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AnemicJr.

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Reputação

20 Reputação neutra

Sobre AnemicJr.

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    Brasil
  1. Hehe, sim, sim, entendi a ideia geral (e eu tô com o staff inicial do astrólogo em +5, até agora os outros 2 staffs que achei tinham stats piores). Só que assim, quando eu falo em diferença de dano, é uma coisa brutalíssima. A minha primeira magia do jogo (glintstone pebble) dá muito, muito mais dano que magias que comprei que demandam 23 de INT. Enquanto a glintstone custa menos da metade pra lançar, é mais rápida e bem, causa muito mais dano, eu com a crystal barrage (que requer o dobro de INT) tenho que gastar mais da metade dos FP pra matar aqueles zumbis com tocha do início do jogo (!), enquanto que com a glintstone eu gasto menos de 1/10 dos FP pra causar 3x mais estrago. Por ora, a glintstone tá servindo pra causar dano (até peguei versões mais atualizadas dela já), mas o que me deixa confuso é porque essa diferença abismal entre as magias, sendo que uma demanda quase o dobro de stats pra se utilizar e dá como retorno uma coisa inutilizável já na primeira área do jogo. Ademais, só agora descobri a Weeping Peninsula... tem muita área do início do jogo que ainda não rondei, chega a dar um desânimo
  2. Comecei a jogar, também... E fiz algo que, na "série", só tinha feito uma vez no primeiro Dark Souls: jogar de maguinho. Olha, em Dark Souls jogar de mago quase trivializou o desafio, mas ao menos numa primeira jogada em Elden Ring... me pareceu bem desafiador, até. Única coisa das várias coisas que não entendi no jogo até agora é o fato de eu pegar magias novas e mais avançadas, colocar elas no lugar das iniciais do jogo e... tirarem 1/3 do dano. Custando mais mana e com casting rate mais lento. Eu perdi alguma coisa que explique isso? Tô com umas 10 horas de jogo, já desfaleci o Godrick (invocando água-viva porque meu pobre Walter Mercado leva 1hit-kill dele - de quase qualquer boss, na real) e até agora só consigo usar a magia que veio de fábrica. O resto tira menos dano que um ataque de dagger básica... Curioso, no mínimo (só pra constar: gastei muitos pontos em INT, antes que seja mencionado) Por ora é tolerável, mas os inimigos em Liurnia já tem HP maior, e eu ficar tacando pedregulho azul começa a não valer tanto a pena, assim. Vi que nessa altura do jogo já tem armas que escalonam com INT, mas eu tava afim de, pelo menos nessa primeira jogada, ir de maguinho, tranquilo. Até dei uma procurada pra ver o que a boca miúda fala sobre sorceries, e a opinião geral é de que, neste jogo, só presta pra encantar arma. É correto isso? De resto eu concordo com boa parte das opiniões positivas aqui... só não acho explorar o mundo tão divertido, assim. Minha parte favorita do jogo foi o Castelo Tempesvéu, por muito (tradução em português desse jogo é outra coisa, também). Sinto que deixei muita coisa pra trás em Limgrave, só que eu não lembro ao certo onde deixei de explorar. Só tenho os pontos de graça como referência de onde pisei... mas como o mapa do jogo tem verticalidade, por vezes eu nem sei se eu deixei de explorar em cima ou em baixo na dança do tchaco. Esse jogo requer tempo. Ah, se fosse na adolescência...
  3. AnemicJr.

    [PS4] Final Fantasy VII Remake

    Eu lembro dela passar na Record, à noite (acho que era pós horário nobre). Eu me lembrava de ter uns 4, 5 episódios, mas na real eram só 2. Tinha um cado de produção B, mas no alto dos meus 11 anos eu curtia. Tipo de coisa que entrega a idade... Eu comecei a me enfezar um pouco antes com os fillers e infantilização de personagens que já eram bonecos playmobil, mas que conseguiam apresentar mais naturalidade. O jogo antigo tinha coisas bem infantis, datadas e ridículas, mas como no meme nacional, ao invés de melhorar, piorou. Tem aquelas sandices de se rastejar e andar lentamente, se esgueirar em trem, rastejar em cavidades e entulhos... e as lutas na história principal exigem muito pouco. Como um jogo standalone com esse nível de produção, eu esperava mais entrega, mais conteúdo, mais polimento. É TEDIOSO pensar no pós-jogo depois de tanto filler pra campanha principal. E o segundo tesão de FF7 que é a história ficou soterrado. Eu consegui ficar decepcionado gastando 0 reais com o jogo. Se ele fosse quase qualquer outro jogo eu ficaria ok, mas FF7 é uma marca geracional que foi dado um entendimento pra uma geração que dificilmente compreenderia o espírito de época do original. Por sinal, depois disso, até ressuscitei Diablo 3 (outra decepção, mas menor) pra tentar a platina. Mas é uma platina de tempo, não de habilidade, né...
  4. AnemicJr.

