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Strife

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    Joao_Strife

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  1. Strife

    Digital Foundry Retro | Graficismo com jogo velho

    Eu vou na contramão de todo mundo e o único Killzone que gostei mesmo foi o primeiro. Tecnicamente impressionante para PS2, excelente campanha de longa duração, quatro personagens com armas e estilos diferentes que vão se alternando com pontos de vista diferentes da história. Tipo de FPS que eu curto. Daí pra frente foi ladeira abaixo. Killzone 3 é patético, a campanha deve ter duração de Call of Duty do 4 pra frente, e os cenários são a coisa mais pobre possível. Claramente arenas do multiplayer interligadas por ceninhas e só. Representa o que há de pior daquela geração em que todo mundo queria um pedaço da torta da Activision. Naturalmente Lulu gostou. Nem joguei o Shadowfall.
  2. Strife

    Breath of Fire 4 - Humildemente um ótimo jogo

    Concordo com o Lucs apenas em relação ao sistema de transformação de dragão (retrocesso em relação ao III) e à câmera. Realmente tem uns cenários que irrita muito ficar girando toda hora. Poucos jogos daquela época conseguiam fazer essa rotação travada de 45 graus funcionar bem. Alundra 2 tb era ruim nisso. Vagrant Story era melhor. E Ursula era outra ótima personagem. Bem como o Scias.
  3. Strife

    Breath of Fire 4 - Humildemente um ótimo jogo

    Boa análise, gosto muito do jogo apesar de achar inferior ao III. Fou-Lu é um dos melhores personagens da série, o próprio character designer gosta tanto dele que "reutilizou" como inspiração para um dos vilões do V. E realmente as animações 2D são lindas, quiçá as melhores do PS1 (Guilty Gear talvez empata). Acho impressionante ainda hj.
  4. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Mas é algum programa que se instala num Switch destravado? Emulação do Saturn nem no PC ainda presta 100%, apesar que o Mednaffen melhorou horrores para vários jogos que não rodam direito no Yabause. Para jogos 2D é excelente, pq infelizmente não possui opção de melhorar resolução dos 3D como o Yabause.
  5. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Tirei atraso desse ano passado e curti, apesar da lerdeza do sistema de batalhas. Mas o jogo é curto então não fica sendo lá um grande problema. O foda que eu fudi o "build" dos meus personagens e me lasquei no último chefe, foi um sofrimento e quase todos os meus itens embora para conseguir vencer. Não saber quando uma arma vai quebrar é chatinho tb. Mas foi legal ver as origens de Shadow Hearts. Tu tá jogando emulador tudo no Switch é? Nem sabia que rolava. Dica: vc precisa de um acessório (um pendante) da Koudelka equipado antes de ir pro último chefe senão vc morre automaticamente numa cena lol
  6. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    O estilo varia, mas os jogos da série Suikoden envolvem a manutenção do seu castelo com o recrutamento de personagens. Dark Cloud 1 e 2 possuem construção de cidades, com materiais que se colhe ao longo das dungeons (pessoalmente gosto mais do 1, o 2 é muito "inchado"). Agora estou jogando Ni no Kuni II e curtindo bastante o desenvolvimento do castelo, mistura a construção de Dark Cloud com o recrutamento de personagens de Suikoden e é um dos aspectos mais viciantes do jogo, volta e meia vou jogar e gasto horas só nisso. E o bom é que tem resultados concretos no jogo, vc consegue materiais, magias, armas, habilidades etc tudo coisa que ajuda na aventura e nas sidequests.
  7. Temn vários jogos de stealth para Alucard "matar a vontade" de MGS. Mas Alucard não gosta de MGS por ser stealth. Gosta de filminho. Daí fica arranjando desculpa para elogiar essa bosta ae.
  8. Strife

    Playstation 2 - O que este console deixou pra nós?

