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Encontrado 4 registros

  1. Yamato

    [3DS - WiiU] Super Smash Bros

    Usar esse tópico para todas as novidades que pintarem dos jogos. Por essa eu não esperava Não consigo imaginar Smash Bros feito pela Namco. Nintendo Isn’t Making the New Smash Bros. Today, Nintendo announced that thew new Smash Bros. for the Wii U and the 3DS will be developed by Namco Bandai Games. Masahiro Sakurai is helming the project. The game will be produced by Namco's Masaya Kobayashi, who's worked on Ridge Racer. The most recent Smash Bros., Super Smash Bros. Brawl, was developed by a handful of studios, too, such as Monolith Soft, Paon, and Game Arts.
  2. ragecom

    [Wii U] Disney Infinity

    Não era de hoje que eu estava a fim de jogar Disney Infinity. Eis o review. Para jogar Disney Infinity você precisa comprar o starter pack, que é uma caixa que possui o jogo em si, três figuras NFC, o "totem" dos playsets e a base NFC onde se encaixam as figuras. A primeira coisa interessante, lógico, são as figuras NFC. Eu, como colecionador de videogames, adorei as miniaturas que tenho na minha estante. Elas são muito bem feitas e de ótima qualidade. Só para comparar: eu tenho três Amiibos (Link, Mario e Kirby). Não vou dizer que as figuras do Disney Infinity estão no nível dos Amiibos em detalhes (os Amiibos são mais bem feitos) mas mesmo assim eles são lindos. As figuras que vem no starter pack são as seguintes: Jack Sparrow (Piratas do Caribe), Sully (Monstros SA) e Mr. Incridible (Os Incríveis). Cada uma funciona apenas com seu próprio playset. Um playset é um universo dentro do Disney Infinity, ou seja, um jogo diferente. Então na prática Disney Intinity é um jogo 3 em 1. Os playsets não possuem correlação entre si, cada um possui seu próprio final e não há ordem para se jogar. Na verdade, é possível jogar mais de um ao mesmo tempo (existe um save file para cada playset - você pode jogar um pouco de um, parar, jogar um pouco de outro e por ai vai). Antes de começar a falar do jogo em si, tirem qualquer preconceito da cabeça. "Disney Infinity é coisa de criança, vem com aqueles brinquedinhos" - ok, mas ainda assim é um puta jogo. Como funciona? Simples: você pluga a base NFC no USB do Wii U e coloca o totem e a figura do playset que quer jogar. O jogo vai reconhecer a figura e você pode começar a jogar. Simples assim. Como falei antes, o jogo possui três playsets: . Monstros SA: neste playset você joga com Sully e se passa na universidade. Esse playset foca mais em stealth, uma vez que Sully deve "assustar" os rivais da outra universidade em diversas missões. . Os Incríveis: esse foi o playset que eu menos gostei (talvez pela falta de carisma que envolva Os Incríveis), mas é o que tem mais ação, por assim dizer. . Piratas do Caribe: esse foca mais na exploração, tem várias cidades e você vai de uma a outra navegando com o navio de Jack Sparrow. Foi o que eu mais gostei. Cada playset tem um foco diferente, como falei, mas todos os três possuem um fator de exploração bem legal. Geralmente você encontra itens escondidos, etc. A ambientação do playset dos Incríveis é a mais simples, na cidade. Eu não gostei desse, achei simplezão demais e como falei, esse enredo dos Incríveis eu acho o menos carismático dos três. Porém é o que tem mais ação: toda hora aparecem os robôs inimigos e o Mr. Incridible é o personagem que tem a maior variedade de movimentos e golpes. Pena que a variedade desse playset acaba ai: o mapa é monótono, com mil prédios se repetindo, além de missões bem repetitivas (só de escoltar bandidos até a prisão são umas três ou quatro). O do Monstros SA é bem divertido, ambientado na universidade dos monstros. Esse foi o que mais gostei de explorar simplesmente pelo mapa ser o mais agradável dos três. Num primeiro momento eu fiquei um pouco frustrado porque Sully se move meio devagar, mas isso fica resolvido depois que você adquire a bicicleta, o que facilita muito a movimentação. O do Piratas no Caribe também é ótimo e foi o meu favorito. Navegar com o navio não é nem de perto tão agradável como num Assassins Creed 4 da vida (seria até covardia comparar), mas não chega a comprometer. Já explorar as cidades, que ficam em diferentes ilhas é bastante divertido. Falei que Sully se movimenta meio devagar... Na verdade acho que os três personagens se movimentam meio que na mesma velocidade, mas como as cidades do Piratas do Caribe são pequenas e o Mr. Incridible tem um carro praticamente desde o início do seu playset, a lerdeza de Sully fica mais evidente. Uma coisa que eu não gostei é que os controles são meio duros e restritos: por exemplo, você não consegue fazer um wall jump em qualquer parede, apenas em algumas. Sobre o controle ser meio duro, a impressão que eu fiquei é que todos os movimentos (especialmente aqueles que exigem alguma precisão) são meio forçados, como se você estivesse fazendo um esforço além do necessário para algo que deveria ser simples. O hoverboard do Mr. Incridible é o melhor exemplo disso: toda hora parece que você vai perder o controle daquela porra e quase nunca se consegue passar por onde se quer. Outro feature interessante é que você pode comprar mais figuras NFC e com elas você tem acesso a mais playsets (como é o caso dos Carros) ou novas missões. Cada figura é associada a apenas um playset, então você não pode usar por exemplo, o Jack Sparrow no playset dos Monstros SA. Eu não tenho outras figuras além das que vieram no starter pack e nem pretendo comprar porque são meio caras, mas aceito de presente (as mais baratas que vi custavam 59,90 na black friday - depois disso as mais baratas que vi foram por 79,90). Enfim... Como um todo achei um bom jogo. Platformer de qualidade e bem acabado. Metacritic: 71/100 Nota Rage: 7,5/10
  3. Rodrigo

