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Wiseman

[RPG] News / Rumores / Anúncios de Lançamento

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Esse review achei bem melhor. Fiz comentários levantando dúvidas sobre o problema da AI dos Pawns no tópico oficial no fórum Consoles. Essa foi o aspecto que mais temia em foder a jogabilidade. Havia comentado que o certo era haver um sistema tipo os gambits de FFXII. Isso faria com que seu Arisen (protagonista) e seus pawns fossem um time coeso e eficiente. A partir daí, deveria também haver uma melhora proporcional na AI dos inimigos, quaisquer que sejam.

 

Isso me incomoda em Dragon's Dogma, pois se for da maneira como o review descreveu, o que acredito que é real mesmo, teremos pawns que ajudarão na maioria dos casos (mobs comuns e alguns inimigos grandes, mas não tão difíceis), mas contra inimigos fodões, eles serão iscas, sacrifícios, enquanto você toma as ações com seu Arisen para realmente vencê-los. O problema, é você ter que ficar administrando o life dos pawns, tendo que chegar perto deles para dar poções, tirar status negativos, ao mesmo tempo que tem que lutar. Isso fode a jogabilidade e a diversão. O grupo fica descoordenado e tudo uma bagunça.

 

Esse era o meu receio quando terminei a Demo. E esse review já mostra que o meu receio se tornou realidade.

 

O problema como o review disse e concordo, é que num sistema assim, você tomará gameovers por culpa das ações de pawns e não pelos seus erros e falta de habilidade.

 

No mais, tou pagando para ver. Já comprei na pré-venda. Aguardo dia 22 de Maio o lançamento e penso que nesse dia ou até uns dois subsequentes deverão enviar meu jogo. Verei com meus próprios olhos tudo isso.

 

Espero que venda bem Dragon's Dogma. Acho que o fato de vir com a demo de RE6 ajudará MUITO. Com as críticas e se a Capcom, achar que vale a pena continuar a franquia, torço para que faça um Dragon's Dogma 2 da maneira certa com pawns no sistema de gambits de FFXII e multiplayer online (requisito que sempre foi o desejo por quem se interessou pelo jogo).

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Review totalmente incompleto. O cara so fala da dificuldade "quebrada" do jogo e da IA.

Isso são coisas que podem facilmente serem concertadas com Patchs.

 

Na DEMO achei a IA excelente, poucas fezes fez besteira, e sempre vinha me ajudar.

Esperar pra jogar.

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Menos um estúdio de RPG aparentemente:

 

Looks Like 38 Studios Is Shutting Down Big Huge Games [Update]

 

Reports are circulating that Kingdoms of Amalur creators 38 Studios has shut down Big Huge Games, the developers who helped build the hit action RPG that came out earlier this year. If this is true, the shuttering of an entire studio would be the biggest bit of fallout yet from the 38 Studios/Rhode Island financial imbroglio.

 

Big Huge Games dodged death once before two years ago after they were acquired by 38 Studios, which was started by all-star Boston Red Sox pitcher Curt Schilling. Kingdoms of Amalur: Reckoning was the first game in a planned multiplatform universe and the first glimpses of 38's in-development online game Copernicus surfaced rececently, even as the outcry surrounding the controversial loans Rhode Island issued to the company swells. The Maryland-based developer also made the Rise of Nations games and the Settlers of Catan adaptation for Xbox Live.

 

Kotaku has reached out to 38 Studios for comment and will update this story once we hear back.

 

Update

Further reports indicate that it's not just Big Huge Games that's shutting down but all of 38 Studios. An anonymous source formerly employed at 38 sent Kotaku the following details:

 

38 Studios just laid off its entire staff, both Providence and BHG studios are being shuttered.

 

We have not received a paycheck since April 30th.

 

On May 15th, we found out we were not getting paid when our checks did not hit our accounts.

 

Our medical insurance runs out tonight at midnight.

 

We found this out when an employee's pregnant wife was told by her doctor, this was on Tuesday 22nd May this week.

 

The company has not communicated anything concrete to the team throughout this process, leaving team members to figure out insurance stop-gaps (where people could afford it), etc. on their own.

