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Sonymaster

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Reputação

126 Excelente

Sobre Sonymaster

  • Rank
    Jogador de Videogame das décadas de 1980/1990.
  • Data de Nascimento 29-10-1979

Informações do Perfil

  • Sexo
    Masculino
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    Pernambuco

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927 visualizações
  1. Acho que estão pegando a onda de Keanu no filme John Wick que é muito bom, e a Carrie no Jessica Jones que está uma coroa linda.
  2. Vai ter lacração demais agora, se for igual a Sens8 que são dos mesmos criadores que fizeram uma boa serie mas com lacração demais.
  3. Sonymaster

    Reiroms de Playstation 1

    Esses dias estava pensando onde conseguir as ISOS do PSX caso eu pegasse um Playstation Mini.
  4. Sonymaster

    Games de luta para o Game Boy

    Quando falamos de Game Boy, o que vem à mente, na hora, é Pokémon, e games como Tetris, Mario, ou mesmo alguns ícones do portátil, como Legend of Zelda: Link’s Awakening. Mas, mesmo não sendo o gênero mais popular do portátil, o Game Boy teve sim vários games de luta. Entre adaptações sofríveis, ports interessantes, e até alguns milagres tecnológicos, conheça com a gente algumas opções interessantes de games de luta, que garantiam, na pequena tela do portátil, um pouco da ação dos fliperamas. Street Fighter 2 Em 1995, com Super Street Fighter 2 alucinando muita gente nos fliperamas e consoles, a Capcom adaptou Street Fighter 2 para o portátil. E, na medida do possível, foi um ótimo trabalho. A música tema aparece com alguns sons idênticos a consoles mais modernos, como o som de entrada da Capcom, de seleção de personagem ou opção. Nove personagens fazem parte do game, com seus visuais já atualizados conforme a versão Super. Ryu, Ken, Zangief, Blanka, Chun Li, Sagat, Balrog e M. Bison são os lutadores da vez, todos com seus cenários e músicas-tema. A ação é bem satisfatória, com opção de combos e magias. Não é um port brilhante, mas muito decente. Street Fighter Alpha Se levar Street Fighter 2 já era uma tarefa difícil, imagina levar Street Fighter Alpha. Mas o Game Boy Color recebeu uma versão, em 1999, quatro anos depois do lançamento do game nos arcades. Diferente do Street Fighter 2, o game não foi apenas uma adaptação, e sim um game totalmente refeito para o portátil. Tirando a música irritante, o game também agrada. Aqui temos Ryu, Ken, Guy, Chun Li, Charlie, Birdie, Sodom, Adon, Rose e Sagat selecionáveis. O gameplay é bem dinâmico, e conta até com as barras de especiais. Tudo funciona de maneira adequada e, repetindo, tirando a música horrível, o jogo é excelente. The King of Fighters 96 A Takara era a responsável por adaptar os games da SNK para outros sistemas. E, para o Game Boy, a solução encontrada foi bem interessante. Com personagens no estilo SD, o jogo ficou mais agradável, uma vez que este conceito de personagem se apresenta melhor na pequena tela do portátil. Dentre todas as versões, KOF 96 é uma das melhores. São 15 personagens, que, mesmo sem o sistema de trio, se mostrava bem divertido. Era possível carregar a barra de especial e, milagrosamente, as muitas opções de um game KOF foram brilhantemente adaptadas nos dois botões do portátil. Samurai Shodown Outro bom trabalho da Takara, Samurai Shodown chegou ao Game Boy em 1994. Eram 12 os personagens selecionáveis, um número considerável, comparando com outros games da época. Tudo do game foi adaptado, como a barra de POW, os golpes com espada e a dinâmica de gameplay. Como os itens que caem no cenário de luta, por exemplo. Destaque também para os cenários, cheios de detalhes, e pela ótima trilha sonora. A Takara conseguia provar que, mesmo com poucos recursos, era possível sim criar games de luta muito interessantes para o pequeno notável da Nintendo. Bastava apenas trabalhar com capricho, remover o que era necessário, mas sem estragar a