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Gvalentine

= Filmes de Terror =

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Eu vi aquele A Hora da Sua Morte (Countdown) no Amazon, minha expectativa era baixa mas fiquei curioso pelo rotten onde se vê que a crítica detestou mas o público gostou e agora eu entendo porquê. É um terrorzim de shopping com quase nenhum sangue e jumpscares, felizmente eu dei boas risadas com o filme, a trama boba é sobre um app que diz o momento exato da sua morte então ainda bem que não se leva a sério. A cena de abertura tem uma boa sacada, parece que o filme vai estabelecer um elenco de jovens slasher like, com final girl e tudo, mas é um falso começo só com a introdução do monstro e suas regras, a protagonista e a trama em si são reveladas em seguida, conhecemos uma enfermeira que resolve cancelar a viagem que faria na data marcada da morte evitando o destino programado, se você fizer isso "quebra os termos de contrato" (aqueles que ninguém lê), nesse caso o capetão vai pessoalmente atrás de você pra cumprir o contrato. Tem uma óbvia inspiração no Final Destination, e a abertura provavelmente foi uma homenagem a ele, a diferença é que naquele a morte é uma força invisível e aqui ela se manifesta literalmente. Mesmo usando jumpscares algumas cenas até possuem uma tensão, e achei a construção do clímax eficiente com algumas reviravoltas se não imprevisíveis, pelo menos bem estabelecidas, mas o roteiro não escapa de clichês e em certa altura ela vai procurar ajuda do 'professor enredo', que é aquele personagem que explica pra platéia o que está acontecendo, o filme ameniza um pouco a burocracia usando esses personagens como alívio cômico, dando personalidades excêntricas a eles e um deles até tem uma cena pós créditos.

 

No mais, é um filme que não vai entrar pros anais (ui) e nem pretende levantar alguma crítica à nossa cultura que gira em torno de celulares, mas diverte se você estiver a fim de ver um thriller mais leve estilo A Morte Lhe Dá Parabéns (Happy Death Day) ou similar.

Editado por Cyco

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Falando na Morte Lhe Dá Parabéns, acabei de ver o novo filme do mesmo diretor chamado Freaky - No Corpo de um Assassino (2020), ele repete mesma idéia do filme anterior que foi pegar um clássico da sessão da tarde e misturar com um slasher, antes foi o Groundhog Day/Feitiço do Tempo com a premissa de ficar preso no mesmo dia e adicionou um serial killer livremente inspirado em Pânico, agora nesse ele pegou o Freaky Friday (que já teve uma pá de remakes) filme bem xarope sobre troca de identidades e adicionou um serial killer inspirado em Sexta Feira 13, o resultado é outro filme divertido que vale a pena gastar um torrent, de quebra ele não teve os mesmos pudores com sangue e gore! O primeiro filme é PG-13 like mas nesse ele conseguiu um R rated e pôde fazer algumas mortes mais detalhadas, a primeira de todas é a mais criativa e só fiquei decepcionado que ele não foi crescendo isso durante o filme inteiro. O mais engraçado é que o filme segue basicamente a mesma trama do original, uma adolescente desajeitada e tímida que após viver a experiência de trocar de corpo ganha mais segurança e amor próprio, só que em vez de trocar de corpo com uma mulher mais velha ela troca com o serial killer, interpretado pelo Vince Vaughn que está ótimo aqui e rouba cenas agindo como menina adolescente com seus quase dois metros de altura, a atriz que interpreta a adolescente é um pouco mais fraca que a protagonista do Morte Lhe Dá Parabéns (que já está pra estrear a terceira parte!) mas o papel exige mais fisicalidade do que emoção aqui e embora competente, também acaba sendo ofuscada pelos ótimos coadjuvantes que interpretam seus amigos. O filme tem várias referências ao Sexta Feira 13 também, ele mata os adolescentes depois de transarem e depois de entrar no corpo da menina usa isso pra seduzir os garotos antes de matá-los, o que acaba despertando essa coisa do amor próprio nela da maneira mais errada possível hahahahah. Contar mais é entrar em spoilers, eu não sei se esse cara vai continuar fazendo esse tipo de filme, mas ele acabou achando um nicho bem original de comédias de terror.