    [PS4] Final Fantasy VII Remake

    Agora sim assinalo decepção com geral, aqui. Tava aproveitando essa pandemia pra fazer algo que eu raramente tenho disposição: platinar jogos. Peguei Horizon, Nioh 2, uns metroidvanias pra platinar, mas... FF VII remake não dá. Pessoal tá reclamando de fillers, mas eu tenho uma queixa adicional nesse remake que é a desfaçatez. Eu perdoo uma jacarezice dessas num produto de categoria mais baixa (pra pegar um exemplo da própria empresa: Just Cause 4. E esse é um dos casos mais hiperbólicos que já vi), mas num AAA com alta demanda e expectativa em cima tem um gosto amargo. Toda a conversa sobre o jogo virar Kingdom Hearts ao final não é um exagero. Eu nem sei se a história faz mais sentido depois disso, fiquei com sensação de estar vendo aquela série questionável dos Langoliers (acho que era Fenda no Tempo o nome BR) depois que eles encerram esse momento de reboot no remake. E o pós-jogo... que coisa burocrática e limitada em conteúdo. Eu não topei encarar um grinding pra upar materia em função de ter chance de encarar aquele último desafio com as summons no simulador da Shinra. Ou pra PEGAR VESTIDOS... nem vou falar dos minigames da academia porque esses eu até poderia tentar, mas a sensação de desânimo e tédio de fazer o pós-jogo desse FF7 venceu. Quem dera tivessem sido só as nomurices o problema do jogo... o jogo basicamente só é divertido enquanto dura a diversão , depois que a privada tá entupida, é difícil continuar na cagança.
  5. AnemicJr.

