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  1. Retirado do site: http://jogoveio.com.br/nemesis-gradius-msx/ Nemesis / Gradius (MSX), um dos maiores expoentes dos shmups de todos os tempos Mario Camara / 25 de fevereiro de 2017 / MSX, Retro Reviews Normalmente as empresas tentam transmitir pelo nome de um jogo alguma coisa que consiga dar uma ideia de como o game é ou o que existe dentro dele. Mas acho que nunca um título caiu tão bem como em Nemesis. Veja alguns dos significados para Nemesis: Como podem ver, o título faz jus ao que iremos enfrentar em várias fases, enfrentando inimigos dificílimos, coletando power-ups e que vai demandar muita habilidade. E com segredos por quase todo lugar! Mais uma obra-prima da Konami. Substantivo feminino mit.gr. – deusa da vingança e da justiça distributiva; p.ext. – alguém que exige ou inflige retaliação; p.ext. – rival ou adversário temível e ger. vitorioso; p.ext. – ato ou efeito de retaliar. PrecursoresO estilo do jogo Nemesis se chama Shoot ‘em up (numa tradução livre seria algo do tipo “atire neles”, também descrito como Shmup) e há um consenso de que o jogo Skramble (1981) foi quem deu raízes para seu lançamento (mesmo não tendo a mesma mecânica de jogo). Outros jogos que se candidatam foram Defender (1981) e Moon Patrol (1982). Outro dia falaremos dessas velharias! Nemesis foi lançado inicialmente nos arcades do Japão em 29 de maio de 1985 com o nome Gradius, e em seguida nos Estados Unidos e Europa (com o nome Nemesis). Alguns dizem que Gradius seria uma corruptela de Gladius (pequena espada usada pelos romanos), mas isso nunca foi confirmado. O jogo foi lançado para praticamente todos os consoles e micros, incluindo: ZX Spectrum, Commodore 64, NES/Famicom, MSX, Master System, Sharp X68000, PC Engine, Sega Saturn, PlayStation, entre tantos outros. Mas uma coisa é certa: o pessoal das antigas, fã de carteirinha do Jogo Véio, gosta mesmo é da versão de MSX! GameplayA mecânica do jogo é totalmente em 2D side scrolling (movimento lateral em 2D), no qual o jogo “anda” da direita para a esquerda, com a sua nave começando do lado esquerdo e podendo se mover por toda a tela. O game não permite que você se mova para os cenários que já saíram da parte “visível” (além da extremidade esquerda da tela) e avança sempre para a direita até que você termine a fase – ou morra tentando! No começo da partida – ou sempre que você morre – sua nave, chamada de Vic Viper, está “zerada”, sem poder algum, sem nenhum bônus, proteção ou defesa. Você tem apenas um canhãozinho mequetrefe, que solta só um tiro para frente a cada vez que você aperta o botão de tiro. Mas as coisas não ficam assim por muito tempo – ainda bem. Cada onda de naves inimigas que aparece, ao ser destruída, vai soltar um power-up que você pode usar para adquirir armas mais poderosas, mais velocidade, mais proteção, e por aí vai. Você pode comprar: Speed – Mais velocidade, fundamental em alguns estágios. Pode ser incrementada (stacked) em até 8 vezes; Missile – Sua nave conta com mísseis, para serem usados no ataque aos inimigos do solo. Pode ser incrementada (stacked) em até 2 vezes; Double – Muda seu tiro (frontal) para um duplo (frontal e superior), permitindo destruir inimigos a sua frente e no topo da tela; Laser – Muda seu tiro (frontal) para um laser, que tem poder de penetração. Pode ser incrementada (stacked) em até 2 vezes; Option – Cria uma “sombra” que segue sua nave e que atira nos inimigos. Pode ser incrementada (stacked) em até 2 vezes; Shield – Coloca um escudo na frente da sua neve, permitindo que você sobreviva mesmo após ser atingido por um inimigo. Como foi dito acima, você começa com apenas um tiro simples, mas conforme vai destruindo as naves inimigas e coletando power ups, sua nave fica cada vez mais forte. Só dessa forma você será capaz de matar tudo o que aparecer na tela! Só tem um problema: morreu, fodeu. Quando você morre, todos os avanços que conseguiu somem e sua nave volta a ser o que era no começo: ou seja, ferrou! Normalmente, quando isso acontece o jeito é recomeçar. Se for na fase 1 ou 2, ainda tem jeito. Agora, da fase 3 em diante só tem um jeito: reset e começar tudo de novo… Fases e bônusAo todo são 8 fases principais, cada uma com um visual totalmente diferente. Além disso existem 4 estágios secretos (Bônus Stages) que só podem ser acessados ao realizarmos determinadas ações durante o jogo. Confira cada uma das fases logo abaixo: Fase 1 (Volcano) Fase 2 (Stoneridge) Fase 3 (Moai) Fase 4 (Inverted Volcano) Fase 5 (Wasteland) (Exclusiva do MSX) Fase 6 (Tentacle) Fase 7 (Cell) Fase 8 (Xaerous’s Fortress) Bonus Stage 1 Para ativar esta fase é preciso entrar em uma parte onde não tem saída no final do estágio 2. Bonus Stage 2 Para ativar esta fase é preciso entrar entre as duas cabeças dos Moiais no estágio 3. Bonus Stage 3 Para ativar esta fase é preciso passar por dentro do vulcão que fica no estágio 1 ou 4. Bonus Stage 4 Para ativar esta fase é preciso entrar em uma parte logo cima do final da fase, onde fica o boss, no final do estágio 