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Encontrado 3 registros

  1. ragecom

    [Wii U] Disney Infinity

    Não era de hoje que eu estava a fim de jogar Disney Infinity. Eis o review. Para jogar Disney Infinity você precisa comprar o starter pack, que é uma caixa que possui o jogo em si, três figuras NFC, o "totem" dos playsets e a base NFC onde se encaixam as figuras. A primeira coisa interessante, lógico, são as figuras NFC. Eu, como colecionador de videogames, adorei as miniaturas que tenho na minha estante. Elas são muito bem feitas e de ótima qualidade. Só para comparar: eu tenho três Amiibos (Link, Mario e Kirby). Não vou dizer que as figuras do Disney Infinity estão no nível dos Amiibos em detalhes (os Amiibos são mais bem feitos) mas mesmo assim eles são lindos. As figuras que vem no starter pack são as seguintes: Jack Sparrow (Piratas do Caribe), Sully (Monstros SA) e Mr. Incridible (Os Incríveis). Cada uma funciona apenas com seu próprio playset. Um playset é um universo dentro do Disney Infinity, ou seja, um jogo diferente. Então na prática Disney Intinity é um jogo 3 em 1. Os playsets não possuem correlação entre si, cada um possui seu próprio final e não há ordem para se jogar. Na verdade, é possível jogar mais de um ao mesmo tempo (existe um save file para cada playset - você pode jogar um pouco de um, parar, jogar um pouco de outro e por ai vai). Antes de começar a falar do jogo em si, tirem qualquer preconceito da cabeça. "Disney Infinity é coisa de criança, vem com aqueles brinquedinhos" - ok, mas ainda assim é um puta jogo. Como funciona? Simples: você pluga a base NFC no USB do Wii U e coloca o totem e a figura do playset que quer jogar. O jogo vai reconhecer a figura e você pode começar a jogar. Simples assim. Como falei antes, o jogo possui três playsets: . Monstros SA: neste playset você joga com Sully e se passa na universidade. Esse playset foca mais em stealth, uma vez que Sully deve "assustar" os rivais da outra universidade em diversas missões. . Os Incríveis: esse foi o playset que eu menos gostei (talvez pela falta de carisma que envolva Os Incríveis), mas é o que tem mais ação, por assim dizer. . Piratas do Caribe: esse foca mais na exploração, tem várias cidades e você vai de uma a outra navegando com o navio de Jack Sparrow. Foi o que eu mais gostei. Cada playset tem um foco diferente, como falei, mas todos os três possuem um fator de exploração bem legal. Geralmente você encontra itens escondidos, etc. A ambientação do playset dos Incríveis é a mais simples, na cidade. Eu não gostei desse, achei simplezão demais e como falei, esse enredo dos Incríveis eu acho o menos carismático dos três. Porém é o que tem mais ação: toda hora aparecem os robôs inimigos e o Mr. Incridible é o personagem que tem a maior variedade de movimentos e golpes. Pena que a variedade desse playset acaba ai: o mapa é monótono, com mil prédios se repetindo, além de missões bem repetitivas (só de escoltar bandidos até a prisão são umas três ou quatro). O do Monstros SA é bem divertido, ambientado na universidade dos monstros. Esse foi o que mais gostei de explorar simplesmente pelo mapa ser o mais agradável dos três. Num primeiro momento eu fiquei um pouco frustrado porque Sully se move meio devagar, mas isso fica resolvido depois que você adquire a bicicleta, o que facilita muito a movimentação. O do Piratas no Caribe também é ótimo e foi o meu favorito. Navegar com o navio não é nem de perto tão agradável como num Assassins Creed 4 da vida (seria até covardia comparar), mas não chega a comprometer. Já explorar as cidades, que ficam em diferentes ilhas é bastante divertido. Falei que Sully se movimenta meio devagar... Na verdade acho que os três personagens se movimentam meio que na mesma velocidade, mas como as cidades do Piratas do Caribe são pequenas e o Mr. Incridible tem um carro praticamente desde o início do seu playset, a lerdeza de Sully fica mais evidente. Uma coisa que eu não gostei é que os controles são meio duros e restritos: por exemplo, você não consegue fazer um wall jump em qualquer parede, apenas em algumas. Sobre o controle ser meio duro, a impressão que eu fiquei é que todos os movimentos (especialmente aqueles que exigem alguma precisão) são meio forçados, como se você estivesse fazendo um esforço além do necessário para algo que deveria ser simples. O hoverboard do Mr. Incridible é o melhor exemplo disso: toda hora parece que você vai perder o controle daquela porra e quase nunca se consegue passar por onde se quer. Outro feature interessante é que você pode comprar mais figuras NFC e com elas você tem acesso a mais playsets (como é o caso dos Carros) ou novas missões. Cada figura é associada a apenas um playset, então você não pode usar por exemplo, o Jack Sparrow no playset dos Monstros SA. Eu não tenho outras figuras além das que vieram no starter pack e nem pretendo comprar porque são meio caras, mas aceito de presente (as mais baratas que vi custavam 59,90 na black friday - depois disso as mais baratas que vi foram por 79,90). Enfim... Como um todo achei um bom jogo. Platformer de qualidade e bem acabado. Metacritic: 71/100 Nota Rage: 7,5/10
  2. ragecom