 

We'll keep updating this story as we hear more details. Kotaku

Não tive saco para zerar o Kingdoms of Amalur, parando com 30 e poucas horas, mas é um jogo razoável e a franquia tinha potencial.

 

edit: Foi confirmado. Mais informações aqui: http://www.ign.com/articles/2012/05/24/report-38-studios-lays-off-entire-staff

 

Uma franquia nova vendeu mais de 1 milhão e é considerada um fracasso.

Editado por Soul Reaver

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Estou jogando Dragon's Dogma, o jogo é bem legal, não é tão difícil e me parece inteiramente uma espécie de monster hunter HD uma pena que não dê para criar os 4 personagens, estou no lvl 15

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Menos um estúdio de RPG aparentemente:

 

 

Não tive saco para zerar o Kingdoms of Amalur, parando com 30 e poucas horas, mas é um jogo razoável e a franquia tinha potencial.

 

edit: Foi confirmado. Mais informações aqui: http://www.ign.com/articles/2012/05/24/report-38-studios-lays-off-entire-staff

 

Uma franquia nova vendeu mais de 1 milhão e é considerada um fracasso.

 

Eu fiz tudo que era possível em Kingdoms of Amalur, com exceção dos DLCs. Gostei pra caramba do jogo. Não é TOP WRPG, mas é competente e seria melhor senão tivesse uma mecânica tão repetitiva.

 

Na boa? Tou triste com o fechamento do estúdio. Acho que eles tinham potencial para fazer RPGs cada vez melhores. Mas pela notícia, a empresa está insolvente. O grande problema são para os empregados. Expirou o plano de saúde, não tão recebendo os salários vencidos.

 

Pelo visto, nem com a grana que entrou das vendas de Amalur salvou a 38 Studios. Já deviam estar operando no vermelho há tempos. O corpo de direção da empresa deve ter cometido erros graves na gestão para chegar a esse ponto.

 

Estou jogando Dragon's Dogma, o jogo é bem legal, não é tão difícil e me parece inteiramente uma espécie de monster hunter HD uma pena que não dê para criar os 4 personagens, estou no lvl 15

 

Invejinha aqui, Ayanami. Meu jogo original ainda não chegou. E que legal que está curtindo. Se quiser comentar mais do jogo, tem tópico oficial no fórum Consoles. Galera lá tá curtindo bastante o jogo.

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Pelo que eu vi por cima, eles conseguiram um grande empréstimo e montaram logo de cara um grande estúdio.

Fizeram duas equipes: um ficou encarregado pelo Amalur e o outro ficou desenvolvendo um MMORPG.

 

O problema começou desde a sua criação, a empresa começou muito grande. Manter essa estrutura e a grande quantidade de funcionários sem um fluxo de entrada de dinheiro era muito arriscado.

Só começou a entrar dinheiro com o lançamento de Amalur e de seus DLCs (quase 3 anos depois), mas a equipe do MMORPG ainda gerava gastos muito grandes e o jogo ainda estava longe de estar pronto.

 

Resultado, recentemente a empresa teve que começar a pagar o empréstimo mas estava sem dinheiro para isso.

A grana foi torrada tudo com pagamento de salários estes anos todos e para manter a estrutura, o que entrou de dinheiro com Amalur não foi o bastante para pagar.

 

Resumindo, um jogo que nem vai chegar a ser lançado quebrou a empresa. Deveriam se concentrar em uma coisa de cada vez ou dar prioridade a uma coisa.

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Valiant Saga: Final Fantasy encontrado no servidor da Square-Enix:

QcGnP.jpg

 

Pela descrição e logo, vai voltar ao universo do VS - FFT - FFXII - FFTA e A2

Editado por Mike

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Atelier Meruru: The Apprentice of Arland Review

The apprentice fails to become the master.

 

The Atelier franchise has always walked a fine line between greatness and mediocrity. The games have always been a good step or two shy of becoming excellent, while remaining one false move from being average. Last year's Atelier Totori overcame its flaws with a freeform sense of adventure and a heartfelt story revolving around a sympathetic main character. Sadly, Atelier Meruru: The Apprentice of Arland lacks both of those traits and fails to correct its predecessor's missteps. The result is a game that will disappoint returning fans while remaining too niche to appeal to the greater role-playing game audience at large.

