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CIENFUEGOS

BBB 21 [TÓPICO PARALELO]

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Haas Boa ocubo cresceu meu conceito  .... 

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Raimundos é uma bosta. Quem tem mais de 20 anos e curte isso já necrosou os ouvidos.

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Agora, H' disse:

Raimundos é uma bosta. Quem tem mais de 20 anos e curte isso já necrosou os ouvidos.

Haass acabou com Rodolfo  saiu..  hj não escuto  mesmo  porém marcou época como mamonas 

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17 minutos atrás, Phalk disse:

Vocês complicam demais as coisas.

 

Você poderia descomplicar a expressão cristalina do que ora avanço, no momento mais autêntico do tópico, em que Sete Anjo deu razões pro seu gosto, logo interpretado por mim? Ali está didaticamente o ponto FULCRAL do problema do entretenimento no capitalismo tardio. Daquela mônada se extraem todas as consequências, que deixei aos pingos na primeira página, complementáveis no artigo que indiquei.

 

Todo o "complicado" descomplica-se, desvelado, no breve diálogo com Sete Anjo.

 

Adorno e Horkheimer, na Dialética do Esclarecimento, formulam a seguinte tensão: no discurso mítico, já há um impulso de esclarecimento; da mesma forma, no discurso do esclarecimento, há um regresso mítico. As múltiplas objetivações dessa tensão fundamental explicam as irracionalidades da Razão, crisálida da razão instrumental embebida nos rationales individuais contemporâneos.

 

É comum, por isso, sob a aparência dessa racionalidade, que as críticas que a ela se dirijam apareçam como mistificações. Porque o aspecto mítico, na razão instrumental, se oculta e é ocultado constantemente. Ela aparece como mera racionalidade, sem mais. E a crítica que procura desvelar seu fundo mítico, contra a coesa moldura da tela ofertada, aparece a essa mesma "mera racionalidade, sem mais" como mistificação ou, no teu linguajar, "complicação".

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43 minutos atrás, Reirom disse:

Haass acabou com Rodolfo  saiu..  hj não escuto  mesmo  porém marcou época como mamonas 

 

Até com Rodolfo é ruim de ouvir hoje. Música de punheteiro na puberdade. É pra curtir quando está nessa faixa etária mesmo.

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Pra quem tem o mínimo de boa vontade em compreender o que tento dizer - ao menos a mesma vontade que aplicam aos seus mecanismos de defesa, vindo pra cá comentar apenas pra reforçar o veredicto que trazem no peito, quando poderiam ignorar o tópico -, o esquema lógico "o entretenimento, dominado pela economia de mercado, motor da circulação de mercadorias na sua forma publicitária, é útil pra distrair o humano do cansaço" só vigora nos próprios limites estruturantes da economia de mercado. É uma lógica autorreferente, validada pelo modo de vida que está aí e que, em sua monstruosa justificação, anuncia-se como Final.

 

O esquema lógico só se justifica se, no peito daquele que consente, o fim da história estiver gravado à ferro em brasa.

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A ideia do Big Brother é trazer novamente a cultura do segredo. Mas se tornou apenas uma espoliação de caracteres. Uns são exceções, mas todos passam por esse processo espoliatório. Uns sabem preservar e apagar a própria imagem, e outros a desgastam ao ponto de perderem o prestígio mesmo pelas coisas simples.

 

Outros países não cometeram esse mesmo erro.

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Em todo caso, "economia de mercado" é um erro da minha parte. A economia de mercado é apenas a mônada, a crisálida, o botão ou a semente, a raiz que, enquanto raiz, ainda não é - e pode não ser - dominação totalitária. Esse é o limite da analogia com a natureza, que à leitura liberal não é analogia, mas ontologia (realidade). Sirvo-me da analogia por mera imitação, para negá-la. Aqui, onde a nego, repousa minha sanidade. Aos que prosseguem com suas falácias naturalistas, os fantasistas decrépitos e contentes, sobretudo confiantes na razão instrumental, a prudência contra a metafísica das retóricas linguísticas se perde no horizonte - e naufraga.