7. Coisas que só gente velha viveu…Até agora qualquer pessoa pode passar (ou ter passado) por tudo que foi dito aqui, mas tem coisas que só o pessoal do Jogo Véio passou: Fui gerente do MISC (MSX International Service Club) e vou dividir algumas das minhas experiências com vocês: O MegaROM A foto acima é uma MegaRAM da ACVS (Ademir Carchano). Os jogos para MSX podiam usar 8, 16, 32 ou, no máximo, 64 Kb de memória ROM. Na época estava tudo bem, pois bastava copiar o jogo em cartucho e pronto. Só ficava mais caro usar uma ROM de 32 ao invés de uma de 8. Havia também a possibilidade de usar os jogos em disco e até em fita cassete, carregando os blocos conforme o jogo avançava. Dava trabalho, mas era possível. Mas aí a Konami inovou e passou dos limites, lançando o que ficou conhecido como MegaROM, uns cartuchos com 128 Kb (ou mais) de memória ROM e que tinham muito mais fases, mais inimigos, mais músicas, mais tudo! Essa tecnologia usava um chaveamento de memória que permitia mudar o conteúdo da memória, e assim ampliar o tamanho das fases. Aí a coisa complicou, já que não havia memórias PROM de 128 megas (e quando elas chegaram, eram extremamente caras). Teve um grupo de programadores que conseguiu quebrar o jogo e tornou possível emular o MegaROM usando um disco ou fita cassete, mas era algo quase impraticável. Além disso, a Konami estava bombando na época, lançando um jogo atrás do outro, tanto para MSX1 quanto MSX2. E claro, todos usando o MegaROM! Aí ferrou, porque ou a gente comprava o cartucho original (e não existia eBay na época), pagando até US$ 250, ou pedia emprestado o cartucho para algum amigo que tinha ido para o Japão. A pessoa que veio com a melhor alternativa foi o Ademir Carchano, que teve a super ideia de criar uma coisa que ele apelidou de MegaRAM. A MegaRAM é um tipo de cartucho “genérico”, sem nenhum jogo armazenado, e que funcionava como uma MegaROM em branco. Desta forma, ela podia ser programada com o conteúdo de um MegaROM através de um disquete. Os jogos em MegaROM tinham 128, 256 ou 512 Kb, divididos em blocos de 8 ou 16 Kb. Assim, o jogo Nemesis, que tinha 128 kb, era dividido em 8 blocos de 16 kb. No disco ficavam 8 blocos que eram carregados na MegaRAM e depois bastava dar um reset. A ideia era sensacional, pois permitia que a gente tivesse todos os jogos, gastando apenas uma única vez com a compra da MegaRAM. O único problema é que na época não tínhamos Mercado Livre, eBay, comércio eletrônico… nada disso! E mesmo as revistas, na época eram escassas. A única de MSX era a finada MSX Micro, e as demais não falavam muito do sistema e nem tinham como ajudar a vender o dispositivo. Assim, restou ao Ademir usar o MISC para vender seus produtos. Só que, na época, o MISC estava indo muito mal das pernas. Gastava mais do que arrecadava e estava no vermelho! Com a venda da MegaRAM (e do Kit de MSX 2.0), o MISC ganhou um fôlego extra, mas isso quase custou a falência do Ademir! Depois de uns meses ele parou de fornecer a placa e o MISC estava bem perto de ruir. Nesse momento, surgiu um cara chamado Wilson (não me recordo do sobrenome dele, mas ele morava na Zona Norte de São Paulo), que conseguiu quebrar o epoxy que o Ademir tinha colocado nas primeiras versões, deixando o projeto da MegaRAM nas mãos do povo. Além do Wilson, teve o Jaú (Ricardo Ornellas), que também fez algumas modificações no projeto. No MISC, vendíamos umas 10 ou 20 MegaRAMS por semana ao custo de US$ 100 a US$ 150 cada. Fora os jogos, que eram vendidos separadamente. VídeoNemesis (MSX) Longplay – Fonte: World of Longplays DicasO jogo tem um montão de códigos e eu nem lembro como a gente fazia para descobrir essas coisas, pois não existia internet e nem mesmo as revistas do Brasil sabiam dessas coisas. Lembro de usar algumas MSX Magazine (japonesas) e pedir a ajuda de alguns amigos que conseguiam ler japonês e que ajudaram a encontrar alguns códigos e segredos, que nós vamos compartilhar logo abaixo: Antes de mais nada é preciso dar Pausa (F1) antes de entrar o código. Depois digite o código que deseja, aperte ENTER e depois despause o jogo (F1). Os códigos só podem ser usados uma vez por partida, então saiba bem o momento de usá-los! MOMOKO – Todas as armas (apenas para a fase 1) CHIE – Todas as armas (apenas para a fase 2) AKEMI – Todas as armas (apenas para a fase 3) SYUKO – Todas as armas (apenas para a fase 4) CHIAKI – Todas as armas (apenas para a fase 5) NORIKO – Todas as armas (apenas para a fase 6) SATOE – Todas as armas (apenas para a fase 7) YASUKO – Todas as armas (apenas para a fase 8) KINUYO – Todas as armas (apenas para a fase especial 1) HISAE – Todas as armas (apenas para a fase especial 2) MIYUKI – Todas as armas (apenas para a fase especial 3) YOHKO – Todas as armas (apenas para a fase especial 4) HYPER – Todas as armas (qualquer fase) DOWN – Diminui a velocidade – funciona sempre, mais de 1 vez A ou AHO – Game Over… E precisa de código? Aho, em japonês, significa idiota! Digitando SPEEDUP, MISSILE, DOUBLE, LASER, OPTION ou SHIELD vai ativar o efeito correspondente
  2. *JC

