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  1. Lucs

    CrossCode (Steam/Switch)

    QUEM QUISER TESTAR O JOGO, TEM UM BETA NO SITE. Ele foi desenvolvido em HTML5, então pode ser rodado até no Browser. Se já é difícil se destacar entre os jogos AAA, imagina entre os Indies. O marketing quase nulo da maioria fica totalmente a cargo do boca a boca dos jogadores, então, se quiser sair da bolha, vc vai ter que garimpar. Nesse bolo, entra Cross Code... CrossCode foi desenvolvido pela Radical Fish Games e publicado pela Deck 13. Esse é o primeiro jogo da empresa, que começou o desenvolvimento em 2012 e depois teve uma campanha no Indiegogo bem sucedida para o financiamento do projeto. Em fevereiro de 2015, ele entrou em early access e foi lançado oficialmente em setembro de 2018 na Steam. Seu port para Switch deve acontecer em 2019. A primeira vista, CrossCode é só mais um Indie Action JRPG, como já vimos em Hyper Light Drifter, Stories, Omensight e até mesmo a série Ys. Enquanto jogava, era notável a competência e acabamento impecável em todos os pontos do jogo, do gameplay até os gráficos. Mas será que CrossCode é só mais um jogo competente na grande lista de jogos competentes que temos por aí? Com certeza NÃO! A começar pelos gráficos, a opção aqui foi o 2d, mas por ñ se tratar de um metroidvania, a visão é top-down. Geralmente, esse tipo de câmera acaba por ñ mostrar os detalhes nas animações dos sprites do jogo. Felizmente, aqui é diferente. Seja na corrida básica ou na grande variedade de movimentos dos personagens, a fluidez e naturalidade estão impecáveis. Os cenários também ñ deixam a desejar, muito bem detalhadas e coloridas. A variedade é enorme: florestas, bases futuristas, cidades chuvosas no melhor estilo noir, tem de tudo. Os diálogos seguem uma estrutura bem simples, com as artworks no canto dos balões e de vez em quando alguma movimentação dos bonecos no fundo. Alguns podem achar estranho o estilo, um misto de HQ europeia (os caras são franceses) com anime, mas é capaz de ser o jogo onde os bonecos tem mais variedade de artworks para demonstrar sentimento. O design dos bonecos também é bem diferentão, o que pode ajudar na “esquisitice” do estilo de desenho. Já que falei dos diálogos posso entrar no enredo. O jogo se passa dentro de um MMO bem diferente do comum. Sendo mais específico, ele se passa numa lua de um planeta do sistema planetário existente no universo do jogo. Essa lua foi terraformada, esse MMO utiliza uma tecnologia maluca (explicada brevemente em logs com exemplos legais durante o jogo) que mistura o mundo real com materialização de coisas digitais. Você controla Lea, um avatar que perdeu a memória e não consegue deslogar, então, ela sai em busca do que está acontecendo. Um detalhe legal é que por causa de um problema na sincronização do personagem dela, ela não consegue falar no jogo, mas Sergey, um dos amigos dela e programador, consegue sanar um pouco desse problema e adiciona algumas palavras básicas pra ela tentar se comunicar (aos poucos ele vai adicionando algumas mais). Como sua personagem está longe de ser aquele corpo vazio estilo Chrono, isso dá um toque bem interessante nas interações da Lea com o mundo ao seu redor. O ritmo é bem lento, até a metade do jogo as poucas respostas que eram dadas seguiram para mais perguntas e mistérios na trama. A interação entre os personagens é bem legal, se aproveitaram bem desse universo de MMO e tropes que se encaixam bem nessa do personagem adotar duas personalidades, dentro do jogo e no mundo real (apesar de não haver interação com o mundo real do jogo). Até onde fui (estou no Cap 7) o enredo cumpre bem seu papel mas pode incomodar alguns. Ainda bem que temos o Gameplay. E que Gameplay! Já cansei de falar que a coisa mais importante pra mim em qualquer jogo é o gameplay. Nesse caso, CrossCode é a melhor coisa que eu podia querer. Começando pelos combates, o jogo você controla apenas seu personagem principal, enquanto seus aliados (no máximo 2) são controlados pela AI que dão bastante conta do recado. Os criadores comentaram que escolheram assim para poder dar o máximo de complexidade, equilíbrio e opções ao jogador. Eles não estavam brincando. Lea tem 5 movimentos: ataque melee e ranged, esquiva, defesa e skill. O ataque melee consiste em um combo de 3 hits que podem ser cancelados na esquiva ou skill em qualquer um dos hits. O ataque ranged é controlado