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Cara, o valor de uma coisa depende do seu uso, tanto quanto o valor de um trabalhador depende da qualidade do seu trabalho.

 

A analogia pode ser uma coisa útil na filosofia, não somente da maneira que Aristóteles a usou, mas de mil e umas maneiras.

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Ou mesmo, no labor filosófico. Não adianta querer se pautar na pseudocultura nacional atual, porque inexiste. Os hunos conservadores demoliram sem dó, mas mesmo assim, transformaram as suas vidas fundamentadas na maior falsidade de todas, que é a supremacia do intelecto sobre a inteligência.

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2 minutos atrás, Godard disse:

Cara, o valor de uma coisa depende do seu uso, tanto quanto o valor de um trabalhador depende da qualidade do seu trabalho.

 

Essa lógica só se sustenta abstraindo as condições concretas do modo de produção vigente. Vale como fórmula a-histórica. Este mundo é outro. Um indício em Aristóteles que pode servir pra começar a pensar no que consiste a transformação ontológica operada pela ascensão totalitária da economia de mercado sobre o diverso das expressões humanas e do diverso de sua relação com a natureza é sua crítica à crematística. Um indício, apenas, limitado pelo seu tempo como era Aristóteles.

 

Pra contrapor aquele mundo com este e salientar as diferenças, sugiro um estudo pormenorizado do significado de phýsis no mundo grego. A formulação mais precisa e sintética que já li a respeito sobre a compreensão grega de phýsis está em Heidegger, A questão da técnica. Tradução sugerida: Werle.

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14 minutos atrás, CIENFUEGOS disse:

Pra quem tem o mínimo de boa vontade em compreender o que tento dizer - ao menos a mesma vontade que aplicam aos seus mecanismos de defesa, vindo pra cá comentar apenas pra reforçar o veredicto que trazem no peito, quando poderiam ignorar o tópico -, o esquema lógico "o entretenimento, dominado pela economia de mercado, motor da circulação de mercadorias na sua forma publicitária, é útil pra distrair o humano do cansaço" só vigora

 



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11 horas atrás, CIENFUEGOS disse:

Do ponto de vista social, o futebol promove o aperfeiçoamento físico e o senso de coletividade. Enquanto prática efetiva, conserva seu valor autêntico como fenômeno espontâneo e amador. Porém, na condição de entretenimento, converteu-se em valor de troca, como tudo o mais submetido à razão instrumental estruturante da forma mercadoria, insígnia do espectro de dominação total da economia de mercado sobre o diverso espiritual e autêntico da experiência humana possível. Equivale-se ao BBB. A crítica que dirijo não visa apenas o BBB. Visa a estrutura. O BBB, na verdade, aparece aqui como uma das evidências desta, por ocasião de seu acontecimento hipnótico no "interesse" autofabricado. A imprecação ideológica dominante é tão poderosa que faz com que vocês apresentem essa dificuldade em separar um exemplo da interpretação que visa, por exemplos, capturar a generalidade do fenômeno social. O BBB não é o bode expiatório que me serve como depuração catártica de ódio e preconceito elitistas. Trata-se de uma instância. 

 

Aperfeiçoei a consideração sobre o futebol. 

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5 horas atrás, CIENFUEGOS disse:

 

Essa lógica só se sustenta abstraindo as condições concretas do modo de produção vigente. Vale como fórmula a-histórica. Este mundo é outro. Um indício em Aristóteles que pode servir pra começar a pensar no que consiste a transformação ontológica operada pela ascensão totalitária da economia de mercado sobre o diverso das expressões humanas e do diverso de sua relação com a natureza é sua crítica à crematística. Um indício, apenas, limitado pelo seu tempo como era Aristóteles.

 

Pra contrapor aquele mundo com este e salientar as diferenças, sugiro um estudo pormenorizado do significado de phýsis no mundo grego. A formulação mais precisa e sintética que já li a respeito sobre a compreensão grega de phýsis está em Heidegger, A questão da técnica. Tradução sugerida: Werle.