essência, e aproveitar as oportunidades que o pequeno oferecia. Killer Instinct Por incrível que pareça, pouca gente fala desta versão. Diferente de outros games, que traziam suas versões anos depois dos lançamentos para outros sistemas, Killer Instinct chegou ao Game Boy na mesma época de seu lançamento para o Super Nintendo. E, assim como foi nos 16-bits, o portátil também contou com uma grande versão, na medida do possível. Apenas Cinder e Riptor ficaram de fora, e alguns lutadores tiveram que ser adaptados, pelo motivo de que o portátil não suportaria tamanhos combos. Mesmo assim, o jogo faz jus a toda a aura de Killer Instinct e é uma ótima versão. O capricho foi tanto, que o game era adaptado com algumas cores para o Super Game Boy e, uma vez jogando no periférico, era possível jogar com dois jogadores, com os dois controles do Super NES. Mortal Kombat Mortal Kombat era onipresente em sua época. Todos os games da série saíram para diversos sistemas. E, entre eles, o Game Boy. O problema é que as versões de Game Boy eram terríveis. Não por causa dos cortes, que já eram previstos. Mas sim por causa do gameplay travado, estranho, que tirava toda a “magia” de velocidade de um game Mortal Kombat. Do primeiro ao quarto, o Game Boy recebeu todos (isso sem mencionar na tragédia que saiu para o Game Boy Advance), um pior que o outro. Pelo menos, o portátil tem algo pra se vangloriar. Através de dica, era possível jogar com Goro, algo impossível em outras versões. Primal Rage Primal Rage foi um outro port feito pela Probe, a mesma que adaptava as versões de Mortal Kombat. Por isso, há algumas semelhanças em visual, barras de energia e outros elementos. O game é aceitável, mesmo precisando “perder” os humanos que corriam pela tela, algo que era a personalidade do game. Eram seis combatentes, em uma dinâmica mais rápida de luta, em cenários preguiçosos ao extremo. Tão preguiçosos que você vê, claramente que se trata apenas de um elemento copiado e colado várias vezes. A música também não é lá aquelas coisas, mas no fim, é bem melhor do que os games Mortal Kombat para o portátil. Game Boy Advance – Este sim um “portátil de briga” Com o avanço tecnológico do Game Boy Advance, os games de luta tiveram, desta vez, mais espaço e capacidades para levarem boas opções aos fãs. Entre versões, remakes e games novos, o portátil recebeu games das séries The King of Fighters, Street Fighter, Guilty Gear, e Tekken, entre outros. Destacam-se as adaptações da Capcom: Super Street Fighter 2 tinha cenários levemente diferentes, e contava com algumas surpresas. Já Street Fighter Alpha 3 surpreendeu por trazer todos os personagens, sistemas de luta e conteúdo. Era uma boa adaptação que, junto a outros games, garantiram ao GBA um lugar no coração dos amantes dos games de luta, que até hoje, se divertem com os títulos do portátil. Fonte: Arkade
  5. Uma petição online foi criada para a realização de um quarto filme de De Volta para o Futuro. Fãs da franquia utilizaram o site Change.org para criar o pedido intitulado de Make Back To The Future 4 Happen, ou "Faça De Volta para o Futuro 4 acontecer". O texto de descrição do pedido explica que há mais de 30 anos desde que o último filme foi lançado e 35 desde o primeiro. A petição lembra ainda que Os Caça-Fantasmasganhará em 2020 uma sequência direta do primeiro filme, por que não fazer o mesmo com a história de Marty McFly? O pedido é feito diretamente para a Comcast, dona da Universal Pictures, detentora dos direitos da franquia. Apesar de a sequência não estar nos planos do estúdio, Mason Carr, fã que criou a petição, sentiu-se motivado com o depoimento do ator Christopher Lloyd, que disse topar um próximo filme. O primeiro De Volta para o Futuro foi lançado em 1985 e conta a história de Marty McFly que, sem querer, acaba se tornando um viajante no tempo utilizando um carro personalizado. No passado, Marty conhece seus pais e precisa interferir na história para que tudo ocorra bem no seu futuro. Fonte: Tecmundo
