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Encontrado 4 registros

  1. Cyco

    Assassin's Creed 2020

    lançamento no final do ano, trailerzim CG de anúncio, gameplay em breve, mesmo time do Origins e Black Flag, pra PC, PS4,PS5, XOne e SeX
  2. ragecom

    [X1] Murdered: Soul Suspect

    Mais um reviewzinho com o padrão de qualidade ragecômnico. Vou procurar não fazer spoilers. Murdered: Soul Suspect se passa na cidade de Salém, Massachusetts. Você controla um detetive chamado Ronan O'Connor, que está trabalhando no caso de um serial killer que está aterrorizando a cidade conhecido como Bell Killer. Ronan está perseguindo o assassino em um apartamento e durante a luta, o serial killer joga Ronan pela janela e ele morre. Ronan desperta como espírito e descobre que está morto. Agora, Ronan deve desvendar o mistério de quem é seu assassino, mesmo depois de morto. Pessoalmente eu gostei bastante do enredo (pensando melhor, não muito do enredo em si mas sim como ele é passado). Quando vi que o jogo era uma coisa mais investigativa pensei logo que seria algo como LA Noire, mas é um pouco diferente: como Ronan é um fantasma, ele pode "ver" coisas que os demais detetives (vivos) não conseguem perceber. O jogo é sombrio, mas ao mesmo tempo cativante de certa forma. A pequena cidade de Salém, as pessoas cochichando pelos cantos sobre os assassinatos, o climão sombrio e nublado, tudo isso compõe muito bem o enredo que se propõe. Aos poucos Ronan vai descobrindo que há algum tipo de ligação entre o Bell Killer e as famosas histórias que envolveram as execuções das bruxas de Salém - o que faz com que o enredo fique ainda mais sinistro e misterioso. Ronan se move de uma maneira meio dura, mas nada que chegue a comprometer. O foco dele nos detalhes em cada cena de crime também poderia ser melhorada, mas isso também é um pormenor. Os mapas do jogo são muito bonitos e cheios de detalhes: Ronan visita cenários diversos (igreja, cemitério, manicômio e outros locais de Salém) e todos são bastante sombrios e bem construídos. A atmosfera do jogo não é pesada por ser sombria. Existem jogos sombrios em que o ambiente é extremamente pesado e hostil, que passam uma sensação de insegurança a cada instante (Fatal Frame, por exemplo). Já em Murdered essa sensação é bem mais amena - o jogo consegue passar o suspense sem deixar o jogador com aquela sensação de opressão e perigo iminente, e esse ar mais sombrio só contribui para aumentar o mistério que Ronan está resolvendo. A mecânica do gameplay é a seguinte: Ronan, por ser um fantasma, consegue atravessar paredes por exemplo - porém, existem certas barreiras que não existem no nosso mundo, apenas no mundo espiritual. Por isso Ronan conta com a ajuda de uma garota adolescente médium, e os dois vão avançando juntos. Ronan, por exemplo, não pode ser visto por câmeras, então uma de suas funções é garantir que a garota (que se chama Joy) não seja vista por elas, ou mesmo por pessoas em determinados locais onde eles estão invadindo. Já Joy, que está viva, consegue se comunicar livremente com as pessoas, coisa que Ronan não consegue fazer. Na prática um complementa o outro. Ronan pode interagir com objetos eletrônicos (ligar rádios, desativar câmeras, etc) para chamar a atenção das pessoas e levá-las para onde interessar. Ele também pode possuir pessoas para buscar memórias ou influenciar as suas decisões na busca por pistas. O único perigo que pode matar Ronan são os demônios, que só "existem" no mundo que ele consegue enxergar. Para "matar" os demônios é necessário se aproximar por trás e eliminá-los com um QTE. Existem locais onde há o chão é diferente e Ronan não deve pisar ali, porque os demônios irão traga-lo e game over. Existe uma cena, na igreja, em que Ronan deve passar por um corredor com esse "chão de demônios", do outro lado está um zelador limpando o chão e do lado de Ronan está um rádio. Para passar por essa parte é necessário ligar o rádio, o que irá atrair a atenção do zelador, e você passa para o outro lado "de carona" no corpo dele. Não é um puzzle complicado, mas é interessante e divertido. Num geral eu não esperava nada de Murdered, mas o jogo acabou se mostrando uma grata surpresa. Claro que não é um jogo maravilhoso, mas foi bem acima do que eu imaginava. Metacritic: 51/100 Nota Rage: 7,0/10
  3. ragecom

