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Josh

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Josh: Melhor postador de 3 de Maio 2016.

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95 Reputação neutra

Sobre Josh

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    Midas Netal
  • Data de Nascimento 29-09-1985

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    Porto Alegre - RS

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  1. Josh

    Review: Utawarerumono: Prelude to the Fallen

    REVIEW COMPLETO E TUTORIAL: https://shinreviews.wordpress.com/2020/05/22/review-tutorial-utawarerumono-prelude-to-the-fallen/ Ola, aqui é o CarlosPenaJr e bem vindos a mais um review, dessa vez de um jogo em que a série já está no mercado a bastante tempo mas mesmo assim, infelizmente não é muito conhecida: – Utawarerumono: Prelude to the Fallen – Utaware o que? – …rumono! – Nossa! Sim, com um nome complicado desses para o povo brasileiro (うたわれるもの, que pode ser traduzido como “Aquilo que é cantado”), “Uta”, pra facilitar a vida dos leitores, é um jogo que mistura mecânicas de jogos de estratégia por turno, timing nos comandos e MUITA leitura de novels. Esse em especifico, apesar de ser o ultimo jogo da série lançado para a geração atual, é um remake do primeiro jogo da série, que foi lançado exclusivamente no Japão como um jogo erótico (sim, pode tirar essa cara de desgosto agora, o seu amado Fate// Stay Night começou exatamente do mesmo jeito XD). Os jogos “Mask of Deception” e “Mask of Truth” são sequencias diretas desse primeiro jogo, alguns anos depois desse com outros protagonistas, mas ligados diretamente com os ocorridos nesse. Posteriormente pretendo fazer um “Descobrindo séries” pro Utawarerumono, mas primeiro vou focar neste titulo. O primeiro titulo da série teve ports (sem a sacanagem) para Playstation 2 e PSP antes de receber esse remake para Playstation 4 e Vita, só que só nesse remake que temos a chance de jogar em inglês, já que todos os anteriores ficaram no Japão. Esse jogo foi produzido pela Sting e Aquaplus e localizado pela NIS America. História: A história gira em torno de Hakuowlo, um homem que foi encontrado quase morto e foi tratado pela avó da Eruruu. Ao se recuperar, percebe que alem de amnésia, ele tem uma mascara presa ao seu rosto que não solta de maneira nenhuma. Ao interagir com os seus salvadores, ele percebe que todos os habitantes da vila não são humanos comuns, mas humanoides com rabos e orelhas de animais, sendo ele o único “humano comum” no meio da história. O que começa com uma história simples tentando sobreviver nesse novo mundo escala para uma guerra de unificação do pais que envolveram os diversos mistérios envoltos a existência de Hakuowlo. Como os acontecimentos daqui se desenrolam e como afetam os jogos seguintes, só jogando ele pra saber. Gráficos: Imagens em 3D durante as sequencias de batalha A arte seguem a linha padrão dos jogos japoneses, puxando para as características dos animes, tanto nas partes de “novel” como nas batalhas com modelos em 3D puxados um pouco para os moldes de SD (super deformer), dando um carisma extra ao jogo, deixando os gráficos durante a batalha agradáveis. Não são os gráficos 3D mais detalhados, mas servem perfeitamente pro clima do jogo. Uma das diversas CGs mostradas durante o jogo Durante as conversas, algumas cenas com uma arte mais especifica, com a da imagem acima, são apresentadas, como na maioria dos novels, dando uma ênfase maior ocorrido na história. Durante outros pontos, é mostrado um fundo com uma imagem mais “padrão” dos envolvidos na conversa mudando a arte conforme as reações dos personagens. Todas as artes do jogo tem uma ótima qualidade, principalmente pros amantes do estilo “anime de ser”, agradando bem os olhos do jogador, mesmo que não esteja tão acostumado com o gênero. Musica e áudio As musicas do jogo dão o clima para as longas conversas do jogo, indo das mais cômicas para as mais tensas. Num geral elas mantém bem o clima puxado para a era feudal japonesa, com bastantes instrumentos da época. Pra quem curte esse estilo de musica, é um prato cheio, mas mesmo aqueles que não são tão fãs conseguem curtir elas. Ainda comentando das musicas, uma coisa interessante aqui é a opção de escolher o tipo de musicas que serão tocadas. É possível escolher entre uma mistura de musicas que envolvem as musicas originais do primeiro jogo com as musicas tocadas nos títulos “Mask of” da série, dando um sentimento de nostalgia pra aqueles que já jogaram os 2 jogos, como também é possível usar somente as musicas originais durante o jogo, pra aqueles que querem jogar como se fosse o jogo original. Um detalhe importante, só existe a dublagem original do jogo, ou seja, todo o áudio falado está em japonês. Pra quem está acostumado a assistir animes, isso não é nenhum problema, na verdade a maioria até prefere ouvir a dublagem em japonês, mas para aqueles que preferem com áudio em inglês, serve o alerta. Considerações Finais Mais anime que isso é impossível hahahaha Pena que não é toda hora que temos sequencias de história com os modelos 3D Esse é um bom ponto de entrada para aqueles que nunca jogaram um novel na vida, pois não fica só nos textos e o que ajuda mais é a história bem interessante com MUITOS momentos cômicos e outros bem trágicos. O sistema de batalhas é algo também muito gostoso de jogar, já que mesmo sendo um SRPG mais simples sem o famoso esquema de troca de profissões ou criação de unidades padrões, o sistema de combos dele é algo que diferencia bem de outros jogos de mesmo gênero. Nenhum novel está livre de ter o harém XD Prós: História cativante que te deixa preso e esperando o que ocorre a seguir Ótimo humor para balancear as partes pesadas da história Sistema de batalha diferentes dos SRPGs comuns Contras: MUITA fala sem usar os modelos 3D dos personagens (isso é comum em novels que não tem nada alem da interface de conversa, mas aqui existe) Pouca variação de inimigos, fora os chefes, você acaba enfrentando as mesma unidades varias vezes
  2. Josh

