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Reirom

PINK FLOYD LANÇA NOVO ALBUM, DEPOIS DE 40 ANOS VALE MEU ALAN PARSONS

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OUÇO FLOYD A SECULOS.,TANTO QUE MALHEI BANDA COM FANS QUE SE JULGAM INTELECTUAIS.TEM ALGUMAS BOAS MUSICAS, MAIS  EFEITOS ESPECAIS DOS SEUS SHOWS SE SOBRESSAIAM  MAIS QUE AS MUSICAS.UMA BANDA COM PSICODELIA. E VARIOS  DOGMAS.  

 

:lolmormor:  :lolmormor:  :lolmormor:

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cromossomo e plural idiota............... aprende a falar. cromossomos.46 ou 23 pares. nao se fala cromossomo e sim cromossomos.

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floyd  E A BANDA QUE MAIS USOU DE EFEITOS ESPECIAIS EM SHOWS.THE WALL E AUTO BIOGRAFIA DE WATER A SOLIDAO,.MUSICAS SONOLENTAS E MODORRENTAS.,NINGUEM GOZA ESCUTANDO FLOOYD. E UMA MUSICA PSICODELICA COM POUCA ALMA. MUSICAS MAIORIA INSTRUMENTAIS NO BAIXO PIANO COM  CUNHO DOGMATICO DE LIBERALISMO. MUSICA DE DROGRADOS

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imbecil qual parte de brilha em voce louco diamente e mais famosa

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POVAO  NAO CURTE FLOYD  EL BARTO LASCÍVIO. TEM ALTA COMPLEXIDADE COM FILOSOFIA E DOGMAS ............ VC E BURRO. E UMA BANDA ELITIZADA AO EXTREMO TANTO QUE MUITOS FANS SAO PSEUDO INTELECTUAIS. POVAO NEM CONHECE.

Dito isto, destacamos nestas poucas linhas um livro de importância filosófica nos debates atuais. Trata-se de “Pink Floyd e a Filosofia”, organizado por Georges A. Reisch, publicado pela editora Madras. Um livro que com certeza não tem o poder de “abalar os alicerces da cidade”, mas que trata de um grupo musical marcante e rebelde para os padrões da música e da sociedade inglesa e norte-americana dos anos 60. Como afirma o organizador: “Poucas bandas na história do rock conseguiram provocar tantas conversas intelectuais profundas e curiosas quanto o Pink Floyd”.

21822166_4.jpg?w=207&h=300O livro tem 19 artigos e a discografia selecionada da banda. Claro que numa coletânea se têm altos e baixos. Temos artigos com mais profundidade e outros mais de ocasião ou mera homenagem. Não há problema nisto. A pretensão da obra é ser uma abertura a mais na filosofia para uma boa reflexão filosófica e tem um objetivo claro: não ser uma obra apenas para iniciados em filosofia. Não pretende ser uma dessas obras filosóficas esotéricas que poucos simulam compreender. Cumprindo este objetivo, já esta de bom tamanho.

 Não apresentaremos todos os ensaios, mas alguns que mais se destacaram na nossa leitura. Começamos com o “Eu odeio Pink Floyd e outros erros que estavam na moda nas décadas de 60 e 70” de Gerge A. Reisch. Trata-se de um texto que nos contextualiza o surgimento do Pink Floyd e as reações da época. Entre 1967 (Sigle Arnold Layne) e 1973 (Dark Side of The Moon), a carreira deles foi cheia de contradições e de reação do público de língua inglesa, inicialmente e até ganharem o mundo. Mas como afirma o autor: “Ouve uma devoção revolucionária ao álbum Dark side of the moon”.

 Um outro artigo e de maior densidade filosófica é “Th. Adorno, Pink Floyd e os psicodélicos da alienação” de Edward Macon. Pelo titulo já fica a ideia de que a briga será grande, por razões de ter Adorno no meio da história. Esse filósofo alemão é conhecido nos Estados Unidos como um “elitista” em termos musicais e avesso por completo à “música popular” e o rock nunca esteve nas preferências dele. O autor faz um “malabarismo conceitual” interessante para contornar a escrita e a posição de Adorno sobre música.

 Numa afirmação polêmica o autor nos informa como Adorno entra na lógica da leitura do Pink Floyd: “Entretanto, não há dúvidas acerca de um possível caminho alternativo para o mundo primitivo desejado (como defende Adorno) que não era tão conhecido quando Adorno escreveu o livro Filosofia da nova música: as drogas alucinógenas” (p.124). Na hipótese do autor, as “técnicas primitivas” de Stravinski de alguma forma se encontram na forma e na técnica musical do Pink Floyd e isto, os liga a uma possível leitura adorniana. Loucura? Mas tem sentido, e dar sentido é papel da filosofia. Um texto provocante e estimulador.

Encontramos na coletânea um conjunto de textos que destacam e comentam a “vida trágica” de Syd Barret, um dos personagens fundamentais no inicio do Pink Floyd. Como bem afirma Erin Kealey: “Barret foi o artista lírico e a voz sedutora do início da banda. Ele foi o primeiro a utilizar máquinas de ressonância e retorno nas apresentações ao vivo. E insistia que as apresentações no palco fossem tão teatrais quanto musicais” (p.262). Merece destaque ainda as leituras que ele fazia de Nietzsche e uma certa comparação feita por um dos colaboradores sobre as vidas de Barret e o filósofo alemão autor da Genealogia da Moral.

