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Executioner

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Tudo que Executioner postou

  1. Executioner

    Final Fantasy XIV [PC/PS4]

    Porra e muito azar, chega em 25% e trava... Tava na secura de jogar =(
  2. Executioner

    Final Fantasy XIV [PC/PS4]

    Estou com erro 20019 na hora de fazer o prep. data, mais alguém teve isso no PS4? Pesquisei e não encontrei solução...
  3. Executioner

    Metal Gear Solid 5

    Mas não agora, nem neste post, só daqui alguns dias. Issue 65 of Official PlayStation Magazine UK will feature a world exclusive chat and photo shoot with Hideo Kojima, the first developer to appear on the publication's cover in its 16-year history. In what is billed as the Metal Gear creator's most candid interview ever, Kojima will offer open and frank opinions on Metal Gear Solid Rising and openly discuss plans for Metal Gear Solid 5 and the mysterious Project Ogre for the first time. Hitting stores on November 29, issue 65 will also feature a rundown of all the juicy Grand Theft Auto V details, reflect on the best and worst PlayStation moments of 2011, and review all the big Christmas releases. Metal Gear Solid: Rising is set to reappear at the Spike VGAs next month after a long period of silence about the game, during which rumours have circulated that Bayonetta maker Platinum Games could have replaced Kojima Productions as developer. ________________________________________ Que comecem as teorias.
  4. Executioner

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Quero dizer ambos. É um Uncharted piorado mas tem base pros times igual Killzone 2, então rola um spawn killing brutal com um arco que mata em um tiro.
  5. Executioner

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Jogão, fiz tudo no single, pena que para platinar você precisa bostear porque o multi dele é morto. No mais, platinei BF3 e Ni No Kuni, agora estou platinando FFXIII de novo em outra conta, estou desempregado, a falta do que fazer é imensa e vou platinar tudo que tiver pela frente enquanto o seguro desemprego durar, basicamente fiquei 10 anos sem férias agora tenho seis meses jogando 14 horas por dia. Se eu sumir do fórum, é porque morri de inanição + ataque epilético.
  6. Pouquíssima coisa e tudo PS3: - Dynasty Warriors 8 - GTAV - Beyond: Two Souls O que sair cross-gen pego no PS4 como BF4, MGS5 e FFXIV.
  7. Executioner

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Zerei Ni No Kuni (PS3), vou platinar. Também virei BF3 Premium, meu primo me deu de presente, jogando ambos agora.
  8. Executioner

    Final Fantasy XIV [PC/PS4]

    Eu vou jogar no PS3 e tentei baixar pelo PS3 onde o download é pelo magnífico browser do console, que não pausa. Eu não teria problemas em deixar o console ligado direto mas sem poder pausar fica difícil, e se começa a chover e cair vários raios aqui (coisa comum nesse inverno) e preciso desligar por segurança por iminente queda de força? Não dá pra pausar e recomeçar... Sacou? Uma vez eu fiz isso com outro beta não lembro de que, acabou a força, deu resume, e depois de 4GB na hora da instalação: arquivo corrompido.
  9. Executioner

    Final Fantasy XIV [PC/PS4]

    Eu fui aceito e tudo funfou mas demoraria demais pra baixar 5GB de Client aqui pelo browser, minha net não é muito estável, queria que fosse um arquivo no servidor da PSN assim eu poderia pausar o download (que demoraria uns dois dias), do jeito que é, optei por não jogar por impossibilidade técnica. Mas no full, com certeza estarei lá com os chapas, exceto se houver algum empecilho / imprevisto.
  10. Executioner

    Final Fantasy XIV [PC/PS4]

    Pior foi eu, que fui aceito e não consegui baixar... Mas, pelo comentários dos chapas Players jogarei com vigor, só vi impressões favoráveis que conspiram para eu jogar.
  11. Executioner

    [PC/PS3/PS4/X360/XONE]Grand Theft Auto 5

    Eu normalmente faria a mesma coisa, mas estou empolgado e vou me dar ao luxo de dar uma espiadinha no gameplay por curiosidade mecânica.
  12. Executioner

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Platinei Dead Space 3, jogão, Co-op maneiro, alto fator replay se você gostar da mecânica.
  13. Executioner