 

O histórico é somente um acidente da eventualidade. Eu nunca precisei dar importância ao histórico, porque a história está longe de ser a base das argumentações humanas. Tudo passa por um processo de interpretação, ou de análise, e a explicação histórica, factual é indiferente ao que originou os fatos. A origem dos fatos é o eterno problema da história, e portanto se a história não tem princípios fundamentais, mas apenas métodos, ela vai acabar negando os conteúdos dos próprios fatos e excluindo o que não cabe no sentido que quer atribuir.

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Vi a opinião do Emicida sobre BBB e lembrei desse tópico

Pior que as considerações de Cinegro são interessantes de serem lidas. Não vou deixar de ter um zoinho ali (se bem que o bbb19 eu larguei completamente), mas é bom para ao menos ponderar um pouco sobre o que foi dito, já que não foca apenas no programa.

 

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8 horas atrás, Godard disse:

 

O histórico é somente um acidente da eventualidade. Eu nunca precisei dar importância ao histórico, porque a história está longe de ser a base das argumentações humanas. Tudo passa por um processo de interpretação, ou de análise, e a explicação histórica, factual é indiferente ao que originou os fatos. A origem dos fatos é o eterno problema da história, e portanto se a história não tem princípios fundamentais, mas apenas métodos, ela vai acabar negando os conteúdos dos próprios fatos e excluindo o que não cabe no sentido que quer atribuir.

 

A falta que faz um sad react...

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Ok, a história é o principal, e o econômico (não a economia) vem em segundo lugar. Um se sobrepõe ao outro, sendo que o histórico inexiste. Isso é fato desde Caesar Augusto. Ou desde que o universo existe.

 

Mas, falando de Big Brother, a única coisa que realmente rende alguma coisa é classificar e julgar personalidades. Que é o que o pessoal inteligente que assiste faz. Eles sabem "descascar" a personalidade e chegar até a intenção. Um por cento? Tá é muito.

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Em 03/05/2021 em 19:40, CIENFUEGOS disse:

O sintomático dessa resposta é que ela oferece mais razões pra desgostar que gostar de BBB. A todo momento se ressalta a venalidade da experiência. Uma explicação curiosa pra determinar o gosto: o que vale nesse gostar descrito por Sete Anjo é, justamente, a falta de relação com o que se gosta. Como um martírio? Permita-me questionar se aí não se configura, mais propriamente, um "gostar" de caráter masoquista?

 

Diante dessa pergunta, ao liberal convencido de que "está tudo bem", resta o silêncio. O masoquismo também é uma escolha racional!

 

Melhor deixar pra lá.

 

Minhas palavras se dirigem aos indignados miserandos: leiam Kafka, Proust, Baudelaire com a crítica de Benjamin, Horkheimer, Adorno, Marcuse, Lukács e Heidegger à mão. Leiam Benjamin, sobretudo - e com atenção. Parece o mais fácil e é o mais difícil. O mais visceral, depois de Heidegger. Retoma o que Schopenhauer e Nietzsche avançaram, sobre a capacidade de expressão da arte, em novas bases, menos mistificadas (ainda que, em parte, prenhes de mistério). A proposta de uma epistemologia contemplativa! Nada poderia ser mais absurdo no triunfalismo do Esclarecimento. A epistemologia por contemplação de obras artísticas - obras como totalidades em si mesmas, destituídas de um ordenamento progressivo, da "melhor à pior"; como concreções espirituais sobre as quais se podem haurir conhecimentos contemplados em vez de abstraídos. É a crítica mais radical sobre o "para onde vamos", porque põe em xeque a verdade cartesiana da epistemologia físico-matemática. Põe em xeque a verdade, compreendam! Não a validade. O conteúdo de verdade, não o de validade, é posto em xeque. A verdade como a esfera da experiência concreta, holística, mais ampla que aquela da validade, que nela tem seu lugar, mas não pode dominar, sob o risco de perverter e idiotizar. 