    Cobertura geral mas superficial do vídeo. Mas é muito difícil dar a devida atenção: até hoje eu ainda tenho jogo para jogar no PS2. Fico na dúvida ainda qual tem a melhor biblioteca, PS1 ou PS2, mas ambos pra mim representam a era mais fértil dos jogos. Aquele período de transição de tecnologias, em que os custos ainda não eram tão elevados e as empresas investiam mais em ideias diferentes.
  9. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Que pena ler que novamente o enredo de um novo Ace Combat saiu tosco. A sequência que a Namco fez no PS2 foi tão boa que me fez virar fã da série, sendo que eu nunca consegui gostar dos de PS1. Ace Combat 4, 5 e Zero são simplesmente sensacionais. Da trilha sonora ao enredo, tudo "clica" neles. Daí veio o 6 e Assault Horizon... blergh Ainda tenho flashbacks do AC6 e seu "like angels dancing in the sky". Ok. Já entendi. Os aviões são anjos. E dança é metáfora para dogfight. Saquei. Sou burro não, já tinha entendido na 49587209878 vez que falou isso. Chega pelamordedeus.
  10. Quando sair esse jogo vc compara o Metacritic dele com DQXI e enfia no cu lulu, pq eu sei que não vai jogar nenhum dos dois
  11. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Alucard alucardeando.
  12. Eu sinceramente não sei qual a razão de existir desse jogo. Jogabilidade que ninguém mais quer saber. Não é para os fãs da série tal como o Front Mission Evolved não foi. Sério, para qual público é isso? Vou piratear só pra ver de qual é, porque é óbvio que vai seguir a cartilha dos preços absurdos da Square Enix, que vende jogo de celular na Steam por 60+ reais.
  13. Strife