    Iwata: "jogadores hoje em dia são todos retardados mentais"

    Bem, pra isso existem jogos de luta, corrida, Co-op, Online tem todo tipo de ambiente, é só procurar. Single virou modo novela, desafio, criatividade e opções mecânicas variadas você encontra muito mais no Online e ainda sim em certos jogos apenas, pois mesmo o Online é contaminado pelas ferramentas pro-noobs. Eu tava jogando Last of Us ontem Online com meu primo e o modo Online dele é foda! O conceito é genial de sobrevivência mas... Todo mundo enxerga através da parede... Joguei uma partida e re-instalei o BF3 aqui, hoje tou voltando pro Rush Hardcore. Demons Souls é um Rouxinol de Ouro no quesito dificuldade aliada a habilidade no single, não dá nem pra comparar com o que tem no mercado, chega a ser desleal. Aproveite ele, por que duvido que coisa parecida seja criada tão logo.
  14. Executioner

    Iwata: "jogadores hoje em dia são todos retardados mentais"

    Pra isso que existe multiplayer com modo hardcore, pra enfrentar humanos apelões e com táticas nada honestas num ambiente onde um milésimo de segundo custa a sua vida, porque os single player viraram uma coleção de muletas a cada esquina com visão raio-x, setas pra todo lado, câmera automática, mira automática, etc. Eu adoraria que os single player exigissem inteligência, bom senso e dedução lógica como antigamente, mas a tendência é a humanidade ficar cada vez mais burra e dependente de ajudas eletrônica pra tudo, seja real ou virtual, pelo menos ainda tenho opções no Online, quando isso acabar aí eu ficarei preocupado, até lá, deixa os retardados se divertirem, já tive meu tempo pra usar meu cérebro quando comecei no Pac Man em 1988 e em todas as gerações de consoles, agora é a vez deles, passo a bandeira a diante sem problemas e quando eles se aventurarem nos Online da vida, serão os otários em que farei spawn killing sem dó.
  15. Executioner

    Topico Oficial da PSN e PSN Plus

    Depois da última atualização da PS Store de terça-feira a minha PS Store parou de funcionar, tudo que eu escolho pra comprar ou baixar, aparece uma mensagem de erro (tipo tela azul do Windows) e o PS3 trava, tem que desligar na chave, alguém teve esse problema ou sabe de algo relacionado?
  16. Executioner

    Final Fantasy XIV [PC/PS4]

    Pois é, ter que jogar em horários muito rígidos fode.
  17. Executioner

    Star Trek - Into Darkness

    Sim, o ator que fez o vilão tem uma presença de tela fodástica, puta cara bom.
  18. Executioner

    Metal Gear Solid Remake!

    Normalmente eu ficaria puto, mas já me conformei. Cansei de ir contra, o Kojima fez comigo o que fizeram com o personagem principal do 1984: Eu amo o Big Brother.
  19. Executioner