pelo analógico direito (estou jogando num controle de XONE) funcionando como uma mira, aí é só apertar o botão de ataque que ela atira, podendo ser fraco e auto-fire se segurado o botão ou se vc esperar a mira focar (o jogo faz um barulho e a mira vai juntando duas linhas até focar) vc solta um tiro mais forte. A esquiva não tem mistério, ela faz um movimento de giro na direção pressionada. A defesa é um escudo que diminui o dano e pode ser usado com reflect ou outros buffs se feito no timing correto. Por último, temos as skills. Existem três níveis de skills, cada um com um custo da sua barra de skill. Essa barra enche pelo menos 1 estoque sozinha e os outros vc enche batendo nos inimigos. Para usar a skill vc aperta o botão e segura dependendo do nível da skill que quiser usar. Se você apertar parado, vc usa a skill melee, se você usar enquanto mira, você usa a skill ranged, Se usar durante a esquiva ou a defesa, vc usa a skill respectiva daquele movimento. Só aí já temos bastante opções.... mas ainda tem mais. Ao longo do jogo, vc vai passar por dungeons onde você vai aprender um elemento novo. Cada elemento tem suas respectivas skills para cada movimento, com níveis de força e mais detalhes na animação. Os elementos são trocados através dos 4 digitais do controle (só assim para ativar o que foi habilitado na Skill Tree) e se usados por muito tempo fazem seu boneco entrar em overload e aí é preciso esperar um pouco pra poder usar de novo. Ok, tem bastante coisa pra você usar na batalha? Mas e a customização? Bem, você tem uma skill Tree básica onde se aprende habilidades novas, aumentar stats além do que se ganha com LV e ativar diferentes buffs. Para cada elementos novo, uma nova Skill Tree é liberada com seus buffs, stats e skills specíficas. A lista de equipamentos também é bem grande com stats e buffs variados. Não há aquela progressão linear, você escolhe o que quer usar de acordo com o que você prefere: mais HP, mais defesa, mais ataque, buffs específicos daquele equip, etc. E pode esperar que o jogo vai exigir que você use tudo isso. Os inimigos batem forte, causam status e possuem fraquezas, então você vai se ver batendo, esquivando, trocando de elemento a todo momento. Lembra quando falei dos dois tipos de ataque ranged? Então, o rapid fire é bom para encher barras de status ou quebrar defesas, enquanto o ataque concentrado é ótimo para tontear o inimigo quando ele estiver piscando vermelho, pronto para dar um ataque mais forte. A cereja do bolo do combate são os chefes, do mesmo nível de criatividade e dificuldade de um YS. Não é só de batalha que se vive um action, né? Sem exageros, CrossCode tem um dos melhores e mais bem feitos mapas de todos os jogos 2D. Os mapas foram muito bem pensados de forma que tudo é organicamente ligado. Você tem baús por todo canto e para alcançá-los, você precisa explorar as diferentes alturas e saídas para encontrar o caminho que vai te levar até eles. As dungeons são um prato cheio pra quem curte puzzle. A variedade é absurda e tudo foi feito de forma que você vai progredindo na criatividade e uso dos movimentos que o jogo oferece. Os elementos também tem um papel importante aqui. Um exemplo é quando você precisa congelar algo com o poder de gelo ou criar um ar parar girar hélices usando o fogo para explodir bolas de água. Devo dizer que os dungeons elementais são tão grandes que eu até dava uma cansada, mas não posso de jeito nenhum falar que era repetitivas. Esse video explica direitinho sobre o game design, vale conferir pra entender melhor A trilha sonora cumpre seu papel. Pendendo mais pro estilo ambiente/atmosférico, ela é bem variada e eu que não curto muito OSTs assim até agora não me vi tirando o som do jogo. As variação instrumental é bem grande, o que ajuda bastante na hora de criar o clima de cada lugar através da música. Os destaques pessoais ficam para a música de um personagem recorrente na sua aventura e a segunda música de batalha normal. Parece que estou rasgando cera e exagerando demais na qualidade de CrossCode por ter 2 coisas que amo em videogames, gráficos 2D pixel art e gameplay foda, mas juro que não estou mentindo. Todos os detalhes foram trabalhados com muita qualidade (e de acordo com os updates dos desenvolvedores, mais coisa ainda está por vir), quem curte o gênero Action/RPG tem a obrigação de jogar A espera 6 anos, com toda certeza, valeu a pena.
  2. Strife

