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Sir Digby Chicken Caesar

[PC/Next-Gen]Cyberpunk 2077 - Brazil Edition na ultima pagina

Posts Recomendados

 

7 horas atrás, psg1 disse:

 

Da a impressão que acham que isso é exclusivo da indústria de jogos...

 

7 horas atrás, psg1 disse:

 

Não foi para voce não.

A mídia de jogos é que cobre esses acontecimentos como se fosse a ultima bolacha recheada, algo exclusivo da iluminada e vanguardista indústria deles.

 

É como eu disse. O canalha do Jason Schreier é o principal romantizador/dramaturgo dessa merda, toda vez a mesma coisa. Mídia gamer...já vai tarde e não fará falta.   

Editado por Marcelo Roffer

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1 hora atrás, Marcelo Roffer disse:

É como eu disse. O canalha do Jason Schreier é o principal romantizador/dramaturgo essa merda, toda vez a mesma coisa. Mídia gamer...já vai tarde e não fará falta.   

 

Mas perae, crunch tá certo agora só pq ele não é exclusivo do setor de games?

 

E prefiro uma mídia gamer dessa do que reviewzinho comprado de youtuber ou rant de fanboy.

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O certo é fazerem o mesmo que muitos já fizeram, inclusive na CD Projekt Red. Procurar condições melhores, se está assim tão ruim, e sair do estúdio. O que se vê toda vez nessas reportagens do Jason Schreier (inclusive nessa) são situações como por exemplo, um operador de perfuradora de poços de petróleo, reclamando que tem que operar uma perfuradora de poços de petróleo. E o Jason Schreier colocando isso como se o cara estivesse tendo que realizar o trabalho não mais com uma perfuradora, mas manualmente e agora usando uma colher de chá, sem comer, beber ou dormir. O que qualquer um nota que não é a verdade. 

 

Foi o mesmo caso da vez que ele ficou enchendo o saco por conta do "design" (por conta dos peitos da personagem) da Sorceress de Dragon's Crown, e o George Kamitani enfiou os dois dedos no cu dele. O cara ficou tão obcecado com aquilo que começou a perseguir a interprete americana da voz da personagem, querendo arrancar alguma coisa dela. Uma declaração feminista que fosse contra a personagem, queria de qualquer maneira induzir ela a dizer que achava aquilo um abuso, hipersexualição da mulher ou qualquer outro assunto que ele conseguisse "criar fatos" em cima.

 

O que aconteceu? Ela praticamente mandou ele ir tomar no cu. Publicou inclusive o email que ele havia enviado para ela e a resposta, onde ela pedia encarecidamente que ele parasse de importuna-la, pois aquele havia sido um dos trabalhos que ela tinha muita satisfação de ter participado ( o jogo mais vendido da Vanilaware ) e gostava muito da personagem e da recepção que o jogo teve no ocidente.

 

Não adianta ficar choramingando que estão tendo que se sujeitar a algo que estavam cientes ser inerente do trabalho que aceitaram e profissão que escolheram. Como eu disse, tirando assedio moral ou de qualquer outra natureza, basta não aceitar as condições se não está satisfeito. Ninguém vai valorizar seu trabalho se você mesmo não se valorizar.

 

No mundo ideal, "abusos de verdade" em qualquer área de trabalho, obviamente não são certos, mas o mundo não é ideal. Não são as reportagens do Jason Schreier, ou de qualquer outro que vão mudar nada disso. 

Editado por Marcelo Roffer

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1 hora atrás, qqt disse:

Mas perae, crunch tá certo agora só pq ele não é exclusivo do setor de games?

 

E prefiro uma mídia gamer dessa do que reviewzinho comprado de youtuber ou rant de fanboy.

 

É inerente de se trabalhar com projeto praticamente. Vai atrasar e vai ter mudança de escopo na ultima hora. Principalmente nessa área onde no começo eles mal tem uma escopo fechado.

Se não estão satisfeitos com as condições ou virem freelancer ou toquem os seus próprios projetos. Por ser uma indústria "sonho" de um monte de profissional, mão de obra não falta. E o pessoal do médio escalão não recebe tão mal assim como pintam.

