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Detroit: Become Human

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Pegaram o demo da Kara e fizeram o jogo (atendendo aos pedidos da internet pelo visto), e tou prevendo uma bosta, que é o que geralmente acontece quando bazingueiros de YT pressionam. 

 

Achei Heavy Rain e Beyond Two Souls dois filmes interativos medianos. Heavy Rain um pouco melhor, Beyond é holywoodiano demais.

 

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o problema de beyond é q não conseguiram dar liga na ideia, parece. devem ter cortado um monte de coisa (se em heavy rain ja cortaram)

 

beyond é bom no começo, depois é cheio de fillers e no final fica foda

 

da a impressão q david é megalomaníaco e depois não da conta do recado, espero q ele não se perca dessa vez e q o enredo se mantenha instigante do começo ao fim.

 

agora é um grupo escrevendo a história né?

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Sim, Beyond virou megalomania mesmo. Preferia muito mais algo simples nos moldes do Heavy Rain.

 

Só espero que façam agora um JOGO mesmo, até porque esse tem agora um bom potencial com temática estilo Remember Me ou Deus Ex.

 

Mas não espero nada sinceramente, até porque tem chances grandes de martelarem naquela bosta poética sobre humanos vs robôs e suas leis, e aceitações etc.

Editado por Snake Returns

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Hype só não é negativo porque não tá apenas na mão do Gaiola dessa vez. Mas é zero mesmo assim.


Ah, e um dos piores nomes de jogo que já vi na vida.

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Tem nego que diz que isso ai é adventure.

 

Na minha época, adventures tinham puzzles pra nego ficar puto de tanto bater a cabeça e não apenas ficar apertando botãozinho quando manda.

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Achei o conceito interessante. Achei Heavy Rain bom e Beyond médio, acho esse genero sacal, mas esses mais bem produzidos e movie like eu curto, principalmente pela parte técnica que deverá ser fodaça.

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Tem nego que diz que isso ai é adventure.

 

Na minha época, adventures tinham puzzles pra nego ficar puto de tanto bater a cabeça e não apenas ficar apertando botãozinho quando manda.

Verdade. Ta mais para Filme interativo como tinhamos antigamente com o Dragon esqueci o nome o Brain sei la o q 13.

Eu curto o estilo, adorei TWD e Heavy Rain, só não joguei Beyond por causa das tarjas de merda, ta lacrado ainda.

Aguardo esse.

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I.A. fellings? Indigo Profecy, Heavy Rain gostei muito mas o Beyond me pareceu uma merda o que vi...mas o gênero me agrada, tem aquele Until Dawn também que parece bem legal, estou de olho nele. É um gênero difícil para a maioria engolir hoje em dia, e para quem curte o enredo tem que ser muito bom ou então fica difícil engolir.

Mas gostei da comparação de alguém ai, esses são os novos adventures mesmo.. A novo roupagens é essa educou muito boa.

Editado por GameLordy

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Já sabendo o que esperava eu até curti o Beyond, o game é bem produzido e o cenário eu achei bem interessante, o problema é que o David Cage não sabe escrever :lolmor: alguns diálogos foram nível Crepúsculo e aquela montagem não linear quebrava o ritmo demais, mas pelo menos agora ele tinha Ellen Page e Willem DaFoe, os atores desconhecidos do Heavy Rain eram muito fracos.

 

Quantic Dream encontrou seu filão nesse negócio de filme interativo, não dá mais pra esperar gameplay, Beyond é basicamente uma longa cutscene em que você controla o personagem, nem mesmo o peso das escolhas de vida ou morte do Heavy Rain teve mais, as que tem apenas dão algumas direções diferentes pros outcomes.

 

Pensando aqui, nem sei se eu quero que eles tentem fazer gameplay. Vocês jogaram Omikron: The Nomad Soul? um game que eles fizeram na geração do Dreamcast. Era super ambicioso como tudo o que eles fazem, imagina um adventure sci fi open world naquela época, combate em real time first person shooter e melee a la tekken, a trilha tinha músicas de David Bowie, super produça.