 

For those unfamiliar with the series, the Atelier games are Japanese RPGs in which you progress from area to area slaying baddies in turn-based battles and collecting materials for item crafting known as “alchemy.” Alchemy is the heart and soul of the Atelier franchise, and Meruru is no different. Every piece of equipment you don and every item you use is created using this system, and for whatever other faults Atelier Meruru has, the crafting remains as deep and addictive as ever. Searching for rare ingredients, skillfully combining them to get the desired traits, and using them to craft items and weapons custom built for your combat approach remains an immensely rewarding experience.

 

Of course, not just anyone in Arland can MacGyver a lightning bomb from some grass and a rock. Only gifted individuals have what it takes to become alchemists. Each game in the Arland trilogy is named for the alchemist it follows, and this one is centered on Princess Meruru of Arls. It's with this character that the game makes its first, and perhaps most critical mistake.

 

Compared to Rorona and Totori before her, Meruru seems vapid and dispassionate. Rorona was trying to save her master's workshop from being shut down, and Totori was learning alchemy in order to become a licensed adventurer and search for her lost Mother. Meruru wants to become an alchemist because... uh... she's bored? Sure, the fact that these games tend to steer away from the grandiose world-saving tropes so common to the genre is refreshing, but there still needs to be something at stake for me to care what happens to the characters. Meruru's transparent motivations rob the game of the heart and soul that made Atelier Totori so compelling.

 

With nothing relatable to hinge the plot on, Atelier Meruru ends up dead in the water. I didn't care about Meruru's quest to become a full-fledged alchemist or the band of people helping her. Without charming characters or a plot to emotionally invest in, the constant dialogue interruptions (which still sound like they were written for 8 year olds, by 8 year olds) become unbearable. And unlike the previous game that began dialogue heavy and then tapered off as the game went on, this one drowns you in it. I felt like every other time I completed a quest or took a trip to the shop for supplies, I had to sit through a wince-inducing scene where Meruru and her caretaker spend 5 minutes telling each other how great/adorable the other is.

 

While the uninteresting characters hurt the game tremendously, they aren't the only issue. Totori introduced a time management element to the series where everything you do from combat to crafting makes time elapse. The game gives you milestones you have to hit by a certain date and if you don't hit them, you get one of several “bad” endings. This worked fine in Totori, which was flexible enough to let you fulfill quotas with a variety of activities. But in Meruru, the system has been modified to be a lot more restrictive.

 

Your goals revolve around increasing the population of Arls by completing requests and building new buildings within it. But only very specific tasks actually raise the population directly, which makes actions that don't – like exploring, crafting, and fighting – feel like a waste of time. Why spend a month traveling to the ends of the kingdom to craft the perfect healing salve when it's keeping you from completing your checklist of tasks to get that next big population bump?

 

The system makes it difficult to enjoy the good parts of the game, namely the crafting and combat. There simply isn't a more comprehensive or rewarding item creation system anywhere, on console or PC. It has an insane amount of nuance to it, but it remains fun and intuitive despite its complexity. Combat is less involved but also a blast. The pace is snappy, it runs smoothly, and the colorful art style is a real treat to behold in motion. If you can stop worrying about your population count, the game can be enjoyable in a completely different way from most other JRPGs.

 

And I do mean “different.” The Arland trilogy has always been about being as sickeningly adorable as possible. While there is an audience out there for this “death by cute” motif, one look at the opening cinema will be enough to send most potential fans running for the hills. While I can't blame the game for trying to please its fans and be what it is, I also can't pretend it won't turn lots of people off. Some people might think that an older woman asking two young teens to talk more about how they used to bathe together when they were children funny or cute, but at least as many will find it creepy or off-putting.

 

5

Presentation

The story lacks any meaningful conflict or direction, and the cast is devoid of any solid voice work. Even the returning characters from Atelier Totori seem to have lost their spark.

