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Encontrado 16 registros

  1. ragecom

    Alguém coleciona videogames?

    Galera, estou abrindo esse tópico para encontrar outros colecionadores de VG e sugerir trocas, essas coisas. Minha coleção é bastante modesta quando comparada a várias outras que se tem por ai... Seguem ai algumas fotos: Este é o Kiyo Model 200. É um pong razoavelmente raro no Brasil: Um N64 com algumas fitas, nada de mais: Fuck yeah, melhor console de todos os tempos!!! Nem tenho tantas fitas ainda, apenas umas 100 Isso nem todo mundo conhece. É um Telebradesco. Ele servia para fazer operações bancárias para correntistas do Bradesco pelo Mega Drive. Ele vinha com um modem buit-in e o fio para ligar na linha telefônica, assim como a Sega Net. Um Master System (sim, sou viúva da Sega) e um monte de coisas aleatórias atrás: uns cartuchos de Famicom, uns de Atari 2600, uns de Odyssey 2, uns de Game Gear, uns de Master System na caixa... O lendário Master System. Tenho 153 fitas. O console teve um pouco mais de 300 - um dia terei todas \,,/ Meus jogos de PS3 e uns aleatórios de Game Cube. Notem que o Wii está tão morto que já foi parar na estante-museu hehehe Atrás dos de PS3, alguns jogos de Wii PS2 e os jogos originais que tive dele Jogos aleatórios de Dreamcast, PSX, Saturn e alguns de PC K7s de TK90x, MSX e CP400 e do lado três fitas de NES empilhadas Basicamente é isso que tenho (nessa estante lol). No momento tenho um Dream Passport 3 (DC), algumas fitas K7 de MSX e TK e um Crime Busters (NES) pra trocar. Quem se interessar, manda uma PM. Quem curte colecionar velharia posta ai as fotos
  2. Shining Force Neo é um RPG/Ação peculiar. Apesar de fazer parte da clássica série de RPG/Estratégia feita pela Camelot, esse projeto da Neverland faz uma mistura interessante, pois na jogabilidade é mais similar a jogos como Diablo. Mas ao invés de menus e sistemas de evolução muitas vezes convolutos de jogos desse estilo, Shining Force Neo aplica enredo, personagens, ambientação e sistemas mais intuitivos de RPGs japoneses. O resultado acabou se revelando muito bom, mas a mudança de estilo e a relativa obscuridade da série depois da era 16-bit acabou por fazer que o jogo passasse batido por muita gente (eu incluso). O jogo possui mapas imensos e batalhas intensas com dezenas de inimigos ao mesmo tempo na tela. Slowdowns são raros, mas podem acontecer quando a tela fica muito cheia de inimigos e efeitos de magias. Depois do começo ridiculamente fácil, Neo me surpreendeu com uma dificuldade inesperada. Não dá para fazer bobeira e sair apenas atacando, pois os grupos de inimigos podem te superar com números, ou algum monstro especialmente forte pode facilmente aniquilar seu time em segundos. Felizmente, o jogo oferece muitas oportunidades para o jogador se adaptar, seja através dos equipamentos ou de um sistema de evolução simples mas extremamente eficiente. O protagonista, Max, pode usar qualquer tipo de arma, variando de espadas de uma ou duas mãos, arcos, lanças, machados, cajados para magias etc. A jogabilidade muda bastante dependendo do tipo de arma escolhida, embora eventualmente me assegurei alternando entre espadas de duas mãos e o arco, uma combinação eficiente para lidar com os mais variados tipos de situações. Mas se deve prestar atenção também aos efeitos especiais dos equipamentos, seja de ataque ou defesa. Se está causando pouco dano ao inimigo, é bom trocar por uma arma que tenha efeito especial contra aquele tipo. O sistema de evolução anteriormente mencionado também é de suma importância. Ao longo do jogo se acumula Energy Points, além dos Experience Points. Os Energy Points são aplicados a várias Skills Trees que realmente influenciam seu personagem. Se está notando que inimigos de uma certa área estão te trucidando com ataques de fogo, invista em resistência a este elemento. Está causando pouco dano a um determinado tipo de monstro, como Golems? Invista na skill Golem Killer, e assim em diante. Há dois status também muito importantes, que é Stun e Knockback: ataques do primeiro tipo fazem Max ficar tonto, enquanto o segundo o derrubam para o chão. Isso é muito importante