Ir para conteúdo

Sonymaster

Chapa
  • Total de itens

    2.021
  • Registro em

  • Última visita

  • Vezes em que foi o melhor postador do dia

    23

Sonymaster: Melhor postador de 6 de Janeiro.

Sonymaster teve o maior número de curtidas.

Reputação

290 Reputação neutra

Sobre Sonymaster

  • Rank
    Jogador de Videogame das décadas de 1980/1990.
  • Data de Nascimento 29-10-1979

Gamer Tags

  • XBOX
    SonymasterXB

Informações do Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • Local
    https://www.players.com.br/forum/forums/forum/8-retro/

Últimos Visitantes

5.788 visualizações
  1. Sonymaster

    Anbernic RG351V – O mundo retrogamer na palma da mão

    Você curte games retrô? Sente saudade de jogar clássicos do Super Nintendo, Game Boy ou até de um DreamCast? Pois bem, acho que você pode achar interessante o que trouxemos hoje para análise aqui no Arkade. Anbernic RG351V é um emulador portátil de primeiríssima qualidade! Com a possibilidade de jogar praticamente tudo que temos de videogame do PSP para trás! Tudo de modo portátil e com uma tela belíssima! A cultura retrogamer vem crescendo cada vez mais na indústria. Tanto que diversas empresas como a Nintendo e a Microsoft disponibilizam seus jogos clássicos em formato “Virtual Console” em seus consoles novos. Mas nem só de jogos originais ou colecionismo vive essa cultura. Isso porque a emulação (que sempre esteve presente) tem ganho força considerável nos últimos anos. E o Anbernic RG351V é um ótimo exemplo disso. O console por dentro A empresa chinesa Anbernic já é consideravelmente conhecida no meio dos emuladores portáteis por diversos aparelhos já lançados no mercado. São cerca de 13 aparelhos portáteis lançados, sendo cada um basicamente uma evolução linear do seu antecessor. Assim chegamos ao Anbernic RG351V. Além de ser o mais recente aparelho da empresa, ele é também o que resolve mais seus problemas anteriores. O Anbernic RG351V possui uma CPU rk3326 quad-core com um sistema Linux completamente aberto. Mas vamos falar especificamente disso mais pra frente. Além disso, ele já vem com dois cartões microSD. Sendo um de 16 Gb para deixar o sistema operacional e um de incríveis 64Gb com as bibliotecas de jogos. Mesmo que não pareça muita coisa, estamos falando de roms que pesam de 2Kb a 25Mb em sua imensa maioria. A exceção fica para os jogos de PlayStation 1 e PSP, que passam de 1Gb às vezes. Com isso, não é exagero dizer que cabem literalmente milhares de jogos dentro do Anbernic RG351V. Tudo dependendo das plataformas de sua escolha. Mas o que chama mais atenção no console ao ligá-lo, sem dúvidas, é a sua tela. Com uma resolução padrão de 640×480, sua tela IPS é incrivelmente confortável para jogar qualquer tipo de game. Além de deixar as cores muito vivas, sua faixa de visibilidade beira os 180º, algo excelente para um videogame portátil. Design saudosista muito elegante Medindo 14cm x 9.4cm x 2.68cm, à primeira vista, o Anbernic RG351V lembra muito um GameBoy clássico ou até um GameBoy Color. Mas é nos detalhes que você nota que estamos com algo realmente único nas mãos. Disponível nos modelos branco, preto translúcido e que imita madeira, o concole é totalmente preparado para rodar os mais variados emuladores de modo confortável, incluindo alguns que tem mais botões do que o aparelho apresenta. Na parte de trás do console, onde ficaria a entrada de cartucho nos GameBoy clássicos, temos os botões R1, R2, L1, L2. O uso do design clássico para a inclusão de botões um pouco mais modernos foi uma saída muito inteligente. Principalmente porque os botões possuem diferença de altura entre eles, para que possamos diferenciar os “2” dos “1”. Além disso, comparado ao GameBoy (sua clara inspiração de design), temos também a inclusão de um analógico do lado direito. Este serve muito bem a todos os emuladores, mesmo para aqueles que originalmente não o utilizam, como o próprio GameBoy. Mas ainda temos os direcionais clássicos, botões Start e Select, um botão “F” próprio do Anbernic RG351V e os quase universais “A, B, X e Y”. A saída de som do Anbernic RG351V, em contrapartida, pode não ser uma das melhores. Principalmente por estar em um único lugar, logo abaixo dos botões A, B, X e Y. Dependendo do tamanho da mão do usuário, é possível que ele abafe um pouco essa saída, mas nada que afete a jogatina. O alto falante do aparelho, felizmente, é bem alto. O que compensa um pouco essa posição questionável da saída de som. E o conforto? O Anbernic RG351V tem altos e baixos no que tange o seu conforto. Mas já adianto que os pontos mais “baixos” não são tão baixos assim. Deixando o saldo final do aparelho bem positivo nesse quesito. Os