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Cyco

reações de parentes e amigos não gamers aos jogos

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só para citar uma envolvendo jogos uma das minhas tias zerou grim fadango e lembro de uma vez ela ter instalado um dos jogos do harry potter e estava se divertindo com o jogo.

 

para zerar tem que ter gostado pacas do jogo não é? ah e comprou the sims uma vez.

 

minha mae gostou muito do ds.

Editado por DanDan

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Meu pai nunca relou num videogame. Nem ninguém da minha extensa família que seja mais velha, na verdade, a maioria dos novos (mulheres) nem jogam. Eu sou a ovelha negra da família. Minha mãe por outro lado, ama o Alex Kidd do Master System, mas se tem um jogo que ela adora e que a faz morrer de rir é o Road Rash de Megadrive. Ela chora de rir vendo o boneco batendo nos outros e quando é atropelado, voa gritando e volta correndo pra moto. De resto, ela sabe quem é Sonic e Mario.

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Meu pai curte game,viravamos a noites dos finais de semanas(eu, ele e meu irmão),isso na época do Atari e NES.

Com o tempo ele diminuiu um pouco, mas as vezes jogávamos algo junto ainda.

Hj ele jogas as vezes um mmorpg, ou alguns poucos jogos que curte.

Minha mãe sempre gostou de jogos simples, hj joga no celular seus joguinhos.

Minha irmã (que é bem mais nova), cresceu jogando ,hj joga mais do que eu.

 

De resto, uns primos, que tbm curtiamos um jogos as vezes.

Eu nem perco eu tempo tentando fazer pessoas gostarem de games, cada faz o que quer, se não curte, nem converso sobre.

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Meu pai foi quem me deu o primeiro videogame e foi minha dupla ao zerar Streets of Rage 2.

Mais além na época do Playstation 1, como ele era vendedor de automoveis, era entusiasta do Gran Turismo 2 e jogava de vez em quando.

Também jogou Parasite Eve e ficava maravilhado com as Cgs de final Fantasy 8.

Minha mãe e meu pai apenas me cobravam ir bem no colégio que era de boas jogar games.

Minha atual namorada também curte e de vez em quando joga comigo jogos de luta.

Tenho primos que são colecionistas e jogam de vez em quando.

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No meu caso meus pais nem sabiam pegar num controle

Uma vez meu pai jogou Gotcha no nes comigo, mas ele nao empolgou

Da mulecada da familia sempre fui oq mais jogou ate

essa nova geracao q perco feio pro meu afilhado

 

No inicio eu nao curti mto perder o podium mas hj eu dou

Graças a Deus, considerando q videogame é uma desgraça 

do caraleo. Curto mais ver noticias aqui q jogar.

So compro digital e so aquilo q eu vou jogar bastante. Nao falo

mais em zerar pq nao é mais comum.

 

Consegui tirar os jogos das prioridades mas nao consegui parar

de jogar e isso é um saco pq minha bike so fica parada. Mas é util,

de qualquer forma, quando terminei quando ja tava quase casando eu me

afundei no PSP e so me deu um ou outro desespero de madrugada mesmo.

Bobagem tudo isso mesmo, jogar é uma boa opçao pras idiotisses

q temos q ver todos os dias, presidente roubando q nao sabe nem no

q usar tanto dinheiro, etc.

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NECPS, sei lá cara mas acho que você devia desencanar um pouco com esse lance de Videogame é besteira ou seriedade, é só mais um passatempo como milhares de outros, que alguns levam mais a sério e outros não. Muito comum, a pessoa entender de algo e se divertir com o meio, seja Videogame, aero modelismo, ou sei lá o que..

Eu acho muito retardado a pessoa que só fala daquilo, não tem outro assunto na vida, isso nem é problema de game mais sim da pessoa alienada com qualquer coida que goste, porém o inverso também é verdadeiro, tem pessoas imbecís que taxam tudo como infantilidade ou vicio, só porque não conhecem, entendem, tem medo do desconhecido... são babacas também.

No fim, tem que ter opinião é para ter opinião tem que se conhecer, se gosta e acha da hora qualquer que seja o hobbie, tem que se dar o respeito, se os outros não gostam beleza mas se quiser denegrir eles que se fodam com suas mentes limitadas e pequenas.

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Pütz, aproveitando...