    Review de Maneater

    REVIEW COMPLETO E TUTORIAL NO BLOG: https://shinreviews.wordpress.com/2020/05/22/review-tutorial-de-maneater/ Seres pré-históricos que sobreviveram até os dias atuais, tubarões são considerados os predadores perfeitos. Máquinas de matar, tubarões possuem instintos voltados totalmente para a caça. Precisam nadar constantemente, mesmo no nascimento, para não serem devorados pela própria mãe. Possuem um potente sonar, capaz de detectar presas a quilômetros de distância, bem como um poderoso “olfato”, de igual proporção na detecção de sangue na água. Olá, eu sou o Musashi e na análise de jogue falaremos de Maneater, RPG de tubarões ou, como a própria produtora chama, shaRkPG. Uma Trama de Vingança Você começa o jogo controlando um tubarão adulto, aprendendo os comandos básicos sobre caça e navegação, até ser capturado por Scaly Pete, experiente pescador/caçador dos mares. Pete mata o tubarão e você descobre que era uma fêmea. Ele abre a barriga do animal e retira de dentro um bebê-tubarão, deixando uma cicatriz de faca próximo dos olhos e do focinho. O bebê reage e arranca a mão de Scaly Pete fora, sendo jogado pelo mesmo de volta ao mar. Seu objetivo é sobreviver como filhote, comer para crescer e evoluir, até ter força para se vingar do assassino de sua mãe. RESUMO DA ÓPERA: Maneater surpreende ao apostar em um tema raro nos jogos, mesclando diversos elementos em uma combinação estranha, mas que funciona perfeitamente. O shaRkPG provavelmente não se tornará um novo gênero (ou será que sim?), mas mostra como é possível inovar no RPG, saindo do lugar-comum “era medieval/futuro distópico/space opera”. No fim de uma geração que cada vez mais aposta no óbvio, é bom ver um estúdio sem medo de arriscar em ideias diferentes fora do mercado indie. PONTOS POSITIVOS: – mecânica funcional na água – caçar nunca foi tão viciante – a narração em off alterna partes educativas com um humor ácido na medida certa – sistema de upgrades e mutações direto e simples, sem partes desnecessárias PONTOS NEGATIVOS: – loading inicial longo – jogadores mais tradicionais podem estranhar o título no primeiro momento (mas com certeza vale a experiência) – pouca variedade nas sidequests
  3. Josh