    [3DS] Bravely Default: For the Sequel

    Trailer da localização: http://www.youtube.com/watch?v=-bXzIeZ-14w Sobre o jogo: Lembrando os RPGs clássicos da época de ouro da Square, Bravely Default está finalmente vindo para cá pela Nintendo. Estou hypando essa merda há meses porque ele parece ser tudo o que Final Fantasy já foi um dia. Airships, invocações, World Map, músicas, inocência, história, batalhas como antigamente, enfim, parece ser um autêntico FF, com outro nome. O jogo sai no começo de 2014. Algumas fotinhas: -=-=-=- Um preview: Bravely Default Flying Fairy: The RPG Final Fantasy fans have been waiting for If it were known by any other name, it'd smell just as sweet... Square Enix seem to be running an in-house competition to see who can come up with the most ridiculously titled game. Front-runners include Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance and Dissidia [duodecim] 012: Final Fantasy. But both are outstripped by forthcoming RPG Bravely Default: Flying Fairy. Say what? However, to judge this game by its cumbersome title would be foolish. Y'see, Bravely Default was most definitely the hidden gem of this year's Tokyo Game Show, thanks to its curious AR-led demo. Pointing the 3DS's camera at a nearby AR card caused a pretty lady to pop up on the screen and deliver a pleading speech, before the ground cracked open and swallowed her up. Oh dear. The girl in question is in fact the titular Flying Fairy, who stars as one of four lead characters who are destined to become Warriors of Light. Hey, Final Fantasy fans - does this sound familiar? That will be because Bravely Default: Flying Fairy used to be the sequel to 2010 RPG Final Fantasy: The 4 Heroes of Light. Confused? According to Square, Bravely Default's gameplay is more akin to the traditional RPG stylings of retro Final Fantasies, and the devs have felt it necessary to change the title to an original name in order to separate it from the faster, flashier FFs of modern day. Fair enough. Despite this, it's evident that Bravely Default is strongly linked to The 4 Heroes, mostly because of its distinctive, gorgeous, hand-drawn art style. It really is a thing of beauty. This comes courtesy of the game's art director, Akihiko Yoshida, who's also penned Final Fantasy Tactics, Vagrant Story and, surprise surprise, The 4 Heroes. The game itself features random encounters and turn-based battles, powered by a classic job system reminiscent of FFV. It's not yet been revealed how the AR tech shown at TGS will be implemented, but we certainly hope it will be an innovation rather than a shiny gimmick. Either way, Bravely Default is shaping up to be the RPG that many nostalgic Final Fantasy fans are pining for. -=-=-=- Preview da Gamespot: Bravely Default: Flying Fairy Does A Better Job At Being Final Fantasy Than Current FFs We check out the first few hours of this not-very-subtle nod to Final Fantasy's golden years. It's apparent from the few hours poured onto Bravely Default that the Flying Fairy subtitle isn't fooling wary gamers. The recent JRPG with the rather silly name is the spiritual successor to Final Fantasy: The 4 Heroes of Light in tone, spirit, and gameplay mechanic. And believe us when we say that it's a sight for sore eyes, especially when creator Square Enix is bending over backward to make its mothership RPG series relevant again. Players control four heroes who are on a quest to purify the game world's elemental crystals, while also shaking off an elite group called the Eternian Air Force Jobmasters. The heroes you control aren't blank slates in the personality department. You've got the straight man do-gooder, Tiz; the amnesiac casanova, Ringabell, the demure Wind Crystal keeper, Agnes; and tomboy, Edea. While not the most original of all typecasts, they're still endearing to listen to and watch as they play off each other during the main story quest. Then again, BD:FF's story isn't the main draw. To get the leg up in turn-based combat, players can switch each party member's classes at any time--except during combat. These classes, or jobs as the game calls them, range from melee specializations like the