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Strife

O que estão jogando de RPG no momento?

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Fechado:
 
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Terminei com 22 horas, no nível 62. 
 
Sands of Destruction é um JRPG q chama a atenção por sua premissa incomum para um jogo do gênero: o grupo de heróis inicialmente não busca salvar o mundo, mas destruí-lo. Kyrie, Morte, Agan, Taupy e Rhia formam o grupo World Anihillation Front. Por achar q o mundo está muito ruim da maneira q está, a guerreira Morte vê no jovem Kyrie uma oportunidade de destruir o mundo depois q ele desperta um misterioso poder q destrói regiões inteiras com uma explosão de areia.
 
O jogo é a jornada do grupo q, pouco a pouco, se convence de q vale não destruir o mundo, mas modificá-lo em algo melhor. 
 
É um jogo com muitos diálogos engraçados e personagens carismáticos, como o urso pirata fodão Taupy e o guerreiro com medo da mãe Agan.
 
Por ter sido feito pela mesma equipe de Xenogears, é um jogo q traz algumas semelhanças de pacing, battle system e história. Temos aqui o mesmo conflito de um protagonista q não quer destruir, mas se martiriza por não poder evitar, temos o conflito com um deus q tem planos divergentes da humanidade, temos um sistema de batalhas q prioriza combinações dos botões para gerar combos variados, o jogo tbm se arrasta um pouco em algumas cenas contínuas q não deixam o jogador salvar rápido...
 
Mas aqui a experiência é mais leve, pois podemos salvar a qualquer momento q não seja uma cutscene ou batalha (inclusive dentro de dungeons) e a história é mais bem humorada e menos "serious business" q o masterpiece Xenogears.
 
O sistema de batalha tbm é uma bela evolução, é bem mais solto e ágil em relação ao Xeno.
 
Trilha sonora é ok, mas acho q se repete demais, tem pouca variação. 
 
Um jogo bastante divertido pelo plot, carisma de personagens e pelo sistema de batalha, pra mim figura facilmente entre os melhores JRPGs do DS.

 

 

Achei um jogo muito ruim.

Talvez eu tenha criado muito hype pela trilha sonora ser do Mitsuda e o roteiro do Masato Kato.

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Achei um jogo muito ruim.

Talvez eu tenha criado muito hype pela trilha sonora ser do Mitsuda e o roteiro do Masato Kato.

 

Não foi impressão sua mesmo, o jogo é fraco mesmo.

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Terminei há algumas semanas Trails in the Sky – The 3rd, esqueci de postar impressões.

 

É um jogo bem diferente de seus antecessores, principalmente no modo como é estruturado.

É uma espécie de dungeon crawler, passa-se quase que inteiro na mesma “localização”. Diferentemente dos demais, você não vai explorar várias cidades, conversar com centenas de NPCS, se aventurar nos moldes de Sky FC e SC, então pode assustar quem esperava algo assim por conta dos jogos anteriores. Mas não deve ser motivo pra não jogar.

 

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The 3rd, sendo protagonizado por Kevin e se passando em um cenário bastante único, traz uma nova perspectiva aos acontecimentos no continente de Zemuria. O jogo amplia nosso conhecimento sobre a Septian Church, através, principalmente, da backstory do Kevin, que é o que carrega a main plot; e expande o lore da série, através do conteúdo adicional, espalhado e acessível por quase todo o jogo. Esse conteúdo extra vem na forma de segmentos por vezes jogáveis (onde você controla o(s) personagem(ns)) mas também loooongas cutscenes em alguns casos. São acessados através de “Doors”, encontradas em diversos lugares.

 

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Funcionam como uma espécie de subcapítulos, à parte do enredo principal e sem nenhuma ordem específica, que expandem questões e acontecimentos já introduzidos nos jogos anteriores, concluindo-os ou não; desenvolvem o backstory de outros personagens; introduzem novas questões à série como um todo; e preparam plot points que serão utilizados nos jogos seguintes. Além disso há minigames e um torneio. Todo conteúdo extra pode ser revisitado quantas vezes quiser (até o ponto de não retorno, na parte final do jogo) e cada um que é concluído gera recompensa (que pode ser dinheiro, itens, equipamentos, quartz). O jogo tem um sistema de fast-travel, disponível desde cedo, então backtracking não é um problema. Algumas das Doors podem ser meio chatas (por parecerem muito longas ou as que envolvem personagens pouco importantes), mas a maioria é interessante e enriquece a série como um todo.

