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  1. psg1

    [PC] MECHWARRIOR 5 MERCENARIES - 2019

    Fully singleplayer MechWarrior 5 announced By Steven Messner 10 hours ago After 15 years, the first singleplayer MechWarrior game is being developed by Piranha Games. Announced at MechCon 2016, Piranha Games is taking MechWarrior back to its singleplayer roots with MechWarrior 5: Mercenaries. Slated for a 2018 release, Piranha Games president Russ Bullock took the stage to reveal the first footage of MechWarrior 5, which is being developed using Unreal Engine 4. You can watch that demo in the video above and head over to MW5mercs.com for more info. Though details are scarce, what we do know is that MechWarrior 5 is a completely standalone singleplayer game being developed by Piranha Games using a separate team than the one currently supporting MechWarrior Online, its multiplayer-only CryEngine game that went into open beta in 2012. MechWarrior 5 will feature "intense PvE ‘Mech combat in an immersive, career-based Mercenary campaign driven by player choice." If you're not too familiar with the series, MechWarrior is the tactical FPS offshoot of BattleTech, where players pilot a single BattleMech and issue orders to squads (called 'lances') of AI-controlled allies. Set during the Third Succession War of 3015, MechWarrior 5 puts you in the cockpit of a "green MechWarrior mercenary" caught in the conflict by factions vying to control the Inner Sphere—the region of space surrounding Earth. True to MechWarrior, pilots won't just need to prove themselves on the battlefield but will also oversee the maintenance and enhancement of their BattleMechs. Along with the emphasis on player choice, MechWarrior 5 seems to adhere closely to the traditions established by the earlier MechWarrior games. Aside from the demo, you can feast your eyes on the screenshots below to see what a MechWarrior game in Unreal 4 looks like. Spoiler alert: Pretty damn good. With the turn-based BattleTech strategy game coming in 2017, there's an exciting future ahead for fans of mech-on-mech combat. Stay tuned, as I'll be bringing more coverage of MechWarrior 5 (and BattleTech) straight from MechCon.
  2. ragecom