botões básicos que citamos anteriormente são bem confortáveis à mão. Os polegares dão conta tranquilamente de todos os botões frontais, enquanto seus indicadores fazem o trabalho duro nos botões traseiros e laterais. Sendo já tradicional da Anbernic, os botões e a carcaça do aparelho como um todo é bem resistente. O analógico é incrivelmente mais confortável e resistente do que os analógicos que a própria Nintendo normalmente usa. Alguns botões chegam a fazer um pouco de barulho, mas nada que incomode durante a jogatina. Porém, é nas laterais e traseira que a coisa desliza um pouco. Isso porque o botão de volume, localizado na lateral esquerda do aparelho, seria muito mais confortável se fosse de deslizar. No lugar disso, temos um botão de apertar para aumentar ou diminuir o volume. Também não temos um mostrator de volume claro na tela (você precisa configurar isso manualmente caso deseje). Já os botões trazeiros, mesmo que funcionem muito bem, podem incomodar um pouco. Isso vai depender do tempo que você irá utilizá-los e do tipo de jogo que você estiver jogando. Mas em um uso bem ativo e prolongado, como nos Tony Hawk’s Pro Skater, é possível que você sinta dores. Os problemas do sistema operacional Aqui vale um aviso importantíssimo a respeito do Anbernic RG351V: caso você não saiba mexer com emuladores, bios e roms, esse aparelho não é ideal para você! Se você não conhece ninguém que esteja familiarizado com essas coisas e nem se dá bem vendo/lendo tutoriais na internet, pior ainda. Isso porque o sistema de emulação que vem de fábrica no Anbernic RG351V, bem como sua biblioteca de jogos deixa bastante a desejar. Logo quando o meu Anbernic RG351V chegou, pude notar algumas lentidões ao ligá-lo, ao abrir determinados jogos e também ao fechá-los. Além disso, mais de uma vez o sistema congelou completamente, sendo necessário usar o botão reset localizado na lateral direita do aparelho, bem ao lado do botão de ligar. Somado a isso, temos também uma biblioteca de games imensa em números, mas majoritariamente em japonês ou chinês, o que é desnecessário quando falamos de roms. Até a bateria de 3900 mAh é consumida mais rápido do que o normal no sistema de fábrica. Isso tudo acontece pelo fato do sistema modificado do EmuELEC utilizado pela Anbernic nesse aparelho ser pesado demais (e quebrado demais). Levando em conta somente esse sistema que vem de fábrica no Anbernic RG351V, poderíamos considerá-lo um péssimo console portátil. Mas, como dito anteriormente, o sistema operacional do aparelho é baseado no Linux e totalmente aberto à modificações. E daí vem seu maior trunfo: você pode personalizá-lo da maneira que achar melhor! Claro que uns bons tutoriais na internet serão necessários para que você dê conta de fazer o backup dos cartões de memória, formatá-los e instalar o melhor sistema que você encontre (no meu caso, foi o RetroArch com arkOS versão 1.7). Mas acredite quando eu digo que eles são relativamente fáceis de encontrar e em uma boa quantidade (tanto em pt-br quanto em inglês). Anbernic RG351V e a sua imensa variedade de games O potencial que o Anbernic RG351V alcança é incrível! Estando contornado o problema do firmware citado anteriormente, você tem em mãos um aparelho sensacional. Não é exagero dizer que esse console portátil pode carregar basicamente toda a história dos videogames do seu início até os anos 2000 sem muito esforço. Isso porque a gama de plataformas que o aparelho suporta inclui: Nintendo DS, Nintendo 64, DreamCast, Master System, Mega Drive, PSP, PlayStation 1, 3DO, Atari (do 800 ao 7800), Lynx, Capcom Play System (1, 2 e 3), FinalBurn Alpha, GameGear, MaMe, Game&Watch, NeoGeo, NeoGeo Pocket, Game Boy, Game Boy Color, Game Boy Advanced, NES, SNES, MSX, PC Engine e até WonderSwan! GTA Vice City Stories de PSP funciona muito bem no Anbernic RG351V. Algumas dessas plataformas precisam de uma atenção especial às Bios, como é o caso do MSX e DreamCast por exemplo. Já outras até estão presentes no firmware, como o Sega Saturn e o Atari Jaguar, mas particularmente não consegui fazer os emuladores se tornarem funcionais. Também vale comentar que emuladores como os de Nintendo 64, PSP e DreamCast não rodam 100% dos games. Por fim, o emulador de Nintendo DS funciona com um esquema de alternância de telas interessante, mas que pode não ser tão funcional para jogos que usam simultaneamente as duas telas. Felizmente, a maioria exorbitante das plataformas citadas funciona muito bem com a totalidade dos seus jogos. Ainda existem diversos tutoriais na internet ensinando a configurar outras plataformas para rodar no Anbernic RG351V. Incluindo aí também ports feitos por fãs de games como