 

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Este terceiro capítulo no arco “Sky” funciona mais como um epílogo e como preparação para o que vem a seguir na série. A história de Estelle e Joshua se conclui em Trails in the Sky SC, e agora com Kevin como protagonista, mas não só por isso, a história adquire um tom bem mais pesado, lidando em alguns momentos com temas mais adultos e às vezes perturbadores.

 

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São 16 personagens jogáveis e todos terão que ser utilizados, não dá pra deixar aqueles que você menos gosta de lado e seguir só com os preferidos. Porém o sistema de exp é balanceado pelo level de cada personagem, de modo que é fácil subir os que estão underleveld sem precisar gastar tempo com grind. A dificuldade das batalhas, no entanto, é mais elevada que em FC e SC. Alguns chefes, tanto na main plot quanto no conteúdo extra, são de fazer suar. Me vi pensando muito mais em estratégia, micromanagement (de equipamento, quartz, posicionamento em batalha, buffs e debuffs, etc.) do que nos jogos anteriores. Pra mim isso foi positivo, gostei do desafio. Infelizmente achei que os últimos chefes foram fáceis, contrastando com o resto do jogo.

 

Como disse no começo, esse jogo pode assustar algumas pessoas, pois é bem diferente dos demais. Mas não achei ruim, pelo contrário, gostei bastante. É apenas uma exceção à estrutura tradicional (e fico feliz que seja o único assim na série). Acho indispensável pra quem curte essa série, tanto por conta do enredo principal, mais focado no Kevin (que desde os últimos capítulos de SC vinha se tornando um personagem mais interessante), quanto pelo conteúdo adicional, que, apesar de opcional, eu considero obrigatório ser feito, pelo tanto que expande de lore e tal (sério, algumas das Doors são incríveis! Não dá pra perder). The 3rd é um jogo que abre o apetite pelo resto da série.

 

Falando nisso, em agosto (previsão oficial) sai o port pra PC de Trails of Cold Steel, no Steam. Mais pro fim do ano deve sair o port do Cold Steel 2 também.

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FFXI: Online HD REMASTER

 

Jogo novo da SQUARE rolando e ninguém comentou, :lolmor: Hahaha, brincadeira. Resolvi desencostar o jogo novamente. Primeira vez em que volto pra Vana'Diel desde 2012, 5 anos afastado. Mas, com toda certeza, se tivesse me dito que isso era um FFXI: Online HD REMASTER eu acreditaria. Preferi não dar rise from your grave num tópico qualquer de FFXI, mas não poderia deixar isso passar.
 
To cut the story short:
 
Até hoje, a forma como a player-base de PC arrumava de "get on with the graphics" do FFXI era através da técnica de SuperSampling. Basicamente, você colocava um Background Resolution do jogo maior que sua Screen Resolution, e sua placa gráfica fazia a mágica de rodar o jogo com gráficos bem mais aprazíveis. Além disso, você também baixava, através de third parties, mapas e ícones de melhor resolução que davam um aspecto melhor ao jogo. Hoje, depois de tantas atualizações, você já pode fazer tudo isso através da UI do próprio jogo, mas quando foi descoberto, era necessário um pouco de leitura, mexer em arquivos de registro do windows por conta própria, etc. Foi o primeiro passo para dar uma sobrecarga de vida visual ao FF11.
 
Dias atrás, porém, FFXI, o jogo que se recusa a morrer, ganhou mais um boost de performance visual que, em 2017, 15 anos depois do lançamento, deixou todo mundo de queixo caído novamente. Não é nada oficial, feito pela SE, mas a playerbase já aprendeu a confiar na própria comunidade. 
 
Link: http://www.ffxiah.com/forum/topic/50992/ffxi-finally-in-high-quality-graphics/
 
Resumindo: a partir de certo ponto, lá por 2013, 2014... a evolução das placas gráficas chegou a tal ponto que algumas mudanças aconteceram. As nVidias mais atuais não chegaram a cortar o suporte a antigos jogos feitos em DirectX 8 nativo ou de menor versão, mas, quando rodam aplicativos feitos nesses padrões, o fazem através do próprio CPU do computador. A placa gráfica não reconhece mais o jogo datado como um programa em que seja necessário utilizar o poder de processamento gráfico da placa, subsidiarizando a execução. O jogo acaba sendo renderizado normalmente através desse processo pela cpu, mas não com a mesma qualidade como se estivesse aproveitando a potencialidade gráfica da placa.
 
É aí que entra o dgVooDoo2 v.beta WIP 3.5, uma modificação de DLLs especialmente feita para o FFXI que faz com que o sistema "traduza"  aplicativo Directx 8 (ou versões anteriores) para DirectX 11, forçando as placas mais atuais (de 1060 a 1080, mas não limitadas a elas) a rodar o jogo como um app DirectX 11 nativo. E quando se combina os dois processo (o SuperSampling via configurações normais + o dgVooDoo2), o resultado é extraordinário.
 
