Ir para conteúdo

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''iOS''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Fóruns

  • Players
    • Consoles
    • Tecnologia & Hardware
    • Retro Players
    • RPG
  • OFF Topic
    • Geral
    • Esportes
    • Animes
    • Cinema, TV & Música
    • Rolos
  • Cerveja's Tópicos
  • Política.'s Tópicos

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que contenham...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Playstation Network


XBOX Live


Nintendo Switch


Local


Interesses

Encontrado 6 registros

  1. ragecom

    Apps de realidade aumentada

    Esses dias resolvi experimentar alguns dos tão falados apps de realidade aumentada para Android. Abri o tópico pra trocar sugestões, pegar indicações de coisas legais, etc. 1) Real Pet Dragon - esse é o mais simples que vi, mas ao mesmo tempo acho que foi o que mais causou impacto em quem eu mostrei. Você imprime a folha AR e o app projeta um dragão em cima. É legalzinho, bom pra mostrar a tecnologia para quem nunca viu e certamente deve divertir crianças. 2) Table Zombies - esse é um jogo propriamente dito (apesar de ser meio ruinzinho). O jogo projeta um cenário na folha AR e o objetivo é sobreviver às ondas de zumbis que vão vindo. Eu joguei esse no celular, mas acho que no tablet deve ser mais divertido porque achei tudo muito pequeno. 3) Anatomy 4D - Esse é o mais impressionante na minha opinião. São mais de uma folha AR, e cada uma trás uma parte do corpo humano. Você pode ver o coração batendo, é impressionante e este foi o app que mais me "despertou" sobre como esta tecnologia pode auxiliar no aprendizado. Em uma das folhas AR (a do print abaixo) aparece o corpo humano inteiro e pelo app você pode selecionar quais sistemas deseja ver: digestivo, circulatório, etc. Muito interessante. Recomendem ae.
  2. ragecom

    Sailfish OS

    E cada dia mais o tão falado Sailfish OS vai aparecendo em mais dispositivos... Jolla investido pesado no mercado indiano. Se um dia vai bater de frente com o Android e iOS é outro papo, mas acho legal ter uma terceira opção (Windows Phone não é uma opção lol). Jolla inicia a pré-venda limitada de seu tablet com SailFish OS no exterior Jolla foi capaz de criar uma das campanhas mais bem-sucedidas no Kickstarter. O resultado foi a criação do primeiro tablet com o sistema operacional SailFish OS, capaz de rodar aplicativos Android. Embora o período de vendas por meio do financiamento público tenha acabado, a companhia com sede nos Estados Unidos volta a fazer parte das notícias ao iniciar a pré-venda do modelo para marcar seu retorno ao mercado. Nota-se que a comercialização está disponível apenas no exterior e a quantidade de unidades em estoque é limitada, como a própria empresa diz, então, mesmo que viaje para fora do Brasil, tenha em mente que os lotes irão acabar rapidamente. Fonte: Tudo Celular Features do Sailfish OS: Jolla Sailfish: 5 key features you should know about the OS The spacious Indian budget mobile market has been witnessing newer launches beyond leading OSes like Android, WP and iOS. After Firefox, Jolla smartphone running Sailfish OS has entered the Indian market. Sailfish OS comes from ex-developers of the cult-favourite Meego operating system. The ex-developers formed their own company, dubbed Jolla, after being laid off from Nokia. A few months later, we have our first look at what they’ve been working on behind the scenes. The company has even surprised us with a price tag of Rs 16,499 which is a departure from the budget phones we have been seeing lately with the Xiaomi Mi3, Redmi 1S and Asus Zenfone 5. The key highlight of the Jolla device is the design of the UI, multitasking ability, among several other things. The OS isn’t about single views, its developers call it all about verticality. Let’s take a quick look at the top 5 features that you should know about the new smartphone. Slick user Interface Though the user interface looks like it has borrowed tidbits from Blackberry 10, Windows Phone and Android, the developers have managed to put them together and build an interactive gesture-based user interface that adds uniqueness to the device. Sailfish OS will have a multitasking implementation similar to what we’ve seen in BlackBerry 10. The currently-running apps will be shown in a grid-styled interface that shows the whole window of the running apps. Just like Android widgets, users can interact with them directly. For instance, in the mail app, drag from the left to create a new message, or drag from the right to refresh messages. For the phone app, drag from the left to get the dialer, or drag from the right to get your list of contacts. Each tile also features live information like Windows Phone and can even continue playback of video. If you replace your phone’s back cover with a customised The Other Half cover, you get special content. Live Multitasking without physical/virtual buttons The home screen has nine large rectangles, similar to an elongated tic-tac-toe board. These are filled with up to nine of your open apps, so you can instantly get to any one. In fact certain actions can be performed right through this grid. The OS will be able to seamlessly switch between “screens” by using gestures. These gestures can be cancelled to simply get a look at the homescreen while continuing using whatever app you were using in the first place. This saves time once you get used to the gestures. To close an app, you can swipe down from the top edge like a window shade. If you’re already on the home screen, swipe down to lock the phone. This also ensures one gets to take advantage of more screen real estate as physical or virtual home, back, menu or search buttons can be replaced by gesture-based navigation. Supports Android apps The OS comes with compatibility for Android apps, thanks to the built-in Alien Dalvik layer from Myriad Group, better known for running Android apps on the Nokia N9. The Sailfish OS will also have API-level compatibility with Ubuntu apps. The company has been asking developers to build apps specifically for the Sailfish OS. Meanwhile, the lack of onscreen buttons means Android apps can easily run on the device and take advantage of the stock Android buttons can be effortlessly implemented. Free OS, but propriety features will cost Jolla’s smartphone is all about its operating system – Sailfish. Just like Android, the Meego-based Sailfish OS is also distributed to OEMs free of charge. However, it does for the licence of optional proprietary features. This would also mean phones running Sailfish can be highly customised, and if it is well adopted, could help churn out devices in varying price range. Unified messaging system Jolla is known to come with a unified messaging system. This means Facebook, SMS and WhatsApp messages can all be grouped into a single view. In fact, photos and contacts can also be unified with social networks that allow users to comment or like content, sans the need to access a dedicated app for each function. The lockscreen will provide all the notifications of calls and messages. Fonte: First Post Algumas fotos: Vídeos de hands-on do Sailfish OS (alguns até bem antigos, antes do Sailfish 2.0): Vamos centralizar aqui informações sobre os celulares e tablets Jolla e também releases importantes do Sailfish OS. Eu tinha curiosidade de usar pra ver como é.
  3. ragecom

