Ir para conteúdo

Sonymaster

Chapa
  • Total de itens

    2.270
  • Registro em

  • Última visita

  • Vezes em que foi o melhor postador do dia

    25

Sonymaster: Melhor postador de 4 de Maio.

Sonymaster teve o maior número de curtidas.

Reputação

344 Reputação neutra

Sobre Sonymaster

  • Rank
    Jogador de Videogame das décadas de 1980/1990.
  • Data de Nascimento 29-10-1979

Gamer Tags

  • XBOX
    SonymasterXB

Informações do Perfil

  • Sexo
    Masculino
  • Local
    https://www.players.com.br/forum/forums/forum/8-retro/

Últimos Visitantes

6.229 visualizações
  1. Sonymaster

    Consoles retrô chineses: vale a pena comprar um?

    No mundo retrô, os fãs de jogos antigos contam (felizmente) com várias possibilidades de se curtir um game. É possível comprar os consoles originais, seja em lojas especializadas, em sites de marketplace ou até mesmo em feiras do rolo. Cada um, claro, com suas particularidades e preços. É possível, também, aproveitar os jogos em emuladores. Apesar de sempre polêmico, os emuladores avançaram muito desde os primeiros softwares, lançados durante os anos 90, e trazem praticidade para os jogadores, tanto pela possibilidade de se jogar os mais variados sistemas (o que inclui sistemas raros atualmente), quanto pela organização de seus games, já que os arquivos digitais não exigem uma prateleira imensa para armazená-los. Sem contar que, se antes tais jogos eram jogados apenas em computadores, e exigiam um mínimo de conhecimento para configuração, atualmente existem diversas outras opções. Com um celular, um dispositivo que se conecta à TV, ou com emuladores ainda mais avançadas, ficou muito mais simples jogar os games antigos. Isso sem esquecer de emuladores que rodam direto do navegador e que contam até com funcionalidades online, como rankings ou multiplayer. Como, os consoles retrô chineses. Eles começaram a aparecer em meados da década passada, após a ascensão de lojas chinesas virtuais como o Ali Express ou a BangGood. Como um dos primeiros nomes, o GPD XD trazia a possibilidade de, através de emuladores para Android, a jogatina de diversos games. O GPD Win, que rodava Windows, permitia ainda rodar jogos da Steam, pelo menos os mais simples. Com o passar do tempo os portáteis foram evoluindo. Chegaram o BittBoy, que simulavam um Game Boy, porém menor, e rodava jogos de GB e NES. Até dias mais atuais, nos quais um Anbernic RG351V consegue rodar até games de Dreamcast. Atualmente há diversas opções. O MIYOO Mini Retro é uma das opções mais baratas atualmente. Custando cerca de R$291,33, tem uma tela muito boa, e roda games dos mais variados tipos, ao menos até o Neo Geo. Por ter o formato de um Game Boy, ainda traz o ar de nostalgia que o console da Nintendo possuiu. Outro que conta com um preço bem acessível é o S-100, da Powkiddy, que roda, assim como o console acima, games até o Neo Geo. Mas este tem um formato que lembra o Game Boy Advance SP Já o ANBERNIC RG351V, que inclusive falamos dele em um review especial, consegue oferecer uma gama de consoles ainda maior, chegando a rodar alguns games de Dreamcast, e contar com acabamento mais caprichado, como é de costume dos aparelhos desta empresa. Mas ainda há opções extremas, como o Powkiddy X18S, um portátil que vem com Android 11.0, 4GB de RAM e 64GB de armazenamento, além de slot para cartão microSD. Com ele, além de rodar diversos games clássicos, ainda há o acesso ao conteúdo de Android, o que inclui os mais variados jogos lançados para o OS do Google, como a série GTA ou jogos como Stardew Valley, entre tantos outros. Para jogar na TV também há opções. Entre elas, podemos falar do Super Console X-Max , ou do Arcade Box, ambos capazes de rodar na TV centenas de games dos mais variados consoles. Todos os consoles, cada um dentro da sua comunidade, ainda contam com centenas de fóruns e vídeos ensinando, para quem quer explorar ainda mais dos videogames, instalando emuladores, melhorando desempenho ou trazendo novidades em jogos. Todos eles, mesmo com uma particularidade ou duas, vão rodar todos os games mais antigos, ao menos até os games 16-bits, como Super Nintendo ou Mega Drive. Aparelhos mais potentes vão rodar até Nintendo 64 ou Dreamcast, enquanto alguns que possuem Android ainda poderão rodar jogos da plataforma do Google, o que inclui o acesso ao serviço de games do Google Play, ou até mesmo a possibilidade de se jogar com o Xbox Cloud Gaming. Já os consoles de mesa, podem ser desde caixas com emuladores instalados até estações multimídia, com