Diablo 2 e Shovel Knight por exemplo. As possibilidades que o console apresenta com as configurações certas de fato são impressionantes. Funciona bem como um portátil? Alguns podem se questionar: com tantos jogos de tantas plataformas distintas, como o Anbernic RG351V funciona como um portátil? Ele é de fato funcional para jogar isso tudo? Posso afirmar com tranquilidade que sim, ele é. Isso me surpreende até hoje. Mas a combinação do esquema de comandos inteligentemente pensado, a tela IPS muito confortável, seus botões resistentes e a levesa do aparelho torna ele um portátil incrível. Existem portáteis que não são muito bem pensados para ambientes externos, o que não faz muito sentido por si só. Mas o Anbernic RG351V se dá muito bem nesses casos. Mesmo em ambientes muito ensolarados, onde a tela até do seu smartphone é difícil de ser usada, a tela IPS do nosso portátil se dá relativamente bem. Não é impecável, mas com certeza é melhor que a maioria. Na esquerda, um ambiente muito iluminado mas sem luz direta no aparelho. Na direita, o aparelho iluminado diretamente pelo Sol forte. Ele ainda é jogável em ambas. Fora isso, o aparelho é muito prático de ser ligado ou desligado e, após a mudança de firmware, tem ligamento muito rápido e carregamentos de jogos bem práticos. Isso tudo permite que ele seja jogável me praticamente qualquer situação, seja na espera de uma fila, durante uma viagem ou qualquer coisa do tipo. Ainda temos também a possibilidade de utilizar fones de ouvido com entrada de 3,5 mm. Testei desde fones tradicionais de celular até um headset gamer e todos funcionaram muito bem no Anbernic RG351V. Seu desafio fica mais por escolher o que jogar, já que, com tantas plataformas, fica difícil escolher o game certo para o ambiente certo. O preço para ter a história dos games nas mãos Acreditem, essa análise só esbarra a superfície de possibilidades que encontrei no Anbernic RG351V. Se você gosta de games antigos e procura uma solução fácil, imersiva e de altíssima qualidade para revisitá-los quando quiser, esse aparelho pode te servir muito bem. Sites como o Banggood e o AliExpress possuem vendedores oficiais da Anbernic que entregam o aparelho tranquilamente aqui no Brasil sem cobranças extras de alfândega ou algo do gênero. Para aqueles que não possuem condições para efetuar compras online, sinto dizer que o Anbernic RG351V pode sair praticamente pelo dobro do preço. Nos sites citados acima, dependendo do modelo, o aparelho pode ser encontrado entre R$475,00 até R$580,00. Entretanto, vendo em revendedores brasileiros (como alguns no Mercado Livre), o mesmo aparelho sai por algo entre R$740,00 e absurdos R$990,00. Os valores dos sites extrangeiros são bem mais plausíveis para um aparelho desse tipo do que os supostos revendedores nacionais. Além da entrega ser de excelente qualidade, não demorando mais do que 15 dias na maioria das vezes. Com valores na faixa dos quinhentos reais, posso afirmar a vocês que o Anbernic RG351V vale muito a pena. Preços acima dos seiscentos já é demais para ele. Vale ressaltar também que existem preços promocionais para a compra de dois consoles juntos. O motivo disso? Bom, ele possui em alguns de seus emuladores a funcionalidade de jogar online. É isso mesmo: você consegue jogar em modo LAN games arcade e de consoles antigos. Algo que eu não consegui experimentar ainda, mas que consegui averiguar que é possível e bastante funcional na internet. Um console portátil como poucos O Anbernic RG351V não vem perfeito de fábrica. Mas seu potencial para alcançar essa perfeição nas mãos do consumidor final é incrível. O aparelho acumula qualidades como poucos consoles portáteis de grandes empresas fazem. Como emulador portátil, ele está tranquilamente entre os melhores disponíveis no mercado. Como videogame portátil, ele junta nada menos que três décadas da indústria de games em um aparelho leve, confortável em sua maioria e, principalmente, com possibilidades de personalização quase ilimitadas. Se você procura por um aparelho pronto para abrir e jogar, pode se decepcionar um pouco com o que você encontra no Anbernic RG351V. Mas se você está disposto a brincar com a emulação e se debruçar em tutoriais, pode encontrar um passa-tempo a mais nele do que apenas jogar videogame. Pois personalizar seu firmware se mostrou especialmente divertido ao meu ver. No mais, fica a desculpa para revisitar 30 anos e milhares de games na palma das mãos. Fonte: Arkade
