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Axelay – O Shoot’em up revolucionário da Konami no Super Nintendo

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Não tenho certeza, mas creio que desde a criação dos videogames, a ficção científica (especialmente a espacial) teve seu boom. Não é desde a época do Atari que estamos tentando pilotar naves espaciais contra inimigos distantes e esquisitos, geralmente de outra galáxia? Me corrijam se eu estiver enganado, mas todo o console tem, no mínimo, um jogo com essa temática. O Super Nintendo não é exceção: Pilot Wings, Gradius, Pharlax… e, hoje, falaremos um pouco sobre Axelay. 

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O futuro chegou! Estamos no ano de 2 mil e xis xis! Nosso grau de civilização beira a excelência e estamos convencidos de que não existe vida em outros planetas. Estamos colonizando planetas habitáveis, e… é claro que vocês aí do presente querem saber sobre a Terra, né? Aqui tá tudo ótimo. Desativamos a OCP, o T-850 destruiu a SKYNET, Wall-e ajudou na reabilitação do planeta e, após um longo regime, matamos a maioria dos idiotas de Idiocracia.

Mas numa bela manhã de sol, os céus dos planetas do Sistema  Solar Illis (que pode ou não habitado por humanos) escureceram de maneira assustadora. Tratava-se de uma espaçonave extraterrestre, oferecendo-nos o pior significado do termo “colonização”. Foi aquilo que vimos em “Independence day”: o planeta ficou em polvorosa, mas pouca coisa poderia ser feita: não há tecnologia bélica suficiente para combater a as frotas alienígenas. Os satélites artificiais, os landrovers interplanetários e parafernálias espaciais que não foram destruídas no primeiro contato registraram algo pior: a imensidão do arsenal e das tropas adversárias.

Em outros termos, os planetas-colônias estão ferrados! O sistema solar todo está cercado por extraterrestres com armamento incontável e titânico. A humanidade precisa fazer algo e os ponteiros do relógio parecem apontar para o fim a cada segundo.

Após uma falha tentativa de resistência, apenas um piloto e uma nave sobreviveram à investida de seus algozes colonizadores.

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untando toda sua tecnologia e esperança, as nações de Illis aperfeiçoam juntas um modelo único de aeronave: AX-77, carinhosamente chamada de Axelay e recrutam o mais destemido e sobrevivente piloto para tentar a melhor tática possível contra nossa ameaça: o contra-ataque! 

Infelizmente, não há tempo para testes, e você, no papel do piloto, deve decolar com o protótipo e acabar com as primeiras linhas de ataque extraterrestres. Mas não tema, os cientistas de Illis farão todo o possível para melhorar o armamento da AX-77, enquanto você puder defendê-los.

A AX-77 é dotada de uma metralhadora básica e mísseis, além de seu armamento periférico:

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Nível 1

Straight Laser: Feito da queima de energia plasma, se apresenta como uma esfera amarelada que ostenta potência de fogo frontal.

Round Vulcan: Duas metralhadoras em volta da AX-77 que giram 180º, seus disparos são velozes e são fáceis de se comandar.

Macro Missile: Com essa arma, AX-77 volta à metralhadora básica, mas substitui seus mísseis básicos por sua versão mais poderosa.

Nível 2

Needle Cracker: Trocar o laser pesado por esse pode ser um bom negócio. Trata-se de cinco barras de lazer azul que procuram e perseguem os inimigos à volta da AX-77.

Morning Star: A evolução do Vulcânico circular, esse gera projéteis que circulam a AX-77 aumentando seu campo de alcance por tempo de atividade. Essa arma pode matar vários inimigos de uma só vez, ou ser incômoda para chefes que tem disparos vulneráveis.

Explosion Bomb: Mísseis pesados, que servem para bombardear inimigos terrestres. Dependendo da fase, é melhor que o Míssil Macro.

Nível 3

Wind Laser: Quatro barras maciças de lazer que procuram alvos nos perímetros de toda a tela. Resumidamente, é isso.

Cluster Bomb: Mísseis mais pesados, esses caem ou são disparados para trás, para proteger a retaguarda da AX-77.

Poucos jogos com essa temática tinham esses dois estilos de fase: vertical e horizontal, sempre alternados. 

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O nível 1 – “Cumuluses” – se passa na estratosfera de um dos planetas do sistema solar Illis. Esse planeta é bem parecido com a terra, você percebe o azul dos céus, o branco das nuvens, e até avista umas ilhas. Esse planeta está sendo atacado por uma nave estupidamente grande e por uma gigantesca aranha de metal. 