    Resident Evil 6 - Review

    Resident Evil 6 - Review Plataforma: PS3 (também para PC e 360) Jogadores: 1 (Offline) / 2 Co-op (Offline splitscreen ou Online) / 4 Co-op (Online) Produtora: Capcom Gênero: Ação / Horror Lançamento: 2/10/12 A melhor introdução que existe: a de uma bala em um cérebro. Introdução Resident Evil (Biohazard no Japão) é uma das mais longas e aclamadas séries de jogos desde a popularização do 3D com o Playstation em 1996. Criada por Shinji Mikami originalmente como um Survival Horror, Resident Evil praticamente criou um gênero próprio e levou às massas o conceito de sentir medo e pânico nos jogos eletrônicos, mas desde então a série sofreu uma metamorfose ao longo dos anos, tomando um rumo mais dedicado para a ação após o reboot da franquia com o lançamento de Resident Evil 4. Ação esta que foi exponenciada com RE5 e agora com RE6, ambos os últimos com elementos Online cooperativos e set pieces holywoodyanas. Muitos dos fãs do estilo original - voltado para a solidão, solução de puzzles e muito gerenciamento de recursos escassos - ficaram revoltados como a franquia evoluiu ao longo dos anos, porém a série já ultrapassou mais de 50 milhões de unidades vendidas apenas nos jogos, foi parar em 5 filmes tipo B de ação que foram todos um sucesso de bilheteria, até nos quadrinhos, com a Capcom sempre tentando agarrar o máximo de vítimas possíveis pelos pés, assim como os seus zumbis, analisando pelo o sucesso financeiro a empresa não indica nenhuma volta as origens tão cedo. E assim como Code: Verônica foi o ápice da velha fórmula (com câmera fixa, milhões de puzzles e backtracking absurdo), ResidentE vil 6 parece ser a conclusão dessa nova roupagem, pois peca pelo excesso de seus novos aspectos, com poucos lampejos do que um dia foi. Isso o torna um jogo ruim? Na minha opinião, não, apenas, “over the top”. Jake, Helena, Sherry e Leon resolvem se gritam ou se correm enquanto o bicho ataca. Típico de filme B Enredo Como é de praxe na série, o universo de Resident Evil 6 usa de locais fictícios aliados a outros reais, sempre num cenário contemporâneo e atual, para contar uma história onde os zumbis - e outras criaturas fantasiosas e mutantes - assombram e destroem cada vez mais o mundo de nós meros mortais. O jogo se passa entre 2012 e 2013 e conta a história de 7 personagens principais, sendo 4 deles tradicionais da série: Leon Kennedy, Chris Redfield, Sherry Birkin e Ada Wong, ao lado de 3 novos parceiros: Helena, Piers e Jake. Separado em 4 cenários com 5 capítulos cada, RE6 mostra um futuro próximo, onde as experiências isoladas de corporações como a falecida Umbrella, aliadas a mentes insanas ligadas a governos inteiros, acabam atingindo todo o planeta com a ameaça zumbi. O que começou com o T-Virus, que reanimava células mortas, e depois passou para o Las Plagas, que tornava humanos inteligentes em marionetes superdesenvolvidas, agora chegou ao C-Virus, uma vertente de arma biológica que torna humanos e animais em não somente mortos-vivos, mas com a capacidade de evoluir quando sofrem traumas físicos, sem perder sua inteligência original. O jogo se passa num período de quase um ano e acompanha os 7 protagonistas tentando impedir dois novos vilões de espalhar essa ameaça terrorista em todo o planeta. Diferente de todos os outros capítulos da série, RE6 conta a história de uma forma não-linear e bem desconexa, indo e voltando no tempo, trocando de perspectivas diferentes o tempo todo, o que faz com que o enredo só tenha sentido total no final de todas as 4 campanhas. Mas o que não mudou foram todos os clichês do gênero criado por ele mesmo: inimigos que querem dominar o mundo e se tornam aberrações do tamanho de um prédio, heróis que fazem coisas completamente miraculosas e absurdas como destruir cidades inteiras pra salvar uma ou duas pessoas, toneladas de cutscenes mostrando conversas melodramáticas e etc. Tudo continua lá, trash, tipo B, com interpretações duvidosas em meio a um humor patético que nos faz rir justamente por ser patético. A história do jogo não contém nada de absurdo dentro do universo Resident Evil e segue o mesmo padrão de sempre. Por fim, diversos buracos no enredo são preenchidos ao se encontrar arquivos secretos pelo jogo, para entender tudo, como sempre, não basta terminar, é preciso encontrar os pedaços isolados de enredo pelo cenário que fecham todas as pontas. Se você acompanha a série, já sabe o que esperar, RE6 não inova em nada neste aspecto. Por baixo de tanta escuridão existe um belo jogo. Gráficos RE6 é um belo jogo, com um valor de produção elevado (CGs rolam aos montes) e uma direção de arte bem sombria. Peço perdão pela péssima piada, mas não há como resistir: RE6 é extremamente escuro. 