acesso a Netflix, Youtube e demais apps de streaming usados hoje em dia. A evolução do conceito ampliou muito nos últimos cinco anos, trazendo variedade e boas opções. Dito isso, o “vale a pena” proposto no título, passa pela necessidade de quem busca algo para se entreter. O mundo retrô, como sabemos, passa por um momento muito complicado, no qual “tudo é raro”, e consoles e cartuchos, que custavam preços considerados justos no passado, agora extrapolam nos valores, se tornando, além de inacessíveis, injustos. Estes consoles retrô, por sua vez, não irão oferecer a experiência real dos tempos passados. Além dos controles não serem dos melhores (no caso dos sistemas de TV), a emulação, apesar de sempre estar em avanço, não consegue entregar 100% da experiência. Assim, haverão jogos que terão algum tipo de problema. Algo que pode irritar os mais puristas, mas que não fará diferença nenhuma pra quem apenas quer jogar. Com eles, inclusive, vem a oportunidade de jogar games clássicos de sistemas que nunca teremos acesso hoje em dia, como 3DO, Atari Jaguar ou Neo Geo Pocket, além de poder conhecer o rico mundo dos jogos desenvolvidos pela comunidade para sistemas antigos, como os novos Real Bout Fatal Fury Special ou Street Chaves para o Mega Drive, entre tantos outros jogos inéditos, que podem ser jogados direto em tais emuladores. Assim, volto a dizer: o “vale a pena” de ter algum destes consoles vai de encontro a sua necessidade. Quer algo prático, que envolva apenas “ligar e jogar”, sem se incomodar com alguma questão aqui e ali, que podem surgir ou não? Então estes consoles são para você. Quer uma experiência mais purista? Aí o negócio é ir mesmo na busca de um console antigo, mas com muita pesquisa para encontrá-lo a um preço justo. Para jogar, ainda existem outros recursos atualmente, como os Everdrives, ou mesmo games reprogramados, que são entregues com tudo, incluindo caixa e manual, tal como eram no passado. Vale lembrar também que tais sistemas, por apresentar jogos mais antigos, são perfeitos para crianças pequenas, como uma espécie de introdução ao mundo dos games, em que pais e filhos poderão juntos curtir jogos que foram sucesso no dia dos pais, mas que serão também a porta de entrada para os pequenos. De qualquer forma, nunca foi tão simples jogar jogos retrô atualmente. Independente das suas e das minhas preferências ou das suas opiniões a respeito, é interessante ver que, de alguma forma, jogar videogame atualmente, em dias de consoles atuais tão caros e jogos valendo um quarto do salário mínimo, ainda pode ser acessível, através destes dispositivos. Fonte: Arkade
  2. Se nos anos 70 e 80 praticamente qualquer empresa inventou de tentar um espaço no nascente mercado dos videogames, nos anos 90, apesar da consolidação da indústria, e da liderança de Nintendo e SEGA, ainda havia empresas de tecnologia buscando o seu lugar ao sol dos games. A Sony, como todos sabemos, investiu no segmento e se tornou uma gigante do setor. Mas a mesma sorte não acompanhou outras companhias, como a Atari ou a 3DO Company, uma ousada companhia que unia nomes como Electronic Arts, Panasonic e LG. A Atari, que outrora liderava o mercado, apostou suas últimas fichas com o Jaguar, e perdeu por apresentar um console confuso, problemático, e com ausência das grandes publishers do momento. Já o 3DO, apesar de ser um ótimo console para a sua época, tropeçou no preço inicial, e pagou o preço de sair antes de PlayStation e Saturn, que ofuscaram o videogame. Entretanto, uma decisão acertada aqui e outra boa iniciativa ali e os dois videogames poderiam ter tido uma sorte melhor. Por isso, nesta edição do nosso “o que aconteceria se”, vamos visitar o “multiverso dos games” mais uma vez, imaginando um mundo no qual consoles da 3DO e da Atari tivessem sido o oposto do que foram. Ou seja, um grande sucesso. O EA Console: It’s the game! Lembre-se que uma das empresas interessadas no sucesso da 3DO Company era a Electronic Arts. Encabeçada pelo mesmo Trip Hawkins que fundou o estúdio de jogos (e que contamos sua história aqui), o possível sucesso do 3DO poderia render, no futuro, o videogame que a Electronic Arts sempre sonhou em ter. A EA brigava, no início da sua história, com as fabricantes de console. O caso mais conhecido é os dos cartuchos de Mega Drive, no qual a empresa usou engenharia reversa para criar seus próprios cartuchos, não pagando taxas que Trip considerava abusivas, e vendendo-os quase que como jogos piratas, porém oficiais. Assim, se a EA dos anos 90 julgava