 

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Editado por Cyco

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Vi o coreano que a Netflix colocou agora, A Ligação é mais um suspense com toques sci fi do que terror, mas vale a recomendação mesmo que com ressalvas. O filme tem uma premissa bem criativa e uma direção ágil, com aquelas reviravoltas que os coreanos adoram, tentando evitar spoilers ao máximo eu vou resumir assim: Duas mulheres, uma no presente e outra 20 anos no passado, descobrem que podem se comunicar por um telefone e ambas acabam usando isso pra modificar suas vidas, o que se torna uma maldição. 

 

Acho que isso é o suficiente, histórias que envolvem essas viagens temporais são complexas e uma análise mais profunda acaba revelando alguns furos, mas o filme se move em uma velocidade alucinante quando as peças entram em movimento, ajudado por bons efeitos e ótimas interpretações das atrizes, além de uma montagem que sustenta uma tensão constante, não é perfeito, rola um epílogo que meio que estraga o final mas até ali é bastante envolvente e bem realizado, curti.

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Em 17/08/2020 em 09:02, Joker disse:

 

vi esse sputnik aí

 

achei bem fraquinho na verdade

 

 

  SPOILER SPOILER SPOILER

um alien geleca entra dentro de um astronauta. dai soltam ele no open world sem saber quase nada da criatura pq uma medica de fora assim quis

 


 

ficam brincando de casinha com o perigo, so podia dar merda

 

filme cheio de inconsistências. "alimentam" o alien com pessoas mas ele nem come as pessoas lol

 

 

 

 

acabei que ver que tão lançando esse filme nos cinemas aqui com o nome de "Estranho Passageiro" dia 11 de fevereiro, baixei aqui mas ainda não assisti, acho que vou fazer isso hoje até.

 

cinemas abriram já? li um comentário no youtube que dizia "acho que quem ver esse filme vai acabar com um estranho passageiro chamado COVID" :lolmor: 

 

...

Assisti o Sputnik, olha, não é assim um filmaço mas vou te dizer, eu tava completamente preparado pra ver mais um clone de Alien, estava esperando o momento em que a criatura ia escapar dentro da base e sair matando todo mundo, a protagonista ia dar uma de Ripley e enfrentar o bicho mas.... apesar de no final ela meio que ter sido uma sobrevivente, o desenrolar da coisa foi diferente o bastante pra manter minha curiosidade e achei o saldo final positivo.  O que mais me incomodou nem foi o filme, foi a legenda vagabunda que eu peguei cheia de erros.

 

sobre os spoilers

 

 

eu entendi que a criatura se alimenta de hormônios por isso ela ataca apenas a cabeça, não devora as pessoas.

 

sobre brincar de casinha com o perigo, eles tinham a criatura sob controle e foi a própria heróina do filme quem acabou estragando tudo depois hehehehe, mas o general lá chamou ela justamente pra testar coisas diferentes já que o outro cientista não parecia estar fazendo muito progresso, todos eles estavam arriscando. Por um momento eu achei meio ambíguo se foi o alien usando o charme do astronauta pra criar empatia com ela e ajudar no plano de fuga, ou foi mesmo tudo idéia dela, a cena em que ele seduz a enfermeira facilmente pra sedá-la e escapar me fez pensar nisso, porém, a criatura tinha uma conexão com o cara que também era uma via de mão dupla, como na cena em que a cientista canta aquela música que ele gostava e isso acalma o monstro, o fato dele ter conseguido se suicidar sem que a criatura impedisse também mostra que ela não controlava ele totalmente, ou vendo que eles não iam conseguir mais fugir ambos preferiram morrer. 

 

quando do nada aparece aquele filho dele eu fiquei "o que isso tem a ver com o resto do filme?" mas até amarraram bem essa ponta no final.

 

achei curioso como eles tratam uns aos outros por nome e sobrenome, isso é alguma formalidade russa? nunca tinha visto.

Editado por Cyco

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Vi aquele Run (2020), como "Corra" já tinha sido pego, parece que o nome aqui vai ser "Fuja" heheheheh, é um suspense legal com duas ótimas atrizes, a Sara Paulsen (de American Horror Story) faz a mãe de uma menina com saúde frágil e o relacionamento das duas parece normal até que coisas estranhas começam a acontecer, vou dizer só isso pra manter os spoilers no mínimo mas eu acho que já vimos essa história antes e acabei meio que prevendo como a situação iria desenrolar, mesmo assim acabei me envolvendo graças à boa direção e atuações, a Sara está ótima como sempre mas quem rouba o filme é a atriz que interpreta sua filha e eu não sei o nome dela. Tudo bem que a garota é meio McGuyver mas vou admitir que torci por ela e o filme tem umas situações bem tensas. É do mesmo diretor do "Searching" que era um filme feito com Skype que eu não vi mas ouvi falar bem.