  6. Lançado originalmente nos fliperamas em 1993 (estreando a nova placa da Capcom CPS2), “Super Street Fighter II: The New Challengers” chegou às mãos dos donos de um Mega Drive apenas em julho de 1994 com um incrível cartucho de 40 Megabits – o maior jogo oficial lançado para o console (que foi superado por Pier Solar e mais recentemente Paprium, ambos da produtora WaterMelon com 64 e 80 megabits, respectivamente). Em comparação com “Street Fighter II: Special Champion Edition”, lançado um ano antes no 16 Bits da Sega, o novo título traz várias e bem-vindas novidades, sendo as principais os quatro novos personagens, como já revela o título. Os novos desafiantes são: Cammy: Uma agente das forças especiais britânicas que s ofre perde de memória e que está prestes a descobrir a verdade sobre o seu surpreendente passado. T. Hawk: O gigante guerreiro indígena do México que tem como único objetivo destruir M. Bison, que tomou as terras de sua família. Fei-Long: Um astros dos filmes de ação de Hong Kong, ele é mestre em vários estilos do Kung Fu e entrou no torneio para testar suas habilidades com outros lutadores. Dee Jay: O kickboxer jamaicano que integrou o ritmo da música em seu estilo de luta, e que agora busca vencer o World Warrior Tournament. Assim, juntamente com o elenco dos jogos anteriores (que possuem novas animações e poses de vitórias), Super Street Fighter II oferece no total 16 guerreiros prontos para arrebentar seus adversários. Outras novidades incluem novas arenas de lutas e o mais importante, uma repaginada na jogabilidade e no sistema de combos e golpes – “First Attacks” (primeiro ataque), “Reversal” (revide) e “Recovery” (conseguir se recuperar de um estado de tonteamento) foram introduzidos oficialmente nessa versão, com pontos bônus quando executados corretamente. Além dos tradicionais modos Arcade e Versus, a versão do Megão ainda conta com uns extras exclusivos, como opção para escolher maior velocidade e o Super Mode, que quando selecionado no Expert garante ao jogador uma campanha mais longa contra o computador, enfrentando 16 adversários aos invés de somente 12. O jogo também conta com um modo torneio para até 8 jogadores, com opções de Team Battle, onde podemos montar equipes de lutadores, usando diferentes regras como o Ellimination ou o Point Match. Outro elemento interessante era o Challenge Mode, onde o jogador deve vencer diversos desafios de tempo ou pontuação, deixando o jogo ainda mais robusto em opções – lembrem-se que estamos em 1994! Os 40 Megabits garantiram uma reprodução fiel dos personagens e cenários dos fliperamas para dentro do Mega Drive. As cores possuem um contraste mais forte, e as animações e os sprites estão muito bem feitos – Ryu inclusive ganhou um Hadouken de fogo, assim como Ken e o seu Shoryuken. Os cenários ao fundo também não ficam devendo em nada, com animações das pessoas que estão assistindo as lutas, ou nuvens, pássaros e outras coisas se movendo. As músicas estão boas, bem parecidas com as originais do fliperama com bons efeitos sonoros e uma maior quantidade de vozes digitalizadas (meio roucas) – obviamente não possuem a mesma qualidade da versão arcade, mas não deixa de ser um jogo extremamente competente no campo técnico. “Super Street Fighter II: The New Challengers” é considerado por muitos fãs como o jogo de luta definitivo do Mega Drive. Uma conversão bastante competente com alguns extras exclusivos e com uma jogabilidade veloz e dinâmica, elementos mais do que essenciais para garantir horas de diversão e muita pancadaria em frente da sua televisão e com os amigos! Fonte: Blog Tectoy