FFXI
4K
60 FPS
 


 
Enfim... O jogo está mais lindo do que nunca.
 
Um jogo feito em 2002 e lançado em 2003. Incrível. Sou suspeito pra falar porque joguei mais de 10 anos essa porra.... mas é verdadeiramente um jogo que se recusa a morrer.
 
Obs.: O dgVoodoo2 acabou de ser adaptado e receber uma atualização especial para o FFXI. à medida que forem surgindo mais testes de FFXI 4k/60fps, eu atualizo esse post.
 


 
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Parte II

 

Mas a pergunta que não quer calar: "Vale a pena eu pegar FF11 pra jogar hoje, 15 anos depois do lançamento?"

 

A resposta curta:

Mais do que nunca. Especialmente pra quem não tem intenção nenhuma de jogar o game feito um Hardcore gamer, como por anos o jogo exigiu.

 

A resposta mais longa:

Hoje, o level griding em FF11 praticamente deixou de existir. São tantos os bônus que você tem a seu dispor ao subir levels que esse aspecto árduo do jogo já não é mais um impedimento. Existem inclusive, SpeedRuns feitos no Youtube que mostram pessoas que acabaram de começar o jogo do zero atingindo o Lv. Max (99) em cerca de 16 horas com um job aleatório. Eu sinceramente acredito que FF11 é um jogo obrigatório pra todo mundo que gosta do sistema de jobs tradicionais do FFs. Pra quem acompanha a evolução do sistema de jobs há algum tempo (com o revamp em FF5, a ampliação do sistema em FFT), FF11 é o epicentro desse sistema de jobs, é o lugar onde você vai aprender a amar e odiar muitos deles. E por FF11 ter um sistema de batalha muito mais tático e slow-paced que FF14 (que às vezes parece um pouco acelerado demais), é justamente aqui que você vai aprender a extrair o melhor de cada job e aproveitar esse sistema da melhor forma possível.

 

Mas então o grinding acabou?

De forma alguma. O level grinding acabou, mas o item griding, não. Uma vez que você chega no Lv. 99, caso você queira realmente se especializar em um job, você vai precisar dos melhores equipamentos possíveis pra aquele job. E é aí que começa a loucura do Equipment Fever. Felizmente, hoje, a diferença entre um set de gear muito bom (fácil de ser obtido) pra um extraordinário (incrivelmente difícil de ser obtido) é bastante tênue. E, de forma alguma, hoje, você precisa de equipamentos extraordinários pra fazer ou participar de qualquer conteúdo que o jogo tenha a oferecer.

 

Então vale a pena eu pegar o jogo pra aproveitar a história?

Demais da conta! Mas eu recomendo usar um guia via algum wiki da internet pra não se perder. Por quê? Porque hoje, 15 anos depois do lançamento, FF11 é um jogo com muitas quests, muitas missões e muitas expansões diferentes. Quem começar do zero pode ficar perdido no meio de tanta cutscenes (CS) diferentes. Pode achar que a CS que ele está vendo agora é referente à missão que está em andamento, quando, na verdade, se trata de uma CS de outra expansão que não tem nada a ver com aquilo; portanto uma ajuda extra para manter o foco e a linearidade das missões é essencial.

 

A história vale a pena?

Depende. Contando com muitas expansões, a qualidade varia muito. Mas eu diria com certeza absoluta que as storylines das seguintes expansões são realmente bem bacanas: Chains of Promathia, Treasures of Aht Ughan, Wings of the Goddess e Rhapsodies of Vana'Diel. Já os demais expansion packs (o jogo original, Rise of the Zilart, Abyssea e Seekers of Adoulin) primam mais pelo conteúdo de batalhas adicionado que pelo storyline em si. O jogo completo com todas as expansões está incluído na última versão lançada do jogo, a Ultimate Edition.

 

Free to Play, fácil de instalar e jogar?

