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RoboCop com Zé Padilha - I ed209

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Não entendi, Madraço.

Eu quis dizer que discordo de quem disse que o filme é uma porcaria. Achei longe disso. Achei o filme bom. Mas também não achei nenhuma obra-prima (leia-se, filmes com nota 9 pra cima)

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Leiam está critica sobre o filme Robocop só o titulo desta critica já da para saber que Jose Padilha detonou  ao dirigir este filme, ele é gênio eu sempre confiei no seu talento, está é  a melhor critica que foi feita sobre o filme simplesmente sensacional, ele vai  ser a revelação como diretor em  Hollywood vai abrir caminho para varios outros diretores e atores brasileiros conseguirem mostrar seus talentos em Hollywood.. Eu ainda não vi o filme do Robocop mas estou ansioso para assistir mas pelo jeito acho que Jose Padilha vai fazer o segundo filme.hahahaahahahahahaahh

 

Por está critica parece que Jose Padilha fez uma obra prima e só com o tempo os criticos de cinema e cinéfilos reconhecerão sua obra prima.

 

 

 

"RoboCop" de José Padilha tem mais política e emoção do que o filme original

Por Luísa Pécora , iG São Paulo 

18/02/2014 14:11 - Atualizada às  18/02/2014 15:01
Texto

  •  
     

Diretor de "Tropa de Elite" estreia em Hollywood com remake do clássico de 1987 e consegue ir além da cópia

 

Não era fácil a missão do diretor brasileiro José Padilha em sua estreia em Hollywood: fazer um remake de "RoboCop", filme do holandês Paul Verhoeven que adquiriu status de cult desde o lançamento, em 1987.

 

Em meio às inevitáveis comparações e à pressão dos fãs quanto aos mínimos detalhes, o cineasta de "Tropa de Elite" conseguiu fazer um blockbuster cheio de ideias e ir além da mera cópia. Para o bem ou para o mal, o "RoboCop" de Padilha tem mais emoção e questões políticas e menos humor e violência.

 

Embora a trama básica continue a mesma, vários detalhes foram modificados. Alex Murphy (o ator sueco Joel Kinnaman) é um policial que investiga um poderoso criminoso de Detroit. Uma explosão criada para impedi-lo de avançar no caso o deixa à beira da morte e faz dele o candidato ideal para um inovador e polêmico projeto da megacorporação OmniCorp: transformar um policial comum em robô.

 

Chefiada por Raymond Sellars (Michael Keaton), a empresa já produz os chamados "drones" para atuar em território estrangeiro, evitando que soldados arrisquem suas vidas. Mas para entrar no lucrativo mercado doméstico, Sellars precisa convencer a "robofóbica" população norte-americana de que RoboCop consegue unir a eficiência da máquina com a capacidade humana de julgar o que é certo e errado.

 

No filme de Padilha, Murphy está ciente do que aconteceu com ele (e em uma das melhores cenas, olha horrorizado para o que restou de si mesmo: o rosto, parte do cérebro, a traqueia, os pulmões e uma das mãos). Mas conforme o elemento humano ameaça atrapalhar os planos da OmniCorp, cientistas fazem o possível para reduzi-lo cada vez mais a um robô. É o amor pela mulher e o filho (Abbie Cornish e John Paul Ruttan, em papéis que ganham destaque muito maior no remake) que vai tirar Murphy do torpor desejado pela corporação.

 

O novo "RoboCop" não apenas retoma vários temas discutidos no original - a ganância das corporações capitalistas, os perigos da tecnologia e de substituir pessoas por máquinas, os riscos da privatização da segurança pública - como torna a sátira política e midiática bem mais declarada e menos sutil.

 

Para criticar e ironizar a política de segurança norte-americana, em especial o uso de drones (hoje, aviões não-tripulados atuam em áreas como Paquistão e Afeganistão), Padilha e o roteirista Joshua Zetumer contam principalmente com o apresentador de televisão Pat Novak (Samuel L. Jackson), um misto de Bill O'Reilly e José Luiz Datena que não mede esforços e sensacionalismo para defender a entrada de robôs na América.

