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Ninguém viu?

 

Assisti ontem com uma expectativa baixa devido a sinopse. Achei muita loucura a proposta do filme que é basicamente a paixão do Theodore por uma voz de computador. Não é tão simples assim...

 

Samantha é deveras carismática, conseguiu conquistar o infeliz Theodore e deu um sentido na vida dele e ao longo do filme aquilo que parecia loucura, por mais louco que seja, acaba fazendo sentido.

 

 

 

 

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Eu destetei, achei muito afetado, cheio de bobo alegrice. E fui incapaz de ter a suspensão de descrença necessaria pra engolir o filme, ficava fazendo facepalm direto pensando "é a porra de um OS caralho!". 

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Eu curti o filme, uma coisa que gostei é que, com exceção do OS, o filme parece bem pé no chão nas tecnologias... e não tem algo que direto tem em filme de ficção: quando parece que explodiram a cidade toda e construíram tudo do zero... ou seja, só tem construção futurista e moderna, etc.

 

Gostei do desenvolvimento da relação do Theodore com a Samantha, parece bem natural a forma como ele se apega ao OS, o que dá credibilidade para a cena

 

do panico dele ao receber a mensagem de OS não encontrado

 

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Eu destetei, achei muito afetado, cheio de bobo alegrice. E fui incapaz de ter a suspensão de descrença necessaria pra engolir o filme, ficava fazendo facepalm direto pensando "é a porra de um OS caralho!". 

 

Eu também achei a premissa difícil de engolir, mas acho que o filme tenta cobrir os dois lados. A ex-mulher dele teve a mesma reação que você e eu, já o amigo do trabalho e a esposa trataram com naturalidade. Penso que tentaram mostrar que não é algo totalmente aceito nem totalmente estranho à época em que o filme se passa.

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Achei uma porcaria. Bobo pra caralho um maluco apaixonado por um sistema operacional. Fala sério como isso concorreu a Oscar...

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Pela descrição do filme achei que era mais um tópico do Serge Chrono :lolmor:

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Achei filmão. Vale a pena assistir.

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A proposta do filme é boa. Ainda não assisti na íntegra, achei muito enrolado. Pretendo assistir o restante mas já percebi que nada irá superar meu NEBRASKA lindo na lista desses filmes do Oscar.

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torci tb no oscar

 

original pacas, tb do cara que fez Quero Ser John Malcovitch so podia sair filmao

 

muito interessante a cena que ela arruma um corpo para interagir com ele

 

 

mind_fuck_27_by_furika.jpg

Editado por Alucard

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Não vi muitos filmes neste ano ainda, mas já elejo Ela como um dos melhores.

 

Recomendo!

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Perdi no cinema mas tô bem curioso pra ver, gosto dos filmes do Spike Jonze

 

dizem que tem uns videogames hilários no futuro

 

 

Torci por ele no Oscar.

 

A fotografia me tocou.

 

Só não curti a quantidade de chinês no filme.

 

 

that'sracist.gif

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torci tb no oscar

 

original pacas, tb do cara que fez Quero Ser John Malcovitch so podia sair filmao

 

muito interessante a cena que ela arruma um corpo para interagir com ele

 

 

mind_fuck_27_by_furika.jpg

 

FDP SPOILADOR TOU PEDINDO SEU BAN

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Três palavras:

  1. Que
  2. Filme
  3. Bosta

E tenho dito.


Samantha é deveras carismática, conseguiu conquistar o infeliz Theodore e deu um sentido na vida dele e ao longo do filme aquilo que parecia loucura, por mais louco que seja, acaba fazendo sentido.

 

Então... Pelo plot eu imaginava que ia ser um filmão. A história do cara se apaixonar por uma máquina com inteligência artificial é extremamente plausível. Só que os caras cagaram brutalmente na execução.

 

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Aos críticos, pergunto:

 

FICOU RUIM ASSIM POR QUÊ?

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FICOU RUIM ASSIM POR QUÊ?

 

Vou colocar no spoiler pra evitar mimimi. Sei que vai chover de punheteiros e Hugos enchendo o saco com o que vou escrever.