Só em sonho. Há muito, muito tempo a SE não baixa o valor da mensalidade, e nem dá indícios de que um dia fará isso. Basicamente, o jogo continua custando os 10 dólares de sempre por mês, cobrados no Cartão de Crédito sem putaria. Porém, as facilidades terminam aí. O processo de registro e cadastramento do jogo é tortuosíssimo. Você tem que criar uma conta da Playonline, criar uma conta na Square Enix Management System, linkar ambas as contas, fazer um update absurdamente infinito do jogo que leva quase um dia inteiro de espera. Enfim, não vou mentir, é uma maratona. Hoje, em compensação, pra fazer o jogo rodar "bonito", você não precisa quebrar muito a cabeça, basta utilizar a própria ferramenta de config feita pela SE e incluída no jogo. Mas pra rodar flawlessly, como a versão 4K 60FPS acima, você precisará ler um bocado, utilizar-se de ferramentas não suportada pela SE (mas sem qualquer perigo pro seu computador) e uma boa dose de paciência pra deixar tudo funcionando direitinho em uma máquina high-end atual. Mas uma vez que você consegue passar por tudo isso, é tudo muito gratificante, porque FF11 é sem sombra de dúvidas um jogo muito bonito ainda hoje!

Editado por Seth Angel

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Fechado:

 

Final_Fantasy_Tactics_ntsc-front.jpg

 

Pois é... Eis q, depois de anos fugindo de FF Tactics por não gostar de RPGs táticos e por ter achado o começo chato, eu finalmente paguei esta dívida histórica (e a língua :P) com um dos maiores clássicos dos JRPGs q eu ainda não tinha jogado até o fim.

 

Terminei no lv. 49, com 34 horas de jogo, usando uma party de Ramza, Agrias, Orlandu, Meliadoul, Lavian (char feminina genérica) e Spike (char masculino genérico, q usei pra substituir a Meliadoul depois q ela cristalizou na batalha anterior :/).

 

Bom, essa foi a minha introdução ao gênero de SRPG e pude finalmente compreender um pouco do amor q os fãs de RPGs táticos têm por esse gênero. O jogo troca toda a parte de exploração de cidades e dungeons por batalhas mais longas e com um alto grau de estratégia. O sistema funciona como um jogo de tabuleiro, no qual vc tem um determinado número de casas q podem ser percorridas por vez, e elas obedecem à topografia específica dos campos de batalha. 

 

Fiquei surpreso com a dificuldade, o jogo rapidamente se mostrou o Final Fantasy mais difícil de todos, com várias mortes (especialmente no começo) por conta de movimentos mal calculados, uso inadequado de habilidades... Mas com o tempo e o aprendizado do sistema de jobs, das inúmeras habilidades q podem ser usadas para customizar chars versáteis nas batalhas, pude ir tomando gostando pelo jogo e aprendendo a passar dos desafios com mais facilidade.

 

A história é outro ponto q gera espanto, pois é bem "dark" para um FF e vc logo percebe de onde veio o tom maduro de Final Fantasy 12 anos depois. Aqui os maus não são muito óbvios e há questionamentos morais relevantes dependendo do momento da história, q apresenta uma antítese entre o herói clássico (Ramza) e o anti-herói (Delita). Muito do q se espera nos rumos de uma história não acontece aqui, e temos uma sensação até deprimente ao terminar o jogo e ver q diversas injustiças se cometeram e não houve um bem redentor q evitou ou salvou alguns personagens dos piores destinos.

 

A OST do jogo tbm traz todo o tom vibrante e q evoca uma sensação de urgência nos acontecimentos, aliada a faixas de tom pomposo digna de monarcas e cavaleiros. 

 

Não saberia rankear o jogo dentro da série principal por ser muito diferente da típica proposta de Final Fantasy, sendo assim considero q é um Final Fantasy essencial por seu estilo único, mas q difere da série principal a ponto de eu não conseguir comparar diretamente. Mas sem dúvida é um jogo indispensável. E o sistema de jobs do jogo talvez igual ou até melhor q o de Final Fantasy 5, até então imbatível nessa questão ao meu ver. Sem dúvida é possível criar uma quantidade absurda de combinações de jobs no jogo, valorizando, assim, o estilo de cada jogador e gerando um alto valor replay para os fãs mais hardcore.

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Pela imagem suponho que você jogou a versão do PS1, certo?

Eu tô jogando a versão do PSP (Final Fantasy Tactics: The War of the Lions), com patch que corrige a velocidade das animações (um problema que só essa versão tem). Escolhi o do PSP pois os diálogos foram reeditados, assemelhando-se ao inglês mais "refinado" usado em FFXII. Lembro que no PS1 os diálogos eram bem simplórios e não combinavam muito com a ambientação medieval.

 

Na verdade tô tentando dividir a jogatina entre FFT e FFXV e o contraste entre ambos é imenso!

FFT realmente começa com uma dificuldade bastante alta. Mas é bem como você disse, após ir aprendendo e se acostumando com o sistema, fica mais legal (mas não muito mais fácil).

