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Melhores usuários


Conteúdo Popular

Mostra conteúdo mais curtido em 20-02-2021 em todas áreas

  1. 1 curtiu
    O que Letarn falou é fato, e o jogo 1 pelo menos tem um ritmo estrutural que se repete, tipo missão em algum país, dia livre, exploração da mansão da escola e prova prática e repete pelo jogo todo praticamente. Obviamente que a história vai sendo contada assim como aprofundando os personagens, etc então não me incomodou, mas pode ter gente que não curta esse estilo.
  2. 1 curtiu
    Bram eu joguei o 1 até agora(são 4 da série) e gostei bastante. É um jogo de pacing lento, o 1 é praticamente uma grande introdução do mundo e personagens, todos bem construídos, explicando passado, motivações, etc. Gostei do mundo, um mundo fictício em alta tensão de guerras, etc. Tem um ar de anime shounen inegável, tem algumas coisas inspirada em Persona. Sistema de batalha me agradou também, é turnos naquele sistema de fila de ações, onde você tem técnicas que retardam a ação do adversário, etc. Acho que em resumo é isso, achei um belo RPG japa. Nem me importei com gráficos sendo um remaster de pão ou vita não me lembro, obviamente são bem simples.
  3. 1 curtiu
    O que repete é que vc revisita várias vezes as mesmas cidades dentro de um determinado país pra cada subsérie - a série como um todo são várias histórias dentro de um mesmo continente, cada subsérie em um país vizinho e com uma trama de fundo que conecta tudo. É boa demais (principalmente os três Trails in the Sky na minha opinião), mas é o tipo de jogo que eu acho melhor jogar um ou dois por ano só, pra não dar overdose. E nem vale a pena apressar muito mesmo, já que vai levar uns bons anos até terminarem a série de vez.
  4. 1 curtiu
    Sim, os 4 Trails of Cold Steel são sequências diretas. A série Trails também tem outras subséries com histórias principais independentes e protagonistas diferentes, mas com um mundo interconectado e personagens recorrentes. 3 Trails in the Sky, Trails from Zero/to Azure (esses dois não saíram no ocidente, mas tem um grupo que traduziu o primeiro e está terminando de traduzir o segundo) e os Cold Steel. Eu curto bastante a série, mas o aviso que eu sempre dou é que há uma reciclagem violenta de cenários entre os jogos de cada subsérie e muita repetição, o que pode tornar a série bem cansativa dependendo da sua tolerância.
  5. 1 curtiu
    Jogando 3D World e Bownser Fury com a filhota. No 3D se eu fico na frente dela na pontuação ela fica puta da vida. Tenho que além de jogar prestando atenção em não morrer, também não fazer mito ponto, vê se pode. E o Bowser é legal de mais, realmente um mundo aberto gigante de Mario seria incrível. Jogando também RE 2 Remake. Nossa que Remake foda, agora sim da tensão jogar o jogo. Estou jogando no insano e já morri um monte. Início de jogo, pouca bala, falei vou enfrentar esse zumbi nada, vou fugir nessa sala aqui, tá tranquilo. O fdp arromba a porta, não mais sossego não. E aproveitei a oferta Japan superior da PSN e peguei o Trails of Cold Steel 2 lindo. Já tô ansioso pra continuação da história, RPG top.
  6. 1 curtiu
    Parece ser bem trabalhoso abrir o One X para troca do HD. Não é tão simples como o Play 4, eu irei deixar so o OS no HD interno, os games e apps vou deixar em um externo. Se a situação piorar, irei levar em uma assistência para trocar o HD e aproveito para fazer a limpeza e troca da pasta térmica.
