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Encontrado 7 registros

  1. Ralf Jones

    Quais os jogos você zerou em 2017?

    Bem chacpas, como já é tradição (ou não) trago a vocês o tópico sobre os jogos que vocês terminaram no ano passado, no caso 2017, sejam eles para qualquer plataforma. Eu sou meio chato com isso, gosto de terminar a maior quantidade de jogos possíveis e ir eliminando meu backlog aos poucos, então eu anoto os jogos que eu terminei em um e-mail que eu mando pra mim mesmo, para sempre ficar sabendo quais foram os últimos... Então aqui vai a lista dos jogos que eu terminei em 2017 com a data que foi terminado, mas coloquem a de vocês ai, tenho curiosidade para saber como anda a vida gamistica de vocês, que estão todos velhos paia igual a mim! 1 - 02/01/2017 - The Crew 2 - 11/01/2017 - DMC 3 - 01/05/2017 - Quantum Break 4 - 16/05/2017 - Table Top Racing 5 - 21/05/2017 - Ignite 6 - 01/06/2017 - Mad Riders 7 - 04/07/2017 - Tekken 7 8 - 09/07/2017 - Skylar & Plux: Adventure On Clover Island 9 - 24/07/2017 - Call of Duty Black Ops 3 10 - 10/08/2017 - Middle Earth Shadow of Mordor 11 - 10/09/2017 - Gears of War 4 12 - 17/09/2017 - Recore 13 - 09/10/2017 - Strike Vector EX 14 - 06/11/2017 - Dariusburst Chronicles Savior 15 - 09/11/2017 - Sonic Forces 16 - 15/11/2017 - Sonic Mania 17 - 10/12/2017 - Wolfenstein 2 The New Colossus 18 - 18/12/2017 - Street Fighter V 19 - 24/12/2017 - Star Wars The Force Unleashed 2 20 - 31/12/2017 - Battlefield 1 Joguei todos no PC, que é a minha única plataforma atualmente.
  2. ragecom

    [X1] Murdered: Soul Suspect

    Mais um reviewzinho com o padrão de qualidade ragecômnico. Vou procurar não fazer spoilers. Murdered: Soul Suspect se passa na cidade de Salém, Massachusetts. Você controla um detetive chamado Ronan O'Connor, que está trabalhando no caso de um serial killer que está aterrorizando a cidade conhecido como Bell Killer. Ronan está perseguindo o assassino em um apartamento e durante a luta, o serial killer joga Ronan pela janela e ele morre. Ronan desperta como espírito e descobre que está morto. Agora, Ronan deve desvendar o mistério de quem é seu assassino, mesmo depois de morto. Pessoalmente eu gostei bastante do enredo (pensando melhor, não muito do enredo em si mas sim como ele é passado). Quando vi que o jogo era uma coisa mais investigativa pensei logo que seria algo como LA Noire, mas é um pouco diferente: como Ronan é um fantasma, ele pode "ver" coisas que os demais detetives (vivos) não conseguem perceber. O jogo é sombrio, mas ao mesmo tempo cativante de certa forma. A pequena cidade de Salém, as pessoas cochichando pelos cantos sobre os assassinatos, o climão sombrio e nublado, tudo isso compõe muito bem o enredo que se propõe. Aos poucos Ronan vai descobrindo que há algum tipo de ligação