pois se cair em batalha no meio de uma multidão de monstros, pode ser morte certa, então também são dois status que devem ser levados em consideração nas estratégias. Ainda é possível equipar Secret Arts nas armas e nos equipamentos para efeitos extras. As áreas e dungeons do jogo são enormes, existem “Hives” que funcionam como arenas de batalha dedicadas e classes específicas de monstros, e a dificuldade do jogo garante que o jogador sempre esteja pensando em como evoluir Max para lidar com os diversos desafios. Max ainda pode escolher outros dois personagens para acompanha-lo e, cada um com seus prós e contras. Não há nenhuma opção para comandá-los em batalha, mas tirando uma vez ou outra quando ficam presos em cantos de paredes, a AI nunca atrapalha e pode fazer bastante diferença. E, por volta do meio do jogo, ainda há a opção de fazer sidequests específicas para cada um desses personagens para fazer com que ganhem novos atributos e defesas. A centauro Mariel rapidamente virou uma das minhas favoritas pela sua alta capacidade de ataque aliada a magias de cura, enquanto o robô Adam, após sua evolução, é facilmente o melhor atacante de suporte do jogo. A história é padrão para o gênero, mas gostei bastante. O grande destaque são os personagens, quase todos interessantes e divertidos. O herói Max é um jovem que treina constantemente sob a tutela do seu mestre Graham para um dia se tornar um “Force”, grupo de elite de soldados que protegeram o mundo de uma guerra contra inimigos conhecidos como Legion, 13 anos antes do começo do jogo. É claro que mais ou menos assim que se começa a aventura esses monstros misteriosamente voltaram para atormentar os habitantes do mundo de Neo, assim como um misterioso guerreiro disposto a destruir os três cristais que protegem os grandes centros habitados. Nada de outro mundo, mas cumpre seu papel. O ponto mais baixo é o vilão, que é facilmente um dos mais irritantes e insuportáveis (e não no bom sentido para um inimigo) que já vi. Ah sim, tem outro aspecto que pode afetar o enredo mas felizmente pode ser contornado: as vozes. Ugh. O trabalho de dublagem de Shining Force Neo é facilmente um dos piores que já escutei em RPGs, em especial do PS2 onde a qualidade desse aspecto dos RPGs melhorou bastante em relação ao que vimos na geração anterior. Pela glória divina existe a opção de desligar as vozes, e sugiro a todos que façam isso. Personagens que antes estavam me irritando passaram a ser outra pessoa quando só passei a ler os diálogos. Porém, não há a opção de desligar as vozes das batalhas, então ainda somos obrigados a escutar os personagens repetindo as mesmas frases ad infinitum (Meryl, nunca mais na vida quero escutar “Hot stuff coming your way!”). As músicas pelo menos são boas, ainda que nada de memorável. Os gráficos usam cenários 3D e personagens cel-shading, e não é nada muito detalhado, creio que para não afetar a performance que, como já dito, tem poucos slowdowns mesmo com uma quantidade de coisas absurda ocorrendo durante as batalhas, bem como uma movimentação muito rápida e fluida. Me senti mal por ter passado reto por Shining Force Neo na época, pois tirando o atraso agora me vi viciado como a muito tempo não ficava com um jogo, perdendo madrugadas a fim explorando as dungeons e enfrentando os desafios que o jogo tem a oferecer. Foi o primeiro jogo da série que terminei, a impressão inicial não poderia ter sido melhor. Shining Force Neo Alguns anos depois, a Sega encarregou a Neverland de fazer uma continuação para Shining Force Neo, e o resultado foi Shining Force EXA. Não se trata de uma continuação de enredo, mas de temática e jogabilidade, visto que a história e personagens são completamente novos (apesar de aparentemente passar no mesmo mundo, mas em épocas bem diferentes). A engine usada também é a mesma, mas houve melhorias nos gráficos, agora mais detalhados e limpos, com destaque para os modelos dos personagens que ficaram bem melhores. A trilha sonora manteve a qualidade anterior, e agora, ainda bem, as vozes são boas! Não senti a necessidade de desliga-las nenhuma vez como aconteceu com o Neo. Agora o jogador tem a opção de jogar como os personagens