  7. 1 curtiu
    Vai ser um post longo, mas acredito que muito útil a quem tiver interesse no assunto. Vamos lá! No vídeo ele falou praticamente tudo que eu havia falado em meu post anterior no quote, e estava indo bem até indicar a idiotice de abrir os potenciômetros para limpar. Posso parecer chato e insistente na ideia, mas agora vou explicar o outro porque de insistir que não façam isso, e assim, quem for se arriscar no procedimento pode avaliar se o risco é valido. A PCB do Dual Shock 4 já era constituída por duas camadas intermediarias entre as duas faces revestidas de cobre ( vulgarmente conhecida com waffer, pois numa vista ampliada realmente lembra um), e certamente a do Dual Sense visto a densidade de componentes e funções também é (e pelo que tenho visto em vídeos) . As ligações/contatos entre essas subcamadas e as camadas da superfície geralmente são muito frágeis (o rompimento de trilhas internas geralmente por algum curto ainda é um problema comum, principalmente em VGAs), e muitos dos contatos de componentes que estão ligados em ambos os lados da PCB também estão ligados entre as subcamadas por furos revestidos. Quando você exerce força nesses furos dos contatos onde estão soldados os potenciômetros ao dobrá-los para "desmontar e limpar" (coisa que como eu já disse não vai resolver muito se a trilha resistiva já estiver danificada por desgaste, ou contaminada com gordura de Doritos ou outro tipo de óleo), corre-se o serio risco de romper tanto as trilhas externas do contatos como também as internas da PCB (ou mesmo do próprio potenciômetro, mas até ai tudo bem pois já está fodido mesmo). As trilas externas (muitas vezes tendo 0,2 mm ou ate menos de largura em eletrônicos atuais) as vezes, veja bem, as vezes é possível religar/recuperar, isso se o responsável pelo reparo tiver muita pratica e destreza em solda. Já as internas meus amigos, ou é sucata ou lixo para o aparelho. Acreditam ser um risco válido perder um controle completo por conta do valor da porra de um conjunto analógico? Por isso é necessário aquecer gradualmente o local do conjunto para poder remover, como foi mostrado no vídeo com um soprador térmico para retrabalho, ou com o sistema de poço/piscina de estanho (cadinho de estanho....processo eficiente, mas não para isso ) também mostrado no vídeo. Ou na falta dos dois, fazer o processo com uso do ferro + sugador + malha de cobre, para poder remover o máximo possível da solda antes de tentar remover o conjunto. E os potenciômetros de conjuntos novos não precisam de calibração porra nenhuma como ele diz no vídeo. Ou o conjunto novo vem funcionando corretamente, ou já vem com alguma coisa fodida, como eu também disse anteriormente já ter acontecido de comprar. De resto é tirar conjunto velho defeituoso, colocar o novo e ser novamente feliz. Aqui estão dois dos vídeos que foram recomendados como referencia. Os dois primeiros indicados eu vou fazer de conta que nem vi (por motivos já citados anteriormente), e o ultimo é a dessoldagem e soldagem com cadinho. Mas esses dois são interessantes: Que coincidência ser logo um Xbox Elite Controller com drift...surprise to no one No primeiro vídeo ele procede na remoção do analógico exatamente como um daqueles caras que toma conta daquelas "TVs de cachorro" (assador de frango giratório) ou um açougueiro quando se pede para o cara cortar o frango a passarinho. É uma vacilada de riscar a ponta aquele flush cutter, ou a pinça em cima de uma daquelas trilhas (ou em um resistor smd daqueles) enquanto esta torcendo o pedaço da carcaça do analógico, e a merda está feita. Mas vamos a parte que interessa, a "calibração do analógico". Ele está correto, e pode haver aquela diferença de resistência nos potenciômetros entre os dois divisores de potencia. Mas sabem no que isso vai afetar no funcionamento do novo conjunto, principalmente com uma diferença marginal daquelas de 0, 6 num potenciômetro que geralmente vai de 0 a 6 k ohms (mas o controle só usa variações de resolução entre 0 e 5k ohms) ? ABSOLUTAMNETE PORRA NENHUMA! Se essa diferença fosse usada para validar o potenciômetro do analógico como bom ou ruim, praticamente nenhum nem sairia da linha de produção. O que o software de fábrica da MS faz é simplesmente dizer ao processador do