma garota adolescente médium, e os dois vão avançando juntos. Ronan, por exemplo, não pode ser visto por câmeras, então uma de suas funções é garantir que a garota (que se chama Joy) não seja vista por elas, ou mesmo por pessoas em determinados locais onde eles estão invadindo. Já Joy, que está viva, consegue se comunicar livremente com as pessoas, coisa que Ronan não consegue fazer. Na prática um complementa o outro. Ronan pode interagir com objetos eletrônicos (ligar rádios, desativar câmeras, etc) para chamar a atenção das pessoas e levá-las para onde interessar. Ele também pode possuir pessoas para buscar memórias ou influenciar as suas decisões na busca por pistas. O único perigo que pode matar Ronan são os demônios, que só "existem" no mundo que ele consegue enxergar. Para "matar" os demônios é necessário se aproximar por trás e eliminá-los com um QTE. Existem locais onde há o chão é diferente e Ronan não deve pisar ali, porque os demônios irão traga-lo e game over. Existe uma cena, na igreja, em que Ronan deve passar por um corredor com esse "chão de demônios", do outro lado está um zelador limpando o chão e do lado de Ronan está um rádio. Para passar por essa parte é necessário ligar o rádio, o que irá atrair a atenção do zelador, e você passa para o outro lado "de carona" no corpo dele. Não é um puzzle complicado, mas é interessante e divertido. Num geral eu não esperava nada de Murdered, mas o jogo acabou se mostrando uma grata surpresa. Claro que não é um jogo maravilhoso, mas foi bem acima do que eu imaginava. Metacritic: 51/100 Nota Rage: 7,0/10
  11. ragecom

    [PS4] Thief

    Mais um review cheio de ódio no coração... Thief é um crossgen que saiu para PS3, PS4, X360, X1 e talvez PC. O que eu joguei foi o de PS4. Você joga com um ladrão clichê chamado Garret. Digo clichê porque ele fica fazendo pose de fodão e todos os outros personagens o respeitam como o ladrão fodão. Garret tem uma amiga, que foi sua aprendiz chamada Erin. Erin é outro clichê: aquela ladra gostosinha totalmente inescrupulosa que acha que sabe da porra toda e gosta de fazer tudo sozinha. Bem, papo vai, papo vem e Erin acaba caindo de uma cúpula de vidro onde dentro estava sendo feito um ritual. Depois que Erin cai em cima do feixe de luz verde, uma onda de impacto varre a cidade e Garret acorda um ano depois sem se lembrar o que aconteceu exatamente naquele dia e numa cidade tomada por uma praga chamada "The Gloom". O enredo (que já é genérico) evolui para um lado nada a ver e se perde completamente. Ok, se eu falar mais do enredo vai ser spoiler (não que eu ache que alguém vai ficar vidrado nessa historinha meia bomba, mas...). Agora vou resumir Thief em uma frase: um Dishonored piorado (não que Dishonored fosse grande coisa). Sei que a série Thief tem até a sua reputação, mas estou falando especificamente deste jogo. Não sei porque mas jogos que focam em stealth não deviam ser em primeira pessoa. A primeira coisa que você percebe é que Garret é baixinho - e isso é muito esquisito. Todo mundo que você se aproxima parece maior do que você. O stealth do jogo funciona assim: você deve chegar por trás dos inimigos e dar uma porrada na cabeça com a arma de Garret, que parece um pilão de fazer caipirinha. Se algum outro inimigo ver o corpo ele entrará em estado de alerta e irá procurar Garret. A maior parte do tempo Garret deve se esgueirar pelas sombras e abaixado, fazendo pouco ruído. Uma parte interessante do jogo é que o material do chão onde Garret está pisando pode fazer mais ou menos barulho e alertar os guardas (cacos de vidro, poças de água, madeiras, etc.). Você pode também atirar flechas, que possuem diferentes funções e preços: flechas explosivas, flechas com bolsa de água (serve para apagar tochas), flechas com ponta ou sem ponta e por ai vai. Essa parte de stealth, que é 90% do gameplay, podia ser bem melhor e na maior parte do tempo você está fazendo coisas que são completamente forçadas. Por exemplo: existe um comando para que Garret corra de uma sombra até a sombra mais próxima, passando por uma pequena área iluminada. Você pode fazer isso praticamente debaixo do nariz dos guardas e eles não percebem. Da mesma maneira, você pode escalar (e ele usa um gancho para escalar) bem perto dos guardas e eles não escutam nada. Dinheiro é o que não falta no jogo, se você explorar minimamente o local das missões principais (nem precisa explorar a cidade), o que já dá pra manter o inventário sempre cheio. Quando percebi que dinheiro não era problema, eu que já estava de saco cheio do jogo já há muito tempo, abandonei o stealth e matei a maior parte dos inimigos com flechas explosivas (que podem matar até dois guardas se eles estiverem próximos). Garret é um ladrão, então claro que ele pode invadir algumas casas através das janelas e roubar as coisas. Isso também é bem forçação de barra - todas as janelas da cidade estão destrancadas e você usa tipo um pé de cabra para abri-las (como se isso fosse silencioso). Não sei se por azar meu, todas as janelas que entrei não tinham ninguém dentro. Tinha até curiosidade de saber o que aconteceria se alguém me surpreendesse roubando a casa mas nunca aconteceu. Dentro das casas, Garret deve investigar gavetas, cristaleiras, encontrar cofres e abri-los, essas coisas. Nada disso é NECESSÁRIO, mas pelo menos dá uma variada no jogo. A escolha de itens com o controle do PS4 é uma merda - é com o touchpad do controle. Porra, sério que eu não entendo porque eles obrigam a gente a usar esses gimmicks em situações desnecessárias como essa. Esse touchpad do PS4 é horrível, puta que pariu. Eu pessoalmente achei o mapa do jogo bem confuso, tudo muito parecido. Os cenários não tem grande inspiração e não te seduzem a explorar. Os models também são meio feios e o jogo como um todo parece meio mal acabado. Ainda sobre os gráficos: os cutscenes do jogo rodam em FPS tão baixo que chega a dar raiva, comprometendo totalmente a sua qualidade. O jogo é longo, cansativo, chato pra caralho e a cada novo capítulo você fica torcendo para que seja o último. Thief é desnecessariamente grande e tedioso e eu só recomendaria para pessoas que eu desejo mal. Metacritic: 67/100 Nota Rage: 4,2/10
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