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Strife

O que estão jogando de RPG no momento?

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Joguei Suikoden lá por novembro também, com a mesma ideia, só pra criar background pra jogar o 2, e já não lembro de nada da história haha, precisarei dar uma lida antes de jogar o 2, mas eu gostei de quase tudo, praticamente a mesma opinião que a sua Shiyuu, o jogo me surpreendeu, a história é bem cativante, dá vontade de ver o que acontece.

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Phantástico.

Desculpas pelo trocadilho, mas foi exatamente essa a sensação que Phantasy Star IV: The End of the Millennium me causou. Já joguei todos os Phantasy Star, tendo zerado apenas o primeiro e agora o último desta tetralogia. E o que dizer dessa experiência?

Phantasy Star IV começa um pouco fraco, é dado um pequeno ar de mistério, mas é inegável como a coisa vai esquentando à medida que vamos jogando o jogo (e como).

Primeiro vamos aos pontos que posso exaltar fervorosamente do game, elencando um a um:
1) Sistema de Macros: sim, certamente o ponto alto das batalhas do game junto à dificuldade e estratégias nas batalhas. Sabe aquela chatice de enfrentar os inimigos comuns e sempre ter que escolher Attack para cada um de seus personagens? Isso não acontece aqui. Apenas customize ataque para todos os personagens no primeiro Macro e voá-la, vai te economizar um tempo precioso. Quer deixar o Macro reservado apenas com os melhores golpes? Faça-o para os chefes. Obviamente que não é toda vez que você vai ter que usar os Macros, e nem é obrigado. Em lutas intensas é recomendável batalhar escolhendo cada detalhe importante no momento, então nessa hora os Macros são deixados um pouco de lado. Com Macros o jogador pode criar até oito esquemas diferentes, cada um determinando a ordem e os ataques de cada personagem (total de cinco) por turno. Praticamente um Gambit primitivo. Mas é inegável que em uma época onde controles gerenciadores de AI como os de Final Fantasy XII, que até um Final Fantasy não conseguiu incutir essa idéia totalmente, infelizmente tem dificuldade de ser implantados por outros jogos, por melhor arquitetados que sejam. E mais incrível ainda é que eles fizeram isso para um JRPG (termo inexistente na época. Ah, bons tempos) de Mega Drive em 1994! Infelizmente, nem sempre boas implementações são difundidas bastante. E esse é o caso aqui.
2) As cut-scenes em padrão cinematográfico/HQ: num momento em que praticamente todos os JRPGs da época apresentavam suas cenas dentro dos próprios jogos, Phantasy Star IV ousou ousar: você pode não gostar talvez da falta de cores e perfeição dessas cenas, mas é inegável que quanto mais você progride no jogo, mais você se apaixona por elas. Dão muita imersão e certamente davam ainda mais na época. São excelentes.
3) Importante, não abra a aba se você nunca jogou o jogo.

Alys morre (e é uma das protagonistas). Isso antes de Aerith, mas não é igual Galuf ou outros personagens de Final Fantasy antes do VII, nesse caso é notadamente triste, e você realmente se importa.

Esse momento só engrandece ainda mais o jogo.  E por sorte eu não sabia disso! Não fui spoileado, não sei como (ainda bem). 

4) Viajem por diversos planetas: pra quem jogou o primeiro parece algo normal. E é. Mas isso ajuda a manter o jogo vivo. Já imaginou andar só pelo planeta desértico? 
5) Inimigos e personagem animados durante as batalhas: mais uma vez algo que vence JRPGs como um Final Fantasy para SNES, por exemplo, onde no máximo os inimigos davam uma brilhada no momento de desferir o comando. Os inimigos são animados logo no primeiro instante. E também tem outras animações quando executam seus ataques. Além disso, você vê seus personagens de costa e as animações de magias/ataques são ótimas. 
6) Batalhas realmente rápidas e boas: seguindo a fama do Mega Drive, por tudo que falei e mais um pouco, as batalhas são realmente rápidas e boas. Batalhas simples, lentas e demoradas de alguns JRPGs da época era um problema e isso não acontece aqui. 
7) Humor e carisma imensos: acha que só Final Fantasy tem um humor adorável? Está muito enganado. Não que Phantasy Star IV seja um circo, pois não é, mas assim como os Final Fantasy de SNES, ele tem aqueles deliciosos momentos bem humorados entre os personagens ou com conversas com NPCs. Agora imagine como isso é ampliado com as cut-scenes em forma cinemática. Queria outro motivo para elogiá-las? Ai está outro. 
8) Os personagens são ótimos e a tradução é excelente, superior as traduções oficiais da Square de seus jogos para SNES na época. 
9) Dificuldade: ainda bem que o jogo apresenta DESAFIO. Isso pode separar um jogo empolgante de um não em termos jogabilisticos. 
10) Existe a Hunter’s Guild que fornece algumas sidequests, assim como os Macros, esse ponto faz lembrar também Final Fantasy XII (e isso é bom, pelo menos nesses aspectos). 
11) Sistemas de Combos: são quando certas techs/skills, se usadas numa determinada ordem, criam magias novas, fazendo uma combinação. O problema é que a ordem de todos em batalha, incluindo inimigos, é determinada pela agilidade de cada um. Então, se a ordem determinar que um monstro entre na ordem entre dois ou mais personagens que faziam parte do combo, a magia não acontecerá. Por isso os Macros ajudam muito, permitindo determinar a ordem de todos os cinco personagens em sequência. Alguns combos podem ser bem fortes e ajudar muito em chefes.

Esses são os pontos fortes? E os médios e fracos?