que o monopólio dos cartuchos de SEGA e Nintendo traziam custos abusivos para seus projetos, o sucesso do 3DO, com a praticidade do CD, poderia acender a luz verde na EA para que seus games fossem lançados apenas para o console o qual ela possuía participação. Desta forma, todos os jogos esportivos, que são até hoje a maior fonte de receita da companhia, seriam exclusivos dos consoles 3DO. Hoje em dia, já com o 4KO (se você entendeu, entendeu), o console mais atual da empresa, franquias como Battlefield, FIFA, Fórmula 1, The Sims ou Need for Speed, estariam disponíveis apenas para os consoles da 3DO Company, que competiria diretamente com os consoles disponíveis atualmente, usando de exclusivos e formatos multimídia, uma vez que o primeiro console nasceu com essa proposta, e teria investimentos neste sentido. Talvez, poderíamos ter consoles 3DO de dois formatos: um poderoso, com capacidades 4K e todos os recursos possíveis atualmente, e outro em formato stick, como uma Fire TV ou um dispositivo da Roku, com games por streaming e acessibilidades multimídia como acesso a apps de filmes e música. Um outro felino poderia mudar tudo A Atari da época do Jaguar não era a mesma Atari dos anos 70. Já distante dos dias dourados do Atari 2600, e após tentativas com sucesso abaixo do esperado, a companhia tentava recuperar espaço no mercado de consoles. Como sabemos, a escolha foi o Jaguar, um console de 64-bits, mas que não era, necessariamente, de 64-bits. Era um console problemático, com um controle confuso e sem apelo nenhum para o jogador, que já vivia os dias da “guerra SEGA x Nintendo“. Entretanto, houve outro console que estava em desenvolvimento: o Panther. Desenvolvido desde 1988, ele seria o concorrente dos consoles 16-bits, ao oferecer a praticidade dos games com a potência dos computadores, neste caso, o Atari ST. No campo da hipótese, tal lançamento poderia ter sido, no final, se não um grande sucesso, pelo menos traria algum resultado positivo, que motivaria a companhia a se manter. E este cenário poderia trazer um desenvolvimento de um sucessor com menos pressão interna. Assim, o Jaguar poderia ter sido lançado sem as promessas furadas da Flare (que foi a empresa que prometeu as parafernalhas tecnológicas que não foram entregues), o que poderia ter resultado em um Jaguar mais robusto, completo e com melhores acordos com estúdios parceiros. O que poderia render para a Atari, se não o mesmo impacto de antes, talvez a manutenção de sua presença no cenário de consoles, onde poderia aproveitar o século XXI e construir a sua comunidade própria, na qual conseguiria sustentar até os dias atuais o seu sistema de jogos, usando o passado com o futuro em um projeto bem interessante. Teria lugar para cinco competidores hoje em dia? A resposta depende do ponto de vista de cada companhia. Nos anos 90, era mais natural a sede por “vender o máximo possível” e, assim, atingir a sonhada liderança. Mas atualmente, a tal da “liderança”, tão falada em redes sociais e canais Internet afora, não é tão necessária. Hoje vivemos os dias das comunidades e se uma companhia consegue se manter sustentável com seus clientes mais fiéis, está tudo bem. Casos de Nintendo, que mantém a sua base satisfeita com seus jogos, da Sony que, mesmo vendendo muitos consoles, mantém um bom relacionamento com cerca de 20% de seus clientes mais fiéis com seus exclusivos, ou da Microsoft que, desde o primeiro Xbox, construiu uma base de jogadores, através da Xbox Live e seus jogos, que se sentem satisfeitos com os seus serviços. Assim, 3DO e Atari teriam sim espaço nos dias atuais. Pelo menos com uma base de fãs construída. Imagino que a 3DO Company, por contar com diversas empresas envolvidas, incluindo a EA, poderia ter melhor sorte, batendo cabeça com Sony, Microsoft e Nintendo como uma quarta força. Com a vantagem de, como contava com várias companhias dentro do mesmo projeto, novos consoles variados, assim como o mundo do PC, poderiam ampliar ainda mais as possibilidades. Já para a Atari, talvez o seu lugar fosse, atualmente, o de uma empresa que, assim como a Nintendo, mantém uma base fiel com seus jogos (o que inclui clássicos e possíveis novas séries que poderiam chegar) e se manteria sustentável com eles. A Atari de hoje busca unir o legado do passado com elementos do futuro, como o uso de criptomoedas e NFT. Talvez, com um console e posição no mercado, a postura pudesse ser a mesma, mas com um produto que pudesse ser a porta de entrada para este mundo. Fonte: Arkade
  3. Sonymaster