Toma ou Cyrille, podendo trocar quando quiser. Toma pode usar quase todas as armas que Max usava, com exceção de cajados e arcos. Agora é Cyrille quem usa ataques de longa distância e livros para magias. Como quase sempre joguei como Toma, minha opção de armas desta vez foi a espada de uma mão alternando com armas de duas mãos dependendo da ocasião, enquanto Cyrille é muito mais eficiente com suas Crossbows, mas ainda precisando usar magias dependendo do inimigo. A jogabilidade e sistemas de evolução são praticamente idênticos aos de Shining Force Neo, o que é muito bom. Foram adicionados Charge Attacks e Especial Attacks. Após um combo normal, se segurar o botão de ataque, o jogador pode emendar com um Charge Attack e, ao final deste, se segurar novamente, pode executar o Especial Attack. Estes últimos gastam MP, mas também podem ser emendados por ataques subsequentes que são devastadores. A outra diferença é a Geo-Fortress. Pouco depois do começo do jogo, o jogador tem acesso a essa fortaleza que funciona como base de operações e pode evolui-la assim como os personagens, lembrando um pouco o esquema dos castelos de Suikoden. Usando Metal Cores, a base tem várias funções que vão sendo destravadas ao longo do jogo, incluindo um radar para ajudar na navegação e um canhão de longo alcance que pode destruir obstáculos. E outra, enquanto se está explorando o mundo do jogo, a fortaleza será atacada por inimigos, e o jogador terá que defende-la em batalhas usando os personagens que deixou na base (como sempre escolhi jogar com o Toma, coube a Cyrille defender a Geo-Fortress). Infelizmente, houve uma grande mudança em relação a Shining Force Neo que me decepcionou: EXA é muito mais fácil. Fiquei esperando que o desafio aumentasse ao longo da aventura, mas não chega nem perto, o que acaba por subutilizar os excelentes sistemas de jogo que herdou de seu antecessor. Isto é, até chegar na dungeon final, que possui um salto enorme de dificuldade, finalmente se assemelhando ao Neo. Mas como essa mudança vem do nada, é certamente um choque. De repente tive que reavaliar as estratégias, melhorar as armas, investir em Knockback e Stun Resistance etc (dica: ao chegar na dungeon final, evoluam skills como Golem Killer, Undead Killer, Lizard Killer e Giant Killer, além de levar Defense Charms para os inimigos que abusam do status Stone). E o último chefe é uma apelação absurda, chegando a ser injusto. Só consegui vencer com muito esforço e usando todos os Light Charms (itens que te deixam invencível por um tempo) que, felizmente, tinha guardado (encontrei apenas quatro ao longo do jogo, embora a loja de vez em quando tenha para vender, por um preço exorbitante). O enredo, assim como Shining Force Neo, é simples mas eficiente. O protagonista Toma, junto com o centauro Gadfort e a elfa Maebelle, procuram pela lendária espada Shining Force, enquanto dois impérios, Noswald e Magnus, se encontram na beira de uma guerra destrutiva. Cyrille é outra pessoa que está procurando a Shining Force, e logo se junta a Toma, apesar de mal suportar estar perto do garoto. Sim, todos podemos adivinhar como isso vai acabar, mas a dinâmica dos dois é um dos pontos altos de EXA. Toma é um personagem principal melhor que Max, e Cyrille começa extremamente chata mas realmente melhora como pessoa ao longo do jogo. Os personagens secundários, porém, achei piores que o ótimo grupo de Shining Force Neo, mas EXA compensa oferecendo dois vilões MUITO melhores que o vilão cretino de Neo, sendo personagens bem desenvolvidos e que não são pintados em cores simples de bom ou mau. Ainda me diverti horrores com Shining Force EXA, mas a queda na dificuldade eventualmente fez com que a balança pendesse para o lado do Neo na minha opinião, sendo este o superior dos dois. Ainda assim, ambos são excelentes jogos que realmente me pegaram de surpresa, instigando minha curiosidade por essa série que, sinceramente, nunca tinha me prendido muito. Pode ser que venha a tentar outros jogos no futuro. Shining Force EXA PS: uma pena que Shining Tears, outro RPG/Ação da série para PS2, seja tão ruim. Os gráficos 2D são lindos, mas a jogabilidade é insuportável.
  3. ragecom

