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Soul Reaver

[PS4/PC] Horizon: Zero Dawn

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Provavelmente meu jogo mais aguardado de 2016, junto com Zelda. Hype enorme aqui. Pensei até em abrir um tópico, mas perdi tempo com outras coisas.

 

Informações confirmadas:

- Personagem principal se chama Aloy (pronuncia-se ei-loy)

- 1080p30

- Somente single player, sem coop ou MP

- Lançamento em 2016, em desenvolvimento desde Killzone 3 (Março de 2011)

- Action RPG, completamente open-world, vá a qualquer lugar quando quiser, sem loading

- Ambientes destrutíveis como no trailer

- Gameplay emergente e persistente (no demo a portas fechadas, encontravam um Thunderjaw (o robô meio T-rex que é o principal inimigo no trailer) com somente metade do HP e flechas cravadas no corpo após uma luta com outra tribo, por exemplo)

- Primariamente ranged combat, com takedowns em melee.

- Lutas serão extremamente intrincadas, com por exemplo o Thunderjaw tendo 15 ataques diferentes e 93 partes animadas. O jogo vai recompensar a experimentação (observação de pontos fracos e trial-and-error). Atacar pontos diferentes do robô causa dano diferente. 

- Aloy não fala durante o jogo tanto quanto no trailer, ela não é uma versão feminina de Drake

- Ciclos de dia/noite, tempo dinâmico (chuva, sol, neve, etc)

- Se passa na Terra (é possível ver a silhueta do UK no vídeo)

- Possui história, que gira em torno de descobrir quem você é e como o mundo chegou a esse ponto

- Muitas quests

- Sistema de looting e craft de armas e armaduras com as partes dos robôs e de itens de cura usando herbs

- Pode carregar até 4 armas ao mesmo tempo, cada uma com três tipos de munição

- Crie armadilhas para o robôs, usando por exemplo o lançador de corda do trailer para fazê-los tropeçar e ativar explosivos

- Vários tipos de munição para o arco como flechas explosivas, elétricas, etc, cada uma com um propósito. Criação delas usando materiais no menu em real-time, mesmo durante a batalha.

- Cidades e um sistema de economia estão incluídos no jogo, com diferentes níveis de progressão tecnológica

- Sem classes, mas com progressão por níveis (Aloy do trailer era lvl 12), skiltrees e perks (deram o exemplo da skill de parar o tempo pra mirar, como vista no trailer)

 

Do twitter da Guerrilla: Tune into Guerrilla Live tomorrow at 9am PDT / noon EDT / 5pm BST for in-depth looks at Horizon Zero Dawn & RIGS:MCL! http://www.twitch.tv/guerrilla 

 

13h 

13h no Brasil.

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Interessante as parties da Sony tentando novas franquias e tipos de jogo.

Pra mim é um dos mais aguardados de 2016.

Uma mistura de Heavenly Sword com Enslaved.

Me pergunto se ñ tem galera da Ninja Theory colaborando.

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Provavelmente meu jogo mais aguardado de 2016, junto com Zelda. Hype enorme aqui. Pensei até em abrir um tópico, mas perdi tempo com outras coisas.

 

Informações confirmadas:

- Personagem principal se chama Aloy (pronuncia-se ei-loy)

- 1080p30

- Somente single player, sem coop ou MP

- Lançamento em 2016, em desenvolvimento desde Killzone 3 (Março de 2011)

- Action RPG, completamente open-world, vá a qualquer lugar quando quiser, sem loading

- Ambientes destrutíveis como no trailer

- Gameplay emergente e persistente (no demo a portas fechadas, encontravam um Thunderjaw (o robô meio T-rex que é o principal inimigo no trailer) com somente metade do HP e flechas cravadas no corpo após uma luta com outra tribo, por exemplo)

- Primariamente ranged combat, com takedowns em melee.

- Lutas serão extremamente intrincadas, com por exemplo o Thunderjaw tendo 15 ataques diferentes e 93 partes animadas. O jogo vai recompensar a experimentação (observação de pontos fracos e trial-and-error). Atacar pontos diferentes do robô causa dano diferente. 