    [PC] Thomas was Alone

    Acabei de terminar Thomas was Alone e vim compartilhar com vocês essa experiência gamística única que esse jogo proporcionou. Como de costume, evitarei ao máximo fazer spoilers. Bem, como começar a falar de um jogo tão simples, mas ao mesmo tempo tão profundo? Eu costumo fazer esses reviews mas sinceramente acho que este será o mais difícil de descrever até agora. Thomas was Alone é um jogo meio platformer 2D, meio puzzle. O objetivo do jogo é levar Thomas (e/ou qualquer um dos outros personagens) ao final da fase, posicionando-os em um portal que tem exatamente a mesma forma do personagem. A fase termina e o jogo progride quando todos os personagens da fase estão em posição, em seus devidos portais. Este mundo, estes portais e os próprios personagens são parte de um "universo" que se passa dentro de computadores em uma empresa. Esta empresa desenvolve agentes de inteligência artificial, que começaram a ganhar vida dentro deste universo virtual. A sua percepção deste mundo virtual é na forma de 2D e a percepção deles próprios é representada por quadriláteros. O jogo é extremamente simples e minimalista graficamente falando. Thomas é representado por um retângulo laranja. Com o passar das fases, Thomas vai encontrando outros personagens, cada um com uma habilidade uma PERSONALIDADE em especial. Estou frisando essa parte da personalidade porque o enredo do jogo é (maravilhosamente) narrado, passando uma forte impressão de que aqueles retângulos possuem vida, sentimentos. O jogo gira ao redor de diversos personagens, sendo que Thomas é o principal. Irei listar aqui alguns dos principais (não se preocupem com spoilers, eles aparecem logo nas primeiras fases do jogo). . Thomas, o retângulo vermelho. Ele pula e corre razoavelmente bem. É bom na maioria das situações. A maior característica de Thomas é ser um observador e curioso. . Christopher, o quadrado beje. Ele é lento e pula baixo, porém por ser um quadrado pequeno, Christopher consegue atravessar passagens que nenhum dos outros são capazes. O temperamento de Chris é sarcástico e ele sente um certo complexo por não ser tão hábil quanto os demais. . John, o retângulo amarelo. Ele pula bastante alto e é bem rápido. John lembra uma espécie de atleta de escola americana. . Claire, o quadrado azul. Claire anda devagar e pula baixo, porém é a única que consegue boiar na água. . Laura, o retângulo rosa. Ela pula extremamente baixo e é lenta, porém ela serve como trampolim para os demais. Por causa desta característica, Laura se sente "usada" pelos demais. Essas características pessoais que descrevi são facilmente perceptíveis apenas pela narrativa do voiceover do jogo. Essa voz que narra o jogo é incrível - cada uma das 100 fases possui um texto de voiceover e é sempre incrível ouvi-la. O narrador faz todo o diferencial do jogo, sua voz é clara e eloquente, e a narrativa é muito bem escrita (ao ponto de conseguir passar personalidades diferentes para cada um destes personagens, visualmente tão simples). O OST é outro ponto alto do jogo. Este é o tipo de jogo que se deve jogar com fones de ouvido e ficar imerso naquelas músicas tão calmas e que se encaixam tão bem neste jogo. As músicas são calmas como eu disse, mas não são "músicas de elevador". Os gráficos são bem simples como todos sabem, porém existem alguns detalhes bem legais. Por exemplo, toda fase possui um foco de luz - o efeito dos retângulos passando por eles é interessante e ajuda a compor a atmosfera interrogativa e hipnótica do jogo. Dá pra classificar Thomas was Alone como um jogo artístico, porém de uma forma bem diferente do "tradicional". Seria até covardia comparar um jogo indie de crowdfunding com pérolas como Ico, SOTC, Journey ou Okami, mas ainda assim Thomas was Alone passa essa impressão artística, de que cada detalhe foi pensado com o intuito de passar uma emoção, causar algum tipo de sentimento no jogador. Acho que é isso. Estou satisfeitíssimo de ter jogado Thomas was Alone. Ele custou 9,90 dólares (download) e valeu cada centavo. Vou pesquisar pra ver se acho o OST em CD para comprar. Recomendo fortemente. Metacritic: 77/100 Nota Rage: 8,5/10
  4. ragecom

