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Soul Reaver

[PS4/PC] Horizon: Zero Dawn

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Pois é, vi muita cutscene nesse trailer, fica realmente difícil criar hype por historinha pa sendo que quer passar sensação de mistério.

Gameplay mesmo não apareceu muito ou o que apareceu foi curto e parecia cenas scriptadas, como ela passando debaixo do outro tech dino lá.

 

Não sei, a expectativa cresce porque foi mostrado algo bonito e diferente do comum, mas da jogabilidade ainda tem que ver... meio cético.

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você viu a demo que mostraram nos eventos do ano passado?

 

espero que nessa e3 tenha uma demo nova, estou curioso pra ver outras coisas além do combate

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Vocês viram a versão de colecionador?

 

Pqp, babei demais aqui.

 

Esse jogo é um que estou com bons olhos!

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Se não fosse da Merdilla eu estaria com o triplo de Hype.

 

Gráfico foda.

Setting absurdo.

Killzone na mente.

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esse jacarézão robô foi uma das minhas cenas novas favoritas.

 

pelo trailer a premissa é meio manjada, ela é a escolhida que vai salvar o dia, mas vamos ver, o cara do Fallout New Vegas é o cabeça do roteiro, né?

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Sim. Ele é o escritor principal do Horizon.

 

O cara também foi um dos designers do Nemesis System do Mordor, o que cria expectativa para um sistema de AI bem feito para os robôs no cenário.

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fwnfK7a.gif

 

 

 

Horizon Zero Dawn's world is bigger than we ever imagined

 

If Aloy hurtling across the unique landscape of Horizon: Zero Dawn sent goosebumps down your arms in the PlayStation conference, you're not alone. It's a world that's beautifully alien. An environment where even the glimpse of the long-legged giraffe-style robots in the screen above gave me Alan Grant style feels from that moment in Jurassic Park. And it's a world that Guerrilla Games hasn't just built a mythology for, but also an ecology.

 

Calling this a post post apocalyptic world, Guerrilla says it has a full ecosystem where the robotic wildlife isn't just for show but interlinks and interacts together. In the PlayStation conference demo, Aloy ropes and captures a 'Broadhead', a kind of robo-cow she then uses as a mount. Guerilla's lead quest designer call that type of creature an "Acquisition," adding that "those types of machines are actually pretty skittish so what happens is, if I go in and shoot one, all of the rest will just take off. They’re going to run away". 

 

Other 'animals' will react differently though: "A lot of the machines, the Watchers and combat machines you’ll encounter later on, are very hostile, they’re very aggressive. Every machine has its own ecology. Their behaviour is going to be within the hierarchy.”

 

When it comes to this world, we've apparently not seen anything yet, either. Guerrilla has revealed that there will be ancient cities to explore and vast old remains of previous civilisations. We've only encountered small settlements so far, but in her quest to find the answers of her heritage, Aloy will explore enormous areas that once belonged to her original non-robot hunting ancestors. The studio is remaining tight lipped on details but says some of these will be tied into the narrative, others will just be uncovered through exploration. 

 

Adding further depth to its open world, Horizon doesn't just have a main narrative to explore. Side quests of all sorts fill that enormous map just screaming 'waste hours in me.' And Guerrilla knows it. “You might notice some of the blue diamonds [marking missions]. Each one of those is a side quest," explains the lead quest designer. "You can talk to people and figure out what their problem is, give them some help if they need it. We have a hierarchy of quests."

 

"We have the main story and then below that we have Tribe quests which are kind of national level. So think of each of these tribes having big picture problems that affect everyone. Then below that there are the more personal stories. Those are some of the things that we’ll see in a place like Mother’s Crown where someone has something that’s very important to them  - it’s very urgent but it doesn’t affect the entire world.”

 

Speaking of affecting the world. There are dialogue options that function as an added narrative layer but won't change the broader narrative. They're merely a way of discovering different things about this unique environment. Engage villagers in conversation and you'll get more information about the tribes, adding ever more answers to your quest for truth. 

 

And all of this layers on top of a crafting system that utilises the resources through the world perfectly. Collect bits from hunting and you'll be rewarded with components. Items like metal shards can be used for buying goods from shops in villages but also for building your own weaponry and we've already seen how exciting that gets with explosive arrows. Looks like there'll be some tough choices ahead. Mmm, bombs or new clothes which are more resistant to specific enemy attacks...?

 

Horizon will constantly keep you balancing crafting and resources in the hunt for an even more powerful arsenal. Each weapon even has modifiers that you can equip that come from hunting creatures in the world. More powerful enemies store more powerful goods so you'll always be risking life and limb for the next hit of cogs. If Far Cry 4 sent you hunting for every animal skin to make a wallet, just think what this will do. Perhaps it's for the best we're not getting this until 2017.

 

http://www.gamesradar.com/horizon-zero-dawns-world-is-bigger-than-we-ever-imagined/

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sempre tem essas noticias de mundos maiores inacabáveis.

RDR

Vimos isso em Mad Max

MGS V

Tomb Raider

estamos vendo em Zelda

e Horizon

 

 

sempre tem esses mimimi de mundo enorme, explorável, blablabla.

Tudo marketing :lolmor:

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Ué, os mundos desses exemplos que tu deu não são grandes o suficiente a ponto de merecerem marketing em cima deles?

