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Editorial Arkade - A difícil missão de zerar jogos muito grandes.

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A difícil missão de arranjar tempo para jogar
 
Eu não sei se você também passa por isso, mas preciso desabafar: eu simplesmente não consigo mais ter tempo para terminar jogos muito grandes. Por “jogos muito grandes”, me refiro a games com toneladas de quests, sidequests e atividades aleatórias, salpicadas em mapas que vão ficando cada vez maiores.
 
Entendo que jogos são caros, e quando  gente investe nosso rico dinheirinho em um jogo, espera que o jogo, em troca, ofereça um mínimo aceitável de horas de diversão. É justo. Mas também é algo que torna-se incompatível com a “vida adulta” da gente.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
Acredito que me encontro na mesma posição de milhares de outros gamers pelo Brasil afora: acordo cedo e trabalho em horário comercial (8h às 18h). Depois do trampo ainda tem academia, aula, outros compromissos, e tal. Em um dia “normal”, eu só consigo sentar no sofá para jogar algo ali pelas 21h e, com sorte, jogo umas 2 horas e pouco.
 
Até parece um tempo razoável em uma primeira olhada, mas há jogos que simplesmente não comportam “partidas rápidas”: seus mundos demandam mais tempo, mais comprometimento, mais entrega, para que a imersão aconteça.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
Red Dead Redemption 2 é um ótimo exemplo: se eu pegar para jogar por 2 horas e meia, é provável que  eu só consiga cumprir uma missão importante, e olhe lá. Eu vou gastar um tempo cavalgado, indo e voltando do acampamento. Durante este caminho, várias coisas podem acontecer — tipo emboscadas, eventos aleatórios, e sabe Deus mais o quê. Aí eu vou gastar um tempinho comprando roupas, fazendo a barba, escovando meu cavalo, tomando um banho… e quando vejo, já acabou o meu “tempo” para jogar, e não evoluí praticamente nada na história.
 
Sendo bem honesto, tenho consciência de que sou bem dispersivo, e isso também dificulta um bocado as coisas. Posso estar indo cumprir a missão, aí passa uma borboleta (exemplo fictício), eu resolvo segui-la e quando percebo fiquei uma hora e meia no meio do mato, ou dentro de uma caverna, caçando e cumprindo sidequests. Faço muito isso, e talvez você também faça.
 
A “difícil” missão de analisar jogos
 
No meu caso, existe o “agravante” de trabalhar em um site de games, então eu nunca estou jogando apenas um jogo, e preciso dividir meu tempo — e minha atenção — entre 2, 3 ou 4 games diferentes. O último trimestre, então, sempre é uma loucura, pois há toneladas de jogos sendo lançados toda semana.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
Quem acompanha a Arkade sabe que a gente não fica focado só nos Triple As, e também analisa diversos indie games. Ouso dizer que somos o site brasileiro que mais cobre jogos independentes  e afirmo isso com orgulho. Mas cuidar deles só aumenta nossa carga de trabalho. Longe de mim reclamar disso, mas é fato que as vezes eu tenho mais jogos para jogar do que tempo para jogá-los.
 
Por exemplo: essa semana foi lançado Darksiders III, e recebemos a cópia de review quase uma semana antes do lançamento. Eu sei que este é um jogo que interessa ao nosso público, então fiz questão de me internar nele para zerá-lo, formar uma opinião e publicar um review antes do lançamento, justamente para quem acompanha o nosso trabalho e estava planejando comprá-lo poder conferir a nossa análise antes de tirar o escorpião do bolso.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
Ou seja, todo o tempo que eu tinha para jogar, eu foquei em Darksiders III. Com isso, minha jornada pelo Velho Oeste de Arthur Morgan simplesmente não evoluiu nada. Ainda estou lá, dormindo no hotel de Rhodes, estagnado no longuíssimo Capítulo 3 — sim, Capítulo 3, então sem spoilers, ok?
 
