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Lionzz

Folklore

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Finalmente estou tempo um pouco mais de tempo pra retomar os jogos mais “antigos” (na espera das novas compras). E um deles que estou jogando (na verdade recomecei ontem bem à noite então joguei muito pouco) é o Folklore do PS3.

 

Esse jogo tem carisma escrito nele inteiro. Ele tem um quê de jogo antigo (com aquelas falas escritas e paradas), mas é, facilmente, um dos jogos mais belos do PS3. O mundo das fadas é algo que parece vindo diretamente de uma pintura impressionista.

 

O princípio do jogo para os que não conhecem é de dois personagens que não se conhecem (Ellen e Keats) que viajam para Doolin (um pequeno vilarejo) por motivos distintos: ela, para encontrar pistas sobre seu passado e ele por ser um investigador do sobrenatural.

 

A trama vai se desenrolando de maneira interessante e mantém ‘plot twists’ em todos os capítulos. Por falar em capítulos, você pode jogar só com um personagem ou com ambos, alternando os capítulos.

 

A melhor descrição da mecânica jogo que eu consigo pensar é uma mistura de Ghostbusters com Pokémon. As suas “armas” do jogo são as almas dos Folks que você vai aprisionando (estilão Ghostbusters). Mas você vai “colecionando” essas almas, pois cada uma delas é forte em algum momento do jogo.

 

Quando eu for jogando mais, vou postando mais!

 

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Eu gostei pra caramba de Folklore no início, mas depois do segundo mundo eu achei que o jogo dá uma decaída legal - tanto no sitema de jogo como no enredo. Sei lá, eu gosto de jogos que com o tempo de jogo se descobre coisas novas; o sistema de Folklore não se altera do início ao fim. Mas de fato é um jogo que tem carisma, os monstros são bem criados e variados(embora alguns apenas mudem de cor) e o Keats é bem legal, achei ele bem melhor de jogar que a Ellen.

 

No final esse jogo só me deixou com mais vontade de conhecer Doolin.

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eu to para receber

comprei por 39 ja com envio no SECOND SPIN

 

vou pegar o ps3 do meu amigo e terminar

adorei a OST dele

 

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Estou louco para jogar esse aí, será o primeiro jogo que comprarei para meu PS3 (sem contar, obviamente, o MGS4 que virá no bundle :P).

Vejo que as opiniões se dividem bastante, mas eu particularmente levo fé, os gráficos são muito bons, a temática do jogo me atrai, e como em matéria de RPG o PS3 está fraco...

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Vou postar aqui minhas impressões finais só para movimentar um pouco o tópico. ^_^

 

Bom, em homenagem ao nosso grande chapa Xiu, zerei Folklore. Vamos as minhas considerações sobre o jogo:

 

Gostei muito dele. Tem uma porrada de defeitos, mas poucos me incomodaram o bastante para sequer me fazer encostá-lo. De fato, ele me fez deixar DMC4 em segundo plano. Vou dividir em partes:

 

Gráfico: Belíssimo. Graficamente, gráfico puro, falando, não é tão impressionante. De fato, quando comparado com DMC4 e, Uncharted, entre outros, é fácil de perceber a diferença. Todavia, a parte artística é fenomenal. Cada reino é mais impressionante do que o outro, com milhares de detalhes pelos cenários. Gostei muito da qualidade. A animação é relativamente suave, tendo alguns instantes com queda de FPS e sendo um pouco truncada em outros. Os efeitos dos Folks são belíssimos.

 

Som: A dublagem é medíocre, não incomodando no começo, mas atrapalhando mais no final, quando pede um pouco mais de emoção. A escolha de voz, em si, não é ruim, mas os dubladores não fazem um bom serviço. É bem verdade que são poucas cenas faladas, o que pode incomodar alguns. A música é boa. alguns temas inclusive me faziam parar para escutar, mas a maioria serve mas como plano de fundo.

 

Jogabilidade: Uma faca de dois gumes aqui. A jogabilidade é simples, terrívelmente simples. Quando se derrota um inimigo, fazendo a soul dele ficar vermelha, pode absorvê-lo, e, então, passar a usar os poderes dele, que pode sem equipados no /\, [], X e O. Quando usa os folks eles gastam uma barra chamada de MC, o que limita o uso. Isso em si, é bem bacana, fazendo com que você procure novos folks para conhecer suas habilidades. Todavia, a simplicidade do sistema, detona isso. Não tem nada no sistema de batalhas que não isso. (Você tem um dash, mas está lá desde o começo do jogo.) Os folks logo começam a ter habilidades repetidas ou inutéis. ( Acho que não usei nem um terço dos folks que tenho.) Além disso, o jogo não faz questão de forçar que use folks diferentes, já que os inimigos costumam ter fraqueça a um certo elemento, o que faz com que qualquer folk daquele elemento seja usado para remover a alma dele. Com isso, a maioria dos folks acaba caindo em segundo plano. Outro ponto é a evolução dos folks. O jogo não tem itens de cura, armaduras ou coisas do tipo. O único tipo de item que existe (Além da cura automática, que você pega no campo) é o que lhe permite liberar o Karma de seus folks. O problema é que esses itens são deixados em cristais (Os báus do jogo) ou, aleatariamente, pelos inimigos. O que faz com que itens raros peçam um bom tempo de matança do mesmo inimigo. Não satisfeito com isso, os Folks as vezes pedem para que você derrote os inimigos em determinado número, usando aquele Folk. Isso pode ficar sacal quando o folk é uma merda. Sem itens nãop há exploração, o que faz com que as dungeons seja puro e simples combate do começo ao fim. Como o jogo é fácil, torna tudo ainda mais cansativo.

