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Encontrado 13 registros

  1. Cyco

    [Xbox one, PC] Ori and the Blind Forest

    acho que esse game merece um tópico, tá parecendo bom demais, arte foda, gameplay tb sai no final do ano, e uma versão pro 360 deve sair em 2015
  2. Ulisan

    GANBATTE KARATE: LANÇAMENTO DA DEMO

    HABEMUS DEMO!! The first DEMO of Ganbatte Karate is here and you can play Arcade and Versus Mode with the first 4 characters: - Makoto from 3rd Strike - Gouki from SF 2 - Jin Kazama from Tekken - Emperor of Karate from mangá Blood Fighter by Comission How we do in every launch, we ask to you guys report any bug or glitch to improve in the full game, soon! THE MOST FAMOUS KARATE FIGHTERS IN THE SAME TOURNAMENT! Ganbatte Karate will bring Karate fighters from movies, comics, games in a friendly and competitive fighting game with a simple game system using the Neo Geo Pocket style 8 bits and Sound effects!! DOWNLOAD IT NOW! https://gamejolt.com/games/ganbattekarate/388214 Follow us at: FACEBOOK: https://www.facebook.com/svculisan GAMEJOLT: https://gamejolt.com/ https://twitter.com/UlissanGameDev
  3. loremipsum

    Novo game mobile de desenvolvedora BR

    Timo The Game, ganhador do edital da Spcine K.O. HQ 2017, agora está disponível para iOS e Android e em 12 idiomas diferentes! O jogo, adventure estilo point and click, tem a linda arte do ilustrador Raul Aguiar e produção feita pela Webcore Games, desenvolvedora brasileira. Quem quiser conferir, estes são os links: iOS: https://itunes.apple.com/br/app/timo-the-game/id1382921126 Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.webcoregames.timogame No site abaixo tem mais informações sobre o jogo, além de detalhes sobre a história e o artista, e wallpapers para desktop e mobile: https://www.timothegame.com/
  4. Strife

    [Review] The Amber Throne (PC)

    The Amber Throne é mais uma grande surpresa em termos de RPGs indie. Criado usando a Ruby Engine do RPG Maker, esse jogo demonstra que jogos feitos nessa ferramenta podem ter um estilo visual único; no caso, The Amber Throne usa um visual pintado que me lembrou jogos como SaGa Frontier II e Legend of Mana do Playstation. As animações podem ser um pouco duras, e os inimigos em batalha apenas alternam entre diferentes poses, mas os cenários e os visuais fantásticos do jogo nunca deixam de surpreender (as partes finais em especial, são de encher os olhos, a batalha final é claramente inspirada em Final Fantasy VI). Outro aspecto positivo é o enredo, que é muito bom, possuindo um clima melancólico e sombrio que vai se intensificando com o progredir da história. A premissa da história é que o titular Amber Throne é capaz de conceder qualquer desejo para a pessoa que sentar nele. Ao longo da história, os diversos governantes do trono ficaram conhecidos como Amber Gods. O último desses deuses teve uma visão profética de que iria morrer por causa de uma rebelião, e se o trono caísse nas mãos erradas o resultado seria catastrófico. Para quebrar o ciclo de conflito pelo trono, ele ergueu seu reino aos céus, protegendo-o com uma nuvem impenetrável, mas não antes de deixar uma de suas filhas em hibernação, na esperança de que quando ela acordasse, ela pudesse descobrir a verdadeira natureza do trono e destruí-lo de uma vez por todas. A jogabilidade é aquela de um RPG clássico, com cidades, dungeons e um grande mapa para explorar. O sistema de batalhas é bem tradicional, mas muito divertido em sua base sólida. Não existe MP e os personagens podem usar as skills que aprendem a qualquer hora, com algumas sendo de uso imediato e outras precisando de um tempo de carregamento na ordem de turnos. Mas a estratégia está nas diferentes características dos ataques e skills, como Slash, Pierce ou Blunt. Os inimigos possuem fraquezas específicas, e usando os ataques certos é possível alterar formas e abrir os inimigos a outros ataques. Um exemplo básico são cavaleiros com escudo, que abrem a guarda quando atingidos por um ataque do tipo Blunt, ficando vulneráveis a ataques do tipo Pierce até que sejam mortos ou ergam os escudos novamente. Chefes costumam alternar entre várias formas diferentes, exigindo constante atenção. Outras skills podem aplicar ou retirar buffs, debuffs etc. O resultado são batalhas rápidas, simples, mas que sempre envolvem uma boa dose de estratégia. Não há encontros aleatórios e os inimigos não voltam após serem mortos, mas caso o jogador queira grindar, algumas áreas possuem artefatos que, quando ativados, trazem os monstros de volta (embora eu não tenha sentido a necessidade de fazer isso nenhuma vez). Nem tudo são flores, porém. Encontrei alguns bugs, em três momentos a tela ficou escura, embora desse para escutar o jogo ainda rodando, mas tive que reiniciar tudo para voltar ao normal. Geralmente isso não faz com que o jogo perca muito progresso, pois o jogo deixa salvar a qualquer momento e também possui auto saves, mas é algo a se considerar. O script tem alguns erros também, aparentemente quem escreveu a história tem dificuldade em diferenciar o uso de “its” e “it’s”, mas nada que comprometa. Ainda assim, recomendo The Amber Throne a fãs de RPGs, especialmente pela força do seu visual, seu enredo envolvente e a jogabilidade clássica. A duração é curta, umas 14h, mas a trama sempre caminha num bom ritmo e a trilha sonora é muito boa também. É difícil de encontrar RPGs de RPG Maker que pareçam profissionais, mas esse e Helen’s Mysterious Castle provam que, nas mãos certas, podemos ter jogos excelentes feitos com o programa.
  5. Letarn