Sei que posso parecer babaca ao “reclamar” de ter jogos demais para jogar — especialmente se considerarmos que eu nem preciso pagar por eles — mas a verdade é que a vida adulta vem me impossibilitando de dedicar-me a jogos muito grandes, que demandem muito tempo e dedicação.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
E talvez isso também aconteça com você. No seu caso o problema pode não ser “jogos demais para jogar”. Talvez você tenha filhos, ou faculdade, ou um trampo extra no contra turno, ou tudo isso ao mesmo tempo, sei lá… o fato é: conforme a gente envelhece, vai ficando cada vez mais complicado se entregar de corpo e alma a um jogo.
 
Com isso, estes jogos enormes, com mundos abertos colossais recheados de objetivos, que demandam 60, 80, 100 horas para serem terminados, vão ficando pelo caminho. E não é porque eu não gosto deles, é simplesmente porque me falta tempo de apreciá-los.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
A difícil missão de se adequar a novos tempos
 
Aí entram em cena jogos casuais, ou mesmo battle royales: são jogos pensados para partidas mais curtas e diversão mais imediata. Você joga por uns 15 ou 20 minutos, recebe sua recompensa e pronto, segue com sua vida e com seus afazeres até a próxima partida. Acho que FIFA e outros jogos de esporte também se encaixam nesta proposta de entretenimento mais imediatista, mas falo sem conhecimento de causa, pois também não embarco em jogos de esporte.
 
O problema é que… eu não gosto desses jogos. Já falei (mal) de PUBG em outro editorial (e temos um podcast só falando mal de battle royales), e no geral, acho que eles são muito superficiais para mim. Eu preciso de mais conteúdo, mais história, mais motivação. A competição e o mata-mata por si só não servem para mim. Isso não quer dizer que estes jogos são ruins — afinal, há milhões de players se matando em Fortnite e jogando seu Candy Crush todos os dias — eles apenas não me cativam.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
Sendo honesto, eu gosto muito de Overwatch — que é um jogo de partidas rápidas –, mas aí entra outro problema: é preciso jogar mais e mais para se especializar em um herói, manter e/ou aumentar seu ranking. Sempre é possível se manter na diversão sem compromisso das partidas rápidas (que é o que eu geralmente faço), mas quem quer jogar “feito gente grande” nas rankeadas precisará de tanto tempo e dedicação quanto seriam necessários para terminar a campanha de um RPG open world.
 
Ou seja, se de um lado temos Triple As incríveis que demandam muito tempo e dedicação. Do outro, temos jogos que a) ou não me agradam ou b) sua natureza competitiva e viciante pode acabar demandando tanto tempo e dedicação quanto os jogos que eu não tenho tempo para jogar. E aí, como faz?
 
A difícil missão de abrir mão
 
A saída para mim acaba sendo abandonar alguns jogos pelo caminho, sem a certeza de que conseguirei finalizá-los um dia. E, claro, aproveitar jogos que ofereçam campanhas menores, e que me permitem ir do começo ao fim no tempo que tenho para jogar. Caso de Darksiders IIIGuacamelee 2A Way Oute tantos outros bons jogos que foram lançados ultimamente. Até Spider-Man e God of War eu consegui zerar, e olha que eles são bem grandinhos.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
Aranha eu até platinei, mas confesso que esta foi minha primeira platina, em cerca de 8 anos de PSN — fato que deixa claro o quanto eu “não me dedico” plenamente aos games que jogo: platinar um jogo geralmente envolve zerá-lo várias  vezes, em várias dificuldades, e cumprir todos os desafios que ele entrega. Não consigo arrumar tempo para fazer isso.
 