 

"Sad" but true.

Editado por psg1

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Mundo tá muito bosta, muita choradeira em todo canto. A remuneração desse povo pelas horas extras deve ser 1 pacote de bolacha passatempo, 2 paçoquitas e 1 suco de arminha daqueles que vendiam na rodoviária. 

 

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24 minutos atrás, dox disse:

Mundo tá muito bosta, muita choradeira em todo canto. A remuneração desse povo pelas horas extras deve ser 1 pacote de bolacha passatempo, 2 paçoquitas e 1 suco de arminha daqueles que vendiam na rodoviária. 

 

 

:lolmor: Fora as chibatadas que levam com galho de aroeira até sangrar. Mas cada vez mais, parece que é exatamente isso ai que o Jason Schreier quer que o publico dele pense. 

 

E o pior de tudo, nenhum quer largar o osso e cair de volta para a concorrência pesada do mercado de trabalho, principalmente nesse atual do mundo dos jogos e artes visuais. 

 

Bem vindo dox! Primeiro post e já merece um like.

Editado por Marcelo Roffer

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Poucas pessoas reclamam de crunch moderado e pontual. Agora a minha experiência com crunch pesado e longo foi miserável e infelizmente troca de emprego não era uma opção trivial por conta de responsabilidades e outros fatores, como imagino ser o caso de muita gente.

 

Porém estou trazendo minha experiência pessoal de outra área e desvirtuando o tópico, então paro por aqui. Só digo que crunch irresponsável não deveria ser normalizado.

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5 horas atrás, Marcelo Roffer disse:

O certo é fazerem o mesmo que muitos já fizeram, inclusive na CD Projekt Red. Procurar condições melhores, se está assim tão ruim, e sair do estúdio. O que se vê toda vez nessas reportagens do Jason Schreier (inclusive nessa) são situações como por exemplo, um operador de perfuradora de poços de petróleo, reclamando que tem que operar uma perfuradora de poços de petróleo. E o Jason Schreier colocando isso como se o cara estivesse tendo que realizar o trabalho não mais com uma perfuradora, mas manualmente e agora usando uma colher de chá, sem comer, beber ou dormir. O que qualquer um nota que não é a verdade. 

 

Foi o mesmo caso da vez que ele ficou enchendo o saco por conta do "design" (por conta dos peitos da personagem) da Sorceress de Dragon's Crown, e o George Kamitani enfiou os dois dedos no cu dele. O cara ficou tão obcecado com aquilo que começou a perseguir a interprete americana da voz da personagem, querendo arrancar alguma coisa dela. Uma declaração feminista que fosse contra a personagem, queria de qualquer maneira induzir ela a dizer que achava aquilo um abuso, hipersexualição da mulher ou qualquer outro assunto que ele conseguisse "criar fatos" em cima.

 

O que aconteceu? Ela praticamente mandou ele ir tomar no cu. Publicou inclusive o email que ele havia enviado para ela e a resposta, onde ela pedia encarecidamente que ele parasse de importuna-la, pois aquele havia sido um dos trabalhos que ela tinha muita satisfação de ter participado ( o jogo mais vendido da Vanilaware ) e gostava muito da personagem e da recepção que o jogo teve no ocidente.

 

Não adianta ficar choramingando que estão tendo que se sujeitar a algo que estavam cientes ser inerente do trabalho que aceitaram e profissão que escolheram. Como eu disse, tirando assedio moral ou de qualquer outra natureza, basta não aceitar as condições se não está satisfeito. Ninguém vai valorizar seu trabalho se você mesmo não se valorizar.

 

No mundo ideal, "abusos de verdade" em qualquer área de trabalho, obviamente não são certos, mas o mundo não é ideal. Não são as reportagens do Jason Schreier, ou de qualquer outro que vão mudar nada disso. 