 Se Barret foi um “Aristóteles” da banda por suas preocupações com estranhas particularidades e os detalhes incomuns que vivenciava no mundo ao seu redor, Roger Waters – que aos poucos se tornou o principal compositor da banda na ausência de Barret – cultivava interesses bem diferentes, tais quais os de Platão, pelas estruturas das “formas regulares e monolíticas que controlam as características gerais do mundo e de nossa experiência” (p.12). Um dos textos sobre Waters afirma que “Com Dark Side of the Moon, a mente metafísica deles se uniram para criar um álbum que culpa a existência em si” (p.110).

 Por fim, entendemos ao final da coletânea o que é filosófico no Pink Floyd: os temas e as ideias que eles exploraram musicalmente em Meddel ou em Dark Side, como o tempo, a morte, a loucura, a perda ou a empatia, possuem um histórico bastante conhecido e de fundamental importância na história da filosofia Ocidental. Foi assim que, seguindo seu próprio estilo musical inconfundível, o Pink Floyd começou a esclarecer a “verdade das coisas” e a influenciar toda uma geração de jovens inquietos com questões mais profundas da existência ou com a alteração da percepção/audição mediados pelo som.

*Romero Venâncio é professor do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Sergipe

 

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Poucas bandas na história do rock conseguiram provocar tantas conversas intelectuais profundas e curiosas quanto o Pink Floyd”.

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Dark Side of the Moon terceiro album mais vendido da história.

 

POVO NÃO CONHECE :lolmormor:

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HAUHA FUJIU............................ NAO CONHECE BRILHA EM VOCE LOUCO DIAMANTE..........................

 

ANALFABETO EM MAIS DE DEZ PARTES DE MUSICA

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ONDE FALEI QUE SOU FAN FANATICO DE FLOYD CARA PALIDA?

 

AFIRMEI QUE ERA BANDA ELITIZADA E PROVEI AFIRMEI QUE ERA BANDA DE INTELECTUALIDADES E PROVEI.

RESTO  E BARZOFIA. VC NAO CONHECE UMA POLEGADA QUE EU CONHECO DE MUSICAS. TANTO NACIONAL COMO INTERNACIONAL.

 

FLOYD TEM 8 MUSICAS QUE CURTO.  E SO.

RESTO E TRISTE.....


TIME MONEY HIGH HOPES ANOTHER BICK IN WALL WISH YOU HERE HOMONIMA DO BEE GEES E MELHOR E SO.

 

COMFORTABLE NUMBY E DIARREIA MUSICAL......

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Gilmour é maior que Waters. Agora, como disseram: mesmo assim, Waters é parte significativa demais do Floyd para ser ignorado.

É outra banda.

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OUÇO FLOYD A SECULOS.,(...) UMA BANDA COM PSICODELIA. E VARIOS  DOGMAS.  

 

JÁ ESSA DESCRIÇÃO DEVEIO CLAREZA E RIGOR ANALÍTICO.

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PERDAO EL BARTO E HUGO.

 

fui agressivo sem motivos.

 

pc tem placa de som com conflito mermao. ajeitei

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caralho topicos do rei sobre musica sao bons demais que isso mermao

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Maior banda de todos os tempos com ou sem águas

 

Aguardando o cd com o paul na mão aqui

 

GrayFox

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Eu achei, de acordo com a proposta, um albúm maravilhoso. Uma belíssima homenagem ao grande Rick Wright.

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Eu achei, de acordo com a proposta, um albúm maravilhoso. Uma belíssima homenagem ao grande Rick Wright.

 

Muito bom. Quem curte aquelas passagens viajantes tipo o começo da Shine On vai adorar. 

 

Em geral não vejo como quem curte PF e progressivo não gostar desse álbum. Tenho um livro sobre o estilo em que o autor até coloca sua preferência por obras instrumentais, deve estar tendo orgasmos múltiplos. 

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Muito bom. Quem curte aquelas passagens viajantes tipo o começo da Shine On vai adorar. 

 

Em geral não vejo como quem curte PF e progressivo não gostar desse álbum. Tenho um livro sobre o estilo em que o autor até coloca sua preferência por obras instrumentais, deve estar tendo orgasmos múltiplos. 

 

 

Acho que já é o meu favorito da fase Gilmore justamente por ser quase inteiro instrumental.

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ouvi falar q é apenas um disco de sobras do division bell com todas as musicas instrumentais, menos uma

 

 

se for verdade, nao entendo qual é o mote de um artista consagrado lançar um album "caça niquel" nos dias atuais.  hj em dia se ganha dinheiro com show dizem

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Sim, ele é todo instrumental menos uma. Sim, é um disco com sobras do DB. Sobras que em sua maioria tiveram uma participação gigantesca de Rick Wright e o albúm foi lançado com essa proposta, de ser um homenagem.

 

Como disse o Sérgio, sendo fã de Pink Floyd e música progressiva é impossível não gostar. O disco é muito bom mesmo.

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