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Ate Cubanos

O que vocês estão jogando, pederastas?

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5 minutos atrás, Cecil disse:

Não sei o quanto vc jogou, mas o mapa no começo do jogo é só uma parte do todo. Conforme avança a história, outros locais vão sendo liberados. Quando comecei o jogo tbm tive essa impressão que o mundo era pequeno.

 

Interrompi minha jogatina do Days Gone depois que fui dar uma olhadinha no Persona 5 e acabei ficando imerso nele nos 04 meses seguintes :lolmor: 

Mas sem dúvidas é jogão, ainda voltarei a ele.

 

Estou relativamente no começo. Umas 5-10 horas acho e estou fazendo as missões no segundo acampamento. 

 

Então aquela historia de viajar para o norte libera mais partes do mapa?

 

22 minutos atrás, qqt disse:

Pelo visto, a parada aqui na verdade é bem linear, com os assassinatos dos Visionaries em aberto pra vc acumular loot pra depois chegar na única conclusão possível pra matar todos eles, etc.

 

 

Dishonored tinha esse problema também... nunca embalei nele por causa disso.

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1 minuto atrás, psg1 disse:

 

Estou relativamente no começo. Umas 5-10 horas acho e estou fazendo as missões no segundo acampamento. 

 

Então aquela historia de viajar para o norte libera mais partes do mapa?

Essa história de viajar pro norte acho que a resposta vem só no fim do jogo... Eu parei no terceiro acampamento se não me engano, que fica em uma área sem acesso no começo. Deve haver mais, mas não avancei tanto.

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2 horas atrás, psg1 disse:

 

Comecei a jogar essa nhaca no final de semana e assino embaixo tudo que voce disse. Jogão e leve no PC, rodou bem melhor aqui que o Horizon Zero Dawn. Mesmo quando a tela se forra de zumbi o jogo não deixa a peteca cair. Só vi sair dos 50-60 fps dentro das cidades ou dos camps.

 

É um State of Decay abordagem Sony first party.

 

Jogou em qual dificuldade chapa? Estou jogando no Hard 2 e ainda assim estou achando relativamente fácil. Apesar de ser 2 hits = vala, a quantidade de suprimentos não é tão limitada. Mais para frente devo tentar uma run em survival mesmo porque o fast travel é bem desnecessário pelo tamanho do mapa. 

 

Apenas três coisas me incomodam no momento.

A primeira é que os personagens e o enredo são bons (sons of anarchy feelings), mas a desgraça do Deacon comenta o jogo INTEIRO. Voce pega um negocio no chão ele solta uma vinhetinha... o cara da radio manda uma mensagem e ele solta um comentário atrás (repetitivo ainda)... voce mata um zumbi, outra vinhetinha... Tinham que dar um jeito de desligar isso. Desconecta total.

 

O segundo é a gasolina que não dura nada. Tudo bem que são questões de gameplay, mas o jogo devia ter dado uma limitada maior. Um galãozinho vermelho igual aos do jogo com menos da metade teria que durar por baixo seus 15 km (+-1 ou 2 litros). Um daqueles cheio numa Harley da vida dura bem seus 40-60km (5 litros). Voce anda 2 km e já acabou, então se fosse o caso limitassem a quantidade de galões. E não custava nada colocarem o consumo de gasolina de acordo com como voce toca a moto. Descer uma ladeira acelerando ou em marcha lenta gasta a mesma coisa. Pet peeve meu, mas é o tipo de coisa que é fácil de ajustar e fazer bem feito.

 

E o terceiro é o world map que de certo modo é limitado e pequeno. Ok, entendo que é um jogo "menor" mas por ser um jogo com uma moto para voce explorar eles poderiam ter dado uma ênfase maior no mapa. Num days gone 2 com certeza vão dar uma caprichada nesse ponto.

 

Jogo 7,5-8 sólido. De fato é uma ótima adição ao panteão de franquias da Sony e tem muito potencial para uma sequencia.

 

Joguei na dificuldade padrão no ps4, acho que normal, pra mim foi bom o desafio, tem uns inimigos que vão aparecer mais pra frente que são desespero puro, morri várias vezes mesmo no normal, muitas também por direção irresponsável da minha parte :lolmor::lolmor:

 

Você ainda ta bem no começo chapa, o jogo vai umas 30h/40h, eu terminei com quase 50h lol, como o chapa Cecil comentou ainda vai abrir grande parte do mapa pra você, pelo menos dobra o tamanho se não me engano. Tudo no jogo aumenta bastante a escala lá do meio pra frente, tamanho do mapa, desafio etc...

