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Strife

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    Joao_Strife

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  1. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Acima temos a comprovação de que Last of Us é jogão e quem discorda tá falando merda.
  2. Não tem muito segredo, mas talvez eu já tenha decorado isso demais. No Nes: Final Fantasy I -> I nos EUA Final Fantasy II -> não foi lançado nos EUA na época Final Fantasy III -> não foi lançado nos EUA na época Daí no Snes: Final Fantasy IV -> II nos EUA Final Fantasy V -> não foi lançado nos EUA na época Final Fantasy VI -> III nos EUA Daí para frente a numeração foi unificada a partir do FFVII.
  3. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Eu não consigo gostar desses mods de FFVII com os personagens realistas nos cenários pré-renderizados simplesmente porque a escala fica toda errada. Ficam parecendo miniaturas, visto que os cenários foram feitos para a proporção SD. Mas conseguir colocar os cenários em alta-resolução é muito bom.
  4. Thunder Force IV pra mim é o melhor shmup 16-bit. O III é ótimo tb, mas não tem o mesmo nível de polidez. Uma pena que a série tenha caído no esquecimento, pois nunca caiu de qualidade. O V (PS1) e o VI (PS2) são fodas demais tb. Só não gosto do I e II.
  5. Strife

    Final Fantasy VII The Remake - First on PS4

    Porra de voz em FFVIII mano, se fuder. Nunca fez falta. As CGs dele são ótimas do jeito que são. Mas nem ligo pra isso, vê lá se vou jogar de novo FF que não entra nem no top 15 com texturas hi-res. Consegui nem jogar FFIX, mas esse foi pelos loadings e batalhas lerdas. Do PS1 só FFVII e FFT ainda acho jogáveis nos originais, sem tirar o mérito de FFIX.
  6. Strife

    Star Wars: Jedi Fallen Order [multi] Respawn

    Na época o Force Unleashed era basicamente tudo que eu sempre quis de um jogo de SW. Não é um grande jogo, mas é um bom jogo. Agora o 2 ficou uma bosta mesmo, bugado e claramente incompleto, ainda lembro que tem uma parte lá que vc simplesmente chega num planeta, anda num corredor por menos de um minuto sem absolutamente nada, vê uma cena sem importância, e vai embora. Tipo, why? Claramente um uso de asset de conteúdo que foi cortado.
  7. Strife

    Star Wars: Jedi Fallen Order [multi] Respawn

    Muito legal mesmo... só faltou o resto do jogo ser bom. Só para não ficar só no off-topic, gostei do que vi e ouvi (apenas singleplayer). Último jogo de Star Wars que joguei e curti foi o primeiro Force Unleashed.
  8. Strife

    Star Wars: Jedi Fallen Order [multi] Respawn

    Ok, vamos reformular: jogos bons.
  9. Strife

    Final Fantasy VII The Remake - First on PS4

    Não tem jeito, eu acho ruim. Que nem essa putaria de ficar mostrando o Sephiroth nas visões do Cloud. Ah tnc. Isso estraga a sensação do primeiro, como já falei na página anterior acho. E adiciona nada.
  10. Strife

    Final Fantasy VII The Remake - First on PS4

    Midgar numa primeira jogada, no original, pode durar por volta de 7-8 horas. Sabendo o que faz em outra jogada, 5 ou 6 horas (se quiser fazer tudo, pegar uns extras bons como a Hardedge). É uma boa área para aproveitar e expandir, e já se pode ver na parte de moto que Cloud está com a Jessie no começo (que não tem no original). Eu sinceramente não sou fã de alterar muito as coisas para não afetar a história, mas. Eu vi o vídeo explicando o sistema de batalha e gostei. Juntaram um pouco do gasto de barra ATB para magias e especiais de FFXIII com um "tactical mode" que lembra o Wait Mode de FFXV. Enquanto se bate em tempo real, enche a barra de ATB, e quando cheia pode usar Tactical Mode onde se pode escolher magias e outras ações como se fosse por turno. Pode trocar de personagem com um botão, tem um sistema de Stagger parecido com FFXIII mas que torço para que não seja quebrado, aqui parece mais simples e opcional. Também pode colocar atalhos para alguns golpes e magias, para usar mais rapidamente. Infelizmente das matérias só falaram que é possível equipar e nada mais, ainda quero ver se vai ter o esquema de combinar efeitos e criar combos de magias.
  11. Strife