    [PS4] Final Fantasy VII Remake

    Eu vou partir do princípio de uma murada mas... o princípio-base é esse: a direção é do Nomura. Eu fiquei num estado misto-pra-negativo de percepção desse remake no que diz respeito à narrativa***. Eu acho a construção incomparavelmente mais pobre, óbvia. Mas tinha tanta coisa datada e constrangedora no original... gostei de algumas coisas no remake como uma maior elaboração no relacionamento entre os personagens. Mas a condução do arco maior é terrível - por referência. Até por que eu não sei aonde eles querem chegar... a história parece ter um destino diferente e fica difícil arrematar opinião. O jogo é divertido. Eles acertaram muito no sistema de batalhas e na apresentação/interface. Eu acho que eles erraram na OST e no emprego dela (gosto do Hamauzu, nem é nele a crítica, mas na direção, mesmo). Tô no capítulo 15***, então minha opinião vale até aí. O que ferra o jogo é a perda do espírito do tempo. Não tem nada de fascinante no escopo da história geral, hoje, que havia em 1997. Era uma época de risco e entrega únicas pra um jogo tão popular. -- *** não acabei o jogo, cap. 15 só pra informar.
  6. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Eu joguei só a introdução do primeiro RDR, mas reafirmo que Arthur é um dos melhores protagonistas que eu vi no meio. Um tremendo trabalho na Rockstar no desenvolvimento dele. E, realmente... o epílogo é um "destributo". Eu não daria 10, mas é uma experiência de marcar época. Ainda não joguei algumas das outras pérolas da geração, mas RDR2 entra no panteão. Top 10 no mínimo. Tô começando a jogar Horizon no hard e RE7. Incrível como a falta de tempo afeta a experiência... Coisa de sequer lembrar comandos, frustrante pra caramba. Ainda peguei o Nioh 2 na black friday... é pedir e pagar pra sofrer. EDIT: Esqueci de comentar o principal que é de concordar com o teu ponto de vista
  7. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Puxa, eu realmente não tenho lembrança de grind no início do jogo... me lembro de ter me aborrecido um pouco com esse tipo de coisa pra comprar amuletos que uma personagem mais pro final do jogo faz (na realidade ela literalmente faz merda). Eu lembrava dos upgrades de ferrão serem baratos, o que dava trabalho era encontrar o item de confecção... upgrades de vida e alma são encontrados por exploração, acho que 3 fragmentos no máximo são vendidos. Mas a minha memória pode estar me traindo...
  8. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Curiosamente, joguei 2 "metroidvanias" (um mais metroid, outro mais vania) mas, mais pro início do ano, joguei Hollow Knight e fiquei tremendamente positivamente surpreso por algumas coisas nele. Mas, de fato, o começo é um pouco modorrento e a narrativa mínima faz virar um guessing game que, no início do jogo, é cruel com a motivação já que as possibilidades de locomoção são restritas. Mesmo com esses defeitos o resto compensou e sobrou dentro do que continuei... atmosfera, ótimo controle e o melhor combate de qualquer jogo de plataforma que joguei. E as melhores boss battles... nesse quesito acho que é onde há mais concordância sobre o jogo nas opiniões gerais, creio. Tentando fazer o resumo periódico... Nier Automata: Obviamente menti quando disse que não iria fazer todos os finais. Fiz, fiz o final bom (catei guide pra isso) mas... a opinião geral ainda continua parecida. Eu nem enfrentei mais inimigos ou dei level up nas re-runs finais e, mesmo assim, o desafio do jogo foi bem tolerável. A história tem problemas de desenvolvimento e um apelo juvenil que não me apetece mais, MAS, com todos os finais feitos, tudo se fecha e tem reflexões inusitadas. Gosto da quebra de convenção com algumas coisas do jogo, como bugs, glitches, escolhas dadas pro jogador que são nada comuns, o diálogo entre os pods... É um bom jogo, mas já tava meio cansado... não quis fazer nada extra porque realmente não me prendeu a tal ponto. Timespinner: O maior xerox de SOTN já produzido tem seus méritos. Mas é um PASTICHÃO. E com pouco valor agregado... curtíssimo, mapa pequeno, poucas áreas, inimigos, boss battles que tenho dificuldade de lembrar. A direção de arte é ok, não é um jogo lá muito atmosférico. Eu gostaria de falar algo sobre a história... mas ela é tão mal conduzida que eu me senti uma criança jogando JRPG e pulando todo e qualquer diálogo. Mas é bem divertido de se jogar, fácil de re-jogar pra fazer 100% e tem uma vibe super-melódica e retrô na trilha. Com preço baixo, recomendo.... mas, zero marcante. Blasphemous: Difícil opinar nesse. Ele é marcante, ponto. Arte, música, ambiente