Knight and Monk, to ranged and magic-using roles such as the Summoner and Time Mage. Abilities you learn from one particular class can be used on a different class as long as you fill up the required job points from the previous class. In essence, the game takes the best portions of the job class system from Final Fantasy Tactics and Final Fantasy V, and has amped it up further so that there's plenty of room for customization. For example, you can use a White Mage's self auto-healing ability (you recover from ailments after a fight) while you're using a pirate class. The list of combinations go on: you can use a ninja's dual-wielding ability on a Dark Knight, making them even more dangerous up-close, or even take a Summoner's mana point-siphoning ability on a magic swordsman class where the majority of your attacks take up a lot of mana. To say that you'll be taking a few hours building up the perfect party of four is underselling its simple-yet-complex nature. The other feature that sets this one apart from its predecessors is the Brave and Default modes. Players can choose to either use up Brave points to take extra turns performing actions, or go into default mode to defend and gain more Brave points. If you just start off using Brave points until your character's points drop to the negatives, you'll be inactive and vulnerable as your enemies receive extra turns in a row; they'll most likely use it to punish you or buff themselves up tenfold. The trick to the combat here is to save up as many points as possible so that you can unleash the most damage within a single span before your opponent can react. Conversely, you can just go all-out and spend Brave points until you're in the negative zone, if you think you can take down your encounters in one fell swoop. We had to learn this through the very first major battle against a rogue White Mage and Monk. As the former can heal both herself, and the monk pretty quick, we had no choice but to play defensively until we unleashed hell upon them with enough Brave points. The system introduces a risk/reward system for players: they can either play it safe and defensively or throw caution in the wind and hope for the best with an all-out assault. We suspect that future boss battles will require us to exploit the system if they have abilities that can wipe out a party with just two attacks. Just like any 3DS game, BD:FF uses the Streetpass functions of the system it's on; specifically for the "friend summon" system and the Nolende village-rebuilding minigame. For the former, getting Streetpass data from friends and strangers allow you to summon their avatars for a special attack not unlike FF VII's Cloud summoning a giant fat yellow bird to kill his foes. As for the minigame, players can use Streetpass to recruit people to help rebuild Tiz's village that was totally wrecked from the events of the game's intro. The big incentive for players to invest time in this is that they can buy items and weapons not found anywhere else in the game, provided that the village population is huge. So if you want an uber-weapon for your ninjas and hunters, or if you want to customize a party member's deathblow move (the game's limit break that's weapon-dependant), you'll want to start mingling with civilization and collecting Streetpass data. BD:FF is not only a throwback to the old days of Final Fantasy, but it also keeps up with the times by adding in nuances from modern game design. These include the options to skip cutscenes, as well as fast-forwarding battle actions. During our playthrough, we got fair challenges, though the game showed that ample party preparation (items, job setups) is key in taking down the multitude of dungeons in the main story mode. While there is currently no official word from Square Enix on having it localized for the Western market, we feel that it would be a missed opportunity if it wasn't on the company's mind to do so. We strongly feel that BD: FF could be the RPG to bring the company back to good graces with former fans who may be feeling betrayed by the recent changes its Final Fantasy brand has been through. -=-=-=-
  4. ragecom