    Conferência da Squaresoft 2019 - 10/06 às 22h

    Só vi o novo vídeo de FFVII Remake ainda. Tô velho mesmo, cada vez que vejo coisa que não tem no original eu grito com a tela. Que putaria é essa de ficar mostrando o Sephiroth nas visões do Cloud mano? Uma das coisas mais legais de FFVII era que vc passava horas só ouvindo falar quem ele era, e só via mesmo no flashback de Kalm, depois de sair de Midgar, e de ver todo aquele estrago na torre da Shinra. O Cloud tocava o terror nos outros falando que agora que Sephiroth estava de volta ele devia continuar, que Shinra nem era mais preocupação direito. Agora fica essa putaria aí pq ele virou ícone. Darth Vader de Star Wars. E outra, já decidiram a droga da divisão? Vai ser em 2 ou 3 partes? Há meses que escuto relatos conflitantes. Da última vez escutei que seriam 2 partes, a primeira seria até a morte da Aerith o que seria algo muito sensato (mais sensato que isso só LANÇANDO COMO O JOGO ÚNICO QUE É), mas agora parece que voltou para o zumzumzum de 3 partes mesmo com a primeira terminando na saída de Midgar.
  12. Strife

    Breves análises das melhores introduções de RPGs

    Depois de eras, finalmente tive tempo de escrever algo no tempo livre. Lá vai. #12: Vagrant Story (PS1, 2000) O outro grande lançamento da Square no ano 2000, além de Final Fantasy IX, foi o segundo jogo de Yasumi Matsuno, diretor de Final Fantasy Tactics, para a empresa; e o primeiro a ganhar nota máxima na Famitsu. Vagrant Story é um tipo de jogo raro de acontecer: um projeto pessoal, admitidamente voltado para um público hardcore, de um dos poucos auteurs da indústria que contava com recursos e orçamentos de uma grande produção de uma empresa em rápida ascensão, disposta em investir e em arriscar em talentos e ideias novas. Apesar de uma desnecessária CG no começo, que nada diz e aparentemente foi feita apenas para fins de divulgação, Vagrant Story já começa com tudo ao clicar em New Game. Uma mansão está em chamas, pelo visto local de um ataque. Uma ordem de cavaleiros procura por alguém chamado “Sydney”. Os gráficos são (para a época) excelentes. O uso de texturas e do preto cria ilusões de iluminação dinâmica (que não acho que eram comum), os modelos dos personagens são detalhados e expressivos, o diálogo é de altíssima qualidade, a trilha sonora complementa perfeitamente e o corte entre cenas, alternando com os créditos, mantém o ritmo constante. O líder dos cavaleiros divide seus homens em dois grupos, um para apagar o fogo que consome a mansão, o outro para achar os “traidores”. É quando a cena muda para outro personagem, entrando pela mansão por um portão, fechando este ao perceber a luta que ainda acontece do lado de fora. Outro homem, pelo visto do grupo que atacou a mansão, está dando ordens, antes de voltar para dentro. O personagem é descoberto, e temos o primeiro gosto da jogabilidade. Não há tutoriais, apenas uma área aberta e alguns inimigos fracos. Se fosse um fã da Square da época, provavelmente traçou paralelos iniciais com o primeiro Parasite Eve, e não estaria muito longe. Há controle do personagem em tempo real mas, ao atacar, uma grande esfera abre, mostrando seu raio de alcance. É possível atacar as partes individuais dos inimigos: cabeça, braços, corpo, pernas. Há várias outras estatísticas, mas não é isso que o jogo quer que você se preocupe no momento, apenas no básico de atacar e, possivelmente, usar algum item. Vencida a batalha, o guerreiro entra na mansão e escuta vozes discutindo por trás de uma