 

História: Fantástica. A história é sobre Ellen, uma jovem que não lembra de parte do seu passado, e sofre com a perda da mãe e Keats, um jornalista para uma revista sobre ocultismo. Ellen é meiga gentil e sensível, Keats é cínico, irônico e divertido. Eleen recebe uma carta da mãe, que diz que a estaria esperando na vila de Doolin. Já Keats recebe um telefonema de uma mulher, pedindo ajuda, que também está na vila de Doolin. Doolin é conhecida por ser a cidade dos mortos. Chegando lá um assassinato ocorre e a trama começa. Tem momentos que parece um pouco truncada, alguns pontos ridículos e vem em conta-gotas, mas é excepcional. Bons personagens, bom desenvolvimento e o final é fantástico. Mantém durante todo o desenvolvimento um clima de mistério que faz com que você queira sempre ver o próximo capítulo. É fácil, o ponto alto do jogo.

 

Observações extras: O jogo pode ser jogado com o Keats e com a Ellen. Na verdade, ele TEM de ser jogado com os dois. E eles passam pelas mesmas dungeons e enfrentam os mesmo chefes. Boa parte dos folks diferem de um personagem para outro, assim como a forma de derrotar o chefe, mas isso não faz com que seja menos cansativo. E o pior é que para contiuar após o 5º capítulo, amvos os personagens tem de ter completado-o. Não me cansou muito pois eu joguei com a Ellen e meu irmão com o Keats. ^_^

Outro ponto interessante é que os personagens diferem ligeiramente entre si no combate. Keats é mais rápido, mais agressivo e seus folks não se manifestam por completo, ele faz o movimento, e o folk aparece como um "fantasma". Ele também tem Transcension (Acho que é assim que escreve), onde ele fica mais forte e invencível. A barra de MC dele demora mais para carregar, mas quando carrega é de uma vez. Ellen é mais lenta e tem mais folks de defesa/status, todavia seus folks se manifestam fisicamente, servindo não só de ataque, como uma espécie de primeiro escudo de defesa. Ela tem um sistema de Cloaks, roupas que lhe dão atributos extras como proteção a elementos e status. A barra de MC dela carrega aos poucos. As diferenças são sutis, mas combinada com folks diferentes faz com que a experiência de jogar com cada um seja única.

As quests do jogo são cansativas e inúteis, na maioria dos casos. Algumas dão folks raros. Você tem um rank, que ganha exp quando absorve os folks, não quando mata. Quando evolui somente ganha 10 de HP, o nível demora a passar, são poucos e o jogo é fácil. Bem inútil.

O jogo tem um modo online chamado de Dungeon Trial. Nele você pode criar suas dungeons e jogar as dungeons que outros criaram. Sinceramente? Um lixo. Um verdadeiro lixo. Todas as dungeons tem a mesma aparência, de uma ruína mística. O modo de criação é limitado, e exige que você fique zerando dungeons para liberar as coisas. Você não captura folks e não ganha exp, portanto não evolui. Os inimigos também não tem itens. A criação da dungeon é limitada e você só pode por nas salas o grupo de inimigos pré-determinados, o que limita sua criatividade. quando você passa dungeons dos outros você ganha pontos, e com isso ganha folks. Quando envia sua dungeons, também pode ganhar folks. Mas a pontuação pedida é gigantesca, o que pede dezenas de dungeons passadas matando inimigos sem razão e com tempo. Muito, muito chato.

 

Conclusão: Um excelente jogo. Os defeitos não me incomodaram, até porque gostei do sistema de batalhas e revezei quem jogava com meu irmão. A história boa, a síndorme pokémon que tenho com os folks e o visual magnífico me garantiram uma excepcional diversão. Tão boa que irei pegar os Add Ons. Dá para terminar o jogo em umas 12-18 horas, dependendo de quão rápido for. Se quiser fazer 100%, vai umas 50-60. Eu zerei com umas 40, mas já quase treinei todos os folks e ainda tenho de pegar os raros do péssimo Dungeon Trial.

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Gostei das suas impressões Syftner, me parece um jogo bem interessante.

 

Nada mega produção, AAA, system seller, top da gamesranking como alguns gostam de falar que para eles de uma certa forma significa 'qualidade', e sim um jogo com idéias interessantes com um ambiente interessante que vale a pena ser jogado.

 

Sem duvida darei uma olhada nesse jogo quando comprar o PS3.

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aluguei e comecei a jogar, não vou fazer um review porque depois do que já foi dito seria chover no molhado, só vou deixar impressões.

