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Ate Cubanos

O que vocês estão jogando, pederastas?

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mas e verdade  acho que adutos japoneses querem jogar com herois afeminados, ou com cara de 16 anos

 

nao adianta essa pesquisa qdo o adultou joga celular no metro

 

esses jogos grandes japas, o herio japones nunca e um JOEL

e

 

e tipo FFXV com o principe

 

tipo o Nier com irmao, nao com o pai

 

essa babquice

estou certo prque e so ver os herois japoneses em jogos

 

basta ver ff12 onde a historia tem Basch como protagonista da historia mas puseram como avatar principal o Vaan que e bem tipico heroizinho japones

 

 

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MGS2 foi semelhante com o Raiden. Pesquisas japonesas tinham resposta do Snake da época como "eww old guy" e o visual do Raiden foi em resposta a isso. A entrevista do Kojima no MGS3 Subsistence é hilária.

 

Executivo japonês tem essa visão do público alvo mesmo e não acho que estão de todos errados.

 

Editado por Strife

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nao estao mesmo, porque estao dando o que o publico quer

 

fazer o que

 

entao fica a pergunta, se tem publico adulto gamer no japao depois dos 30 anos, nao estao comprando final fantasy, nier, metal gear

devem estar jgando alguma bobagem no celular,  party game , animal crossing sei la

 

o que o Kojima falou ?

 

 

 

 

 

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N tem pra onde fugir, adolescentes de anime japa ou adultos amargurados com voz de quem fumou 10 maços de cigarro por dia.

 

Escolha seu enlatado.

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19 minutos atrás, Alucard disse:

o que o Kojima falou ?

 

Nessa entrevista que vinha no DVD do Subsistence, ele falou que nessa entrevista que fizeram no Japão, teve uma com estudantes japonesas que quando mostravam o Snake para elas a reação foi o que eu escrevi, chamavam de velho nojento, enquanto o Raiden era "sugoi kawaiiiii". E que a reação nos EUA foi exatamente o oposto.

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O foda e por que perguntar para mulheres ? 

 

Caralho , 95% que joga e homem pelo menos jogos como metal gear 

 

 

Editado por Alucard

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Qualquer empresa vai tentar atingir o maior número de públicos alvos possíveis. Por isso que a maioria dos filmes de ação enfia um romance desnecessário ali no meio.

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O público alvo do mercado japonês sempre foi esse, não só nos games,animes e cinema também.

 

Talvez seja um modo de repor sua adolescência,que no maior dos casos é frustrante.

 

No Japão as crianças aprendem a ser uma peça da sociedade,seguindo o caminho óbvio para mantê-la rodando.

Por esse mesmo motivo a narrativa : "estava vivendo mais um dia sem graça e do nada tudo mudou..." é tão usado.

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Ou seja,não é questão de refletir a idade do público e sim o que seu público procura.

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Sim... você pega um Persona 5 da vida e no trailer já entende que aquilo ali é pra suprir a falta de aventuras/emoções pelo qual o jovem adulto japa (não) passou na adolescência. É uma forma de escapismo. Mas, contanto que seja um bom jogo, tá de boa pra mim. Relevo total.

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Fechei Fire Emblem Three Houses no Crimson Flower.

 

Por um lado, acabei gostando mais da história depois dos eventos da metade da campanha, tem situações bem interessantes que mostram uma visão bem cinza do mundo. A parte da escola (ou como eu costumo dizer, a parte Persona) as vezes era legal, as vezes era um imenso pé nos ovos. Agora, o que realmente me incomodou foi a batalha. No início, como eu havia reclamado aqui, estava achando o jogo bem fácil e meio sem estratégia. Nas duas últimas batalhas, eles simplesmente mandam o foda-se e põe um trilhão de inimigos e várias situações surpresas. Ao invés de forçar vc a ter uma visão mais estratégica, o que acaba acontecendo é que o Divine Pulse acaba sendo usado várias vezes pra evitar esse tipo de situação e a força bruta pra vencer as batalhas continua lá, tirando o ocasional pedra-papel-tesoura das classes.

 

Então, no final, acabei indo com mt expectativa e ficando na mão. E acho que não é o tipo de jogo que encoraja a falha e o replay, como um XCOM da vida, ou seja, dificilmente vou pegar ele novamente.