    [Review] The Amber Throne (PC)

    The Amber Throne é mais uma grande surpresa em termos de RPGs indie. Criado usando a Ruby Engine do RPG Maker, esse jogo demonstra que jogos feitos nessa ferramenta podem ter um estilo visual único; no caso, The Amber Throne usa um visual pintado que me lembrou jogos como SaGa Frontier II e Legend of Mana do Playstation. As animações podem ser um pouco duras, e os inimigos em batalha apenas alternam entre diferentes poses, mas os cenários e os visuais fantásticos do jogo nunca deixam de surpreender (as partes finais em especial, são de encher os olhos, a batalha final é claramente inspirada em Final Fantasy VI). Outro aspecto positivo é o enredo, que é muito bom, possuindo um clima melancólico e sombrio que vai se intensificando com o progredir da história. A premissa da história é que o titular Amber Throne é capaz de conceder qualquer desejo para a pessoa que sentar nele. Ao longo da história, os diversos governantes do trono ficaram conhecidos como Amber Gods. O último desses deuses teve uma visão profética de que iria morrer por causa de uma rebelião, e se o trono caísse nas mãos erradas o resultado seria catastrófico. Para quebrar o ciclo de conflito pelo trono, ele ergueu seu reino aos céus, protegendo-o com uma nuvem impenetrável, mas não antes de deixar uma de suas filhas em hibernação, na esperança de que quando ela acordasse, ela pudesse descobrir a verdadeira natureza do trono e destruí-lo de uma vez por todas. A jogabilidade é aquela de um RPG clássico, com cidades, dungeons e um grande mapa para explorar. O sistema de batalhas é bem tradicional, mas muito divertido em sua base sólida. Não existe MP e os personagens podem usar as skills que aprendem a qualquer hora, com algumas sendo de uso imediato e outras precisando de um tempo de carregamento na ordem de turnos. Mas a estratégia está nas diferentes características dos ataques e skills, como Slash, Pierce ou Blunt. Os inimigos possuem fraquezas específicas, e usando os ataques certos é possível alterar formas e abrir os inimigos a outros ataques. Um exemplo básico são cavaleiros com escudo, que abrem a guarda quando atingidos por um ataque do tipo Blunt, ficando vulneráveis a ataques do tipo Pierce até que sejam mortos ou ergam os escudos novamente. Chefes costumam alternar entre várias formas diferentes, exigindo constante atenção. Outras skills podem aplicar ou retirar buffs, debuffs etc. O resultado são batalhas rápidas, simples, mas que sempre envolvem uma boa dose de estratégia. Não há encontros aleatórios e os inimigos não voltam após serem mortos, mas caso o jogador queira grindar, algumas áreas possuem artefatos que, quando ativados, trazem os monstros de volta (embora eu não tenha sentido a necessidade de fazer isso nenhuma vez). Nem tudo são flores, porém. Encontrei alguns bugs, em três momentos a tela ficou escura, embora desse para escutar o jogo ainda rodando, mas tive que reiniciar tudo para voltar ao normal. Geralmente isso não faz com que o jogo perca muito progresso, pois o jogo deixa salvar a qualquer momento e também possui auto saves, mas é algo a se considerar. O script tem alguns erros também, aparentemente quem escreveu a história tem dificuldade em diferenciar o uso de “its” e “it’s”, mas nada que comprometa. Ainda assim, recomendo The Amber Throne a fãs de RPGs, especialmente pela força do seu visual, seu enredo envolvente e a jogabilidade clássica. A duração é curta, umas 14h, mas a trama sempre caminha num bom ritmo e a trilha sonora é muito boa também. É difícil de encontrar RPGs de RPG Maker que pareçam profissionais, mas esse e Helen’s Mysterious Castle provam que, nas mãos certas, podemos ter jogos excelentes feitos com o programa.
  3. Ralf Jones