    Sega R-360

    Vamos relembrar a R-360!!! Lembro que a séculos atrás no Barrashopping tinha uma dessas, porém não lembro o jogo (devia ser G-Loc), isso na época que o Barrashopping ainda tinha um ringue de patinação no gelo. Eu nunca cheguei a jogar numa R-360. Não lembro se eu era pequeno demais para a máquina, ou se a quantidade de fichas era absurda para uma jogada rápida e eu não tinha dinheiro, mas só de ver as pessoas lá dentro já era tipo uma atração por si só: ela sempre estava rodeada de uma pequena multidão, todo mundo curioso e observando aquele arcade tão incomum. Hoje em dia se eu jogasse nisso acho que vomitava em menos de um minuto lol Pesquisando na Wikipedia, descobri que só tinham dois jogos compatíveis com ela: R-360 G-Loc e R-360 Wing War. Engraçado que eu podia jurar que tinha After Burner também mas provavelmente estou enganado. Algumas fotos:
  4. Everaldo

    Valkyria: Azure Revolution

    Valkyria: Azure Revolution Gets Its First Teaser Trailer Sega shared the first screenshots for their recently announced title, Valkyria: Azure Revolution, their newest entry in the Valkyria Chronicles series. They’ve followed up with a look at the game’s first teaser trailer. And here are some more screenshots shared on the official website: Valkyria: Azure Revolution will release in Japan in Winter 2016 for PlayStation 4. Read more at http://www.siliconera.com/2015/11/19/valkyria-azure-revolution-gets-its-first-teaser-trailer/#vZMFyv7XbsScIFD5.99
  5. Sim, tanto a capa americana quanto a japonesa são horríveis. Phantasy Star foi uma série que sempre mantive um certo preconceito, pois o único que tinha experimentado era o primeiro, com batalhas por turno em primeira pessoa (a forma mais chata de batalhas do tipo), mas sempre ficou no meu backlog para um dia tirar o atraso. Pesquisei a história da série após o primeiro jogo e a conclusão foi de que Phantasy Star II e III são dispensáveis, com Phantasy Star IV recebendo elogios quase que universais (apesar que ainda pretendo jogar o remake do primeiro que saiu para PS2). Vamos lá, meu segundo RPG de Mega-Drive. Os gráficos durante a exploração são bons, mas nada demais. Os modelos dos personagens seguem proporções mais realistas, um diferencial considerando o ano de lançamento, mas o destaque dessa parte são as “cenas” de anime e os gráficos em batalha. As cenas, que são mais como painéis de HQs dinâmicos, ajudam muito a dar um visual próprio e até mesmo ajudando a caracterizar os personagens (que não são lá muito desenvolvidos). E as batalhas se destacam por não só serem bonitas, mas por contarem com muita animação e dedicação a detalhes. Isso é um grande diferencial pois quando se olha para, por exemplo, Final Fantasy VI no Snes (do mesmo ano), os inimigos são muito detalhados, mas não passam de figuras estáticas que brilham de vez em quando. Em Phantasy Star IV, do inimigo mais simples ao último chefe, todos são muito detalhados e bem animados, e os personagens não ficam pra trás. O mesmo não posso falar das músicas. Com exceção dos temas de batalhas e algumas músicas de dungeons que são legais e utilizam melhor as limitações do chip de som do Mega-Drive (quem era mestre em criar boas OSTs no console era a Konami de antigamente, com jogos como Contra Hardcops e Castlevania Bloodlines). O resto varia do esquecível para o irritante (música das lojas, por exemplo), mas não prejudica a experiência. A jogabilidade que é excelente. É um jogo bem linear, mas conta com vários planetas para se explorar, e um clima de aventura que me lembrou jogos como Lunar (sei que é um original do Sega CD, mas só joguei a versão Complete do PS1). Curiosidade: aparentemente Phantasy Star IV iniciou como um spin-off original para o Sega CD. Imagino que os painéis de HQ que eventualmente ficaram no Mega-Drive foram inicialmente planejados como cenas animadas. Enfim. Tudo em Phantasy Star IV é rápido: as batalhas, com cinco opções de velocidade, envolvendo boa dose de estratégia; menus e a movimentação em geral dos personagens; o próprio enredo avança constantemente de um ponto ao outro, ajudando a simplicidade da história (sempre melhor quando não ficam enchendo linguiça desnecessariamente) etc. O sistema de Macros permite um bom planejamento e juntamente com os Combos me pergunto se os criadores de Persona 2 não eram fãs, pois as semelhanças são grandes nesses aspectos (com os Setups e Fusion Spells de P2). Com Macros o jogador pode criar até oito esquemas diferentes, cada um determinando a ordem e os ataques de cada personagem (total de cinco) por turno. Também me pareceram Gambits primitivos, e o mesmo se poderia dizer do Hunter’s Guild que fornece algumas sidequests (e se PSIV está me fazendo lembrar de Lunar, Persona 2 e FFXII, isso é um ótimo sinal). Já os combos são quando certas techs/skills, se usadas numa determinada ordem, criam magias novas, daí as combinações. O problema é que a ordem de todos em batalha, incluindo inimigos, é determinada pela agilidade de cada um. Então, se a ordem determinar que um monstro entre na ordem entre dois ou mais personagens que faziam parte do combo, a magia não acontecerá. Por isso os Macros ajudam muito, permitindo determinar a ordem de todos os cinco personagens em sequência. Alguns combos podem ser bem fortes e ajudar muito em chefes (Grandcross, por exemplo), mas não são realmente necessários. Quando aconteceu comigo pela primeira vez me pareceu suspeito pois me lembrou na hora de Persona 2, depois de tentar outras combinações semelhantes fui na GameFAQs ver como funcionava, uma vez que o jogo não explica em hora nenhuma, esperando que o jogador descubra por acidente em batalha. Isso também se aplica às descrições de Techs, Skills e Items, ou melhor, a falta delas. Algumas mais usadas obviamente serão memorizadas (como Res, que recupera HP), mas sempre quando se ganha uma nova magia não dá pra saber o que faz até usar (eu mesmo criei um arquivo em pdf com nomes e descrições para olhar rapidamente no cel). Claro, estou emulando e não tenho acesso ao manual, e não consegui descobrir se continha essas informações. Caso negativo, é uma falha bem enjoada (no caso dos combos dá para perdoar pois as chances do jogador encontrar acidentalmente alguma combinação é altíssima). Dito isso, preciso reconhecer que Phantasy Star IV: The End of the Millenium é um RPG excelente, daqueles em que as qualidades compensam os defeitos, e inovando bastante em certos aspectos do sistema de batalhas. Não se sentiria estranho perto dos melhores RPGs do Snes, e a julgar pelo resto da biblioteca do Mega-Drive (só de ver também, pois ainda preciso explorar mais), realmente deve ser o melhor RPG do console. Devo dar um tempo em velharia por agora, visto que estou viciado em Witcher 3 PS: obviamente, nunca tinha notado como a série Star Ocean é fortemente influenciada pela estética de Phantasy Star.
  6. ragecom