    Central de Trailers

    Mas que a animação está incrível está, mas nos jogos e até a Square Enix faz animações assim também, espero que a historia seja legal.
  4. Hoje em dia, há muitos jogos direcionados para as crianças, com maiores acessibilidades e dificuldades mais baixas. Podemos citar como um de vários exemplos, os jogos LEGO que, sabiamente, também conseguem atrair os adultos graças as muitas referências à cultura pop. Além disso, os próprios consoles contam com recursos de acessibilidade. O Xbox, por exemplo, traz o modo co-piloto, onde um adulto pode jogar junto com a criança (ou qualquer outra pessoa que tenha alguma necessidade específica), ajudando-a no game com um controle para cada um, no qual o mesmo personagem é controlado. Mas no passado a situação não era muito simples para os pequenos não. Sim, existiam games educativos, mas eram poucos e a maioria eram direcionadas aos caros computadores. E, para piorar, os jogos mais antigos eram mais difíceis, o que, para as crianças, resultava em perder vida apenas ao dar alguns passos. No meio disso, surgiu, em 1992 Sonic 2 para o Mega Drive. E, com ele, um novo personagem que logo conquistou muita gente, sendo popular até hoje: Tails, a simpática raposa que se tornou o grande aliado do azulão em seus desafios. O novo personagem, inclusive acompanhava Sonic durante as fases do game, podendo ser removido, se o jogador preferisse. Mas a grande maioria jogava com os dois, pois Tails era mais do que um parceiro. Ele era útil. Tails foi programado para ser um personagem normal dentro do game. Ele recebia e causava dano, coletava argolas, e, sob controle automático do game, ainda ajudava, mesmo que sem querer, a tirar um ou dois hits dos chefes, acertando-os enquanto o jogador controlava Sonic. Mas ele era realmente muito útil quando controlado por um segundo jogador. Com o segundo controle, era possível controlar Tails, o que servia de apoio em várias situações. O controle 2 poderia ser entregue para uma criança pequena, para que ela pudesse curtir o game sem maiores frustrações, por não conseguir jogar direito ainda. Ou poderia ser entregue para um jogador mais experiente, para que crianças pequenas pudessem “ser o Sonic”, mas contando com um “apoio extra” na aventura. O conceito de jogatina multiplayer já era bem explorado na época, com games como os beat ’em ups já oferecendo jogatina cooperativa, porém com ambos os personagens recebendo danos. Assim, a ideia de Sonic 2, além de trazer uma opção a mais para jogar, ainda trazia uma opção de acessibilidade muito útil, permitindo que crianças, um público que Sonic explora até os dias de hoje, conseguiam jogar o game, mesmo em meio as suas limitações de controlar o personagem. E ainda ajudaram a aumentar o carisma do novo personagem, pois, muito mais do que um “amigo bonitinho”, Tails, desde a sua estreia, se mostrou um personagem muito útil, que permitia, assim, que mais pessoas pudessem curtir a segunda aventura do herói azul da SEGA. Fonte: Warpzone