 

Mas o game foi uma bomba, os muitos sistemas não funcionavam como se esperava e o game era chato, com gráficos meia boca e controles ruins. Hoje eu acho que eles até conseguiriam fazer esse jogo melhor, mas tendo opções parecidas no mercado como Deus Ex ficaria inevitável a comparação, na época pelo menos foi uma tentativa pioneira, hoje as chances de virar um game medíocre são maiores

Editado por Cyco

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Só ouvi falar desse Omikron, o primeiro jogo deles que joguei foi Indigo Prophecy/Fahrenheit, que é muito foda nos primeiros 2/3 e uma bosta completa no último 1/3 (acabou a grana pra terminar). Mas o jogo tava tão bom e interessante antes de tudo cair por água abaixo, desde então fiquei de olho no trabalho dos caras.

 

E Beyond: Two Souls (tb achei excelente, ragecom) possui escolhas de vida ou morte sim, apenas em menor quantidade e menos óbvias que em Heavy Rain. Dois personagens que morreram na minha primeira jogada, me pareceram que realmente deviam morrer na história, mas depois de terminar fui pesquisar sobre os outros finais e vi que poderiam ter sobrevivido caso eu tivesse feito algumas coisas diferentes nos capítulos anteriores.

 

Sinceramente não entendo a má vontade com a empresa, o foco dela é justamente esses adventures/filmes interativos/whatever, quem pega esperando outra coisa é falta de informação ou burrice. Se não gosta é só não comprar. Eu vejo esses jogos da Quantic Dreams como uma evolução natural de adventures e FMV games antigos. O foco não é mais em puzzles nada a ver só para encher linguiça, mas sim na relação do jogador com o enredo e os personagens (e como ele pode afetar os finais). Algo que a Telltale Games também entendeu com Walking Dead, Wolf Among Us etc.

 

E se fosse Tokyo: Become Human?

 

Ainda ruim. Deviam tirar o nome da cidade e ficar só Become Human.

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Eu curto os games da Quantic, não acho que adventure precisa ter puzzles o tempo todo, e alguns daqueles adventures antigos tinham alguns puzzles de merda que quebravam a diversão. Concordo que o interessante desses jogos deles (e nos da Telltale) é justamente ir descobrindo a história e ter algum controle sobre o desenrolar dela, nada mais.

 

Acho que a raiz do problema com os textos do Cage é que ele escreve em inglês mas a língua nativa dele é outra, estou curioso pra ver se isso vai melhorar com esse Detroit agora que ele tem um time de escritores.

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Ah, já descobriram na GAF, Detroit tem três escritores e dois diretores, o outro diretor/escritor é americano e já trabalhou pra Sony Imageworks e na Warner Bros. O terceiro escritor é Canadense.

 

entrevista com o Cage de 2012, onde ele disse que a QD estava tentando um setup mais parecido com séries de tv e montando uma equipe de roteiristas.

 

 

DC: I'm very interested in what's going on with TV series, where's the showrunner and a team of writers, writing in the same direction. And this is actually what I'm building at our studio right now.

 
Q: You're moving towards a TV-like setup?
 
DC: Yeah, where I could continue to have the vision and the ideas - I have ideas for the next four or five games. This is what I love and I really enjoy but at the same time, instead of me spending a year away from the studio writing the damn thing, I could work for the team - people who could be more talented than I am, and bring in new ideas that I've not thought of - and work together in creating this thing. So, we're starting on this right now.

 

curioso aqui pra ver o resultado.

 

a narrativa do trailer pra PGW foi escrita pelo Cage somente

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Eu gosto das partes mais adventure dos jogos da Quantic. No Indigo Prophecy, por exemplo, você acorda cheio de sangue, a polícia bate na porta e você tem que esconder as evidências. Os cenários exploráveis com conversa com NPCs, investigação, etc.

 

Porém as cenas que são puro QTE me desanimam por completo.

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Eu acho que os QTEs melhoraram bastante com o Heavy Rain e o Beyond. São mais pra dar uma ilusão de controle e falhar neles não implica em ter que repetir cenas, o que é ótimo.

Editado por Cyco

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QTE é como qualquer outra ferramenta de design, pode ficar tanto ruim quanto bom. Na minha opinião a Quantic Dream sabe trabalhar com isso e criar coisas interessantes, só ver a evolução deles: no Fahrenheit os QTEs eram bem sem graça, por outro lado Heavy Rain possui os QTEs mais legais que já vi, pois se falhar em um deles não é game over, vai acontecendo outras opções durante a cena, que pode até resultar na morte do personagem. Beyond: Two Souls também diferenciou com a dinâmica entre Jodie e Aiden. Curioso pra ver como será esse Become Human.