    MAME

    Eu queria postar essa notícia abaixo porque achei interessante mor. Mas como não queria abrir um tópico super específico só pra postar isso, vamos falar sobre MAME e emulação de arcades em geral nesse tópico. Aparecendo mais arcades perdidos, vamos postando aqui também. Lost 'Sonic' arcade game will soon be playable blogger-avatarby Daniel Cooper | @danielwcooper | September 21st 2015 At 4:50am Even the most diehard Sonic The Hedgehog fan could be forgiven for missing out on playing Waku Waku Sonic Patrol Car. The 1991 arcade game was released exclusively in Japan for small kids, placed within a car-shaped cabinet that was big enough for junior and their adult minder. Thankfully, the title, which had been thought lost for the better part of two decades, has now been found. If you're prepared to wait a little longer, then the game will be available on the MAME arcade emulator along a forthcoming software update. The effort to resurrect Waku Waku has been something of an international affair, with Sonic Paradise finding a partially-working model in the dark recesses of a Spanish shopping mall. Kotaku reports that the version that's coming to MAME is coming from collector Will Medved, who found a machine in Japan and had it imported off his own back. According to Medved, the cabinet cost just $350, but shipping and import duties pushed that figure well past the $5,000 mark. As such, when you're done enjoying this rare gem -- and the first Sonic game to feature voice acting -- maybe you should throw him a couple of bucks to show your gratitude. Fonte: Engadget
  7. ragecom

    Sega AS-1

    Uma parada curiosa que eu acabei "descobrindo" recentemente pesquisando sobre arcades Sega foi esse simulador para oito pessoas chamado AS-1 (Advanced Simulator 1). Pelo visto deve ter sido uma coisa bem restrita porque existem pouquíssimas fotos por ai. Praticamente todo shopping tinha algum tipo de simulador no local onde ficavam os arcades, mas esse em especial eu nunca tinha visto (aliás, duvido que alguma dessas máquinas tenha vindo para o Brasil). Esse simulador saiu em 1993, tinha capacidade para até oito pessoas e aparentemente apenas dois "jogos" foram lançados: Megalopolis: Tokyo City Battle‏‎ e Michael Jackson in Scramble Training. Algumas fotos: Esse button foi dado ao final do "jogo" em alguns locais onde a AS-1 estava instalada. Hoje em dia aparecem alguns desses no eBay: Michael Jackson in Scramble Training: www.youtube.com/watch?v=l3V5IcMXuCw Infelizmente não encontrei nenhum vídeo do outro "jogo", o tal Megalopolis: Tokyo City Battle.
  8. ragecom

    Marketing de empresas da indústria

    Estou criando esse tópico para mostrarmos as propagandas das empresas de videogames, tanto atuais quanto retro. Alguns são itens colecionáveis muito interessantes, outros são campanhas interessantíssimas de marketing. A Sega investiu bastante em propaganda na Formula 1 no começo dos anos 80: O famoso dia em que Senna ergueu Sonic!!! Campeonato de 1993: A Sega também patrocinava a equipe Williams. Notem os pés do Sonic no cockpit: Algumas camisas de futebol. Quem souber o nome dos times, por favor informe: A Nintendo também patrocinou times: E a Sony também: Postem ai!
  9. ragecom

    Problemas com Laseractive

    Alguém indica alguém em mexa com essa porcaria aqui no RJ?
  10. ragecom

    Problemas com Saturn

    Galera, meu Saturn não está lendo CDs de jogos. Quando coloco CDs de música ele fica checando o formato do disco e depois mostra que só tem uma faixa com 999:59 de duração e não toca. Alguma ideia do que isso pode ser?
  11. ragecom

    Dreamcast porn

    Amigos, quem lembra daqueles CDs piratões de vídeos porn para DC? Engraçado, procurei pra caraca pra criar o tópico mas não achei nada, nem isos, nem fotos nem nada. E como aqueles vídeos passaram pelo meu DC Além lembra/teve/sabe onde encontrar ?
  12. ragecom

    Como saber se CDs de Saturn são originais?