    Review de Saints Row The Third Remastered

    ACESSE O TUTORIAL / REVIEW COMPLETO NO MEU BLOG: https://shinreviews.wordpress.com/2020/05/21/review-tutorial-de-saints-row-the-third-remastered/ Entrar em um gênero pré-estabelecido com sucesso nem sempre é fácil e, acredite, muitos jogos tentam. A franquia Saints Row ingressou neste árduo e pedregoso caminho em 2006, no Xbox 360. Embora inicialmente com fortes inspirações em Grand Theft Auto, a Volition Inc. conseguiu dar uma característica própria ao título, com boas melhorias no gameplay e nos gráficos, em relação ao concorrente. Saints Row possuía um forte apelo à conquista de território e expansão através da guerra de gangues. A sua continuação, Saints Row 2 (PS3, Xbox 360 e PC) expandiu o universo de Stilwater (cidade fictícia onde se passa a franquia) e da Third Street Saints (gangue protagonista). Após a explosão do iate no final do primeiro jogo, o protagonista é pego pela polícia e entra em coma logo em seguida. Ao acordar, 5 anos depois, é possível customizar inteiramente o personagem, mudando até mesmo raça e sexo, através de cirurgias plásticas. Após a cirurgia, Carlos Mendonza (outro presidiário), o convida para um plano de fuga e, após o sucesso do mesmo vê a notícia que Johnny Gat será julgado. Descobre também que os Third Street Saints se dissolveram, motivação para reestruturar a gangue, reconquistando aos poucos seu território. Bem, agora que já falamos dos anteriores, vamos ao que realmente interessa! Olá, aqui é o Musashi e hoje falarei sobre Saints Row: The Third Remastered. O Que Vem No Jogo Além da campanha, com a possibilidade de ser jogada inteiramente via coop (apenas online desta vez), o modo Whored (uma espécie de modo horda, onde é necessário sobreviver por diversas ondas de inimigos). O pacote inclui todos os dlc’s lançados para o jogo original, contendo diversas roupas, veículos e armas, além de três dlc’s maiores: – Genkibowl VII Expande as atividades do Genkibowl, programa de gincana com a temática do mascote gato-humanoide em quatro atividades: Genki Apocalypse, um jogo de tiro onde o personagem percorre diversas salas atirando em inimigos e alvos para ganhar dinheiro, tentando evitar acertar o Sad Panda, que reduz o score; Super Ethical PR Opportunity, onde é necessário guiar o Professor Genki no Genki Mobile, carro com lança-chamas acoplados nas laterais; Sexy Kitten Yarngasm, semelhante ao jogo Katamari Damacy, o jogador precisa controlar uma bola de lã gigante enquanto destrói propriedades no tempo indicado; e Sad Panda Skyblazing, munido de uma motosserra e uma roupa de panda, o jogador salta de um helicóptero, passando por anéis de fogo, devendo matar outros mascotes. Resumo da Ópera: Saints Row The Third Remastered é um ótimo pacote, incluindo a campanha original, com todos os seus dlc’s; a exceção fica por conta do modo cooperativo local, agora só é possível jogar através do modo online. O jogo continua tão divertido quanto o original, incluindo uma ótima trilha sonora e gráficos que envelheceram bem. O novo sistema de luz e sombra melhora consideravelmente a parte visual, dando um ar de cara nova ao jogo. Alguns pequenos bugs, como algumas engasgadas no primeiro minuto de jogo (testamos a versão no modelo antigo do PS4), tiram parte do brilho, mas não estragam a experiência completa. Num universo de diversos remasters de qualidade duvidosa, Saints Row The Third mostra como remasterizações devem ser feitas e faz jus ao legado do original, mostrando que um jogo ainda pode ser divertido e atual, mesmo uma geração e 9 anos depois. PONTOS POSITIVOS: – Diversão e loucuras a perder de vista – Gráficos cartunescos realçados pelas novas sombras e luzes – Uma trilha sonora de respeito, com diversos artistas de renome – Uma remasterização que honra o legado do original PONTOS NEGATIVOS: – Algumas engasgadas no início do jogo – Granulados em áreas muito escuras – A qualidade em The Third ofuscou as continuações (isso é ponto negativo?) – O jogo acaba – Gangstas In Space Três missões que dão continuidade à parte da história original, no filme Gangstas In Space (citado durante o jogo), no qual os Saints atuam em um filme espacial em três atos, incluindo combates armados contra alienígenas, o resgate de uma extraterrestre e um combate entre naves espaciais. – The Trouble With Clones Um clone superpoderoso de Johnny Gat está à solta por Steelport e precisa ser capturado e detido enquanto é tempo. O clone é do tipo Brute, pura massa muscular, maior em altura e extremamente agressivo. O dlc também se dá no esquema de três missões, sendo a última onde o o personagem consome o energético para ganhar super poderes também, de força, velocidade e “hadoukens” (e que seria, de certa forma, a base para Saints Row IV).
  4. Josh