    [PS4] The Order: 1886

    Zerei The Order: 1886 ontem e resolvi fazer um review de leve. Sem spoilers, podem ler à vontade. O jogo se passa em Londres, no ano de 1886 mas em um universo alternativo: o mundo está ameaçado por humanos meio animais (half-breeds) tipo lobisomens e Londres está também enfrentando uma guerra civil do governo contra forças rebeldes que pretendem tomar o poder. O jogo foi aclamado pelos gráficos, e acho que isso ninguém pode negar. E no meio disso tudo está o protagonista do jogo, que se chama Galahad. Galahad faz parte de uma ordem de cavaleiros criada pelo Rei Arthur. Na verdade esta ordem é o nome que o jogo dá aos Cavaleiros da Távola Redonda, que neste universo alternativo, existe até os dias em que o jogo se passa. Esses cavaleiros agem como uma espécie de SWAT: eles são "superiores" à polícia e sempre que dá alguma merda envolvendo os half-breeds eles são chamados para resolver o problema. Esta guerra entre humanos e half-breeds existe desde a época do Rei Arthur e os humanos sempre estiveram em desvantagem, porque os half-breeds são muito mais fortes fisicamente, porém com a revolução industrial os cavaleiros da ordem obtiveram acesso a armas realmente poderosas e agora são capazes de lidar de igual para igual com os half-breeds. Fora isso, um grande aliado dos cavaleiros é a blackwater - um líquido que aumenta significativamente a longevidade das pessoas e possui incríveis poderes de cura. Com esse líquido de origem desconhecida, alguns dos cavaleiros de 1886 já estão vivos há séculos (Galahad, por exemplo, tem vários séculos de idade). Claro que estamos falando de um universo imagiário e a tecnologia avançada que o jogo apresenta não tem absolutamente nada a ver com o que se tinha em 1886. É mais ou menos a ideia de Bioshock, tipo um "futuro do pretérito", na falta de um termo melhor. Um dos NPCs do jogo é Nikola Tesla e ele é uma das justificativas que o jogo dá para a tecnologia avançada. É interessante "interagir" com Tesla e usar suas invenções, mais ou menos como em Assassins Creed 2 onde você "conhece" Leonardo DaVinci. Resumindo... É um enredo de filme B, porém a produção é hollywoodiana. Sinceramente, os gráficos impressionam MUITO. Os melhores gráficos que eu vi nesta geração até agora eram de Ryse: Son of Rome (X1) mas The Order: 1886 supera. Os mapas são detalhados ao extremo e a beleza e realismo dos models é impressionante. É nível você dar zoom no rosto de um personagem e identificar sinais de expressão nele. O jogo é repleto de cutscenes que me parecem terem sido feitos com a própria engine do jogo porque o jogo todo é graficamente lindo. Cada detalhe, coisas jogadas no chão, marcas nas paredes, objetos em cima das mesas... Tudo muito bem feito e claramente pensado nos mínimos detalhes. A ambientação escura, com uma Londres em plena revolução industrial acinzentada também é bem legal. A IA do jogo não é mocoronga como em vários jogos do estilo, mas também não é nada de mais. Dependendo do tipo de inimigo, ele terá uma estratégia diferente de enfrentamento e de maneira coerente: você não vai ver um granadeiro sair correndo na sua direção - ele vai ficar de longe tacando as granadas. Da mesma forma, um cara de shotgun vai sempre tentar chegar o mais próximo possível de você porque a arma é de alcance curto. Tudo ok nesse quesito. Como TPS o jogo está na média. Nada de mais, nem nada de menos, apenas o que se espera de um TPS típico: você pode carregar uma arma pequena (revolver, pistola, etc.), uma arma grande (fuzil, shotgun, crossbow, etc.) e dois tipos de granadas. Nada além do básico. A movimentação de Galahad é fluente num geral, apenas em poucos momentos eu senti que o movimento era mais brusco do que deveria, como quando ele pula algum gap ou algo assim. Nesse sentido em específico o jogo me lembrou da movimentação de Chris em RE5. Galahad de sniper. A parte cinematográfica do jogo é longa e muitas vezes não acrescenta. Os cutscenes são muitos e grande parte deles são desnecessários. Não é nada exagerado como em Metal Gear Solid 4, mas certamente é algo acima do comum. O jogo é curto, e creio que essa seja uma das maiores críticas que ele recebeu. Eu pessoalmente acho que não deve ter cabido num único bluray um jogo mais longo com esse tipo de gráfico. Mas independente da razão, o jogo é curto mesmo (eu zerei em umas seis horas) e contando que ele não tem nenhum motivo forte para ser rejogado, é o tipo de jogo que vai ficar empoeirado na prateleira. O fator exploração também é quase nulo: você coleta uma munição aqui, um áudio ali, mas nada de mais. A munição que o próprio jogo te dá durante o percurso com a dos inimigos mortos é mais do que suficiente. Pra ser honesto não tem muito o que explorar... O jogo é linear demais. Em um momento ou outro você acaba se deparando com uma encruzilhada só pra descobrir depois que os dois caminhos dão no mesmo lugar. Eu venho de uma "escola" de Resident Evil 2, Silent Hill, etc. então não consigo resistir a chegar perto de cada armário, prateleira, gaveta ou baú e tentar explorar e claro que é um tanto frustrante quando você percebe que praticamente todos os objetos que compõe os mapas do jogo são meramente decorativos. O enredo (fraco) também não me deixou muito envolvido com o jogo. Galahad não tem nenhum carisma, nem nenhum dos NPCs. Basicamente eu fui jogando meio que ignorando a história. Foi uma experiência razoável de TPS, com excelentes gráficos e só isso. Eu achei o Metacritic muito baixo para o conjunto da obra. Eu daria um 7.5/10 se alguém me perguntasse. Pessoalmente acho que deve haver algum hate por ele ser exclusivo. Claro que não é um jogo memorável, mas vale a pena se você pegar usado por um preço justo. Metacritic: 63/100 Nota Rage: 7.5/10
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