Lembro que quando moleque, não ligava muito para games, só o normal kkkk, ia jogar na casa de uns amigos um Atari, e curtia pacas. Até ganhei um é era viciado mor, eu acho que tinha uns 8 ou 9 anos e saia pelo bairro atras de quem tinha cartuchos, batia palma na casa de gente que nem conhecia, e perguntava se tinha criança que tinha game kkkkk, sério! Cidade pequena, conhecia todo mundo que tinha game assim, eu sempre foi assim.

Mas foi passageiro, tipo o gostar normal. E daí passou algum tempo de boa e esqueci aquilo, até o bendito dia que passei na loja que minha irma trabalhava a extinta " A MODELAR" e ela falou: --- Vem jogar um game novo aqui...

Eu de boa Blz,

Era um Top Game CCE.... aquilo mudou a direção da minha vida,

O jogo era o SUPER MÁRIO BROS... gente, quando eu desajeitadamente joguei aquilo, algo explodiu na minha cabeça como se fosse uma supernova, o som, a imagem, a tela, jogabilidade... eu não compreendia a emoção de tudo aquilo ali junto, mas sabia que era algo extraordinário, ali eu passei a ver Videogame de uma maneira totalmente diferente.

Lembro de sair correndo e ir na Ricardson ( loja de elétronica, tem aqui até hoje!), ver se tinha o MÁRIO para meu Atari kkkkkkk

Com sorriso de comerciante no rosto o cara me olhou bem nos olhos e dissse: - Não tem para Atari , você tem que comprar esse game aqui para poder jogar... E a partir dali fui descobrindo cada vez mais e ficando maravilhado e obsecado por esse mercado.

Quase ninguém em casa gostava muito de games, meus irmãos sim massa de maneia comum mesmo, jogaram somente Atari comigo e depois nada pois não entendiam muito a complexidade por não se interessarem mais etc..

Mas nunca tive preconceito nenhum em casa, As somente o clássico bordão: - Esse aparelho vai estragar a TV, mas acho que era mais para eu jogar menos do que uma preocupação real com o TV kkkk

Lembro que minha irmã por exemplo nunca gostou mas sempre respeitava, no maximo era tipo:- Vc vai gastar essa fortuna nesse jogo? Dá para comprar tanta coisa!?? Não compreendia Mas respeitava de boa, aliás ela me deu o DK64 e falou essa sentença kkkk, minha namorada na época ( hoje esposa) confessou muito tempo depois que ficou impressionada por eu querer o jogo ao invés de outra coisa.

Enfim, desde que curti games nunca tive problemas com preconceito, talvez por não ligar ou por sempre ser próximo de pessoas que curtem ou são educadas e cultas sei-la kkk de fato nunca me perturbaram.

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só para citar uma envolvendo jogos uma das minhas tias zerou grim fadango e lembro de uma vez ela ter instalado um dos jogos do harry potter e estava se divertindo com o jogo.

 

eu trabalhei numa agência de propaganda onde eu descobri que uma das sócias era viciada em adventures, mas isso não fez ela ficar mais legal, ela era uma megera lol

Editado por Cyco

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Então, em casa meus pais sempre foram tranquilos com os games.

Nenhum dos dois jogava/joga nada, mas achavam muito bom quando passava o final de semana inteiro em casa jogando ao invés de me machucar brincando na rua (já quebrei perna e braço e tive uma convulsão depois de ficar o dia inteiro sem comer nada enquanto jogava bola de gude - fora as pancadarias que rolavam em toda brincadeira em grupo). Eu sempre fui muito ruim em jogos de luta, então não curtia muito ficar nos fliperamas.

Falando em jogos de luta, quando ganhei meu Master System a TecToy estava com uma promoção: tinha que enviar uma carta resposta que vinha junto com o console para a caixa postal deles e eles te descolavam um Mortal Kombat II na faixa. Eu mandei essa cartinha e um bom tempo depois (papo de seis meses, lol) recebi o jogo pelo correio. 

Um belo dia minha mãe entrou no quarto na hora do fatality do Jax. Só aí ela foi ler a caixa e ver que o jogo era pra maiores de 18, puta merda, fiquei um ano inteiro enchendo o saco pra poder jogar, quando consegui já tinha lançado até o MK3, acho.