  2. A prática do colecionismo não é para todo mundo. Dificilmente é algo barato e que tenha fim. Pelo menos para um japonês teve fim, já que ele conseguiu ter todos os jogos de Game Boy (e Game Boy Color) em dois anos, um tempo, eu diria, impressionante. Ao todo são 1.244 títulos. O usuário do Twitter Shouta, conseguiu a conquista graças ao apoio de pessoas na rede social. Quando ele estava procurando um jogo específico, ele postava no Twitter e outros usuários da rede o ajudavam na busca pelo título. Esse foi um dos fatores que levaram Shouta a completar a coleção em dois anos. A jornada pela coleção completa começou em setembro de 2019 e agora, exatamente dois anos depois, Shouta tem os 1.244 jogos de Game Boy em mãos. Toda a sua coleção é composta por jogos japoneses. O número de títulos do portátil nos EUA, por exemplo, chega a 1.046. Se alguns jogos desenvolvidos no Japão ainda ficam por lá hoje em dia, imagina nos anos 90, em que isso era bem mais comum (além de problemas com traduções). "Eu sempre gostei do Game Boy e eu tinha alguns jogos que comprei para jogar", disse o dono da coleção ao Kotaku. "Com o tempo, acabei decidindo completar todo o 'set' de jogos". Enquanto Shouta ia progredindo em sua coleção, ele ia publicando no Twitter e seus seguidores o ajudavam a procurar pelos jogos que faltavam. "Se não fosse pelo Twitter, isso levaria cinco anos", disse Shouta. Segundo ele, todos os jogos foram testados e estão funcionando normalmente. Eles estão guardados em estantes criadas por ele mesmo. Shouta não tem certeza de quanto gastou na coleção, mas não deve ter sido pouco. Um cartucho de Game Boy chega a custar 50.000 yens (R$ 2.369), já o cartucho na caixa com o manual pode dobrar, chegando a 100.000 yes (R$ 4.739). O jogo mais raro é o Jaguar Sewing Machine Embroidery-Only Software: Mario Family, que podia ser usado com a máquina de costura Jaguar JN-100 ao conectar no Game Boy. A máquina podia costurar 32 figuras pré configuradas do jogo. Essa foi uma das criações estranhas da Nintendo naquela época. "Eu também tenho um desejo de colecionar (jogos de) Game Boy Advance, mas acho que vou começar fazendo as estantes, como fiz para o Game Boy", conta Shouta. O colecionador vai longe ainda, já que com 600 jogos de Nintendinho (NES), não está tão longe de completar essa coleção. Fonte: Adrenaline
  3. Quando falamos de FPS, vários games surgem na nossa mente. Temos os atuais sucessos Call of Duty e Battlefield, passando por franquias como Bioshock e Metro, até clássicos absolutos, que vão de Medal of Honor, até Doom, Quake e Wolfenstein 3D. Mas a história deste gênero é bem mais antiga do que se parece. Começou em 1973, quando videogame ainda era uma palavra “obscura”. Assim, hoje nós iremos conhecer a história do primeiro game que trouxe visão em primeira pessoa em todos os tempos: Maze War. Nos anos 70, essa conversa de videogame era muito diferente da qual estamos acostumados hoje. A Atari era quem ditava as tendências, enquanto aventureiros de todo o mundo buscavam explorar o que, apesar de ser considerado desde aqueles tempos como o futuro, ainda era uma aposta, que poderia dar muito certo, ou muito errado. O primeiro FPS da história Maze foi desenvolvido pelo trio Steve Colley, Greg Thompson e Howard Palmer para o computador Imlac PDS-1. Foi desenvolvido entre a metade de 1972 e o primeiro trimestre de 1973, onde recebeu elementos de shooter e se tornou jogável na ARPANET entre várias universidades. ARPANET é a sigla de Advanced Research Projects Agency Network, ou Rede da Agência de Pesquisas em Projetos Avançados, e era uma rede de computadores criada para transmitir dados sigilosos militares e interligar redes de pesquisas pelos EUA, incluindo universidades. Foi o “pai” da Internet. Dentro das possibilidades do game, os jogadores andam por um labirinto, podendo se mover para trás ou para a frente, virando para a direita ou para a esquerda em 90 graus, espiando pelos cantos pelas portas. Se você já jogou Phantasy Star no Master System, é basicamente a mesma coisa. Da esquerda para a direita: Howard Palmer, Don O’Brien e Greg Thompson Assim como aconteceria posteriormente em Quake Arena, CS:GO ou, mais recentemente, em Valorant, os jogadores procuravam uns aos outros no labirinto, ganhando pontos ao atirar em outros jogadores, mas perdendo ao tomar tiros. Um jeito diferente de “matar e morrer” que seria, inclusive, uma boa ideia em games atuais. Assim como aqueles jogos que circulavam os computadores da adolescência da maioria dos que estão por aqui lendo esta matéria, versões diferentes atingiam as universidades, inclusive uma com modo de trapaça onde o jogador, passando pelo servidor, poderia ver as posições dos outros jogadores. Outra versão permitia derrubar uma parede, permitindo atravessá-las. E até um pato foi colocado no game como “decoração”. Entre os recursos do game, havia a perspectiva 