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Persona 5

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O problema que todos esses arcos são bem bobinhos e sem graça, além de que a resposta certa é muitas vezes um tiro no escuro (maioria não condiz com o que tu já viu do personagem ou o que ta rolando no evento), aí tu tem que dar load se quiser evoluir porque se errar a resposta não progride no Social Link e as vezes não vai ter mais tempo/chance para isso.

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Em Persona 4 Golden eles deram uma bela aliviada na filha da putagem.

Duvido que tenham mantido o lixo que fizeram em Persona 3 e 4.

 

Espero que no Switch deem continuidade ao trabalho de mestre realizado em Nocturne.

 

Eu gostei de SMTIV mas aquele combate em JPEG é osso demais, espero algo visualmente bem trabalhado como Tokyo Mirage Seasons e Persona 5.

Editado por Rhazo

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Em Persona 4 Golden eles deram uma bela aliviada na filha da putagem.

Duvido que tenham mantido o lixo que fizeram em Persona 3 e 4.

 

Espero que no Switch deem continuidade ao trabalho de mestre realizado em Nocturne.

 

Eu gostei de SMTIV mas aquele combate em JPEG é osso demais, espero algo visualmente bem trabalhado como Tokyo Mirage Seasons e Persona 5.

 

Impossível retornarem com algo como Nocturne. O Okada que foi o criador de Nocturne e um dos fundadores saiu da Atlus faz anos. Aliás ele que também fez Innocent Sin e Eternal Punishment.

 

Só se aparecer um diretor que queira voltar com um Megaten com um clima mais sombrio e sério.

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Impossível retornarem com algo como Nocturne. O Okada que foi o criador de Nocturne e um dos fundadores saiu da Atlus faz anos. Aliás ele que também fez Innocent Sin e Eternal Punishment.

 

Só se aparecer um diretor que queira voltar com um Megaten com um clima mais sombrio e sério.

 

Os Megaten de 3DS tem essa pegada sombria e séria. O que fode o jogo é o sistema de combate de 1990, em first person e inimigos em jpeg.

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O problema que todos esses arcos são bem bobinhos e sem graça, além de que a resposta certa é muitas vezes um tiro no escuro (maioria não condiz com o que tu já viu do personagem ou o que ta rolando no evento), aí tu tem que dar load se quiser evoluir porque se errar a resposta não progride no Social Link e as vezes não vai ter mais tempo/chance para isso.

 

Responderei o que falaria na vida real e foda-se. Perseguir a resposta "certa" é muito idiota pra mim.

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Os Megaten de 3DS tem essa pegada sombria e séria. O que fode o jogo é o sistema de combate de 1990, em first person e inimigos em jpeg.

 

Eu joguei e tive a Collector's Edition de SMT IV e realmente é um jogo com uma pegada sombria e séria. Uma coisa que gostei bastante é que manteve a importância do alinhamento do jogador, se é Law (Order), Neutral ou Chaos. Devil Survivor Overclocked também dá importância a isso e tem uma das melhores estórias dos JRPGs da Atlus. Mas os dois ainda não chegam no nível de Nocturne.

 

Eu acho que é uma tristeza jogos bons assim em portáteis. Se tivessem uma produção de Persona 5 seria MUITO MELHOR.

 

Fiquei muito feliz que o Switch forçou um aumento no nível de produção em jogo portátil. Por isso torcia para ele ser híbrido.

 

Hoje em dia o que me incomoda na Atlus é ela não lançar os jogos no steam, o Kazuma Kaneko não ser mais o main designer em alguns Megatens e todos os jogos bons dela para portátil não terem um nível de produção de console.

 

E acho que fizeram SMT IV desse jeito arcaico de propósito em razão do saudosismo/menor custo, porque o 3DS conseguiria fazer algo melhor.

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tb acho que não vou me pressionar pra fazer tudo certo nesses social links, pelo que entendi é possível terminar o jogo sem evoluir todos os arcanos então foda-se. a impressão que eu tive é que o pessoal tá complicando demais o que não tem necessidade.

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Min/max de cu é rola. Todo o tema da série é descobrir quem você realmente é de personalidade, aí vai ficar de falsidade e dando reload nos S-Links? lol

 

Todos os Personas são perfeitamente zeráveis sem precisar fazer todos os S-Links.

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Então o jogo faz isso de foma muito ruim, já que Social Links só influenciam no gameplay e em NADA na progressão do enredo e eventos da trama principal.

Se eu tivesse jogado persona com uns 12, 14 anos, talvez eu iria ficar super empolgado em "descobrir quem eu realmente sou de personalidade".

 

A mecânica é bem falha, isso é fato. Se ela atrapalhou a diversão de alguém aqui é outra história.

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Persona é máscara. Tem que vestir a máscara da personalidade mais apropriada do momento para avançar.

 

 

Mas sem load, porra. Deixa o TOC pra segunda jogada na versão expandida.

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Acho que vou conseguir a copia hoje hein.