- Aloy não fala durante o jogo tanto quanto no trailer, ela não é uma versão feminina de Drake

- Ciclos de dia/noite, tempo dinâmico (chuva, sol, neve, etc)

- Se passa na Terra (é possível ver a silhueta do UK no vídeo)

- Possui história, que gira em torno de descobrir quem você é e como o mundo chegou a esse ponto

- Muitas quests

- Sistema de looting e craft de armas e armaduras com as partes dos robôs e de itens de cura usando herbs

- Pode carregar até 4 armas ao mesmo tempo, cada uma com três tipos de munição

- Crie armadilhas para o robôs, usando por exemplo o lançador de corda do trailer para fazê-los tropeçar e ativar explosivos

- Vários tipos de munição para o arco como flechas explosivas, elétricas, etc, cada uma com um propósito. Criação delas usando materiais no menu em real-time, mesmo durante a batalha.

- Cidades e um sistema de economia estão incluídos no jogo, com diferentes níveis de progressão tecnológica

- Sem classes, mas com progressão por níveis (Aloy do trailer era lvl 12), skiltrees e perks (deram o exemplo da skill de parar o tempo pra mirar, como vista no trailer)

 

Do twitter da Guerrilla: Tune into Guerrilla Live tomorrow at 9am PDT / noon EDT / 5pm BST for in-depth looks at Horizon Zero Dawn & RIGS:MCL! http://www.twitch.tv/guerrilla 

 

13h 

13h no Brasil.

 

 

tomara que mostrem mais footage

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Aposto um Dollynho que esses dinobots são resultado de uma inteligência artificial nível Matrix / Zero One (Zion), que continuou operante depois do fallout da civilização. Inclusive essa IA pode ter sido a responsável pelo fallout.

 

Então pra se perpetuar, a IA está seguindo (por alguma razão) o mesmo escopo do nosso mundo natural, primeiro com os dinossauros.

 

No final a Aloyzona vai descobrir no meio dos escombros dos prédios um computador mostrando a história, assim como os personagens de Crono Trigger descobriram sobre Lavos naquele computador no domo em 2300.

 

Na cena pós-créditos aparecerá uma info extra do porquê do jogo flopar, mostrando que vários usuários estavam hypando o jogo num forum que era hospedado num cemitério indígena.

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aprende o q é open world, razo

 

não é Mario 64 não

 

curti isso de áreas sem loading, e não vai ter tutorial, uma chatisse a menos

Open World é The Witcher, Fallout, TES, Just Cause, GTA e Red Dead.

 

Esse jogo promete, mas é da Merdilla que tem capacidade técnica de alto nível e capacidade de criar um conceito de mundo interessante, mas não sabe implementar isso de forma atraente.

 

O conceito de história e o mundo de Killflop é bem interessante, mas o enredo do jogo e os personagens são uma imensa merda. O gameplay de Killzone é bom, mas o level design do jogo é mediocre, tu tem 2 armas e os mesmos inimigos durante a progressão do jogo praticamente inteiro. O multiplayer é a melhor coisa de Killzone.

 

Esse Horizon promete, uma das melhores coisas dessa E3 em termos conceituais e técnicos, mas isso não adianta quando o jogo não te motiva a joga-lo, seja premiando o jogador com momentos fodas ou contando uma história interessante.

 

Eu gosto muito mais de Resistance que Killzone, e olha que esse não tem história, não tem personagens e não tem gráficos, mas tem uma jogabilidade FUDIDA com váriostiposde armas e váriedade grande inimigos, com shotouts fodaças e boss battlesexcelentes.

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Aposto um Dollynho que esses dinobots são resultado de uma inteligência artificial nível Matrix / Zero One (Zion), que continuou operante depois do fallout da civilização. Inclusive essa IA pode ter sido a responsável pelo fallout.

 

Então pra se perpetuar, a IA está seguindo (por alguma razão) o mesmo escopo do nosso mundo natural, primeiro com os dinossauros.

 

No final a Aloyzona vai descobrir no meio dos escombros dos prédios um computador mostrando a história, assim como os personagens de Crono Trigger descobriram sobre Lavos naquele computador no domo em 2300.

 

Na cena pós-créditos aparecerá uma info extra do porquê do jogo flopar, mostrando que vários usuários estavam hypando o jogo num forum que era hospedado num cemitério indígena.

 

Lembrando que o cemitário indígena é amaldiçoado pela amarração reversa.

 

Tou com uma boa expectativa quanto ao jogo. Mas pode ser que no número de vendas e na relevância na geração seja algo como Heavenly Sword foi ou o The Order. Poderá acontecer o que o chapa Rhazo disse de serem mal executadas as ideias e conceitos.