Sobre os médios, posso citar a OST. Não é ruim, tem composições ótimas, mas não se destaca tanto. Nesse ponto os JRPGs da Square dão um belo banho em Phantasy Star IV. E um ponto médio, quase fraco, são os gráficos. Acho que dava pra ter dado uma caprichada melhor. Não é algo desesperador e nem porque eu não estou olhando com o olhar da época, mas tem muita coisa mais agradável no Mega. Mas isso realmente é o de menos.

De ruim digo alguns momentos de grind. Infelizmente enche um pouco. E os combos são meio obscuros. 

Se eu recomendo Phantasy Star IV? Será que você leu até aqui pra ter dúvidas? É claro que sim. Compete facilmente com o primeiro como o melhor e mais memorável da série. 

Agora quero jogar Phantasy Star II. Não vai ser agora, pois esse é um dos mais burocráticos da série. E logo em seguida tento o III, pra ver se é tão mesmo a ovelha negra da série.

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Phantasy Star II é um porre, mas tem uma histórica bacana. Há um método pra deixar ele mais suportável (isto é, se você tiver o mesmo problema que 99% das pessoas possui e faz questão de ver o mapa inteiro). É só ficar apertando B e C na sequencia pra abrir e fechar o menu, impedindo que batalhas aleatórias ocorram. Assim você pode cobrir toda dungeon sem lutar e depois que tiver verificado tudo, você fica grindando até ficar satisfeito. Se precisar fugir sem entrar em combates, só usar esse truque.

 

Phantasy Star III não tem esse truque do dois e quase não tem ligação com os outros 3 jogos da série (na verdade ele é prólogo do Phantasy Star Online). Porém é divertido testar todos os casamentos e acompanhar o desenrolar da história com todos os quatro protagonistas finais.

 

O 4 é maravilhoso pra quem terminou o primeiro.

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A sega vivia fazendo coisas excelentes que os outros levaram anos e anos para copiar, inovações que nunca tiveram reconhecimento suficiente. E PS4 é um excelente exemplo disso. Estava a frente do seu tempo.

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Phantasy Star IV é foda mesmo.

 

Após terminar os dois primeiros Panzer Dragoon, resolvi re-jogar o Panzer Dragoon Saga. Envelheceu muito mal graficamente, ainda que a opção de resolução OpenGL do Yabause ajude bastante. As CGs que não tem como, nem arrisco dizer qual a resolução original delas. Mas fora isso e uns eventuais glitches de som, estou conseguindo rodar o jogo direito. O sistema de batalhas sempre foi e continua sendo o ponto alto, uma mistura inspirada de ATB com mecânicas adaptadas dos jogos de tiro. Seria atual ainda hoje, tal como os macros de PSIV (pelo menos neste caso recebemos uma versão muito melhor em FFXII).

 

Algo que nunca tinha notado antes é como a direção de arte e os inimigos da série me lembram muito Soukaigi, jogo underrated da Square para PS1. Me pergunto se membros que desbandaram do Team Andromeda após PDS não foram colaborar com o projeto depois.

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Return to PoPoLoCrois: A Story of Seasons Fairytale é um JRPG para o Nintendo 3DS. Desenvolvido pela Epics, a equipe responsável por todos os jogos da série ''Popolocrois'', e publicado pela XSEED, empresa famosa por já trazer lançamentos ocidentais dos jogos Story of Seasons, Rune Factory 4 e Lord of Magna, além de ser uma verdadeira mãe e mão na roda por publicar JRPGs de nicho em sistemas como PSP, Vita, 3DS, Wii e por ai vai. Este é o primeiro jogo da série a aparecer no ocidente em quase dez anos.  

Situando um pouco para o pessoal que nunca ouviu falar da série, ''Popolocrois'' começou com um jogo para PlayStation 1, mas foi com seu anime de mesmo nome que acabou ganhando inserção no ocidente. Ele foi transmitido no Brasil, tanto no canal CartoonNetwork como na Rede Globo, mas ficou no ar por pouquíssimo tempo. Vários jogos depois e sem receber jogos da série no ocidente por quase dez anos, Return to PoPoLoCrois: A Story of Seasons Fairytale marca o retorno da série tanto por aqui, como no mercado de jogos. Além disso, é bom também informar que houve primariamente o lançamento em Manga da série no fim da década de 70.  
 

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Arte do Manga. Como podem ver, Pietro e os outros eram bem diferentes.

Return to Popolocrois: A Story of Seasons Fairytale conta como protagonista o Príncipe Pietro e seus companheiros, e durante o seu aniversário de 13 anos, se depara com uma nova ameaça ao reino de ''Popolocrois''. Assim, Pietro e seus amigos viverão uma árdua jornada, entre dois mundos.   

O jogo é um JRPG com batalhas clássicas. Você vai ter o cenário de batalha, cada personagem e inimigo terá como se mover por pequenos quadrados, dependendo de seu status, podendo se mover mais ou menos com isso. Você pode usar ataques especiais que pegam um ou vários ou todos os inimigos, independente de onde você estiver no cenário de batalha. Aos ataques você será dado quadrados vermelhos (os de movimentação são azuis) então esses quadrados vermelhos podem ser abundantes, ou apenas seguindo uma linha reta, pegando um ou poucos inimigos. Enfim, o ataque depende dos quadrados azuis e vermelhos, que determinam até onde você pode chegar, como atacar, quantos inimigos atacar e por ai vai. No geral, as batalhas seguem um padrão de batalhas comum no gênero JRPG, os personagens se movem pelo cenário de batalha, se aproximam dos inimigos e assim os atacam quando chegam ao seu alcance (sendo um ataque simples direto, tendo que ''colar'' neles, ou usando técnicas e dependendo de seu alcance e mobilidade). Alguns personagens têm mais habilidades ofensivas, enquanto outros possuem mais habilidades de cura, mas no geral tudo é equilibrado nesse sentido.  