e atmosfera são de um patamar difícil de ver em videogame, ainda mais em conjunto num "metroidvania". É um jogo que sofre daquela curva inversa de dificuldade: o início é mais difícil que o final. O jogo parece punitivo, mas requer pouca adaptação pra entrar numa dificuldade-padrão. Gosto muito, MUITO do visual das boss battles, mesmo que a maior parte delas sejam só isso... a locomoção do PENITENTE poderia ter alguns upgrades pra não ficar tão auto-referencial, não vi necessidade pr'essa metalinguagem Que é algo que me impediu fazer o NG+ do jogo: a falta de paciência pra lidar com a lentidão do andamento geral. Por vezes o jogo fica burocrático, e com puzzles crípticos além da conta pra um jogo desse subgênero... ainda assim, recomendo. É uma experiência rara, trabalha com uma temática muito pouco explorada de maneira não-tão-clichê e faz ela valer a pena no campo de gameplay.
  9. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Fazia tempo que não postava por aqui e, na real, com motivos: joguei pouca coisa. Red Dead Redemption 2: Pegando o filão das coisas que não joguei no Gamepass, infelizmente eu tive que fazer um CORRIDÃO em RDR 2. Vou tentar repetir o mínimo que público e crítica já repercutiram... mas algumas coisas são inevitáveis como valor de produção e atenção aos detalhes em paralelo com o game design questionável, assim como o flow de missões. Existe um cuidado tão grande com o desenvolvimento dos personagens, com a representação da época, com a densidade de informações na transição pro mundo civilizado... mas boa parte disso é feita em cima de um cavalo enquanto tu tentas desviar das árvores e não ser alvejado por um meliante aleatório. Sempre elogio quando as produtoras tentam não usar cutscenes a rodo pra não quebrar o ritmo do jogo, mas achei que houve diferença da intenção pra execução por parte da Rockstar. Os tempos de deslocamento se tornaram massacrantes em função de diálogos triviais - o que tornou inevitável colocar checkpoints dentro de cada missão - o que torna boa parte do desafio trivial no jogo. Alguém sacou qual que é a do dinheiro no jogo? Poucas coisas úteis pra se fazer com ele, e a riqueza chega rápido pra caramba.... Ainda assim, que personagem é Arthur Morgan. O dublador dele é espetacular também, baita casamento de script com dublagem. Sujeito bronco, pragmático, resoluto... Acho que o melhor que a Rockstar já desenvolveu. Elogio também pro resto do elenco, em especial o Dutch que passa de um líder patriarcal prum anarco-idealista de um jeito raramente sutil em videogames. Fiquei com uma boa impressão de RDR 2, mas, pelo fato d'eu ter que jogar com um cronômetro pro jogo não sair da gamepass, acabei não aproveitando o mundo do jogo. Nier: Automata: Lembro de ter feito todos os finais no primeiro Nier e de ter achado uma boa experiência - apesar dessa coisa sacal de repetir todo o jogo inúmeras vezes pra ver uma e outra set-pieces diferentes. Mas, ainda assim, dava pra fazer rápido, além do fato da jogabilidade ser gostosinha e dar impressão do tempo passar mais rápido. Lembro da história ser excêntrica e até certo ponto interessante, e acho que maior parte do que escrevi sobre o primeiro vale para o Automata. Mas... A condução de história desse jogo me dá impressão de ser pior que a do primeiro. Eu fiz o primeiro final e... como assim? Que raio de arco foi esse? Entendo deixar várias coisas em aberto pros finais seguintes, isso é uma coisa. Outra coisa é ter um ABISMO que te leva pro imediato final do jogo. Sem construção, desenvolvimento, nada. A câmera desse jogo me irritou bastante em algumas situações, não lembro de ter passado por isso no primeiro. A jogabilidade é excelente, fina, boa mesmo. Mas, MAS, as lutas achei bem enfadonhas... morri, literalmente, de tédio em 2 situações. E o último inimigo, ao menos desse primeiro final, é um desafio mal balanceado pra caramba. A luta é bem fácil... até que no último momento dela surge um spike pra lá de artificial de dificuldade. Um pouquinho mais de atenção na condução das coisas faria esse jogo incrivelmente melhor... eu me lembro de ter ficado travado um tempo num momento do jogo por que a main mission simplesmente tinha sumido das minhas quests ativas. Comecei a andar feito galinha sem cabeça um bom tempo pra que, DO NADA, ela voltasse a aparecer nas quests. Cacete de agulha. Ao contrário do primeiro, acredito que só vou ter saco de fazer mais um final e caso encerrado. Não é um jogo que me prendeu ou que eu tenha achado divertido o suficiente pra ficar fazendo o mesmo que fiz no primeiro. A fila anda...
  10. AnemicJr.