    [PS3] Sonic Generations

    Resolvi fazer um reviewzinho rápido de Sonic Generations. Bem, logo que aparece o logo da Sonic Team eu já arrepio, e mesmo sendo seguista assumido, tentarei fazer esse review o mais imparcial possível. Fuck yeah!!!! A história não poderia ser mais aleatória. O jogo começa com um cutscene mongol onde Sonic, Tails e todos os seus amigos dispensáveis estão fazendo um PIQUENIQUE. Ai do nada vem um monstrão bolado que COME O TEMPO e não deixa prega sobre prega. Sonic acorda em um limbo onde tudo está congelado e existem algumas fases para entrar e jogar. Cada fase possui dois acts, sendo um com o Sonic 3D e outro com o Sonic 2D. A jogabilidade do Sonic 2D é bem parecida com o Sonic 2 do Mega Drive, ou seja, nada além do necessário. A jogabilidade do Sonic 3D é similar à de Sonic Adventure, o que é excelente. Cada vez que você completa os dois atos de uma fase, ela se descongela e você libera algum dos amigos de Sonic. Esses amigos são utilizados em sidequests, cada um tem uma função específica. Até que é bem divertido. A cada três fases descongeladas, você tem acesso ao boss gate, porém para enfrentar o boss são necessárias sempre três chaves. Estas chaves você libera jogando determinados sidequests, o que dá uma diversificada no jogo. Perfect Chaos lindo demais... Alternar entre Sonic 3D e Sonic 2D a cada fase ou act é muito legal - são sempre acts com o mesmo tema, porém em 2D e em 3D. Achei a ideia genial e agrada tanto às viúvas do Mega Drive quanto às viúvas do Dreamcast (eu pessoalmente sou viúva de ambos). Na minha opinião esse é o primeiro grande Sonic depois de Sonic Adventure 2. A sensação de velocidade está ainda melhor. Dá vontade às vezes de dar uma parada e admirar os imensos cenários. E falando em cenários... Os mapas são incrivelmente grandes! Existem MUITAS rotas que se pode tomar até o objetivo, umas mais rápidas, outras mais lentas, umas mais difíceis, outras mais fáceis. Mas isso você só pega mesmo jogando várias vezes a mesma fase e explorando. As lutas com os bosses são todas diferentes e exigem estratégias específicas para detonar cada um. Alguns se joga com Sonic 2D, outras com Sonic 3D e outras você alterna entre um e outro. Várias fases são remakes de fases de Sonics anteriores. A primeira é a Green Hill Zone, por exemplo, e com soundtrack original!!! Ficou linda a versão 3D dela também. Tem também um remake de City Escape. Juro que arrepiei quando ouvi a clássica "follow me, set me free, trust in me and we'll escape from the city... I'll make it through lalalala...". Enfim. É um jogo rápido de se jogar, um grande nome para a franquia, recomendo tanto para saudosistas quanto para novos jogadores. Metacritic: 76/100 Nota Rage: 90/100
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