  5. O dispositivo, que serve como memory carde monitor secundário para o console da SEGA, chegará com características muito bem-vindas para os fãs do Dreamcast. O VM2 está sendo desenvolvimento por Chris Diaoglou, criador do controle sem fio para o console que fez muito sucesso em 2016, o DreamConn, então tem tudo para dar certo já que está em boas mãos. Entre as características do novo VMU, podemos citar um novo visor monocromático LCD com luz de fundo, maior resolução de tela, entrada para cartão microSD, armazenamento interno e bateria melhoradas, além de carregamento externo e conectividade com PC, podendo inclusive gerenciar a memória do dispositivo. Não há data de lançamento definida, mas o dia pode ser anunciado em breve. O novo VMU com tantas melhorias com certeza agradará em cheio os donos de Dreamcast. Para acompanhar as novidades do projeto, é só acessar o site Dream Mods. Fonte: Jogo veio
  6. Olá Pessoal, Estou criando esse tópico para dedicar apenas para vídeos com as descrições no tópico onde tem muita gente que gosta de criar reviews, entre outras especificações e não tem um local para isso. Para ajudar vou postar alguns que conheço e espero que quem tiver um canal com jogos antigos e queira compartilhar. Até Speedruns quem tiver e gosta de fazer, pode postar aqui nesse tópico também para focar em um só tópico. Vou adicionar alguns documentários e reviews. Com o tempo vou adicionando mais e organizando para ficar melhor. 1983 - A história do videogame no Brasil (Completo) A história do videogame de 1998 (Completo) A história do videgame do canal History Channel (Completo) História da revista SuperGamePower (Completo) Comerciais do Atari no Brasil Primeiro Comercial do Master System no Brasil Reviews de jogos do Nintendinho Reviews de jogos do Master System Reviews do Pioneer Lazer Active - Mega Drive e um PC Engine juntos Dicas de coleção de jogos antigos Recorde Speedrun do Super Mario Bros Detonado do jogo Ninja Gaiden do NES
  7. Já tinha um tópico sobre curiosidades do Street Fighter, faça uma pequena pesquisa antes para não encher com tanto tópico, com apenas videos por favor. @Evanjá foi postado o video lá, mas se puder juntar os dois tópicos, segue abaixo. Obrigado!!
  8. GoldenEye 007 é um dos títulos mais influentes da história dos videogames. Um dos seus maiores méritos foi o de consolidar o gameplay de um FPS em um videogame, em uma época em que desenvolvedores ainda lutavam para encontrar a melhor maneira de adaptar tais games nos consoles. E o game também somou de forma positiva ao oferecer um multiplayer viciante e divertido. Porém, ao menos naqueles tempos, multiplayer em videogame significava jogar apenas com uma tela que se dividia para os jogadores. Tal questão rendia várias situações divertidas, como o “olhar o inimigo” para atacá-lo, ou mesmo coisas que renderiam memes no futuro, como a “divisão” da tela com ajuda de papelão. Mas, para superar esta limitação, GoldenEye 007 enfim poderá ser jogado de forma multiplayer com cada jogador jogando o game em sua própria tela. Porém isso não se trata de um protótipo encontrado, nem de uma atualização posterior e muito menos uma nova versão, embora existam rumores a respeito. Neste caso, foi o Computing History, um museu britânico, que modificou um Nintendo 64 para este fim. Tal iniciativa surgiu para comemorar os 25 anos do jogo. Um evento, que aconteceu em 7 de maio, também contou com desenvolvedores do game, que compartilharam suas experiências com este clássico da Rare. E permitirá que, enfim, formas de se jogar comuns aos FPS atuais, mas “proibidas” em GoldenEye 007, como jogar de sniper ou se esconder para atacar na hora certa. Assim como permitir que um clássico possa ser jogado, em seu hardware original, de uma forma totalmente diferente. Fonte: Arkade
  9. Sonymaster