    Review de Langrisser I & II

    Acesse o tutorial e o review DETALHADO do jogo no meu blog: https://shinreviews.wordpress.com/2020/05/13/review-tutorial-de-langrisser-i-amp-ii/ História / Enredo Baldea Castle Langrisser I Tempos atrás, houve uma guerra terrível sobre uma lendária espada com poder infinito. O sangue daqueles que defenderam a espada e dos que morreram tentando adquiri-la ficaram penetrados nos campos de batalha de El Sallia. Essa espada se chamava Langrisser. A família real de Baldea, jurou protege-la e ficou conhecida por gerações por ser a guardiã desta mesma lenda, e graças à ela, ficou eternamente na memória. Entretanto… o dever da família entrará em ação novamente. Motivado em ter poder e tendo convicção em dominar o mundo, Kaiser Digos e o império Dalsis que ele comanda, invadem Baldea, em busca do poder de Langrisser. Ledin, princípe de Baldea, consegue escapar da invasão e promete vingar seu pai que foi morto por Digos, que agora está com a Langrisser em seu poder. Seus ancestrais, que lutaram por ela em séculos passados, o encorajarão à essa jornada que está começando, e que consequentemente testará sua lealdade ao lado da Luz. Langrisser II Passaram-se centenas de anos desde a “Guerra da Sagrada Espada” em El Sallia. Agora, incessantes violencias assolam o continente. Batalhas isoladas cruzam todo o lugar, devastando vilarejos e nações. O Reino de Baldea é nada mais que uma lenda, e Langrisser um conto de fadas. Elwin, um jovem viajante, chega ao continente juntamente com Hein, um mago amador que ele conheceu em suas aventuras. Um dia, em sua jornada, eles decidem dormir em um hotel na cidade natal de Hein, conhecida como Salrath. No meio da noite, Hein vai ao quarto de Elwin, pálido como a lua no céu atrás dele, afirmando que as forças do império Rayguard estavam nos arredores do vilarejo, procurando por uma jovem chamda Liana, conhecida de Hein… Que tipo de assuntos o império teria com essa indefesa jovem e assim, atrapalhar a paz do vilarejo de Salrath???? Estando envolvido numa situação precária dessas com seu parceiro de aventuras… Elwin decide ir ajudar a moça…. Gráficos Os gráficos nesse remaster são totalmente refeitos e redesenhados, com estilo anime, em alta definição e dando um toque moderno e competente à um “remaster HD”. Efeitos de luz são bem aplicados, e o jogo tem cores variadas com o ambiente, podendo ter uma saturação opaca, viva ou “cinza”. O artwork do personagem aparece no canto ao lado das falas. Entretanto, podemos destacar que o jogo contém algumas opções: Você pode jogar no estilo clássico dos artworks do ilustrador oficial Satoshi Urushihara ou escolher entre o novo estilo, que é de Ryö Nagi. Caso não conheça os trabalhos dos dois: Satoshi fez artworks de Grownlanser, Langrisser, Record of Lodoss War e outros trabalhos mais “sólidos” e “profundos” que você pode pesquisar aí…. lol Ryö Nagi é o artista principal da franquia Ar Tonelico, mas podemos destacar nos card games chamados Lord of Vermillion, Sengoku Taisen, e também em outros jogos como Zone of the Enders e Rune Factory. Trabalhando também com novels. Qual seja sua preferência, é possível escolher, entretanto, escolhendo Satoshi, todos os mapas do jogo sofrerão alteração para visual retro, assim como a tela título também muda… Mas pode-ser limitar o que se quer ver retro, apenas os personagens, apenas o mapa ou os dois, já as unidades ficam sempre no mesmo estilo. Estilo retrô disponível para os saudosistas Por justamente ter artista novel, nessa edição também contém cenas estáticas em algumas partes, não inclusas no estilo clássico: Som/OST O