 

Cara, esse foi um dos posts mais absurdos que eu li por aqui. Por partes:

  • Os incomodados que saiam: o crunch no setor é generalizado, literalmente não tem praonde correr. E não, isso não é papo de kotaku da vida, isso é tópico abordado pela gamesindustry e outros sites sérios tem tempo. É papo de 70 horas de trabalho semanal por períodos acima de 6 meses. Vc acha realmente isso normal?
  • A pessoa não pode reclamar de se sujeitar algo que estava ciente a ser inerente do trabalho. Se vc pegar o contrato de alguém, duvido que vc tá ter uma cláusula bacana de 80 horas semanais com finais de semana sem pagamento de hora extra. Acho que todo mundo que trabalho aqui sabe como a coisa funciona, é pura cultura: todo mundo fica até mais tarde, vc se sente obrigado a ficar tb, se vc sai no horário normal vc é traidor, etc. Isso quando a coisa já não vai pro assédio moral de fato, culminando num burnout lindo.
  • "Basta não aceitar". Mundo tá brotando emprego né? Pessoal tem família pra sustentar, ninguém é kamikaze nesse nível.
  • "Nada vai mudar isso". Bocar a boca no trombone funciona tanto que, pelo menos, estão largando a porrada nas developers por fazer crunch. Antigamente o pessoal nem sabia que a parada é assim... Aliás, seguindo a sua lógica, é justamente por conta dessas reportagens que a pessoa que entra nessa indústria não pode reclamar de não saber que isso é inerente ao trabalho.

No fundo, eu torço pra que aconteça exatamente o que vc falou: os incomodados que se retirem. Numa indústria que precisa de mão de obra barata e especializada, um abandono em massa do setor implica em colapso das empresas. E esse tipo de coisa é movimento organizado, algo que já tá tomando corpo com conversas pra criar sindicato de developers.

 

"MAS QQT, ISSO NÃO VAI DAR EM NADA". Falaram a mesma coisa da greve do escritores lá em 2007-2008... Deu no que deu.

Editado por qqt

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3 horas atrás, qqt disse:

 

 com conversas pra criar sindicato de developers.

 

 

Realmente já houve conversas sobre criação de sindicatos, e eu sabia que essa "solução" iria ser abordada em algum momento na discussão sobre o assunto. qqt, quem quiser continuar a esperar a solução de seus problemas (no caso esse do "crunch" da indústria dos jogos) vindo pelas mãos de terceiros, deve continuar a reclamar e esperar. Eu acredito que continuarão esperando por um bom tempo, mesmo com a intervenção e olhar vigilante do Jason Schreier.   

 

Editado por Marcelo Roffer

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A velha venda do sonho que todo sonhador adora e compra, afinal querem seus nomes entre as estrelas. Sabem que é preciso construir uma escada para chegar até lá, mas reclamam quando percebem que não é tão fácil, e ainda assim tem outros brigando na fila por sua vez de tentar.

 

Bernie Sanders applauds the gaming industry’s push for unionization

‘The workers responsible ... deserve to collectively bargain as part of a union,’ Sanders said

 

https://www.theverge.com/2019/6/18/18683690/bernie-sanders-video-game-industry-union-riot-games-electronic-arts-ea-blizzard-activision

 

BERNIE SANDERS WANTS THE VIDEO GAME INDUSTRY TO UNIONIZE

The video game industry generates billions of dollars in revenue, yet not much of that revenue goes to the developers who make the games

 

https://geekspin.co/bernie-sanders-wants-the-video-game-industry-to-unionize/

 

Bernie Sanders e sindicalização da indústria dos jogos, imagino quem teve mais temor disso realmente acontecer.