entre o Bell Killer e as famosas histórias que envolveram as execuções das bruxas de Salém - o que faz com que o enredo fique ainda mais sinistro e misterioso. Ronan se move de uma maneira meio dura, mas nada que chegue a comprometer. O foco dele nos detalhes em cada cena de crime também poderia ser melhorada, mas isso também é um pormenor. Os mapas do jogo são muito bonitos e cheios de detalhes: Ronan visita cenários diversos (igreja, cemitério, manicômio e outros locais de Salém) e todos são bastante sombrios e bem construídos. A atmosfera do jogo não é pesada por ser sombria. Existem jogos sombrios em que o ambiente é extremamente pesado e hostil, que passam uma sensação de insegurança a cada instante (Fatal Frame, por exemplo). Já em Murdered essa sensação é bem mais amena - o jogo consegue passar o suspense sem deixar o jogador com aquela sensação de opressão e perigo iminente, e esse ar mais sombrio só contribui para aumentar o mistério que Ronan está resolvendo. A mecânica do gameplay é a seguinte: Ronan, por ser um fantasma, consegue atravessar paredes por exemplo - porém, existem certas barreiras que não existem no nosso mundo, apenas no mundo espiritual. Por isso Ronan conta com a ajuda de uma garota adolescente médium, e os dois vão avançando juntos. Ronan, por exemplo, não pode ser visto por câmeras, então uma de suas funções é garantir que a garota (que se chama Joy) não seja vista por elas, ou mesmo por pessoas em determinados locais onde eles estão invadindo. Já Joy, que está viva, consegue se comunicar livremente com as pessoas, coisa que Ronan não consegue fazer. Na prática um complementa o outro. Ronan pode interagir com objetos eletrônicos (ligar rádios, desativar câmeras, etc) para chamar a atenção das pessoas e levá-las para onde interessar. Ele também pode possuir pessoas para buscar memórias ou influenciar as suas decisões na busca por pistas. O único perigo que pode matar Ronan são os demônios, que só "existem" no mundo que ele consegue enxergar. Para "matar" os demônios é necessário se aproximar por trás e eliminá-los com um QTE. Existem locais onde há o chão é diferente e Ronan não deve pisar ali, porque os demônios irão traga-lo e game over. Existe uma cena, na igreja, em que Ronan deve passar por um corredor com esse "chão de demônios", do outro lado está um zelador limpando o chão e do lado de Ronan está um rádio. Para passar por essa parte é necessário ligar o rádio, o que irá atrair a atenção do zelador, e você passa para o outro lado "de carona" no corpo dele. Não é um puzzle complicado, mas é interessante e divertido. Num geral eu não esperava nada de Murdered, mas o jogo acabou se mostrando uma grata surpresa. Claro que não é um jogo maravilhoso, mas foi bem acima do que eu imaginava. Metacritic: 51/100 Nota Rage: 7,0/10
  3. ragecom