jogo é totalmente full voiced nos eventos durante os mapas, história e triggers. A trilha sonora é composta originalmente pelo Noriyuki Iwadare em ambos os jogos. Caso não conheça ele, ele trabalhou em: Phoenix Wright, Lunar, Grandia (todos), Super Smash Bros e Ys (esses dois últimos em arranjos). Além disso, em Langrisser teve ajuda de Isao Mizoguchi (I e II) e Hiroshi Fujioka (I e III). A trilha tem uma considerável quantidade de músicas, que são dinâmicas e temáticas conforme o tema que o jogo segue na história, podendo haver toque orquestral, músicas agitadas, ou músicas de tensão, dividido claro entre os temas dos herois e dos vilões, podendo assim, ver repetições em algumas fases e entre os dois jogos. A trilha original toda é a mesma, entretanto tem duas versões possíveis: Vou postar um exemplo nos dois estilos: “Modern” que consiste na trilha com arranjos totalmente refeitos. “1991-1994” que consiste na trilha original do Mega Drive, usando o sintetizador FM do chip de som. Ambas as músicas das duas versões é o tema dos heróis na primeira fase, só pra dar o gostinho… lol Jogabilidade / Controles A jogabilidade, como comentada antes, é no estilo tabuleiro tático, cada parte do cenário possui “casas” delimitadas para movimentação dos personagens, assim como trigger de eventos (por exemplo, alguém chegar em casas marcadas em amarelo dando evento de fuga) Cada personagem tem seus atributos de movimentação que são limitados pelas áreas ao redor dele. Os controles não há muito o que se dizer no aspecto precisão, já que é um jogo tático por turnos e você pode pensar o suficiente para poucas margens de erros, levando em conta que toda e qualquer ação é por menu. Considerações Finais e Outras Infos Essa atitude de reviverem franquias antigas em remasters (reboots ou remakes) e compilados tem sido uma muito positiva em diversos aspectos, tanto para quem jogou os jogos na época ou para quem não teve oportunidade mas poderá conhecer agora… seja por meio do nosso site ou por outros… A diferença de aspecto visual entre a versão original e a atual é gritante, entretanto, alguns são mais sutis, como o fato de a época, todas as unidades terem 10 de HP, onde o HP na realidade era o número de 1 unidade por grupo de mercenários do comandante hehe A essência do jogo toda é mantida nesse, pois os sub eventos ou eventos trigger acontecem do mesmo jeito que o antigo, incluso o fato de que se demorar demais pra vencer a batalha (seja por buscar itens no mapa com os pontos brilhantes ou pela dificuldade das batalhas), ou pode ser prejudicial pra ti, ou favorável (afinal você pode receber reforços, ou a máquina pode receber reforços), fora o fato de que se tiver muita vantagem, pode também acontecer de dar trigger em eventos de fuga em alguém, podendo perder rotas adicionais ou até mesmo a fase. O jogo no NG+ pode oferecer o CHALLENGE MODE mantendo tudo que você conseguiu , assim como seu level, ou não manter e ser testado ao extremo. O jogo estar remodelado mas também estar no aspecto gráfico antigo dividem o saudosismo e a modernidade para quem quiser aproveitar ambas as opções A dificuldade estar mantida caso você queira desafiar o jogo, pois no início ele pergunta se você quer um “easy start” para juntar mais CP que o normal Ter seiyuus no jogo trazendo a emoção antiga com cenas adicionais nas artworks novas, trazendo uma competência boa pro revival Lembre-se, se jogou os antigos, a essência dele é a mesma, sem muitos extras em termos de pós game ou segredos. NOTA FINAL: 9 Encerrando então mais um R&T, espero que tenham gostado… Até a próxima… Curtir Carregando..
  5. Josh