 

Editado por Marcelo Roffer

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10 horas atrás, qqt disse:

 

Cara, esse foi um dos posts mais absurdos que eu li por aqui. Por partes:

  • Os incomodados que saiam: o crunch no setor é generalizado, literalmente não tem praonde correr. E não, isso não é papo de kotaku da vida, isso é tópico abordado pela gamesindustry e outros sites sérios tem tempo. É papo de 70 horas de trabalho semanal por períodos acima de 6 meses. Vc acha realmente isso normal?
  • A pessoa não pode reclamar de se sujeitar algo que estava ciente a ser inerente do trabalho. Se vc pegar o contrato de alguém, duvido que vc tá ter uma cláusula bacana de 80 horas semanais com finais de semana sem pagamento de hora extra. Acho que todo mundo que trabalho aqui sabe como a coisa funciona, é pura cultura: todo mundo fica até mais tarde, vc se sente obrigado a ficar tb, se vc sai no horário normal vc é traidor, etc. Isso quando a coisa já não vai pro assédio moral de fato, culminando num burnout lindo.
  • "Basta não aceitar". Mundo tá brotando emprego né? Pessoal tem família pra sustentar, ninguém é kamikaze nesse nível.
  • "Nada vai mudar isso". Bocar a boca no trombone funciona tanto que, pelo menos, estão largando a porrada nas developers por fazer crunch. Antigamente o pessoal nem sabia que a parada é assim... Aliás, seguindo a sua lógica, é justamente por conta dessas reportagens que a pessoa que entra nessa indústria não pode reclamar de não saber que isso é inerente ao trabalho.

No fundo, eu torço pra que aconteça exatamente o que vc falou: os incomodados que se retirem. Numa indústria que precisa de mão de obra barata e especializada, um abandono em massa do setor implica em colapso das empresas. E esse tipo de coisa é movimento organizado, algo que já tá tomando corpo com conversas pra criar sindicato de developers.

 

"MAS QQT, ISSO NÃO VAI DAR EM NADA". Falaram a mesma coisa da greve do escritores lá em 2007-2008... Deu no que deu.

 

Disse tudo e digo mais

 

Uma coisa é esse crunch de pouco mais de 1 mês, com compensação e divisão de lucros. Outra coisa é exploração por meses a fio sem ganhar nem um tapinha nas costas. Ainda bem que hoje a informação voa e esses engravatados cornos estão tirando o pé.

 

Já tive que trabalhar 32h seguidas num projeto por causa de um fdp dono de estudio que se achava a estrelinha. Cara, eu fiquei bebado sem beber, cheguei a ouvir vozes. Ele já montou outras duas equipes depois que saí, ambas queriam fazer um motim. Eu mesmo queria escovar a cara dele no soco. E o pior é que é o legítimo fdp que sempre tem os inocentes na volta que acabam glorificando o trabalho "dele" sem saber quem realmente ele é. 

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8 horas atrás, Snake Returns disse:

 

Disse tudo e digo mais

 

Uma coisa é esse crunch de pouco mais de 1 mês, com compensação e divisão de lucros. Outra coisa é exploração por meses a fio sem ganhar nem um tapinha nas costas. Ainda bem que hoje a informação voa e esses engravatados cornos estão tirando o pé.

 

Já tive que trabalhar 32h seguidas num projeto por causa de um fdp dono de estudio que se achava a estrelinha. Cara, eu fiquei bebado sem beber, cheguei a ouvir vozes. Ele já montou outras duas equipes depois que saí, ambas queriam fazer um motim. Eu mesmo queria escovar a cara dele no soco. E o pior é que é o legítimo fdp que sempre tem os inocentes na volta que acabam glorificando o trabalho "dele" sem saber quem realmente ele é. 

 

Foi como eu havia dito antes e você lembrou mais uma vez uns posts atrás Snake. Quando o pessoal está trabalhando extra sem receber nada por isso (o que não é o caso da CD Red como você também apontou), alguma atitude precisa ser tomada. Mas primeiramente e principalmente por quem está passando por isso. Se tornar um escravo voluntariamente e sem estar acorrentado ao lugar ou sobre coerção por ameaça física, não é uma situação muito fácil de compreender. 

 

Muito tempo atrás eu também já realizei um trabalho como freelancer para um estúdio de design em São Paulo, isso por indicação de um amigo (e ex colega de Universidade) que trabalhava lá. O diretor de arte era um tremendo filhodaputa de merda, que era parente de um dos donos do estúdio. Fiz minha parte no projeto, recebi e pulei fora. Mas me mantive a margem, disponível para alguma consulta que esse meu amigo viesse a precisar com alguma outra parte do projeto, a equipe dele era toda composta por pessoas jovens (como já apontamos, os que costumeiramente entram nessas situações por conta da ilusão/sonho dos grandes estúdios) e com pouco experiência mesmo em suas áreas de especialização.  