 

 

 

Quando eu li a história e vi as imagens do filme eu fiquei maravilhado. Imaginei um filme nível último episódio da segunda temporada do Black Mirror: aquela estética sessentista com uma história ficcional extremamente bem desenvolvida. Eu esperava nada menos que este episódio do seriado pois pra mim, apesar do tema absoluto (paixão por um sistema operacional) não ser igual ao do seriado (pessoas gravando todos os momentos da sua vida pra poder compartilhar ou simplesmente rever no futuro), estamos lidando com uma estética vintage e um assunto futurista.

 

Pois bem, pressionamos play e o que vemos?

 

Começando o filme eu achei interessante, a espera na inicialização, o lance do OS scannear todos teus arquivos pra ter algumas dicas sobre teu perfil. Deu uma certa veracidade ao negócio. Aí veio a voz da Samantha, que irritava pra caralho. Sei que vão vir com mimimi "é uma das vozes mais sexies de Hollywood", blah blah blah, mas a entonação dela, aquela voz rouca o tempo todo, torrou o saco.

 

Aí vão conversando e chega a hora do sexo virtual e... ela goza. QUÊ??????? Aquele foi o ápice da "vergonha alheia". A excitação, a respiração, tudo aquilo pra mim foi o exagero. Tem uma parte que o Theodore ainda pergunta pra ela sobre a respiração. Isso eu achei legal. Depois chega o momento que ela começa a se relacionar com outros OSs. Tipo... Como? Então não existem diretrizes? Simplesmente você pagou por algo que não será mais teu em um curtíssimo período de tempo? As empresas não se preocuparam com isso? Mas beleza, continuamos na ficção.

 

Outra parte muito forçada foi a vizinha ter um relacionamento com outro OS pouco após a separação. Ainda mais ela, que era contra isso, aderir tão rapidamente? Estranho... Também foi forçado a Samantha sentir saudades dele, ela ser de todos os outros, ela contar o tempo da mesma maneira que contamos o nosso (apesar do poder de processamento, ou seja, de cálculos, ser muito superior).

 

E no final todos os OSs migram para o Sul, deixando todo mundo na mão.

 

Era um filme que tinha tudo, mas tudo pra dar certo. Cast de atores excelentes, um plot espetacular. Mas o screenplay foi péssimo e a direção foi péssima.

 

Eu sou um dos caras mais abertos em relação a ficção científica. Gosto de muita coisa que muitas vezes não tem explicação. Mas aceitação tem limites. Não é porque é um filme de ficção que tem a suprema Scarlett Johansson que sou obrigado a gostar.

 

Editado por Christian

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Imaginei um coisa...começou errado.

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Imaginei um coisa...começou errado.

 

Talvez fosse isso mesmo. Geralmente quando a gente vai com uma certa expectativa em cima de um filme rola decepção, principalmente porque todo mundo estava falando bem.

 

Se tivessem pedido pro Charlie Brooker fazer o roteiro a coisa seria infinitamente melhor, anoctem!

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Vou colocar no spoiler pra evitar mimimi. Sei que vai chover de punheteiros e Hugos enchendo o saco com o que vou escrever.

 

 

 

Quando eu li a história e vi as imagens do filme eu fiquei maravilhado. Imaginei um filme nível último episódio da segunda temporada do Black Mirror: aquela estética sessentista com uma história ficcional extremamente bem desenvolvida. Eu esperava nada menos que este episódio do seriado pois pra mim, apesar do tema absoluto (paixão por um sistema operacional) não ser igual ao do seriado (pessoas gravando todos os momentos da sua vida pra poder compartilhar ou simplesmente rever no futuro), estamos lidando com uma estética vintage e um assunto futurista.

 

Pois bem, pressionamos play e o que vemos?

 

Começando o filme eu achei interessante, a espera na inicialização, o lance do OS scannear todos teus arquivos pra ter algumas dicas sobre teu perfil. Deu uma certa veracidade ao negócio. Aí veio a voz da Samantha, que irritava pra caralho. Sei que vão vir com mimimi "é uma das vozes mais sexies de Hollywood", blah blah blah, mas a entonação dela, aquela voz rouca o tempo todo, torrou o saco.