 

To com vontade de um JRPG fudido. O Tokyo Mirage Seasons foi bom mas eu achei o tema do jogo uma porcaria.

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mais um pro clube

 

 

atlus devia parar de viadagem e soltar logo no steam

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Pelo que entendi não é exatamente um problema (o social link). O que falaram de dar load pra "resposta certa" é que o maior grau de evolução é como um "missable", algo sem volta? Se isso interfere em acessar o conteúdo do jogo (cenários, histórias, etc) vejo como um problema, se for só pra upar personagem, foda-se.

 

Na explicação do Wiseman lembrei do Fire Emblem Awakening, que desenvolve a afinidade dos personagens e ajuda muito nas batalhas com os diálogos. Mas não tem resposta certa, é só botar pra conversar que rolam os casórios (e filhos, que são jogáveis) e a afinidade aumenta. Boa parte dos personagens você conhece por esses diálogos. Mas aparentemente é algo bem mais simples que no Persona.

 

Sobre o SMTIV, eu gostei muito, um jogo 8. A produção é mequetrefe mesmo mas curti o sistema de fundir os monstros (parece que Persona tem algo disso) e achei desafiador pra caralho, acho que o jogo mais difícil que joguei no 3DS, embora dê pra fazer demônios apelões. Mirage Sessions não cheguei a jogar, aguardando a versão Switch.

Editado por Beto Paz & Amor

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Você nunca perderá o relacionamento com a pessoa dando a pior resposta. Mas demorará mais tempo para conseguir aumentar o level do relacionamento (Social Link). Como a narrativa é em calendário e cada dia só dá para fazer uma escolha: ir para dungeon, aumentar seus atributos pessoais (coragem, inteligência, diligência, carisma, compreensão - no sentido de sensibilidade) ou investir no Social Link, há um prazo para conseguir fazer o máximo de S-Links no level máximo.

 

Os S-Links que influem muito no gameplay durante as lutas são os dos membros da sua party. Esses sim é bom upar no máximo.

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Eu concordo que a série ainda falha nisso, levar em conta para a história principal os S-Links que você desenvolve, talvez mudando quem te dá alguma informação, quem o vilão da história sequestra, etc. Seria bem foda.

 

O "você" não se referia ao MC somente, mas a todos os personagens do jogo. O tema da série é descobrir quem as pessoas realmente são por trás das Personas (máscaras) que elas usam no dia-a-dia.

 

Eu acho que você ter uma personalidade definida e responder às pessoas no jogo de acordo com essa personalidade é mais interessante e condizente com a proposta do jogo do que moldar sua resposta ao que o outro personagem quer ouvir. Desde que essa personalidade não seja de um filho da puta que não se importa com ninguém e manda todos se foderem, você vai acabar upando os S-Links naturalmente mesmo com algumas respostas sub-otimas.

 

Claro que no Merciless isso vai pro espaço e min-maxing é o nome do jogo. Isso que eu falo é a proposta do jogo que eu acho que faz mais sentido pra maximizar tua diversão com o jogo em uma dificuldade normal.

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Eu concordo que a série ainda falha nisso, levar em conta para a história principal os S-Links que você desenvolve, talvez mudando quem te dá alguma informação, quem o vilão da história sequestra, etc. Seria bem foda.

Foi que eu disse só que de forma detalhada.

 

S. Link é sidequest obrigatória. Tu faz porque PRECISA habilitar personas melhores, se você quer tal persona (e isso é algo comum nessa série) você vai deixar de pega-lo porque respondeu "o que seu coração mandou", Isso aconteceu comigo 3 (me fudi com aquele cara que ficava numa boate o tempo todo quase) e no 4 eu fui bem mais robótico, já que os eventos era tão bobinhos e genéricos quanto no anterior.

 

Você mesmo provou que o jogo não quer que tu responda de acordo com sua personalidade, já que se eu quiser mandar todo mundo se fuder, as chances são grandes de eu me fuder junto.

 

Sinto muito, mas S. Link é uma das coisas msis preguiçosas que existem, seja no funcionamento das mecânicas do jogo, seja no desenvolvimento de personagens e sidequests. Não era pra ser um defeito, mas da forma que foi feito na série mais atrapalha do que acrescenta.

Editado por Lucs

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10h viciantes de jogo

 

 

Coisa mais caprichada que a Atlus já fez, logo, tudo pra ser o melhor jogo do universo =P

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Vc é suspeito Giga, é tipo eu falando de CoD :lolmor:

Conta mais sobre o sistema, especificamente sobre o SLink :P

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Spoiler da história pra quem se interessar:

 

 

 

O jogo começa com o protagonista Phantom Thief todo estiloso sendo capturado pela polícia. A única informação que a gente recebe é que um do grupo te traiu.

 

Ele é espancado e drogado, então começa a ser interrogado pela promotora boazinha, ela quer saber como ele cometeu os crimes, incluindo um "incidente maior".