3D em primeira pessoa, com o efeito de andar no campo de jogo, com as paredes do labirinto dando a perspectiva de visão em primeira pessoa. Também permitia que jogadores personalizassem seus personagens. Contava com um editor de níveis, permitindo alterar o design dos cenários, e ainda permitia jogo em rede, sendo o primeiro game, senão o primeiro, a permitir que jogadores jogassem um contra o outro na mesma rede em máquinas diferentes. E ainda existia, décadas antes dos games atuais, um modo espectador, para assistir as partidas sem estar participando delas. Steve Colley escreveu o game no Centro de Pesquisa Ames da NASA na Califórnia. Ele escreveu um programa para navegar em labirintos em visão de primeira pessoa. Colley se uniu com Greg Thompson e Howard Palmer e transformou seu programa no Maze War que conhecemos, também na NASA. Colley afirmou, em certa ocasião, que o seu projeto inicial era popular, mas enjoava rápido. Assim, seus colegas de desenvolvimento tiveram a ideia de colocar pessoas no labirinto. Para tal, conectaram dois computadores Imlacs usando portas seriais para enviar dados de um para o outro, pois eles não estavam ligados em rede. O resultado foi satisfatório e logo em seguida surgiu a ideia de atirar uns nos outros. Um legado que chegou primeiro aos RPGs Phantasy Star usou visão em primeira pessoa em seus labirintos Embora seja muito simples associar os games em primeira pessoa aos FPSs atuais, naqueles tempos o legado de Maze War foi um pouco diferente. Quem encontrou espaço para este tipo de visão e imersão foram os RPGs. Ultima e Wizardry foram alguns dos games que popularizaram o estilo. E até Phantasy Star, que contava com um gameplay tradicional, oferecia labirintos para explorar, também em visão de primeira pessoa. O game original ganhou outras versões, como Snipes, de 1982, o MazeWars+ de 1987 para o Apple Macintosh, já totalmente em 3D com jogo em rede. E o Super Maze Wars, de 1993, que também era distribuído em computadores Macintosh. Computadores NeXT, aparelhos Palm, e até dispositivos iOS também contaram com versões do game. Versão do game para o Apple Macintosh. Aqui o game já conta com um mapa auxiliar. Seus criadores aproveitaram a experiência. Steve Colley faria posteriormente as primeiras versões do Mars Rover para a NASA, onde sua experiência com perspectiva 3D se mostraram úteis. Greg Thompson atuou em diversas empresa como a nCUBE, Cisco e Huawei, e atualmente é mentor do i-GATE Innovation Hub em Livermore CA. Enquanto Howard Palmer se tornou Engenheiro Sênior na Netscape, Arquiteto Chefe da Resonate e atualmente é desenvolvedor de software na Universidade de Stanford. Depois de Wolfenstein e Doom, o mundo dos games não seria mais o mesmo Dos RPGs, dois games revolucionariam um gênero, ao popularizar esta perspectiva em forma de game de tiro em primeira pessoa: Wolfenstein 3D e Doom, entre os anos de 1992 e 1993. A partir daí, o tiroteio em primeira pessoa foi evoluindo, passando pelos sucessos de GoldenEye 007 e Medal of Honor, pelo fenômeno cultural de Call of Duty, e até hoje, com os games multiplayer que rendem torneios pelo mundo. Arkade
  4. Mais de três décadas após o seu lançamento, o Game Boy segue sendo um dos videogames mais icônicos de todos os tempos. Mesmo sem cores, pelo menos em suas primeiras gerações, o portátil da Nintendo foi lar de clássicos definitivos e, por isso, segue em alta hoje, seja através dos portáteis originais antigos, ou por novas soluções, como a emulação ou consoles retrô. Assim, surgem também novas iniciativas para o lendário console. Como RetroOtrop, feito por um brasileiro e compatível não só com o Game Boy original, mas também em clones e emuladores de PCs e dispositivos móveis. A ideia, de acordo com a descrição de Iuri Guião, seu criador, é trazer uma “pitada de humor e nostalgia”. O game apresenta a história de um escritor falido em busca de inspiração. Fortemente inspirado em Pokémon e nos demais RPGs para o portátil, há uma história interessante para ser contada, enquanto o escritor conta com uma cidade interessante, com gráficos nostalgicamente detalhados, o que mostra cuidado e capricho no projeto. O cenário do game é Porto Ferreira, cidade do interior de São Paulo, cerca de 226 km da capital paulista. Conhecida por ser a “capital da cerâmica artística”, a pequena cidade, de 56 mil habitantes, tem seus cartões postais. Como o Santuário São Sebastião, recriado no jogo. O game encontra-se atualmente em campanha no Apoie-se. E também oferece uma demonstração para quem quiser conferir, jogável no próprio navegador, ou com o download da ROM, para seu Game Boy, emulador ou console retrô. Arkade
  5. Sonymaster