    [PC] Prey for the Gods

    A princípio só para PC, o jogo está sendo desenvolvido por um estúdio composto por 3 pessoas(!) É óbvia a inspiração em SotC e longe de isso ser um problema, pelo contrário. Pequena descrição sobre o enredo tirada do site oficial: Prey for the Gods is a brutal journey set on a desolate frozen island, where your only chance of survival is to destroy the very gods you believe in. In Prey for the Gods, you play a lone hero sent to the edge of a dying world to discover the mystery behind a never-ending winter. Arriving with only the clothes on your back, you must survive the colossal dangers that you encounter. To restore balance and reclaim the land from the brink, you will be faced with questions that not even a God knows the answer to. Entrevista com um dos desenvolvedores: http://www.hardcoregamer.com/2015/10/30/prey-for-the-gods-developer-talks-shadow-of-the-colossus-gameplay-multiplayer/174787/
  6. Leonhart

    Oxemfree

    Depois de muito tempos sem fazer um review fiquei com vontade, terminei recentemente Oxemfree, lançado pela indie Night School Studio em janeiro de 2016, é um "adventure" lançado para PC, PS4 e Xbox One que vale ser conferido. História e Narrativa O jogo tem um clima de muito mistério do início ao fim, se passa todo em uma ilha onde um grupo de adolescentes vai passar as ferias, lá se deparam com eventos sobrenaturais dentro de uma caverna, a trama envolve vários temas como viagem no tempo e te prende até o final e é de longe o ponto mais forte do jogo. Gameplay O jogo funciona como uma especie de adventure com um sistema de diálogos interessante que lembra de leve o de Mass Effect, te dando algumas opções pra cada conversa, alterando a maneira que personagens te veem, eventos no jogo e até o final. Visual e Música Visualmente o jogo é bonito, com uma câmera bem afastada que da boa ideia de escala do cenário, a composição lembra um pouco FF VII lol, com background pintando e personagens 3D levemente SD. A música transmite bem a ideia de mistério do jogo e de se estar explorando um local estranho e desconhecido. Porque jogar? Oxemfree é daqueles jogos indies curtos e inspirados, tem por volta de 5h de duração e vai te prender pela história, outro ponto alto nele é o replay, como o jogo lida com tema de viagem no tempo a sua segunda vez jogando vai ter muitas influências da primeiro, explorando isso de maneira muito criativa e com vários finais possíveis. Bem é isso ai, espero que tenha ficado bacanudo o review, é um jogo que merece atenção chapas.
  7. Strife

    [Review] Helen's Mysterious Castle (PC)

