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AnemicJr.

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17 Reputação neutra

Sobre AnemicJr.

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  1. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Eu joguei só a introdução do primeiro RDR, mas reafirmo que Arthur é um dos melhores protagonistas que eu vi no meio. Um tremendo trabalho na Rockstar no desenvolvimento dele. E, realmente... o epílogo é um "destributo". Eu não daria 10, mas é uma experiência de marcar época. Ainda não joguei algumas das outras pérolas da geração, mas RDR2 entra no panteão. Top 10 no mínimo. Tô começando a jogar Horizon no hard e RE7. Incrível como a falta de tempo afeta a experiência... Coisa de sequer lembrar comandos, frustrante pra caramba. Ainda peguei o Nioh 2 na black friday... é pedir e pagar pra sofrer. EDIT: Esqueci de comentar o principal que é de concordar com o teu ponto de vista
  2. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Puxa, eu realmente não tenho lembrança de grind no início do jogo... me lembro de ter me aborrecido um pouco com esse tipo de coisa pra comprar amuletos que uma personagem mais pro final do jogo faz (na realidade ela literalmente faz merda). Eu lembrava dos upgrades de ferrão serem baratos, o que dava trabalho era encontrar o item de confecção... upgrades de vida e alma são encontrados por exploração, acho que 3 fragmentos no máximo são vendidos. Mas a minha memória pode estar me traindo...
  3. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Curiosamente, joguei 2 "metroidvanias" (um mais metroid, outro mais vania) mas, mais pro início do ano, joguei Hollow Knight e fiquei tremendamente positivamente surpreso por algumas coisas nele. Mas, de fato, o começo é um pouco modorrento e a narrativa mínima faz virar um guessing game que, no início do jogo, é cruel com a motivação já que as possibilidades de locomoção são restritas. Mesmo com esses defeitos o resto compensou e sobrou dentro do que continuei... atmosfera, ótimo controle e o melhor combate de qualquer jogo de plataforma que joguei. E as melhores boss battles... nesse quesito acho que é onde há mais concordância sobre o jogo nas opiniões gerais, creio. Tentando fazer o resumo periódico... Nier Automata: Obviamente menti quando disse que não iria fazer todos os finais. Fiz, fiz o final bom (catei guide pra isso) mas... a opinião geral ainda continua parecida. Eu nem enfrentei mais inimigos ou dei level up nas re-runs finais e, mesmo assim, o desafio do jogo foi bem tolerável. A história tem problemas de desenvolvimento e um apelo juvenil que não me apetece mais, MAS, com todos os finais feitos, tudo se fecha e tem reflexões inusitadas. Gosto da quebra de convenção com algumas coisas do jogo, como bugs, glitches, escolhas dadas pro jogador que são nada comuns, o diálogo entre os pods... É um bom jogo, mas já tava meio cansado... não quis fazer nada extra porque realmente não me prendeu a tal ponto. Timespinner: O maior xerox de SOTN já produzido tem seus méritos. Mas é um PASTICHÃO. E com pouco valor agregado... curtíssimo, mapa pequeno, poucas áreas, inimigos, boss battles que tenho dificuldade de lembrar. A direção de arte é ok, não é um jogo lá muito atmosférico. Eu gostaria de falar algo sobre a história... mas ela é tão mal conduzida que eu me senti uma criança jogando JRPG e pulando todo e qualquer diálogo. Mas é bem divertido de se jogar, fácil de re-jogar pra fazer 100% e tem uma vibe super-melódica e retrô na trilha. Com preço baixo, recomendo.... mas, zero marcante. Blasphemous: Difícil opinar nesse. Ele é marcante, ponto. Arte, música, ambiente e atmosfera são de um patamar difícil de ver em videogame, ainda mais em conjunto num "metroidvania". É um jogo que sofre daquela curva inversa de dificuldade: o início é mais difícil que o final. O jogo parece punitivo, mas requer pouca adaptação pra entrar numa dificuldade-padrão. Gosto muito, MUITO do visual das boss battles, mesmo que a maior parte delas sejam só isso... a locomoção do PENITENTE poderia ter alguns upgrades pra não ficar tão auto-referencial, não vi necessidade pr'essa metalinguagem Que é algo que me impediu fazer o NG+ do jogo: a falta de paciência pra lidar com a lentidão do andamento geral. Por vezes o jogo fica burocrático, e com puzzles crípticos além da conta pra um jogo desse subgênero... ainda assim, recomendo. É uma experiência rara, trabalha com uma temática muito pouco explorada de maneira não-tão-clichê e faz ela valer a pena no campo de gameplay.