    A chegada da revista EGM ao Brasil em 2002

    Escolher os melhores jogos de todos os tempos faz parte do dia a dia de todo gamer. Baseados em vários critérios, listas e mais listas são feitas a todo momento, com escolhas variadas e que motivam conversas e discussões sobre o assunto. Assim, como uma de muitas listas do gênero, a revista EGM Brasil, que estreava no país em 2002, já trouxe em sua primeira edição a sua lista, com diversos clássicos presentes. Entre eles, temos jogos definitivos do “hall da fama” dos consoles, como games de Resident Evil, Sonic e Mario. E, como estamos falando de uma lista feita em 2002, o foco estava, obviamente, em games que, segundo a revista, mereciam estar nesta lista de gerações que vão desde as primeiras até a 32/64-bits, que apesar de ainda terem games produzidos na época, já não eram mais a geração mais atual disponível. Vamos, assim, viajar no tempo, para viajar no tempo mais uma vez e relembrar junto com a EGM quais foram os jogos mais importantes de todos os tempos, pelo menos em 2002. É bacana, antes de lembrarmos da lista, lembrarmos também da EGM, revista que foi lançada nos EUA em 1989, e chegaria ao Brasil em 2002, após um curto período no qual algumas de suas matérias foram publicadas na Ação Games. Nos EUA, a EGM era conhecida por trazer uma cobertura mais completa da indústria, e oferecer matérias e reviews com seus conhecidos selos, que iam do prata ao platina. No Brasil, a EGM chegou em 2002, em uma época na qual revistas conhecidas de games paravam de ser produzidas, ou diminuíam sua participação no mercado, como a Ação Games (que parou em janeiro de 2002), Super Game Power (que havia trocado de editora e formato em 2001), e a Gamers, que também já estava com edições irregulares nessa época. A EGM também é conhecida por trazer ao gamer brasileiro uma abordagem mais madura sobre a indústria dos videogames. Ao contrário das revistas disponíveis nos anos 90 que, embora sejam lendárias e queridas, mas tinham um conteúdo mais focado no público infanto-juvenil, a EGM entendia que o gamer brasileiro já era um adolescente ou mesmo um adulto, por isso trazia conteúdo com uma profundidade maior do que o usual. E, contando com a possibilidade de contar com conteúdo direto dos EUA, semelhante à parceria da Super Game Power com a Game Pro, mas de maneira mais completa, era comum encontrar entrevistas com nomes da indústria, prévias e reviews que, em tempos pré-Youtube, eram o máximo em informação possível de se encontrar no Brasil. Além disso, foi a EGM que trouxe ao Brasil o conceito de “jornalista-celebridade”, uma vez que dava maior destaque para a sua redação, com reviews assinados pelos mesmos, que já rendiam, naquela época, mensagens em fóruns e no Orkut concordando ou discordando de notas, assim como temos hoje em dia, com o Youtube. Na revista, os leitores conheciam a redação, que participavam de forma ativa da publicação, usando as próprias páginas ou os meios online disponíveis na época. Em 2009, com o fim da EGM nos Estados Unidos, a revista brasileira passaria a se chamar EGW, onde seria publicada mensalmente até 2017, quando também deixaria de existir constantemente, dando espaço para o atual formato de sites, blogs canais do Youtube. Vale lembrar, também que, em todos estes anos, a EGM deu espaço para diversos nomes conhecidos atualmente no mundo dos games e entretenimento como Pablo Miyazawa, Fabio Santana, Claudio Prandoni, Viviane Werneck e Flávia Gasi, entre muitos outros. Eu mesmo, que assino este conteúdo, dei meus primeiros passos na revista, na condição de convidado. Foi através da EGM/EGW Zine, que era um espaço aberto para leitores produzirem seus artigos. Estive presente na EGM #75, com uma matéria sobre grandes fracassos dos games, e na EGW #99, onde falava sobre “continuações dos sonhos”, “acertando” sequências de Alex Kidd e Streets of Rage. Antes da lista em si, a revista esclareceu algumas questões, como os critérios utilizados. Dois pontos importantes foram apresentados logo no início. O primeiro, dizia respeito a não inclusão de games com o “fogo no hype”, com os games participantes tendo sido lançados até 31 de outubro de 2001. Faz sentido, pois, ainda mais hoje, costumamos dar o “título” de “melhor game de todos” pra muitos jogos que, apesar de bons, não terão o mesmo apelo com o passar dos anos, sendo induzidos apenas por marketing ou o dito “hype”. O segundo ponto fala sobre o fato da ausência de games como Pong ou Space Invaders. A revista explica que a lista fala sobre qualidade e não influência, para que os jogos escolhidos sejam escolhidos pelo seu prazer de jogar, e não por sua influência com o passar dos anos. Para a EGM, os “melhores jogos de todos os tempos” são aqueles que ainda queremos jogar hoje. Para o leitor brasileiro, também é importante compreender que, apesar da versão brasileira, a lista