    SONICAO NOS CINEMAS

    Eu acho que ficaria legal se fosse em animação estilo Pixar de como a Nintendo está fazendo com o Mario.
  6. Vou esperar nas locadoras de torrents para baixar
  7. Sonymaster

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Jogando Control
  8. Sonymaster

    Relembrando o Natal inesquecível de todo Retrogamer!

    Ah que legal que você tem um bom apelo nostálgico dos anos 80 e 90. Que legal!!
  9. Sonymaster

    Xbox Series X

    Poderia renomear o titulo do tópico com o X/S hahahahaa muita gente pegou apenas o SS nessa black. Porque ninguém criou o grupo da Players no Xbox live.
  10. Sonymaster

    Relembrando o Natal inesquecível de todo Retrogamer!

    Obrigado Wednesday, eu vou tentar voltar lá na RGB hahahahaha você participa? então você é a Terry? ou usa o mesmo nick? obrigado pelas fotos hehehehehehe Mas que historia legal ocubo hahahahaha adoro essas historias e a minha foi bem parecida, meu irmão ganhou o Atari em 84 no Natal e eu tinha 5 anos na época, devo ter ganho algum boneco do He-Man ou coisa parecida, mas aquele videogame foi bem legal demais. Quando apertei o botão e movi algo na tela, foi magico demais hehehehehehe depois ganhei um top game em 90 no Natal e assim ficou marcado jogar videogame sempre nessa data. E meu amigo, nunca deixei de acreditar no Papai Noel, sempre o deixe vivo em você. :-)
  11. The Simpsons Arcade Game é um capítulo bem interessante da história dos videogames. Chegou em 1991, quando o seriado, que estava em sua segunda temporada, era um fenômeno nos Estados Unidos, e conquistava o mundo. E veio em uma época fértil da Konami, que emplacava um sucesso atrás do outro naqueles dias. O arcade, que permitia a jogatina com até quatro pessoas ao mesmo tempo, era extremamente divertido e conseguiu levar a insanidade do desenho para o mundo dos games. Mas o game jamais saiu dos arcades, ganhando apenas uma versão para Commodore 64, na Europa, e adaptações para Xbox 360 e Playstation 3 em 2012. Agora, em 2021, ganhou um novo arcade, através da Arcade1Up. Nos videogames, era a Acclaim que tinha os direitos dos jogos de Os Simpsons, lançando jogos como Bart vs. The Space Mutants ou Krusty’s Fan House. Mas nunca houve interesse por parte da Acclaim em portar o game de arcade da Konami para os consoles. Mas os fãs estão aí para fazer diversas “reparações históricas”. E, entre elas, o merecido port que o game dos Simpsons merecia. Nem todos os arcades da Konami naquela época ganharam ports, mas Sunset Riders e os games da Tartarugas Ninja, entre outros, mesmo com limitações, chegaram a NES, Super NES e Mega Drive. The Simpsons Arcade Game é um capítulo bem interessante da história dos videogames. Chegou em 1991, quando o seriado, que estava em sua segunda temporada, era um fenômeno nos Estados Unidos, e conquistava o mundo. E veio em uma época fértil da Konami, que emplacava um sucesso atrás do outro naqueles dias. O arcade, que permitia a jogatina com até quatro pessoas ao mesmo tempo, era extremamente divertido e conseguiu levar a insanidade do desenho para o mundo dos games. Mas o game jamais saiu dos arcades, ganhando apenas uma versão para Commodore 64, na Europa, e adaptações para Xbox 360 e Playstation 3 em 2012. Agora, em 2021, ganhou um novo arcade, através da Arcade1Up. Nos videogames, era a Acclaim que tinha os direitos dos jogos de Os Simpsons, lançando jogos como Bart vs. The Space Mutants ou Krusty’s Fan House. Mas nunca houve interesse por parte da Acclaim em portar o game de arcade da Konami para os consoles. Mas os fãs estão aí para fazer diversas “reparações históricas”. E, entre elas, o merecido port que o game dos Simpsons merecia. Nem todos os arcades da Konami naquela época ganharam ports, mas Sunset Riders e os games da Tartarugas Ninja, entre outros, mesmo com limitações, chegaram a NES, Super NES e Mega Drive. Na entrevista Mário fala mais sobre o game, que está sendo feito basicamente do zero, com Assembly, mais algumas bibliotecas. Ele fala dos desafios de fazer o port, além da intenção de seguir com projetos pessoais envolvendo o NES. O game segue em desenvolvimento, com a promessa do lançamento entre o final de 2022 e início de 2023. https://www.arkade.com.br/brasileiro-esta-fazendo-um-port-do-game-dos-simpsons-de-arcade-para-o-nes/