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Terminei Dragon Quest XI. Com exceção da OST, muito além das minhas expectativas. Mais de 100h nele, melhor da série.
  14. Dragon Quest XI é um raio de luz de esperança para grandes produções de RPGs tradicionais. Enquanto jogava, de início ao fim, só conseguia pensar “Porra Square Enix, custava fazer um Final Fantasy assim?”. O mais recente capítulo da mais clássica série do gênero faz tudo parecer fácil, quase trivial. Gráficos fantásticos? Áreas enormes e exploráveis com mapa do mundo e tudo? Enredo e personagens de qualidade? Jogabilidade de primeira? Sim, sim, sim e sim. DQXI também é o tipo de jogo que mostro de exemplo quando surge o debate entre inovação ou tradição. Pessoalmente posso perdoar certos defeitos em jogos inovadores, mas se vai se manter numa fórmula clássica, que faça direito. E Dragon Quest não decepciona. O visual do mundo é fantástico, não é propriamente um open world moderno, mas algo mais próximo às grandes áreas interconectadas de Final Fantasy XII, com o bônus de possuir um mapa do mundo explorável. A exploração é sempre agradável pois mesmo as áreas sendo grandes, não são vazias, sempre há algo para fazer ou interagir. Como não há encontros aleatórios, é fácil evitar inimigos e se concentrar em outras coisas quando quer. As cidades são grandes, os loadings são curtos, há cavalos e fast-travel para ajudar, fora um navio. Mesmo não sendo mais open world como DQVIII, o jogo é enorme e lindo Sem falar que agora há um elemento de verticalidade na exploração do mundo de DQXI que ainda é difícil de se ver no gênero. Localidades e dungeons são mais verticais com coisas como penhascos, escadas e cordas. É possível derrotar certos inimigos especiais para depois conseguir montá-los para explorar mais rápido ou usando suas habilidades únicas (um tipo escala certas paredes, outros voam etc). A performance é sólida na maior parte do tempo, só notei slowdown em algumas das cidades mais movimentadas como Gondolia. O sistema é um clássico sistema de RPG por turnos, mas polido ao máximo. Recomendo de imediato mudar a câmera de batalha para “Classic”, pois a opção default te dá controle para movimentar personagens que não afeta em nada nas batalhas em si, sei lá para que existe, deve ser para tentar enganar quem não tem paciência para turno. Uma vez feito isso, é uma mistura de vários elementos positivos da série com maior praticidade e algumas novidades. Os personagens são todos únicos entre si, podendo equipar várias armas com efeitos diferentes (e pode trocar durante lutas sem perder turno). Há o sistema de “Pep”, que é basicamente um sistema de Limit Breaks misturado com as Techs de Chrono Trigger, em que quando os personagens entram no estado de Pep, podem usar e combinar diferentes habilidades que aprenderam para realizar golpes especiais. Ah, e todos personagem ganham EXP igualmente mesmo estando na reserva e também podem ser trocados durante os combates (mas isso gasta um turno), o que incentiva o jogador a criar grupos variados para se adaptar melhor para as situações. O sistema de batalhas é clássico, mas excelente Também possui um ótimo sistema de craft de equipamentos, simples e eficiente. Gostei que expandiram mais a ideia de equipamentos que mudam a aparência dos personagens, apesar de ainda não ser o ideal já ajuda muito para dar um jeito no visual genérico do protagonista, é legal conseguir equipamentos (úteis) que são inspiradas em designs clássicos da série, sem ficar só na estética vazia de um Tales da vida, por exemplo. A duração é boa, se não fizer sidequests dá para terminar por volta 50h e a narrativa até esse ponto nunca parece se arrastar. Meu tempo foi de 75h, mas porque quis fazer o máximo do conteúdo extra. Infelizmente DQXI é um DQ mais fácil que seus irmãos mais velhos, coisa que me fez até mesmo evitar batalhas (pelo menos é fácil, visto que não tem mais encontros aleatórios) durante a maior parte do tempo após as primeiras horas, e eventualmente cheguei em chefes interessantes para compensar. Há, entretanto, um epílogo, que na tradição de jogos como Lunar 2: Eternal Blue e Tales of Graces f, é o verdadeiro último terço do jogo. Aqui sim a dificuldade lembra mais DQs tradicionais, há mais extras a se fazer, e novos eventos da história para se ver até chegar no verdadeiro último chefe (que é o mais difícil). Fiz tudo que encontrei menos uma sidequest que envolvia ganhar jackpot nas roletas do cassino (vsf) e meu contador passou das 100h. Posso não ter gostado muito de alguns rumos que a história tomou, mas como conteúdo de jogo, esse epílogo foi excelente. Erik com Dual-Wielding, Divide e Falcon Strike. De nada Outro aspecto que merece menção é a localização, impecável. Ajuda muito a dar o tom certo à história e a criar um mundo cheio de personalidade e charme. Me lembrou o cuidado que Final Fantasy XII recebeu em sua época, com sotaques e estilos literários para adicionar aspectos únicos às culturas do jogo. Em DQXI as regiões de seu mundo, Erdrea, são inspirações muito inspiradas (com perdão do trocadilho, que é outra coisa que o jogo gosta) em diferentes culturas e povos do nosso mundo. Vemos influências francesas, italianas, espanholas, inglesas, havaianas etc. Em uma cidade inspirada na cultura japonesa (claro), todos os personagens falam em haiku. Todos, não interessa se é o NPC que te dá boas-vindas ao local ou alguém importante para o enredo. As sereias falam em poemas. As vozes são ótimas, o sotaque da Veronica é uma gracinha e o senso de humor do jogo é adorável. Sabe muito bem navegar entre os momentos sérios e cenas de comédia que se sentiriam à vontade em Monty Phyton, por exemplo. E assim como DQVIII, isso é algo que existe somente na versão americana, com a versão japonesa sequer possuindo vozes. 