porta. Estão procurando por algo. Alguém se refere a outra pessoa como Sydney, e isso chama a atenção. Quando saem do salão, o personagem se esconde. Restaram apenas dois homens dentro, Hardin, o homem que mais cedo dera ordens aos homens perto do portão, e Sydney. Ambos discutem sobre a localização de algo que deveria estar na mansão, mas que não conseguem encontrar. Com os cavaleiros fechando o cerco, Sydney cede aos apelos de Hardin e fala para trazer “o garoto”. Na ausência de Hardin, nosso personagem age. Pegando Sydney de surpresa com uma besta, e, pelas costas, ordena que ele se amarre. Ao se virar, Sydney diz que ele não é um cavaleiro, o chamando de “Riskbreaker”, um cão de guarda real. Desobedecendo, Sydney tenta atacar com uma espada, mas é atingido no coração com uma flecha. O “Riskbreaker” examina o corpo confirmando a morte, quando Hardin retorna carregando um garoto loiro. Ao se preparar contra Hardin, o Riskbreaker é atingido pelas costas por ninguém menos que Sydney, que está vivo, e diz para Hardin ir para “Leá Monde”. O guerreiro e Sydney se enfrentam, numa troca de diálogo já famosa, em que o Riskbreaker fala para deixar as histórias de voltar dos mortos para os contos de fadas. Sydney, após retirar a flecha do coração, diz que ele devia mostrar mais respeito para com contos de fadas e não à toa, pois logo em seguida chama um dragão, que é o “chefe” desta introdução. Após a batalha e com a fuga de Sydney, o destino fica claro: Leá Monde, que descobriremos em breve se tratar de uma antiga cidade, destruída e amaldiçoada, onde o jogo realmente se passa. Isso tudo em 15 minutos. De quebra temos um texto de A.J. Durai, para os fãs de FFT mais lerdinhos que estavam tendo flashbacks com o character design e a trilha sonora de VS. A introdução de Vagrant Story, e o jogo no geral, é, para mim, o ápice do que um jogo conseguiu atingir numa narrativa cinematográfica no PS1, e os minutos iniciais não deixam barato. Ambientação, personagens, mistérios, um gostinho da jogabilidade e um destino. Para um pouco mais de detalhes, há ainda uma cena extra, que ocorre caso deixe o menu principal parado por alguns segundos, que dá um pouco mais de pano de fundo para a mansão do Duke, os cavaleiros, o grupo de Sydney e o protagonista, Ashley. É daqui, também, sua frase de herói dos anos 80, quando Merlose pergunta se devem esperar por reforços antes de invadir a mansão. “Reforços?”, diz ele. “Eu sou os reforços”.
  13. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Tá na minha wishlist, parece ser foda mesmo. Bom saber que tem uma pegada na história tipo Hotline Miami. E depois de muito tempo sem jogar absolutamente nada, retomei meu save e terminei Bloodstained: Curse of the Moon, o prequel no estilo 8-bits do Bloodstained: Ritual of the Night (que finalmente saiu, pelo visto). Curti bastante, a troca imediata entre os quatro personagens, todos bem diferentes entre si, é muito legal e dá uma ótima dinâmica. Último chefe eu usei todos os personagens em situações diferentes para vencer (mago com a magia de círculo de fogo -> forma morcego do vampiro = bye bye).
  14. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Sim, nas corridas mais avançadas pode dar raiva. Principalmente no começo da corrida quando vc está evitando o bate-bate nos oponentes, visto que o computador sempre parece tirar mais vantagem disso do que vc (perdem bem menos velocidade). Mas como o jogo é muito bom tu volta até vencer.
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