    Tópico Oficial das BIRIBINHAS gamísticas ...

    Ah, esse anúncio de hoje eu não tinha visto. Mas até na PS Store ele não me apareceu com destaque, tive que entrar no Novidades da semana e ele tava lá, mei largado Esse eu tô por jogar desde o lançamento. Só não peguei porque não tinha Xonão na época. Agora que eu tenho, o jogo nunca baixa do preço full. Sei que não é caro, mas eu sou mão fechada, etc
  11. AnemicJr.

    Tópico Oficial das BIRIBINHAS gamísticas ...

    https://store.playstation.com/pt-br/product/UP8062-CUSA20499_00-CUPHEAD000000000 Saiu completamente sem alarde ou anúncio... Que atípico.
  12. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Após uma maratona-possível dos metroidvanias, aproveitei que o Vânia Requiem tava instalado e decidi jogar Rondo of Blood que, bem da verdade... nem em emulador eu havia jogado. O interessante de jogar um Castlevania clássico inédito (pra mim) depois de tanto tempo é perceber como a série perdeu muito do desafio atrelado ao level design de antigamente. Eu PAGUEI UM PAU SINISTRO pra esse jogo. Nem vou entrar no mérito de se ele é melhor que Super Castlevania IV ou Bloodlines... mas eu fiquei vidradaço nesse jogo. Fiz tudo que deu pra fazer, morri feito um filho da puta pois a mentalidade típica pra jogar esse tipo de jogo é completamente diferente. Todos os passos têm que ser calculados, o desafio é super honesto, o controle responde super-bem (e, mesmo sem um TANKÃO, não é frustrante) e toda a parte artística, visual e musical, é espetacular. Dá pra ver que é um jogo que teve problemas de cronograma (existem partes onde o cenário e alguns inimigos estão aquém do valor de produção, digamos), mas, mesmo assim, é coerente. Depois de jogar, acho a melhor trilha sonora da série inteira, fácil. É super-arriscada por inserir inúmeros gêneros e todos eles se integram ao espírito do jogo. Eu já ouvia a OST do jogo antes, mas, depois de jogar, eu fico assoviando seguidamente ela... e ela funciona como motivadora depois de morrer, morrer e morrer. Eu optei por fazer todo o jogo com o Richter primeiro, e ainda bem: o jogo com a Maria perde muito do desafio. E como o desafio desse jogo é de paciência, memorização e execução... vira apenas um jogo divertido e belo. Quando joguei com ela pra pegar troféus foi estranhamente fácil pro que é característico da série. Tô tentando encarar Red Dead Redemption 2, mas primeiro eu preciso desacostumar a cabeça do old-school gaming.
  13. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Zerei Bloodstained há pouco tempo, também, fazendo 100% e matando tudo o que dava, cumprindo todas as quests e o escambau. Compartilho boa parte da opinião, mas vou aproveitar o quote pra "adendar" um pouco. Tem séries que expiraram, PRA MIM, a fórmula, a receita, os atalhos, etc. Mesmo que objetivamente os jogos não sejam falhos ou de pouca inspiração. Bloodstained tá pra SOTN como "O despertar da força" tá pra "Uma nova esperança". A sensação de revisitar um clássico é boa, mas o excesso de familiaridade dá um certo excesso de conforto, apostas mais seguras, experiências de risco controlado. Eu joguei em modo turista o jogo, meio que sacando que seria como SOTN depois de um tempo e, até pelo excesso de confiança, acabei morrendo algumas vezes por bocabertice, letargia, enfim Um jogo que fez eu ter essa sensação de maneira até mais aguda foi DMC 5. Jogo redondíssimo, super bem produzido, jogabilidade super-variada... mas só gostei de ter enfrentado os chefes. O esquema abre-sala-fecha-sala fez eu empurrar o jogo com a barriga até o final. A fórmula dele (infelizmente) pra mim expirou. O fato de eu ter jogado ele logo após ter dado uma boa jogada em Hollow Knight fez eu achar o jogo bem fácil. O jogo dá muitos itens que geram muita grana, daí eu vendia, comprava os ingredientes e fazia as comidas e, com o que sobrava, poções. Tiveram 2 chefes em particular que me deram mais trabalho: Mas, mesmo assim, acho que faleci 1 ou 2 vezes no máximo. O jogo tem um mérito grande que é o de manter a jogabilidade intacta dentro de um mundo 3D. As mecânicas novas que alguns fragmentos oferecem são muito divertidas de se usar, especialmente nos bosses. Aquele inverse, o acelerar, o dimension shift... são tardios mas depois que destrava fica um jogo melhor. É um ótimo jogo, fiz tudo o que dava pra fazer em termos complecionistas (exceto achievments mais consumidores de tempo) mas não é um jogo que eu tenha grandes vontades ou anseios por uma continuação. Demorou pra acontecer, mas, finalmente o pessoal começou a acertar em cheio no metroidvanismo. É um subgênero cheio de boas e ótimas opções hoje em dia... perdi bastante o peso do saudosismo sobre SOTN. Talvez se eu tivesse jogado Bloodstained antes de Hollow Knight ou Ori and the will of the wisps...