 

Então o jogo todo se passa em flashback do interrogatório do protagonista.

 

Partindo lá pro início, o protagonista foi impedir um bêbado de agarrar uma mulher na rua, o bêbado se feriu e processou o personagem, ganhando claro, japanbrbrbr

 

O protagonista foi expulso da escola e os pais mandaram ele pra outra distante. Ele é recebido por um cara dono de Café conhecido da família que tá recebendo uma grana pra cuidar dele e tem que fazer relatórios periódicos de bom comportamento por um ano que é o periodo da condicional, se não vai pra febem.

 

O cara chega na escola e todo mundo sabe que ele tem ficha na policia por algum motivo, óbvio que o boato escalona. A professora já reclama com aquela preguiça que ele vai dar trabalho e todo mundo fica de olho no comportamento dele, se bobear, expulso e febem.

 

 

Blz, agora a motivação da primeira dungeon, spoiler das primeiras 10h, cuidado

 

 

 

Um dos professores é o de educação física, ele é a estrela do lugar porque foi medalhista olímpico e realmente conseguiu bons resultados em campeonatos treinando o time da escola. Bem simpático, tá chovendo e oferece carona no seu carro.

 

De algum modo o protagonista e um outro papangu chegam na escola em uma versão alternativa de outro mundo, lá a escola é em forma de Castelo e o professor é o rei.

 

O Castelo é uma manifestação de como o Professor de educação física se vê e lá dentro eles veem os alunos sofrendo abuso físico. Ele coloca treinos pra machucar os alunos e pune fisicamente mesmo.

 

O papangu amigo já tinha uma mágoa prévia, quando descobre fica puto, mas lá eles veem o coração, mas não conseguem provas pra poder mudar algo no mundo real.

 

Os alunos machucados, nenhum tinha coragem de abrir o bico. Na realidade todo mundo sabe que isso acontece, mas o cara é medalhista e trás status, nem o diretor, nem os pais vão falar algo a respeito, então pra que se rebelar. Os times vencem. Eles vão perder a chance de ficar de fora?

 

Só que os protagonistas descobrem que o cara não só abusa fisicamente, como sexualmente também, uma das vítimas tenta suicídio e eles então decidem partir pro dungeon pra resolver o problema sozinhos.

 

 

 

 

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As dungeons devem estar no esquema de Tokyo Mirage Seasons, que tem puzzles e level design bem mais interessante que Persona 3 e 4.

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Ah meu deus... eu li stealth? :facepalm:

Valeu pelos detalhes, vou arriscar não, vale 1hr com uma quenga gostosa, ou ja garante meu próximo CoD.

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Jogo lindo. Tudo que eu queria, demônios gloriosos em HD, história cativante até agora, OST jazzistica e UI estilosa pra cacete. 3 horas por enquanto, sem tempo para realmente entrar de cabeça por enquanto.

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Pelotão dos Games enviou o meu jogo hoje. Como é e-sedex amanhã à tarde deve chegar em casa. Mas de ontem para hoje fiquei bastante ocupado. Acho que não conseguirei jogar por um bom tempo.

 

No entanto acompanharei o tópeco para ver o que o povo está achando.

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Não me contive e paguei os R$229 absurdos da PSN. Pelo trampo que a Atlus já fez até hoje decidi pelo "Shut up and take my money".

 

Joguei umas 4h, e as primeiras impressões foram muito boas. Os gráficos estão lindos, são uma bela evolução em relação ao 3 e 4, e olha que tenho um PC top pra gráficos. A arte é muito estilosa, em todos os aspectos, principalmente nos menus - agora com o vermelho. As músicas são daquele pop esperado e são bem legais e bem feitas (Pra quem manja, tem muito som de piano elétrico Rhoder e Wurlitzer, chique). 

 

A história está intrigante e bem adulta: já no início lidam com abuso de alunos e deixam implícito que isso inclue sexo, curti. Vozes ok, embora às vezes as empolgações soem forçadas. É aceitável já que estão tentando atuar como teenagers. Os personagens são carismáticos, estou me importando com eles.

 

Deu uma sensação linda ao ver os famosos inimigos nas batalhas, agora com muito mais riqueza de detalhes. Já no início você encontra dois Pyro Jack, hahaha, muito legal. O sistema de batalha parece ter evoluído ainda mais. O jogo vai liberando as mecânicas bem lentamente; creio que a Atlus esteja preocupada em apresentar a franquia a novos jogadores, o que é esperado já que levou tanto tempo para sair esse.

 

Cutscenes do caraio, vibrei quando um dos personagens despertou o seu Persona. DO CARAIO. 

 

Os S-Links estão presentes, mas eu não estou procurando resposta certa, não. Foda-se. Minha impressão é que estão menos chatos com isso, espero estar certo.

 

O Velvet Room também é apresentado a conta-gotas. 

 

Enfim, curtindo pra caralho. Acho que estamos diante uma jóia aqui, amigos. Estou jogando no Hard, em breve posto mais impressões. 

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