 

De resto, sofrendo no DMD de DMC5. Finalmente mudei o control scheme do Nero pra ficar carregando a Blue Rose enquanto faço os combos lindos, mas to tomando bastante porrada. Acho que to ficando velho :(

 

E comecei 13 Aegis Sentinel. A história parece ser bem interessante e o sistema de batalha de Sim City me incomodou menos do que eu achava que iria. Ainda estou no prólogo, mas até agora, tem cara de ser coisa boa.

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Acho que passei das minhas primeiras 10 horas de Death Stranding

 

Mixed feelings total sobre esse jogo. Não gostei daquilo que poderíamos considerar o “sistema de batalhas” (lol, se é que esse termo sequer é aplicável aqui - uma vez que o próprio objetivo é evitar o combate ao máximo pq simplesmente é um pé no saco), mas nem por isso o jogo é um caso perdido.

 

Os cenários são maravilhosos (apesar de repetitivos - mas ainda não saí da costa leste) e, se na minha TV já ficam bonitos, imaginem numa OLED com contraste aprimorado. Deve ser um espetáculo.

 

Outro ponto negativo é a quantidade imensa de informações importantes do jogo que só ficam disponíveis através de Datalog. Fazia muito tempo (desde XENOSAGA I, II e III) que eu não tinha que ir tanto ao datalog pra entender sobre o que diabos uma coisa ou outra (eventos/conceitos/objetos/história pré-jogo) significava.

 

Trilha sonora também muito boa, mas aqui há de se fazer uma diferenciação: há a trilha instrumental composta para o jogo e as músicas aleatórias que já existiam e que eles escolheram para fazer parte do jogo, como Low Roar, Bring me the Horizon, etc, então a trilha não é “original” de todo. Mas, ainda assim, de tudo que eu escutei até agora gostei. Inclusive, já sou grato de ter jogado só por ter conhecido esse Low Roar. “Bones, Easy Way Out e Don’t be so serious são excelentes.

 

Esse jogo parece ser um mini-pesadelo pra gente como eu que não gosta de pular pra próxima área/capítulo/parte do jogo até que tenha feito tudo que o jogo te proporciona fazer. Portanto ainda tô me arrastando pelo o início da história principal.

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Comecei a jogar essa nhaca também.

 

Tem uma maneira mais simples de fazer as coisas no jogo do capitulo 3 para frente então nem perca muito tempo no comecinho. E a narrativa é algo no estilo do Darksouls mas com um datalog centralizando a informação. Para mim não incomoda tanto.

 

Por enquanto gostando principalmente do clima scifi (principalmente ser um dos jogos menos japoneses do kojima) e da ambientação. Kojimão chupinhou claramente daqueles primeiros momentos do Prometheus e do Alien Covenant. E a trilha é muito boa.

 

Mas ele é um tanto burocrático. Sei lá, da a impressão que essas mecânicas seriam melhor exploradas num outro jogo.

Editado por psg1

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19 horas atrás, Seth Angel disse:

Acho que passei das minhas primeiras 10 horas de Death Stranding

 

Mixed feelings total sobre esse jogo. Não gostei daquilo que poderíamos considerar o “sistema de batalhas” (lol, se é que esse termo sequer é aplicável aqui - uma vez que o próprio objetivo é evitar o combate ao máximo pq simplesmente é um pé no saco), mas nem por isso o jogo é um caso perdido.

 

Os cenários são maravilhosos (apesar de repetitivos - mas ainda não saí da costa leste) e, se na minha TV já ficam bonitos, imaginem numa OLED com contraste aprimorado. Deve ser um espetáculo.

 

Outro ponto negativo é a quantidade imensa de informações importantes do jogo que só ficam disponíveis através de Datalog. Fazia muito tempo (desde XENOSAGA I, II e III) que eu não tinha que ir tanto ao datalog pra entender sobre o que diabos uma coisa ou outra (eventos/conceitos/objetos/história pré-jogo) significava.

 

Trilha sonora também muito boa, mas aqui há de se fazer uma diferenciação: há a trilha instrumental composta para o jogo e as músicas aleatórias que já existiam e que eles escolheram para fazer parte do jogo, como Low Roar, Bring me the Horizon, etc, então a trilha não é “original” de todo. Mas, ainda assim, de tudo que eu escutei até agora gostei. Inclusive, já sou grato de ter jogado só por ter conhecido esse Low Roar. “Bones, Easy Way Out e Don’t be so serious são excelentes.