  7. Vindo para promover o lançamento do novo Mega Drive Mini, que chegará as lojas no próximo dia 19 de setembro, a SEGA divulga uma nova versão do clássico comercial “Genesis Does” ou “O Mega Drive faz” em tradução livre. “O Mega Drive completa 30 anos hoje! Para celebrar, recriamos um dos nossos icônicos comerciais dessa época com um pouco do que virá no próximo SEGA Mega Drive Mini. Diga para nós o que ‘Genesis Does’ significa a você” A propaganda original ficou muito famosa por ridicularizar a Nintendo, sendo uma estratégia de marketing adotada pelo CEO da época, Tom Kalinske, para mostrar aos consumidores que o Mega Drive era muito mais legal que o Nintendinho 8 bits, console da Big N na época. Já exploramos mais sobre o assunto em um artigo próprio. Fonte: Blog Tectoy
  8. Nossos camaradas da QUByte Interactive estão com tudo: eles acabaram de trazer Vasara Collection, e já firmaram uma nova parceria com a nipônica Visco, para trazer os dois jogos das série Breakers para PCs e consoles em 2020! Contextualizando: Breakers é um jogo de luta 2D lançado pela Visco em 1996, para Neo Geo e Arcades no Japão. 2 anos depois, a empresa lançava Breakers Revenge, expandindo a fórmula do título original. Embora os games não sejam realmente famosos fora do Japão, com o tempo eles vêm construindo um status de cult entre os fãs dos jogos de luta por conta da qualidade e variedade da sua jogabilidade. Se você nunca ouviu falar de Breakers, vai gostar de saber que os dois jogos da série serão trazidos ao ocidente graças à brasileira QUByte, que negociou com a Visco os direitos mundiais de distribuição para uma coletânea que trará os dois games em um pack. Fonte: Arkade
  9. Pelo visto o futuro deve ser esse Stadia mesmo, devo ficar jogando offline nos jogos por um bom tempo.
  10. Lançado em meados de 2000, Marvel vs Capcom 2: New Age of Heroes é uma verdadeira salada de frutas, mas que, de alguma forma, funciona. Mesmo com alguns defeitos, o crossover da gigante dos quadrinhos com a casa dos jogos de luta trouxe um bom resultado, para o alívio dos jogadores. Depois da chegada de X-Men vs Street Fighter, Marvel vs Street Fighter e Marvel vs Capcom, os fãs já aguardavam ansiosos pelo próximo hit da série de crossovers. Lançados entre 1996 e 1998, o trio de jogos serviu como resposta para o crescente sucesso de The King of Fighters, coroado com o ápice da Saga Orochi. A segunda metade da década de 1990 foi, sem dúvidas, um período glorioso para os fãs de jogos de luta. Apesar de ainda carregar muito do DNA da série, MvC2 também rompeu com alguns pontos-chave da fórmula criada pela Capcom. Parte disso se deve a mudança de hardware, uma vez que o jogo não foi lançado para as já tradicionais placas CPS. Em vez disso, a Capcom optou por usar a placa NAOMI, abrindo espaço para gráficos tridimensionais, uma novidade na franquia. A outra parte das mudanças foi para simplificar o sistema de jogo, reduzindo os botões de ataque de 6 para apenas 4, tornando MvC2 mais fácil e acessível para jogadores menos experientes. Além disso, o sistema de combos também passou por mudanças drásticas, permitindo que os golpes se conectassem com mais facilidade. Para completar, o número de personagens de cada lado da arena também aumentou: em vez de batalhas em duplas, agora a porradaria seria disputada em trios. E mais: os lutadores que estão de fora podem ser acionados como strikers, aumentando a variedade de opções durante os combates. Essas transformações tornaram as partidas mais plásticas e dinâmicas, mas também abriram brechas para combos infinitos e apelações. X-Men vs Street Fighter trouxe 17 personagens selecionáveis. Em Marvel vs Street Fighter, esse número aumentou para 18 (contando Norimaro e desconsiderando os personagens secretos, que são apenas versões turbinadas do elenco original). Marvel vs Capcom enxugou um pouco e fechou com 17 lutadores (considerando Roll e Shadow Lady e ignorando os demais personagens secretos). Se somarmos o total de personagens desses três jogos (e olhe que alguns vão se repetir, como é o caso de Ryu e Wolverine), chegamos a uma contagem de 52 personagens. Mas Marvel vs Capcom 2 foi além, com um total de 56 lutadores à disposição do jogador. Isso é, depois de desbloquear a maioria deles. Primeiro, vamos à lista: Blackheart, Cable, Captain America, Colossus, Cyclops, Doctor Doom, Gambit, Hulk, Iceman, Iron Man, Juggernaut, Magneto, Marrow, Omega Red, Psylocke, Rogue, Sabretooth, Sentinel, Shuma-Gorath, Silver Samurai, Spider-Man, Spiral, Storm, Thanos, Venom, War Machine e Wolverine (este em duas versões, com garras de adamantium ou de osso). Akuma, Amingo, Anakaris, B. B. Hood, Captain Commando, Cammy, Charlie, Chun-Li, Dan, Dhalsim, Felicia, Guile, Hayato, Jill, Jin, Ken, M. Bison, Mega Man, Morrigan, Roll, Ruby Heart, Ryu, Sakura, Servbot, Sonson, Strider Hiryu, Tron Bonne e Zangief. Ah! Marcamos em negrito os personagens que fizeram sua estreia nesse jogo, ok? Alguns desses personagens fizeram ponta como strikers, mas não como lutadores selecionáveis. Além disso, estamos considerando apenas a série Crossovers, ignorando que alguns lutadores vieram de X-Men: Children of Atom e de Marvel Super Heroes. A tela de seleção oferecia 3 opções após a seleção de cada personagem do trio: Alpha, Beta e Gamma. Essas variações influenciavam na ação do personagem quando era chamado como striker. Ruby Heart, Amingo e o chefão, Abyss, foram criados exclusivamente para este jogo, sem participações relevantes em outros jogos da série. Abyss, aliás, que é um chefão bem ruim, sem personalidade ou propósito dentro da história. Depois de Apocalypse e Onslaught, esperávamos ver mais um dos grandes vilões da Marvel no final desse jogo. As opções eram muitas, tornando a escolha ainda mais infeliz. Nas versões de Arcade e Dreamcast, o roast começa com apenas 24 personagens selecionáveis. Os outros 22 podem ser adquiridos na lojinha do jogo, com pontos que você recebe a cada jogatina. Também é possível comprar cores extras de roupas para todos os personagens. Visualmente, Marvel vs Capcom 2 é um jogo bonito, além de um baita espetáculo luminoso. Essa é a síntese do que deve ser um arcade de sucesso: bonito, chamativo e barulhento! Os cenários em 3D trouxeram um ar de novidade para a série, mas pecavam na falta de personalidade. Nos jogos anteriores, rolava uma pegada mais próxima dos quadrinhos, algo impossível de ser simulado em polígonos. Pelo menos naquela época. Além disso, as arenas não parecem ter um propósito, servindo apenas de pano de fundo para as lutas. Não são cenários temáticos, não possuem ligação com nenhum personagem ou com a história. Mas são bonitos, e isso não dá pra contestar. Os personagens são, em sua maioria, gráficos reciclados de jogos anteriores. Não estamos condenando a prática, mas fica aqui como observação. É um ponto positivo, na verdade, imaginar que a Capcom já vinha criando esse estilo visual mais cartunesco desde a época de X-Men e Street Fighter Alpha, permitindo que os personagens pudessem se encontrar, sem gerar nenhum conflito visual. Em síntese, Marvel vs Capcom 2 é um jogo marcante, por bons e maus motivos. Um elenco recheado e um jogo convidativo para jogatinas de dois jogadores é sempre bem-vindo. Além disso, fechou bem a série original de crossovers entre Capcom e Marvel, que só seria retomada em 2011, com Marvel vs Capcom 3. O lado ruim da coisa foi ver que a simplificação dos comandos empobreceu as jogatinas, permitindo que os combos, que antes eram o ápice das lutas, terminassem como elementos obrigatórios e tão decisivos nos combates. Fonte: Jogo Véio
  11. Quando se pensa em RPG para Master System, qual o primeiro jogo que vem a mente? Sem dúvidas, o Phantasy Star! A aventura protagonizada por Alis Landale, Myau, Odin e Noah é um grande clássico do gênero e influenciou diversos jogos futuros, não havendo uma lista de RPGs do Master em que ele não aparece (merecidamente, diga-se de passagem) No entanto, o Master tem outros jogos do gênero também excelentes, mas que acabam passando despercebidos. Pensando nisso, decidimos selecionar cinco jogos de RPGs do Master System, sem contar o Phantasy Star. 1 – Golden Axe Warrior Quem diria que a série clássica de Beat´em´up teria um RPG de aventura? Apesar de