 

Não demorou muito para ele entram em contato comigo, inclusive em um sábado as 11:00 da noite e ainda no estúdio. Depois de muitos trancos e barrancos entregaram o projeto, como sempre quem recebeu os louros foi o filhodaputa nojento do diretor de arte. Aquele velho esquema de sempre: "os erros são da equipe, os sucessos são meus". Meu amigo e a equipe, foram pagos pelos extras (e estafa mental subsequente) com um happy hour em um barzinho chic de São Paulo, para o qual eu inclusive fui convidado mas educadamente recusei (não gosto muito de bares ou ambientes com pessoas embriagadas :lolmor:). Enquanto o diretor de arte e os playboys donos do estúdio, foram para a Europa tirar uma folga do trabalho árduo que não realizaram.

 

Quando ele me contou, eu simplesmente ri da cara dele e novamente o aconselhei sobre oque fazer. Ele continuou no estúdio por mais um tempo, até que pouco tempo depois de entrarem em um novo projeto, uma garota da equipe de arte final simplesmente surtou durante uma reunião. Na mesma semana ele também pulou fora.

 

Depois acabou indo trabalhar em um outro estúdio, junto de um outro amigo nosso, em condições dignas em que mesmo antes da pandemia, ele já trabalhava mais em home office do que presencialmente. Mais um que se fodia por estar agarrado a uma ilusão, e a maioria desses casos na indústria infelizmente são casos assim.    

Editado por Marcelo Roffer

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o cara fala de horas extras

 

 

nao de horas extras sem receber, parem com demencia

nem no brasil isso acontece em qquer empresa media para cima

 

que dira nuam grande empresa

 

menos

 

hora extra e barata (pelo menos no Brasil), compensa bem mais do que contratar mais gente e ter toda burocracia

 

porem dizer que a pessoa faz 72 horas por semana inves de 40 por 6 meses e totalmente irreal e simplesmente seria muito mais compensatorio contratar mais gente.

nao tem logica essas alegacoes

 

 

ate pq vamos dizer que a pessoa trabalhe 12 horas por dia, 4 horas de hora extra o que e bastante coisa

60 horas, 72 horas seria 12 horas incluso sabado

 

nao existe isso, ainda mais sem receber

 

o da naughty dog foi o caso de gente saindo 21 da noite

so esqueceram de avisar que comecavam a trabalhar la as 10 da manha

ou seja horario normal de sair seria as 19:00

 

nossa , que crush terrivel

 

 

 

 

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Tudo rigorosamente de acordo com as leis trabalhistas da Polônia (que certamente não deve ser como no Brasil), com o consentimento dos envolvidos e devidamente remunerado. "Crunch" na CD Projekt Red, simplesmente mais um dos artigos desonestos e com detalhes que o Jason Schreier sempre faz questão de "omitir". Consigo até prever a próxima matéria logo após o lançamento do jogo, seja lá quando vier a acorrer:

 

"Cyberpunk 2077 é um sucesso de vendas, critica e publico, mas dev "anônimo" do estúdio revela como foi o "crunch" durante toda a produção. 

Muito trabalho a fazer e ameaças constantes. Adan Badowski andava o dia todo pelo estúdio com um chicote na cintura. Isso precisa terminar! 

By Jason Schreier "

 

A empenho hercúleo da "mídia gamer" ( que vai cada vez a passos mais largos para o buraco) em querer destruir o estúdio e o jogo, é incrível. Já inventaram tudo quanto é tipo de merda e mentira para tentar descreditar a CD Red . Que o jogo era transfóbico, xenofóbico, misógino, aquela conversa fiada sobre representação cultural e discriminação com os Voodoo Boys e os Animals foi de vomitar. Que o jogo ia ter esquemas de microtransações, e a CD Red já havia dito que seria apenas no multiplayer, que é um outro jogo totalmente a parte e sabe-se lá quando vai sair. Os filhosdaputas não sabem absolutamente porra nenhuma sobre o universo do jogo. Até do Mike Pondsmith já foram encher o saco. 