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Provavelmente meu jogo mais aguardado de 2016, junto com Zelda. Hype enorme aqui. Pensei até em abrir um tópico, mas perdi tempo com outras coisas.

 

Informações confirmadas:

- Personagem principal se chama Aloy (pronuncia-se ei-loy)

- 1080p30

- Somente single player, sem coop ou MP

- Lançamento em 2016, em desenvolvimento desde Killzone 3 (Março de 2011)

- Action RPG, completamente open-world, vá a qualquer lugar quando quiser, sem loading

- Ambientes destrutíveis como no trailer

- Gameplay emergente e persistente (no demo a portas fechadas, encontravam um Thunderjaw (o robô meio T-rex que é o principal inimigo no trailer) com somente metade do HP e flechas cravadas no corpo após uma luta com outra tribo, por exemplo)

- Primariamente ranged combat, com takedowns em melee.

- Lutas serão extremamente intrincadas, com por exemplo o Thunderjaw tendo 15 ataques diferentes e 93 partes animadas. O jogo vai recompensar a experimentação (observação de pontos fracos e trial-and-error). Atacar pontos diferentes do robô causa dano diferente. 

- Aloy não fala durante o jogo tanto quanto no trailer, ela não é uma versão feminina de Drake

- Ciclos de dia/noite, tempo dinâmico (chuva, sol, neve, etc)

- Se passa na Terra (é possível ver a silhueta do UK no vídeo)

- Possui história, que gira em torno de descobrir quem você é e como o mundo chegou a esse ponto

- Muitas quests

- Sistema de looting e craft de armas e armaduras com as partes dos robôs e de itens de cura usando herbs

- Pode carregar até 4 armas ao mesmo tempo, cada uma com três tipos de munição

- Crie armadilhas para o robôs, usando por exemplo o lançador de corda do trailer para fazê-los tropeçar e ativar explosivos

- Vários tipos de munição para o arco como flechas explosivas, elétricas, etc, cada uma com um propósito. Criação delas usando materiais no menu em real-time, mesmo durante a batalha.

- Cidades e um sistema de economia estão incluídos no jogo, com diferentes níveis de progressão tecnológica

- Sem classes, mas com progressão por níveis (Aloy do trailer era lvl 12), skiltrees e perks (deram o exemplo da skill de parar o tempo pra mirar, como vista no trailer)

 

Do twitter da Guerrilla: Tune into Guerrilla Live tomorrow at 9am PDT / noon EDT / 5pm BST for in-depth looks at Horizon Zero Dawn & RIGS:MCL! http://www.twitch.tv/guerrilla 

 

13h 

13h no Brasil.

 

Agora pega tudo isso que foi falado e taca um downgrade. Tá pronto o jogo final.

 

Ao menos tão sendo ''honestos'' ao falar que vai ser 1080p e 30fps. Mas eu duvido muito que esses 30fps sejam constantes e travados. O jogo deve ter vários momentos em que a taxa de frames cairá.

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Gráfico é a menor das minhas preocupações, o forte da Guerilla é arte/tecnologia e os jogos first da Sony são bem otimizados, até porquê os caras só precisam trabalhar em uma plataforma e o jogo usa a engine do Killzone Shadow Fall que já rodava muito bem no lançamento do console.

 

Se eles têm alguma coisa a provar é em narrativa e level design que nunca foi o forte do Killzone, vamos ver se os novos talentos que eles contrataram vão fazer diferença.

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O primeiro Killzone era melhor nesse aspecto que suas continuações. Pelo menos as fases tinham design, e não simplesmente arenas de multiplayer ligadas por ceninha como os fracos Killzone 2 e 3. A razão é óbvia, o primeiro foi feito primariamente como singleplayer, enquanto o resto foi na moda de FPS multiplayer de Call of Duty onde a campanha single é quase um extra (incrível como Call of Duty estragou indiretamente várias franquias que eu gosto). Vai ser ótimo ver a Guerrila Games saindo dessa IP para trabalhar em algo original e promissor como Horizon.

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O primeiro Killzone era melhor nesse aspecto que suas continuações. Pelo menos as fases tinham design, e não simplesmente arenas de multiplayer ligadas por ceninha como os fracos Killzone 2 e 3. A razão é óbvia, o primeiro foi feito primariamente como singleplayer, enquanto o resto foi na moda de FPS multiplayer de Call of Duty onde a campanha single é quase um extra (incrível como Call of Duty estragou indiretamente várias franquias que eu gosto). Vai ser ótimo ver a Guerrila Games saindo dessa IP para trabalhar em algo original e promissor como Horizon.