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No nível 2 – “Colônia Tralieb” –  a Axelay invade uma colônia espacial e é recebida por um arsenal metálico, além de uma criatura mecânica que parece ter sido inspirada nos xenomorfos de “Alien, o oitavo passageiro”. A ausência de informações não ajuda, mas ao que parece, os extraterrestres invadiram e dominaram essa colônia espacial. Todos os inimigos aqui são metálicos. (Antes de iniciar essa fase, as Explosion Bomb estará disponível, mas eu recomendo que se mantenha o Macro Missile, que será mais útil contra inimigos que virão do alto ou do mesmo nível que você. 

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No nível 3 – “Urbanite” – estamos em outro planeta de Illis que foi invadido, mas este tem cânions e desfiladeiros já colonizados pelos extraterrestres. É uma boa fase para se estrear a Needle Cracker (que vai ser super-útil) e a Explosion Bomb (mas use-a de perto e com cuidado). O chefe dessa fase é um O.V.N.I. com quatro enormes armas lasers. Ele vai “dançar”, limitando seu espaço. O negócio é acompanhar o inimigo na dança e rechear a carcaça dele de laser, chumbo e o que mais você tiver em seu arsenal. 

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No nível 4 – “Caves” – Você, a bordo da Axelay, destruirá toda uma colonização em andamento. São criaturas aquáticas (que lembram crustáceos e frutos do mar), plantas semelhantes a flores e fungos, além de criaturas levemente nojentas, como gosmas pegajosas que puxam a nave para baixo. Aqui, está liberado o acesso à Cluster Bomb, mas ela só será útil no chefe. Como você terá que “abrir o caminho à bala”, talvez o melhor seja manter a Needle Cracker e o Macro Missile (tá é uma questão estratégica, mas vocês me entendem). Outra coisa: na bifurcação de caminho, procure sempre ir pelo caminho de cima, é mais fácil. O chefe dessa fase é um peixe mutante gigante, que já chega se jogando na água. Ele troca várias vezes de ataque, troque sua arma também. E bombas no olho dele, não esquece! 

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No nível 5 – “Lava planet” – É hora de mostrar que a melhor defesa é o ataque. Macro Missile vai ser bem útil, porque alguns inimigos (especialmente os dragões de fogo) são muito resistentes. Esse é um dos chefes mais interessantes: um gigante de lava, cujo o ponto fraco é o coração. Com coragem um tanto de agilidade (você deve ter, agora que já está nessa fase), você conseguirá destruí-lo. 

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No nível 6 – “The Navy” – Você e a Ax-77 irão de encontro à nave mãe. Ela estará cercada de uma frota de naves pesadas que prometem dar algum trabalho. Aqui a questão estratégica vale bastante: está aberto o Wind Laser, que é bem forte, mas você pode preferir o Needle Cracker novamente. Minha recomendação é o Macro Missile, mas quem vai pilotar é você, então a decisão é sua. Ao ingressar na nave mãe, um “pod” (ou um E.T. gigantesco de duas pernas, se preferir, que lembra o segundo chefe, só que menor) vai recebê-lo, indestrutível, mas perigoso de se tocar. E, por fim, o último chefe, que vai fazer você pilotar a Axelay como nunca, ameaçando chocá-lo contra rochas, pressionando-o contra lasers e clonando a Axelay para usá-la (aos milhares) contra você. 

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Estamos falando de um dos primeiros jogos do estilo que se leva a sério. Muitos são os fatores que tornam esse jogo bom:

Pense por um segundo como o cockpit de Axelay é pequeno em comparação a cada criatura ou estrutura enfrentada. São chefes e subchefes colossais e ostentadores de poder, mas com estratégia, raciocínio e até um pouco de sorte, são derrotáveis.

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A trilha sonora cumpre muito bem o seu papel. Ressalta muito bem o ambiente ao qual você sera submergido, é uma composição muito interessante entre cenário, tema e jogo.

Os fundos de tela também são incríveis. Axelay é um dos primeiros jogos a tentar montar o cenário a partir de “camadas” de telas diferentes, os gráficos não são perfeitos, mas esboçam a capacidade do Super Nintendo em lindas cores e movimentos.

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Axelay é um jogo que exige certa maturidade. Ele compensa os mais espertos, que aprendem com erros e usam muito bem tudo que for aprendido. É normal que você não o termine logo na primeira tentativa, mas os perseverantes, em uma questão de tempo, conseguem terminá-lo mesmo no Hard. 

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aso você não o tenha feito, pode jogar Axelay, tranquilamente. Gráficos limpos, música agradável e jogabilidade diferenciada o aguardam.