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O jogo faz crossover com a série ''Story of Seasons'' mais especificamente a possibilidade de administrar a sua própria fazenda e cortejar novas garotas. No geral, até mais ou menos o início do game, a parte fazendinha é praticamente nula, mas a partir de um momento ela ganha mais espaço, isso é, se o jogador assim o quiser. Quem quiser apenas o gênero JRPG, não terá que gastar seu precioso tempo com aspectos de gestão de fazendas, mas aqueles que quiserem sugar tudo o que o game tem a oferecer, podem gastar horas e horas comprando novos animais, cuidando deles, caçando insetos, minerando rochas, plantando novos vegetais, vendendo tudo isso e assim até completando quests (um meio termo entre as duas coisas que o jogo oferece).   

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O jogo tem gráficos simplórios, mas realmente muito agradáveis e bons. A trilha sonora em Return to Popolocrois é o trabalho de longa data para a série Popolocrois do compositor Yoshiyuki Sahashi. A música é realmente fantástica, e diferente de trilhas sonoras de JRPGs típicos. É uma mistura de dois estilos gerais: por um lado, há músicas campestres e a música da cidade que leva uma viagem para as Ilhas Britânicas, com suaves melodias Célticas. Algumas usando harpas, bandolim e guitarra escolhidos a dedo. Por outro, a batalha e música de dungeons que reúne funky, riffs de sintetizador eletrônico em um estilo que lembra Phantasy Star Online ou The Denpa Men. Soa como uma amálgama estranha, mas funciona maravilhosamente no contexto e juntamente com algumas melodias de guitarra melancólicas e músicas pastorais para sua fazenda. Apesar de tudo, algumas músicas não são tão marcantes, e é um trabalho mais fraco se comparado a outros jogos da série (de ouvir no Youtube). 

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Há alguns vídeos (poucos) em estilo anime excelentes. E a partir de um momento você pode se teletransportar para os pontos do mapa, algo muito bom e necessário.    

O jogo conta com a dublagem em japonês e inglês, e o idioma do jogo apenas em inglês. Existem três dificuldades, que seriam equivalentes a ''fácil'', ''médio'' e ''difícil'', podendo ajustar a frequência das batalhas separadamente, além da possibilidade de ligar ou desligar o traçado no contorno dos personagens.    

E é ai que os problemas começam a surgir: até mesmo na dificuldade mais alta, o game é uma brisa, tendo apenas um ligeiro aumento deste fator logo nos momentos finais, e nesses momentos é até um aumento exagerado. Porque não ser balanceado o jogo inteiro?    

Pra piorar, o que acontece na dificuldade mais alta não é realmente aumentar a dificuldade. Mas o fator predominante é aumentar muito o HP dos inimigos, o que faz as batalhas se tornarem muito mais demorados. O jogador acaba por escolher as dificuldades inferiores para dar uma agilizada, e isso mostra uma falha que acaba equivalendo por duas.       

Outro problema são as Dungeons que devem ser conquistadas para energizar os flamboyants (lamparinas que devem ser recuperadas para prosseguir na aventura). Além de sempre serem 5 dungeons pra cada flamboyants recuperados, elas são todas iguais, o que acaba torrando a paciência do jogador.  

No geral, Return to PoPoLoCrois: A Story of Seasons Fairytale é um ótimo game, com um carisma sem igual, com personagens adoráveis, gráficos agradáveis e boas músicas. Suas falhas acabam sendo compensadas pelas qualidades e é estranho alguém falar que o jogo se perde no meio de simulador de fazenda e JRPG típico. Apesar de o último se destacar bem mais, ambos são ao menos competentes. É uma pena, pois se seus defeitos não existissem, seria um clássico forçudo.    

O jogo foi zerado em 20 horas e 47 minutos. Há 7 Chapters e um capítulo pós-game.

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Só no vício do Final Fantasy Brave Exvius pra celular, TOP de linha, quero um rpg com gráficos dele pro Vita

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Fechado:

 

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Terminei o jogo com 85 horas e 48 minutos, no Very Hard Mode.

 

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Persona 4 Golden foi um jogo q comecei a jogar por "obrigação", já q tinha comprado numa promo em janeiro, mas eu tinha memórias ruins de P3P q me faziam com pé atrás não só em relação a ele, mas à série inteira.

 

Porém, fui surpreendido logo de cara com o clima leve do game, q em nada lembrava a atmosfera dark e os adolescentes complexados e punks de P3, mas sim um anime muito leve, num estilo slice of life, q foi pouco a pouco me conquistando mais e mais. 

 

O jogo não é perfeito, na verdade tem alguns pontos bem irritantes, mas no geral o saldo foi mais do q positivo na minha opinião.

 

A história dele não é o seu típico JRPG medieval, na verdade se passa numa cidade do interior do Japão chamada Inaba, para onde o protagonista se muda e vai passar um ano de sua vida escolar na casa do tio, Dojima, e sua prima, Nanako.

 

O jogo aborda diversos temas, como inseguranças em relação a ser querido/bem visto/amado pelos outros, sexualidade, interações sociais, tudo isso envolto numa história policial q o jogador vai aos poucos destrinchando. Aqui já devo fazer um elogio, pois ao invés de te dar uma história pronta cuja progressão das descobertas é automática, o jogo te faz interagir o tempo todo com os personagens através de escolhas q determinam o andamento da história em certos momentos e desenvolvem as suas relações com o grupo e demais personagens acessórios.