    Hm, essa foi uma das maiores surpresas que tive nos últimos tempos. Helen's Mysterious Castle, apesar de ter sido feito no RPG Maker 2000, é um jogo de alta qualidade e que se diferencia dos demais projetos feitos na plataforma. O grupo de desenvolvedores, os japoneses da Satsu, claramente se esforçaram para criar um jogo com estilo próprio e de alta qualidade. Os gráficos são ótimos, um 2D clássico com animações excelentes (principalmente em batalhas), uma trilha sonora linda e uma história que começa simples e misteriosa que vai gradativamente se revelando mais ambiciosa e muito bem escrita. Um conto curto, mas com bastante charme e direto ao ponto. O grande atrativo de Helen’s Mysterious Castle, porém, é o sistema de batalhas. Usando uma engine criada especialmente para o jogo (ao invés dos modelos básicos do RPG Maker), o resultado é um dos melhores sistemas por turnos que já tive o prazer de jogar (e não estou exagerando). O jogador tem a sua disposição armas e equipamentos que encontra ao longo do jogo, sendo que cada item tem três parâmetros: Effect, Defense e Wait. Effect é o dano base que a arma causa, Defense é a defesa que cada arma ou equipamento proporciona, e Wait é o tempo necessário para realizar a ação. Esse esquema é válido tanto para Helen quanto para seus inimigos. Se Helen, por exemplo, ataca com uma espada que tem 20 de Effect, contra um inimigo com ação de 10 de Defesa, o dano causado naquele turno será 10. Se a arma tem um Wait de 5 e a ação do inimigo é 10, o jogador pode atacar duas vezes antes do turno do inimigo. Se ver que o inimigo está preparando uma ação com 20 de Effect e Wait de 5, é bom usar com escudo com Defense maior que 20 e Wait inferior ou igual a 5, o que anulará o dano no turno. É mais difícil de explicar do que realmente jogar; o vídeo abaixo, que mostra o começo do jogo e as primeiras batalhas, explica de maneira mais sucinta: A simplicidade engana, pois o resultado desse simples sistema são batalhas sempre estratégicas e divertidas. Helen não ganha níveis e o único status que possui é o HP, que é possível aumentar achando HP Boosters nas dungeons e como recompensa após chefes. Mortes podem ser constantes quando se está descobrindo os padrões dos inimigos (sem tomar cuidado, qualquer inimigo pode matar facilmente), mas não chega a ser um problema visto que não há penalidade, Helen simplesmente irá acordar em sua casa ou em algum Inn, e devido ao excelente design das dungeons (todas interligadas entre si, com atalhos e passagens secretas que facilitam a navegação), a opção de salvar em qualquer lugar e sem encontros aleatórios, cair em batalha acaba se tornando parte natural do jogo, levando o jogador a reavaliar suas estratégias e equipamentos para conseguir avançar. Cada batalha dá EXP, mas aqui a EXP é usada para melhorar os equipamentos, aumentando seus parâmetros. Durando 6h e custando apenas 4 reais na Steam, é um RPG que recomendo a qualquer fã do gênero. Viciei tanto nele que acabou interrompendo outros jogos que estava jogando, e não é sempre que isso acontece.
  8. Ulisan

    SNK vs CAPCOM - RIVALS!

    A CONTINUAÇÃO MELHORADA!! Pouco mais de um ano após SvC - Rivalry Conclusion nasce o projeto definitivo do projeto NeoGeo Pocket Revival: SvC - RIVALS! Partindo da mesma premissa, Capcom e SNK(P) estão tendo seus personagens similares em disputa pela preferência dos fans e dada a simpatia que os frames 8 bits do NeoGeo Pocket possui, criei esta continuação com mais recursos 8 bits dexiando apenas as vozes com qualidade HD, o resto é pixel sobre pixel e efeitos sonoros em MIDI! FREE FANGAME E PARCERIAS! Dada a situação de copyright, o game é óbviamente gratuito e é um trabalho de fã então cada um que me ajudou com o game não receberá 1 centavo, só pela paixão pelos games de luta. Foi divulgando o game que apareceram o Narrador, o ilustrador para os ArtWorks, e criadores de personagens e é com essa divulgação que ainda estou contando e pedindo: divulguem este game! SCREENSHOTS: JOGUE A DEMO! O projeto será finalizado para o meio deste ano de 2015, mas já existe uma versão DEMO disponível com seis personagens jogáveis que pode ser baixado no site da GameJolt e para o fim deste mês, com sorte, BETA com os 30 primeiros personagens! Você pode acompanhar o progresso passo a passo do jogo na página oficial do Facebook e seguir os videos de apresentação no Canal do YouTube MOSTRE AOS AMIGOS! JOGUE A DEMO!
  9. ragecom