    [PC Steam] [PS4] Final Fantasy XII: The Zodiac Age

    Square Enix has announced Final Fantasy XII: The Zodiac Age for PlayStation 4. It is due out in 2017. The Zodiac Age is a high-definition remaster of Final Fantasy XII International Zodiac Job System, which adds to the original Final Fantasy XII with reconstructed game design and additional systems, with further system improvements and current generation technology. Here’s the list of improvements: Visual Improvements High-resolution upgrades for backgrounds, character models, and all 2D parts including fonts High-resolution upgrades for movie scenes Introduction of current generation visual expression Sound Improvements7.1ch surround support High-quality voice support English and Japanese voices (switch between them in the game configuration) Original and newly re-recorded BGMs (switch between them in the game configuration) Usability ImprovementsShorter load times Auto-save functionality added Improved high-speed mode and improved play time operability during high-speed mode Watch the teaser trailer below. View the first set of screenshots at the gallery. Visit the official website here. Read more at http://gematsu.com/2016/06/final-fantasy-xii-zodiac-age-announced-ps4#VwDhuDuBrVq6Z9te.99
  4. Strife

    [Review] Battle Chasers: Nightwar (PC)

    Battle Chasers: Nightwar é um RPG feito pela Airship Syndicate, empresa formada por Joe Madureira e por membros que anteriormente trabalharam em Darksiders. É baseado nas HQs criadas por Madureira nos anos 90, servindo como continuação e spin-off. O visual baseado nos quadrinhos é muito bom, o jogo em si tem um estilo de arte que lembra Darksiders, mas a jogabilidade é uma homenagem aos RPGs japoneses com batalhas por turnos. Comecei jogando achando que seria um bom jogo, mas me surpreendi com uma das melhores experiências de RPGs por turnos em muito tempo. O sistema de batalhas, como já mencionado, é o clássico modelo de RPGs por turnos, possuindo a ordem dos turnos em que o jogador pode planejar as ações. Ataques e certas habilidades são de uso instantâneo, mas magias e outros golpes demoram um pouco para serem ativados, com o jogador tendo que planejar como e onde suas ações vão cair. As animações de batalha são muito boas e os golpes possuem impacto, proporcionando um espetáculo visual. Os personagens possuem três níveis de golpes especiais que consomem uma mesma barra de especial, os Burst Attacks, que são de uso instantâneo e podem ser a diferença numa luta apertada. Outra mecânica especial é Overcharge, que é basicamente uma barra extra que vai acumulando em cima do MP existente quando os personagens atacam, e são usados antes do MP quando disponível, ajudando a planejar a economia de MP ao longo das dungeons. Overcharge também podem ser usados para aumentar o dano de certas habilidades com os Perks certos (cada personagem possui duas Perks Trees com pontos que podem ser realocados a qualquer hora para conseguir bônus passivos). Mas uma coisa que faz a diferença em Battle Chasers: Nightwar é que é daqueles RPGs onde status especiais, buffs e debuffs fazem toda a diferença do mundo. Trata-se de um jogo que pode ficar bem difícil, principalmente no meio, ainda mais se jogar sem prestar atenção nas idiossincrasias do sistema de batalha. Os inimigos batem pesado, mesmo estando em nível equivalente ou até um pouco superior algum monstro especialmente forte pode acabar com sua estratégia. Para combater isso, cada personagem é único e é preciso criar um grupo equilibrado em que as forças e fraquezas se complementam. Joguei com o grupo inicial de Garrison, Gully e Calibretto, desenvolvendo-os até criar uma máquina de guerra extremamente eficiente no final do jogo (consegui terminar a arena no nível máximo e completar todas as Hunts). Já que falei da dificuldade, é bom mencionar que o jogo exige um certo nível de grind do jogador, especialmente após as dungeons iniciais. Mas algo que ameniza o grind, além do excelente sistema de batalhas, é que as dungeons possuem três níveis, normal, Heroic e Legendary. Como as dungeons são geradas aleatoriamente, cada um dos níveis é diferente, assim como o nível dos loots, armadilhas e áreas secretas, não fica tão cansativo revisitá-las. E, mesmo sendo aleatórias, o ótimo design delas engana esse fator. Ah, e é possível ver os inimigos tanto no mapa quanto no overworld, não havendo encontros aleatórios em nenhuma área. O enredo é uma clássica história medieval de impedir uma força maligna de ressurgir, mas cumpre seu papel, graças ao bom ritmo e bons personagens (curiosidade: a segunda melhor espada do Garrison é literalmente a Buster Sword do Cloud). O grupo está viajando numa Airship quando são atacados por piratas, e acabam caindo numa ilha e se separando. Pouco a pouco vão desvendando os problemas que estão acontecendo na ilha (que é bem grande, com mapa para explorar e tudo). Mas no geral, o que me prendeu mesmo foi o sistema de batalhas que é um dos melhores do gênero, a profundidade dos sistemas de evolução e crafting e a exploração. É um dos melhores RPGs que joguei nos últimos tempos e recomendo para quem curte batalhas por turnos, com a ressalva da dificuldade e do grind que pode ser cansativo em alguns momentos. PS: sei que possui versões para consoles, mas joguei a versão PC, da Steam, que dizem ser a melhor por possuir loadings mais rápidos que as outras.
  5. Strife