Felizmente, o mundo dos games é extremamente versátil, e ao mesmo tempo que nos entrega Triple As que carecem de dezenas de horas, também nos traz pérolas que podem ser terminadas em poucas horas. Há jogos de 3, 4 ou 5 horas — tipo Journey ou Little Nightmares — que podem ser tão impactantes e envolventes quanto um jogo de 80 horas.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
Outra opção são jogos de corrida, luta, ritmo e puzzle, que podem ser aproveitados “com calma”, sem que você perca o fio da meada caso passe algum tempo sem jogar — o jogo da vez nesse quesito está sendo o maravilhoso Tetris Effect. Quando se trata de um jogo enorme com história, se você passar algumas semanas sem jogar, quando voltar pode não lembrar direito onde está, o que estava fazendo ou em que pé estava a história.
 
Entre um jogo menor e outro, vou tocando Red Dead Redemption 2devagarinho, tentando conciliá-lo com meu trabalho e minha rotina de “gente grande”. Já os outros games que mencionei por aqui, realmente não sei quando (ou se) vou terminar.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
Janeiro já tá aí, e com ele chega Kingdom Hearts III, sem dúvida o meu jogo mais esperado dos últimos anos… e antes dele chegar, eu quero arrumar tempo para (re)jogar Kingdom Hearts II (consegui zerar o I de novo esse ano)… e agora tenho menos 2 meses para fazer isso!
 
A difícil missão de terminar este artigo
 
Esse editorial acabou tendo um ar de desabafo, mas acho que o meu problema em zerar jogos grandes demais deve afligir muito mais gente por aí. Gente que faz malabarismo para conciliar trabalho, estudo, família e tudo o mais com a paixão pelos videogames.
 
Editorial: a difícil missão de zerar jogos muito grandes
 
E você, consegue arrumar tempo para jogos gigantes? Como concilia trabalho, estudo, família e tudo mais com suas horas de jogatina? Estou aceitando dicas! :P
 
Fonte: Arkade

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Este artigo expõe com perfeição minha realidade atual. The Witcher 3 tá até ali nas fotinhas, pra me lembrar das +150h que estão pelo caminho ainda sem fim daquele maravilhoso jogo. Ser adulto é uma merda enorme.

Editado por Skull_Kid

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Isso é foda. Comigo tá engraçado. Decidi aprender a tocar guitarra. Comprei o instrumento é agora preciso arrumar tempo pra mais essa atividade.

Qdo tou jogando penso em largar o jogo pra praticar a guitarra. Aí, qdo to praticando guitarra, penso em largar o instrumento e dar uma jogada. No final não faço nem uma coisa nem outra ..

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Eu nunca faço as side quest e nunca sou de comprar jogos de mundo aberto, só quando sai na plus. Mas comprar? apenas jogos rápidos ou de esportes. 

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6 horas atrás, Skull_Kid disse:

Este artigo expõe com perfeição minha realidade atual. The Witcher 3 tá até ali nas fotinhas, pra me lembrar das +150h que estão pelo caminho ainda sem fim daquele maravilhoso jogo. Ser adulto é uma merda enorme.

 

Eu larguei The Witcher no primeiro DLC, inclusive :lolmor:

 

Um jogo muito longo tem que tomar muito cuidado justamente por conta disso: se ele não pegar o jogador de jeito, vai encher o saco e ele vai largar o jogo no meio do caminho. E acho que, com o passar do tempo e da idade, vc vai perdendo o saco pra esse tipo de coisa.

 

Por exemplo, falam que RDR2 é gigantesco. Mas é um jogo tão animal que nem to sentindo isso, enterrei horas e mais horas ali e vou passar um bom tempo jogando. Spiderman PS4 foi a mesma coisa, dei um break após o final pra quando sairem todas as DLCs, eu voltar a pegar.

 

Por outro lado, larguei vários jogos por conta desse "comprometimento", o último foi o Shadow of the Tomb Raider, que nem é ruim, mas só de pensar que vou passar mais 20 horas jogando... Melhor nem continuar.

 

No final das contas, acho que um equilibrio entre esses jogos e os mais rapidos é fundamental, coisa que os indies vieram com tudo.