    Ouya

    Ouya: a $99 hackable Android game console designed by Yves Behar By Sean Hollister on July 2, 2012 11:36 pm We don't often report on startups without a physical product to their name, but when you've got sponsors like Ouya does, it's hard not to pay attention. According to a posting on AngelList, Ouya has recruited the talents of Yves Behar to build a $99 Android game console that you can connect to a TV, with a high-concept developer ecosystem that's as free as can be. Any developer will be able to publish games, claims the listing, and all games will be free to play. Even the underlying hardware is "built to be hacked" — every customer who buys a retail box will get a dev kit in the bargain, the site claims. As we alluded to earlier, though, it's not just Jawbone Jambox and One Laptop Per Child designer Yves Behar who's on board. The project's advisors also include Ed Fries of Xbox fame, Amol Sarva of Peek, Peter Pham of Color, and counts Julie Uhrman of IGN as its founder and CEO. There's also a gentleman named Muffi Ghadiali, who appears to be leaving Amazon's Lab126 where he helped ship Kindle. At $99, the Ouya would be playing in the same space as Google TV boxes like Vizio's Co-Star, but we're eager to see what games Ouya might attract. We're on the lookout for more details and hope to have them for you soon. Fonte: TheVerge Reportagem de ontem em português: Ouya, um console de US$ 99 baseado no Android Por: Dori Prata em 04/07/12 na(s) categoria(s): Games, Miscelâneas Enquanto o mundo aguarda a chegada do Wii U, e Sony e Microsoft seguem fazendo segredo sobre os seus próximos consoles, uma iniciativa no mínimo ousada pretende colocar mais um console no mercado. Com o estranho nome de Ouya, o videogame que custará apenas US$ 99 pretende trazer alguns diferenciais para chamar a atenção dos consumidores, sendo um dos principais dele a utilização do Android como sistema operacional. Isso permitirá que qualquer empresa publique suas criações nele e uma das exigências é que todos os jogos sejam gratuitos. Além disso, o hardware está sendo feito para ser hackeado, portanto, quem comprar o aparelho terá direito a um kit de desenvolvimento e qualquer pessoa poderá modificar o console como achar melhor. A ideia de um videogame aberto como este normalmente é vista com desconfiança por parte dos jogadores, mas é importante dizer que o projeto conta com nomes de peso por trás, como o designer Yves Béhar, um dos responsáveis pelo One Laptop Per Child; Muffi Ghadiali, que trabalhou na equipe do Kindle; além de Ed Fries, também conhecido como o pai do primeiro Xbox. Embora as especificações técnicas do Ouya não tenham sido mencionadas, é de se imaginar que por este valor não teremos algo capaz de bater de frente com um Playstation 4 ou Xbox 8/720 e por isso será interessante ver que tipo de consumidor ele conseguirá conquistar ou mesmo se as desenvolvedoras se interessarão em lançar grandes jogos gratuitos para o sistema.
  10. ragecom