    [Review] Shadows of Adam (PC)

    Shadows of Adam é mais um RPG desconhecido disponível na Steam que merece mais reconhecimento. Possui gráficos 2D bem charmosos, uma excelente trilha sonora (com destaque para os temas de batalha) e uma história muito boa que lembra os Final Fantasies clássicos, com quatro personagens numa busca atrás de cristais que são a fonte de problemas que estão acontecendo no mundo do jogo. Porém, ao contrário de FF onde os cristais são a base do equilíbrio das forças naturais, aqui são a fonte de magia que quase destruiu o mundo numa guerra do passado. Adam do título é o nome de uma vila isolada que ficou livre dos efeitos da guerra, sendo a cidade natal de três dos protagonistas mas que agora está sofrendo com o que parece ser a volta da magia, tratada aqui como sempre uma força destrutiva que todos querem evitar. No geral parece realmente uma homenagem aos antigos FFs, contando até com um personagem que é um monge com golpes parecidos aos do Sabin de FFVI e um sub-vilão que é, bem, é o Kefka praticamente, tanto que me incomodou um pouco no começo porque parecia que tudo ia caminhar no mesmo rumo, mas o jogo acaba divergindo das referências e assumindo uma identidade própria. O sistema de batalhas é o tradicional sistema por turnos, mas muito bem executado. No lugar da barra de MP temos a barra de AP, que funciona quase da mesma maneira, mas no final de cada turno os personagens recuperam um pouco da barra, e matar inimigos também tem o mesmo efeito, o que permite o jogador usar com mais frequência suas habilidades. O que vai ser necessário, pois os inimigos possuem fraquezas específicas que faz com o que o jogador esteja sempre atendo para eliminar os monstros da maneira mais eficiente, uma vez que os combates costumam ser bem desafiantes. De destaque são as batalhas contra chefes que são excelentes, não tem uma igual a outra e sempre oferecem um ótimo desafio. Como já mencionado acima, não só a trilha sonora é de alta qualidade, mas os efeitos sonoros são muito bons também, com os golpes e magias sempre acompanhados de sons que dão peso e impacto. Juntamente com Battle Chasers: Nightwar, esse é um dos melhores sistemas por turnos que joguei nos últimos tempos. As dungeons constituem outra parte positiva, sendo grandes mas sem ser cansativas e com diferentes puzzles que sempre deixam a exploração divertida, além da ambientação que sempre varia bastante. Não há encontros aleatórios e os inimigos só voltam se sair e entrar na dungeon novamente, o que permite o jogador limpar a área para então se concentrar na exploração sem distrações. Sendo um jogo curto (10h), sempre avança num ritmo que não deixa a bola cair, com um evento do enredo sempre levando ao próximo sem fillers e enrolação. O grupo principal conta somente com quatro personagens do início ao fim, mas Kellan, Azrael, Curtis e Talon são muito bem desenvolvidos ao longo da aventura, com personalidades que se complementam muito bem. Mais uma vez, como meus outros reviews recentes, se é fã de RPGs clássicos e está procurando um que só pega as partes positivas do gênero sem os detalhes que não envelheceram muito bem, Shadows of Adam é uma ótima pedida.
  6. Josh_