 

Em relação a gasolina eu achei justo em termos de gameplay, mais que isso acho que tiraria quase a necessidade de ficar de olho na gasolina, ele calcularam em uma medida boa, fica de olho em locais com muitas casas, normalmente tem algum galão perdido ou até um posto, e no meio do caminho se ver algum guincho na rua normalmente tem também.

 

E se você gostou assim no início provável que essa nota que deu ainda aumente.

Editado por Leonhart

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O problema não é falta de gasolina e nem onde encontrar a gasolina.

É excesso de gasolina no mapa e falta de gasolina na moto, então voce fica abastecendo toda hora e sempre tem gasolina por perto. Vira apenas uma mecânica e não cria tensão. Imho eles podiam tirar gasolina do mapa e deixar voce abastecer apenas em poucos pontos. Ai sim voce fica preocupado se vai dar para chegar no destino ou se vai acabar a gasolina fugindo da horda.

 

Enfim, eu queria algo no estilo dos survival modes mas sem as frescuras de desligar survival vision, waypoint no mapa, tirar os avisos de direção (que imho são coisas que colocam no jogo apenas porque voce não tem como voce simular esse tipo de percepção sensorial num jogo), etc.

 

 Mas sigo gostando bastante do jogo, depois posto umas fotinhos ai das bizarrices rs. O comportamento da horda realmente surpreende.

Editado por psg1

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Deathloop - Finalizado

 

Ignorei tudo sobre esse jogo achando que era roguelike, ouvi um review do Nautilus e era bem diferente do que eu acreditava ser, dei uma chance e foi a melhor escolha de jogo que fiz esse ano. A história, mecânicas e seu gameplay, como corre a narrativa, eh tudo bem cuidado e trabalhado. Há alguns problemas, não é tão aberto assim e tem bugs tbm, mas não apaga as qualidades.

 

O dual sense ajuda muito na imersão, a saída dos audios da Julianna, audio logs, capsula das balas "caindo" e trigger com "peso" na medida certa.

 

Achei um jogasso de modo geral, 10/10.

 

Fazendo alguns extras bati 20 horas, em breve vou tentar a platina.

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1 hora atrás, grun disse:

Deathloop - Finalizado

 

Ignorei tudo sobre esse jogo achando que era roguelike, ouvi um review do Nautilus e era bem diferente do que eu acreditava ser, dei uma chance e foi a melhor escolha de jogo que fiz esse ano. A história, mecânicas e seu gameplay, como corre a narrativa, eh tudo bem cuidado e trabalhado. Há alguns problemas, não é tão aberto assim e tem bugs tbm, mas não apaga as qualidades.

 

O dual sense ajuda muito na imersão, a saída dos audios da Julianna, audio logs, capsula das balas "caindo" e trigger com "peso" na medida certa.

 

Achei um jogasso de modo geral, 10/10.

 

Fazendo alguns extras bati 20 horas, em breve vou tentar a platina.

 

Boa! 

Eu já bati umas 30 horas de jogo, mas ainda falta um monte de pistas de arsenal e ACHO que apenas uma de visionários. 

Sou muito lento nesse jogo, jogando de forma furtiva demoro uma eternidade em cada fase, e sempre busco limpá-las e farmar residuum. Nesse ritmo acho que minha platina só vai pintar com umas 50 horas.

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Continuando Deathloop aqui e uma coisa é certa: nem tento mais jogar com a Julianne.

 

O multiplayer do jogo é UM LIXO. Me senti jogando Modern Warfare com a internet do Cody, com personagens se teletransportando pra todos os lados, impraticável.

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Agora, Lockhart disse:

 

Boa! 

Eu já bati umas 30 horas de jogo, mas ainda falta um monte de pistas de arsenal e ACHO que apenas uma de visionários. 

Sou muito lento nesse jogo, jogando de forma furtiva demoro uma eternidade em cada fase, e sempre busco limpá-las e farmar residuum. Nesse ritmo acho que minha platina só vai pintar com umas 50 horas.

 

Boa! Tem alguns que eu acho que devo ter trabalho, tipo, matar todos visionarios e nenhum outro npc rsrs. Mas vou tentar,  esse vai dar gosto de ter a platina pq a jornada foi mto boa.

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30 minutos atrás, qqt disse:

Continuando Deathloop aqui e uma coisa é certa: nem tento mais jogar com a Julianne.

 

O multiplayer do jogo é UM LIXO. Me senti jogando Modern Warfare com a internet do Cody, com personagens se teletransportando pra todos os lados, impraticável.