controle a diferença dessas medidas, e estabelecer elas como o ponto neutro do controle no gráfico de testes, e isso só para ficar bonito na foto. Perdas posteriores de parâmetros por desgaste dos componentes (ou posicionamento fora do eixo durante a sincronização do controle) serão registradas e inclusive podem ser vistas no software de testes do próprio Xbox. Que só vai servir depois de um tempo para mostrar que seu controle já está surrado. Fora do software o ponto neutro é sempre estabelecido quando o controle é ligado e sincroniza com o console, e contanto que a mola do conjunto e os potenciômetros estejam funcionando, ele vai sempre voltar ao ponto neutro ou dentro de uma margem de erro aceitável e adotada inicialmente. Aquela pequena variação entre a intersecção (ponto neutro) dos eixos X e Y num controle novo não vai afetar em nada, contanto que não tenha sido gerada pelo usuário tocando no direcional durante a inicialização. Por isso haviam aquelas mensagens em inicializações de alguns jogos/consoles (e também no manual que geralmente ninguém lê) para não tocar nos direcionais analógicos durante a inicialização do console, e deixa-los na posição neutra. No segundo vídeo ele mostrou o processo correto de remoção, pois deve ter adquirido alguma pratica e conhecimento apesar de admitir não ser um "profissional em solda" (inclusive comenta para não forçar as trilhas durante a remoção... antes tarde do que nunca), e até os 10 primeiros minutos estava tudo bem. Depois ele votou a ensinar como trucidar o controle e veio com uma "solução" ainda pior sobre como calibrar o potenciômetro. No final teve todo aquele trabalho para centralizar o direcional no visualizador de desvio do software, mas depois de alguns movimentos no direcional ele já está novamente fora do centro inicial. Mas por que isso acontece? Por que no processador do controle, ainda estão guardadas as informações das diferenças entre os potenciômetros que saíram de fabrica do controle, e os parâmetros para corrigir eles. Simples assim. O pior é que o cara é bem organizado, aprendeu como se faz a dessoldagem corretamente, e teve todo o empenho de fazer aquela tabela para registrar todo o processo de calibração e pensar em uma solução. Pena que é um processo desnecessário, o próprio vídeo mostra que na pratica não funciona, e involuntariamente gera um pouco de desinformação. Nem imagino o quanto ele já não deve ter jogado fora de componentes antes nessa brincadeira. Espero que tudo que escrevi aqui seja útil, ao menos para não destruírem seus controles, receber desinformação ou serem enganados por algum picareta por ai caso precisem de um reparo. Como eu havia dito antes, o pior as vezes não é o "técnico" não arrumar o problema, é deixar a situação ainda pior ou inutilizar o controle.
  8. 1 curtiu
    Já quebrei o mindinho do pé no Brinquedão do Parque da Mônica quando era pequeno hasss. Eu sempre saía correndo feito um imbecil pelo trajeto como se fosse uma disputa contra as outras crianças, numa dessas enganchei o dedo num túnel de cordas e já era, tive que rastejar por metade do percurso. Essas provas com obstáculos não são brincadeira, amigos................ minha solidariedade aos guerreiros feridos.......
  9. 1 curtiu
    Eu to gostando pra caramba. Comecei sem compromisso, jogando no intervalo de FF7R que to quase acabando. E hoje anunciaram a versão de D2 para ps4 e multiplataformas. E mais umas novidades sobre D4 que tb virá para ps4. Blizzard linda, jogo lindo.
  10. 1 curtiu
    Zerei no PC, miletei no Xbox, na antiga conta do PS estava para platinar. Acabei de pegar no PS pra platinar. Amo esse jogo.
  11. 1 curtiu
    BLIZZARD NÃO FAÇA CAGADAS
  12. 1 curtiu
    hacker que invade empresa de games... deve ser um piá de 12 anos mesmo
  13. 1 curtiu
    Parasite Eve é MUITO anos 90/virada do milênio. De roteiro a mecânica. O que precisaria de um remake do nível do FF7 Resident Evil 2 para ficar bom. Coisa que a a Square não consegue justificar primeiro por ser uma empresa cagona, segundo porque PE não tem popularidade necessária. E a Square de hoje deve ficar longe dos FM. EMULA'SA PORRA E CALA A BOCA. Square de FFT, FFXII, Front Mission, Parasite Eve não existe mais.
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