 

Os social links são um sistema q te permite escolher com quem conversar de modo a aumentar o grau de intimidade com a pessoa, resultando em grandes amizades e até relacionamentos românticos se o jogador assim quiser. Essas relações impactam diretamente no poder das suas Personas, q são demônios invocados pelo protagonista para auxiliá-lo em batalha com suas habilidades. A minha crítica aqui fica para a obrigatoriedade de se fazer esses SLs caso queira aumentar o poder de uma classe específica, pois muitos dos diálogos comuns são repetitivos pra caramba, gerando uma estafa após certo tempo. Em geral o jogo consegue criar cenas originais muito divertidas e vc se apega profundamente ao grupo, mas no meio disso tem momentos de conversas repetitivas e insossas à noite q deixam o jogador cansado.

 

O sistema de batalha é muito bom, dando um grande foco nos buffs/debuffs, guard nas horas certas, explorar fraquezas inimigas, fundir habilidades interessantes nas suas Personas favoritas, gerando um alto grau de liberdade e customização, além de muitas estratégias variadas para as lutas.

 

No Very Hard, eu achei o jogo bastante desafiador em certos momentos, especialmente nas duas últimas dungeons, q me exigiram grindar e fusionar muitas Personas poderosas. Minha crítica fica para o lance de vc morrer caso o protagonista morra e por tbm não ter como customizar as Personas dos seus aliados, fazendo o jogo depender muito do herói.

 

O humor do jogo é genial, cheio de tropes e situações inusitadas, como esta:

 

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Acho q foi o motivo principal pra eu curtir tanto os personagens, a interação entre eles é tão bem humorada e leve q lembra um bom anime.

 

A OST é lotada de temas pop e rock muito bons, pra mim casou perfeitamente com cada situação e acho q não teve nenhuma música q eu não gostei. Adorei especialmente o battle theme, "Time to make history", q é radical, "Heaven" e a música de Ano-Novo. Minha crítica não é a à OST em si, mas à repetição da mesma. Tem horas q enjoa sempre ouvir a mesma trilha pra cada tipo d situação, acho q podia ter uma OST mais longa e variada.

 

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O jogo tem muitas quests, mas não gostei de ter q me ligar em prazos pra completá-las, razão pela qual não fiz nem metade delas. O jogo podia ter um guia pra isso, pelo menos em relação a datas, senão te força a usar FAQ.

 

Dublagens da versão americana estão bastante boas tbm. Em alguns momentos, achei a atuação da Chie meio exagerada, mas nada grave.

 

Por fim, recomendo a todos esse jogo, ele é bastante inovador em temática, liberdade de interação, tem vários finais e acho o True Ending altamente recompensador, pra mim um dos melhores JRPGs do PS2 e do Vita tbm. :)

 

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Sabe aquela sensação de quando parece que você está jogando o jogo certo no sistema errado? Pois bem, às vezes é devido à potência do Hardware, que acaba deixando uma experiência porca de um port de um videogame para outro. Às vezes é a falta de botões no controle, que acaba prejudicando a apreciação. Nesse caso aqui, o problema é que é um Remake de um clássico do Game Boy original, para sistemas de telas capacitivas. E é isso que acaba prejudicando o game (mesmo que não aniquilando de forma total suas qualidades e valor).

Remake de Final Fantasy Adventure, ou apenas o primeiro game da série Mana (ou simplesmente no Japão, Seiken Densetsu: Final Fantasy Gaiden). Adventures of Mana... Não é a toa que ainda guarda raízes com a série Final Fantasy, pois você verá a aparição de Chocobo e seu tema musical. Pode ser transformado em um Moogle e nesse momento também tocará seu tema. Black Mages, Summons como Ifrit, menções a classes do primeiro Final Fantasy, Dwarves, enfim, muitas coisas em comum com o maior sucesso comercial da Square, onde Mana só começou a ter identidade maior em Secret of Mana do SNES.

No começo achei que Adventures of Mana era inferior ao jogo original de Game Boy e a Sword of Mana de GBA, outro remake do game original com cara de reimagining. Mas acabei mudando de opinião e agora o coloco a frente de Sword of Mana, mas ainda abaixo de Final Fantasy Adventure. O fato de Adventures of Mana seguir a risca o conceito do original, e não ser um reimagining o torna bem melhor. Sword of Mana era bem monótono e medíocre, Adventures of Mana seria um Remake perfeito se não fosse um defeito... 

O maior e único problema grave de Adventures of Mana é como você controla o game. São vários os problemas. No começo é ainda pior, porque você depende da barra de ação vermelha para desferir comandos, e logo no começo ela se enche vagarosamente, o que acaba não sendo um problema apenas quando você vai passando de Levels e isso não é mais um defeito, já que ela se enche com maior velocidade. Então ativar comandos como ataque não parecem tão truncados. 

Mas há algumas coisas que te acompanharão do começo até o fim da aventura. Comandos que não respondem, o que pode te levar a verdadeiros desastres como tomar dano, morrer e por ai vai. E infelizmente os inimigos são nivelados por baixo pro jogador conseguir chegar até o fim da jornada, pois a jogabilidade na tela não ajudaria em derrotá-los se fossem muito difíceis. Imagino que com a utilização de um controle para Smartphone como um ipega melhoraria, mas ai a dificuldade seria ainda menor. Outro problema é que eu não entendo porque eles não colocaram os mesmos controles virtuais de Secret of Mana, também para esses dispositivos, em Adventures of Mana. É consideravelmente melhor.