Editado por CIENFUEGOS

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Praxeologia que vem do grego praxis (ação, prática) é uma metodologia que tenta explicar a estrutura lógica da ação humana. Comumente se relaciona com a obra do economista austríaco Ludwig von Mises e seus seguidores da Escola Austríaca. . Leiam mises tales de mileto 1 filósofo ocidental.. eu li ..

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Tábua da esmeralda  de hermes 3 vezes grande .. ... grayfox....

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(1) É verdade, certo e muito verdadeiro:

(2) O que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está embaixo, para realizar os milagres de uma única coisa.

(3) E assim como todas as coisas vieram do Um, assim todas as coisas são únicas, por adaptação.

(4) O Sol é o pai, a Lua é a mãe, o vento o embalou em seu ventre, a Terra é sua nutridora;

(5) O Pai de toda Telesma do mundo está nisto.

(6) Seu poder é pleno, se é convertido em Terra.

(7) Separarás a Terra do Fogo, o sutil do denso, suavemente e com grande perícia.

(8) Sobe da terra para o Céu e desce novamente à Terra e recolhe a força das coisas superiores e inferiores.

(9) Desse modo obterás a glória do mundo.

(10) E se afastarão de ti todas as trevas.

(11) Nisso consiste o poder poderoso de todo poder:

Vencerás todas as coisas sutis e penetrarás em tudo o que é sólido.

(12) Assim o mundo foi criado.

(13) Esta é a fonte das admiráveis adaptações aqui indicadas.

(14) Por esta razão fui chamado de Hermes Trismegisto, pois possuo as três partes da filosofia universal.

(15) O que eu disse da Obra Solar é completo.

HErmes trimestino  .. não é Hermes e Renato.. grayfox 

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Haasss  pai da alquimia.. Hermes.. grayfox...  sabe nada 

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O reverso da seriedade da vida não é a forma mercadoria entretenimento. O reverso da seriedade (e, nela incluída, a banalidade) é a transcendência possível em relações autênticas com objetos espirituais artísticos, filosóficos e científicos, nos quais se pode antever o âmbito do gosto.

 

A forma entretenimento oferece a estagnação na seriedade pela imprecação da banalidade, uma das esferas dos afazeres sérios. O entretenimento não é o locus da cultura popular. Confundir a forma entretenimento, a venda do banal para uma relação banal, com formas populares de expressão e fruição autênticas, é uma das intenções premeditadas da indústria cultural.

 

No que acima se disse, nenhum juízo de valor se faz sobre a prioridade do cânone sobre o popular, como já afirmei aqui. Esse não é, nem nunca será o caso, numa crítica cuidadosa. Tomar o cânone, por si, sem considerá-lo subjetivamente, como superior ao popular é outro lado do fetichismo de mercadoria e faz parte do projeto da indústria cultural, para melhor identificar e suprir fatias de mercado. Uma obra deve ser avaliada por sua potência expressiva, nos termos que já deixei claro em postagens anteriores. Quem ama o cânone por prestígio social movimenta-se no reverso da esfera fetichista administrada por essa indústria, que tem num de seus principais ardis cindir as esferas do "sério" e do "ligeiro", como se não andassem de mãos dadas na criação artística autêntica, numa harmonia originária.

 

Como exemplo do que estou dizendo, de que a crítica de modo algum se dirige ao ataque insensato ao "popular", insensatez que, por outro lado, no descuido acrítico, tão bem compreende o popular como idêntico ao entretenimento e, nesta falsa relação, ajuíza caridosamente "pelo povo", num falso populismo, fornecerei um elogio, quando me sobrar mais tempo, às qualidades narrativas do primeiro TLOU - obra eminentemente popular, simples e poderosa.

 

 

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Masoquista nem tanto, sádico um pouco, mas irrelevante. O problema está na exclusividade na observação, só ver BBB e só julgar pelo BBB, e não o BBB em si.

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