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Encontrado 8 registros

  1. ragecom

    Playstation 4 - Tearaway Unfolded

    A Plus deu esse jogo um mês desses... Eis um review proletariado e marxista.
  2. ragecom

    [PS4] The Order: 1886

    Zerei The Order: 1886 ontem e resolvi fazer um review de leve. Sem spoilers, podem ler à vontade. O jogo se passa em Londres, no ano de 1886 mas em um universo alternativo: o mundo está ameaçado por humanos meio animais (half-breeds) tipo lobisomens e Londres está também enfrentando uma guerra civil do governo contra forças rebeldes que pretendem tomar o poder. O jogo foi aclamado pelos gráficos, e acho que isso ninguém pode negar. E no meio disso tudo está o protagonista do jogo, que se chama Galahad. Galahad faz parte de uma ordem de cavaleiros criada pelo Rei Arthur. Na verdade esta ordem é o nome que o jogo dá aos Cavaleiros da Távola Redonda, que neste universo alternativo, existe até os dias em que o jogo se passa. Esses cavaleiros agem como uma espécie de SWAT: eles são "superiores" à polícia e sempre que dá alguma merda envolvendo os half-breeds eles são chamados para resolver o problema. Esta guerra entre humanos e half-breeds existe desde a época do Rei Arthur e os humanos sempre estiveram em desvantagem, porque os half-breeds são muito mais fortes fisicamente, porém com a revolução industrial os cavaleiros da ordem obtiveram acesso a armas realmente poderosas e agora são capazes de lidar de igual para igual com os half-breeds. Fora isso, um grande aliado dos cavaleiros é a blackwater - um líquido que aumenta significativamente a longevidade das pessoas e possui incríveis poderes de cura. Com esse líquido de origem desconhecida, alguns dos cavaleiros de 1886 já estão vivos há séculos (Galahad, por exemplo, tem vários séculos de idade). Claro que estamos falando de um universo imagiário e a tecnologia avançada que o jogo apresenta não tem absolutamente nada a ver com o que se tinha em 1886. É mais ou menos a ideia de Bioshock, tipo um "futuro do pretérito", na falta de um termo melhor. Um dos NPCs do jogo é Nikola Tesla e ele é uma das justificativas que o jogo dá para a tecnologia avançada. É interessante "interagir" com Tesla e usar suas invenções, mais ou menos como em Assassins Creed 2 onde você "conhece" Leonardo DaVinci. Resumindo... É um enredo de filme B, porém a produção é hollywoodiana. Sinceramente, os gráficos impressionam MUITO. Os melhores gráficos que eu vi nesta geração até agora eram de Ryse: Son of Rome (X1) mas The Order: 1886 supera. Os mapas são detalhados ao extremo e a beleza e realismo dos models é impressionante. É nível você dar zoom no rosto de um personagem e identificar sinais de expressão nele. O jogo é repleto de cutscenes que me parecem terem sido feitos com a própria engine do jogo porque o jogo todo é graficamente lindo. Cada detalhe, coisas jogadas no chão, marcas nas paredes, objetos em cima das mesas... Tudo muito bem feito e claramente pensado nos mínimos detalhes. A ambientação escura, com uma Londres em plena revolução industrial acinzentada também é bem legal. A IA do jogo não é mocoronga como em vários jogos do estilo, mas também não é nada de mais. Dependendo do tipo de inimigo, ele terá uma estratégia diferente de enfrentamento e de maneira coerente: você não vai ver um granadeiro sair correndo na sua direção - ele vai ficar de longe tacando as granadas. Da mesma forma, um cara de shotgun vai sempre tentar chegar o mais próximo possível de você porque a arma é de alcance curto. Tudo ok nesse quesito. Como TPS o jogo está na média. Nada de mais, nem nada de menos, apenas o que se espera de um TPS típico: você pode carregar uma arma pequena (revolver, pistola, etc.), uma arma grande (fuzil, shotgun, crossbow, etc.) e dois tipos de granadas. Nada além do básico. A movimentação de Galahad é fluente num geral, apenas em poucos momentos eu senti que o movimento era mais brusco do que deveria, como quando ele pula algum gap ou algo assim. Nesse sentido em específico o jogo me lembrou da movimentação de Chris em RE5. Galahad de sniper. A parte cinematográfica do jogo é longa e muitas vezes não acrescenta. Os cutscenes são muitos e grande parte deles são desnecessários. Não é nada exagerado como em Metal Gear Solid 4, mas certamente é algo acima do comum. O jogo é curto, e creio que essa seja uma das maiores críticas que ele recebeu. Eu pessoalmente acho que não deve ter cabido num único bluray um jogo mais longo com esse tipo de gráfico. Mas independente da razão, o jogo é curto mesmo (eu zerei em umas seis horas) e contando que ele não tem nenhum motivo forte para ser rejogado, é o tipo de jogo que vai ficar empoeirado na prateleira. O fator exploração também é quase nulo: você coleta uma munição aqui, um áudio ali, mas nada de mais. A munição que o próprio jogo te dá durante o percurso com a dos inimigos mortos é mais do que suficiente. Pra ser honesto não tem muito o que explorar... O jogo é linear demais. Em um momento ou outro você acaba se deparando com uma encruzilhada só pra descobrir depois que os dois caminhos dão no mesmo lugar. Eu venho de uma "escola" de Resident Evil 2, Silent Hill, etc. então não consigo resistir a chegar perto de cada armário, prateleira, gaveta ou baú e tentar explorar e claro que é um tanto frustrante quando você percebe que praticamente todos os objetos que compõe os mapas do jogo são meramente decorativos. O enredo (fraco) também não me deixou muito envolvido com o jogo. Galahad não tem nenhum carisma, nem nenhum dos NPCs. Basicamente eu fui jogando meio que ignorando a história. Foi uma experiência razoável de TPS, com excelentes gráficos e só isso. Eu achei o Metacritic muito baixo para o conjunto da obra. Eu daria um 7.5/10 se alguém me perguntasse. Pessoalmente acho que deve haver algum hate por ele ser exclusivo. Claro que não é um jogo memorável, mas vale a pena se você pegar usado por um preço justo. Metacritic: 63/100 Nota Rage: 7.5/10
  3. ragecom