foi feita pela EGM dos EUA, como a própria revista deixa bem claro. Isso, claro, faz com que games que nós brasileiros não consideremos dignos da lista esteja no lugar de outros que consideramos mais. O que, hoje em dia, renderia uma daquelas conversas bem “acaloradas” nos YouTubes da vida. Dito isso, a lista começa com Decatlhete, jogo de olimpíadas para Saturn que, pegando onda nos Jogos Olímpicos de 1996, em Atlanta, é considerado, até hoje, como um dos melhores do gênero. Phantasy Star, na posição 96, é interessante, pelo simples motivo de que o Master System não foi um console de sucesso nos EUA e, até aquele momento, não havia nenhuma espécie de relançamento do game. Resident Evil original está na posição 90, Resident Evil 2 ocupa a posição 62 e Code Veronica se encontra na posição 37, enquanto RE 3 está de fora da lista. Os jogos de Mario contam com 11 games entre os 100 mais, sendo a série com maior presença na lista, enquanto Zelda emplaca oito jogos, o que significa que, até aquele momento, todos os jogos da série de Link eram considerados “os melhores de todos os tempos”. Sonic participa do top 100 com quatro games, enquanto Final Fantasy está presente com cinco games. Para a EGM, o melhor Final Fantasy é o III (que é na verdade, o sexto game da série, mas que contava com o “3” no nome na versão dos EUA), que se encontrava na nona posição. Os games, em geral, foram bem escolhidos, com discordâncias óbvias em um game ou outro ali presentes. Mas representam bem 100 games que todo fã de jogos deveria jogar ao menos uma vez na vida. Há games como Panzer Dragoon II Zwei, R-Type Delta, Saturn Bomberman, Gunstar Heroes ou Tony Hawk Pro Skater 2. Além dos “100 mais”, rankings “top 5” também marcavam presença, como os melhores jogos de arcade, ou os cinco games mais influentes. O Top 10, no entanto, era o que chamava mais atenção. Os dez melhores games de todos os tempos, de acordo com a EGM em 2002 eram os seguintes: 10. Super Mario World (Super Nintendo) 9. Final Fantasy III (Super Nintendo) 8. The Legend of Zelda: Ocarina of Time (Nintendo 64) 7. The Legend of Zelda: Majora’s Mask (Nintendo 64) 6. Soul Calibur (Dreamcast) 5. Super Mario 64 (Nintendo 64) 4. Castlevania: Symphony of the Night (PlayStation) 3. The Legend of Zelda: A Link To the Past (Super Nintendo) 2. Tetris (Multiplatforma) 1. Super Metroid (Super Nintendo) Todos os games, inclusive, com méritos próprios. Há quem concorde com Super Metroid no topo, ou quem prefira outro game. O interessante é ver a influência enorme da Nintendo naqueles dias, com seis games da companhia entre o “top 10”, e outros dois games que fizeram sucesso graças a consoles da Big N, como Tetris e Final Fantasy III/VI. O “exclusivo” do PlayStation melhor posicionado foi Metal Gear Solid, na posição 14, enquanto Gran Turismo 3 ficou na posição 16. Embora o conceito de “melhor” é relativo, afinal, cada jogador tem suas preferências, bases de jogo e estilos preferidos, é interessante ver como que em 20 anos, as coisas mudaram tanto. Falando em “exclusivos”, é curioso ver que apenas a Nintendo contava com jogos entre os “dez mais”, coisa que hoje já contaria com maiores presenças de jogos da Sony e Microsoft. Também é interessante ver como não há nenhum game de mundo aberto, uma vez que GTA III daria início a este universo nesta mesma época, e que também os jogos em FPS, que dariam um gigantesco salto nesta década, ainda estavam tímidos em listas deste tipo. Jogos com força narrativa, como o que temos hoje, eram parte presente apenas em jogos de RPG, e a ausência de qualquer jogo independente mostra a força que o cenário conquistaria com o passar dos anos. Assim, concordando você ou não com esta lista, não há como não observá-la como um capítulo interessante da história dos videogames, vendo que, muita coisa que havia sido escolhida como games de alta qualidade e que mereciam ser jogados naqueles dias, ainda contam com o mesmo valor e a mesma vontade de serem jogados hoje em dia, uma vez que muitos destes games atualmente se encontram para serem jogados de formas mais fáceis, o que podemos considerar de emuladores até sistemas de assinaturas de jogos. Abaixo, a lista completa dos 100 melhores jogos de todos os tempos da EGM, em 2002: 100. Decathlete 99. wipeout XL 98. Quake 3 Arena 97. Mario Golf(GBC) 96. Phantasy Star 95. Zelda 2 94. Baseball Stars 93. Super Smash Bros. 92. Ice Hockey 91. FF7 90. Resident Evil 89. Dragon Warrior 4 88. Virtua Tennis 87. Sega Rally 2 86. Actraiser 85. F-Zero X 84. Samuai Showdown 2 83. Daytona USA(Dreamcast) 82. Kirby Avalanche/Mean Bean Machine (SNES,Genesis) 81. Ape Escape 80. Skies of Arcadia 79. Mario Kart 64 78. Star Fox 77. Metal Gear Solid (GBC) 76. Sonic 2 75. Lunar: Silver Star Story Complete 74. Shining Force 3 73. The Revenge of Shinobi 72. Advance Wars 71. Phantasy Star 2 70. Ninja Gaiden 2 69. Metroid 