  14. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Faz tempo demais que não posto por aqui (meu email cadastrado ainda era do Zaz ), mas, como voltei a jogar com uma frequência próxima de decente (graças a uma pandemia... mas, hey): Ori and the Blind forest: Gosto muito da direção artística da série do ponto de vista estritamente artístico. Do ponto de vista pragmático/funcional, nem tanto... os perigos do cenário são extremamente camuflados. Sendo proposital ou não, achei uma escolha ruim. Não vejo como desafio, só como frustração desnecessária. E achei a jogabilidade falha - especialmente comparando com a sequência. Quinas de plataforma são 50/50, e aquela habilidade que te dá um launch a partir de objetos e projéteis... como é horrível e burocrático de controlar. Me frustrei bastante com essas 2 coisas, já que são pontos importantes do jogo. O mundo do jogo é ótimo, senso de progressão idem... mas não me apeguei ao jogo nem um pouco, eu tava fazendo força pra seguir adiante. Ori and the will of the wisps: Já foi uma experiência bem diferente. A habilidade de "agarrar" automaticamente na parede suprimiu bastante o problema das quinas nas plataformas, e o fato de ter um número maior de customização de habilidades ativas e passivas idem. É um jogo com mais conteúdo e variação de desafios. Acho até que a história caiu um pouco em narrativa e motivação, mas melhorou em todos os aspectos fundamentais para um bom metroidvania. As batalhas contra os bosses são... ok (tinha bosses que não fossem cenas de perseguição no primeiro? não lembro... o que já diz um pouco sobre o que achei do primeiro). Hollow Knight Voidheart Edition: Sobre esse: só elogios. Gastei umas boas 60 horas nesse aqui, matei o que deu (Absolute Radiance não ... nem Pure Vessel na real, tô com reflexo de 3ª idade). Mas fazia tempo que um jogo não me dava prazer de jogar... acho que desde Dark Souls 3. Aliás, o que esse jogo tem em comum com as séries Souls... olha, vi que esse jogo é super-aclamado tanto com a crítica quanto com o público. Mas acho que merece até mais confete. Pra não dizer que gostei de tudo: eu acho que a direção de arte do cenário e dos personagens não fecham, não combinam. Com o decorrer do jogo eu fui acostumando... mas ainda não casa 100%. Retrozera Final Fantasy VII: Fiquei EXCITADO vendo o pessoal jogando o Remake (até me dar por conta que era o Nomura dirigindo). Abri conta na Steam e rejogar FF VII que não jogava desde 2001. Opiniões mistas, mas majoritariamente favoráveis. Pr'um JRPG ele é bem maduro na abordagem dos problemas. O problema é que JRPGs nunca foram reis de script... NPCs são carregados de diálogos infantis, meio bizarros até. Tem muito do que se perde em tradução, especialmente do japonês que é uma língua bem distinta na hora de descrever intenções, mas tira um pouco de envolvimento com o mundo do jogo. O jogo é lento. Nossa, me lembro de FFs mais lentos que ele, mas não jogava um FF há eras... Ao fim de tudo foi uma boa experiência. O jogo mantém as discussões e as reflexões em dia, mas a narrativa fica precarizada em função do tempo tecnológico. E o Sephirot é um vilão caricato ao fim de tudo. Começa bem, mas a obsessão e desumanização instantânea dele me envelheceram muito mal. Castlevania SOTN: Me diverti demais rejogando. Como metroidvania OG, se sustenta super-bem, mas tem problemas, claro, de repetição. A trilha sonora é tão da época... me disparou gatilhos de nostalgia de outras coisas. O bom de ficar tanto tempo tão longe de certos clássicos que dá pra viajar de volta pro passado em outros sentidos. Na trilha sonora tem altos vícios da década de 90, e ela continua super divertida de escutar, mesmo sendo inadequada na maioria dos cenários. E o jogo tem um sério problema nos spikes de dificuldade. Na entrada do castelo invertido tava jogando a la Resident Evil: gerenciando recursos. Da metade pra frente foi um passeio, incluindo aquele chefe opcional chato pra caralho, me esqueci o nome dele...
  15. AnemicJr.

    [Até para Switch] Dark Souls

    Cheguei em Tomb of Giants. ESSE LUGAR ME DEU NERVOSO. Mas eu deixei um monte de coisa em Catacombs pra trás, ouvi barulho de blacksmith e não achei, vi uma bonfire e não acendi e tem 1 item lá embaixo junto com os esqueletos da fortuna que não consigo pegar. No mais, Pinwheel é o NOOV Fool's Idol, né? Tavam de brincadeira... cheguei com metade do HP lá e nenhum Estus Flask no bolso e matei. Que pulha Já o Sif me fez de puta até eu ler TRY STOMACH no chão. E Cyco, tens razão, HP não é desculpa mesmo. Foda é que eu tô subindo attunement/intelligence/strenght/endurance tudo que ao mesmo tempo, tô focando em nada por enquanto. Eu vejo uma arma com propriedade boa e já quero atingir os parâmetros, acho que vou focar só em INT e END a partir de agora, tive que dar 4 level up em attunement pra aumentar o sexto slot, desperdício demais.
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