    Reviews e Tutoriais feitos por mim

    Yo... Como comentei pro Strife via MP, decidi criar esse tópico pra ficar como referência e unificar todos os reviews que fiz / farei ao longo do tempo, seja RPG's ou como diz o Ultima no tópico de Recordes, "Zona off"... assim liberarei espaço da minha IMENSA assinatura... '^^ Eu sei que já tem um fórum de reviews, mas pedi pro Strife porque o intuito é pôr mais RPG's do quê outro gênero, não que ñ terão outros... mas a maioria será RPG... assim muitos de vocês conhecerão mais jogos e possivelmente o interesse variará... ^^ Ah sim, todos os tópicos abaixo vão ser considerados (por mim pelo menos:P) como oficiais, com isso a outra função desse tópico é ficar de referência para dúvidas sobre os jogos (somente nos RPG's já que os outros acho que ñ são de suma importância)... ^^ Bem, aí vão os links: RPG's: Produtora Nihon Falcom Corporation: Review /Tutorial de Arcturus[Exclusivo PC] Review / Tutorial de Dinosaur [Exclusivo PC] Review / Tutorial de Eiyuu Densetsu III: Shiroki Majo [Multi: PC / PSOne / PSP] Eiyuu Densetsu IV: Akai Shizuku [Multi: PC / PSOne / PSP] Review / Tutorial de Eiyuu Densetsu V: Umi no Uriota [Multi: PC / PSOne / PSP] Review / Tutorial de Eiyuu Densetsu VI Sora no Kiseki : First Chapter (TÓPICO RESTAURADO))[Multi: PC / PSP] Review / Tutorial de Eiyuu Densetsu VI Sora no Kiseki : Second Chapter[Multi: PC / PSP] Review / Tutorial de Eiyuu Densetsu VI Sora no Kiseki : Third Chapter / Advanced Chapter[Multi: PC / PSP] Review / Tutorial de Gensosangokushi I[Exclusivo PC] Review / Tutorial de Gensosangokushi II[Exclusivo PC] Review / Tutorial de Getsuei no Destiny [Exclusivo PC] Review / Tutorial de Gurumin[Multi: PC / PSP] Review / Tutorial de Vantage Master: Japan [Multi: PC / PSP] Review / Tutorial de Xanadu Next[Multi: PC / Mobile] Review / Tutorial de Ys Origin[Exclusivo PC] Review / Tutorial de Ys: Eternal (Ys I e Ys II) [Exclusivo PC] Review / Tutorial de Ys: The Oath in Felghana[Multi: PC / PSP] Review / Tutorial de Ys VI: The Ark of Napishtim[Multi: PC / PS2 / PSP / Mobile] Review / Tutorial de Ys Seven[Exclusivo PSP] Tópico Ys VS Sora [PSP Exclusivo] Review / Tutorial de Zwei I[Multi: PC / PS2 / PSP] Review / Tutorial de Zwei IIExclusivo PC] Review / Tutorial Tokyo Xanadu [PSV] http://www.players.com.br/forum/topic/127056-review-tutorial-tokyo-xanadu/ Produtora Idea Factory OBS: Cross Edge foi feito em parceria com Capcom, Nippon Ichi, Bandai Namco e Gust Review / Tutorial de X Edge (Cross Edge)[Exclusivo PS3] Review / Tutorial de Agarest Senki (tópico temporário, versão DEMO)[Multi: PS3 / 360] Produtora Sony Computer Entertaiment Japan [JAPAN STUDIO] Review / Tutorial de Rezel Cross[Exclusivo PSP] Review / Tutorial de Wild Arms XF Review / Tutorial de Bleach Soul Carnival 2 [Exclusivo PSP] Produtora Square-Enix Review / Tutorial de Dissidia Final Fantasy[Exclusivo PSP] Review / Tutorial de 3rd Birthday [Exclusivo PSP] Produtora Konami Review / Tutorial de Twelve: Sengoku Fuushiden [Exclusivo PSP] Produtora Marvelous Entertainment Review / Tutorial de Oboro Muramasa [Exclusivo Wii] Zona OFF: Tutorial de "High School Soccer Kunio Kun/Kunio Kun No Nekketsu Soccer League" Review / Tutorial de Infernal Review de F.E.A.R Perseus Mandate Pursuit Force : Extreme Justice Review / Tutorial de Vanguard Princess Tópico Oficial DJ MAX FAQ's: FAQ/Walkthrough Eiyuu Densetsu VI Sora no Kiseki The Third/Advanced Chapter Cada vez que tiver atualizações, editarei o título... EDIT: tirei a parte de "próximos projetos" e fiz um layout mais prático... os títulos estão divididos por Empresas e os que ñ estiverem como link são os que estou planejando fazer... (estão em ordem alfabética e cronológica, pra ficar mais organizado ^^) À princípio só inclui os da Falcom... mais tarde incluo de outras empresas... Sore ja
  7. Strife