    [PS4] Thief

    Mais um review cheio de ódio no coração... Thief é um crossgen que saiu para PS3, PS4, X360, X1 e talvez PC. O que eu joguei foi o de PS4. Você joga com um ladrão clichê chamado Garret. Digo clichê porque ele fica fazendo pose de fodão e todos os outros personagens o respeitam como o ladrão fodão. Garret tem uma amiga, que foi sua aprendiz chamada Erin. Erin é outro clichê: aquela ladra gostosinha totalmente inescrupulosa que acha que sabe da porra toda e gosta de fazer tudo sozinha. Bem, papo vai, papo vem e Erin acaba caindo de uma cúpula de vidro onde dentro estava sendo feito um ritual. Depois que Erin cai em cima do feixe de luz verde, uma onda de impacto varre a cidade e Garret acorda um ano depois sem se lembrar o que aconteceu exatamente naquele dia e numa cidade tomada por uma praga chamada "The Gloom". O enredo (que já é genérico) evolui para um lado nada a ver e se perde completamente. Ok, se eu falar mais do enredo vai ser spoiler (não que eu ache que alguém vai ficar vidrado nessa historinha meia bomba, mas...). Agora vou resumir Thief em uma frase: um Dishonored piorado (não que Dishonored fosse grande coisa). Sei que a série Thief tem até a sua reputação, mas estou falando especificamente deste jogo. Não sei porque mas jogos que focam em stealth não deviam ser em primeira pessoa. A primeira coisa que você percebe é que Garret é baixinho - e isso é muito esquisito. Todo mundo que você se aproxima parece maior do que você. O stealth do jogo funciona assim: você deve chegar por trás dos inimigos e dar uma porrada na cabeça com a arma de Garret, que parece um pilão de fazer caipirinha. Se algum outro inimigo ver o corpo ele entrará em estado de alerta e irá procurar Garret. A maior parte do tempo Garret deve se esgueirar pelas sombras e abaixado, fazendo pouco ruído. Uma parte interessante do jogo é que o material do chão onde Garret está pisando pode fazer mais ou menos barulho e alertar os guardas (cacos de vidro, poças de água, madeiras, etc.). Você pode também atirar flechas, que possuem diferentes funções e preços: flechas explosivas, flechas com bolsa de água (serve para apagar tochas), flechas com ponta ou sem ponta e por ai vai. Essa parte de stealth, que é 90% do gameplay, podia ser bem melhor e na maior parte do tempo você está fazendo coisas que são completamente forçadas. Por exemplo: existe um comando para que Garret corra de uma sombra até a sombra mais próxima, passando por uma pequena área iluminada. Você pode fazer isso praticamente debaixo do nariz dos guardas e eles não percebem. Da mesma maneira, você pode escalar (e ele usa um gancho para escalar) bem perto dos guardas e eles não escutam nada. Dinheiro é o que não falta no jogo, se você explorar minimamente o local das missões principais (nem precisa explorar a cidade), o que já dá pra manter o inventário sempre cheio. Quando percebi que dinheiro não era problema, eu que já estava de saco cheio do jogo já há muito tempo, abandonei o stealth e matei a maior parte dos inimigos com flechas explosivas (que podem matar até dois guardas se eles estiverem próximos). Garret é um ladrão, então claro que ele pode invadir algumas casas através das janelas e roubar as coisas. Isso também é bem forçação de barra - todas as janelas da cidade estão destrancadas e você usa tipo um pé de cabra para abri-las (como se isso fosse silencioso). Não sei se por azar meu, todas as janelas que entrei não tinham ninguém dentro. Tinha até curiosidade de saber o que aconteceria se alguém me surpreendesse roubando a casa mas nunca aconteceu. Dentro das casas, Garret deve investigar gavetas, cristaleiras, encontrar cofres e abri-los, essas coisas. Nada disso é NECESSÁRIO, mas pelo menos dá uma variada no jogo. A escolha de itens com o controle do PS4 é uma merda - é com o touchpad do controle. Porra, sério que eu não entendo porque eles obrigam a gente a usar esses gimmicks em situações desnecessárias como essa. Esse touchpad do PS4 é horrível, puta que pariu. Eu pessoalmente achei o mapa do jogo bem confuso, tudo muito parecido. Os cenários não tem grande inspiração e não te seduzem a explorar. Os models também são meio feios e o jogo como um todo parece meio mal acabado. Ainda sobre os gráficos: os cutscenes do jogo rodam em FPS tão baixo que chega a dar raiva, comprometendo totalmente a sua qualidade. O jogo é longo, cansativo, chato pra caralho e a cada novo capítulo você fica torcendo para que seja o último. Thief é desnecessariamente grande e tedioso e eu só recomendaria para pessoas que eu desejo mal. Metacritic: 67/100 Nota Rage: 4,2/10
  4. ragecom