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Eu nem sei em qual playstation estamos mais. Meu último jogo foi o novo GoW, porém não zerei. Não tenho tempo mais, não tenho saco, não me interesso pela maioria dos jogos que saem e está cada dia mais difícil de sequer lembrar que tenho video game. Infelizmente a vida jogou este lazer lá embaixo na lista de prioridades. Porém pretendo em 2019 tentar ter mais tempo para as coisas que sempre gostei. Vamos ver. Mas é bem isso, os jogos estão exigindo muita dedicação e tempo que não tenho.

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Sempre gostei de jogos grandes, rpgs e aventuras com bastante exploração e diálogos, já me encontrei frustrado diversas vezes por abandonar um jogo sem terminar mas hoje em dia estou desencanando, jogo até onde eu estiver engajado e se eu me cansar paro. Às vezes eu até retorno pra esses jogos eventualmente, já percebi que só preciso de alguns minutos pra me reajustar e a memória dos controles e plot points volta, sem falar que qualquer coisa que eu esquecer hoje tudo está a um google de distância. Parei e voltei pro Bloodborne umas duas vezes já.

 

Monster Hunter tem sido uma revelação pois é um game que eu joguei o ano inteiro, eu posso pegar aquelas duas horinhas preciosas que sobraram no dia e fazer uma hunt ou duas e me dar por satisfeito. Já coloquei mais ou menos 300 horas nele, algo que era impensável pra mim até então. Provavelmente é uma herança da versão mobile do jogo.

 

Hoje em dia tb tem jogos demais saindo, se pra você que trabalha analisando games tá difícil arrumar tempo imagina pra quem é só hobby mesmo, parece que se eu parar de comprar jogos novos e resolver só terminar o meu backlog do Steam eu posso ficar uns dois anos ou mais sem comprar nada lol se juntar com os jogos da PSplus então... Mas exatamente por isso que esse backlog nunca acaba, sempre têm alguma coisa mais nova e empolgante saindo, em 2019 têm pelo menos uns cinco ou seis jogos que eu estou muito a fim de jogar, se eu conseguir terminar uns três deles já posso me dar por satisfeito. 

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Em 02/12/2018 em 14:27, qqt disse:

Um jogo muito longo tem que tomar muito cuidado justamente por conta disso: se ele não pegar o jogador de jeito, vai encher o saco e ele vai largar o jogo no meio do caminho. E acho que, com o passar do tempo e da idade, vc vai perdendo o saco pra esse tipo de coisa.

 

Por exemplo, falam que RDR2 é gigantesco. Mas é um jogo tão animal que nem to sentindo isso, enterrei horas e mais horas ali e vou passar um bom tempo jogando. Spiderman PS4 foi a mesma coisa, dei um break após o final pra quando sairem todas as DLCs, eu voltar a pegar.

 


Não foi isso que aconteceu comigo em TW3, qqt. Ainda acho o jogo maravilhoso.

O problema é realmente não ter tempo e isso acaba, pouco a pouco, te afastando completamente do jogo. Quase aconteceu com RDR2: não jogava há quase dez dias, e quanto mais o tempo passa menos disposição pra pegar o jogo novamente tenho.

Felizmente ontem madruguei e peguei a criança pra jogar - hoje já trabalhei pensando em COMO DAR UM FUCKING JEITO DE CAVALGAR NAQUELA DELÍCIA. O lance é ter disciplina e nunca ficar muito tempo fora do jogo.

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Mas não tem jeito, sempre vamos curtir jogar, pelo menos se for um jogo grande, vamos jogamos aos poucos, pelo menos compramos poucos games, tem gente que compra e nem joga alguns. 

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Eu tenho me segurado pra controlar a tentação de comprar coisas que não vou jogar imediatamente só porquê estão em promoção, mas às vezes é difícil, acabei de pegar o Final Fantasy XV Royal na black fraude mas começou o evento de inverno do Monster Hunter e eu só instalei o jogo lol

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Infelizmente me senti contemplado em alguns comentários.