Os gráficos são suaves, lembram uma versão cristalina de Final Fantasy III e IV, os Remakes para DS. Não é coisa de outro mundo, mas são límpidos e o jogo flui muito bem. As únicas vezes que o jogo travou (e travou várias vezes) foi em um chefe que colocava vários elementos gráficos ao mesmo tempo na tela, e nos embates finais na última dungeon com os dragões (fiquei até com medo de não conseguir zerar). As últimas lutas são muito boas, aliás. 

Sobre as músicas, são top-notch. Não há uma ruim, mesmo que algumas sejam bem inferiores a outras. Minha preferida é essa, quem quiser, tem Playlist no Youtube. Kenji Ito é O cara das OSTs da série, junto com Hiroki Kikuta (mas pelo que eu vi esse último não fez os arranjos para Adventures of Mana. Kenji Ito participou junto com alguns outros). 

 

Adventures of Mana é um jogo muito bom, mas que poderia ter sido muito melhor. É um jogo certo em sistemas errados. Meu medo é remakearem Secret of Mana e Seiken Densetsu 3 e caparem o gameplay por causa da jogabilidade com a tela desses dispositivos. Já prevejo desastre. 

 

Foi Zerado em 12 horas.

Editado por Posseidôn

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Estou no final de star ocean last hope, última dungeon, mas como falam que é uma dungeon enorme e que consome algumas horas(ouvi falar entre 3-4 horas), está muito difícil eu ter tempo pra jogar essa maldita dungeon, enquanto isso vou fazendo algumas quests e ganhando níveis estou com 55 de

 

eternal sonota, estou com umas 12 horas, gosto bastante, fico sempre pensando num wild arms quando vejo o visual. . fui preso numa cidade

 

ni no kuni. ..que jogo amigos, muito carisma, também com um as 12 horas acho, indo para um vulcão agora

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Final Fantasy IX devidamente finalizado. Jogo maravilhodo! Gostei muito quando terminei no lançamento, mas não tanto como agora. 

Aventura leve e deliciosa. A party é uma das melhores de todos os tempos, se os desnecessários Quina e Amarant não existissem, com certeza seria a mais carismática da série.

 

Voltei para The Witcher 3, mas esse tem muito chão para terminar.

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Estou no final de star ocean last hope, última dungeon, mas como falam que é uma dungeon enorme e que consome algumas horas(ouvi falar entre 3-4 horas), está muito difícil eu ter tempo pra jogar essa maldita dungeon, enquanto isso vou fazendo algumas quests e ganhando níveis estou com 55 de

eternal sonota, estou com umas 12 horas, gosto bastante, fico sempre pensando num wild arms quando vejo o visual. . fui preso numa cidade

ni no kuni. ..que jogo amigos, muito carisma, também com um as 12 horas acho, indo para um vulcão agora

Cara, nem queira jogar a dungeon extra do jogo. Leva mais de 5 horas fácil, sem poder salvar. Eu sinceramente até agora custo a acreditar que a tri-Ace teve esta ideia de merda.

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Cara, nem queira jogar a dungeon extra do jogo. Leva mais de 5 horas fácil, sem poder salvar. Eu sinceramente até agora custo a acreditar que a tri-Ace teve esta ideia de merda.

Foi uma ótima idéia a meu ver, considerando que é EXTRA. Ou seja faz quem quer, puder, souber. O inacreditável seria no main game, aí afastaria casual com ctz.

 

 

Mas falando em so,faltam 13 dias heim

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Único problema de SO4 é o combo dungeon sem save acompanhado de cutscenes longas, pra quem tem pouco tempo, terrível.

 

Bom que hoje tem sleep mode, mesmo no risco de faltar energia e perder o progresso já é uma coisa.

 

Portátil não tem o problema de queda de energia, por isso o gênero bombou no sistema.

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Bem amigos, depois anos e anos ouvindo falar bem do joguinho, resolvi jogar e ver o fuzz todo em volta disso.
 
Ontem com 35 horas de gameplay e todos os extras completados finalizei essa maravilha, ficando bem óbvio o motivo de muita gente preferir ele a FF7. Porem o game respira a FF7 ou melhor o contrário né...
 
O enredo é algo fora do comum e ganha pontos por ser direto, com momentos interessantes a cada nova parte. a idéia de várias partys em determinados momentos da uma imersão fantástica além de ser extremamente ousado, ainda mais para a época em que foi lançado, ficando bem evidente o motivo de tantos adoradores.
 
Uma coisa que eu curtia demais em FF7 era o humor, mas aquele humor forte mesmo sem censura e em FF6 da pra ver da onde ele surgiu, fiquei até abismado com uma piada entre  Relm, Sabin e Edgar onde insinuam que se Edgar se envolver com ela daria cadeia. Tambem não posso deixar de citar Ultros, eta bixinho carismático, totalmente non-sense adorooo quando ele aparece. Existem outros mil momentos de humor em que hoje em dia não existe mais na série.
 
Os bonecos apesar de chegar até a 14 com os 2 extras tem um background lindo, quando vi aquele monte de boneco acumulando ja senti um bocado de Chrono Cross Feelings, mas todos tem o seu momento, interagem e tem um carisma unico.
 
Musicalmente é muito bom, mas tambem com N.Uematsu não tem como errar, ele e o carinha do FFT e CC deveriam ser os responsáveis por todas as musicas dos jogos lá, não esses cornos com jPOP cantado de FFxiii extrume sonoro.
 
Sistema de batalhas, olha ai é a parte mais interessante, dificilmente vc vai ficar esmagando 1 botão, pois cada boneco tem uma "profissão" digamos, com isso pra ativar cada skill não é algo mobral só escolher e usar pra todos. Sabin vc tem que colocar os comandos no tempo, Setzer uma roletinha, Cyan concentrar.
 