não ter alcançado o mesmo sucesso da saga principal, Golden Axe Warrior tem sua legião de fãs e é uma excelente oportunidade de imergir no universo da série. A ideia é atravessar um mundo, lutar contra inimigos, invadir labirintos e enfrentar chefes enquanto acompanha a história de um jovem guerreiro que quer vingar a morte do seu pai. Sua meta é achar o Machado de Ouro (Golden Axe) para derrotar o vilão Death Adder. Vale dizer que o estilo de jogabilidade é bem semelhante ao primeiro The Legend of Zelda lançado para o Nintendinho 8 bits. Com bons gráficos e boa trilha sonora, este é um RPG de ação que vale a conferida!. 2 – Miracle Warriors Lançado em 1986 para o Master System, Miracle Warriors é um RPG bastante tradicional (e com toda cara de “jogo antigo”), onde você acompanha uma aventura com guerreiros, deve seguir pelo mundo com encontros aleatórios e ganhar pontos de experiência para avançar de nível. As telas são divididas em quatro partes, sendo que na parte superior esquerda tem os personagens em primeira pessoa, no lado direito tem sua posição no mapa, e em baixo tem os dados dos personagens. Chama a atenção o tamanho do título, tendo muito conteúdo ainda mais considerando vir para o Master System. Tanto o mapa quanto a história são bem extensos e, mesmo com um detonado, o jogador demora umas 7 horas para finalizá-lo. 3 – SpellCaster Predecessor de Mystic Defender para Mega Drive, o SpellCaster não é necessariamente um jogo de RPG em sua forma “pura”, mas possui elementos o suficiente para chegar a esta lista. Mesclando com o estilo plataforma, você pode encontrar armas e armaduras que te deixam mais forte, além de contar uma história com avatares. A ideia é explorar templos e derrotar inimigos como fantasmas e bestas, além de conversar com pessoas em vilas. Com gráficos bonitos, músicas boas, dificuldade em um nível nem tão alto e nem baixo, além de ter um desfecho bacana, SpellCaster merece um espaço nessa lista. 4 – YS The Vanished Omens Outra série que os jogadores “das antigas” conhece, os jogos YS são considerados os precursores dos RPGs que enfatizam a história como um dos pontos mais importantes do game e The Vanished Omens, o primeiro de todos, não foge a regra. O herói se chama Adol Christin, que chega até a cidade de Minea e uma vidente chamada Sara diz a ele que um grande mal está chegando até a ilha de Esteria. Ele terá de partir em uma missão para encontrar os seis livros de YS, sendo que cada um deles conta uma parte da antiga ilha YS, sendo necessário para que ele derrote as forças do mal. Nesse contexto, Sara dá a Adol um cristal e o instrui para encontrar seu tio na vila Zepik, que sabe o segredo para encontrar um dos livros. Assim, sua jornada começa. Vale dizer que a trilha sonora foi composta por ninguém menos que o Yuzo Koshiro, famoso por ter feito as músicas do Sonic 1 para Master System e de Streets of Rage do Mega. Além disso, o game conta com bons gráficos e uma história envolvente, mesmo que um pouco previsível. Definitivamente, um game cheio de charme que merece uma conferida. 5 – Ultima IV Primeiramente lançado em 1985 para o Apple II, ele foi convertido para diversos videogames da geração oito bits, incluindo o Master System. Sendo o único portado para um console da SEGA, conta com gráficos redesenhados e, diferente de outros ports, este mantém a mesma trilha sonora do jogo original. É verdade que para os padrões de hoje os gráficos chegam a ser bem “agressivos” e datados, ainda mais considerando que o Phantasy Star chegou dois anos antes e tem uma qualidade sonora e visual muito superior. Mesmo assim, é considerado um clássico do gênero. Fonte: Blog Tectoy
  12. Pagar caro por gambiarras nem dá mesmo.
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  14. Também acho caro demais, prefiro comprar outros consoles com essa grana.
  15. Joguei muito na época e ainda curto jogar bastante no que vem na memoria.
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