    Musicas originais do Sonic 1

    Seria isso? http://passagemsecreta.com/reveladas-20-anos-depois-musicas-originais-de-sonic-1-2/
  3. Esse é a capa do primeiro. Eu tenho várias versões de Gradius para vários sistemas, acho que até já postei aqui. Dos que eu queria e me faltam é a versão do PC Engine CD e o Nemesis 3 de MSX, esse último acho que nunca vou comprar, de tão caro que pedem nele, hahahah
  4. *JC

    Nintendo Switch

    Alucard bosteja demais, facto. Kojima copiou descaradamente pq os jogos só foram lançados no Japão a época (tenho que ver se a versão que saiu pro NES depois tbem tinha os plágios, alguém confirma?). Mas só eu ri imaginando o Kojima em pleno anos 80 pegando imagens no Google?
  5. Rodrigo, de fato o retrobright é um processo químico que realmente retira uma fina camada do plástico. Mas teriam que ser muitas aplicações para que isso de fato representasse um problema a ponto de trazer danos reais ao plástico. Sem falar que a camada amarelada, que já está oxidada, na prática já é plastico que foi pro saco.
  6. Procure no Google por retrobright. Meu setup (pag 56) não mudou nem o sofá, nem a TV e nem o Rack, só os equipamentos e a sala em si, pois daquela foto pra cá já mudei duas vezes de apartamento. Não vou tirar foto ainda porque falta um equipamento pra chegar
  7. *JC

    COMPLETEI MINHA BOLIVIA GEN

    Valeu Bigas! Na verdade não tenho interesse real em rodar piratas no WiiU, mas sempre gosto de testar estas coisas. Vou arrumar um SD de 64 GB pra ver qual é!
  8. *JC

    Nintendo Switch

    Eu também tenho, comprei em junho de 2013.
  9. Só saio da minha plasma para o OLED, isso quando ela estragar, claro. Quanto ao 4k, hoje ainda não compensa, a oferta de conteúdo é pequena. Mesmo o Netflix parece que não é real 4k nos programas que tem essa opção (por sinal, já oferecem no Brasil?).
  10. *JC

    Nintendo Switch

    Desculpe mas eu também não acredito. Viu a bobagem que a Tectoy falou sobre o controle de 6 botoes?
  11. *JC

    BOMBA NOVO CONSOLE DA SEGA

    Tá no Spoiler. Coisa Linda.
  12. *JC

    BOMBA NOVO CONSOLE DA SEGA

    Nada mais do que um clone chinês com áudio ruim. E sem HDMI ainda, vixe. Vou passar bem longe. Ainda bem que já tenho um com essa caixa
  13. *JC

    Apple Produtos - Vale tudo isso mesmo?