 

Ainda não joguei com a Julianna, mas também não curti muito o modo invasão com o Colt. Até acho a ideia bacana, mas deveria ser limitado a uma invasão por ciclo, como é no modo singleplayer. Se eu deixo o mult ligado, toda fase entra alguém e nem uma situação tão desafiante assim, já que o Colt tem duas vidas e, aparentemente, a Julianna não pode se recuperar (pelo menos é minha impressão, pois sou horrível no tirinho e mesmo assim nunca perdi um ciclo no multiplayer. Atiro um pouquinho, fujo e regenero. Pronto, vitória garantida). No final a sensação é que só atrasa a run e é uma fórmula bem repetitiva que fica sem graça depois de três ou quatro invasões seguidas. Pelo menos eu não senti a adrenalina no multiplayer que alguns reviews descreveram. 

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Estou jogando Pokemon Unite desde o lançamento no Android. Recomendo fortemente pra quem não baixou ainda. É free to play no Android (provavelmente no iPhone também).

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Bom, comecei Nier Replicant. Vou terminar esse e emendar Automata em seguida. Nao tenho muito o que falar, apenas testei ambos e foi amor à primeira vista. 

 

E QUE TRILHA SONORA É ESSA MERMAO, LEMBROU GITS STAND ALONE COMPLEX IMEDIATAMENTE

 

RIP ORIGA.

 

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Parei com Cris Tales após finalizar os eventos da segunda cidade. O jogo é legal mas tava precisando de algo melhor, possível que o retome no futuro.

Embarquei em The Outer Worlds pois finalmente lançou o segundo dlc no Switch. Tô gostando bastante e jogando com build de charm/inteligência. As comparações com os últimos Fallout serão inevitáveis, parecido demais.

Lulu ficaria orgulhoso, Switchzão faz milagres com esse jogo, 30fps lisos e só é ruim de identificar os npc's de longe, de perto até que as coisas ficam bonitas. :lolmor:

 

Arise qualquer dia termino, acho que falta pouco, não lembrava que jogar em PC era tão cansativo, no Switch é só apertar um botão pra sair do standby e deu.

Editado por Ultima Weapon

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Terminei Shadow of The Tomb Raider.

 

O jogo tem altos e baixos. Em um primeiro momento há muita exploração e quase nada de ação. Mas isso não é exatamente ruim, pois as criptas e principalmente as tumbas de exploração (o brilho do jogo na minha opinião) seguram muito bem. Mas faltou equilíbrio. Podia ter mais confrontos com inimigos humanos, mas principalmente animais, afinal Lara está na Amazônia.

 

Em um segundo momento, quando chega na cidade perdida, o jogo cai muito em qualidade. Ainda com pouca ação, mas aprofundando na história da tribo nativa e da cidade perdida e sua líder. Parece até uma side story, desinteresse e até sem sentido. Uma cidade perdida gigante no meio da floresta, nonsense demais. Tem algumas side quests ruins também. Tava empurrando com a barriga, e o que segurou foram as tumbas.

 

Mas, a partir da saída dessa cidade, quando a Lara chega no campo de petróleo, o jogo melhora exponencialmente. Daqui em diante tudo funciona de forma equilibrado. A cidade da missão de São João tem que ser usada de exemplo pro próximo jogo: Ação, exploração, história, side quests, tudo na exata medida. No final o jogo tem muita ação, da forma que se espera para o desfecho.

 

O Tomb Raider de 2013 é um jogaço, de bater de frente com os melhores Uncharteds. Porém o que gostei no Shadow é justamente o distanciamento da série da Sony, aproximando demais das origens da própria série Tomb Raider. Vejo que o rumo do próximo jogo tem que ser esse, mas os criadores terão que saber dosar melhor a ação com a exploração. No geral, gostei do jogo. Começo bom, meio ruim e final excelente, saldo positivo.

Editado por Cecil

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2 horas atrás, Bram disse:

Bom, comecei Nier Replicant. Vou terminar esse e emendar Automata em seguida. Nao tenho muito o que falar, apenas testei ambos e foi amor à primeira vista. 

 

E QUE TRILHA SONORA É ESSA MERMAO, LEMBROU GITS STAND ALONE COMPLEX IMEDIATAMENTE

 

RIP ORIGA.

 

 

entendo que esse jogo ganhou label de cult-classic, mas, apesar da trilha maravilhosa, eu achei bem marromenos. Bom, mas aquele bom com gosto de marromenos. As quests de qualquer coisa que não seja o Main Quest são intragáveis e o mundo é relativamente pequeno (o que faz se tornar meio repetitivo com alguma rapidez).