    [X1] Dead Rising 3

    Vou fazer um daqueles reviews que no fundo são mais um desabafo do que um review. Vamos lá... Antes de tudo... Porque eu comprei Dead Rising 3? Simples... Eu não tinha mais nada pra jogar no momento e fui no cara que costuma me vender jogos usados e ele só tinha Dead Rising 3. Eu logo de cara pensei: "Porra... Eu não vou gostar dessa merda". Dito e feito. O jogo não podia ser mais aleatório: você é o sobrevivente de um apocalipse zumbi, a cidade está tomada pelos zumbis e o objetivo é sair fora da cidade com os seus amigos (que são totalmente retardados). Eventualmente você acaba encontrando uma ex-namorada que ingressou numa MILÍCIA QUE COMBATE OS ZUMBIS. O objetivo é sair da cidade não apenas por causa dos zumbis, mas porque o exército vai jogar uma bomba atômica na cidade pra acabar com os zumbis e quem ainda estiver ali dentro vai evaporar (quem lembra de Resident Evil 3?). Bem, se o enredo do jogo é uma merda, ao menos o gameplay poderia salvá-lo mas esse não é o caso. A movimentação é dura, existem QTEs onde você precisa balançar o controle que simplesmente não responde adequadamente além de mil outros problemas. A maior graça do jogo (se é que se pode dizer isso) é que tudo o que você encontra pelo chão pode ser usado como arma, mesmo sendo algo inofensivo como um travesseiro ou galão de água vazio. O problema com a quantidade de coisas que podem ser utilizadas como arma, e isso é um problema frequente, é que muitas vezes os itens estão meio que amontoados no chão e você quer pegar uma coisa, mas acaba pegando outra - o que faz com que você perca um tempo valioso quando está lutando com um boss ou algo assim. É possível combinar armas para criar armas mais mortais, afinal o seu personagem (que é tão memorável que eu nem lembro mais o nome) é mecânico, e mecânicos sabem construir qualquer coisa. Então, digamos, que você pega uma motoserra e uma marreta - você pode combinar as duas de forma que você faça uma "motomarreta" que dá mais dano e dura mais tempo, isso tudo envolto daquele humor sem graça de completo exagero. As armas de fogo também são muito problemáticas. Digamos que você pega um fuzil, que possui 40 tiros. Se você largar o dedo sem se preocupar muito com a munição, sabe o que vai acontecer? Você vai dar os 40 tiros, automaticamente você vai largar o fuzil e equipar a próxima arma do inventário (que não necessariamente é uma arma de fogo) e ATIRÁ-LA CONTRA OS ZUMBIS. É ISSO MESMO, O "41O TIRO" VAI JOGAR A SUA ARMA (QUE PODE SER UMA EXCELENTE ARMA) NA CABEÇA DE ALGUM ZUMBI. Isso é um problema bem grande porque em muitos casos você está lutando contra soldados com armas de fogo, e a forma mais eficiente de matá-los é com armas de fogo. O jogo te tortura a fazer uns sidequests. Tem momentos nas missões principais que você depende que alguém termine uma tarefa para continuar a missão principal, e você é OBRIGADO A ESPERAR TIPO UMA HORA. Enquanto isso, o jogo te aconselha a explorar a cidade e encontrar sidequests para passar o tempo. Eu fiz isso uma vez e quando percebi que os sidequests são horríveis resolvi ficar em cima de um carro (zumbis não sobem em cima de carros) e deixar o jogo parado lá - fui fumar um cigarro, lavar a louça, tomar um banho, qualquer merda. Quando deu mais ou menos uma hora depois eu voltei a jogar, e eu já podia finalmente continuar a missão da história principal. Os gráficos definitivamente não impressionam. Você recupera energia com comida (só um lembrete: comida também pode ser atirada nos inimigos se for o próximo item do inventário após usar uma arma de fogo) e a forma como ele come é digna de um jogo de N64: ele leva a comida até a boca e ela some (mesmo que seja uma coisa grande como um bolo). Só que na época do N64 isso era perdoável, hoje em dia não é. Porra esse jogo é do lineup de lançamento do X1, se eles queriam impressionar alguém com essa merda de jogo eles fizeram tudo errado. Os models dos zumbis se repetem frequentemente e não é raro estar diante de três ou quatro models exatamente iguais. O mapa também não impressiona, e por isso não dá nem vontade de explorar. Na verdade o jogo não incentiva a exploração porque todos os lugares estão tão abarrotados de zumbis que a iniciativa sempre é fugir. Simplesmente não dá pra matar todos os zumbis e cada vez aparecem mais, vindos de esgotos ou buracos nas paredes, então o ideal é sempre tentar fugir mesmo e poupar as armas boas para situações onde não se possa escapar. Essa quantidade imensa de zumbis ao mesmo tempo talvez seja a única coisa que eu possa falar de bom nesse jogo: às vezes aparecem mais de 100 zumbis ao mesmo tempo na tela e não dá nenhum tipo de slowdown. Ah, e a física ao dirigir um veículo também é péssima, só pra constar. Aparentemente nego gostou dessa merda porque o Metacritic é bem alto, ou tem muito caixista cego hypando essa merda. Eu dei graças a Deus quando zerei e foi daqueles que deu vontade de jogar o disco pela janela. Metacritic: 78/100 Nota Rage: 3,0/10
  5. ragecom