    Eu me deparei outro dia com um cara com um monte de CDs de Saturn mas não sei dizer se eram originais ou prensados. Tem alguma maneira de identificar? Abraços.
  13. ragecom

    Arcades holográficos

    No Playcenter (atual Hot Zone) no Barrashopping tinha um desses. É um arcade que funcionava com hologramas. Nunca joguei, infelizmente. Era tipo umas 100 fichas cada jogada Os hologramas: A máquina: Quem lembra? Sei que tiveram outros jogos (também da Sega) utilizando holograma mas Time Traveler foi o único que vi ao vivo. Lembro na época que minha reação foi tipo
  14. ragecom

    [PS3] Sonic Generations

    Resolvi fazer um reviewzinho rápido de Sonic Generations. Bem, logo que aparece o logo da Sonic Team eu já arrepio, e mesmo sendo seguista assumido, tentarei fazer esse review o mais imparcial possível. Fuck yeah!!!! A história não poderia ser mais aleatória. O jogo começa com um cutscene mongol onde Sonic, Tails e todos os seus amigos dispensáveis estão fazendo um PIQUENIQUE. Ai do nada vem um monstrão bolado que COME O TEMPO e não deixa prega sobre prega. Sonic acorda em um limbo onde tudo está congelado e existem algumas fases para entrar e jogar. Cada fase possui dois acts, sendo um com o Sonic 3D e outro com o Sonic 2D. A jogabilidade do Sonic 2D é bem parecida com o Sonic 2 do Mega Drive, ou seja, nada além do necessário. A jogabilidade do Sonic 3D é similar à de Sonic Adventure, o que é excelente. Cada vez que você completa os dois atos de uma fase, ela se descongela e você libera algum dos amigos de Sonic. Esses amigos são utilizados em sidequests, cada um tem uma função específica. Até que é bem divertido. A cada três fases descongeladas, você tem acesso ao boss gate, porém para enfrentar o boss são necessárias sempre três chaves. Estas chaves você libera jogando determinados sidequests, o que dá uma diversificada no jogo. Perfect Chaos lindo demais... Alternar entre Sonic 3D e Sonic 2D a cada fase ou act é muito legal - são sempre acts com o mesmo tema, porém em 2D e em 3D. Achei a ideia genial e agrada tanto às viúvas do Mega Drive quanto às viúvas do Dreamcast (eu pessoalmente sou viúva de ambos). Na minha opinião esse é o primeiro grande Sonic depois de Sonic Adventure 2. A sensação de velocidade está ainda melhor. Dá vontade às vezes de dar uma parada e admirar os imensos cenários. E falando em cenários... Os mapas são incrivelmente grandes! Existem MUITAS rotas que se pode tomar até o objetivo, umas mais rápidas, outras mais lentas, umas mais difíceis, outras mais fáceis. Mas isso você só pega mesmo jogando várias vezes a mesma fase e explorando. As lutas com os bosses são todas diferentes e exigem estratégias específicas para detonar cada um. Alguns se joga com Sonic 2D, outras com Sonic 3D e outras você alterna entre um e outro. Várias fases são remakes de fases de Sonics anteriores. A primeira é a Green Hill Zone, por exemplo, e com soundtrack original!!! Ficou linda a versão 3D dela também. Tem também um remake de City Escape. Juro que arrepiei quando ouvi a clássica "follow me, set me free, trust in me and we'll escape from the city... I'll make it through lalalala...". Enfim. É um jogo rápido de se jogar, um grande nome para a franquia, recomendo tanto para saudosistas quanto para novos jogadores. Metacritic: 76/100 Nota Rage: 90/100
  15. ragecom