 

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Esperava mais, 70% da duração parece um filme indie meia boca e dai no final vira um slasher meia boca. :lolmor:

 

 

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Vi o The Mortuary Collection de 2019, mais uma antologia só que é das boas, nada como ter pouca expectativa com um filme e acabar se surpreendendo. O narrador das histórias é o agente funerário de uma cidadezinha no que parece ser entre os anos 50 e 60, uma garota aparece procurando emprego e acaba representando a platéia, ouvindo as histórias e depois fazendo comentários cínicos, o filme é de humor negro, não chega a ser uma comédia rasgada mas as situações são tão exageradas e bizarras que acabam sendo engraçadas. A primeira história se passa numa universidade e é sobre um cara que se acha o rei da cocada e após uma noite de sexo acaba descobrindo algo bizarro, a segunda e melhor história é sobre um rapaz que cuida de sua esposa doente até que um dia o médico lhe dá uns remédios para... resolver a situação rapidamente, digamos, a terceira é divertida mas é a que tem o roteiro mais fraquinho, é sobre uma babá que passando a noite na casa da patroa acaba tendo que lidar com a invasão de um serial killer. Achei as histórias criativas e os efeitos de gore bem competentes no geral com algumas cenas nojentas, só mesmo na terceira que derrapa um pouco (inclusive nos efeitos, parece que acabou o dinheiro), acho que tentaram forçar a barra pra amarrar tudo e acabou não funcionando tão bem, mesmo assim me diverti, valeu o torrent.

 

vi tb o brasileiro O Animal Cordial que entrou na Netflix, acho que foi uma boa tentativa de thriller com elementos de terror, a ação se passa toda em uma noite dentro de um restaurante, assaltantes aparecem tomando os clientes e funcionários como reféns mas as coisas fogem do controle pra dizer o mínimo. A diretora consegue criar uma boa tensão e manter o roteiro imprevisível por pelo menos a maior parte do filme, gostei que ela não tenta agradar a platéia e cria umas cenas que resvalam no bizarro ou exploitation e arranca boas atuações do elenco, só achei que no final ela perde um pouco a mão com alguns situações sem sentido e uma resolução um tanto forçada, não vou dizer que é uma recomendação fácil mas apesar dessas ressalvas eu achei uma boa investida dos brazucas no cinema de gênero.

Editado por Cyco

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Vi o tal Mandy com o Nicolas cage q bastante gente falava bem e achei uma porcaria

 

Alguém aqui gostou? Achei viajado demais

 

Tentando ver o tal Vast of the night agora. Meio arrastado mas tem um clima legal

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Em 11/02/2021 em 19:36, Ymor disse:

 

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Esperava mais, 70% da duração parece um filme indie meia boca e dai no final vira um slasher meia boca. :lolmor:

 

 

Tb vi esse aí. Interessante até mas bem meia boquinha

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Mandy é total aquela de mais estilo que substância, não achei uma porcaria mas concordo que é meio overrated e se você não embarcar na esquisitice e não suporta o overacting do Nicholas Cage vai ser bem chato.

 

Falando em estilo sobre substância, mas dessa vez com um resultado positivo, eu vi o mais recente queridinho indie "The Dark and The Wicked" do Brian Bertino, diretor de Os Estranhos, aqui ele mergulha no terror rural quando um casal de irmãos volta pra fazenda onde cresceram pra visitar o pai doente, lá encontram a mãe bastante perturbada e nos dias que se seguem vão acontecendo uma sequência de situações bizarras, o drama sobre a família arrancou comparações com Hereditário mas prefiro evitar esse caminho, falei que o filme era mais estilo que substância porquê ele está mais interessado na atmosfera do que história e divide opiniões mas, pra mim, isso foi um ponto positivo. Um dos clichês mais cansados dos filmes de terror é o "professor enredo" alguém ou alguma coisa que aparece no meio do filme pra explicar o que está acontecendo e aqui felizmente eles evitam isso, e não faltam oportunidades, por exemplo na metade do filme um padre aparece e você acha que ele vai dar alguma revelação importante mas acaba que ele só causa mais desconforto pros protagonistas, estes sim poderiam ter recebido um pouco mais de desenvolvimento mas o roteiro minimalista não chegou a me incomodar. O Bertino está em boa forma, não apenas arranca boas atuações do elenco, é um filme muito bonito e com ótimos efeitos práticos e áudio, a locação é na verdade a fazenda da sua própria família e deve ter sobrado um dinheirinho pra contratar uma equipe bacana, o ritmo é lento no inicio mas não achei o filme arrastado já que tudo o que acontece é relevante e o mistério ao redor também ajuda a aumentar o desconforto e a tensão do clímax, mesmo se o filme não foge de algumas convenções de filme de assombração modernos, como vultos aparecendo no fundo etc, eu ainda achei ele criativo e superior à média, com fortes chances de virar cult.