Digamos que o unico "contra" por assim dizer é a dificuldade que é um bocado baixa, SABENDO jogar. Sabin até metade do jogo é muito apelão, do meio pra frente Celes e Terra viram maquinas de destruição, Sabin ainda fica mais forte e Edgar ainda corre por fora. Não tenho o habito de grindar, alias bem me lembro quando foi  o ultimo jogo em que fui obrigado a fazer isso.
 
Gostei tambem que todas as dungeons e coisas "secretas" tinha algum NPC pra te falar por exemplo:
 
As 2 Espers no Leilão, tinha um meliante falando que tinha ficado sabendo de umas pedras brilhantes nunca vistas antes em leilão.
 
Fuçar 2x no quadro do Gesthal, tem um soldado no coliseu deu um fodas para o Empire e fala sobre esse segredo, antes disso tem um cara falando que estava pintando e no mundo fudido diz que que pintou e vendeu pro cara mais rico da vila... Nesse eu demorei demais pra achar, aquela estrela la tava bem zoada eim pqp
 
1 Esper em Maranda, tem um cara em south figaro que diz que tinha um sujeito tentando vender uma pedra, como n tinha conseguido tinha ido pra Maranda...
 
1 imundo falando na cidade do Strago/Relm/Shadow sobre o Bicho Papão la que te engole... nessa fui meio mongol admito, fiquei voando um bocado la e necas, dai desci e a magia aconteceu!
 
Death Gazer esse sim foi cagada master, tava voando a caminho de Narshe pra ver o que tava pegando por la depois do mundo puff e do nada uma batalha Ultima WeaponFF7-like voando com o barquinho. Depois vi que um NPC falou tipo uma dica "sabia q se vc sair da luta, o HP dele continua onde parou?" curioso que no FF7 tbm é assim!
 
Relógio em Zozo, nossa esse eu quase dei um tiro pqp., o pior que em Mobliz uma caralhada de nego ja tinha falado "não confie no que as pessoas de Zozo falam" demorei muito pra lembrar disso... achei o tempo no relógio parado e fui meio que fazendo umas combinações no chute com o que os NPCs falavam...
 
Poxa tem tanta coisa mais que gostaria de falar, mas arrependi de não ir escrevendo enquanto jogava, certeza que deixei passar momentos que queria falar, mas conforme for lembrando vou falando aqui. tirei algumas fotos porcas pra ir compartilhando no grupinho, segue algumas!
 

- como n curtir um jogo que até cinegos participa!
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- ultros sacaninha tentando mais uma vez frustrar os planos da galerinha, dessa vez sabotando a opera!
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- porra terrinha, preconceito com os parça da maromba!! 

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- os bixinhos são muito bem feitos pqpp

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- depois de perder até as calças no colliseum, ultros teve de virar recepcionista haha

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- pré batalha final, até o jogo considera Celes tdb a verdadeira protagonista! s2

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- o mais doidão, malaco e carismatico boss de qlqr game ja criado!

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- minha BFF party, um rolo compressor de monstrinhos!

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Parabéns por fechar o melhor Final Fantasy e um dos melhores RPGs já feitos.

 

Esse jogo é monstro demais. Imagine se vc tivesse jogado na época de lançado ou, pelo menos, a uns 10 ou 15 anos atrás (conheci ele na época que foi lançado, mas só joguei pra valer uns 5 ou 6 anos depois). Fico imaginando também se ele tivesse sido feito para um hardware mais moderno, como ficariam aquelas fases da opera ou do trem num padrão dos FF de PS2 (imagina no de FFXIII ou desse novo XIV).

 

Eu gosto muito de vários FFs lançados depois dele, mas pra mim o VI é o ponto alto da franquia em criatividade e bom gosto... quando joguei FFVII (joguei antes do VI) achava A Revolução dos FFs... mas ai joguei o VI e o VII murchou muito no meu conceito e hoje é um jogo que não dou bola alguma (apesar de não achar dos piores FFs... seria um mid-tier)... coisa que não aconteceu com FFVIII e IX, que acho bem mais autênticos.

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Essa tela me impressionou bastante:

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Quanto a o melhor acho complicado, pois hoje eu não saberia dizer qual dos 2. Caso valha para a série como um todo o meu favorito é Final Fantasy Tactics.

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A arte de FFVI é linda.. a série já era top nisso desde FFV, apesar que foi no VI que começou a realmente ser apelativo.

 

Não acho que seja necessário vc dizer que FFVI é melhor que o VII, mas só de ter jogado ele tão depois de lançado (especulo que jogou o VII ou na época do PS1 ou, pelo menos, a muito tempo atrás) e ainda se impressionar com o jogo, além de tb reconhecer que foi um jogo muito mais autentico que FFVII (que copia coisa demais de FFVI) já é o bastante pra fazer justiça em sua analise. Acho que quando dois jogos são foda é irrelevante constatar qual o melhor... eu prefiro vários FFs ao VII, mas não por ele deixar de ser excelente, é só pela série ter um nível muito alto, apesar de seus baixos.

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Skies of Arcadia Legends zerado pela sexta vez em 41 horas. Vou usar um texto antigo com pequenas modificações para analisá-lo: 

Skies of Arcadia é um game em que é difícil apontar e identificar algo específico que o faz diferente ou melhor que qualquer outro JRPG, mas de alguma maneira consegue ser tão melhor que os outros que se tornou meu game preferido de todos os tempos. 