    [X1] Ryse: Son of Rome

    Galera, semana passada eu zerei Ryse e resolvi fazer um review de leve... Farei o mínimo possível de spoilers. Em Ryse: Son of Rome você controla Marius, um general romano. Logo de cara, a sua missão é proteger Nero, que está refugiado em seu palácio enquanto Roma está sendo tomada por bárbaros. Quando Marius consegue levar Nero para um local seguro no castelo, numa espécie de catacumba, ele começa a contar a sua história ao imperador e assim se passa o jogo: as recordações e relatos de Marius a Nero de sua vida e sua ascensão dentro do exército romano. O jogo é extremamente bem feito graficamente. Cada detalhe dos cenários, cada objeto, textura e animação dos models é muito bem acabada. É praticamente um showcase do Xbox One. Infelizmente, esta riqueza de detalhes faz crescer um desejo de exploração que o jogo não possui. Não há quase nenhuma interação com o ambiente (apenas algumas poucas coisas que podem ser quebradas) e há pouco o que explorar: o jogo é uma linha reta como um Call of Duty. O combate em Ryse se resume a quatro ações: atacar, repelir (defender), esquivar e quebrar a defesa do inimigo. Depois de uma certa quantidade de hits, o inimigo pode ser executado. A execução em si é um QTE e é variável de acordo com a posição do inimigo, do ambiente, etc. Por exemplo, se Marius estiver próximo a um abismo, a execução poderá ser jogar o inimigo lá de cima. Se a luta for próxima a uma fogueira, Marius irá chutar o inimigo no fogo, se for na água o inimigo poderá ser afogado, enfim... Essas execuções podem ser "compradas" com XP e certamente até o final do jogo você já tem XP mais do que suficiente para ter comprado uma boa parte delas. Após uma execução Marius ganha algum tipo de bônus. No meu caso, eu escolhi sempre ganhar mais health, mas poderia ser XP. Isso você pode mudar à vontade e o tipo de execução varia com o tipo de bônus que você escolher. As execuções são bem gore e são o ponto alto do jogo. Geralmente você não lutará com mais do que 4 ou 5 inimigos ao mesmo tempo, e deixando mais de um inimigo "apto" a ser executado, Marius pode executá-los juntos em um único QTE. Uma das execuções mais simples. No que se refere às missões, o jogo é variado. Existem missões onde você precisa resgatar uma pessoa, defender um castelo, proteger coisas, ou simplesmente sobreviver a uma onda de ataques. Em algumas ocasiões você estará sozinho, mas em outras você estará acompanhado de um batalhão de soldados romanos. Existem missões onde Marius necessitará organizar os batalhões e dar ordens para enfrentar os inimigos - posicionar arqueiros, lançar catapultas, enfim. Apesar dessa variedade no jogo, as batalhas em si são bem maçantes porque são sempre iguais. Basicamente só existem quatro tipos de inimigos (exceto os bosses): os que tem escudo, os que tem um machado ou uma espada, os que tem duas espadas e o que tem uma espécie de machado mas com uma pedra no lugar da lâmina (não sei o nome disso). Independente de qual "tribo" de bárbaros você esteja enfrentando, e por mais que o model seja outro visualmente, a batalha sempre recai numa combinação desses quatro tipos de inimigos. Infelizmente Ryse: Son of Rome é bem curto. Eu zerei em 7 horas, por exemplo. Isso me deixou um pouco frustrado porque o jogo é bom, dá vontade de continuar jogando. Uma coisa que me deixou puto são os bugs... Tipo, erros de 3D são comuns, isso passa, tudo bem... Mas ocorreu mais de uma vez bugs em que inimigos chave simplesmente não apareciam e eu precisava reiniciar o capítulo todo para fazê-lo aparecer e conseguir avançar. Do meio pro final do jogo há uma missão em que você precisa conduzir uma retirada de soldados, enquanto os bárbaros tomam uma ponte. Eu morri, e quando voltei do checkpoint e fui tentar refazer a missão os bárbaros não apareceram! Então eu tive que resetar o capítulo. A mesma coisa aconteceu em uma missão que é preciso resistir ao exército bárbaro nas torres de um castelo. Eu morri e quando voltei do checkpoint... Os bárbaros não atacam! Ai fica aquela parada ridícula do exército deles no horizonte se aproximando mas nunca chegam efetivamente. Mas o que me emputeceu MESMO foi um dia que eu já estava no PENÚLTIMO capítulo do jogo e, após uma atualização de 10GB (o que por si só já é absurdo existir uma atualização desse tamanho), o savefile corrompeu e me jogou de volta para o 3o capítulo! E para piorar o jogo não deixa você gerenciar os saves (você não pode criar vários arquivos de save, para caso um corrompa, você voltar com o outro) - como ele gerencia tudo pra você, se ele fizer merda você se fode. Pelo menos depois da atualização gigante os bugs que eu descrevi não ocorreram de novo. Bem, resumindo, é um bom jogo, vale a pena ser jogado e possui gráficos incríveis. Ele peca em alguns detalhes, mas no geral é bem agradável de se jogar e deve ser fiel ao que deveriam ser os combates naquela época: extremamente violentos e brutais. Metacritic: 60/100 Nota Rage: 7,0/10
  6. ragecom

    For dummies: o que é cloud computing?