 

 

Justamente o primeiro que eu nunca joguei, mas concordo que a tendência de forçar multiplayer prejudicou as campanhas single já que a produção ficou muito cara a partir da geração passada e os developers tinham que se adaptar, mesmo COD, o 1 e o 2 ainda tem ótimas campanhas (a do 1 foi épica demais, podendo jogar do ponto de vista de americanos, ingleses e russos), o 3 foi o primeiro da Treyarch e não foi muito bom, fora que já pegou o mercado saturado de shooters de Segunda Guerra, quando a Infinity Ward voltou com COD4 Modern Warfare que começou a onda de campanhas curtas com foco mais em multiplayer, mesmo assim a campanha ainda era boa.

 

Mas estou satisfeito que eles estão tentando uma nova IP também e não é um shooter, ainda mais que é difícil competir com os shooters multi que saem todo ano.

Editado por Cyco

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Call of Duty passou a ser assim a partir do Modern Warfare mesmo. O ruim é que quando essa moda explodiu, todo mundo quis um pedaço do bolo, então choveu de jogo (principalmente tiro, mas não somente) investindo no multiplayer e deixando single de lado, ou gastando recursos para ter multiplayer mesmo quando esse claramente não era o foco (Spec Ops: The Line, por exemplo). Felizmente, o tempo passou e as empresas começaram a ver que não iam conseguir competir com CoD e Battlefield, e pararam (na maior parte) com essa besteira de enfiar multi em tudo que é jogo só pra dizer que tem.

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Gráfico é a menor das minhas preocupações, o forte da Guerilla é arte/tecnologia e os jogos first da Sony são bem otimizados, até porquê os caras só precisam trabalhar em uma plataforma e o jogo usa a engine do Killzone Shadow Fall que já rodava muito bem no lançamento do console.

 

Se eles têm alguma coisa a provar é em narrativa e level design que nunca foi o forte do Killzone, vamos ver se os novos talentos que eles contrataram vão fazer diferença.

Poxa , killZone 3 tem uma ótima narrativa , personagens bons , dublagem top, boa jogabilidade, cutscenes fantásticas

 

E tinha umas 7 horas bem honestas. Não era supra-sumo mas era no mínimo no em todas as áreas

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Eu concordo com você que o 3 tinha boa dublagem (também, tinha Malcolm McDowell, Brian Cox e Ray Winstone fazendo os vilões, só fera), mas a narrativa do Killzone sempre foi uma das coisas mais frustrantes visto que eles têm um lore épico excelente mas jogam tudo pra segundo plano com protagonistas dudebrozentos genéricos pra porra e plots que fazem COD parecer Lawrence da Arábia.

 

E veja que não reclamei da jogabilidade, sou um dos poucos aqui que gosta do gameplay da série mas o level design é sempre hit or miss, nas melhores partes ele é bacana mas em diversos momentos é cheio de falhas e pontos frustrantes, como quando vc pega um tanque no Killzone 2, se fosse só um turret nem ia fazer diferença pois vc só se movimenta num espacinho ridículo, ou quando anunciaram aqueles jetpacks no 3 com toda pompa e você mal usa eles durante o jogo, ou como no Shadowfall que tentaram fazer levels mais abertos mas você vive se perdendo neles pois a navegação é confusa pacas, enfim, são os exemplos que mais me lembro no momento.

Editado por Cyco

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mini update, algumas infos novas que ainda não tinham aparecido, algum tipo de social feature online vi existir, o jogo tem um sistema de traversal completo, você pode escalar montanhas, árvores, nadar e ainda tem uma outra mecânica envolvendo os robôs que eles não vão entrar em detalhes ainda, chuto que deve ser usar eles como montarias.

 



Horizon's combat, world and RPG systems explained by Guerrilla
 

The game will have some sort of online component according to Jan. "The core of the game is a single player experience, but there are certain social features in there".

There's a "full climbing and traversal system" says Jan, "you can climb up mountains, climb into trees, swim through rivers". Useful if you want to flee the robots instead of fight.

Hunting isn't the only option with robots, although "the other interactions you can have [is] something we’re not going into yet". When asked directly if you could get on a large plate-headed robot's head, Jan answered, "that is something you will see later".

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