    Before Mario: blog sobre os brinquedos Nintendo

    Eu estava procurando velharias por ai e encontrei esse blog. Achei foda e recomendo fortemente pra quem não conhece: http://blog.beforemario.com/p/list-of-toys-and-games.html O blog mostra os brinquedos e demais produtos da Nintendo de 1965 a 1983. Vale a pena conferir.
  3. ragecom

    [Wii] Calling

    O ano era 2010. Eu tinha comprado um Wii no ano anterior e vim da geração PS2. Havia jogado bons survival horrors na geração passada, havia acabado de zerar Shattered Memories (que foi a razão de eu ter comprado um Wii pra começo de conversa) e estava seco por mais. Foi ai que anunciaram Calling. Gimme my fucking money back!!! Não sou muito de terror jap, mas os traillers da época eram impressionantes. Assustador de verdade! Então cai na maior burrice que alguém pode fazer: comprei um jogo totalmente underground na semana de lançamento antes dos reviews sairem. Quando o jogo chegou pelos Correios os reviews já tinham saido... E eu meio que já sabia a merda que eu tinha comprado. Mas quando comecei a jogar, achei incrível! Achei original, a imersão que o Wiimote causa foi algo que eu nunca havia experimentado num survival. Em Calling o Wiimote toca e você o atende como se fosse um telefone, inclusive os fantasmas falam com você ao telefone pelo speaker do Wiimote. Ótima idéia! Durante os 10 primeiros minutos de jogo eu achei que estava jogando o novo Fatal Frame! Tudo parecia incrível e original! A forma como os fantasmas apareciam, a evolução da história... Tudo ia muito bem até que...................... Os 10 primeiros minutos passaram. O jogo queima todos os cartuchos na primeira fase. A partir dai é só merda. É seguir gato para achar saidas, chacoalhar o Wiimote para se livrar de fantasmas como se estivesse jogando Samba de Amigo, correr por corredores sem fim com um mapa praticamente inútil e sendo seguido por fantasmas que você não pode matar e não desgrudam de você de forma alguma, impedindo que você explore o maldito ambiente. Existe uma missão inclusive que você tem que discar um número no telefone para escapar sendo atacado por 3 fantasmas ao mesmo tempo. SÓ QUE CLARO QUE QUANDO ALGUM FANTASMA TE ATACA O TECLADO ZERA E VOCÊ TEM QUE DIGITAR TUDO DE NOVO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL ANTES QUE ALGUM FANTASMA FILHO DA PUTA TE AGARRE E ZERE A PORRA DO TECLADO DE NOVO. Isso sem contar as inúmeras coisas que você tem que fazer com uma jogabilidade PORCA, praticamente sem mapa, sem saber onde os fantasmas irão aparecer, sem nenhuma pista do que fazer, procurando MILIMETRICAMENTE itens pelo mapa porque eles são MINÚSCULOS e não há NENHUMA INDICAÇÃO de onde eles possam estar, sem porra nenhuma. Muitas vezes você é atacado por um fantasma duas vezes seguidas! Ou seja, você joge do fantasma, o puto aparece na sua frente de novo não te deixando andar nem um passo a fim de explorar o maldito hospital/escola/casa/seja lá qual for o ambiente. Isso sem contar as INÚMERAS VEZES que você está chacoalhando a porra do Wiimote e o filho da puta não desgruda de você, COMO SE O CONTROLE SIMPLESMENTE NÃO FUNCIONASSE E VOCÊ ACABA MORTO DE SUSTO (SIM, É ASSIM QUE O JOGO MEDE A SUA ENERGIA: PELO "SCARE METER") tendo toda a sua energia sugada pela glande. Eu estou esgotando muito esse tema da jogabilidade, mas é algo que só você jogando mesmo pra ter noção do quão ruim aquilo é. Não posso sequer descrever com palavras. Whoa... Sinistro... O jogo beira o injogável. Eu zerei as maiores MERDAS de PS3 contando Wolfenstein, COD 3, Duke Nukem Forevis e Enemy Territory: Quake Wars. Mas Calling é muito, mas muuuuuuuuuuuuuuuuito abaixo desse nível. Eu já joguei muita merda na minha vida mas com certeza Calling foi um dos piores. Pior jogo de Wii fácil. A história não poderia ser mais clichê: pessoas entram num site proibido, recebem ligações telefônicas fantasmagóricas e acordam no meio de um mundo dominado por poltergeists. Sim, consegui contar o enredo do jogo em uma linha e meia. No mais a história se divide em quatro personagens presos neste mundo, cujas histórias forçadamente acabam se entrelaçando, uma vez que os personagens VIAJAM DE UM AMBIENTE PRA OUTRO ATRAVES DA LIGAÇÕES TELEFÔNICAS. Enfim... Sei que quase ninguém comprou ou jogou essa merda. O review é quase um desabafo lol Metacritic: 49/100 Nota Rage: 2/10
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