    [Review] Helen's Mysterious Castle (PC)

    Hm, essa foi uma das maiores surpresas que tive nos últimos tempos. Helen's Mysterious Castle, apesar de ter sido feito no RPG Maker 2000, é um jogo de alta qualidade e que se diferencia dos demais projetos feitos na plataforma. O grupo de desenvolvedores, os japoneses da Satsu, claramente se esforçaram para criar um jogo com estilo próprio e de alta qualidade. Os gráficos são ótimos, um 2D clássico com animações excelentes (principalmente em batalhas), uma trilha sonora linda e uma história que começa simples e misteriosa que vai gradativamente se revelando mais ambiciosa e muito bem escrita. Um conto curto, mas com bastante charme e direto ao ponto. O grande atrativo de Helen’s Mysterious Castle, porém, é o sistema de batalhas. Usando uma engine criada especialmente para o jogo (ao invés dos modelos básicos do RPG Maker), o resultado é um dos melhores sistemas por turnos que já tive o prazer de jogar (e não estou exagerando). O jogador tem a sua disposição armas e equipamentos que encontra ao longo do jogo, sendo que cada item tem três parâmetros: Effect, Defense e Wait. Effect é o dano base que a arma causa, Defense é a defesa que cada arma ou equipamento proporciona, e Wait é o tempo necessário para realizar a ação. Esse esquema é válido tanto para Helen quanto para seus inimigos. Se Helen, por exemplo, ataca com uma espada que tem 20 de Effect, contra um inimigo com ação de 10 de Defesa, o dano causado naquele turno será 10. Se a arma tem um Wait de 5 e a ação do inimigo é 10, o jogador pode atacar duas vezes antes do turno do inimigo. Se ver que o inimigo está preparando uma ação com 20 de Effect e Wait de 5, é bom usar com escudo com Defense maior que 20 e Wait inferior ou igual a 5, o que anulará o dano no turno. É mais difícil de explicar do que realmente jogar; o vídeo abaixo, que mostra o começo do jogo e as primeiras batalhas, explica de maneira mais sucinta: A simplicidade engana, pois o resultado desse simples sistema são batalhas sempre estratégicas e divertidas. Helen não ganha níveis e o único status que possui é o HP, que é possível aumentar achando HP Boosters nas dungeons e como recompensa após chefes. Mortes podem ser constantes quando se está descobrindo os padrões dos inimigos (sem tomar cuidado, qualquer inimigo pode matar facilmente), mas não chega a ser um problema visto que não há penalidade, Helen simplesmente irá acordar em sua casa ou em algum Inn, e devido ao excelente design das dungeons (todas interligadas entre si, com atalhos e passagens secretas que facilitam a navegação), a opção de salvar em qualquer lugar e sem encontros aleatórios, cair em batalha acaba se tornando parte natural do jogo, levando o jogador a reavaliar suas estratégias e equipamentos para conseguir avançar. Cada batalha dá EXP, mas aqui a EXP é usada para melhorar os equipamentos, aumentando seus parâmetros. Durando 6h e custando apenas 4 reais na Steam, é um RPG que recomendo a qualquer fã do gênero. Viciei tanto nele que acabou interrompendo outros jogos que estava jogando, e não é sempre que isso acontece.
  8. Minato

    Humble Bundle week

    Vai rolar o humble bundle week, com um jogo diferente por semana What is the Humble Weekly Sale? The Humble Weekly Sale is a pay-what-you-want promotion that runs for one week, with a new deal launching every Tuesday. That means you’ll have to act fast so you don’t miss these sweet deals every week! As with our bundles, you’ll be able to allocate your purchase amount any way you want: to charity, to the developers, or even us. Comecando por bastion http://www.humblebundle.com/weekly
  9. ragecom