 

Esse jogo já nasceu cult, quem curte coisas como quadrinhos da Vertigo vai se amarrar. A jogabilidade realmente é simplória, o forte dele mesmo está na temática e na parte artística criativa e bem acabada.

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sim, é cult, é especial

 

a musica que toca no ultimo chefe com o Keats esta entre asmelhores

 

a historia da mina é fera

 

faz desde Sh2 que nao vejo algo tao bacana assim

 

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Acho que a melhor descrição é "O Pokemon do Neil Gaiman" =P

 

e as músicas são ótimas mesmo, o jogo é caprichado, mesmo não sendo uma superprodução.

 

a animação dos monstros é bacana tb, uma coisa que notei nesses jogos nekstigén é que as animações são bem mais detalhadas, o hardware deve permitir riggings mais complexos... eu ia explicar o que é rigging mas fiquei com preguiça ehehe

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já estou no quarto mundo, tô jogando calmamente com a Ellen e o Keats ao mesmo tempo, é legal ver os dois lados da história se desenrolarem, a trama é uma espécie de whodunit (aquele estilo de filmes de detetive que se tenta descobrir quem é o assassino) e ainda rola uma intriga paralela no mundo espiritual.

 

tb estou tentando upgradear o maior número de folks possível mas pqp, tem um monte, alguns do primeiro mundo que não entendi como pegar voltei e consegui, e até que são úteis.

 

O boss peixe foi chato que só.

 

O quarto mundo, o labirinto, é o que mais gostei. A arte dos cenários e monstros é fenomenal.

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FOLKLORE muito bom porra. Jogando aqui, Cap. 2 Ellen e Keats. Porra excelente, excelente...

 

Eu sei que soa gay mas o Netherworld parece uma pintura de monnet :ui: lindimais porra

 

Uma pena que o jogo realmente só explora o sistema de batalhas ao máximo na hora dos bosses (Folklores).

 

Mas a história investigativa-like é ótima, apesar de ser bastante linear. Mas tudo bem.

 

Adorando demais.

 

Já nasce um clássico cult pro ps3, hehe.

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o chefe da 5 fase, onde vai ter uma cg de uns 6 minutos, é o mais legal!

 

vcs pegaram as outras roupas da Ellen ?

 

 

 

ahh as criaturas do 4 mundo, sao coisa de outro mundo

 

design de criaturas desse jogo nota 10

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andei sem tempo, só agora terminei o 5 mundo com os dois e estou na fase 6 onde se joga uma parte com um e outra com outro.

 

o chefe da 5 é bem legal de enfrentar mesmo, mas visualmente achei o peixe elétrico o mais foda especialmente na versão do Keats, q rola num salão deveras bonito.

 

não sei se o jogo vale uma compra, mas sem dúvida vale a pena jogar e é o tipo de jogo pelo qual eu comprei o PS3, preciso jogar Uncharted e Ratchet sem falta

Editado por Cyco_Clown

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Jogo parado quase no final. além de GTA4 ainda arrumei Uncharted e to cheio de trabalho, os bichos da última fase são meio chatinhos e é a primeira vez que fiquei morrendo e voltando repetidas vezes num cenário. Acho que só fiz uma side quest, mas o jogo principal já me ocupou o suficiente. O lance das Dungeons online realmente é uma porcaria, enchimento de linguiça mesmo.

 

Vale citar uma coisa não descrita no review do Syftner: Pra ganhar experiência mais rápido vc tem que absorver as almas em combos, quanto mais almas ao mesmo tempo consegue pegar, o número delas multiplica a experiência.

 

Outra coisa, esse jogo é um dos que melhor usa o Sixaxis até agora, na verdade fora o Jogo do Patinho ainda não vi um que use largamente. Uncharted é bem tímido o uso e no GTA é melhor nem usar, mas o lance de fazer movimentos físicos pra puxar as almas adicionou um layer a mais de gameplay. É como aqueles QTE do God of War, mas usando outros tipos de comandos, pois no fundo, sensor de movimento nada mais é do que outra maneira de dar comandos ao videogame.

Editado por Cyco_Clown

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Bem, ontem consegui uma brecha e cheguei no final, faltou só um pouco de paciência pra passar a enjoada parte final antes da luta com o chefe,nem foi tão difícil. Só achei que resolveram uma coisa na história meio porcamente:

 

 

a revelação de que a Suzette tb tinha assassinado algumas pessoas foi gratuita demais, não haviam grandes motivos e a explicação é dada tão nas coxas pelo keats que eu fiquei "WTF"

enfim, um deslize perdoável, o enredo no geral foi deveras interessante de acompanhar.

 

Primeiro jogo de PS3 terminado, agora passarei pro Uncharted.

 

EDIT: acho que não precisa mais pinar o tópeco né?

Editado por Cyco_Clown

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o Keats era um ID????

 

 

porque a revista ,a ultima edicao era de 1989 :?

 

e o desenho que a menina fez , era dele adulto, ele era o menino que morreu!

afinal morreu mesmo ne?

 

 

 

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Fotos tiradas por mim, mostrando o visual surreal e lindo desse jogo

 

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