7.5

Graphics

Regardless of how polarizing the art style is, it's clear that a lot of care was put into the fine details. A noticeable frame rate stutter in certain areas keeps it from being quite as polished as its prequel.

5

Sound

The music isn't quite as catchy as in previous installments, but the voice work is just as bad if not worse, regardless of which language you hear it in.

6.5

Gameplay

While the core mechanics are as engaging as ever, they get buried in an obtrusive barrage of inane dialogue scenes. A never-ending list of busy work keeps you from truly exploring the potential of the excellent crafting system.

7

Lasting Appeal

New game+, 10 different endings to see and countless items to craft. Your enjoyment of the game will be the only limiting factor of replayability.

 

6

Overall

Okay

(out of 10, not an average)

 

http://www.ign.com/articles/2012/05/24/atelier-meruru-the-apprentice-of-arland-review

Editado por Rodrigo

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E no caso da empresa do Amalur, parece que o dinheiro que eles pegaram emprestado não era de iniciativa privada, mas sim do próprio governo... então acredito que isso talvez agrave mais ainda o não débito dela. A empresa ficava em uma ilha x e tinha o "apoio" do estado

 

Ví um analista falando que a marca Amalur vale $20 milhões, mas como é a marca, quem se dá bem em uma possível venda são os diretores e afins

 

A equipe do Amalur eu achei rox, tinha uma galera top. Ainda não joguei o game, tava esperando uma game of the year edition

 

Ah, ví também algumas screens do MMO, a previsão era pra Junho de 2013, a arte lembrou WoW mas em uma engine mais nova (e bonita)

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Pelo que eu vi por cima, eles conseguiram um grande empréstimo e montaram logo de cara um grande estúdio.

Fizeram duas equipes: um ficou encarregado pelo Amalur e o outro ficou desenvolvendo um MMORPG.

 

O problema começou desde a sua criação, a empresa começou muito grande. Manter essa estrutura e a grande quantidade de funcionários sem um fluxo de entrada de dinheiro era muito arriscado.

Só começou a entrar dinheiro com o lançamento de Amalur e de seus DLCs (quase 3 anos depois), mas a equipe do MMORPG ainda gerava gastos muito grandes e o jogo ainda estava longe de estar pronto.

 

Resultado, recentemente a empresa teve que começar a pagar o empréstimo mas estava sem dinheiro para isso.

A grana foi torrada tudo com pagamento de salários estes anos todos e para manter a estrutura, o que entrou de dinheiro com Amalur não foi o bastante para pagar.

 

Resumindo, um jogo que nem vai chegar a ser lançado quebrou a empresa. Deveriam se concentrar em uma coisa de cada vez ou dar prioridade a uma coisa.

 

Alguém podia comprar a empresa e tal, Square por exemplo, da pra ver que é um estudio talentoso.

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Valiant Saga: Final Fantasy encontrado no servidor da Square-Enix:

QcGnP.jpg

 

Pela descrição e logo, vai voltar ao universo do VS - FFT - FFXII - FFTA e A2

 

Melhor rumor dos últimos tempos :unbeli:

 

 

Tão bom que deve ser fake, sequel direta de FFXII com uma história que mistura termos de FFT e base de VS? :pokerface2:

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Nesse anúncio da Square, agora que reparei, tem a imagem da Eidos Montreal

 

Não aparece o logo deles em outros anúncio da série, se não me engano..... Sera uma tentativa deles de deixar um pouco ocidental? É a msm equipe do novo Deus Ex

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Novo Final Fantasy feito pela Eidos. O restante dos fãs da empresa vão para a cova. :lolmor:

 

Mas faz sentido. A falecida GRIN, que fez o Bionic Commando para PS3/360, estava desenvolvendo um Final Fantasy que veio a ser cancelado. Talvez a Eidos tenha assumido o projeto.

 

Inclusive a Eidos Montreal contratou uma porrada de funcionários após ter finalizado o Deus Ex.

Editado por Soul Reaver

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Se for a mesma equipe de Deus EX pode ser coisa muito boa.