    [Wii U] Disney Infinity

    Não era de hoje que eu estava a fim de jogar Disney Infinity. Eis o review. Para jogar Disney Infinity você precisa comprar o starter pack, que é uma caixa que possui o jogo em si, três figuras NFC, o "totem" dos playsets e a base NFC onde se encaixam as figuras. A primeira coisa interessante, lógico, são as figuras NFC. Eu, como colecionador de videogames, adorei as miniaturas que tenho na minha estante. Elas são muito bem feitas e de ótima qualidade. Só para comparar: eu tenho três Amiibos (Link, Mario e Kirby). Não vou dizer que as figuras do Disney Infinity estão no nível dos Amiibos em detalhes (os Amiibos são mais bem feitos) mas mesmo assim eles são lindos. As figuras que vem no starter pack são as seguintes: Jack Sparrow (Piratas do Caribe), Sully (Monstros SA) e Mr. Incridible (Os Incríveis). Cada uma funciona apenas com seu próprio playset. Um playset é um universo dentro do Disney Infinity, ou seja, um jogo diferente. Então na prática Disney Intinity é um jogo 3 em 1. Os playsets não possuem correlação entre si, cada um possui seu próprio final e não há ordem para se jogar. Na verdade, é possível jogar mais de um ao mesmo tempo (existe um save file para cada playset - você pode jogar um pouco de um, parar, jogar um pouco de outro e por ai vai). Antes de começar a falar do jogo em si, tirem qualquer preconceito da cabeça. "Disney Infinity é coisa de criança, vem com aqueles brinquedinhos" - ok, mas ainda assim é um puta jogo. Como funciona? Simples: você pluga a base NFC no USB do Wii U e coloca o totem e a figura do playset que quer jogar. O jogo vai reconhecer a figura e você pode começar a jogar. Simples assim. Como falei antes, o jogo possui três playsets: . Monstros SA: neste playset você joga com Sully e se passa na universidade. Esse playset foca mais em stealth, uma vez que Sully deve "assustar" os rivais da outra universidade em diversas missões. . Os Incríveis: esse foi o playset que eu menos gostei (talvez pela falta de carisma que envolva Os Incríveis), mas é o que tem mais ação, por assim dizer. . Piratas do Caribe: esse foca mais na exploração, tem várias cidades e você vai de uma a outra navegando com o navio de Jack Sparrow. Foi o que eu mais gostei. Cada playset tem um foco diferente, como falei, mas todos os três possuem um fator de exploração bem legal. Geralmente você encontra itens escondidos, etc. A ambientação do playset dos Incríveis é a mais simples, na cidade. Eu não gostei desse, achei simplezão demais e como falei, esse enredo dos Incríveis eu acho o menos carismático dos três. Porém é o que tem mais ação: toda hora aparecem os robôs inimigos e o Mr. Incridible é o personagem que tem a maior variedade de movimentos e golpes. Pena que a variedade desse playset acaba ai: o mapa é monótono, com mil prédios se repetindo, além de missões bem repetitivas (só de escoltar bandidos até a prisão são umas três ou quatro). O do Monstros SA é bem divertido, ambientado na universidade dos monstros. Esse foi o que mais gostei de explorar simplesmente pelo mapa ser o mais agradável dos três. Num primeiro momento eu fiquei um pouco frustrado porque Sully se move meio devagar, mas isso fica resolvido depois que você adquire a bicicleta, o que facilita muito a movimentação. O do Piratas no Caribe também é ótimo e foi o meu favorito. Navegar com o navio não é nem de perto tão agradável como num Assassins Creed 4 da vida (seria até covardia comparar), mas não chega a comprometer. Já explorar as cidades, que ficam em diferentes ilhas é bastante divertido. Falei que Sully se movimenta meio devagar... Na verdade acho que os três personagens se movimentam meio que na mesma velocidade, mas como as cidades do Piratas do Caribe são pequenas e o Mr. Incridible tem um carro praticamente desde o início do seu playset, a lerdeza de Sully fica mais evidente. Uma coisa que eu não gostei é que os controles são meio duros e restritos: por exemplo, você não consegue fazer um wall jump em qualquer parede, apenas em algumas. Sobre o controle ser meio duro, a impressão que eu fiquei é que todos os movimentos (especialmente aqueles que exigem alguma precisão) são meio forçados, como se você estivesse fazendo um esforço além do necessário para algo que deveria ser simples. O hoverboard do Mr. Incridible é o melhor exemplo disso: toda hora parece que você vai perder o controle daquela porra e quase nunca se consegue passar por onde se quer. Outro feature interessante é que você pode comprar mais figuras NFC e com elas você tem acesso a mais playsets (como é o caso dos Carros) ou novas missões. Cada figura é associada a apenas um playset, então você não pode usar por exemplo, o Jack Sparrow no playset dos Monstros SA. Eu não tenho outras figuras além das que vieram no starter pack e nem pretendo comprar porque são meio caras, mas aceito de presente (as mais baratas que vi custavam 59,90 na black friday - depois disso as mais baratas que vi foram por 79,90). Enfim... Como um todo achei um bom jogo. Platformer de qualidade e bem acabado. Metacritic: 71/100 Nota Rage: 7,5/10
  4. ragecom