Minha esposa ODEIA games, já tentei de tudo quanto é jeito conquistá-la mas sem sucesso. Hoje ela ainda consegue sentar do meu lado enquanto jogo, mas dorme em menos de dez minutos de jogatina. 
 
No mais, bom tópico Cyco, mandou bem.

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Meu irmão mais novo tb é gamer, mas apesar de possuirmos alguns gostos em comum, a diferença de idade cria certas distancias, pois ele é mais ligado em MOBAS e DOTAS da vida enquanto eu to cagando para online na maior parte, nem assinei PSN+ desde que comprei meu PS4.

 

Meu pai não é gamer mas é fissurado em tecnologia em geral, então quando quase ninguém tinha PC em casa e eu já mexia no 486 dele, por exemplo. Uma das razões que brevemente joguei em PC nos anos 90. Só que ele acha vg perda de tempo, q eu devia é aprender a fazer jogo blablablabla nem escuto mais o resto da conversa.

 

Da minha mãe tem uma história legal, creio que todos aqui em algum ponto da vida já escutaram pai ou mãe reclamar de "musica de vg que parece barulinho". Dai um dia eu tava jogado FFVII bem na hora da morte da Aerith, a veia abriu a porta do quarto e perguntou o que tava escutando e ficou surpresa quando viu que era um jogo e disse que nem imaginava que jogos poderiam ter musica boa hehe.

 

Já amigos tenho de todo tipo. Tem tanto os "nerdoes" como a gente tanto quanto dudebros que só jogam PES-FIFA-HALO-COD-HUE.

 

Namoradas tive duas experiencias, uma se esforçou pra gostar até, mas não deu certo. A outra foi mas de boa, até terminamos uns jogos antigos como Final Fight 3 por exemplo. Mas nunca convenci nenhuma a jogar Secret of Mana, todas acharam um tédio.

 

E resto da população to me fudendo. Olhar torto, acham que sou criança que devia crescer etc. Foda-se. Só deixo falar até cansar, mas isso acontece cada vez menos.

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Minha mãe nunca deu a mínima, mas nunca me encheu o saco, inclusive ela me presenteou com o meu primeiro videogame, um Atari 2600 (Supergame CCE).

 

Minha esposa não curte muito, muito raramente joga algo, única coisa que ela curte é jogar Rockband comigo, eu na bateria e ela na guitarra LOL. Apesar de não curtir muito, não se incomoda com isso nem com minha coleção. É até engraçado, depois de tantos anos ela meio que entende o valor da coleção e tal, acho que no fundo até tem orgulho dela (a coleção) também, e quando tem dia que eu falo "vou vender tudo, de saco cheio de juntar coisa e tal" ela vira e fala: "tá precisando de dinheiro? Não? Então deixa tudo aí quieto" hahahah

 

No trabalho evito falar muito sobre o tema, os que trabalham muito tempo comigo até sabem, a maioria ignora que eu jogo, quanto mais que coleciono. Mas gosto da reação das pessoas quando perguntam se coleciono algo, nas poucas vezes que respondo que são consoles de videogame, perguntam quantos tenho, aí eu falo: mais de 70 :lolmor: Impagável.

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Eu nunca tive muita censura de parente não. Sempre foram de boa. Lembro que meu avô viciou em um jogo de Olimpíadas do Master System, ao ponto de desprezar games em geral mas lembrar desse jogo com saudosismo na época do PS2 lol, deveria ter arrumado pelo menos um Decathlete pra ele. Tios sempre curtiram jogo de corrida e os Winning Eleven da vida, meus primos não são gamers como eu mas sempre que chegam aqui em casa jogam. Sempre fui o cara dos videogames em todos os meios, exceto o dos gamers lol (que tipo metade dos meus amigos são).

 

Videogame é a melhor das artes. Digo isso agora que saiu Zelda, se Galol tivesse bem talvez acharia a segunda, perdendo pra futebol.

 

Quem pensa que videogame é algo inferior a cinema, música, artes plásticas, exposições de pinturas, orquestra por uma questão além de gosto é uma pessoa muito fechada. Videogame tem tudo isso junto lol.

Editado por Beto Paz & Amor

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Acho engraçado quando falo que meu hobby é games e a pessoa faz expressão de desaprovação, começando um discurso sobre os benefícios da leitura. Você nota claramente que ela se sente superior, e acha você um imbecil que deveria parar de fazer "essa coisa de criança" e usar o tempo para algo realmente superior - ler. 