 

Sobre o FFXV, to curtindo e, apesar de não chegar perto da dificuldade do Tactics, o sistema de batalha também melhora ao aprender suas minúcias: combos, parry, posicionamento em batalha, esquiva, warp strike, techs, blindside, magias, etc. ...Muitas coisas que tornam o combate mais dinâmico.

O enredo... To chegando no capítulo 8, então acho que ainda é meio cedo pra julgar. Mas sei lá, acho que é um problema mais de storytelling, da execução do enredo, que me parece meio confuso. A bipolaridade do império, com Ardyn aparecendo pra "ajudar" e a party tipo "tá bom, chega mais", aí você pega estrada e é atacado por soldados, ataca bases inimigas, aí vem a Aranea... Enfim.

E é muita sidequest idiota e chata... Ficar viajando kilômetros pra caçar sapo? Tô quase largando mão de sidequest pra seguir direto na main story.

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Nossa, chapa. Meus pêsames de só ter jogado essa obra prima agora. Mas antes tarde do que nunca. FFT foi um jogo muito à frente de seu tempo. E só quem provou o que foi isso sabe a decepção que foi ter que aturar Disgaeas da vida que vieram após, na esperança de algum dia jogar algo tão bom quanto FFT, que é, pra mim, TOP 3 Melhores FFs e Melhor História de VG fácil. A única coisa que lembrou FFT (em termos de qualidade) foi um jogo chamado Jeanne D'arc (PSP), ainda que a história não tenha sido das mais originais.

 

1998 foi um ano foda em termos de jogos maduros sendo lançados. FFT, Xenogears e Suikoden 2 no mesmo semestre.

 

FFT é responsável pelo meu maior OWNED em VideoGames da minha vida.... Tinha o hábito de dar overwrite nos saves... Entrei dentro do castelo pra lutar contra o Velius, salvei, e não podia mais sair, só pra depois constatar que minha party era muitoooo fraco para um boss tão forte. Tive que começar o jogo de novo do zero. #NeverForget

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Hahaha isso aconteceu comigo tb, Seth A, mas eu sempre tinha mais de um save, até hoje faço isso por algum motivo, tenho dois saves separados por minutos ou no máximo poucas horas de diferença, um deles ficou travado no Velius mas o segundo salvou

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Tactics Ogre com o revamp completo do PSP - "Tactics Ogre: Let us cling together" é do mesmo nível, recomendo. 

 

Joguei FFT quando saiu, passava madrugadas jogando, música épica, história madura, complexidade, customização...que tempo bão =D

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Bons tempos mesmo. Eu sinceramente meio que prefiro a versão PSX, não gostei dos nerfs que fizeram nos Summons, e a tradução meio que perdeu algo ao meu ver, sinto que perdeu o impacto.

 

Eu lembro que meu amigo não tinha curtido o FF Tactics, logo não busquei, joguei no final da vida do PSX, achei na loja e curioso fui testar (não tinha condição de comprar o PS2), e que surpresa foi este jogo.

 

Na verdade, era impressionante como me impressionava com jogos aleatórios na era PSX.

 

Com exceção de Final Fantasy e Breath of Fire (dois jogos que eram bem hypados nas revistas brasileiras), eu não sabia de mais nada de RPG, Valkyrie Profile e Xenogears eu joguei meio que ao acaso, emprestado de alguns amigos que nem eram tão fãs dos jogos, e foram paixões a primeira vista.

 

Parasite Eve foi algo do tipo também, mas foi mais engraçado, um amigo meu comprou pois numa reista falava que os fãs de Resident Evil iriam gostar, aí ele comprou e não gostou, peguei emprestado e me apaixonei.

 

Sempre fico imaginando como estaria a Square se não tivessem feito aquela bosta de filme, se teríamos os 6 capítulos de Xenogears e se teríamos um novo Chrono, sem falar que imagino que os FF teriam sido bem diferentes.

 

Bons tempos mesmo.


Eu nem joguei ainda, então tá melhor que eu :lolmor:

 

Reza a lenda que Tatics Ogre é do mesmo nível, são dois que pretendo jogar...

 

Sim, é do mesmo nível.

 

 

Tactics Ogre com o revamp completo do PSP - "Tactics Ogre: Let us cling together" é do mesmo nível, recomendo. 

 

Joguei FFT quando saiu, passava madrugadas jogando, música épica, história madura, complexidade, customização...que tempo bão =D

 

Sinceramente, eu curti muito mais a versão do PSX (que era um port da versão SNES) de Tactics Ogre.