    [PS3] Yakuza 4

    Ontem fechei Yakuza 4. Ainda faltam alguns sidequests pra fazer, mas isso vou fazendo aos poucos... Então resolvi escrever um breve review sobre o jogo. Valeu amigos Cecil e Cyco por terem recomendado o jogo! Cover americano de Yakuza 4 O primeiro Yakuza que joguei foi Yakuza 3, que me deixou impressionado. Quem leu o meu review sobre o jogo percebeu o entusiasmo com que escrevi e que a minha impressão sobre o jogo foi bem positiva. Porém Yakuza 4 consegue superá-lo. O enredo é ainda mais envolvente, a forma como os personagens principais interagem e como seus destinos são ligados é contada com maestria, o combate evoluiu em muito... Enfim, vou tentar abordar cada um desses assuntos de maneira isolada. Vamos lá. Ao contrário de Yakuza 3, onde o único personagem jogável é Kazuma, Yakuza 4 nos trás quatro protagonistas, cada um abordando sobre seu ponto de vista o enredo principal do jogo. É praticamente impossível falar sobre o enredo sem fazer spoilers. Por isso falarei apenas dos protagonistas: Shun Akiyama, um agiota de Kamurocho. Ele é o dono de vários estabelecimentos na cidade, porém sua principal atividade é no escritório de empréstimos Sky Finance. Taiga Saejima, um lendário assassino que matou de uma só vez 18 membros do clã Ueno Seiwa. Ele acaba de ser transferido de penitenciária após cumprir 25 anos de prisão e está no corredor da morte. Kazuma Kiryu, o heroico quarto presidente do clã Tojo. Ele possui um orfanato em Okinawa, leva uma vida normal e tranquila, e já não possui mais nenhum vínculo com a yakuza. Masayoshi Tanimura, um policial de rua conhecido como "O Parasita de Kamurocho". Ele está envolvido em pequenas corrupções e é um pouco viviado em jogo, porém este é o Tanimura superficial. Ele possui um senso nobre e tenta praticar a justiça à sua maneira. Estes quatro personagens tão diferentes, que não se conhecem, eventualmente irão se encontrar em meio a um enredo bastante complexo, que se passa um ano após os acontecimentos de Yakuza 3. Diversos personagens do jogo anterior estão presentes em Yakuza 4. Qualquer coisa dita a mais do que isso será spoiler então é melhor eu parar por aqui. Saejima, Kiryu e Akiyama O combate evoluiu em muito, principalmente porque cada personagem possui sua própria forma de luta e suas peculiaridades: força, agilidade, velocidade, etc. A experiência em Yakuza 4 vem vencendo combates ou conversando com pessoas na rua e fazendo sidequests. Quando você junta uma certa quantidade de pontos de experiência, você ganha três tokens e pode adquirir mais golpes e movimentos em combate. Estes golpes também variam de personagem para personagem. Assim como Yakuza 3, praticamente todos os objetos podem ser usados como armas brancas em combate: bicicletas, manequins de loja, engradados, latas, enfim. Time que está ganhando não se meche - o combate em Yakuza 3 é ótimo. Em Yakuza 4 também. Mais uma vez o jogo encoraja o uso de armas brancas, praticamente não existindo armas de fogo (e as que existem causam tão pouco dano que nem valem a pena), o que é bem mais divertido. Os combates de rua (quando se é abordado por um yakuza do nada no meio da rua) possuem ainda mais dinamismo e RAT0Sência, não sendo nem um pouco chato de se jogar. Os HEAT actions (golpes especiais) que envolvem armas brancas são praticamente os mesmos de Yakuza 3. Os que se faz quando o inimigo está no chão são estupidamente violentos, mas é divertido de se ver. Akiyama quebrando os dentes de um yakuza qualquer O jogo se passa quase todo em Kamurocho, o que dá a oportunidade de conhecer melhor o mapa. Basicamente é a mesma Kamurocho de Yakuza 3, contudo com mais estabelecimentos onde se pode entrar. Uma novidade em Yakuza 4 em relação ao 3 são os hostess clubs, onde se pode ir para ver strippers fazendo pole dancing, etc. A cidade parece ainda mais bonita do que em Yakuza 3. É impressionante a quantidade de detalhes que se vê passando pela rua. O mapa mostra quais são os locais em que se pode entrar (restaurantes, boliche, hostess clubs, etc) e com certeza são bem mais do que no jogo anterior. O restante apenas compõe o cenário. Meu Deus, e que cenário! Os efeitos de sol, chuva, amanhecer e final do dia são incríveis e a cidade é muito convidativa! Dá vontade de entrar em todos os becos, descobrir segredos, encontrar itens, conversar com todo mundo... Uma bela imagem de Kamurocho Uma outra novidade em Yakuza 4 é que é possível passar pela cidade quase toda por cima dela (pelas rotas de fuga de incêndio em cima dos prédios) ou por baixo dela (esgotos e estacionamentos subterrâneos), o que ajuda muito quando se quer evitar a polícia ou os frequentes encontros com outros membros da yakuza. Resumindo... Eu tinha gostado muito de Yakuza 3, mas gostei mais ainda de Yakuza 4. As histórias não são tão dependentes, acho que daria pra jogar fora de ordem. Recomendo fortemente os dois. Acho que não tenho mais muito o que falar. Agora é só aguardar Yakuza 5 ansiosamente hehehe... Metacritic: 78/100 Nota Rage: 9/10
  16. ragecom