  4. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Fazia tempo que não postava por aqui e, na real, com motivos: joguei pouca coisa. Red Dead Redemption 2: Pegando o filão das coisas que não joguei no Gamepass, infelizmente eu tive que fazer um CORRIDÃO em RDR 2. Vou tentar repetir o mínimo que público e crítica já repercutiram... mas algumas coisas são inevitáveis como valor de produção e atenção aos detalhes em paralelo com o game design questionável, assim como o flow de missões. Existe um cuidado tão grande com o desenvolvimento dos personagens, com a representação da época, com a densidade de informações na transição pro mundo civilizado... mas boa parte disso é feita em cima de um cavalo enquanto tu tentas desviar das árvores e não ser alvejado por um meliante aleatório. Sempre elogio quando as produtoras tentam não usar cutscenes a rodo pra não quebrar o ritmo do jogo, mas achei que houve diferença da intenção pra execução por parte da Rockstar. Os tempos de deslocamento se tornaram massacrantes em função de diálogos triviais - o que tornou inevitável colocar checkpoints dentro de cada missão - o que torna boa parte do desafio trivial no jogo. Alguém sacou qual que é a do dinheiro no jogo? Poucas coisas úteis pra se fazer com ele, e a riqueza chega rápido pra caramba.... Ainda assim, que personagem é Arthur Morgan. O dublador dele é espetacular também, baita casamento de script com dublagem. Sujeito bronco, pragmático, resoluto... Acho que o melhor que a Rockstar já desenvolveu. Elogio também pro resto do elenco, em especial o Dutch que passa de um líder patriarcal prum anarco-idealista de um jeito raramente sutil em videogames. Fiquei com uma boa impressão de RDR 2, mas, pelo fato d'eu ter que jogar com um cronômetro pro jogo não sair da gamepass, acabei não aproveitando o mundo do jogo. Nier: Automata: Lembro de ter feito todos os finais no primeiro Nier e de ter achado uma boa experiência - apesar dessa coisa sacal de repetir todo o jogo inúmeras vezes pra ver uma e outra set-pieces diferentes. Mas, ainda assim, dava pra fazer rápido, além do fato da jogabilidade ser gostosinha e dar impressão do tempo passar mais rápido. Lembro da história ser excêntrica e até certo ponto interessante, e acho que maior parte do que escrevi sobre o primeiro vale para o Automata. Mas... A condução de história desse jogo me dá impressão de ser pior que a do primeiro. Eu fiz o primeiro final e... como assim? Que raio de arco foi esse? Entendo deixar várias coisas em aberto pros finais seguintes, isso é uma coisa. Outra coisa é ter um ABISMO que te leva pro imediato final do jogo. Sem construção, desenvolvimento, nada. A câmera desse jogo me irritou bastante em algumas situações, não lembro de ter passado por isso no primeiro. A jogabilidade é excelente, fina, boa mesmo. Mas, MAS, as lutas achei bem enfadonhas... morri, literalmente, de tédio em 2 situações. E o último inimigo, ao menos desse primeiro final, é um desafio mal balanceado pra caramba. A luta é bem fácil... até que no último momento dela surge um spike pra lá de artificial de dificuldade. Um pouquinho mais de atenção na condução das coisas faria esse jogo incrivelmente melhor... eu me lembro de ter ficado travado um tempo num momento do jogo por que a main mission simplesmente tinha sumido das minhas quests ativas. Comecei a andar feito galinha sem cabeça um bom tempo pra que, DO NADA, ela voltasse a aparecer nas quests. Cacete de agulha. Ao contrário do primeiro, acredito que só vou ter saco de fazer mais um final e caso encerrado. Não é um jogo que me prendeu ou que eu tenha achado divertido o suficiente pra ficar fazendo o mesmo que fiz no primeiro. A fila anda...
  5. AnemicJr.