Character Design: você tem os clichês usuais, certamente, mas Skies faz de sua própria maneira e infesta-os com um espírito de otimismo que você encontrará até o fim da jornada. Não seria impróprio dizer que cada personagem tem um design próprio, desde os habitantes pobres de Valua até os orientais abençoados pela Blue Moon. 

Você tem o típico herói de JRPG, Vyse: jovem, rebelde, impetuoso e heroico. Mas ele é um pirata, com uma tara por exploração pelos céus de Arcadia e ir a lugares que as pessoas jamais foram! (ou quase...). Você tem a típica garota parceira de JRPGs, Aika: na contramão do herói, cômica, e compensando o seu poder com sua rapidez e inteligência. Mas ela está atrás de tesouros, loqua, e é mais uma parceira no ''crime'' do que apenas uma auxiliar. Você tem a maga típica/curadora do grupo como Fina: inocente no mundo, ingênua e mágica. Mas ela é de uma civilização avançada responsável pela destruição do mundo. Você tem o estrategista, típico rico, Enrique. Mas neste caso, ele dá-lhe acesso a melhor Airship do jogo! Temos Guilder, o mulherengo Bon Vivan, que foge de uma mulher loucamente apaixonada por sua pessoa. Em Drachma, você tem o personagem típico veterano experiente: idoso, cínico, e enrugado. Mas neste caso, ele está à procura de uma baleia, para vingar a morte de seu filho, e suaviza-se uma vez que ele descobre que seu inimigo é pequeno perto da morte.

História e sua definição. É a história a tarifa a ser paga em um JRPG? Claro, em perspectiva superficial. Mas em Skies está tudo dito, feito e apresentado tão bem, é tudo tão, tão longo e coeso, e nenhum dos clichês aparentes apresentados ali parece fazer injustiça contra o game. O "império do mal" não está ali apenas para ser do mal, ele quer adquirir os Gigas, que despejaram e ainda espalham destruição no mundo. Claro que há aeronaves, mas não apenas para ter dirigíveis, é porque o mundo inteiro é composto de ilhas flutuantes. Não é apenas a magia elementar para seu próprio bem. Está lá por causa das luas de cores diferentes. E essas luas estendem-se a todas as partes, da tecnologia primitiva do mundo, a cultura. O mundo dá forma à civilização, e as luas propiciam isso, de uma maneira muito semelhante à cultura marítima dos que viajam através dos céus em seu mapa-múndi. Ele também consegue, apesar de ser um jogo linear definitivamente, proporcionar uma sensação de liberdade e exploração que a maioria dos JRPGs simplesmente não tem... Francamente. É uma ilusão com certeza, mas como a noção de recrutar 108 estrelas do destino, nos primeiros dois jogos Suikoden, a céu aberto do mundo de Arcadia consegue fazer você se sentir como você poderia ir a qualquer lugar se você tivesse apenas os meios para fazê-lo, e como há muito mais a fazer do que potencialmente você já viu no seu tempo com o jogo.

Gratificante. Discoveries, atualizar o seu navio, a obtenção da tecnologia necessária para chegar a um local que você não podia antes, aprender novos super movimentos, fazer crescer seu bichinho de estimação Cupil etc. tudo isso cria uma sensação contínua de recompensa e de descoberta que eu não vi em nenhum outro JRPG até a data. Pelo menos não com o mesmo espírito ou veia de Arcadia. Falando de espírito/atitude. Em nenhum jogo há este, tanto mais aparente e mais crucial do que em Skies of Arcadia, em minha opinião: Estes são PIRATAS! E eles têm orgulho disso! Claro, eles podem acabar salvando o mundo, mas uma grande parte de sua motivação é apenas ter a diversão e explorar o mundo. Se você quer realismo neste jogo, você não vai conseguir. Não se coibir, enfrentamento, leveza, otimismo, juventude, aventura e em cada turno. A partir do texto de abertura a cena de corte de conclusão do jogo, não importa quão terríveis eventos ou dramático se torne o jogo, nunca os protagonistas abandonam seu otimismo. E eu não me refiro ao "o mundo está dependendo de nós", ''Never Say Die!" uma maneira que vemos sempre, mas "Nós podemos fazer isso! Nós somos piratas!". Uma espécie de caminho, nunca esquecer de como ter um bom momento, e nunca deixar de se espantar com as vistas e terras que descobrir. Claro, tudo isso embalado por uma das melhores trilhas sonoras dos JRPGs. 

O modo como a câmera age é fundamental. Enquanto boa parte dos JRPGs às vezes fixam está característica vista por cima, ou por diferentes ângulos transversais, Skies tem uma câmera quase sempre em close, aumentando a afinidade do jogador com as cenas, personagens e mundo. 

E, por último, há apenas alguma qualidade intangível que combina com todos os itens acima para tornar este jogo especial para mim. Eu nunca consigo defini-lo, mas eu sei que está lá. Pode não estar lá para todos, mas continua a ser a principal razão que este jogo é meu favorito de todos os tempos.

E aquilo lá no inicio? De não fazer nada melhor que qualquer outro JRPG? Bom, acho que depois de zerar pela sexta vez e nunca ter mudado de opinião até agora, concluo que devo estar errado e o jogo é o melhor porque é o melhor de todos os tempos em todas as coisas pra mim mesmo. = )

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Não acho que seja necessário vc dizer que FFVI é melhor que o VII, mas só de ter jogado ele tão depois de lançado (especulo que jogou o VII ou na época do PS1 ou, pelo menos, a muito tempo atrás) e ainda se impressionar com o jogo, além de tb reconhecer que foi um jogo muito mais autentico que FFVII (que copia coisa demais de FFVI) já é o bastante pra fazer justiça em sua analise. Acho que quando dois jogos são foda é irrelevante constatar qual o melhor... eu prefiro vários FFs ao VII, mas não por ele deixar de ser excelente, é só pela série ter um nível muito alto, apesar de seus baixos.