    [Android] Five Nights at Freddy's

    Five Nights at Freddy's é um jogo indie que acabo de terminar. Vou fazer um reviewzão boladão... O enredo do jogo é o seguinte: você é o segurança noturno desta pizzaria chamada Freddy Fazbear's Pizza, e está ouvindo a gravação com dicas do último segurança noturno. Este restaurante possui mascotes robotizados que serviam para entreter as crianças com danças e música. Ao todo são quatro mascotes: Foxy (raposa), Bonnie (coelha), Chica (galinha) e Freddy (urso). Contudo, um dia uma pessoa vestida como o urso Freddy assassinou cinco crianças nas dependências do restaurante e seus corpos nunca mais foram encontrados. Atualmente o restaurante está fechado pela vigilância sanitária devido a denúncias de clientes de que os mascotes robozitados cheiram como corpos e possuem sangue saindo dos olhos (o jogo deixa subentendido, mas não 100% claro se as crianças mortas foram "empalhadas" dentro dos mascotes). E você, como vigilante, deve passar cinco turnos da noite cuidando do local. Porém, à noite os mascotes robotizados caminham livremente pelo estabelecimento. Pelos avisos do antigo funcionário, os robôs caminham apenas à noite para que seus motores não enferrugem, uma vez que não podem mais ser ligados de dia depois do episódio da "Mordida de 87", onde um dos mascotes deu uma dentada em um cliente e lhe arrancou fora o lobo frontal. Bonnie atacando O objetivo do jogo é cumprir o turno sem ser morto pelos mascotes. Você está sentado na cabine de segurança e existem portas à direita e à esquerda. Você pode acender as luzes destes corredores (para onde levam as portas), abrir e fechar as portas e acessar as câmeras de segurança, que mostram cada um dos ambientes do restaurante. Tudo isso está muito bem, mas cada uma dessas ações gasta a luz do gerador e se a luz acabar antes seu turno terminar, você está completamente indefeso perante os mascotes e morrerá. Observar onde os mascotes estão pode ser feito pelas câmeras de segurança, mas eles podem não aparecer em nenhum lugar por estarem em pontos cegos da câmera. Fora isso, há um cômodo que possui apenas áudio e muitas vezes todas as câmeras dão defeito ao mesmo tempo, impossibilitando saber onde estão os personagens. Muitas vezes eles ficam bem na espreita de uma das portas, fazendo com que você acenda a luz várias vezes para ver se eles estão lá, mas não vem efetivamente. Apesar de cada turno ser de seis horas e cada hora passar em um minuto, são sempre seis minutos extremamente tensos e paranóicos, verificando as câmeras, fechando e abrindo as portas, acendendo e apagando as luzes. Uma das câmeras de segurança - Bonnie, Chica e Freddy comportadinhos Alguns mascotes se movem bem rapidamente, enquanto outros se movem devagar: Foxy e Freddy movem-se rapidamente e se você os ver se movendo nas câmeras, deve imediatamente fechar a porta correspondente, do contrário eles conseguirão entrar na cabine (questão de segundos). Já Bonnie e Chica andam em mais ambientes, porém mais devagar - é possível fechar as portas quando eles estiverem na entrada da cabine, porém se você demorar eles conseguirão entrar. Existe uma versão demo do jogo com as duas primeiras noites. Eu joguei essa demo, me amarrei e comprei o jogo completo para Android por 2,99 dólares. Acho que valeu muito a pena. Li que existem versões para iOS e PC também. Recomendo fortemente pelo custo-benefício. Eu nunca tinha visto uma abordagem tão simples, mas ao mesmo tempo tão envolvente em um jogo de terror, e ainda por cima utilizando apenas mecanismos de point and click. Metacritic: 78/10 Nota Rage: 7/10
  5. ragecom