 

Quero muito ver se o Jason vai escrever alguma matéria criticando as microtransações no multiplayer de Cyberpunk 2077, uma vez que já defendeu a pratica nos jogos da Ubi, EA e etc.... Toda vez que eu vejo esse tipo de matérias da mídia gamer, eu abro o link do "Obrigado e Adeus" da Kotaku UK, dou risada e lembro que todas as outras também já estão com a corda no pescoço e na fila. A maioria do publico já procurou fontes melhores de informação sobre o mundo dos jogos e, os poucos que restaram ainda dando algum view, já estão pulando fora também.  

 

 

Com 12 anos de exploração desumana dos funcionários, fica fácil ter uma distribuidora de jogos e, ajudar a CD Red a chegar (ao menos uma vez foi, mas espero que se torne permanente em algum momento) a ter um valor de mercado maior que o da Ubi. Continue com suas praticas e politicas imundas CD Red, acredito que estará por aqui nos próximos 12 anos para comemorar mais uns aniversários do GOG e oferecer grandes jogos. Já a "mídia especializada gamer" atual, eu já não sei se dura tanto...espero veementemente que não.       

      

Editado por Marcelo Roffer

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O próprio Adam admitiu que o crunch no The Witcher 3 foi exagerado e que tentariam criar um ambiente mais humano durante o desenvolvimento do Cyberpunk. O que talvez tenham conseguido, vai saber.

 

Porém voltando ao jogo:

 

 

Longo caminho desde o primeiro teaser em Janeiro de 2013.

 

 

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GOTY 2020!

 

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Mídia gamer já preparando as matérias para ganhar um troquinho com rage clicks dos outrage mobs contra o jogo:

 

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As altas expectativas do publico e os números de pré venda, devem ter deixado jornalistas em frenesi com as possibilidades e tempo que o jogo vai permanecer gerando material para "grandes artigos". Vai ser um show de horrores como nunca antes visto. Preciso lembrar de levar um notebook para o interior, para poder acompanhar tudo sem os contratempos do Wi- Fi e com tranquilidade durante as festas de fim de ano. :lolmor: 

 

Editado por Marcelo Roffer

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e verdade que o jogo nao vai sair para o ps5 exsx , edicao deles mesmo ?

 

que vai ter que pegar a versao ps4 e jogar no retro ?

 

que o update so sai em 2021?

 

achava que ia jogar tipo PC potente ja no launch e o update era so para por raytracing

 

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Sim. No lançamento só upgrades básicos via retrocompatibilidade.

 

Confirmaram que vai haver um patch next-gen gratuito para o PS5 e XSX, mas sem data ainda até onde eu sei.

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Que sexta feira linda! O filhodaputa mentiroso do Jason Schreier e a mídia de merda, levando uma tora no meio do rabo novamente. Nada novo aqui. Será que é por isso que estão sendo cada vez mais abandonadas e indo para o buraco? 

 

 

DPR Dev on Recent Crunch Report: Some People Want Us to Be Bad for Their Narrative

 

Two CD Projekt RED developers have expressed their disappointment over the recent reports about crunch at the studio, with one of them stating that he thinks people want CDPR to be the bad guys just to advance their narrative.

 

People Can Fly founder Adrian Chmielarz penned a lengthy note on Facebook (translation via Wccftech), arguing that crunch isn’t necessarily an evil practice, and that situations involving crunch aren’t as black and white as they may seem. In response, CDPR’s Łukasz Szczepankowski said that managers at game development studios aren’t exactly exploiters who sit and count money while smoking cigars.

 

"I can only confirm what Adrian Chmielarz wrote. Even if it comes to the situations he describes, my experience shows that game developers have relative solidarity in this respect from top to bottom, regardless of the position taken. I must disappoint you. Game development managers are not the proverbial capitalists – exploiters who count money while smoking a cigar and from time to time glance at the oppressed developers (however picturesque this vision sounds)."