 

A inserção de temas políticos ajuda "RoboCop" a se distanciar da média dos blockbusters e ser um filme de ação com ideias. O problema é que elas são muitas, e acabam sendo abordadas de forma superficial. Não há tempo para desenvolver totalmente as questões levantadas porque elas precisam ceder espaço para tiros, perseguições e explosões.

cqled0j1fdnfbr42l49o83pk1.jpgDivulgação
José Padilha no set de 'RoboCop'

Padilha conduz muito bem as cenas de ação, e é possível notar suas digitais mesmo num produto tão norte-americano. Como em "Tropa de Elite", o brasileiro faz de "RoboCop" um filme veloz e cheio de movimento, marcado por câmera frenética e edição rápida. Os efeitos visuais e sonoros são bem inseridos, com cada passo do robô sendo ouvido pelo público.

 

O elenco tem mais talento do que o original, ainda que o rosto pouco expressivo de Kinnaman combine mais com a fase zumbi do RoboCop do que com os momentos dramáticos de Alex Murphy. Cornish derruba muitas lágrimas, mas o papel pouco desenvolvido a impede de ser mais do que apenas a mulher do protagonista.

 

Os destaques são os coadjuvantes, incluindo Keaton e Jackson, mas principalmente Gary Oldman, excelente como o cientista Dennet Norton, responsável pela transformação do RoboCop e dividido entre seus próprios princípios éticos e os interesses da corporação para a qual trabalha.

 

O personagem, inexistente no primeiro filme, também colabora para o tom mais sério e emotivo do remake. Quem for ao cinema esperando o mesmo humor e "gore" do "RoboCop" original deve se decepcionar: há muitos combates, mas eles são mais grandiosos, pouco pessoais e muito menos sangrentos do que os do original.

 

Se o filme de Verhoeven ganhou censura 17 anos nos EUA, o de Padilha recebeu o selo PG13, dado a filmes com conteúdo inadequado para menores de 13 anos. Na indústria cinematográfica de 2014, mais do que na de 1987, alcançar o maior público possível é crucial para pagar um blockbuster de US$ 100 milhões (R$ 239,7 milhões, quase oito vezes mais do que o orçamento do original). Tanto para RoboCop quanto para Hollywood, o tempo passou.

 

link da noticia: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/2014-02-18/robocop-de-jose-padilha-tem-mais-politica-e-emocao-do-que-o-filme-original.html

Editado por Max Cavalera

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Não entendi, Madraço.

 

Eu quis dizer que discordo de quem disse que o filme é uma porcaria. Achei longe disso. Achei o filme bom. Mas também não achei nenhuma obra-prima (leia-se, filmes com nota 9 pra cima)

 

AH TÁ, 

 

VC COLOCOU 7;5/8, PENSEI QUE SUA NOTA FOI SETE E MEIO DE UM TOCTAL DE OITO PONTOS

 

AÍ ESTRANHEI ESSA NOTA PRA QUEM ACHOU O FILME MEIA BOCA

 

APRENDE A DAR NOTAS IMBECIL

 

ALIÁS, APRENDE A ESCREVER DIREITO AS NOTAS QUE VC DÁR

 

ENFIM, TÓPICO SEGUE......................................................................................

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Os destaques são os coadjuvantes, incluindo Keaton e Jackson, mas principalmente Gary Oldman, excelente como o cientista Dennet Norton, responsável pela transformação do RoboCop e dividido entre seus próprios princípios éticos e os interesses da corporação para a qual trabalha.

O personagem, inexistente no primeiro filme, também colabora para o tom mais sério e emotivo do remake.

 

A menos que tenha havido um erro crasso de contexto, acredito que o tal personagem inexistente no primeiro filme, seja o Norton.

 

new-robocop-character-portrait-09.jpg

 

O Norton no original é esse da direita. Também idealizador do Robocop.

 

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Enfim, teria sido muito melhor se tivesse ficado com a cor original.

 

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Pior que não vi propósito em deixar a cor preta. O Keaton fala "vamos deixar mais táctico" mas o que exatamente isso significa? Porque a única coisa que posso pensar é que fazia o Robocop tomar mais tiro, era uma roupagem mais resistente. Camuflagem o sujeito praticamente não utilizou, oras.

 

A primeira armadura tava muito legal, pois remetia à original mas ainda assim a modernizava.

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Só não teve muito destaque porque o ator é um zé ruela. Mas o personagem esteve presente em várias cenas marcantes, inclusive a que manda arrancarem o braço do Murphy.


@Char De qualquer forma...

 

 

no final do primeiro, Robocop aparece com a armadura prateada.