50% Chapeuzinho Vermelho, 50% Hermione O que é muito bom, porque DQXI possui, pelo menos para mim, a melhor história e os melhores personagens da série. E conseguiram fazer isso dentro da fórmula tradicional da jornada do herói que sempre foi a peça fundamental de DQ e que os fãs sabem de cor. Se DQV se destacou por contar esse tipo de narrativa em diferentes períodos da vida do protagonista, desde a infância, se casando, tendo filhos e eventualmente jogando como eles; e DQVIII foi aquele que adaptou o estilo clássico da saga com roupagem de superprodução moderna, DQXI é o que pega tudo isso e constrói algo melhor em cima. Gostei de quase todos os personagens, o grupo principal é sem dúvida aquele que mais interage entre si como seres humanos, e possui até algumas surpresas e certos comentários que não se esperaria de um DQ. Se tenho uma crítica aqui seria uma oportunidade perdida de mistério ao revelar a identidade de um certo personagem para o jogador mas não para os heróis, então você fica lá escutando eles por algumas horas “nossa mas quem será fulano?” enquanto na sua cabeça só tá “já sei, vcs deram spoiler da própria história, segue pro chefe”. Tudo bem que depois vieram com outro plot-twist que surpreendeu mais pelo momento repentino do que pela revelação em si, mas ainda assim foi uma oportunidade desperdiçada que seria ridiculamente fácil de “corrigir”. Todos os elogios acima, porém, não podem ser ditos da trilha sonora do jogo. Pouco inspirada, eu finalmente compreendi as críticas que li antes do lançamento. A OST num todo não é ruim, e é obviamente no estilo conhecido de Koichi Sugiyama, mas possui poucas músicas o que leva a bastante repetição de temas, sendo que a maioria não é memorável para início de conversa, e sou mal-acostumado com as versões totalmente orquestradas para PS2 de DQV e DQVIII. Normalmente não tenho nada contra MIDI, mas aqui isso faz uma diferença tremenda pelo estilo das composições da série, e mesmo assim destaco que gostei muito mais da trilha sonora do remake de DQIII para Snes (em MIDI) do que essa de DQXI, mesmo com mais de vinte anos de diferença entre as duas (pqp). Clique nas imagens para escutar as versões Acho que o principal culpado das reclamações é o tema de batalhas: genérico, enjoadinho e curto (dá para notar claramente o loop em qualquer luta mais demorada), é utilizado para quase todas as lutas, chefes inclusos. Acho que só existem três músicas de batalhas diferentes no jogo inteiro. Não só isso, como cenas de ação também costumam vir acompanhadas pelo mesmo tema de batalhas padrão. Para um compositor veterano e outros velhos de guerra, nunca ocorreu usar o grande espaço de armazenamento (desde os CDs!) para colocar, sei lá, mais músicas e em maior qualidade? Se fosse fazer uma última crítica seria que, como DQXI foca mais no desenvolvimento dos personagens, foi o primeiro jogo da série que senti que talvez não deveriam ter usado o arquétipo do protagonista mudo. Ao contrário de muitos jogadores eu vejo isso como uma ferramenta que depende do uso e do estilo de história que se quer contar, alguns RPGs só funcionariam do jeito que funcionam com um protagonista mudo, como Chrono Cross. Mas se nos DQs anteriores o protagonista assumia sem problemas o papel de simples avatar do jogador, em DQXI várias cenas acabam ficando estranhamente vazias visto que obviamente necessitam de uma demonstração de emoção maior que um “...”, sem falar em certos desenvolvimentos que prefiro não falar para não ser spoiler. Talvez isso e a trilha sonora sejam coisas a considerar se valem tanto a pena se apegar demais em projetos futuros (até porque o Sugiyama tá com 87 anos né). Jogão, simplesmente Mesmo diante disso, DQXI é o melhor RPG tradicional que jogo em anos, e finalmente mais um de maior porte para colocar junto de um WRPG (The Witcher 3) e a versão definitiva remasterizada de um JRPG antigo (Final Fantasy XII: The Zodiac Age) como meus RPGs favoritos da geração até o momento, desconsiderando indies. E novamente: custa fazer um Final Fantasy assim, Square Enix?
  15. Strife

    Rage 2

    Como uma das cinco pessoas que gostou do primeiro RAGE, nunca achei que teria continuação. Acabou literalmente no meio da história. A jogabilidade e AI dos inimigos foi o que me prendeu no jogo. Um daqueles raros jogos que todas as armas são úteis, sempre.
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