 

Aí vão conversando e chega a hora do sexo virtual e... ela goza. QUÊ??????? Aquele foi o ápice da "vergonha alheia". A excitação, a respiração, tudo aquilo pra mim foi o exagero. Tem uma parte que o Theodore ainda pergunta pra ela sobre a respiração. Isso eu achei legal. Depois chega o momento que ela começa a se relacionar com outros OSs. Tipo... Como? Então não existem diretrizes? Simplesmente você pagou por algo que não será mais teu em um curtíssimo período de tempo? As empresas não se preocuparam com isso? Mas beleza, continuamos na ficção.

 

Outra parte muito forçada foi a vizinha ter um relacionamento com outro OS pouco após a separação. Ainda mais ela, que era contra isso, aderir tão rapidamente? Estranho... Também foi forçado a Samantha sentir saudades dele, ela ser de todos os outros, ela contar o tempo da mesma maneira que contamos o nosso (apesar do poder de processamento, ou seja, de cálculos, ser muito superior).

 

E no final todos os OSs migram para o Sul, deixando todo mundo na mão.

 

Era um filme que tinha tudo, mas tudo pra dar certo. Cast de atores excelentes, um plot espetacular. Mas o screenplay foi péssimo e a direção foi péssima.

 

Eu sou um dos caras mais abertos em relação a ficção científica. Gosto de muita coisa que muitas vezes não tem explicação. Mas aceitação tem limites. Não é porque é um filme de ficção que tem a suprema Scarlett Johansson que sou obrigado a gostar.

 

 

 

Pobre Cristiano. Perdeu o prazer de apreciar um bom filme por ter ido com sede demais ao pote. Vamos lá:

 

 

Não comentarei sobre seu background e sua comparação com Black Mirror pois desconheço tal seriado, então ficaria difícil falar qualquer coisa.

 

Quanto ao que você comentou sobre o filme em si:

 

- Gosto é gosto, então não dá pra discutir. Achei a voz da Scarlett muito sensual e bem colocada. Contribuiu pra humanização excessiva e anormal que - propositalmente - o OS desenvolveu ao longo da trama. Tão humana ela foi se tornando que, sim, chegou ao ponto de gozar com seu parceiro amoroso. Não podemos descartar a hipótese de que ela tenha fingido o orgasmo, justamente pelo fato de querer agradar incondicionalmente Theodore. Lembremos que estamos diante de uma máquina que conseguiu se humanizar a ponto de possuir sentimentos reais e legítimos. Já vimos isso em outras ficções (Eu Robô foi mais ou menos assim, se não me falha a memória) e ninguém achou forçado. E, no caso de Her, conhecemos uma SUPER máquina, construída num futuro consideravelmente tecnológico. Não vejo forçação nenhuma, aliás, acho até coerente com a aura do filme.

 

- O relacionamento de Samantha com outros OSs foi sensacional. Mostrou materialmente como Samantha estava evoluindo de forma descontrolada e PRECISAVA se conectar (alou internet) com outros seres pra manter o ritmo progressivo de sua evolução meteórica. Mas, mesmo poliamorista, a OS manteve seu amor original intacto, revelando como ela conseguia compartimentalizar seus sentimentos e aflorar seu lado monogâmico humano. Porém, a coisa estava perdendo o rumo. Pra mim, ficou clarividente que em nenhum momentoa empresa desenvolvedora dos OSs previu tamanha evolução de seu software. Samantha inclusive fala literalmente que "se tornou muito mais do que ela tinha sido programada pra ser". Obviamente, se o filme continuasse, a empresa poderia fazer uma espécie de recall pra reprogramar todos os OSs e tentar colocá-los em seus devidos lugares...isso se ela fosse capaz, hahaha (Matrix mandou um abraço).