80% do jogo se passa em cenários noturnos e o brilho original do jogo é absurdamente baixo, recomendo que coloquem a configuração do brilho do jogo no máximo e façam um ajuste específico para ele em sua TV, pois de baixo de tanta sombra na verdade há muita coisa boa. O jogo é o completo oposto de RE5 onde tudo era bem claro e vívido, aqui tudo é escuro e escondido. Os cenários, apesar de claustrofóbicos, são bem detalhados em sua construção, pecando apenas em algumas texturas em péssima resolução (o que parece típico dessa geração...) e a falta de interatividade. RE nunca foi exemplo de física ou interação - principalmente na era do pré-render - mas seria legal se os cenários fossem mais destrutíveis e interativos, não tem muito o que improvisar, você vê seu personagem pulando 5 metros mas não pula um balde de lixo. Já no quesito animação o jogo evoluiu absurdamente e é provavelmente seu melhor aspecto gráfico, todos os personagens tem peso e movimentação completamente diferentes, o que também acontece com os inimigos, que pela primeira vez na série são 100% destrutíveis. É possível abrir buracos de bala em qualquer parte de seus corpos e ver até os músculos reagindo aos impactos. A variedade de modelos também está excelente, quando pensamos que já vimos de tudo RE nos traz homens-gafanhoto, besouros e até um Tiranossauro-Megatron que dá vontade de ficar só olhando mudar de forma. Nunca os inimigos foram tão “reais” na série, esse é maior salto que os zumbis já deram em suas “vidas”. O jogo peca porém nos cenários “on-rails” que envolvem veículos terrestres, com paredes e estradas pateticamente mortas sem nada de interessante. Algumas CGs estão pixelizadas (baixa resolução) e o foco da câmera é bizonho em alguns momentos, mas de uma forma geral o jogo é muito bem feito para os padrões da série. Desde que passou a ser um jogo over-the-shouldes nunca os personagens foram tão belos e bem animados, com pedaços de carne e sangue dos inimigos grudando e sujando seus corpos. É uma pena que o jogo te empurre o tempo todo para frente porque há muito que se ver em meio à correria, como a bela iluminação e a boa direção de arte, talvez seja para disfarçar os usuais vidros indestrutíveis, personagens atravessando paredes e o clipping de alguns objetos. A trilha sonora foi composta por um exército de homens-bomba. É uma peça única, eu garanto. Som É interessante notar como a série evoluiu ao longo dos anos de algo sóbrio e tenebroso para um blockbuster de verão e o aspecto que mais sofreu nestes anos foi o som ambiente. É algo que acontece em paralelo com o cinema, as primeiras versões de ambos os casos costumam focar em coisas desconhecidas e barulhos inesperados para assustar o jogador / telespectador, mas conforme o tempo passa as pessoas vão ficando acostumadas e precisam de algo mais impactante para se surpreender e a solução parece ser sempre a mesma: aumentar o volume. São poucos os momentos (aliados, claro, à questões de jogabilidade e contexto) em que se pode parar para ouvir o som que os diferentes inimigos fazem, ou uma música calma e bem orquestrada num ambiente sombrio, como Dead Space fez magistralmente por exemplo. RE6 explode tudo nos seus ouvidos o tempo todo, não só os cenários entopem seus tímpanos com um embaralhado de sons malucos como a própria trilha sonora reflete isso. Músicas enjoativas e pouco memoráveis marcam uma campanha explosiva, tudo é alto e cru. Os aspectos bons ficam por conta dos efeitos sonoros (infelizmente obstruídos pela música horrorosa) como os sons dos corpos sendo atingidos por balas (explodir cabeças é uma sinfonia para os ouvidos) e o som das armas, que continua com um padrão decente desde RE4. As vozes originais dos personagens conhecidos continuam lá, o que é essencial para a boa continuidade da série. Por fim, o aspecto quase cômico (mas muitas vezes sombrio) das falas dos inimigos que havia em RE4 e 5 foi minimizado, não só porque os zumbis “padrão” voltaram (e eles não falam nada...) mas porque os novos J’avos são praticamente inexpressivos verbalmente, tudo o que eles fazem é gritar. É uma pena que o Rasklapanje por exemplo não tenha o aspecto sonoro tenebroso que seu companheiro regenerativo de RE4 tinha por exemplo, aquele som causava um pavor absurdo. Medo é uma coisa que RE não causa provavelmente desde o 4, e o som de RE6 não ajuda em nada neste aspecto. Uma pena, pois a trilha sonora tem um papel fundamente nisso e ao invés de ajudar, atrapalhou. Corra Forrest, corra! Jogabilidade Se você gostava de RE até o saudoso Code:Veronia, pode parar de ler aqui e vá jogar outra coisa. A mudança de direção tomada em RE4 chegou ao seu ápice. RE6 é uma mistura de RE4 (tiro em terceira pessoa com câmera sobre o ombro) com Lost Planet 2 (Co-op Online linear com muita destruição descerebrada). Porém, ao contrário de RE5, ao menos os desenvolvedores tentaram adicionar alguns capítulos mais cadenciados, com os velhos enigmas e a sensação de estar preso em locais inóspitos. O resultado é um jogo de ação com pitadas de puzzles e alguns lampejos de horror, pois são poucas as partes em que se fica realmente preso ou perdido. Para começar, vamos ao que é comum em todas as campanhas. O jogo aboliu de vez o mapa e adotou um sistema de GPS, além de um HUD que indica na tela todas as portas, localização e solução de tudo o que você precisa. O intuito da empresa é bem claro com isso: atrair aqueles que por um motivo ou por outro não jogavam a série por ser muito complexo ou desafiador. Mas, isso tudo é opcional e pode ser desligado para não ficar muito simples. A sistema de Cover de RE5 ficou muito pior, é muito burocrático e nada intuitivo se esconder atrás das coisas, são comandos diferentes para superfícies diferentes, a boa notícia é o que o cover em si é praticamente redundante, dá pra contar nos dedos de uma mão quando é necessário se esconder dos inimigos mesmo na dificuldade Professional. O jogo ficou fácil de uma forma geral. Outra coisa em comum em todas as campanhas é a irritante câmera que insiste em tirar o controle das suas mãos e apontar para onde diabos o diretor de cena quer só para você ver algo que ele fez explodir. É algo tão atroz que dá vontade de matar o diretor do jogo ao invés dos zumbis pois não são poucas as vezes em que isso leva à sua morte, o que é a penalidade máxima num jogo. Completamente inaceitável. Os QTEs que surgiram em sua atual forma em RE4 ainda estão lá, mas desta vez em excesso, destaque para o de subir cordas e se rastejar (R1+R1) que é o cúmulo da idiotice, uma mecânica de jogo aceitável, mas utilizada em excesso de dar nojo. O sistema de Co-op Online de RE5 continua lá, muito bem executado, com Drop-in / Drop-out e uma tonelada de portas e problemas que só podem serm resolvidos em dupla. A IA como em RE5 é completamente tapada e não ajuda em nada, recomendo fortemente o jogo em Co-op em sua totalidade, seja Online ou Offline. O ponto negativo fica para a troca de itens que foi eliminada e o manuseio de inventário que foi muito simplificado. Agora sendo mais específico em cada campanha, vejamos as diferenças de jogabilidade em cada uma delas. Com Leon você enfrenta em boa parte do tempo zumbis e tem um misto muito bom entre ação, puzzles e solidão. Sua campanha começa devagar e aos poucos vai tomando forma até mostrar a cara do jogo: ação desenfreada. É a campanha com mais resquícios da fórmula antiga da série, com destaque para os dois primeiros capítulos para os saudosos da antiga versão “tanque”. Já com Chris o jogo é totalmente Lost Planet 2 / Gears of Wars, ao lado de seu parceiro Piers o maior veterano de toda a franquia Resident Evil é o front de batalha. Todos os seus cenários são voltados para o tiroteio e a correria desenfreada. E essa é a nova cara do jogo pois se reflete em todas as outras campanhas de uma forma ou de outra. Matança em massa, atire primeiro, pergunte depois. Como curiosidade a sua campanha é o inverso da outras, ela começa chata e genérica mas seus dois últimos capítulos possuem as melhores partes de ação do jogo todo com certa folga, como a invasão de alguns locais enormes lotados de chefes gigantescos além de mecânicas de jogo não apenas novas, mas altamente gratificantes. Sem deixar spoilers, aqui você faz coisas que nunca fez em nenhum RE. Para os conservadores, essa campanha é a tampa no caixão da série, para os que tem a mente um pouco mais aberta ou para os novatos, é com Chris que a brincadeira tem graça. Na terceira campanha, do novato Jake e sua parceira, agora crescida, Sherry Birkin, é onde provavelmente o jogo tem seu elo mais fraco, em praticamente todos os aspectos de mecânica e jogabilidade. O preceito era fazer a mais frenética de todas, com Jake sendo perseguido por um brutamontes baseado no antigo Nemesis, de RE3, que perseguia Jill Valentine pelo jogo. A idéia é excelente e seria maravilhoso se o literalmente indestrutível Ustanak realmente te perseguisse... O grande problema é que ele aparece apenas duas ou três vezes e foge fácil de mais. A sensação de perigo constante que ele deveria causar simplesmente não existe, o que faz com que você corra o tempo todo com os personagens sem motivo algum. Além disso, as parte On-rails desta campanha são com muita folga as piores jamais feitas não só na série mas em toda a indústria, você foge de moto ,de barco de jet ski, de helicóptero, a pé, etc, e simplesmente nenhuma das fugas é divertida. Se o Ustanak fosse literalmente um “Nemesis” e aparecesse em locais aleatórios