 

Eu curtia aquele lance de algumas classes dependessem do sexo e alinhamento dos personagens, sem falar que aquele esquema de skill achei horrível. Classes que eram fodásticas e divertidas (princess e Terror Knight) ficaram horríveis e sem graça no remake, e aquele esquema de carta para tocar de classe achei um saco, a maioria não tinha problema nenhum, mas algumas classes raras (como Shaman e Dark Priest) era um saco conseguir as cartas.

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Esse jogo é muito top,é como comer uma atriz pornô, só que bem melhor.

Editado por Bram

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Sigo viciado em Dragon Age: Inquisition. Depois de ter ficado entediado com o primeiro e nem tentado o segundo, não esperava viciar tanto neste. O estilo que eventualmente adotei me lembra a dinâmica do (fenomenal) FFXII, deve ser por isso que to gostando, além de mostrar o tanto que FFXII era um jogo a frente do seu tempo. Claro que falta os Gambits aqui, mas na maior parte do tempo deixo o grupo por si só e pausando na câmera birdview em momentos de necessidade. Agora já vi que assim que terminar isso vou pegar direto a FFXII: Zodiac Age.

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Fechado:

 

Final_Fantasy_Tactics_ntsc-front.jpg

 

Pois é... Eis q, depois de anos fugindo de FF Tactics por não gostar de RPGs táticos e por ter achado o começo chato, eu finalmente paguei esta dívida histórica (e a língua :P) com um dos maiores clássicos dos JRPGs q eu ainda não tinha jogado até o fim.

 

Terminei no lv. 49, com 34 horas de jogo, usando uma party de Ramza, Agrias, Orlandu, Meliadoul, Lavian (char feminina genérica) e Spike (char masculino genérico, q usei pra substituir a Meliadoul depois q ela cristalizou na batalha anterior :/).

 

Bom, essa foi a minha introdução ao gênero de SRPG e pude finalmente compreender um pouco do amor q os fãs de RPGs táticos têm por esse gênero. O jogo troca toda a parte de exploração de cidades e dungeons por batalhas mais longas e com um alto grau de estratégia. O sistema funciona como um jogo de tabuleiro, no qual vc tem um determinado número de casas q podem ser percorridas por vez, e elas obedecem à topografia específica dos campos de batalha.

 

Fiquei surpreso com a dificuldade, o jogo rapidamente se mostrou o Final Fantasy mais difícil de todos, com várias mortes (especialmente no começo) por conta de movimentos mal calculados, uso inadequado de habilidades... Mas com o tempo e o aprendizado do sistema de jobs, das inúmeras habilidades q podem ser usadas para customizar chars versáteis nas batalhas, pude ir tomando gostando pelo jogo e aprendendo a passar dos desafios com mais facilidade.

 

A história é outro ponto q gera espanto, pois é bem "dark" para um FF e vc logo percebe de onde veio o tom maduro de Final Fantasy 12 anos depois. Aqui os maus não são muito óbvios e há questionamentos morais relevantes dependendo do momento da história, q apresenta uma antítese entre o herói clássico (Ramza) e o anti-herói (Delita). Muito do q se espera nos rumos de uma história não acontece aqui, e temos uma sensação até deprimente ao terminar o jogo e ver q diversas injustiças se cometeram e não houve um bem redentor q evitou ou salvou alguns personagens dos piores destinos.

 

A OST do jogo tbm traz todo o tom vibrante e q evoca uma sensação de urgência nos acontecimentos, aliada a faixas de tom pomposo digna de monarcas e cavaleiros.

 

Não saberia rankear o jogo dentro da série principal por ser muito diferente da típica proposta de Final Fantasy, sendo assim considero q é um Final Fantasy essencial por seu estilo único, mas q difere da série principal a ponto de eu não conseguir comparar diretamente. Mas sem dúvida é um jogo indispensável. E o sistema de jobs do jogo talvez igual ou até melhor q o de Final Fantasy 5, até então imbatível nessa questão ao meu ver. Sem dúvida é possível criar uma quantidade absurda de combinações de jobs no jogo, valorizando, assim, o estilo de cada jogador e gerando um alto valor replay para os fãs mais hardcore.

E a deep dungeon? Fez? Editado por Bram

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O que mais me lembrou o FF12 foi o primeiro Dragon Age, que tem um sistema que lembra mais o Gambit.

Aliás, acho superior ao DA Inquisition mas deve dar sono a quem não curte os RPGs clássicos.

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O problema é que a cópia dos Gambits que existia em Origins era uma bela duma bosta e mal funcionava. No Inquisition a AI é muito superior e se cuida melhor, então pausando com birdview e podendo trocar de personagem num apertar de botão deixou a dinâmica do jogo muito parecida, pra mim, com FFXII no modo wait. Por isso acho o Inquisition bem melhor que o Origins.