 

Não entendi a crítica.

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Ué, os mundos desses exemplos que tu deu não são grandes o suficiente a ponto de merecerem marketing em cima deles?

 

Não entendi a crítica.

Dois

 

Pena qatrasaram o horizon.. Era2016 nera naum

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Mundo enorme não é qualidade. Na verdade, um mundo enorme e vazio é um defeito grave pra cacete

Morte aos mundos gigantes cheios da mesma coisa pra fazer :(

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Pela primeira vez a Guerrilla Games não vai fazer um jogo de guerra. E não fosse o longínquo Shellshock: Nam '67, seria também a primeira aventura fora do universo Killzone. É, portanto, um momento importante para o estúdio. O momento para mostrar que é capaz de criar algo novo e refrescante. Uma lufada de ar fresco para uma equipa que passou mais de 10 anos agarrada à mesma franquia.

 

Horizon: Zero Dawn é em quase tudo diferente de Killzone. É um jogo em mundo aberto, é um RPG de ação e joga-se na terceira pessoa. O jogador controla Aloy, uma caçadora que vive num mundo pós-apocalíptico. As máquinas, que tomam a forma de gigantes aparentemente saídos de um universo pré-histórico, convivem com as formas de vida comuns - humanos e animais. O mistério que dá vida ao jogo tem génese numa forma de corrupção que invade os circuitos das máquinas e as torna verdadeiras ameaças. Aloy deve descobrir o que se passa.

 

Esta destemida personagem pertence a uma tribo. Pelo mundo do jogo há vilas que servem de base para toda a aventura. É nelas que o jogador pode obter mantimentos, armas e roupas. Os vários itens têm características diversas. Roupas diferentes podem ter proteção contra determinado elemento, como fogo ou dano físico. O mesmo acontece com as armas, que podem constituir uma vantagem importante contra determinados inimigos.

 

A moeda de troca no jogo são os chamados Metal Shards, sendo que alguns artigos só poderão ser adquiridos com componentes especiais. Há todo um incentivo para que o jogador procure melhorar o equipamento, já que os vários itens têm diferentes níveis de raridade - e isso sente-se no campo de batalha.

 

Aloy tem uma habilidade especial descoberta através do estudo de tecnologias ancestrais - com o carregar de um botão é possível descobrir as fraquezas das máquinas. Aqui entra toda a parte estratégica do jogo. Na demonstração que pudemos experimentar foi possível defrontar vários inimigos. A cada momento da aventura pode ser necessário abordar uma dada estratégia. Fugir, atacar de forma direta ou tentar espalhar armadilhas pelo cenário. Os inimigos aparecem com vários níveis de avaliação e por vezes poderão mesmo ser demasiado fortes para o jogador.

 

Há diferentes tipos de munições para utilizar, explosivos ou, por exemplo, a arma que permite prender os inimigos ao terrenos de jogo. Tudo isto faz com que o combate se torne empolgante. No meio de uma batalha o jogador pode chegar à conclusão que o melhor é fugir, ou então decidir que precisa de reforços. Para isso é possível "domesticar" as máquinas, invadindo-lhes os circuitos, e depois montá-las. Sempre que estiverem "domesticadas", vão atacar o inimigo para ajudar Aloy.

 

 

Tal como já foi mostrado em alguns trailers e demonstrações, há uma grande variedade de criaturas, maiores ou mais pequenas. No meio de uma das cenas mostradas, um dos civis diz: "Que Deus tenha piedade, as máquinas não terão". É um testemunho esclarecedor da posição das pessoas perante estas criaturas.

 

Os diálogos são uma parte importante da história. É possível ter conversas com os civis, que mudam as suas atitudes perante Aloy, e eventualmente, dão acesso a missões especiais. Ainda assim, os produtores explicam que o principal objetivo deste sistema de conversas é que o jogador descubra novos dados sobre o passado deste mundo. Há pequenos acampamentos para descobrir ou grandes vilas. Os cenários vão desde desertos a selvas. A equipa de produção promete ainda uma longa lista de missões à margem da história principal.

 

Horizon: Zero Dawn surpreendeu na primeira vez que foi mostrado, e jogá-lo só renova esse sentimento. É bonito, misterioso e, acima de tudo, divertido de jogar. Se for capaz de transportar tudo isso para a versão final, não caindo no erro de recorrer demasiado à repetição de conceitos, a Guerrilla terá aqui um novo mundo a que se agarrar nesta e nas próximas gerações.

Editado por titio

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alguém foi na BGS? tinha a demo do jogo lá, acho que foi a primeira vez que o jogo tava playable para o público, não?

Editado por Cyco

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Na E3 não estava e na BGS estava.

 

Eu joguei 2x antes da fila virar um inferno no primeiro dia, fui o primeiro a chegar.

 

Achei simplesmente espetacular e espero que mantenha a qualidade da build durante todo o game.

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Merdilla, é tudo que desacelera meu Hype.

 

Jogão desses com sindrome de Killzone, me da pesadelos.

 

 

Na E3 não estava e na BGS estava.

 

Eu joguei 2x antes da fila virar um inferno no primeiro dia, fui o primeiro a chegar.

 

Achei simplesmente espetacular e espero que mantenha a qualidade da build durante todo o game.

 

Quem te viu, quem te vê.

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