 

Esse jogo parece ser um mini-pesadelo pra gente como eu que não gosta de pular pra próxima área/capítulo/parte do jogo até que tenha feito tudo que o jogo te proporciona fazer. Portanto ainda tô me arrastando pelo o início da história principal.

vc ta para passar para a melhor parte do jogo

 

qdo sai dessa partre do continente.

 

depois vai ter mais cenarios diferentes BEM diferentes, vai ter parte de tiro, e invista na MOTO 

 

 

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o jogo brilha muito mais saindo da costa leste

 

vc vai chegar num porto e sair de navio algo assim

 

 

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13 horas atrás, psg1 disse:

Kojimão chupinhou claramente daqueles primeiros momentos do Prometheus e do Alien Covenant.

 

Hahahah. Exatamente. Essa é a melhor forma de descrever o jogo (o início, pelo menos)

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Terminei Hitman.

 

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Nunca fui fã, veio na PS Plus a um tempo atrás e joguei os 3 primeiros episódios, achei bacaninha na epoca mas não me pegou de primeira, comecei a me interessar mais quando vi os reviews do Hitman 2 na época e agora vendo sobre o 3 me empolguei e acabei baixando de novo o 1 pra jogar novamente, agora finalmente "aprendi" a jogar esse jogo e vi como é bom, curti demais, sempre jogava sem muita paciente e acabava sempre virando um tiroteio o jogo, a beleza do jogo ta em explorar todo o cenário (são 6 no total, cada um gigante), ir colhendo informações, vendo como acessar cada área e planejando o melhor ideia pra abater o alvo, é quase um puzzle, os cenários são muito criativos, bonitos e muito bacanas de explorar, e cada um te da centenas de possibilidades de executar a missão, lindimais. 

Dependendo do seu desempenho você libera novas dificuldades, locais pra iniciar a missão e itens ferramentas pra usar caso queira rejogar, além disso eles criaram em cada cenário novas missões que mudam completamente o cenário e sua abordagem, um exemplo é Sapienza, uma cidade de praia que tem um laboratório, a missão principal é de dia, na missão extra eles usaram a mesma cidade, só que de noite e durante a filmagem de um longo metragem, mudando completamente os npcs, decoração da cidade e tudo mais, mal da pra reconhecer que é o mesmo cenário, muito bacana.

Baixei o primeiro episódio do 2 que é gratuito e terminei também, comprarei ele e o 3 com certeza quando tiverem numa promo boa. A primeira missão do 1 também é gratuita se não me engano na PSN, recomendo demais baixar pra testar, é jogaço.

 

 

O No Clip fez um documentário sobre o jogo e mostra a história do estúdio que quase foi extinto quando a Square resolveu vender ele.

 

 

 

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Ghost of Tsushima - Fechado. Opnião continua a msm que postei há alguns dias.

 

Torchlight 3 - Fechado. Bem fraquinho em especial se comparado com o 2, uma pena. Muitos bugs, performance terrível.

 

Dishonored 2 - Achando level design e o gameplay bom d+, mas o jogo tem dificuldade em ficar com um FPS estavel no xonex, infelizmente, mas, nada que impeça de jogar.

Editado por grun

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Bowser's Fury zerado uns dias atrás.

 

Perfeição de videogame, aprendam com a Nintendo. Claramente um teste pra ver o feedback dos jogadores e aplicar ao próximo Mario principal. Acho uma pena que a jogabilidade do Odyssey não tenha sido mais aproveitada, mas enfim, acho que o futuro de Super Mario agora é esse. Muita qualidade e inovação, a começar pelo mundo completamente conectado - sem loadings - e uma variedade bastante considerável de desafios pra um jogo que tem aproximadamente 8 horas.

 

Nota 9,5.

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Em 16/02/2021 em 11:36, qqt disse:

rage, tá pagando promessa? Dois jogos ruins seguidos :lolmor:

 

Porra hehehehe

 

O Super Lucky's Tale realmente foi sofrível. Mas esse Crackdown 3 eu estou gostando. Open world com enredo nada a ver - me lembra de certa forma Saint's Row 4. Eu sei que muito do hate em Crackdown 3 veio por causa dos gráficos meio merda, mas eu não ligo tanto pra isso. Estou me divertindo com ele.

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