 

Nunca tive um console "ponta de lança" em casa. Jogava em locadoras, sempre zerando superficialmente. PC bom então, só consegui em 2017. Depois de começar a trabalhar, tive acesso a um PS4 e conheci a steam.

 

A partir daí ando tentando compensar os anos de pirataria e emulação comprando tudo o que joguei pirata, além dos meus gastos fixos com promoções nem sempre vantajosas. Só pra enfeitar mesmo, porque a vida tá aí, andando.

 

É terrível, chapas.

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Eu passei uns bons anos me incomodando muito com isso, principalmente por comprar uma porrada de jogo e acabar largando todos pelo caminho - alguns nem tirei do plástico. É foda.

 

Acho que por não ter mais tempo / saco pra jogar, talvez até para aprender, começar novos jogos, eu acabo comprando pq sei que é bom e estará disponível lá, quando eu quiser jogar. Só que as vezes esse tempo nunca chega.

 

Acaba sendo muito cômodo eu jogar coisas que já sei o que fazer, como Wow e Dota, pq dá menos trabalho pra aprender, precisa dedicar menos tempo. Consequentemente, acabo gastando mais tempo neles, haha.

 

Mas ando mais feliz assim. Quando notei isso, que gostava de jogar esses jogos e de vez em quando ir jogar algo diferente, fiquei bem mais tranquilo comigo mesmo e com o tempo que tenho hoje. Eu jogo para mim, não pelo que os outros falam que é bom.

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O jogo ser grande não me incomoda. Terminei recentemente o GOW e estava me divertindo demais nos objetivos paralelos do Lago dos 9.

 

O que me irrita é em jogo sandbox quando o jogo não aponta um caminho claro na campanha e você fica perdido na cidade, gastando tempo com batalhas ou interações que não está afim ou andando a pé ou de carro, literalmente perdendo tempo. Já aconteceu isso comigo no Assassins Creed e no Batman Arkham City.

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Dá sim Czar, o jogo é muito melhor no multiplayer, mas mesmo offline é excelente, um dos jogos que recomendo a praticamente qualquer pessoa.

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Hoje sempre jogo os antigos, sempre curtir mesmo, agora os novos é coisa bem rara e quando pego é jogos simples sem ser de mundo aberto. Quando tenho tempo livre do trampo vou assistir algum filme ou ler algum livro, hoje em dia esta diferente. 

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5 horas atrás, CZAR disse:

Tava querendo me aventurar no Ministério Hunter. Dá pra jogar offline de boua?

 

 

já responderam mas sim, o jogo tem modo offline e joguei a maior parte do tempo solo, mas de vez em quando eu procuro entrar numas partidas de randoms pra ajudar e pra quebrar um pouco a repetição de certas missões, e é divertido.

 

Tem umas missões que são feitas pra jogar em grupo e são mais difíceis, mesmo assim tem uns malucos que conseguem fazer solo

 

8 horas atrás, Sérgio Meq. disse:

O jogo ser grande não me incomoda. Terminei recentemente o GOW e estava me divertindo demais nos objetivos paralelos do Lago dos 9.

 

O que me irrita é em jogo sandbox quando o jogo não aponta um caminho claro na campanha e você fica perdido na cidade, gastando tempo com batalhas ou interações que não está afim ou andando a pé ou de carro, literalmente perdendo tempo. Já aconteceu isso comigo no Assassins Creed e no Batman Arkham City.

 

Arkham City dá pra ignorar de boas as atividades paralelas, aliás eu desconfio que só terminei o game porquê decidi jogar assim, a duração dele foi perfeita focando apenas na main story

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3 horas atrás, Cyco disse:

Arkham City dá pra ignorar de boas as atividades paralelas, aliás eu desconfio que só terminei o game porquê decidi jogar assim, a duração dele foi perfeita focando apenas na main story

 

Eu fiz isso, nem dei bola pra coisas paralelas. A maioria eu faço assim mesmo, não tento platinar nem nada disso.

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