Se você é um jogador véio que já teve o prazer de pilotar a Ax-77, deixa sua experiência ali nos comentários!

E, pra não perder o bordão espacial: Que a Força esteja com você!!!

Fonte: Jogo Véio

Editado por Sonymaster

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Jogo espetacular.

 

Quem teve a chance de jogar na época viu do que um SNES era capaz em matéria de shooters, muito mais do que os problemáticos Super R-Type, Gradius 3 e outros.

 

"Música agradável" uma ova, a trilha sonora é fenomenal, um dos destaques. 

 

Uma pena mesmo que essa Konami fantástica tenha morrido. 

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3 horas atrás, Sérgio Meq. disse:

Jogo espetacular.

 

Quem teve a chance de jogar na época viu do que um SNES era capaz em matéria de shooters, muito mais do que os problemáticos Super R-Type, Gradius 3 e outros.

 

"Música agradável" uma ova, a trilha sonora é fenomenal, um dos destaques. 

 

Uma pena mesmo que essa Konami fantástica tenha morrido. 

Concordo totalmente com o que disse, e falo mais, Acho que Axelay está no mínimo entre os melhores jogos do gênero para o SNES, se não o melhor. Talvez para quem não viveu a época, os gráficos não impactem tanto, mas para a época, eram incríveis (fases, chefes...detalhes na nave, água na fase da caverna...enfim).

A trilha sonora é memorável .Desde a música da tela de seleção de armas, passando pela grandiosa música da segunda fase.

Acho um pecado  não ter tido uma continuação e um crime o que a Konami faz com suas franquias hoje, completamente esquecidas.

Konami da época de ouro, pra mim, é uma das softhouses que mais faz falta, ao lado da Sega (outra com inúmeras franquias também esquecidas).

 

 

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Joguei pouco esse jogo, eu era acostumado com Truxton e achava o estilo da camera sei lá estranho, como se fosse um rolo, era estranho, mas era bonito na tela.

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Na época da Gamepower, Axelay foi o único jogo da 4a geração que eu já vi levar 10 na avaliação dos gráficos. De fato, esse jogo foi muito foda nessa parte. As revistas comentavam milhões sobre o icônico gigante de lava, o chefão da fase 5. Diziam que era espetacular que um console tivesse alcançado a capacidade de mostrar coisas daquele tipo. O cenário de fundo da fase 3 também era muito comentado.

 

A trilha sonora era bacana. mas já não foi nada de incrível se comparada aos gráficos do jogo

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8 horas atrás, Zero Byte disse:

Na época da Gamepower, Axelay foi o único jogo da 4a geração que eu já vi levar 10 na avaliação dos gráficos. De fato, esse jogo foi muito foda nessa parte. As revistas comentavam milhões sobre o icônico gigante de lava, o chefão da fase 5. Diziam que era espetacular que um console tivesse alcançado a capacidade de mostrar coisas daquele tipo. O cenário de fundo da fase 3 também era muito comentado.

 

A trilha sonora era bacana. mas já não foi nada de incrível se comparada aos gráficos do jogo

 

Para época de quem jogava apenas coisas simples em 8 bits e coisas do Mega, o Snes com esse jogo foi incrível mesmo. Coisa que a gente nem se surpreende mais com os jogos de hoje de cada geração. 

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16 horas atrás, Sonymaster disse:

 

Para época de quem jogava apenas coisas simples em 8 bits e coisas do Mega, o Snes com esse jogo foi incrível mesmo. Coisa que a gente nem se surpreende mais com os jogos de hoje de cada geração. 

 

Uma coisa interessante de Axelay é a história. Geralmente, a história de jogos de nave diz que "um renomado piloto" foi convocado para pilotar uma nave que é "a mais poderosa já construída". Em Axelay, o cara é um piloto qualquer que pilota uma nave igual a todas as outras e que deu sorte de sobreviver até ali, e que vai ter que dar um jeito de fazer sozinho o que uma frota inteira não conseguiu....

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1 hora atrás, Zero Byte disse:

 

Uma coisa interessante de Axelay é a história. Geralmente, a história de jogos de nave diz que "um renomado piloto" foi convocado para pilotar uma nave que é "a mais poderosa já construída". Em Axelay, o cara é um piloto qualquer que pilota uma nave igual a todas as outras e que deu sorte de sobreviver até ali, e que vai ter que dar um jeito de fazer sozinho o que uma frota inteira não conseguiu....

 

Agora é muito legal mesmo esse tipo de jogo nessa época. 

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