    [PS4] Thief

    Mais um review cheio de ódio no coração... Thief é um crossgen que saiu para PS3, PS4, X360, X1 e talvez PC. O que eu joguei foi o de PS4. Você joga com um ladrão clichê chamado Garret. Digo clichê porque ele fica fazendo pose de fodão e todos os outros personagens o respeitam como o ladrão fodão. Garret tem uma amiga, que foi sua aprendiz chamada Erin. Erin é outro clichê: aquela ladra gostosinha totalmente inescrupulosa que acha que sabe da porra toda e gosta de fazer tudo sozinha. Bem, papo vai, papo vem e Erin acaba caindo de uma cúpula de vidro onde dentro estava sendo feito um ritual. Depois que Erin cai em cima do feixe de luz verde, uma onda de impacto varre a cidade e Garret acorda um ano depois sem se lembrar o que aconteceu exatamente naquele dia e numa cidade tomada por uma praga chamada "The Gloom". O enredo (que já é genérico) evolui para um lado nada a ver e se perde completamente. Ok, se eu falar mais do enredo vai ser spoiler (não que eu ache que alguém vai ficar vidrado nessa historinha meia bomba, mas...). Agora vou resumir Thief em uma frase: um Dishonored piorado (não que Dishonored fosse grande coisa). Sei que a série Thief tem até a sua reputação, mas estou falando especificamente deste jogo. Não sei porque mas jogos que focam em stealth não deviam ser em primeira pessoa. A primeira coisa que você percebe é que Garret é baixinho - e isso é muito esquisito. Todo mundo que você se aproxima parece maior do que você. O stealth do jogo funciona assim: você deve chegar por trás dos inimigos e dar uma porrada na cabeça com a arma de Garret, que parece um pilão de fazer caipirinha. Se algum outro inimigo ver o corpo ele entrará em estado de alerta e irá procurar Garret. A maior parte do tempo Garret deve se esgueirar pelas sombras e abaixado, fazendo pouco ruído. Uma parte interessante do jogo é que o material do chão onde Garret está pisando pode fazer mais ou menos barulho e alertar os guardas (cacos de vidro, poças de água, madeiras, etc.). Você pode também atirar flechas, que possuem diferentes funções e preços: flechas explosivas, flechas com bolsa de água (serve para apagar tochas), flechas com ponta ou sem ponta e por ai vai. Essa parte de stealth, que é 90% do gameplay, podia ser bem melhor e na maior parte do tempo você está fazendo coisas que são completamente forçadas. Por exemplo: existe um comando para que Garret corra de uma sombra até a sombra mais próxima, passando por uma pequena área iluminada. Você pode fazer isso praticamente debaixo do nariz dos guardas e eles não percebem. Da mesma maneira, você pode escalar (e ele usa um gancho para escalar) bem perto dos guardas e eles não escutam nada. Dinheiro é o que não falta no jogo, se você explorar minimamente o local das missões principais (nem precisa explorar a cidade), o que já dá pra manter o inventário sempre cheio. Quando percebi que dinheiro não era problema, eu que já estava de saco cheio do jogo já há muito tempo, abandonei o stealth e matei a maior parte dos inimigos com flechas explosivas (que podem matar até dois guardas se eles estiverem próximos). Garret é um ladrão, então claro que ele pode invadir algumas casas através das janelas e roubar as coisas. Isso também é bem forçação de barra - todas as janelas da cidade estão destrancadas e você usa tipo um pé de cabra para abri-las (como se isso fosse silencioso). Não sei se por azar meu, todas as janelas que entrei não tinham ninguém dentro. Tinha até curiosidade de saber o que aconteceria se alguém me surpreendesse roubando a casa mas nunca aconteceu. Dentro das casas, Garret deve investigar gavetas, cristaleiras, encontrar cofres e abri-los, essas coisas. Nada disso é NECESSÁRIO, mas pelo menos dá uma variada no jogo. A escolha de itens com o controle do PS4 é uma merda - é com o touchpad do controle. Porra, sério que eu não entendo porque eles obrigam a gente a usar esses gimmicks em situações desnecessárias como essa. Esse touchpad do PS4 é horrível, puta que pariu. Eu pessoalmente achei o mapa do jogo bem confuso, tudo muito parecido. Os cenários não tem grande inspiração e não te seduzem a explorar. Os models também são meio feios e o jogo como um todo parece meio mal acabado. Ainda sobre os gráficos: os cutscenes do jogo rodam em FPS tão baixo que chega a dar raiva, comprometendo totalmente a sua qualidade. O jogo é longo, cansativo, chato pra caralho e a cada novo capítulo você fica torcendo para que seja o último. Thief é desnecessariamente grande e tedioso e eu só recomendaria para pessoas que eu desejo mal. Metacritic: 67/100 Nota Rage: 4,2/10
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