    Edit: antes de tudo... Estou postando isso aqui no consoles por causa do XOne, que foi a inspiração para eu escrever o tópico. Contribuições são bem vindas, e lembrem-se: não sou de infra, sou de desenvolvimento, então posso ter deixado escapar alguma coisa. Mas a ideia do tópico é apenas esclarecer brevemente quem realmente não faz ideia do que é a tal da nuvem Galera, com todo esse lance de XOne e todo mundo falando de cloud computing, resolvi escrever rapidamente esse tópico sobre o assunto. O que é cloud computing? Cloud computing significa você poder acessar e processar seus programas e dados através da internet, eliminando a necessidade deles estarem no seu computador/videogame. Simplificando, é um tipo de virtualização de aplicativos. A empresa onde eu trabalho possui uma nuvem. Com ela consigo acessar a intranet da empresa, meus e-mails no server da empresa, acessar meu SAP logon ou até mesmo fazer deploy de aplicativos através da nuvem. Uma das ideias principais que permeiam o conceito da nuvem é uma coisa chamada "software as a service", ou seja, utilizar o software como um serviço. Você não precisa se preocupar com licenciamento, você apenas usa e paga on demand. Percebem como não conseguir vender seus jogos usados é "compliance" com o conceito de nuvem? O mesmo se aplica a "infrastructure as a service" e "database as a service": você não precisa se preocupar com o hardware que existe na nuvem, porque o datacenter cuida disso pra você, tampouco precisa de preocupar com quantidade de dados armazenados, porque a nuvem é escalável - basta adicionar mais storages na nuvem e pronto. Qual a diferença entre a nuvem e um server dedicado? Todo mundo que já fez uma página web sabe como funciona. Você contrata uma máquina com a configuração suficiente para executar o programa - IIS não sei que versão, com SQL Server 2008 e não sei quantos GBs de disco. Na nuvem não existe muito essa preocupação porque ela é formada com máquinas com diversas configurações, gerenciadas por um middleware que gerencia todas elas. Então, por exemplo, migrar de uma nuvem para a outra é completamente transparente pra você, desenvolvedor. Isso até pode ser visto como uma vantagem para desenvolvedoras indie, mas dependerá da política que a Microsoft usurá para permitir o publishing na nuvem. Como a nuvem pode ser uma vantagem em um videogame? É simples. Todo mundo hoje em dia fala de flops. Gigaflops, teraflops, petaflops... O que é o flops? Flops significa floating point operation per second, ou seja, operação de ponto flutuante por segundo. Tem gente que acha que "ponto flutuante" é um pixel que fica flutuando na tela lol. É engraçado mas realmente muita gente pensa isso. Um ponto flutuante é um número real e a velocidade dos processadores é medida assim, pela velocidade com que ele consegue calcular. Agora, voltando à nuvem: o que é mais rápido? Calcular uma porrada de polígonos em um console de mesa ou calcular em uma nuvem com centenas de computadores dividindo a tarefa? Claro que é na nuvem, então a tal nuvem possui uma quantidade de flops superior a de qualquer console, de forma que é apenas uma questão de adicionar mais máquinas na nuvem para aumentar a quantidade de flops. Isso significa que os jogos no XOne vão ter uma capacidade de processamento superior? Talvez... Depende de como a MS aplicar o recurso da nuvem - uma parte "pesada" do jogo pode ser instalada na nuvem e ser transmitida ao console pela internet ao console, etc... Da mesma forma, o videogame não precisa de um disco tão grande, afinal boa parte dos dados ficará na nuvem. Claro que o problema disso tudo é que se a sua banda de internet não for decente você sofrerá lag e tal. A nuvem requer uma banda de internet macabra? Claro que sim. Uma coisa é você rodar os apps de planilha do Google, outra completamente diferente é rodar um jogo do tamanho de um blu-ray. Muita gente está falando sobre os aspectos de hardware do XOne, inferiores ao PS4. Bem, é claro... Se ele usa uma nuvem pra fazer o trabalho pesado, precisará de um hardware menos potente pra rodar os jogos. Porém, a necessidade da utilização da nuvem no processamento requer que você esteja 100% conectado. Always online, got it? A Microsoft tem experiência com esse lance de nuvem? Sim, e é líder de mercado. Porque o XOne vai flopar? Porque é inimaginável ter uma banda de internet dessa maneira. Nem nos EUA, que são o ponto forte da Microsoft deve ter. Ela provavelmente vai focar em um público específico, que possua essa banda ou mudar sua estratégia de negócio. É isso. Mas isso tudo não passa de achismo. O XOne nem saiu ainda e não sabemos como a MS vai utilizar a tecnologia.
  7. Anderson Carneiro

    História do DRM

    http://www.youtube.com/watch?v=HjEbpMgiL7U O vídeo mostra que a indústria está sempre correndo atrás de uma forma de parar as cópias digitais, desde que jogos para computadores começaram a ser comercializados. Uma dessas formas antigas eu lembro bem que é aquele esquema de ter que procurar por determinada palavra no manual do jogo. Se não me engano eu precisei disso em carmem san diego. A inovação dessa vez é que não adiantaria vender o jogo com o manual. Para quem é curioso para saber como tudo começou de uma olhada nesse vídeo. Aliás, esse canal é sensacional, altamente recomendado.
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