 

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vou falar mais algumas coisas sobre em spoilers

 

 

eu gosto bastante de como o "espírito" ou o "diabo" ou whatever, é tratado nesse filme, não se sabe quem é ou de onde ele veio, não descobrem nenhum culto satânico que a mãe e o pai participaram e nem existe um cemitério indígena embaixo da fazenda, eles só dão azar do capiroto escolher eles como vítimas e não há NADA que eles possam fazer. Inclusive acho que é a primeira vez que um filme desses não vira uma propaganda da igreja católica, os irmãos são ateus e a única personagem crente é uma cuidadora de idosos que ajudava a mãe, ela até tenta fazer uma reza só que acaba sendo a única personagem possuída pela entidade, ataca a protagonista e acaba se matando.

 

Eu disse que um padre aparece a certa altura, pois é, o padre na verdade acaba se revelando a própria entidade, ele entrega um crucifixo a eles e depois se sabe que a mãe tinha vários crucifixos desses nos bolsos quando morreu, então aqui não apenas os símbolos católicos não tem nenhuma utilidade como o próprio capiroto usou eles pra confundir os personagens (e a platéia). Então é um filme de casa assombrada sem médium valente que enfrenta os espíritos, nem padres, nem exorcismos, os protagonistas enfrentam seu próprio ceticismo depois de testemunhar várias visões horripilantes e eu acho que o filme funcionou comigo justamente por também ser cético e me identificar com ambos, devo dizer que eu estava realmente tenso quando o filme terminou, coisa rara de acontecer comigo depois de tantos filmes de terror.

 

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A melhor definição de Mandy é: um filme do Nicolas Cage :lolmor: É bem loucura e vibes de filme B, mas é diferente o suficiente pra atrair um público específico.

 

Eu por outro lado curti bastante o The Rental justamente pq ele vai criando um ambiente de tensão ao longo do filme que é recompensado de uma forma diferente do que o próprio filme sugere ao longo dele. Engraçado que eu mudei um pouco minha opinião com relação ao meu post da página passada, diria que meu filme favorito foi o Becky justamente pq, apesar da história ser a mais bobinha de todas, o carisma da menina compensa muito :lolmor:

 

E vou ver esse The Dark and The Wicked. Impressionante como só sigo recomendações de filme de terror daqui e nunca me decepciono.

 

 

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achei bem legal esse infografico

tava meio perdido nas sequencias reais

 

ainda assim acho o return of living dead o melhor de todos

 

reassisti madrugada dos mortos esses dias , o remake

 

na epoca achei foda

hj achei aepenas bom

 

Exterminio ainda e o filme definitivo de zumbis

e a abertura do Exterminio 2 e a melhor sequencia ja feita do genero

 

 

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Sim o remake foi muito bom. BB zumbi etc

 

Aquele filme junto com o extermínio foi o responsável por essa modinha zumbi q assolou a cultura pop nos últimos anos

 

Vi o tal Vast of the night

 

Achei muito arrastado. O clima é legal mas é muito biuld pra pouca consequência no final. Achei raso demais, tava esperando algum plot Twist estilo Twilight zone q é maizomenos o tom do filme

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Dawn of the Dead é disparado o melhor filme do Zack Snyder :lolmor:

 

Aliás, eu acho os filmes antigos do Romero extremamente atemporais. Não a toa que a maioria dos filmes bons do gênero seguem exatamente a mesma cartilha: grupo de personagens carismáticos, gore pra cacete usando de preferência efeitos práticos e o uso do apocalipse zumbi como uma crítica social. Pode ver que nos melhores filmes de zumbi eles servem muito mais como ambientação do que como um inimigo de fato.