    [PS3] Yakuza 3

    A série Yakuza é uma completa novidade para mim. Passei batido pelos dois jogos da série no PS2, então Yakuza 3 foi o meu primeiro Yakuza. Para não ficar perdido na história, resolvi ler sobre o enredo de Yakuza 1 e 2 antes de jogar o 3, porém, para minha grata surpresa, isso não era nem necessário. Logo no title screen do jogo há a opção de assistir um longo cutscene que resume a história de Yakuza 1 e outro de Yakuza 2. Perfeito! Todo jogo devia ter isso. Mas enfim, vamos a Yakuza 3. Tentarei fazer o mínimo de spoilers. Cover americano do jogo Yakuza 3 pode ser enquadrado como um open world que se passa em dois lugares: Tokio e Okinawa. Como open world, você sente uma certa sensação de liberdade ao jogar, porém não tão intensa como GTA 4, por exemplo: não é possível começar tiroteios do nada, roubar carros, subir em qualquer escada, pular qualquer grade, etc. Porém tanto em Tokio quanto em Okinawa existem uma série de sidequests, pessoas para interagir, e lugares não obrigatórios para visitar: restaurantes, boliche, karaokê, jogos de azar, arcades (em um lugar chamado Club Sega ) e muitas outras coisas. Eventualmente você encontra mulheres e pode levá-las para sair, etc. Muitas vezes em cada um desses locais há um sidequest que lhe recompensará com dinheiro ou experiência ou ambos. Você utiliza a experiência para adquirir novas habilidades em combate. E falando em combate... O combate em Yakuza 3 é simples, porém muito fluente e por isso extremamente agradável de se jogar. É comum estar andando na rua e ser abordado por membros de gangues ou outros yakuzas, mas não é algo como "porra, que merda, vou ter que matar mais desses filhos da puta de novo". É algo que você às vezes atá procura, de tão divertido que é. Durante o combate é possível utilizar diversos objetos como armas. Isso inclui letreiros, cones de sinalização, cadeiras, enfim... Praticamente qualquer coisa. E quando o seu HEAT (medidor de poder no combate) está alto, é possível realizar movimentos especiais com os objetos, como quebrar uma mesa na cabeça de um inimigo e jogá-lo contra uma vidraça ou porrar um extintor de incêndio na nuca de um yakuza até que ele perca a conciência. F-O-D-A. Porradaria estancando O enredo é contagiante e profundo. Você é Kazuma Kiryu, um ex-yakuza que está deixando Tokio para tomar conta de um orfanato em Okinawa. Tudo ia muito bem até que Daigo Dojima (homem que substitui Kazuma como chefe do Tojo Clan) é baleado e encontra-se entre a vida e a morte. Dai começa uma grande disputa interna entre as famílias yakuza pertencentes ao Tojo Clan para decidir qual família dominará o clã. Isso é apenas o início, a história evolui para muito mais do que isso... Kazuma se encontra no meio desta disputa quando Kashiwagi, patriarca da família Kazama, o chama para deixá-lo a par da iminente guerra interna do clã e pede a sua ajuda para restabelecer a ordem. O jogo se passa parte em Tokio, parte em Okinawa. Como Kazuma rege o orfanato em Okinawa, diversas missões são totalmente o oposto do que se esperaria de um jogo chamado "Yakuza". Pelo título, eu parti do presuposto que o jogo estaria muito mais para um GTA no Japão, porém muitas das missões envolvem as crianças do orfanato e completar estas missões nada mais é do que fazer coisas completamente casuais do dia a dia como escolher uma roupa para uma criança, ajudar outra a resolver problemas de bullying na escola, ajudar a fazer o jantar, enfim. Porém isso ajuda bastante a diversificar o jogo e conta a história de uma maneira suave, revelando o lado mais humano de Kazuma. Não é algo chato de se fazer e quebra um pouco as constantes missões que envolvem derrotar gangues em geral. Os gráficos não impressionam principalmente no que tange aos models dos personagens, ainda mais comparados com outros open worlds de hoje em dia. LA Noire é muito mais bonito, por exemplo. Contudo, os ambientes são ricos em detalhes e muito bem feitos. O jogo peca um pouco na quantidade de iteração que é possível ter com o cenário. Existem lojas imensas, com letreiros chamativos, mas que infelizmente não se pode entrar. Um dos belos cenários de Kamurocho Apesar do jogo se passar nos dias de hoje, ele é completamente focado em armas brancas, talvez para tentar focar na cultura japonesa. Fora isso, o jogo encoraja o uso de armas brancas por estas fazerem mais dano do que armas de fogo. Neste sentido o jogo não é nem um pouco comprometido com a realidade, assim como Kazuma cobrir de porrada mais de 20 yakuzas de uma determinada família de uma vez só. Enfim, resumindo... Só tenho elogios a fazer. A história é complexa e cativante, assim como os personagens que envolvem a trama. Os combates são bons e há uma grande quantidade de sidequests que dão vontade de continuar jogando após o fim da história. É com certeza um jogo que vale a pena ser jogado. Metacritic: 80/100 Nota Rage: 8,5/10
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