 

 

Se houver um 2 certamente teremos o Robocop classicão que queremos. Mas se a mídia continuar detonando o filme, não haverá continuação.

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O q se passou na mente do padilha pra fazer uma porcaria dessa.

 

Cade o tema das drogas? Cade a violência urbana?

 

Cade aquele guri q era o rei do nuke? Postem fotos.

 

AH mas a classificação pg 13 blablabla

 

N teve pulso pra chegar na produtora e dizer ou +18 ou declino o convite, obrigado.

 

Ae faz um dramalhao generico

 

O cara usa um teaser

 

Robocop gay dos mamonas

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O preto está diretamente relacionado com sua fase robótica. Quando ele recobra a consciência, volta à cor original.

 

Leona está certa. Se houver um 2 (o que não deve acontecer, o filme foi mal nas bilheterias), deve ser com as cores originais de volta.

 

 

 

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Cade aquele guri q era o rei do nuke? Postem fotos.

 

 

tu tar confundindo co 2 já

 

 

 

acho q pode ter um 2 sim, PACIFIC RIM  q foi um fracasso de critica e publico alem de ser uma BOOOOOOSTA de filme vai ter continuaçao

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Pior que não vi propósito em deixar a cor preta. O Keaton fala "vamos deixar mais táctico" mas o que exatamente isso significa? Porque a única coisa que posso pensar é que fazia o Robocop tomar mais tiro, era uma roupagem mais resistente. Camuflagem o sujeito praticamente não utilizou, oras.

 

A primeira armadura tava muito legal, pois remetia à original mas ainda assim a modernizava.

 

a ideia era mostrar que o executivo e o marketeiro cagaram no design do designer/cientista etc e tal...

 

imho o principal problema do filme é o desenvolvimento... quando tu pensa que ele vai engrenar e ficar fodastico, o robocop muda o alvo e acaba o filme naquele anti climax lindo :(

 

ps: comparar o bob morton cheirador e fdp com esse cientista agua de salsicha... :lolmor:

esse do gary oldman ta mais para a dr.lazarus do robocop 3

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Eu até que gostei desse filme. Não gostei muito desse Joel Kinnaman como o Robocop, deveriam ter escolhido um outro ator. E como os outros chapas, prefiro a corzona original. Mas quem foi sensacional nesse filme foi o Samuca L. Jackson. Acho que é um filme 6.5 ou 7/10.

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Quem tá dando nota baixa, tá vendo o filme pela perspectiva de um remake. Esse é o problema.

 

Muitos críticos dizem que o filme é bom, mas não passa o que o antigo tinha de especial. A única coisa que o antigo tinha de especial era ser velho, como um vinho envelhecido hoje. Mas era um filme bem ruinzinho cheio de gore e piadas que não funcionariam hoje.

 

O cara do jornal: Notícias chegam agora alertando para o acidente na usina nuclear na Amazônia, causando chuva ácida e matando toda a fauna local.

 

:huahua:

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A única coisa que o antigo tinha de especial era ser velho, como um vinho envelhecido hoje. Mas era um filme bem ruinzinho cheio de gore e piadas que não funcionariam hoje.

 

não... simplesmente nao

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Quem tá dando nota baixa, tá vendo o filme pela perspectiva de um remake. Esse é o problema.

 

Muitos críticos dizem que o filme é bom, mas não passa o que o antigo tinha de especial. A única coisa que o antigo tinha de especial era ser velho, como um vinho envelhecido hoje. Mas era um filme bem ruinzinho cheio de gore e piadas que não funcionariam hoje.

 

O cara do jornal: Notícias chegam agora alertando para o acidente na usina nuclear na Amazônia, causando chuva ácida e matando toda a fauna local.

 

:huahua:

O filme é chato. Esse é o problema. De ação passou a ser um drama do homem q virou robô. Oh q comoção.

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Leona já gostava do filme bem antes de assistir. Só olhar os posts dela no tópico.

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É que eu sou fã do personagem. Não como uns e outros que alegam ser fãs nº 1 e acham esse novo uma bosta. Para o que se propôs ele é ótimo. Povo queria as mesmíssimas cenas com gráficos next-gen ai é de lascar até o Padilha. As críticas seriam:

 

Robocop do Padilha peca em inovação e nada mais é que um copy pasta com cgis atuais.

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