 

In response to a user who was skeptical of the claim that CDPR shares 10 percent of its yearly profit with developers, Szczepankowski wrote:

 

"CDPR has been sharing its profits for a long time, on time, and without excuses. Maybe it was laughter through tears. Seriously, I have the impression that some people prefer us to be bad just to have a foundation for their ideological narrative."

 

CDPR previously pledged to make an active effort to be humane towards its employees.

 

https://www.playstationlifestyle.net/2020/10/08/cdpr-cyberpunk-2077-crunch-reports/

 

CDPR Dev on Recent Crunch Report: Some People Want Us to Be Bad for Their Narrative

https://www.newsbreak.com/news/2078662816960/cdpr-dev-on-recent-crunch-report-some-people-want-us-to-be-bad-for-their-narrative

 

CDPR Dev: ‘I Have the Impression Some People Preferred Us to Be Bad for Their Ideological Narrative’

https://wccftech.com/cdpr-dev-i-have-the-impression-some-people-preferred-us-to-be-bad-for-their-ideological-narrative/

 

E é claro que ele ficou puto por enfiarem novamente as merdas que escreve na goela dele. Afinal, ele entrevistou aproximadamente uma dúzia de "devs anônimos da CD Projekt RED" entre mais de 2 centenas que trabalham lá. E houve uma votação entre "todo os funcionários envolvidos no  projeto" para decidir se iriam "trabalhar extra" ou "estender o tempo de desenvolvimento" do jogo.  

 

 

 

Compromisso com a verdade não é o forte do Jason, nuances perdidas (e omitidas) são só um mero detalhe...

 

 

 

 

A prova do Jason: o comunicado escrito pelo Adam Badowski pedindo desculpas e agradecendo os funcionários pela necessidade do trabalho extra (que ele certamente esperava que chegasse ao conhecimento desse filhodaputa, para ver se ele parava de encher o saco, mas nunca nada é o bastante), e ele ter voltado a falar com "2 devs" da CD Red que disseram que é tudo mentira sobre a conversa de consenso da maioria. Exatamente como quando ele falou com duas pessoas de dentro da ND, envolvidas na investigação do roubo de dados pelos "hackers", para corroborar a teoria risível sobre como aquela quantidade e teor de conteúdo de TLoU 2 veio a publico. O que ele gostaria mesmo, é a CD Red vendendo jogos cagados pela metade e colocando loot boxes e esquemas de microtransações envolvendo dinheiro real, em jogos que chegam as mãos de crianças. Praticas que ele já defendeu com furor sendo feitas por outras empresas...advinham quais?          

 

No lugar do Adam Badowski e do Marcin Iwiński, quando o Jason Schreier entrasse em contato para escrever as merdas dele, eu já teria feito o mesmo que a voice actress de Dragon's Crown e, mandado ele ir se foder. 

 

Cyberpunk 2077 dev breaks promise, will force employees to work six days a week - Ahead of Cyberpunk 2077’s November 19th release

Extra devidamente remunerado e com consenso por votação da maioria = CRUNCH EM CONDIÇÔES DESUMANAS E FORÇADO NA BASE DO CHICOTE.  

 

Vamos rever o caso da ND (que inegavelmente tem algum problema serio de conduta com os funcionários, não só de crunch) e o depoimento de alguém que trabalhou lá e não se importou de mostrar o rosto e nome (infelizmente não encontrei os twitts do cara que foi modelador/escultor 3D na ND):

 

 

Eu postei muito disso naquela outra vez no tópico do assunto na ND. A matéria completa para quem se interessar:

 

Ex-Naughty Dog animator Jonathan Cooper speaks out about crunch culture

Naughty Dog’s crunch culture is making it difficult for them to hire new talent.

https://www.gamepur.com/news/naughty-dog-animator-jonathan-cooper-speaks-out-about-crunch-culture

 