    [Android] Radiant Defense

    Estou colocando o modelo do meu celular e a versão do Android porque dizem que tem disso... Tem uns que rodam, uns que não rodam, bla bla bla... Esse é o meu primeiro review de um jogo de Android. Na verdade só comecei a levar a sério jogos de tablet/celular há pouco tempo. Baixei um monte de jogos que me recomendaram e eventualmente acabei chegando em Radiant Defense. Confusão linda e radiante Radiant Defense é um jogo estilo tower defense. Ou seja, existe um vortex de onde saem os aliens, se dirigindo ao portal que deve ser defendido. Esse nem é muito o meu estilo de jogo, mas achei Radiant Defense tão viciante que até parei de dormir no ônibus lol. O enredo é clichê e sempre no início de cada missão há uma conversa entre o general terráqueo, o cientista terráqueo nerdzão e o mestre alien bolado lá e essa é a forma que o jogo tem de passar um pequeno tutorial quando necessário, mas até que quase tudo no jogo é bem auto-explicativo. Mas fora isso, esses diálogos são engraçadinhos de se ler. Cada missão é composta por ondas de aliens que tentarão passar do vortex para o portal. Caso você morra (uma quantidade de aliens maior que a permitida passar) você recomeça daquela onda de inimigos e pode refazer a sua estratégia de defesa. Mas ai é que está o grande lance do jogo: muitas vezes você precisa recomeçar a missão toda porque o preço de venda das armas é muito inferior ao de compra. Um exemplo: se você compra um turret por 300, o preço de venda dele é tipo 120. Então se você chegar numa onda onde aquele turret não é mais necessário e precisa de outra arma no lugar, você não conseguirá comprá-la. Muitas vezes é preciso recomeçar a missão toda para mudar a estratégia. As armas são variadas. Existem três armas básicas: o laser, o canhão e o turret. Para aumentar o arsenal é preciso comprar um research unit, que habilita jatos de ácido, armas específicas para destruir escudos, etc. Também é possível comprar no Play packs de extensões do jogo que habilitam mais armas, que provavelmente são as melhores, mas não comprei. Você compra armas com o orçamento básico da missão e ganha mais dinheiro matando aliens. E ai entra mais um aspecto importante do jogo: economizar é fundamental porque sempre ao final de cada onda de aliens você recebe 10% do dinheiro que você tem no momento em que aquela onda acaba. As armas podem sofrer upgrades, e isso também é importante porque armas no nível máximo de upgrade equivalem em poder de fogo a sete armas daquele mesmo tipo no nível básico, mas por apenas 4/7 do valor. Ou seja, como é mais jogo dar upgrade nas armas do que comprar mais armas do mesmo tipo, o ideal é posicioná-las muito bem para tirar o máximo proveito. Aliens vindo de escudão Os inimigos são variados... Alguns se regeneram com o tempo, alguns possuem escudos, alguns são mais resistentes ou mais sensíveis a determinadas armas, enfim. Outra estrutura importante do jogo são os construction modules. São em cima deles que você posiciona as armas, mas mais do que isso, eles influenciam no caminho em que a onda de aliens vai passar (lógico - se você colocar um módulo no caminho dos aliens, eles terão que contorná-lo). É possível ver o caminho exato que os aliens vão passar no começo de cada onda. Esses módulos para construir não são comprados, e sim ganhados a cada missão ou onda. Eles são fundamentais porque você pode fazer verdadeiros labirintos no caminho dos aliens de forma que eles fiquem mais tempo sob fogo. Como a maioria dos jogos para celular, cada missão vale até três estrelas (que no caso de Radiant Defense, são caveirinhas). Para chegar a três caveirinhas é necessário passar a missão toda sem deixar nenhum alien passar pelo portal. É bem difícil. Resumindo... Achei o jogo variado, extremamente divertido, viciante, desafiador e com gráficos bastante razoáveis. Vale a pena baixar. Nota Rage: 80/100
  10. Minato

    Humble THQ Bundle

    Hey there! Get ready for a brand new kind of bundle: the Humble THQ Bundle has arrived to bring you seven massive, critically-acclaimed games for Windows via Steam! Starting at just one dollar, pay what you want and get Steam keys for Company of Heroes (and its two full-game expansions, Opposing Fronts and Tales of Valor), Darksiders, Metro 2033, and Red Faction: Armageddon! If you choose to pay more than the average price, you will also get the phenomenal Saints Row: The Third! And several of the games come with glorious soundtracks! *Please note that the games are Windows-only and require Steam to redeem.
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