    [PC] Thomas was Alone

    Acabei de terminar Thomas was Alone e vim compartilhar com vocês essa experiência gamística única que esse jogo proporcionou. Como de costume, evitarei ao máximo fazer spoilers. Bem, como começar a falar de um jogo tão simples, mas ao mesmo tempo tão profundo? Eu costumo fazer esses reviews mas sinceramente acho que este será o mais difícil de descrever até agora. Thomas was Alone é um jogo meio platformer 2D, meio puzzle. O objetivo do jogo é levar Thomas (e/ou qualquer um dos outros personagens) ao final da fase, posicionando-os em um portal que tem exatamente a mesma forma do personagem. A fase termina e o jogo progride quando todos os personagens da fase estão em posição, em seus devidos portais. Este mundo, estes portais e os próprios personagens são parte de um "universo" que se passa dentro de computadores em uma empresa. Esta empresa desenvolve agentes de inteligência artificial, que começaram a ganhar vida dentro deste universo virtual. A sua percepção deste mundo virtual é na forma de 2D e a percepção deles próprios é representada por quadriláteros. O jogo é extremamente simples e minimalista graficamente falando. Thomas é representado por um retângulo laranja. Com o passar das fases, Thomas vai encontrando outros personagens, cada um com uma habilidade uma PERSONALIDADE em especial. Estou frisando essa parte da personalidade porque o enredo do jogo é (maravilhosamente) narrado, passando uma forte impressão de que aqueles retângulos possuem vida, sentimentos. O jogo gira ao redor de diversos personagens, sendo que Thomas é o principal. Irei listar aqui alguns dos principais (não se preocupem com spoilers, eles aparecem logo nas primeiras fases do jogo). . Thomas, o retângulo vermelho. Ele pula e corre razoavelmente bem. É bom na maioria das situações. A maior característica de Thomas é ser um observador e curioso. . Christopher, o quadrado beje. Ele é lento e pula baixo, porém por ser um quadrado pequeno, Christopher consegue atravessar passagens que nenhum dos outros são capazes. O temperamento de Chris é sarcástico e ele sente um certo complexo por não ser tão hábil quanto os demais. . John, o retângulo amarelo. Ele pula bastante alto e é bem rápido. John lembra uma espécie de atleta de escola americana. . Claire, o quadrado azul. Claire anda devagar e pula baixo, porém é a única que consegue boiar na água. . Laura, o retângulo rosa. Ela pula extremamente baixo e é lenta, porém ela serve como trampolim para os demais. Por causa desta característica, Laura se sente "usada" pelos demais. Essas características pessoais que descrevi são facilmente perceptíveis apenas pela narrativa do voiceover do jogo. Essa voz que narra o jogo é incrível - cada uma das 100 fases possui um texto de voiceover e é sempre incrível ouvi-la. O narrador faz todo o diferencial do jogo, sua voz é clara e eloquente, e a narrativa é muito bem escrita (ao ponto de conseguir passar personalidades diferentes para cada um destes personagens, visualmente tão simples). O OST é outro ponto alto do jogo. Este é o tipo de jogo que se deve jogar com fones de ouvido e ficar imerso naquelas músicas tão calmas e que se encaixam tão bem neste jogo. As músicas são calmas como eu disse, mas não são "músicas de elevador". Os gráficos são bem simples como todos sabem, porém existem alguns detalhes bem legais. Por exemplo, toda fase possui um foco de luz - o efeito dos retângulos passando por eles é interessante e ajuda a compor a atmosfera interrogativa e hipnótica do jogo. Dá pra classificar Thomas was Alone como um jogo artístico, porém de uma forma bem diferente do "tradicional". Seria até covardia comparar um jogo indie de crowdfunding com pérolas como Ico, SOTC, Journey ou Okami, mas ainda assim Thomas was Alone passa essa impressão artística, de que cada detalhe foi pensado com o intuito de passar uma emoção, causar algum tipo de sentimento no jogador. Acho que é isso. Estou satisfeitíssimo de ter jogado Thomas was Alone. Ele custou 9,90 dólares (download) e valeu cada centavo. Vou pesquisar pra ver se acho o OST em CD para comprar. Recomendo fortemente. Metacritic: 77/100 Nota Rage: 8,5/10
  11. ragecom