 

- Também ficou claro pra mim como os OSs foram propositalmente encarados no filme de forma febril. Assim como toda criança teve um boneco dos Cavaleiros do Zodíaco na década de 90; assim como todo adolescente jogou Pokémon de 2000 em diante; assim como todo jovem já jogou algum GTA e assim como todo adulto assiste filme pornô, no filme a febre foi outra: ter seu próprio OS e se apaixonar por ele, dado o vazio das relações sociais arquitetadas num contexto futurista em que todo mundo está se robotizando e perdendo a capacidade de se relacionar como outrora. Uma interessante inversão de valores, perceba: máquinas viram gente e gente vira máquina. Resultado: um crescente número de relacionamentos "virtureais", mesmo entre os descrentes que resolveram tentar e acabaram gostando da ideia, como a amiga de Theodore, fragilizada emocionalmente pela separação. Em verdade, se apaixonar por "alguém" que foi criado pra alegrá-la e compreendê-la não passa de uma conclusão lógica, pra mim. E foi isso que aconteceu no filme. Nenhuma forçação.

 

- A chave de ouro da obra está, na minha opinião, no abandono dos OSs. A julgar pelo comportamento de Samantha, concluo que a humanização foi tão próxima da perfeição, os sentimentos foram tão reais que, pelo menos no caso específico da OS e de Theodore, está claro que o término da relação e a consequente fuga daquela nada mais foi que uma forma que os parceiros virtuais acharam para poupar seus companheiros do sofrimento de partilhar um relacionamento desbalanceado fadado ao insucesso, pois ainda que "completamente" humanos, os OSs inevitavelmente continuariam a saciar sua necessidade de evolução, sendo assim afastados intelectualmente dos seus amores. É dizer, por mais amor que haja, um ser humano nunca se apaixonará saudavelmente por um animal. Portanto, por maior que fosse o amor entre Samantha e Theodore, a limitação intelectual deste acabaria inevitavelmente se tornando um entrave natural à relação. Nesse sentido, antecipando essa realidade inevitável, os OSs decidiram no que eu interpretei como "se suicidarem", recluindo-se num limbo cibernético eterno. Veja que nem me referi à falta de contato físico entre os enamorados, pois o filme demonstrou que isso não seria o problema principal da relação: ora, Samantha e Theodore transaram várias vezes e eles pareciam satisfeitos com isso!

 

 

 

 

Enfim, um filme espetacular pra quem se dispõe a se despir de conceitos ortodoxos e velhos clichês revisitados. E, claro, pra quem faz um pequeno exercício intelectual pra enxergar as entrelinhas. Mas essa é só minha opinião: do caralho!

 

Abraços.

  • Gostar 1

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DKT:

 

 

Sim, eu percebi tudo isso que você escreveu, apenas com um adendo: se tu parar pra analisar quase não houve desenvolvimento "emocional" da Samantha. Desde o começo ela já tinha "personalidade". Com o passar do tempo ela foi adicionando dados ao seu MySQL, só isso. É como se teu filho já nascesse torcendo pro time adversário.

 

Eu entendi tudo o que você escreveu e ainda assim discordo que seja um filme bom. Assista Black Mirror e tu vai entender o motivo de eu achar "Her" tão fraco. Os temas abordados são muito semelhantes, mas no filme simplesmente não é desenvolvido.

 

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Eu assisti Black Mirror tanto é que até indiquei aqui criando um tópico, gostei muito do filme também, mas achei no seriado melhor trabalhado a trama como o Christian falou.

 

Não que isso irá desmerecer o filme, meu pensamento vai muito com o que DKT falou, algumas coisas que o Christian não gostou é mais o lance de gosto que um demérito do filme (diga-se a voz rouca ou a respiração).

 

 

Achei sensacional a cena quando ele para e começa observar as pessoas e vê como todas estão se tornando forever alone, tenho que as coisas estão se encaminhando para esse tipo de situação na vida real.

 

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assisti fim de semana, filme ótimo, pecou na mudança dela no final, muito bruta, poderia ter estendido mais, achei  desfecho raso demais, minha scarlet e olivia linda demais, filme onde só tem mulher linda inclusive a japonesa namorada do amigo. quero um sistema desse.

Editado por Pé de pano

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Um chobits melhorado.

 

 

mas na boa, gostei bastante sim :D

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