    [PC/PS4] Mother Russia Bleeds

    Ignorei totalmente esse jogo na E3. Vi um vídeo aqui agora e gostei pra caralho. Beat 'em up promissor com um jeito de Hotline Miami.
  4. Tiolazo

    Novo Drumcover :D

    Bem depois de quase 1 ano de hiato, voltei a gravar videos, estou fazendo em parceria com um chapa de um estudio, este primeiro foi com a camera do meu MOTO G mesmo e basicamente gravado em L e R sem edicao alguma, nos próximos, vamos tentar deixar mais tchucos ainda!
  5. Christian

    Audio no PS3 - agora é uma OU outra saída?

    Chapas, sempre usei o PS3 configurado pro cabo óptico, mas funcionava normal na TV sem eu precisar trocar nada. Esses dias precisei fazer um system update e depois disso tenho que ficar trocando a configuração de áudio dependendo de como vou jogar. Se eu vou jogar só com o som da TV, tenho que mudar o áudio pra HDMI. Se eu vou jogar só com o som do HT, tenho que mudar o áudio pra saída óptica. Por uns instantes achei até que o PS3 estava indo pra banha, porque não saía som na TV, afinal sempre foi configurado só como saída pelo cabo óptico. Sempre funcionou direito, som saía tanto pela óptica (5.1) quanto pelo HDMI (estéreo). Será que cagaram com isso? Está acontecendo com mais alguém?
  6. GutoBiohazard

    PS3 travando e não dando sinal na TV

    Bom... começo pedindo desculpas se estou fazendo errado de postar isso aqui nesse fórum, pois estou desesperado :blush: e queria ajuda e opinião de pessoas que tem experiência com consoles, e sim, já procurei na internet mas não achei nenhum caso como o meu, alguns parecidos mas o problema creio que seja outro. O meu PS3 Slim 160Gb, que comprei não faz nem dois meses, começou a travar em filmes, games e até no menu principal, que é onde aparece quando ligamos e tal... Ele simplesmente congela a imagem do filme ou game, etc... congela e fica lá até eu desligar "forçadamente" apertando o botão liga/desliga até ele desligar de vez. Depois de desligar e ligar novamente, às vezes ele não dá sinal na TV, e outras ele liga normalmente. Queria deixar claro também que quando eu ligo ele e não dá sinal da TV, ele desliga sozinho depois de um tempo, e a luz verde apaga, não fica vermelha nem verde, ela simplesmente apaga como se tivesse fora da tomada. O console ainda esta na garantia, e eu já acionei a mesma, mas como se sabe, não sei se vão recusar a garantia e tal... queria saber a opinião de vocês. Desde já, muito obrigado a quem me responder
  7. ragecom