  12. Para qualquer pessoa com pelo menos um interesse passageiro em videogames, bootlegs não deve ser um tópico desconhecido. Dos quebrados como Street Fighter II: Rainbow Edition às alegrias mais recentes de identicabs suspeitos da China, a maioria das pessoas jogou uma máquina ilegítima, sabendo ou não. No entanto, algo menos comum é um arcade ilegal. O físico, os locais da vida real, para ser claro. No Brasil - um país que notoriamente não teve fim nos casos de amor com fliperamas, frequentemente não oficiais - vários fliperamas já foram uma realidade. Cribbing branding das potências de diversão japonesas sob seus narizes. Dentro deles, uma seleção quase idêntica de máquinas operadas por moedas às suas contrapartes orientais e ocidentais, a legalidade delas em questão. Um até operou enquanto um exemplo oficial ia e vinha. Duas correntes, uma que já se foi e outra ainda em um estado diferente, entram em ação aqui. O maior exemplo, possivelmente o mais conhecido, são aqueles que trocaram (e ainda continuam trocando) o nome Neo Geo. E com uma boa razão - uma parte vital do legado da SNK é a onipresença de seus produtos em partes da América do Sul, refletida até hoje na preferência contínua de sua comunidade de jogos de luta por jogadores como Fatal Fury, Samurai Showdown e, particularmente, King of Fighters . Além de seu hardware mais barato ser significativamente mais acessível, essa popularidade estava nas mãos dos piratas, criando e vendendo sistemas de arcade Neo Geo hackeados com abandono alegre e levando o escapismo para toda uma geração de jogadores brasileiros. A própria SNK graciosamente fez vista grossa, permitindo que a cena popular crescesse e se ossificasse em uma indústria independente e uma base vibrante de entusiastas do Neo Geo. E é aqui que as condições certas também foram criadas para uma cadeia de fliperamas, imitando a arrogância corporativa da SNK em abrir instalações de diversão superdimensionadas em seu país de origem. Pois, no Brasil, os Neo Geo Parks foram o destino privilegiado das maiores obras da empresa nos anos 90 - jogos e armários de alta qualidade, alojados em ambientes limpos e familiares. Ásia, Europa e Américas já viram essa trajetória se desenrolar durante a década. Incorporada em 19 de agosto de 1997, a Neo Geo World of Brazil Entertainment Enterprises começou a copiar os centros de diversões da marca Neo Geo, inicialmente lucrativos, vistos no Japão. O roubo sorrateiro de um logotipo oficial, alguns bootlegs e armários importados e a promoção em publicações de jogos brasileiras de prestígio como o SuperGamePower, e eles certamente estavam prontos para o mesmo sucesso inicial que seus primos japoneses oficiais experimentaram. Mas em outras partes do país, outra empresa estava competindo também roubando a marca de um titã de videogame japonês, um de um brilho ainda maior - a Sega. No Brasil, a empresa firmou acordos oficiais prolíficos para que a TecToy cuidasse de seus assuntos de consumo doméstico e, historicamente, distribuiu máquinas operadas por moedas durante alguns períodos. O que ninguém parecia esperar, entretanto, era outro operador de arcade vencendo-os em seu próprio jogo na região. Inaugurado no Shopping Center Norte de São Paulo e, posteriormente, no Soho Plaza, a Rua Maria Antonia, Brasil, recebeu seus próprios pequenos centros Joypolis. Para o fã médio de fliperama, o nome “Joypolis” evoca imagens de carros Initial D Arcade Stage em tamanho real e montanhas-russas interativas em ambientes de fliperama com parque temático. Mas, exceto para enganar a própria Sega, nenhuma empresa brasileira poderia ter acesso a essa tecnologia - então os operadores se contentaram em simplesmente operar um fliperama. Em suas escolhas de importação de cinza, os proprietários optaram pelos cortes profundos típicos dos melhores fliperamas de meados de 1990 - inúmeras versões gigantes de luxo como Aqua Jet e Sega Rally Championship, gabinetes de doces Astro City jogando Virtua Fighter 2 e até mesmo alguns máquinas de competição consecutivas do VS City, uma das quais convertida para executar Cyber Troopers Virtual-On. Um fac-símile forte dos jogos em oferta nos próprios locais oficiais da Sega em outros lugares. Talvez não por acaso, a própria joint venture da Sega em GameWorks escolheria mais tarde o Rio de Janeiro, Brasil, como um de seus primeiros locais fora dos EUA e Canadá. Excepcionalmente para a rede, o local do Rio abrigou significativamente mais atrações de grande e médio porte encontradas nos parques originais de Joypolis no Japão, mas não a imitação vista no Brasil. O GameWorks do país, infelizmente, teria sua vida interrompida, fechando supostamente em 2003. Com o fim do GameWorks e o declínio da indústria global de fliperamas, os Neo Geo Parks e Joypolis