 

Pelo menos os jogos que eu gosto, tem muito, muito texto - obrigado. E além disso, tem imagens, trabalham os reflexos, tem histórias tão boas quanto livros, e são interativos, posso modificar o mundo com minhas decisões. Posso construir coisas. 

 

Também gosto de ler, é algo bem focado, trabalha muito a criatividade, imaginação, etc. Mas quando penso que posso ler e também jogar, interagir de diversas outras formas, acho uma experiência muito mais rica, com muito mais possibilidades. Também gosto dos jogos complexos, que requerem estratégia, pesquisa, etc.

 

Resultado: faz anos que deixei de ler livros, pra mim os jogos - sobretudo os rpg's - cobrem essa carência facilmente. E não acho que eu estaria usando melhor o meu tempo livre se somente lesse.

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Livros cobrem um leque muito maior de estilos e temáticas, a comparação é complicada, mas nada impede a pessoa de fazer ambos. Engraçado que na ápoca que eu jogava mais eu também lia mais, mais tempo livre provavelmente, hoje mal consigo terminar um game ou um livro :(

 

No meu trabalho tem muita gente que joga, mesmo assim quase sempre só os AAAs da moda. Trabalhei em uma produtora que um monte de gente tinha 3DS e fazia sessões de Mario Kart na hora do almoço, era um barato.

Editado por Cyco

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Quem pensa que videogame é algo inferior a cinema, música, artes plásticas, exposições de pinturas, orquestra por uma questão além de gosto é uma pessoa muito fechada. Videogame tem tudo isso junto lol.

 

 

tb acho, mas os jogos ainda tem muitos estigmas pra superar, eu dividia apartamento com dois caras que não se interessavam por jogos, tava jogando Journey uma vez e um deles viu as imagens e a música bonita e parou pra assistir, fez perguntas, ficou curioso mesmo e acabou vendo até o final (nesse ponto é um jogo bom por ser curto), daí ele virou pra mim e disse algo como "finalmente um game desses que você não precisa matar ninguém"

 

cara, isso me fez pensar viu, acho que 99% dos jogos que eu gosto (de ação e aventura e rpgs) envolvem violência nem que seja estilizada, fiquei pensando se algum dia conseguiremos evoluir para além disso, e acho que isso pode ser um grande passo pra essa mídia se tornar uma coisa mais respeitada.

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Mas isso tb se aplica a boa parte de filmes e animes, especialmente os mais populares.

 

Games tem a premissa de jogo, e jogos envolvem adversários. Daí acho que nasce essa propensão a violência. Pelo menos pular na cabeça do adversário é necessário hehe

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Mas isso tb se aplica a boa parte de filmes e animes, especialmente os mais populares.

 

Games tem a premissa de jogo, e jogos envolvem adversários. Daí acho que nasce essa propensão a violência. Pelo menos pular na cabeça do adversário é necessário hehe

 

filmes têm diversos gêneros onde a violência não é o meio principal pelo qual os personagens resolvem seus problemas, o que não é o caso da maioria dos jogos, principalmente no mercado AAA

 

tb acho que tirando puzzles os jogos quase sempre envolvem algum tipo de superação de adversários, e que é mais fácil e direto imaginar essa interação através de combates, aquele rpg indie Undertale fez um experimento bem sucedido onde você podia evitar as batalhas se conseguisse dialogar com os monstros, talvez por isso adventures Telltale/Quantic Dream like e walking simulators estão encontrando um nicho de mercado, a medida que mais pessoas adultas estão jogando elas começam a procurar outros tipos de estímulos, é um desafio pros game designers encontrar essas alternativas.

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Planescape Torment também já tinha opção de resolver tudo no diálogo.

 

Ico é outro jogo diferente. Tudo bem que você batia nas sombras, mas elas sempre estavam tentando raptar a Yorda. De ser vivo mesmo a única que você mata é a boss final. A violência é em segundo plano. Jogo valoriza muito mais a cooperação entre Ico e Yorda.

 

Outros exemplos que não tem violência são simuladores de namoro japa.

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Uma vez eu coloquei the house of the dead pra rodar num pc 486. Ficou rodando a 1 frame a cada 3 segundos. Eu de teimoso jogava mesmo assim. Minha mãe achou que era uma apresentação de powerpoint!

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