    [Android] Radiant Defense

    Estou colocando o modelo do meu celular e a versão do Android porque dizem que tem disso... Tem uns que rodam, uns que não rodam, bla bla bla... Esse é o meu primeiro review de um jogo de Android. Na verdade só comecei a levar a sério jogos de tablet/celular há pouco tempo. Baixei um monte de jogos que me recomendaram e eventualmente acabei chegando em Radiant Defense. Confusão linda e radiante Radiant Defense é um jogo estilo tower defense. Ou seja, existe um vortex de onde saem os aliens, se dirigindo ao portal que deve ser defendido. Esse nem é muito o meu estilo de jogo, mas achei Radiant Defense tão viciante que até parei de dormir no ônibus lol. O enredo é clichê e sempre no início de cada missão há uma conversa entre o general terráqueo, o cientista terráqueo nerdzão e o mestre alien bolado lá e essa é a forma que o jogo tem de passar um pequeno tutorial quando necessário, mas até que quase tudo no jogo é bem auto-explicativo. Mas fora isso, esses diálogos são engraçadinhos de se ler. Cada missão é composta por ondas de aliens que tentarão passar do vortex para o portal. Caso você morra (uma quantidade de aliens maior que a permitida passar) você recomeça daquela onda de inimigos e pode refazer a sua estratégia de defesa. Mas ai é que está o grande lance do jogo: muitas vezes você precisa recomeçar a missão toda porque o preço de venda das armas é muito inferior ao de compra. Um exemplo: se você compra um turret por 300, o preço de venda dele é tipo 120. Então se você chegar numa onda onde aquele turret não é mais necessário e precisa de outra arma no lugar, você não conseguirá comprá-la. Muitas vezes é preciso recomeçar a missão toda para mudar a estratégia. As armas são variadas. Existem três armas básicas: o laser, o canhão e o turret. Para aumentar o arsenal é preciso comprar um research unit, que habilita jatos de ácido, armas específicas para destruir escudos, etc. Também é possível comprar no Play packs de extensões do jogo que habilitam mais armas, que provavelmente são as melhores, mas não comprei. Você compra armas com o orçamento básico da missão e ganha mais dinheiro matando aliens. E ai entra mais um aspecto importante do jogo: economizar é fundamental porque sempre ao final de cada onda de aliens você recebe 10% do dinheiro que você tem no momento em que aquela onda acaba. As armas podem sofrer upgrades, e isso também é importante porque armas no nível máximo de upgrade equivalem em poder de fogo a sete armas daquele mesmo tipo no nível básico, mas por apenas 4/7 do valor. Ou seja, como é mais jogo dar upgrade nas armas do que comprar mais armas do mesmo tipo, o ideal é posicioná-las muito bem para tirar o máximo proveito. Aliens vindo de escudão Os inimigos são variados... Alguns se regeneram com o tempo, alguns possuem escudos, alguns são mais resistentes ou mais sensíveis a determinadas armas, enfim. Outra estrutura importante do jogo são os construction modules. São em cima deles que você posiciona as armas, mas mais do que isso, eles influenciam no caminho em que a onda de aliens vai passar (lógico - se você colocar um módulo no caminho dos aliens, eles terão que contorná-lo). É possível ver o caminho exato que os aliens vão passar no começo de cada onda. Esses módulos para construir não são comprados, e sim ganhados a cada missão ou onda. Eles são fundamentais porque você pode fazer verdadeiros labirintos no caminho dos aliens de forma que eles fiquem mais tempo sob fogo. Como a maioria dos jogos para celular, cada missão vale até três estrelas (que no caso de Radiant Defense, são caveirinhas). Para chegar a três caveirinhas é necessário passar a missão toda sem deixar nenhum alien passar pelo portal. É bem difícil. Resumindo... Achei o jogo variado, extremamente divertido, viciante, desafiador e com gráficos bastante razoáveis. Vale a pena baixar. Nota Rage: 80/100
  6. Yamato

    Final Fantasy - All the Bravest (iOS)

    Chapas, odeio essa mania da Square de lançar jogos para celulares. Mas achei interessante o All The Bravest. Espero que saia para Android e Nintendo e-shop um dia também. Quem tem iOS e baixar poste as impressões, sim? http://www.jp.square-enix.com/ff_atb/en/prologue.html
×

Informação Importante

Ao utilizar este site, você está automaticamente concordando com os nossos Termos de Uso e regras..