    Review de Streets of Rage 4

    Acesse o tutorial e o review DETALHADO do jogo no meu blog: https://shinreviews.wordpress.com/2020/05/05/review-tutorial-de-streets-of-rage-4/ A década de 90 teve diversos títulos populares e gêneros que foram crescendo com o passar dos tempos… O chamado Beat’em Up, aka “Briga de Rua”, foi um desses gêneros que cresceram e se popularizaram rapidamente tanto nos arcades quanto nos videogames de mesa… Exemplos como Cadillacs & Dinosaurs, Double Dragon, Punisher, Knights of the Round, X-Men, Dungeons & Dragons, Teenage Mutant Ninja Turtles e Final Fight eram os que mais se sobressaíram nos arcades, e justamente por isso, Final Fight também teve suas versões de continuidade caseiras para Super Nintendo, entretanto, para rivalizar com ele, foi lançado para Mega Drive no final dos anos 90, Streets of Rage (posteriormente em 91 no Japão como Bare Knuckle) pela Sega AM7 (Overworked e WoW posteriormente), sendo novamente lançado para Master System em 1993 Já vi pessoas que conhecem mais de Final Fight do que Streets of Rage, entretanto podemos pensar em algo mais amplo e interessante fazendo um Descobrindo Franquias do SoR, mas vai depender do feedback desde post… Hehehe O Review em questão será considerado para os que já são familiarizados com a franquia, sendo assim, enredos e personagens serão considerados conhecidos em primeira impressão… Vale ressaltar que o jogo teve desenvolvimento da LizardCube também, conhecida pelo remake de Wonder Boy… A versão concedida para este Review foi a de Playstation 4. Vamos então mergulhar na nostalgia e voltar aos anos 90??? HISTÓRIA Dez anos se passaram após Streets of Rage 3, quando Mr X finalmente foi derrotado e a paz, enfim, chegaria à Wood Oak City…….. era o que se esperava… Indícios de uma nova organização liderada pelos Gêmeos Y, filhos de Mr X, torna a causar o caos e tentar conquistar o mundo com hipnose por meio de lavagem cerebral usando músicas eletrônicas… Os clássicos agentes e heróis Blaze e Axel, decidem se unir novamente com seu antigo amigo Adam a tentar por um fim à essa nova ameaça, assim como com dois novos personagens para reforçar a equipe… MODOS DE JOGO De início, você tem apenas o modo História e Online acessível, ao terminar a história, todos os outros serão ativados, assim como a dificuldade MANIA. Seleção de Fase – repita alguma fase para melhorar seu ranking ou pegar algum segredo esquecido sem precisar passar por toda a história. Arcade – volte ao passado quando não tinha choro e saves, sem continue, apenas você(s) e o desafio. Desafio dos Chefões – enfrente os chefes em sequência, seria o popular “Boss Rush”. Batalha – modo VS entre os heróis. Online – junte-se a alguém online e joguem Coop (no máximo 2) Dicas de Combate – tudo que foi explicado aqui, também está no jogo nessa parte, caso tiver dúvidas ainda. Extras – veja as fichas dos personagens e artes conceituais. Opções – ajustes gerais para escolha de controle, áudio, vídeo, HUD, idioma e comida (vegetarianos felizes). Além disso, também é possível selecionar as músicas retrô nas opções. GRÁFICOS O que mais deixou belo o jogo, foi o formato de arte desenhada à mão, com bons efeitos e movimentação, rico em cores como era SoR 1 e 2, cheios de animação e fiel ao design antigo dos inimigos, assim como as fontes usadas no HUD. Som/OST A trilha sonora do jogo continua sendo feita por : Yuzo Koshiro, compositor original, mas com ajuda de outros, como: Motohito Kawashima, que já tinha participado com Yuzo no 2 e 3 e Shinobi Harumi Fujita, que trabalhou na Capcom para Final Fight, Megaman, Strider e Ghosts n Goblins Keiji Yamagishi, que trabalhou OST de Ninja Gaiden do NES, Onimusha Tactics e The Messenger Yoko Shimomura, com Street Fighter 2, Nemo, Breath of Fire… entre outros E… muitos outros que não iria caber aqui hehehe mas isso já mostra o time. A OST é bastante variada, por haver estágios temáticos e um enredo “de lavagem cerebral com música eletrônica”, pode haver descontentamento nesse aspecto. Considerações Finais De longe fiquei muito satisfeito com SoR4, pois me fez voltar ao passado e relembrar o quanto era bom jogar com Blaze e dar na cara do Galsia vindo com a faca apontada pra te ferir LOL. A dificuldade é justa, desafiante como os antigos eram, e a duração achei de bom tamanho (12 fases), sendo que algumas tem tela secreta acionando o Arcade. Quanto maior a dificuldade, menos vida você começa cada fase, inimigos tem um pouco mais de Life, e com número maior de companhias, e no Mania eles ficam super rápidos. Aspectos Positivos A nostalgia proposta funciona perfeitamente Desafios de dois chefes ao mesmo tempo continuam, e mais de uma vez Sistema de combos rápidos e criativos A referência de algumas figuras públicas ou personagens estarem notáveis no jogo Aspectos Negativos Ter sido anunciado em 2018 e deixar no hype até dia 30 de abril de 2020 lol Coop de 4P ser apenas local Nota final: 10 Com certeza valeu a pena esperar, e muito satisfeito que a SEGA tenha dado essa oportunidade para as devs reviverem suas franquias, quem sabe podemos rever mais disso com TMNT, GOLDEN AXE e etc??? Ficamos no aguardo. Obrigado Dotemu, LizardCube e Guard Crush Espero que tenham gostado, e os que não conheciam ou não jogaram ainda, tenham agora vontade de jogar e conhecer mais a franquia… com isso encerro aqui. Até o próximo Review/Tutorial
  6. Josh

