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  1. ragecom

    [PS3] Yakuza 3

    A série Yakuza é uma completa novidade para mim. Passei batido pelos dois jogos da série no PS2, então Yakuza 3 foi o meu primeiro Yakuza. Para não ficar perdido na história, resolvi ler sobre o enredo de Yakuza 1 e 2 antes de jogar o 3, porém, para minha grata surpresa, isso não era nem necessário. Logo no title screen do jogo há a opção de assistir um longo cutscene que resume a história de Yakuza 1 e outro de Yakuza 2. Perfeito! Todo jogo devia ter isso. Mas enfim, vamos a Yakuza 3. Tentarei fazer o mínimo de spoilers. Cover americano do jogo Yakuza 3 pode ser enquadrado como um open world que se passa em dois lugares: Tokio e Okinawa. Como open world, você sente uma certa sensação de liberdade ao jogar, porém não tão intensa como GTA 4, por exemplo: não é possível começar tiroteios do nada, roubar carros, subir em qualquer escada, pular qualquer grade, etc. Porém tanto em Tokio quanto em Okinawa existem uma série de sidequests, pessoas para interagir, e lugares não obrigatórios para visitar: restaurantes, boliche, karaokê, jogos de azar, arcades (em um lugar chamado Club Sega ) e muitas outras coisas. Eventualmente você encontra mulheres e pode levá-las para sair, etc. Muitas vezes em cada um desses locais há um sidequest que lhe recompensará com dinheiro ou experiência ou ambos. Você utiliza a experiência para adquirir novas habilidades em combate. E falando em combate... O combate em Yakuza 3 é simples, porém muito fluente e por isso extremamente agradável de se jogar. É comum estar andando na rua e ser abordado por membros de gangues ou outros yakuzas, mas não é algo como "porra, que merda, vou ter que matar mais desses filhos da puta de novo". É algo que você às vezes atá procura, de tão divertido que é. Durante o combate é possível utilizar diversos objetos como armas. Isso inclui letreiros, cones de sinalização, cadeiras, enfim... Praticamente qualquer coisa. E quando o seu HEAT (medidor de poder no combate) está alto, é possível realizar movimentos especiais com os objetos, como quebrar uma mesa na cabeça de um inimigo e jogá-lo contra uma vidraça ou porrar um extintor de incêndio na nuca de um yakuza até que ele perca a conciência. F-O-D-A. Porradaria estancando O enredo é contagiante e profundo. Você é Kazuma Kiryu, um ex-yakuza que está deixando Tokio para tomar conta de um orfanato em Okinawa. Tudo ia muito bem até que Daigo Dojima (homem que substitui Kazuma como chefe do Tojo Clan) é baleado e encontra-se entre a vida e a morte. Dai começa uma grande disputa interna entre as famílias yakuza pertencentes ao Tojo Clan para decidir qual família dominará o clã. Isso é apenas o início, a história evolui para muito mais do que isso... Kazuma se encontra no meio desta disputa quando Kashiwagi, patriarca da família Kazama, o chama para deixá-lo a par da iminente guerra interna do clã e pede a sua ajuda para restabelecer a ordem. O jogo se passa parte em Tokio, parte em Okinawa. Como Kazuma rege o orfanato em Okinawa, diversas missões são totalmente o oposto do que se esperaria de um jogo chamado "Yakuza". Pelo título, eu parti do presuposto que o jogo estaria muito mais para um GTA no Japão, porém muitas das missões envolvem as crianças do orfanato e completar estas missões nada mais é do que fazer coisas completamente casuais do dia a dia como escolher uma roupa para uma criança, ajudar outra a resolver problemas de bullying na escola, ajudar a fazer o jantar, enfim. Porém isso ajuda bastante a diversificar o jogo e conta a história de uma maneira suave, revelando o lado mais humano de Kazuma. Não é algo chato de se fazer e quebra um pouco as constantes missões que envolvem derrotar gangues em geral. Os gráficos não impressionam principalmente no que tange aos models dos personagens, ainda mais comparados com outros open worlds de hoje em dia. LA Noire é muito mais bonito, por exemplo. Contudo, os ambientes são ricos em detalhes e muito bem feitos. O jogo peca um pouco na quantidade de iteração que é possível ter com o cenário. Existem lojas imensas, com letreiros chamativos, mas que infelizmente não se pode entrar. Um dos belos cenários de Kamurocho Apesar do jogo se passar nos dias de hoje, ele é completamente focado em armas brancas, talvez para tentar focar na cultura japonesa. Fora isso, o jogo encoraja o uso de armas brancas por estas fazerem mais dano do que armas de fogo. Neste sentido o jogo não é nem um pouco comprometido com a realidade, assim como Kazuma cobrir de porrada mais de 20 yakuzas de uma determinada família de uma vez só. Enfim, resumindo... Só tenho elogios a fazer. A história é complexa e cativante, assim como os personagens que envolvem a trama. Os combates são bons e há uma grande quantidade de sidequests que dão vontade de continuar jogando após o fim da história. É com certeza um jogo que vale a pena ser jogado. Metacritic: 80/100 Nota Rage: 8,5/10
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