 

CONTUDO, vocês leram que a rainha de Dalmasca contratou SOMENTE UM MERCENÁRIO para se infiltrar na Fortaleza de Faram?

 

Para mim não será o RPG tradicional com party que veremos...

 

Pode ser:

- A-RPG (solo com um guest ou outro esporadicamente na progressão do jogo)

- Ou mesmo um jogo de ação com elementos de RPG.

 

Duvido que seja TPS com elementos de RPG, haha, vide Deus Ex. Os fãs iriam enfartar.

 

Acho que a parceria com a Eidos pode sair coisa boa sim. Chamou a minha atenção. Tem os logos da Live e PSN. Todavia, não acho que seja jogo de DLC. Mas um jogo com funcionalidade online.

 

Vamos ver... é a primeira boa notícia da Squenix. E por incrível que pareça não é por ela, mas pela participação da Eidos Montreal. Os canadenses podem mostrar algumas coisas interessantes.

Editado por Wiseman

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Porra, mas também...os caras tinham que vendem 3 fucking milhões de cópias do jogo pra "zerar" as finanças...

 

Porra, mas que empresa gênia também. Era praticamente impossível vender isso. E pra ter lucro, tinham que vender MAIS que 3 milhões...tipo, pediram né.

 

Devem ter gasto o que tinham o que não tinham na produção do jogo.

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O grun matou a charada mesmo. O FF que a GRIN estava fazendo era um spin-off do FFXII e, pela descrição da tech demo do projeto (abaixo), o rumor era que a Eidos Montreal havia assumido o projeto:

 

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Se a foto for verdade, será um jogo menor. Ja que tem a XBLA e a PSN.

Esperar pra ver. E ser realmente for verdade quero versão PC.

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Soulreaver, rox esse vídeo nunca soube desse projeto, o cenário com floresta ficou bem detalhado (flora e sombra)

 

O modo como a Eidos Montreal adaptou os controles do Deus Ex foi show, ctza que bolariam um gameplay legal. E se for realmente isso acho massa mudar de sci-fi pra high fantasy aplicando mundaças, dando uma nova cara

 

Jael, a maioria dos games tem isso de PSN/Live nos sites, banners, etc. As vezes só do jogo ter algum rank online ou dlc planejado já colocam o carimbo das duas

 

Por exemplo, no site do Castlevania - Lords of Shadow tem a propaganda no rodapé: http://www.konami.com/officialsites/castlevania/

Editado por grun

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Melhor rumor dos últimos tempos :unbeli:

 

 

Tão bom que deve ser fake, sequel direta de FFXII com uma história que mistura termos de FFT e base de VS? :pokerface2:

Nem tou dando atenção pra esse rumor ai pq parece bom demais pra ser real, e se for real, será pra facebook, Vita ou 3DS.

 

E todos os jogos citados se passam em Ivalice, mesmo tendo uns shit bricks, tem vários elementos além do nome que estão em vários jogos, tipo Cache of Gablados, várias paradas que vc lê em golg no FFT com Mustadio e o pai dele, e etc. Sem falar nos textos presentes no Sky Pirate's Den/Bestiary em FF12. Parada top.

 

Se sair pra console HD, seja ele qual for, será compra no day one fácilmente.

 

Mas como as coisas não estão boas, fake, vita, 3DS ou site de relacionamento.

 

Lucsdf, venha aqui falar que não vai sair pro PS3. Pls.

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Nem tou dando atenção pra esse rumor ai pq parece bom demais pra ser real, e se for real, será pra facebook, Vita ou 3DS.

 

Tem o logo do PS3 e 360 na imagem...

 

 

De toda forma, meu hype veio por ser um dos membros da antiga Quest, como esse rumor indica outra produtora, o hype já se foi...

 

Mesmo sendo uma baita produtora não é a mesma coisa, só o nome Ivalice não diz nada, agora tenho que esperar a divulgação da arte e música pra saber o que esperar.

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Só passando pra avisar quem não entra nos tópicos de portáteis que Shin Megami Tensei IV foi anunciado pro 3DS.

 

 

Post apenas informativo, sem segundas intenções ^_^

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