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O problema é que a cópia dos Gambits que existia em Origins era uma bela duma bosta e mal funcionava. No Inquisition a AI é muito superior e se cuida melhor, então pausando com birdview e podendo trocar de personagem num apertar de botão deixou a dinâmica do jogo muito parecida, pra mim, com FFXII no modo wait. Por isso acho o Inquisition bem melhor que o Origins.

 

Você está falando merda Strife. Tenho mais de 50 horas de Dragon Age Origins + Awakening (a expansão), além de ter a platina do jogo e 100% de achievement no PS3 na expansão + DLCs. Tenho mais conhecimento do sistema de combate que você.

 

O sistema de gambits de Origins é ótimo. Dragon Age Inquisition tem uma inteligência artificial de bosta. Já lutou contra dragões? Viu como os personagens que você não controla só fazem merda?

 

O que Dragon Age Inquisition é competente é que o personagem que você controla é extremamente divertido de jogar, pois parece um Action RPG com cooldown nas habilidades. Lembra MMORPGs (FFXIV e Guild Wars 2) a jogatina com o personagem que você controla. É dinâmico. E a jogabilidade muda bastante de tank, para rogue e mage em Inquisition.

 

Eu adorei o estilo de "mundo aberto" em áreas de Inquisition. Dá sensação de exploração. Mas o que acho uma merda é a inteligência artificial dos personagens que você não controla. O sistema ideal seria o sistema que você controla o personagem como Inquisition + gambits de Origins.

 

Até onde joguei Inquisition, Origins tinha uma narrativa muito melhor e acontecimentos mais interessantes.

 

Também gostei do estilo Suikoden do castelo de Inquisition.

Editado por Wiseman

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Tudo bem Wiseman. Mas eu lembro que vc na época não jogou FFXII direito então não faz a menor ideia de como os Gambits de FFXII são superiores à BOSTA (na minha opinião) daquelas táticas do DA: Origins. E eu joguei o jogo por 20h, não foi só ver e largar não. É que não desceu comigo. Minha experiência com o Inquisition está sendo outra e discordo da AI, pelo menos no meu grupo eles se cuidam muito bem, mas eu pauso para o tactical view ou troco de controle com um botão para personagem. Essa é a dinâmica de se jogar FFXII no modo wait e sem muitos Gambits bons. Por isso que tô curtindo o jogo, mas se vc prefere o original, nada contra ;)

 

Pra mim o Inquisition está sendo melhor em tudo.

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Eu joguei 40 horas no emulador FFXII. Ou seja, seu argumento não corresponde mais a realidade.

 

Os gambits de FFXII são superiores à DA: Origins? São, isso é fato.

 

Mas o que é superior: inteligência artificial de Inquisiton na party, ou party controlada por gambits em DA: Origins?

 

O fato é que a inteligência artificial de Inquisition é burra. Os personagens consomem desenfreadamente suas limitadas potions.

 

Em lutas contra mobs, Inquisition não mostra de forma evidente o problema da IA. Mas em inimigos difíceis com muito HP como dragões fica muito claro que a IA não dá conta e não te dá o suporte necessário. Todo mundo morre com exceção dos tanks que duram mais.

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Eu joguei FF XII e ambos os Dragon Age.

 

Achei os gambits de Dragon Age Origins melhor. O problema dos gambits em Dragon Age Origins é que tem que pensar e investir muito tempo nos Gambits para ficarem efetivos.

 

Também acho o primeiro Dragon Age o melhor deles (melhor dos Dragon Ages, não estou colocando aqui FF XII), história muito melhor. Problema é que depois dele os outros Dragon Age parecem mais spin offs do que jogos da série principal.

 

Maior problema de Dragon Age: Inquisition é o vilão, é fraquíssimo. E a parte final deixou muito a desejar, imaginei que iria invadir a merda do seu forte lá e poder usar o exército que estava montando como foi em Dragon Age: Origins.

Editado por Rodolfo Luiz

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Uma das críticas dos fãs do primeiro Dragon Age é que Inquisition caminhou para agradar mais o público mainstream do que quem sempre curtiu RPG ocidental. O Jugulador falou uma coisa que concordo: é um RPG feito para agradar quem não curte RPG.

 

Tiraram os gambits porque são complexos de usar para um jogador mainstream, que só quer ter um sistema de combate divertido mas simplificado.

 

Eu acho que dava para casar os dois. Quem não quiser complexidade, vai no default da AI. Quem quer ir a fundo no sistema de combate tem a chance de personalizar as ações dos membros da party que você não controla.