 

Mas como é background story do Automata (esse sim, GOTY), valeu a jogatina.

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O problema de Nier Replicant é que a repetição das rotas é bem mais maçante que as de Automata, sendo que essas são bem mais maçantes que a estrutura de Drakengard 1 e 3.

 

A gameplay do remake deixou a coisa bem mais tragável, graças a deus.

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1 hora atrás, qqt disse:

O problema de Nier Replicant é que a repetição das rotas é bem mais maçante que as de Automata, sendo que essas são bem mais maçantes que a estrutura de Drakengard 1 e 3.

 

A gameplay do remake deixou a coisa bem mais tragável, graças a deus.

 Bom saber

 

 

Mais tragavel nivel odin sphere ps2 vs ps4?

 

Pq se for entao é outro jogo praticamente 

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Gameplay do remake se aproximou muito mais do Automata do que o original, que era um beat'em up bem meh. É transformação no nivel Odin Sphere mesmo.

 

Dito isso, não só Automata tem um combate mais bem feito que o remake de Replicant assim como eu considero um jogo melhor. Mas ambos tem selo Yoko Taro de qualidade e DUENSSA.

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Nier Replicant é um bom jogo, ele é competente comparado ao que o Taro fazia antes, de toda forma tem algumas partes que podem chatear mas vale muito a pena terminar, já Automata é meu jogo predileto desta geração

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falta ainda umas adaptações no próximo NieR pra fazer ele o GOTY que ele merece ser, porque história e plot-twist mind-blowing já têm (em menor quantidade no Replicant e maior no Automata - os finais C, D e E do Automata são excepcionais, sublimes :gayrock: ). O que falta são alguns toques especiais de polimento, como, por exemplo, alguns jogos AAA mais cuidadosos de hoje, como Ghost of Tsushima, quando você aumenta a dificuldade do jogo, não é só o dano que você dá e recebe que muda (que é o caso dos dois Nier),mas  o próprio jeito dos inimigos de atacarem muda, usando golpes no Hard que não usavam no Normal, adotando posturas mais irregulares de ataque que impedem que você vença só por memorizar uma sequência de golpes.

 

 

Com relação às diferenças, tirando o campo das OSTs que são bem parelhas, bem boas (e que consequentemente ficam a gosto pessoal), não tem um único detalhe do replicant que não seja aperfeiçoado no automata.

 

Ah, DICA: Se for platinar, não venda absolutamente nada além dos itens feitos para serem convertidos pra dinheiro. Quase tudo no jogo é utilizado como material de upgrade das armas. E sim, têm alguns materiais de upgrade de armas que são dignos de Drop-rate de MMO.

 

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Ambos os NieR foram dignos de GOTY em suas épocas, em minha humilde opinião. O original já era fantástico no PS3, mesmo com o combate fraquinho e com outros problemas. Personagens carismáticos demais, trilha sonora impecável, mindfucks e outras yokotarices. No Automata os personagens são menos excêntricos, mas a história é excelente, principalmente nas rotas finais, mas mesmo a rota B, que costuma ser a mais criticada, é bacana e passa rapidinho.

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Finalmente terminei Deathloop na última semana.

É bem difícil explicar Deathloop e, mesmo em análises mais completas pós-lançamento do jogo, fiquei com a impressão de que nenhuma descreveu o jogo como ele realmente é, ou pelo menos como eu senti que ele é.

O gameplay começa um pouco limitado,  dificilmente o jogador terá chances de vencer os primeiros objetivos se não abusar do stealth, mas, conforme novas armas e habilidades vão sendo destravadas, as possibilidades aumentam de forma progressiva. O jogador pode continuar abusando do stealth, usar armadilhas jogando de forma estratégica, partir pra agressão ou resolver tudo tão rápido que os inimigos nem terão tempo de reagir. É um imenso e livre playground cheio de armas e habilidades diferentes.

A história tem progressão em ciclos temporais divididos em manhã, meio-dia, tarde e noite. Morreu ou passou a última fase no período noturno? O ciclo se repete no dia seguinte. Parece um roguelike né? Mas não é, na verdade não tem nada a ver. O objetivo é um só e a forma de alcançá-lo também é única, e toda indicação de objetivo é tão mastigada que minha impressão final é que se trata de uma experiência linear, embora a ordem seja livre e às vezes (poucas vezes) exige mais do jogador além de simplesmente alcançar o ponto indicado no mapa. Digo isso sobre a progressão da história, mas o jogo tem uma infinidade de segredos e extras com pouquíssimas indicações.