    Review / Tutorial de Arc of the Alchemist

    Bora ver pessoal, meu último projeto? Ano que vem ele sai aqui, então quem tiver curiosidade, acho bom conferir pra matar as dúvidas https://shinreviews.wordpress.com/2019/12/10/review-tutorial-de-arc-of-the-alchemist/
  7. Josh

    [PC/PS4/XB1] Devil May Cry 5 - 08/03/2019

    Fizemos um especial da franquia no meu site, amigos, quem quiser ver: Descobrindo Franquias DMC
  8. Josh

    O que vocês estão jogando, pederastas?

    Jogando: Vitão lindo do amor: BlazBlue, Mary Skelter e Reverie PS4: Pac-Man Championship 2, Guitar Hero Live e Butcher
  9. Josh

    [PC/Switch/X1] Cuphead

    Joguinho fácil
  10. Josh

    Review / Tutorial Soldner X2

    Czar, acho válido fazer jogos antigos, muita gente não conhecia essa pérola hehe No mais, obrigado pelas respostas, chapas
  11. Josh

    [PS4 x PC] Street Fighter V

    foda-se as roupas, nerfem essa boneca aí
  12. Josh

    Review / Tutorial de Ys VIII: Lacrimosa of Dana

    Pra quem viu o vídeo, falei de algumas possíveis mudanças na versão PS4, incluindo o estilo de batalha... Então, se confirmou para Dana, não se sabe ainda se será só ela, ou se outros receberão, o que foi relevado é que: Dana terá 3 estilos denominados: Iclesia - água (水 / Mizu) Estilo normal de Dana, já presente na versão Vita Groundica - Terra (地 / Chi) Estilo que dará mais força para Dana, podendo causar STUN com mais facilidade e ter alto índice de poder Luninas - Luz (光 / Hiraki) Estilo que dará mais velocidade para Dana Além disso, a troca de estilo não será apenas para as batalhas, será também para a exploração das Dungeons: Iclesia será responsável para interagir com objetos que precisem de dano de água: Groundica será responsável para explorar partes quebráveis das Dungeons: E Luminas, será responsável para alcançar lugares distantes das Dungeons por tempo limitado: Qualquer outra novidade, voltarei à postar... Fazemos de tópico oficial, plz
  13. Josh

    Review / Tutorial de Ys VIII: Lacrimosa of Dana

    Como prometi, só terá o formato de vídeo a partir de agora... Sei que o tópico era bom e talz, mas vou tentar valorizar mais o meu canal... ​Espero que entendam e gostem do novo vídeo...
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