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É uma mecânica que não me diverte, mas é o estilo da Quantic e agrada aos seus fãs, então não há porque mudar.

 

Entrevista com o Cage:

 

 

Detroit is Quantic Dream’s latest project. It takes place in the near future in the city of Detroit, and it features the character of Kara that we introduced in this short video back in 2011. We’re incredibly excited to announce it here in our own country in Paris at Paris Games Week.

 

“There are Androids that to look and speak and move exactly like human beings so they’re really in this society and they are used to do different tasks and different things. We didn’t want to do sci-fi, we didn’t want to invent any technology that doesn’t exist in the labs today. We wanted the world to look familiar to the player so we really feel like, ‘Oh, I know this place. This is a real place.’ But at the same time be surprised at each corner.

 

“We developed this short video featuring this character of Kara, I think back in 2011, and it was a very, very exciting piece for us. It was a very interesting journey working with Valorie Curry, this great actress, but it left me a little bit frustrated because I wanted to know what would happen to this character when she leaves the factory, and what the world would be like and what she would think of it. And this is how Detroit started.

 

Detroit is really a fascinating place. It’s a great place for industry but also for creative people, for artists of all kinds, and we thought, well if one day and an Android industry has to appear somewhere, it should be Detroit. It would be a logical place in many, many ways. We went there and really explored the city inside out. And yes, we’ve seen the abandoned churches and the abandoned places, but at the same time we saw fantastic places, we met fantastic people, and we could really feel the energy that was there, and that was very, very inspiring.

 

Detroit is featuring a brand new 3D engine. We love to do one engine per game, which is a bit crazy, but the idea is of course to really leverage the power of the console and really try to offer visual experience and a gameplay experience that will be hopefully much better than the previous generation consoles. And we tried to use the technology to improve the graphics but also to improve the emotion that the player will feel, having better facial animation, having better lighting having larger environments with a lot of life that passes by and things happening wherever you look around.

 

“I think there are some common points with what we’ve done the past. It’s based on storytelling, it’s based on emotion, and the emotional involvement of the player and the experience. But I think that the game has its own voice and it’s really a different experience from Beyond and from Heavy Rain in many, many ways

 

“The entire game is really this idea that the player is the co-writer of the experience and he will tell his own story through his actions. So he can have a very, very significant impact on the story and, more than the story, on the world itself.

 

“Our theme is really what does it mean to be human, what does it mean to have emotions and this kind of thing, and this is really what we want to talk about.”


Read more at http://gematsu.com/2015/10/detroit-director-discusses-setting-engine-more#q1LYQBeA8UtUzCOm.99

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A Kara tava fazendo um monólogo e num momento os outros andróides começaram a olhar para ela no trailer. Certeza de que a guria fará uma rebelião. Parece que diferente dos outros andróides ela consegue pensar por si mesma e ser autônoma e não uma escrava de comandos inseridos por um reles humano.

 

Provavelmente comprarei, mas não no lançamento. Quando estiver mais baratim.

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QTE é como qualquer outra ferramenta de design, pode ficar tanto ruim quanto bom. Na minha opinião a Quantic Dream sabe trabalhar com isso e criar coisas interessantes, só ver a evolução deles: no Fahrenheit os QTEs eram bem sem graça, por outro lado Heavy Rain possui os QTEs mais legais que já vi, pois se falhar em um deles não é game over, vai acontecendo outras opções durante a cena, que pode até resultar na morte do personagem. Beyond: Two Souls também diferenciou com a dinâmica entre Jodie e Aiden. Curioso pra ver como será esse Become Human.

Não acho que é como qqr outra "ferramenta" (solução) de design... acho que é uma grande pobreza criativa e que nunca ofereceu uma experiência sequer interessante. Alias, é notável como em jogos que tem jogabilidade mais tradicional e usam apenas QTE em raros momentos são esses, disparado, os pontos mais fracos.

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Eles precisam colocar émais puzzles e maisinterações mesmo, para as partesde ação o QTE serve bem pela cinematografia do negócio mas é preciso ampliar o escopo do gameplay. Usem de exemplo TWD e Life is Strange.

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