Por fim, o jogo tem um modo on-line que funciona como a invasão de Dark Souls, 1vs1. Você pode invadir (modo 100% on-line) ou ser invadido enquanto progride na história. Particularmente não curti muito o modo on-line, principalmente no papel de invasor.

É isso, falei falei e não falei nada, pois é muito difícil explicar Deathloop. Talvez a forma mais fácil de recomendá-lo é dizendo que eu adorei tanto esse jogo que já é o meu favorito de PS5 e o meu jogo do ano até o momento.

 

Também terminei Scott Pilgrim vs The World: The Game.

Universo e personagens carismáticos, como nos quadrinhos e cinema, mas como beat'em up achei mais ou menos. A jogabilidade até fica mais ágil e prazerosa na reta final, mas o começo é um parto de tão lento, travado e monótono, graças a um sistema de level up e aumento de status que não encaixa nada bem com uma aventura de porradinha que dura apenas três horas em média. A ideia é  basicamente grindar coins até o seu personagem prestar e o jogo começar de verdade. Não curti. 

Editado por Lockhart

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Tb terminei Deathloop e continuo com minha impressão inicial. Jogo mediano no máximo.

 

A Arkane meio que tenta fazer umas paradas bacanas, mas ela sempre bate num muro meio esquisito, de jogos que parece que vc já jogou mil vezes. Ele não é um jogo ruim, mas ele é literalmente aquela coisa que vc já jogou mil vezes e que não tem nada demais. E, sinceramente, o esquema de looping de fases vai deixando a coisa cansativa pra metade pro fim do jogo, sendo que um dos possíveis atrativos do jogo seria justamente vc abusar do aspecto sandbox que ele meio que tenta fazer, mas que na verdade o jogo te aponta pra resposta certa (talvez duas e olhe lá) e se vc seguir por outro caminho, ele não vai funcionar ou vai ser extremamente escroto. Pra mim, é um jogo de oportunidades perdidas.

 

Se vc quiser um jogo que usa a estrutura de looping pra algo realmente interessante, eu recomendaria The Returnal. Se vc quer um jogo com estrutura de sandbox de verdade, eu partiria pra trilogia nova do Hitman.

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Fiquei um bom tempo sem postar nesse tópico porque os últimos meses foram uma bosta de tempo pra jogar mesmo. Com o Galol nessa fase então, aí danou. 😂 

 

Acabou que joguei um pouco de várias coisas. 

 

Metroid: Dread já comentei um pouco no tópico do jogo. Quem não jogou, jogue. Meu goty até aqui.  

 

Ratchet and Clank: Rift Apart fantástico também, ainda não finalizei com medo de acabar, outra obra de arte da Insommiac. O jogo entrega tudo, gameplay foda e visual possivelmente é o mais belo que já vi em games. Eu não tinha jogado nada da série e já quero pegar os antigos. Estou perto do fim. 

 

Zelda Skyward Sword HD,  estou pela metade, na verdade não joguei esse nas duas últimas semanas, agora no Switch estou focado no Metroid mas depois que finalizar o Dreadzao volto pro Zelda. Sempre achei um Zelda subestimado. Ok dentro da perspectiva do "mundo aberto" é bastante precário mas nem todo Zelda precisa ser open world ué. E as dungeons e chefes são alguns dos melhores da série. 

 

Ainda dando umas jogadelas no Mario Golf: Super Rush e New Pokémon Snap. Dois bons jogos praquela jogada mais relaxada. O Golf ainda não finalizei o story mode e falta abrir bastante coisa, New Pokémon Snap já estou bem perto do fim, não vou cem porcentar mas quero ao menos ver todas as fases, acrescentaram umas com o update. 

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Tô ultimamente apenas aprendendo a fazer speedrun de Kingdom Hearts 1. Minha maior dificuldade é o final, na parte "Final Rest", com aquelas waves de inimigos. Mas acho q descobri o timing pra chamar o Simba sem ser interrompido.

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25horas em Nier Replicant, 49% de quests e totalmente imerso no jogo. Aliás esse é dos poucos rpgs que to jogando mais pela história do que pela batalha. Espero nao me decepcionar porque ta MUITO interessante. O que chama atenção do jogo é extrema melancolia durante ele e os diálogos do sarcástico Weiss.

 

Realmente um jogo único. Quem não gostou, sinceramente não consigo entender o porquê. Até agora não achei muito repetitivo. Nota 9.0

Editado por Bram

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