    Resposta rápida: vantagem nenhuma. São aparelhos de qualidade mas o custo-benefício é ridículo. Sempre tive celular Android, e da Apple tenho apenas um Ipad 2 que comprei em 2011 (na época pelo preço valia a pena, hj tá tão caro quanto o resto). Tem uns 2 meses que a empresa trocou meu celular corporativo por um iPhone 6s. Afora uma firula ou outra, normalmente inútil, funciona a mesma merda que meu Android que custa 1/3 do preço. Aplicativos essenciais também. Só não tem a maçãzinha que os applefags gostam de exibir.
  14. *JC

    Nintendo Switch

    Oi?????? Nem o primeiro IPAD lançado em 2010 tinha 720p, volte de onde venho.
  15. *JC

    [XOne - Win10] Forza Horizon 3

    Comprei ontem numa promo do submarino a 135 pilas, agora é aguardarrrrr
  16. *JC

    Dossiê Old!Gamer ganhará coletânea de livros

    Cara, tenho certeza de que conheço muito mais de NeoGeo do que você de MSX. E em nenhum momento eu falei que MSX é melhor ou pior que Neo Geo, o que eu disse e repito é que você não conhece nada de MSX para ser tão taxativo. De repente você até pode ter razão, mas como seu conhecimento de MSX beira o nulo - como ficou comprovado naquele tópico de Capcom x Konami, onde citei clássicos da plataforma (sim, clássicos e populares) dos quais você nem tinha ouvido falar - reservo-me o direito de não considerar a sua opinião sobre a plataforma. Joga lá um pouco e depois conversamos E, eu também acho que o NeoGeo daria um bom livro - embora mais fininho Tenho certeza de a decisão de ter um livro só para MSX está ligado ao fato de que, tirando obviamente o PC dos 90 em diante, o MSX foi de longe o microcomputador para games mais popular do Brasil, e por isso tem muita história pra contar, e quem não viveu não tem a dimensão - assim como qualquer um que não viveu a concorrência SegaxNintendo na década de 90 talvez não entenda qual a importância de um Mega Drive, o que é perfeitamente compreensível (guardadas a devidas proporções, claro, só exemplificando). E isso considerando que plataformas que mundialmente foram muito mais bem-sucedidas que o MSX, como o ZX-Spectrum, também se estabeleceram no Brasil mas não tiveram a mesma popularidade. Sobro bons jogos de MSX, não vou comparar com NeoGeo pois são épocas e plataformas completamente diferentes, vai ficar eu e vc debatendo o sexo dos anjos. E eu sou avesso a essa tendência Players de que pra algo ser bom, tem que ser melhor que outro, o que pra mim é uma bobagem, ainda mais comparando banana com maçã, que é comparar NeoGeo com MSX. Sobre lista de jogos de MSX, Já falei de alguns jogos lá no outro tópico (onde só citei jogos da Konami, mas tem de outras plataformas), e procura aí no youtube, já que você disse que "são jogos simples, dá pra ter uma ideia de como são só com review de ver". Tem uma pá de best of no yt, mas não concordo 100% com nenhum deles, mas tem esse aí que achie só com jogos da Konami, bacana pois tem a capa dos games: Comentando sua lista de Neogeo - não sei se vc percebeu, mas na sua lista tem 4 gêneros - luta, shooters, beat´n up e esportes, que é basicamente o que o Neo Geo tinha, já que os poucos de outros gêneros que existiram, como o Drift Out, não fizeram muito sucesso. Windjammers é ruim, nada mais que uma versão bonita e moderna de pong. Eu tiraria esse em favor de jogos infinitamente melhores como o Neo Turf Masters que vc citou ou o Alpha Mission II, ou até o Wiewpoint. Sengoku acho uma merda, todos os três, sem falar que é um jogo "feio" pros padrões de NeoGeo. Pulstar e Blazing Star são lindos, como quase todos os de NeoGeo, mas em termos de jogabilidade sou mais um Zanac de 8 bits (yt), não tem nada de realmente "diferente" pra se destacarem em um mar de shooters existentes na época. Demais jogos são realmente bons, foi até legal relembrar, peguei a minha consolized aqui pra relembrar de alguns, e acabei mais de uma hora jogando Neo Turf Masters :/
  17. *JC

    [XOne - Win10] Forza Horizon 3

    Também fiquei surpreso, joguei um tempão e ainda não fiz tudo o que podia na demo. No Xonão tá rodando bem, o trabalho com luzes melhorou demais, algumas cenas diurnas estão maravilhosas. A jogabilidade está a mesma coisa, divertidíssima.
  18. Tenho duas Plasmas, a Pana viera 42PY (desde 2009) e a Samsung PL51D560 (essa 3D ativo, desde 2011), e fico com o cu na mão delas estragarem principalmente a última, não pelo estrago em si, mas por saber que terei que dar um rim pra ter algo com qualidade de imagem semelhante hoje em dia.
  19. *JC

    Dossiê Old!Gamer ganhará coletânea de livros

    Aidna bem que você não trabalha na Editora Europa Somando Intellivision + Odssey não dá 2/5 de Atari 2600, tanto em termos de qualidade como variedade e importância histórica.
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