 

 

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4 minutos atrás, qqt disse:

Dawn of the Dead é disparado o melhor filme do Zack Snyder :lolmor:

 

 

só li verdades

 

e sim, esses filmes do Romero não são clássicos à tôa, mesmo com o Massacre da Serra Elétrica original que se fosse lançado hoje ainda seria foda, me impressiona como o remake desse não é tão eficiente, mesmo aumentando na dose de gore. Sem dúvida o baixo orçamento do original contribui pra deixar o filme ainda mais incômodo, quando você vê a fotografia limpinha e os atores com cara de modelete do remake parece que automaticamente liga o "é só mais um filme" e foda-se.

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vi esse tal Wrong Turn de 2021

 

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nao confundir com a serie de slasher antiga q era copia de massacre da serra eletrica e hills have eyes

 

mas nao achei q vale nao. bem genericão e mediano

 

de interessante msm so achei uma puniçao q o povo da floresta aplicava 

 

nota 6 no maximo

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todo mundo falando mal desse reboot do Wrong Turn, essa série meio que passou batida por mim, mas pelo que eu vi já tinha caído naquele território de auto paródia e era mais pra dar risada do que sentir tensão, mas esse reboot tenta levar a sério. Talvez seja mais jogo ver aquele 'The Ritual' pra quem ainda não conhece, também é um filme sobre mochileiros que acabam encontrando um culto bizarro no meio da floresta.

 

 

Falando em levar a sério, eu vi o novo da A24 Saint Maud, rolou uma certa polêmica com esse pois o marketing vendeu o filme fazendo comparações com Exorcista mas putaquepariu, tirando o ângulo religioso o filme não tem NADA a ver! Criar expectativas só vai estragar o que na verdade é um ótimo drama com elementos de thriller psicológico. Esse filme tá na mesma linha de outro da A24, O Farol, com atuações fortes do elenco e uma lenta construção das peças que culminam num clímax tenso, não espere terror embora role uma perturbação da boa. 

 

Enfermeira é contratada pra cuidar de uma ex-bailarina que está com câncer terminal, as duas de mundos diferentes, uma artista, liberada e a outra religiosa, reprimida, claro que o relacionamento ali vai ser conflituoso e acaba escalando da pior maneira. É o filme de estreia da diretora roteirista Rose Glass mas nem parece, a mina já domina a câmera e arranca atuações dignas de premiação, especialmente da atriz que interpreta a enfermeira, a Maud é a narradora não confiável da história então já sabe né? Em alguns momentos o filme me lembrou o ótimo Cisne Negro, essa sim é a comparação mais sensata.

 

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Em 10/03/2021 em 14:45, Cyco disse:

todo mundo falando mal desse reboot do Wrong Turn, essa série meio que passou batida por mim, mas pelo que eu vi já tinha caído naquele território de auto paródia e era mais pra dar risada do que sentir tensão, mas esse reboot tenta levar a sério. Talvez seja mais jogo ver aquele 'The Ritual' pra quem ainda não conhece, também é um filme sobre mochileiros que acabam encontrando um culto bizarro no meio da floresta.

 

 

 

 

É reboot? acho q n pq n tem absolutamente nada a ver com aquele antigo

 

esse ritual vi é legalzinho

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Assisti o Anything For Jackson, mais uma produção daquele canal gringo Shudder que de vez em quando solta uns filmezinhos bons até, é parte comédia de humor negro, parte horror sobrenatural, sobre um casal de velhos que é satanista de primeira viagem, sequestram uma mulher grávida com a intenção de ressucitar seu neto através dela. E é claro que vai dar merda. 

 

Premissa absurda porém tratada com criatividade e carinho, elenco carismático e um diretor sabe quando tem que fazer graça e quando quer criar tensão, me surpreendi com as boas cenas de horror aqui, o final vai dividir opiniões porém, a resolução pra mim foi satisfatória mas concordo que um tanto brusca, não acharia ruim se incluíssem mais alguns minutos pra embrulhar melhor a coisa.

 

Um dado curioso é que esse é o primeiro filme de terror desse diretor, que é especializado em fazer comédias românticas natalinas, acho que explica muita coisa :lolmor: 

 

 

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Fiz uma dobradinha Netflix aqui, vi o novo O Mistério de Block Island (The Block Island Sound 2020), indiozinho bem intencionado de suspense que eu teria gostado mais se você não resolvesse o tal mistério tão rápido, o roteiro e direção são bons em estabelecer uma atmosfera inquietante e desenvolver os personagens e seus relacionamentos, o elenco de desconhecidos tb me agrada, criando uma dinâmica familiar convincente mas essa história implora por uma reviravolta que nunca chega. A trama começa a partir do comportamento estranho do velho pai da família, o que vc desconfia que está acontecendo se confirma e... é isso. Não é um filme ruim, mas infelizmente também não alcança as alturas que pretende resultando numa experiência esquecível. Acho que a única coisa que me chamou atenção foi o ator que faz o pai, é um dos caras mais feios que eu já vi :lolmor: o que é ótimo pra um vilão de filme de horror.