de todos os capítulos, seria épico, porem ele não passa de um figurante barato, pois não representa qualquer ameaça real para você, o jogador. Para finalizar o modo campanha temos a quarta e última, de Ada Wong. A campanha da sempre enigmática agente secreta passeia por todas as outras, com uma grande interatividade com todos os personagens e serve como um complemento para o enredo em geral. Mas curiosamente, ao invés de usar de todos os artifícios recorrentes nas outras campanhas (QTEs, montes de inimigos, muito On-rails), você a joga com Ada de uma forma totalmente diferente, agindo por trás das cortinas de forma independente, Ada usa de muito stealth, mais enigmas para resolver do que qualquer outra campanha e uma cadência excelente, tornando-se provavelmente a parte mais concisa do jogo, com poucas “marmeladas” e uma conclusão mais sólida. Uma grata surpresa para aqueles investirem seu tempo até o fim do jogo. Concluindo o quesito jogabilidade temos os modos Online extras do jogo. Em primeiro lugar o inédito Agent Hunt. Neste modo o jogador entra como um invasor no jogo dos outros que estão jogando o modo Campanha. Na pela dos mais absurdos mutantes e zumbis seu objetivo é matar (ou trollar) os outros jogadores. Um modo que tem futuro pois é idéia é excelente, mas precisa de ajustes. É extremamente difícil matar os heróis! Não só porque a mecânica dos inimigos é muito mais travada do que a dos heróis mas porque o respawn muitas vezes é muito longe e não é possível escolher quem você controla. Ao menos eles acertaram em fazer com que os heróis não saibam que inimigo é a CPU e quem é você, senão ficariam caçando apenas os jogadores humanos. Também é MUITO legal jogar em até quatro pessoa, dois de um lado e dois de outro. O modo Mercenários voltou e voltou em grande estilo, a nova jogabilidade mais solta, cheia de golpes físicos, esquivas e rolamentos, aliada ao gasto de stamina, Co-op e dificuldade elevada fazem uma combinação extremamente viciante. É difícil para de jogar uma vez que você faz amigos Online e começa a briga pelo ponto mais alto das Leaderboards. Aqui é onde toda a nova mecânica de contra-ataques e combos realmente é colocada a prova e funciona brilhantemente. Com folga o melhor modo Extra de todos os jogos da franquia. Espere por muitos DLCs aqui. Alguns aspectos aleatórios para fechar: O novo sistema de skills substitui completamente o upgrade armas por um sistema igualzinho os perks de Call of Duty, você cria classes com perks e pode mudar a hora que quiser. O jogo é muito fácil mesmo no modo Professional, a Capcom já prometeu uma nova dificuldade por DLC gratuito. A nova interface é belíssima e praticamente elimina o gerenciamento de recursos, se isso é bom ou mal depende de cada um. Não existe mais nada para pegar nos cenários, nenhum papelzinho sequer ou local para explorar. O Save é universal, se você começa uma campanha não pode parar no meio e jogar outra, pois um save apaga o outro, não tem slot. O site www.residentevil.net tem vários features em conjunto com o jogo e vale a conferida. RE6 não possui nenhum tipo de código ou Online Pass. Quando você jogar esta parte da foto, vai dar um tapa na própria testa, já estou avisando. Conclusão Se em RE4 a série trocou de perspectiva e em RE5 ela alterou a direção, em Resident Evil 6 a franquia chega ao que parece ser o ápice da mudança. O jogo ficou 80% ação, 10% horror e 10% puzzles, se você é conservador e amante dos primeiros quatro jogos, esqueça, esse “jogo” não é para você. Mas RE6 é o mesmo universo em todos os aspectos técnicos e dramáticos, apenas jogado de uma maneira diferente. Alguns podem dizer que a Capcom tentou agradar gente demais e que o jogo perdeu a identidade, mas eu vejo de uma maneira bem diferente. A série foi aos poucos transformada em ação e é isso que ela é hoje: ação e tiroteio em sua maioria. Os produtores só deixaram alguns resquícios do que a série foi um dia em termos mecânicos apenas para agradar os mais saudosos. Algumas séries são famosas por serem extremamente conservadoras, outras por serem sempre inovadoras e com mudanças radicais. Resident Evil manteve a maioria de seus aspectos intactos e deu um giro de 180 graus em outros, mas continua sendo Resident Evil. Mate zumbis, passe por dificuldades, mate mais zumbis e no final do dia salve a sua pele e a de mais alguns. A jogabilidade mudou, mas Resident Evil não. Prós - Animações espetaculares - Co-op Online impecável - Muitos extras geram alto fator replay - Enredo e personagens clássicos mantém o climão de filme B Contras - Trilha sonora fraca abafa os efeitos sonoros - Câmera automática para set-pieces é horrível - Modo campanha muito fácil - Excesso de cenas absurdas e vergonhosas
  20. Executioner