    Tópico Oficial das BIRIBINHAS gamísticas ...

    Ah, esse anúncio de hoje eu não tinha visto. Mas até na PS Store ele não me apareceu com destaque, tive que entrar no Novidades da semana e ele tava lá, mei largado Esse eu tô por jogar desde o lançamento. Só não peguei porque não tinha Xonão na época. Agora que eu tenho, o jogo nunca baixa do preço full. Sei que não é caro, mas eu sou mão fechada, etc
  6. AnemicJr.

    Tópico Oficial das BIRIBINHAS gamísticas ...

    https://store.playstation.com/pt-br/product/UP8062-CUSA20499_00-CUPHEAD000000000 Saiu completamente sem alarde ou anúncio... Que atípico.
  7. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Após uma maratona-possível dos metroidvanias, aproveitei que o Vânia Requiem tava instalado e decidi jogar Rondo of Blood que, bem da verdade... nem em emulador eu havia jogado. O interessante de jogar um Castlevania clássico inédito (pra mim) depois de tanto tempo é perceber como a série perdeu muito do desafio atrelado ao level design de antigamente. Eu PAGUEI UM PAU SINISTRO pra esse jogo. Nem vou entrar no mérito de se ele é melhor que Super Castlevania IV ou Bloodlines... mas eu fiquei vidradaço nesse jogo. Fiz tudo que deu pra fazer, morri feito um filho da puta pois a mentalidade típica pra jogar esse tipo de jogo é completamente diferente. Todos os passos têm que ser calculados, o desafio é super honesto, o controle responde super-bem (e, mesmo sem um TANKÃO, não é frustrante) e toda a parte artística, visual e musical, é espetacular. Dá pra ver que é um jogo que teve problemas de cronograma (existem partes onde o cenário e alguns inimigos estão aquém do valor de produção, digamos), mas, mesmo assim, é coerente. Depois de jogar, acho a melhor trilha sonora da série inteira, fácil. É super-arriscada por inserir inúmeros gêneros e todos eles se integram ao espírito do jogo. Eu já ouvia a OST do jogo antes, mas, depois de jogar, eu fico assoviando seguidamente ela... e ela funciona como motivadora depois de morrer, morrer e morrer. Eu optei por fazer todo o jogo com o Richter primeiro, e ainda bem: o jogo com a Maria perde muito do desafio. E como o desafio desse jogo é de paciência, memorização e execução... vira apenas um jogo divertido e belo. Quando joguei com ela pra pegar troféus foi estranhamente fácil pro que é característico da série. Tô tentando encarar Red Dead Redemption 2, mas primeiro eu preciso desacostumar a cabeça do old-school gaming.
  8. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Zerei Bloodstained há pouco tempo, também, fazendo 100% e matando tudo o que dava, cumprindo todas as quests e o escambau. Compartilho boa parte da opinião, mas vou aproveitar o quote pra "adendar" um pouco. Tem séries que expiraram, PRA MIM, a fórmula, a receita, os atalhos, etc. Mesmo que objetivamente os jogos não sejam falhos ou de pouca inspiração. Bloodstained tá pra SOTN como "O despertar da força" tá pra "Uma nova esperança". A sensação de revisitar um clássico é boa, mas o excesso de familiaridade dá um certo excesso de conforto, apostas mais seguras, experiências de risco controlado. Eu joguei em modo turista o jogo, meio que sacando que seria como SOTN depois de um tempo e, até pelo excesso de confiança, acabei morrendo algumas vezes por bocabertice, letargia, enfim Um jogo que fez eu ter essa sensação de maneira até mais aguda foi DMC 5. Jogo redondíssimo, super bem produzido, jogabilidade super-variada... mas só gostei de ter enfrentado os chefes. O esquema abre-sala-fecha-sala fez eu empurrar o jogo com a barriga até o final. A fórmula dele (infelizmente) pra mim expirou. O fato de eu ter jogado ele logo após ter dado uma boa jogada em Hollow Knight fez eu achar o jogo bem fácil. O jogo dá muitos itens que geram muita grana, daí eu vendia, comprava os ingredientes e fazia as comidas e, com o que sobrava, poções. Tiveram 2 chefes em particular que me deram mais trabalho: Mas, mesmo assim, acho que faleci 1 ou 2 vezes no máximo. O jogo tem um mérito grande que é o de manter a jogabilidade intacta dentro de um mundo 3D. As mecânicas novas que alguns fragmentos oferecem são muito divertidas de se usar, especialmente nos bosses. Aquele inverse, o acelerar, o dimension shift... são tardios mas depois que destrava fica um jogo melhor. É um ótimo jogo, fiz tudo o que dava pra fazer em termos complecionistas (exceto achievments mais consumidores de tempo) mas não é um jogo que eu tenha grandes vontades ou anseios por uma continuação. Demorou pra acontecer, mas, finalmente o pessoal começou a acertar em cheio no metroidvanismo. É um subgênero cheio de boas e ótimas opções hoje em dia... perdi bastante o peso do saudosismo sobre SOTN. Talvez se eu tivesse jogado Bloodstained antes de Hollow Knight ou Ori and the will of the wisps...
  9. AnemicJr.