 

edit: eu tinha colocado uma sinopse mas achei que tava muito spoiler então removi

 

O outro filme é antigo, o Assim na Terra como no Inferno (as Above so Below 2014) que eu ainda não tinha visto, é da época que o found footage tava na moda, um guilty pleasure relativamente bem produzido com cenas gravadas nas catacumbas de Paris (claro que é só em algumas cenas, depois é tudo em estúdio mesmo). A premissa é igual a jogo da Tomb Raider, uma arqueóloga procurando algum tipo de pedra filosofal por um mapa que era do pai ou coisa parecida, enfim, é a desculpa pra enfiar ela e uma equipe nos subterrâneos filmando tudo o tempo todo, e tome câmera na mão tremida enquanto eles correm de um lado pro outro, tem uns furos de roteiro bem óbvios como cordas que os personagens tiram do cu em momentos convenientes mas eu admito que dei risadas e me diverti, é um filme trem-fantasma, alguns minutos de gritaria e escapismo se você não está se sentindo muito exigente.

Editado por Cyco

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Já tinha ouvido falar bem desse indie Hunter Hunter, não confundir com o anime Hunter X Hunter, e junto com o Dark and the Wicked e o Possessor acho que foi um dos meus favoritos de 2020.

 

Conhecemos um caçador, sua mulher e sua filha, que vivem um estilo de vida sobrevivencialista no meio da floresta, o surgimento de um lobo desgarrado dá início ao filme e paro por aqui. O roteiro e a direção não tem pressa, desenvolvendo os personagens e situações aos poucos, nem parece um filme de terror na maior parte da sua enxuta hora e meia de duração mas tem o tempo todo aquele clima de "vai dar merda", o filme esconde informações e esse jogo é necessário pra construir o terceiro ato onde as peças todas se encaixam. Não sei o que vocês vão achar do final, mas eu adorei.

 

Uma curiosidade é que o caçador é interpretado pelo moleque protagonista do Final Destination, hoje obviamente um tiozão.

 

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Editado por Cyco

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baixei mais dois, o primeiro O Feitiço (Spell - 2020) é uma produção da Paramount só com atores negros, mas infelizmente faltou um Jordan Peele aqui pra dar um polimento. Segue um advogado bem sucedido que viaja com a família pro interior do Kentucky para um funeral, mas eles sofrem um acidente com seu avião monomotor, ele acorda sozinho na fazenda de uma família de desconhecidos, um casal de velhos e seu filho mudo gigante, claro que os excêntricos porém bem intencionados salvadores logo revelam suas verdadeiras intenções. É um filme com elementos interessantes mas prejudicado por um roteiro ruim, percebe-se que os realizadores tinham algumas boas idéias e temáticas, como a relação que temos com nossas raízes e talz, mas a história vai degringolando em situações forçadas e mal desenvolvidas, a uma certa altura eu tava torcendo mais pros velhos vilões do que pro herói, eles eram bem mais interessantes e melhores atores tb.

 

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Outro foi o falso documentário indie The Blackwell Ghost (2017), com apenas uma hora de duração, é um divertido e eficiente filmete de caça-fantasma. Acompanhamos um cineasta com o projeto de capturar um fantasma real em filme, assim como em outros found footage ou similares na maior parte da história apenas acompanhamos os preparativos, estabelecendo os personagens e situações de maneira que o climax funcione ao máximo e devo dizer que curti o resultado. Felizmente ele segue o "menos é mais" e não tenta fazer efeitos especiais nem nada muito apelativo, eu achei bem mais eficiente sugerir do que mostrar em comparação a coisas tipo Atividade Paranormal e cia, sem falar que a curta duração ajuda a enxugar a gordura.

 

Me lembrou aquele Host tb, curto e eficiente filme de baixo orçamento feito como uma live de zoom.

 

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Descobri que esse filme já tem mais QUATRO continuações!!! Fiquei curioso pra ver mas achar legenda pra parte 1 já foi difícil, me parece que todos os filmes estão disponíveis na Amazon Prime lá fora, não sei se aqui tb.

Editado por Cyco

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