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Comecei Tomb Raider ontem, jogão demais! Fiquei uma geração inteira sem a Lara agora estou orgasmando a cada pulo. Estou com umas 3 ou 4 horas e tudo está impecável até aqui, até os defeitos, é tudo Tomb Raider até na alma.
  21. Executioner

    The Last of Us

    Eu concordo com tudo, a ambientação é espetacular, eu também não gostei do contrate de resoluções, mas eu sei que foi limitação de hardware e não relaxo da empresa. É uma pena você olhar pra um prédio maravilhoso há 2 metros de distância, mas no prédio de logo atrás uns 5 metros depois, parece PSX. Mas, de novo: o jogo é brutalmente lindo, essas coisinhas são de menos se analisar o conjunto, principalmente a iluminação.
  22. Executioner

    The Last of Us

    Eu não concordo nem discordo de você, muito pelo contrário.
  23. Executioner

    The Last of Us

    Engraçado que eu peguei emprestado do meu primo justamente o novo Tomb Raider e Last of Us. Devolvi Last of Us e fiquei com Tomb Raider pra jogar depois.
  24. Executioner

    The Last of Us

    Hum... Neste caso, sim. É um shooter em terceira pessoa com plataforma na mesma engine, com exatamente a mesma mecânica de melee de Uncharted 3, "só" porque em um sobra bala e no outro falta não os tornam jogos diferentes. Eu entrei no site da ND hoje por curiosidade e logo na capa eles tiveram a ousadia de dizer que "The Last of Us inaugurou um novo gênero que nunca existiu: o Survival Action"... Cara... Isso é um insulto à inteligência. A porra do jogo não tem nada de novo em termos mecânicos! Lembrando, é claro, que não terminei só joguei durante duas ou três horas de um dia pra ver como era, então eu não posso falar nada a respeito de todos os outros aspectos que devem torná-lo um jogo excepcional, apenas da mecânica que, IMHO, é mais velha que andar pra traz e extremamente repetitiva.
  25. Executioner

    The Last of Us

    Joguei ontem, achei mais do mesmo, é não é querendo flamear não, achei BEM mais do mesmo em termos mecânicos, talvez eu esteja simplesmente ranzinza conforme fico velho, não sei. Claro que é impossível não elogiar a excelência técnica do jogo em gráficos, ambientação e tudo mais mas eu espero que a história e os personagens que sejam o "tchan" do jogo porque a mecânica dele achei muito repetitiva. É sério que vocês acham isso uma evolução de Uncharted em gameplay? É praticamente um clone, não tem nada demais em jogabilidade nele. Mas esse é o único ponto que critico também, o resto parece impecável.
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