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Faz tempo demais que não posto por aqui (meu email cadastrado ainda era do Zaz ), mas, como voltei a jogar com uma frequência próxima de decente (graças a uma pandemia... mas, hey): Ori and the Blind forest: Gosto muito da direção artística da série do ponto de vista estritamente artístico. Do ponto de vista pragmático/funcional, nem tanto... os perigos do cenário são extremamente camuflados. Sendo proposital ou não, achei uma escolha ruim. Não vejo como desafio, só como frustração desnecessária. E achei a jogabilidade falha - especialmente comparando com a sequência. Quinas de plataforma são 50/50, e aquela habilidade que te dá um launch a partir de objetos e projéteis... como é horrível e burocrático de controlar. Me frustrei bastante com essas 2 coisas, já que são pontos importantes do jogo. O mundo do jogo é ótimo, senso de progressão idem... mas não me apeguei ao jogo nem um pouco, eu tava fazendo força pra seguir adiante. Ori and the will of the wisps: Já foi uma experiência bem diferente. A habilidade de "agarrar" automaticamente na parede suprimiu bastante o problema das quinas nas plataformas, e o fato de ter um número maior de customização de habilidades ativas e passivas idem. É um jogo com mais conteúdo e variação de desafios. Acho até que a história caiu um pouco em narrativa e motivação, mas melhorou em todos os aspectos fundamentais para um bom metroidvania. As batalhas contra os bosses são... ok (tinha bosses que não fossem cenas de perseguição no primeiro? não lembro... o que já diz um pouco sobre o que achei do primeiro). Hollow Knight Voidheart Edition: Sobre esse: só elogios. Gastei umas boas 60 horas nesse aqui, matei o que deu (Absolute Radiance não ... nem Pure Vessel na real, tô com reflexo de 3ª idade). Mas fazia tempo que um jogo não me dava prazer de jogar... acho que desde Dark Souls 3. Aliás, o que esse jogo tem em comum com as séries Souls... olha, vi que esse jogo é super-aclamado tanto com a crítica quanto com o público. Mas acho que merece até mais confete. Pra não dizer que gostei de tudo: eu acho que a direção de arte do cenário e dos personagens não fecham, não combinam. Com o decorrer do jogo eu fui acostumando... mas ainda não casa 100%. Retrozera Final Fantasy VII: Fiquei EXCITADO vendo o pessoal jogando o Remake (até me dar por conta que era o Nomura dirigindo). Abri conta na Steam e rejogar FF VII que não jogava desde 2001. Opiniões mistas, mas majoritariamente favoráveis. Pr'um JRPG ele é bem maduro na abordagem dos problemas. O problema é que JRPGs nunca foram reis de script... NPCs são carregados de diálogos infantis, meio bizarros até. Tem muito do que se perde em tradução, especialmente do japonês que é uma língua bem distinta na hora de descrever intenções, mas tira um pouco de envolvimento com o mundo do jogo. O jogo é lento. Nossa, me lembro de FFs mais lentos que ele, mas não jogava um FF há eras... Ao fim de tudo foi uma boa experiência. O jogo mantém as discussões e as reflexões em dia, mas a narrativa fica precarizada em função do tempo tecnológico. E o Sephirot é um vilão caricato ao fim de tudo. Começa bem, mas a obsessão e desumanização instantânea dele me envelheceram muito mal. Castlevania SOTN: Me diverti demais rejogando. Como metroidvania OG, se sustenta super-bem, mas tem problemas, claro, de repetição. A trilha sonora é tão da época... me disparou gatilhos de nostalgia de outras coisas. O bom de ficar tanto tempo tão longe de certos clássicos que dá pra viajar de volta pro passado em outros sentidos. Na trilha sonora tem altos vícios da década de 90, e ela continua super divertida de escutar, mesmo sendo inadequada na maioria dos cenários. E o jogo tem um sério problema nos spikes de dificuldade. Na entrada do castelo invertido tava jogando a la Resident Evil: gerenciando recursos. Da metade pra frente foi um passeio, incluindo aquele chefe opcional chato pra caralho, me esqueci o nome dele...
  10. AnemicJr.