68. Super Ghouls ‘N Ghosts 67. Street Fighter Alpha 3 66. Donkey Kong 65. Perfect Dark 64. Mega Man 2 63. R-Type (PSX) 62. Resident Evil 2 61. Nights 60. Super Mario RPG 59. Virtua Fighter 2 58. Sonic 1 57. FF9 56. Landstalker 55. Zelda: Link’s Awakening DX 54. Devil’s Crush 53. Super Punch-Out 52. Herzog Zwei 51. Castlevania 3 50. Guardian Heroes 49. Contra 48. Paper Mario 47. Panzer Dragoon 2 46. Pokemon Gold/Silver/Crystal 45. Phantasy Star Online Ver. 2 44. Super Mario Kart 43. FF Tactics 42. Contra 3 41. Ms Pac-Man 40. Zelda: Oracle of Seasons 39. Zelda Oracle of Ages 38. R-Type Delta 37. Resident Evil Code: Veronica X 36. Chrono Cross 35. Castlevania: CotM 34. Mike Tyson’s Punch-Out 33.Saturn Bomberman 32. NCAA Football 2002 31. Madden 2002 (PS2) 30.Street Fighter 3: Third Strike 29. Super Mario Bros 2 28. Hot Shot’s Golf 2 27. Sonic CD 26. Chrono Trigger 25. Zelda 24. Super Castlevania 4 23. Gunstar Heroes 22. Super Mario Bro’s 21.Dragon Force 20. Galaga 19. Panzer Dragoon Saga 18. Pokemon Puzzle League 17. Tony Hawk 2 16. Super Mario World 2: Yoshi’s Island 15. Gran Turismo 3 14. Metal Gear Solid (PSX) 13. Street Fighter 2 Turbo: Hyper Fighting 12. FF5 11. Super Mario Bros. 3 10. Super Mario World 9. FF3 8. Zelda: Ocarina of Time 7. Zelda: Majora’s Mask 6. Soul Calibur 5. Super Mario 64 4. Castlevania: SotN 3. Zelda: A Link to the past 2. Tetris 1. Super Metroid Fonte: Arkade
  10. Super Mario Bros. – The Great Mission to Rescue Princess Peach é um anime do bigodudo lançando em 1986 e que dá continuidade (ou tenta dar) aos eventos do primeiro game. Apesar do anime não ser nenhuma novidade no Youtube, a restauração feita pela Femboy Films traz inúmeras melhorias como a resolução 4K, correção de cor, áudio remasterizado e novas legendas. Para tanto, o anime foi recuperado diretamente de um filme em 16mm, muito utilizado na época, enquanto o áudio foi resgatado de uma fita VHS lançada em dois canais Dolby Surround. E o resultado foi esse: A restauração foi impecável e agora podemos ver com clareza toda a loucura que este anime traz para a franquia de Mario como Goombas com braços, Luigi bebendo saquê e personagens que nunca mais foram vistos. Na história, Peach consegue fugir do Rei Koopa (Bowser), que a força a voltar ao Reino do Cogumelo enquanto Mario e Luigi trabalham em uma mercearia. Não demora muito para os irmãos embarcarem na aventura de resgate da princesa na companhia de um cachorro. Muito louco! Mas vale a pena conferir o anime e também o resultado da remasterização feita pela FemBoy Films. E não deixa de comentar o que achou dessa aventura de Mario e Luigi! Fonte: Jogo Veio
  11. Eu estou gostando de jogar esse novo eFootball a atualização melhorou bastante.
  12. O Atari Jaguar, lançado em 1994, foi, além de um fiasco, o último lançamento em consoles da Atari, que se reformularia várias vezes no passar dos anos, até os dias atuais que, ao comemorar seus 50 anos de vida, irá relançar cartuchos para o Atari 2600, além de contar com várias versões do lendário console adaptado para os dias atuais, o que inclui uma destas versões no mercado nacional, em parceria com a Tec Toy. Mas, de qualquer forma, os consoles da empresa conquistaram uma legião de fãs com o passar dos anos, que seguem mantendo o legado da companhia vivo, trazendo não só informações sobre muitos games, como também jogos novos e inéditos. É o site AtariAge, que traz um banco de dados completo sobre todos os consoles e jogos da empresa. Nele, é possível encontrar informações dos games, rótulos dos games, um guia de raridades para cada sistema e um fórum para os fãs conversarem, tirarem dúvidas e celebrarem a história do Atari. Mas, além disso, o site conta com uma loja, que oferece diversos games inéditos. Um deles, nós já falamos aqui: o Escape From the Castle, do brasileiro Eduardo Vilarinho. Atualmente, a loja conta com 16 títulos, para todos os sistemas da Atari: Doggone It! (2600) Escape From The Castle (2600) Game of the Bear (2600) Hellway (2600) Lady Bug Arcade (2600) Mr. Yo-Yo (2600) RobotWar:2684 (2600) Soul of the Beast (2600) Unholy (2600) Intellidiscs (5200) Danger Zone (7800) Dragon’s Descent (7800) Knight Guy in Low-Res World – Castle Days (7800) Wizard’s Dungeon (7800) Dr. Typo Collection (Jaguar) Gravitic Mines (Jaguar) Até o Jaguar, que foi um fracasso comercial em seu tempo, mantém até hoje uma base fiel de jogadores, que curtem jogar em seu controle de teclado de telefone diversos jogos. Além disso, os recursos atuais permitem que desenvolvedores comuns consigam explorar ainda mais os games, como acontece também na comunidade de Mega Drive e Super Nintendo, entre outros. Para saber mais sobre os games disponíveis, basta visitar a loja do AtariAge. Fonte: Warpzone
×

Informação Importante

Ao utilizar este site, você está automaticamente concordando com os nossos Termos de Uso e regras..