 

Eu gostaria que Inquisition tivesse isso. Seria o sistema perfeito de combate e estratégia. Também gostaria que o castelo tivesse mais ações de gerenciamento. Afinal estamos falando de um HQ de uma facção com o poder equivalente a um exército de um país. Gostaria de gerenciar recursos ( mais melhoramentos no castelo, treinamento de tropas, melhores equipamentos para o exército, obtenção de dinheiro. Mandar esquadrões para missões como FFTactics, mas de forma mais elaborada).

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Mas o que é superior: inteligência artificial de Inquisiton na party, ou party controlada por gambits em DA: Origins?

 

O fato é que a inteligência artificial de Inquisition é burra. Os personagens consomem desenfreadamente suas limitadas potions.

 

 

Posso até estar errado nisso, mas eu achava uma merda ficar mexendo nas cópias mal-feitas dos Gambits do Origins. Não gostei mesmo, depois de ficar mal-acostumado com a obra-prima do Matsuno tentar mexer naquelas tactics era um parto pra mim. Até daria chance para ele novamente, mas a versão PC não tem suporte otimizado para controle então um abraço, não jogo em kbm a não ser que o nome do seu jogo seja Papers, Please.

 

Vcs sabem que não tenho nada contra RPG clássico, mas o DA:O simplesmente não desceu comigo. Felizmente tô gostando do Inquisition, ótima aquisição numa promoção que peguei.

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Posso até estar errado nisso, mas eu achava uma merda ficar mexendo nas cópias mal-feitas dos Gambits do Origins. Não gostei mesmo, depois de ficar mal-acostumado com a obra-prima do Matsuno tentar mexer naquelas tactics era um parto pra mim. Até daria chance para ele novamente, mas a versão PC não tem suporte otimizado para controle então um abraço, não jogo em kbm a não ser que o nome do seu jogo seja Papers, Please.

 

Vcs sabem que não tenho nada contra RPG clássico, mas o DA:O simplesmente não desceu comigo. Felizmente tô gostando do Inquisition, ótima aquisição numa promoção que peguei.

 

Eu acho que você jogou DA Origins com a mesma má vontade que eu joguei FFXII da primeira vez. Eu não tentei entender os gambits da primeira vez que joguei FFXII. Não percebi a maravilha que foi a melhor inteligência artificial já criada para RPGs. Eu só fui entender jogando DA Origins. Depois voltei para FFXII, quando já tinha um PC Gamer e adorei o jogo. Eu só não o terminei porque fiquei sabendo que haveria uma versão remasterizada que deve sair para o PC futuramente. Quero jogar com o sistema de jobs e com novas texturas em HD.

 

Se você quiser um dia tirar DA Origins e Awakening do backlog é só comprar em uma promo na PSN para o PS3. Mas já aviso que a versão do PS3 tem um problema sério de loading longo. Se você já se acostumou com loadings menores com a Master Race pode ser difícil de aturar. E os gráficos do 1º Dragon Age envelheceram mau pacas.

 

Mas... se não quiser dar chance também, eu entendo e eu acho que se deve jogar só quando está se divertindo.

 

Eu critico Inquisition, mas o jogo é bom sim. Eu me diverti horrores com ele. Critico pois ele poderia ser melhor. Dá para oferecer muito bem o apelo ao mainstream quanto satisfazer os fãs antigos da série. Como disse é só botar no default a inteligência artificial e quem quiser se aprofundar usa os gambits.

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Posso até estar errado nisso, mas eu achava uma merda ficar mexendo nas cópias mal-feitas dos Gambits do Origins. Não gostei mesmo, depois de ficar mal-acostumado com a obra-prima do Matsuno tentar mexer naquelas tactics era um parto pra mim. Até daria chance para ele novamente, mas a versão PC não tem suporte otimizado para controle então um abraço, não jogo em kbm a não ser que o nome do seu jogo seja Papers, Please.

 

Vcs sabem que não tenho nada contra RPG clássico, mas o DA:O simplesmente não desceu comigo. Felizmente tô gostando do Inquisition, ótima aquisição numa promoção que peguei.

 

Bom Strife, meu conselho é dar mais uma chance para Dragon Age: Origins, ainda mais a versão PC que é muito melhor.

 

Você ultimamente deu nova chance a vários jogos (como Dark Souls) e acabou gostando.

 

Acho que quando jogou Dragon Age: Origins pensava e comparava  demais em FF XII (que é um erro), e na época eu tinha a impressão que não ia muito com a cara com RPGs ocidentais.

 

Pode se surpreender agora.

Editado por Rodolfo Luiz

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