    [Até para Switch] Dark Souls

    Cheguei em Tomb of Giants. ESSE LUGAR ME DEU NERVOSO. Mas eu deixei um monte de coisa em Catacombs pra trás, ouvi barulho de blacksmith e não achei, vi uma bonfire e não acendi e tem 1 item lá embaixo junto com os esqueletos da fortuna que não consigo pegar. No mais, Pinwheel é o NOOV Fool's Idol, né? Tavam de brincadeira... cheguei com metade do HP lá e nenhum Estus Flask no bolso e matei. Que pulha Já o Sif me fez de puta até eu ler TRY STOMACH no chão. E Cyco, tens razão, HP não é desculpa mesmo. Foda é que eu tô subindo attunement/intelligence/strenght/endurance tudo que ao mesmo tempo, tô focando em nada por enquanto. Eu vejo uma arma com propriedade boa e já quero atingir os parâmetros, acho que vou focar só em INT e END a partir de agora, tive que dar 4 level up em attunement pra aumentar o sexto slot, desperdício demais.
  11. AnemicJr.

    [Até para Switch] Dark Souls

    Alas MS, muito bom, gostei. Os gatos só não são mais burros que o povo do farm glitch. Os bichos simplesmente param de caminhar, engatam a ré e voltam lá pro cantinho, que bizarro Eu vou ter que fazer uma baseada em INT, então, já que eu não coloquei um pontinho sequer em faith até agora. Aliás Cyco, eu até já tinha pegado essa espada (Astora Straight Sword), mas tinha colocado ela em hold por não ter o requisito mínimo em faith pra equipar ela. Mesmo assim ela funciona de boa nas Catacombs? (jogo em doses homeopáticas, não tive tempo de ir lá e testar, lol) No mais, farm glitch lindo, fiquei feliz-mor em finalmente conseguir abrir meu sexto attunement slot. Acho que vou matar o LOBÃO e ir pras CUMBAS. Sen's Fortress é humor negro demais com meu char, por enquanto, tô com 800 de life, morro por flatulências.
  12. AnemicJr.

    [Até para Switch] Dark Souls

    Bom, Darkroot Basin é bem tranquilo, os camaradas só tem muito HP... A Hydra é imbecilmente fácil, depois que tu entende o padrão de ataque. Ou tu fica de bem longe atirando mil flechas, ou COLA NELA, defende o dano físico dela e acertas as cabeças quando elas ficarem enterradas no chão. Brabo eu acho aquele gato mocorongo em Darkroot Garden, pqp, tiro quase nada de vida dele e meu Hollow Shield +5 perde tudo de estabilidade nas porradas. Meu roll contra ele não funciona, ou melhor, não tô fazendo direito, apesar de ter tentado rolar pra trás, pra frente, pros lados... Mas sempre acabo sendo currado. E sobre o Lobo (ainda não enfrentei), passei por situação bem semelhante com o Stray Demon, no retorno à Undead Asylum. O bicho tem o ataque com hitbox mais filhadaputa que já vi, eu ficava kms de distância pra garantir meu life (quase 1-hit kill - e tu já começa a luta com meio life, então...), ainda bem que meu character é mago, então ficava só nas soul arrows. No mais, recém abri Sen's Fortress. Que lugar de filhadaputa mermão. Tô com uma Claymore +5, mas meu cara é mago, STR e DEX ainda baixos... Que que vale a pena fazer? Aliás, pra mago, qual seria a melhor arma nesta altura do jogo? Minhas magias têm tirado pouco dos inimigos, aqueles guerreiros-serpentes engolem muita magia antes de cair, meus recursos AM CRY demais. Ainda tem lugares que não frequentei... Como a segunda parte de Darkroot Garden (morro direto pro gato imundo), New Londo Ruins (pra mim um dos piores lugares do jogo, ao menos até agora) e nas CUMBAS (será que faço minha Claymore ficar Divine? Vale a pena ou tem alguma arma DI GRÁTIS que seja Divine e eu possa pegar?). O jogo te dá tantos caminhos... Pena que todos fodidos pra caralho, lol.
  13. AnemicJr.

    TEARS FOR FEARS NO BRASIL AMIGOS EU VOU E VOS?

    Não seria a "Break it down again"? http://www.youtube.com/watch?v=HInrAQsS7HQ
  14. AnemicJr.

    TEARS FOR FEARS NO BRASIL AMIGOS EU VOU E VOS?

    Vim aqui e não vi uma das minhas favoritas http://www.youtube.com/watch?v=1H0kaasdkiU 90% inclinado em ir no de POA pra ver esses imundos. Fecharia um ano muito bom se meu DEPECHÃO também viesse.
  15. Nossa, será que tem alguma relação com o calendário? Do videogame tentar achar o dia 29/02 em 2010? Nem liguei o meu (40 gb) agora, mas se for isso...
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