    [PS3] Resident Evil: Operation Raccoon City

    Comprei, zerei e vim fazer um breve review. Não farei spoilers. Esse é um review apenas da parte offline do jogo. O enredo do jogo é hipotético, porém se passaria no meio dos acontecimentos de RE2 e RE3. Raccoon City está no meio do apocalipse zumbi e a Umbrella manda uma unidade de mercenários para lá destruir as provas que ligam a catástrofe à empresa. Você controla um destes mercenários. Mais do mesmo... Ou não... Mas a certeza é uma só: quem sabe? Existem seis mercenários para se escolher e entre cada missão você pode trocar entre um e outro. Ao todo a sua unidade (que se chama Wolfpack) conta com quatro mercenários (você mais três bots), todos à sua escolha. A especialidade de cada um é diferente - você pode escolher ter na sua equipe um médico, um cientista, um assault, etc. Quando alguem da sua equipe morre, você pode revivê-lo chegando perto e segurando X. Você pode fazer isso quantas vezes quiser, então na prática a única pessoa com quem se preocupar é sempre você mesmo. Desde RE5 todos choram pelo rumo que a série tomou, abandonando totalmente o gênero survival horror que a série possuia até RE: Code Veronica. RE: Operation Raccon City só aumenta esse choro. Basicamente é um shooter de zumbis no enredo RE que cairia muito bem em arcades se eles ainda existissem. Os controles deixam a desejar. A RAT0Sência que se tem, por exemplo, em Uncharted para se colocar atrás de pilares para evitar tiros não se tem em RE: Operation Raccon City. Muitas vezes, explorando o ambiente, você apenas quer chegar perto de uma parede para investigá-la e acaba a usando como trincheira sem querer. Mas na verdade não há muito o que investigar e explorar. Não existem itens, puzzles, chaves, nada disso. O jogo é linear como um Call of Duty e talvez a maior diversão para os fãs da série seja revisitar locais passados em RE2 e RE3, e eventualmente encontrar seus personagens em um contexto imaginário fora da série. É possível trocar de arma quando são encontradas no mapa, mas é ai os controles viram uma tortura peniana: quando um companheiro morre e você vai revivê-lo, sempre ao lado do corpo está a arma dele, então em muitos casos você acaba pegando a arma do chão sem querer E PORQUE VOCÊ IRIA QUERER A ARMA DO SEU COMPANHEIRO MORTO PRA COMEÇO DE CONVERSA, SE VOCÊ PODE SER ELE DEPOIS DE CADA MISSÃO? Ai você vai, troca a arma de novo (pega a sua e deixa a do companheiro morto no chão), vai revivê-lo e.............. PEGA A ARMA DO PUTO DE NOVO PORQUE O BOTÃO DE PEGAR A ARMA É O MESMO DE REVIVER. O inventário não existe mais: só se pode carregar uma arma primária (fuzil ou algo assim), uma pistola, três granadas de cada tipo (incendiária, HE ou de impacto), um anti-viral spray e um green spray. Se você passar por um green spray sendo que você já tiver um no inventário, chore: você precisará usar o que tem logo pra não deixar o outro para trás. As green erbs encontradas no caminho também só podem ser utilizadas na hora - não podem ser carregadas. Eventualmente quando você é atacado por um zumbi você é contaminado pelo t-virus. Ai entra o anti-viral spray. Uma vez infectado, a sua energia vai diminuindo gradativamente até que você vira zumbi e game over. Os seus bots também podem virar zumbis. Se isso acontecer você terá que matá-los, mas logo em seguida você pode revivê-los rapidamente segurando X e eles voltam ao normal (facepalm total). Os inimigos são variados. Além dos zumbis e BOWs (incluindo tyrants) estão os spec ops enviados pelo governo. Então existem partes do jogo onde você troca tiros com os spec ops como Call of Duty, e existem momentos em que simplesmente você fuzila zumbis como Left 4 Dead. E falando em Left 4 Dead, os zumbis de RE: Operation Raccon City são rápidos, e isso dá uma melhorada no meio dessa zona toda que se passa. Uma outra novidade é que às vezes quando se é atacado você começa a sangrar e isso atrai uma horda de zumbis sanguinários atrás de você. Munição não é problema. Geralmente em locais onde tenham muitos inimigos também tem caixas de munição - quase nunca é necessário fugir. Na verdade é até mais divertido ficar e meter bala em tudo que se mexa. Basicamente é um jogo de ação, mas que não convence como um jogo da série RE. Os gráficos são muito bons. Os mapas são cheios de detalhes e a animação dos models também é muito boa. Pena que quase não é possível iteragir com o ambiente. Os models são muito bem feitos, mas são poucos. É comum matar, por exemplo, uma zumbi de calça jeans e cabelo castanho e logo em seguida o mesmo model aparecer de novo. Isso quando não aparecem dois ou três models iguais ao mesmo tempo. Para as graphic whores o jogo parecerá bom, mas para quem espera um mínimo de exploração será péssimo. Screenshot. Belos visuais Resumindo... Se você jogar completamente descompromissado com o nome de peso que é Resident Evil, em alguns momentos o jogo será um ótimo shooter de zumbis. Agora, se você é viúva dos anos áureos da série, passe longe. RE: Operation Raccoon City está muito mais próximo de RE5 do que qualquer outro jogo da série. Metacritic: 52/100 Nota Rage: 6,5/10
  8. ragecom

    [PS3] Saint Seiya Senki

    Dei uma olhada meio que na diagonal no fórum sobre Saint Seya Senki e não encontrei, por isso resolvi criar este tópico para discutirmos sobre o jogo. Não sou muito de animes (na verdade eu detesto) mas cresci assistindo isso, assim como quase qualquer um da minha idade (28). O jogo foi lançado em 2011 no Japão, mas só ganhou versão em inglês agora em 2012. Seguem vídeos aleatórios: http://www.youtube.com/watch?v=IcnoLZWdD-c http://www.youtube.com/watch?v=4JkyU3YijBE&feature=related Screenshots do gameplay pra quem está no trabalho lol:
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