O que se nota na matéria (na vida real fora dos artigos do Schreier) e no histórico de twitts do Jonathan sobre o caso? Aquilo que já foi dito aqui. Empresas com pessoas e politicas imundas existem. "Trabalho extra e exploração" existem, mas são duas coisas totalmente diferentes e, não adianta generalizar tudo como "crunch da indústria" e estender a situação para todas as empresas e funcionários. Quem geralmente sofre com isso e principalmente por ser sonhador e inexperiente? Jovens artistas trabalhando por contrato, na esperança de conseguir a efetivação no "trabalho dos sonhos". Direitos e leis trabalhistas precisam ser impostos (como o Jonathan fez mediante a tentativa de coerção da ND) e cumpridos mediante a intervenção das instituições legais competentes se necessário. E se necessário, criar novas leis que ampliem a proteção aos funcionários.

 

Sindicatos só farão o que sempre fazem, e não vão impedir o surgimento de merdas como o Randy Pitchford na industria. Não me impressiona o levante do Bernie Sanders ter tido adesão...praticamente nula, principalmente dos que alguns acreditam ser os mais interessados nisso, os profissionais da área de desenvolvimento de jogos. Não adianta explodir fora de contexto toda situação como "crunch", como se todas empresas fossem iguais e em todos os países a situação fosse a mesma. As matérias falsas criadas na sede por clicks, já chegaram a proporções imorais nessa mídia cada vez mais decadente.         

 

Thank You, Kotaku UK

https://kotaku.com/thank-you-kotaku-uk-1844975243

 

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Editado por Marcelo Roffer

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A matéria da ND reforça os problemas de crunch do estúdio.

 

 

Porém no final das contas acho que ninguém vai deixar de comprar um jogo da ND ou CD Projekt por conta desses relatos. E como consumidores a qualidade dos jogos, muitas vezes alcançada na base do crunch, acaba sendo o fator principal.

 

Então é só uma discussão superficial de internet mesmo.

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quer dizer que o crunch  da CDPR foi de um período de 6 sábados num projeto de 7 anos? :lolmor:

 

O problema do Schreier é que ele acha que é o Walter Cronkite gamal. Mas na verdade ele é só um editor meia boca que saiu do fundo de quintal que ele transformou a Kotaku para o fundo da redação da Bloomberg, apenas por ser bem relacionado na indústria. Se fosse em outro ramo da indústria do entretimento (pessoal costuma esquecer que vg ainda é só isso) ele seria algo no máximo como um Leo diaz e olhe muito lá.

 

Ele acha que é o único dententor da verdade nessa indústria. E nem digo que ele não é bom, porque vez ou outra ele até solta(va) uns artigos bons.

Editado por psg1

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Verdade, o "crunch" na ND existe e eu não neguei em momento algum, nem aqui e nem anteriormente quando o caso veio novamente a tona. O que acontece lá não é exceção, mas também não é a regra. Não importa quantas matérias o Jason Schreier ou qualquer outro na mídia venha a escrever sobre o assunto. Principalmente omitindo fatos, na tentativa deliberada e já notória de tentar colocar todos no mesmo saco.  

Editado por Marcelo Roffer

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35 minutos atrás, psg1 disse:

quer dizer que o crunch foi de um período de 6 sábados num projeto de 7 anos?

 

O problema do Schreier é que ele acha que ele é o Walter Cronkite gamal. Mas na verdade ele é só um editor meia boca que saiu do fundo que ele transformou a Kotaku para o fundo da redação da Bloomberg, apenas por ser bem relacionado na indústria.

 

Ele acha que é o único dententor da verdade nessa indústria.

 

E o pior de tudo, ele ficou rasgando o cu de raiva por que o artigo dele não pode ser contestado, a verdade dele é absoluta, incontestável e pronto...ou ele chora e bloqueia no Twitter como já está fazendo. Todo mundo que segue a GI tá levando block :lolmor:  

 

Mas a maioria do publico já percebeu qual é a dele. Basta ver os comentários nos Twitters sobre matéria da GI que postei , e o que aconteceu com a KUTAKU :lolmor: 

 

 

 

 

 

 

 

A lista é longa e vai longe, está lindo de ver.  Videos já estão pipocando no "Tutube"....

Editado por Marcelo Roffer

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