    [Android] Five Nights at Freddy's

    Five Nights at Freddy's é um jogo indie que acabo de terminar. Vou fazer um reviewzão boladão... O enredo do jogo é o seguinte: você é o segurança noturno desta pizzaria chamada Freddy Fazbear's Pizza, e está ouvindo a gravação com dicas do último segurança noturno. Este restaurante possui mascotes robotizados que serviam para entreter as crianças com danças e música. Ao todo são quatro mascotes: Foxy (raposa), Bonnie (coelha), Chica (galinha) e Freddy (urso). Contudo, um dia uma pessoa vestida como o urso Freddy assassinou cinco crianças nas dependências do restaurante e seus corpos nunca mais foram encontrados. Atualmente o restaurante está fechado pela vigilância sanitária devido a denúncias de clientes de que os mascotes robozitados cheiram como corpos e possuem sangue saindo dos olhos (o jogo deixa subentendido, mas não 100% claro se as crianças mortas foram "empalhadas" dentro dos mascotes). E você, como vigilante, deve passar cinco turnos da noite cuidando do local. Porém, à noite os mascotes robotizados caminham livremente pelo estabelecimento. Pelos avisos do antigo funcionário, os robôs caminham apenas à noite para que seus motores não enferrugem, uma vez que não podem mais ser ligados de dia depois do episódio da "Mordida de 87", onde um dos mascotes deu uma dentada em um cliente e lhe arrancou fora o lobo frontal. Bonnie atacando O objetivo do jogo é cumprir o turno sem ser morto pelos mascotes. Você está sentado na cabine de segurança e existem portas à direita e à esquerda. Você pode acender as luzes destes corredores (para onde levam as portas), abrir e fechar as portas e acessar as câmeras de segurança, que mostram cada um dos ambientes do restaurante. Tudo isso está muito bem, mas cada uma dessas ações gasta a luz do gerador e se a luz acabar antes seu turno terminar, você está completamente indefeso perante os mascotes e morrerá. Observar onde os mascotes estão pode ser feito pelas câmeras de segurança, mas eles podem não aparecer em nenhum lugar por estarem em pontos cegos da câmera. Fora isso, há um cômodo que possui apenas áudio e muitas vezes todas as câmeras dão defeito ao mesmo tempo, impossibilitando saber onde estão os personagens. Muitas vezes eles ficam bem na espreita de uma das portas, fazendo com que você acenda a luz várias vezes para ver se eles estão lá, mas não vem efetivamente. Apesar de cada turno ser de seis horas e cada hora passar em um minuto, são sempre seis minutos extremamente tensos e paranóicos, verificando as câmeras, fechando e abrindo as portas, acendendo e apagando as luzes. Uma das câmeras de segurança - Bonnie, Chica e Freddy comportadinhos Alguns mascotes se movem bem rapidamente, enquanto outros se movem devagar: Foxy e Freddy movem-se rapidamente e se você os ver se movendo nas câmeras, deve imediatamente fechar a porta correspondente, do contrário eles conseguirão entrar na cabine (questão de segundos). Já Bonnie e Chica andam em mais ambientes, porém mais devagar - é possível fechar as portas quando eles estiverem na entrada da cabine, porém se você demorar eles conseguirão entrar. Existe uma versão demo do jogo com as duas primeiras noites. Eu joguei essa demo, me amarrei e comprei o jogo completo para Android por 2,99 dólares. Acho que valeu muito a pena. Li que existem versões para iOS e PC também. Recomendo fortemente pelo custo-benefício. Eu nunca tinha visto uma abordagem tão simples, mas ao mesmo tempo tão envolvente em um jogo de terror, e ainda por cima utilizando apenas mecanismos de point and click. Metacritic: 78/10 Nota Rage: 7/10
  12. Minato

    A.N.N.E.

    Your favorite 8-bit and 16-bit era games mashed into one! Metroidvania meets Gradius in an exciting, modern pixel art adventure! .N.N.E. has been taken to Planet Gomi. In a matter of minutes she will be dismantled and disposed of. Can you make it in time to save her? Set on Planet Gomi, A.N.N.E. is a Metroidvania-style platformer with a unique focus on open exploration. So many places to go! So many things to see! High level enemies are blocking your path, are you skilled enough to take them on now, or will you venture down a less risky path and come back later? That's right, explore on foot or in flight using your bulky, yet reliable ship "The Great Whale"! Use your ship's powerful guns to dispose of large enemies that are blocking your path or move heavy objects in order to... Use your ship to move heavy physics-based objects in order to create your own platforms and access new areas! Use your imagination and carefully stack up physics-based objects or simply toss them towards enemies for maximum damage! A bit of brain power may be required here! Level up! Collect energy crystals from fallen enemies which act as both XP and game currency. Combine weapons with elemental energy in order to create different weapons. Ice rifle or Fire shotgun? It's up to you. Purchase, equip and upgrade special abilities like a bullet shield, shockwave attack and more! Customize your ship with new parts. In A.N.N.E. the camera zooms in when exploring on foot and out when flying aboard the Great Whale. The 16-bit art style is there to ensure that things look good up close and from afar! For this reason the designs have been kept simple and the general goal of the art direction is to avoid getting too much aliasing or noisy details. The game runs in 720p and there is currently no way to actually change that since the game is a true 2D game, pixels must stay sharp and square. Make sure your monitor can support 1280 by 720! The soundtrack is being composed by Miyamo of Conagusuri. Miyamo has been composing and arranging tracks for the past ten years. Founder of the underground Touhou remix circle "Conagusuri", Miyamo's portfolio spans a wide array of genres ranging from J-pop to radio show openings for NHK radio and Fuji television. We are working together in order to give A.N.N.E. it's own audio signature: a blend of 8-bit and modern instruments. One of Miyamo's remix featured in Konami's arcade game: Sound Voltex Pagina do Kickstarter http://www.kickstart...1445624543/anne Votem nele no greenlight: Vote for A.N.N.E on Greenlight!
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