do Brasil avançaram, recebendo cada vez menos novos gabinetes e manutenção. Um segundo vento veio com a chegada de Dance Dance Revolution, particularmente visto nas locações de Joypolis, mas nada poderia realmente contrariar a tendência de queda e renovar fortunas. Ambos desapareceram como fliperamas em meados dos anos 2000, com a maioria de seus concorrentes também seguindo o exemplo. Neo Geo, no entanto, acabaria por viver de uma maneira estranha. Na tentativa de se adaptar às mudanças nas condições de entretenimento fora de casa, os operadores dos locais decidiram fazer a transição para parques de diversões familiares internos reaproveitados. Embora a maioria dos vestígios da associação faux-SNK tenham sido apagados, o nome “Neo Geo” permaneceu, com seus sites se tornando conhecidos como Família Neo Geo. A mudança parece ter dado certo - alguns ainda permanecem no Brasil hoje. Espelhando a situação atual na maioria dos países, o cenário de jogos de luta e arcade do Brasil agora mudou amplamente para o console, com jogos de ritmo como Pump It Up sendo as exceções remanescentes nos anos mais recentes. A América Latina em geral é um foco de jogadores profissionais de freestyle, com grandes nomes aparecendo com frequência nos torneios do World Pump Festival ao longo das décadas anteriores. É uma pena considerar como esses esforços terminaram; um, morrendo lentamente devido a problemas que poderiam ter sido corrigidos, o outro reaproveitado para uma opção mais segura. Embora não seja gerenciado por subsidiárias integrais neste caso, este declínio também se aplica a outros países ocidentais - cadeias pertencentes a empresas como Namco e Sega enfrentaram quedas semelhantes, além da reinvenção da operação focada em videogame para uma família mais externa entretenimento. No entanto, um breve legado não celebrado foi deixado para trás por organizações piratas independentes que acenderam o interesse original em jogos feitos pelos gigantes da diversão asiáticos. Em um país onde o suporte oficial era escasso, os consoles eram empreendimentos caros e os fliperamas existentes mal mantidos e administrados, alguns concorrentes inicialmente resistiram às tendências, oferecendo os picos da Sega e da SNK em criatividade do outro lado do mundo. https://www.thearcadepress.com/p/bootleg-arcades-brazils-pirate-amusement
  13. Os anos 90 foram definitivos para a consolidação dos computadores como plataformas de trabalho, estudo e, também, games. Vários clássicos surgiram neste tempo, mas que foram pouco a pouco sendo levados para o mundo esquecido da falta de compatibilidade. Salvo alguns poucos games, que foram atualizados e rodam ainda hoje em computadores modernos, muitos games bons de antigamente ficaram “presos” em sistemas DOS e Windows 9x, precisando de emulação, da boa vontade de desenvolvedores, com iniciativas como a do GOG, ou da compra de um equipamento daqueles dias, para jogar diversos clássicos. Neste cenário, surgiu mais uma interessante opção: o weeCee, um pequeno computador, que cabe no bolso, feito para rodar não só os antigos sistemas DOS e os Windows 9x, como também seus clássicos games, que incluem o lendário Doom, os clássicos da Lucas Arts, ou os simuladores de corrida da Sierra. Sendo um dos menores — talvez o menor — PC para DOS já feito, ele usa de base um módulo de CPU ICOP Vortex86, que é um módulo de sistema integrado, compatível com x86, destinado para o controle industrial. Mas, no caso dos games, o módulo funciona muito bem para games, pois conta com um chip gráfico VGA compatível com diversos games. O weeCee também conta com um chip de som que é compatível com a Soundblaster Pro, da Crystal Semiconductor, além de um conector serial compatível com joysticks e gamepads antigos. Ainda é compatível com expansões MIDI do Waveblaster interno, como o Dreamblaster S2, ou módulos de som MIDI externos, como o MT32 e Sound Canvas. Soma-se ao kit suporte de rede para jogos multiplayer, além de um conector USB para conectar um pendrive ou um HD Externo. Cabe no bolso e é um sonho tardio de todos que faziam reuniões em LAN para jogar nos anos 90, pois só teriam o trabalho de levar o monitor. O canal LGR fez um review excelente do pequeno aparelho, jogando games como Doom, Monster Truck Madness 2, e até os clássicos joguinhos de Windows 3.11 https://www.arkade.com.br/o-weecee-e-um-minipc-com-dos-e-windows-9x-pronto-para-rodar-muitos-classicos/
×

Informação Importante

Ao utilizar este site, você está automaticamente concordando com os nossos Termos de Uso e regras..