 

Quanto a FF7 joguei praticamente no ano em quem saiu, ta certo que eu tinha uns 7 anos e não sabia ler nada, mas mesmo assim foi épico, joguei mais umas 5x ao longo da vida e até então era meu RPG nº1, agora tenho 2 nessa posição.

 

Acho que todos que gostaram de FF6 tem uma grande chance de gostar de FF7 e vice-versa, caso não se importe na mudança gráfica. Pois até como eu estava vendo FF7 parece uma re-leitura de FF6 ou ate mesmo uma possível ideia criada na época, porem descartada por N motivos.

 

O background de Terra e Cloud são praticamente os mesmos, Empire com ShinRa, Seph e Kefka tirando a personalidade a rota no enredo é bem semelhante dentre outras várias coisas.

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Ultimamente nenhum jogo tem me prendido, mas acabei jogando um pouco mais de dois. O primeiro foi Bloodborne, cheguei até um pouco depois do primeiro chefe mas... sei lá. Não consigo ver essa jogabilidade tão boa que falam da série Souls, acho bem repetitiva na real, "esquiva esquiva esquiva em volta do inimigo atacar morrer repetir", mesma impressão que tive de Demon's Souls (que não me animou nem um pouco, tanto que nem fui atrás do Dark Souls). A ambientação é boa, mas não vejo me prendendo por muito tempo, até pelo lance de perder progresso e ter que ficar explorando tudo de novo sempre. Ao invés de sentir desafio por isso eu só fico é cansado mesmo. Vou insistir mais um pouco pela ambientação foda, mas sem grandes esperanças.

 

O segundo foi Xenoblade Chronicles no emulador de Wii (finalmente). Tô gostando, talvez invista nele, apesar de já ter ficado com medo do tanto de quest e do tamanho imenso dos cenários. Ainda tá muito cedo pra julgar o sistema de batalhas, que segue no mesmo estilo de Final Fantasy XII com toques de White Knight Chronicles (dois RPGs que adoro), apesar de me parecer uma versão piorada de ambos, em grande parte pela interface deselegante. Os ícones na parte interior são pouco intuitivos e as fotos dos personagens com HP ocupam quase que a parte direita inteira da tela, juntando isso com os controles, minimap e outras infos na parte esquerda fica uma poluição visual enorme. Mas já vi que novas mecânicas estão sendo introduzidas aos poucos (tal qual FFXII e WKC), parece ser o tipo de jogo que demora a engrenar mesmo, então ainda estou na boa-fé. Outra reclamação minha é que a movimentação dos personagens e golpes são meio "flutuantes" sei lá, falta um pouco de peso e impacto nos golpes e efeitos sonoros, não sei se isso decorre da emulação ou do próprio jogo, pois até agora está bem estável e rodando numa resolução bem maior que a original. Mais impressões quando tiver mais horas de jogo pra poder comentar melhor.

 

Meu dedo está coçando pra comprar o Trails in the Sky SC na Steam, mas vou esperar mais um pouco pra ver se algum desses dois me anima por enquanto.

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Meu dedo está coçando pra comprar o Trails in the Sky SC na Steam, mas vou esperar mais um pouco pra ver se algum desses dois me anima por enquanto.

 

Tava em promoção ontem mesmo (vi pro acaso), saindo por 45 reais. Fica de olho!

Mais pro fim do ano devo pegar o Cold Steel. Ano que vem saem Cold Steel 2 e Sky 3rd, ambos no primeiro semestre :luigifeliz:

 

Por ora, deixei os jrpg de lado um pouco e tô jogando Pillars of Eternity. Jogão.

No começo, pra quem não jogou outros rpgs isométricos (como Baldur's Gate, Planescape: Torment, etc.), como foi meu caso, pode ser meio demais a quantidade de informação, tanto sobre o sistema de jogo quanto do lore. Mas aos poucos acostuma e não é tão complicado.

É divertido criar seu próprio personagem e levar a sério o fator roleplay, pois sempre há diferentes opções de diálogo com consequências reais. O jogo passa bem a sensação de rpgs de mesa.

Os personagens que podem te acompanhar são todos opcionais, e portanto dispensáveis à trama principal. Porém, de uma forma ou de outra, e num grau maior ou menor, todos acrescentam algo à jornada do jogador nessa trama, além de proporcionarem mais diálogos, quests, diversidade estratégica no combate e exploração e até alguns momentos de teor mais cômico.

O mundo é bastante interessante, e isso que a campanha se passa numa região pequena.

Todos os seus atos importantes têm consequências e provocam mudanças, você tem uma reputação diferente com cada grupo/sociedade etc. com que se relaciona.

Acho que o ponto final do jogo é o mesmo (não terminei ainda), mas o caminho, dentro dos limites do jogo, é o jogador que faz.

Muito bem escrito, diálogos interessantes, um mundo que parece vivo, orgânico e um combate que faz vc se sentir recompensado quando pensa de forma estratégica.

Peguei as expansões e prevejo ainda muitas horas de jogo. Quem sabe quando terminar tudo faço um review mais completo.

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Eu sinceramente invejo que acha FF VI tão bom, pois joguei alguns anos depois em FF Antologia que a Square lançou, e sinceramente achei apenas um bom JRPG. Sinceramente gostei bem mais do IV.

 

Para mim o JRPG do SNES, que joguei depois também, que coloco no mesmo patamar do VII e Chrono Trigger.

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